0% acharam este documento útil (0 voto)
2 visualizações7 páginas

A Gramática

O documento aborda diversas teorias gramaticais sobre a língua, incluindo a gramática descritiva, funcionalista e prescritiva. Ele detalha elementos morfossintáticos e suas funções, como determinantes, nomes, pronomes, verbos, adjetivos, entre outros. Além disso, discute a importância das frases como meio de comunicação e expressão de pensamentos.

Enviado por

mery.cipresso
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
2 visualizações7 páginas

A Gramática

O documento aborda diversas teorias gramaticais sobre a língua, incluindo a gramática descritiva, funcionalista e prescritiva. Ele detalha elementos morfossintáticos e suas funções, como determinantes, nomes, pronomes, verbos, adjetivos, entre outros. Além disso, discute a importância das frases como meio de comunicação e expressão de pensamentos.

Enviado por

mery.cipresso
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

A Gramática

As teorias gramaticais acerca da língua


1. Língua como conjunto de de produtos estruturados
2. Línguas como conjunto de processos estruturantes
3. Língua como conjunto de produtos e processos em mudança
4. Língua como conjunto de usos bons

A LÍNGUA COMO
CONJUNTO DE PRODUTOS ESTRUTURADOS
Gramática descritiva
postulados da gramática descritiva procedimentos metodológicos da Gramática Descriptiva

unidades da gramática descriptiva


O fonema
A sílaba
O morfema
A palavra
0 sintagma
A Frase (simples)
A LÍNGUA COMO
CONJUNTO DE PROCESSOS ESTRUTURANTES

Gramática Funcionalista

a língua é um conjunto de produtos e de processos em mudança - a Gramática histórica


O comparativismo e o método histórico-comparativo
O neogrammaticismo e a fonética
O estruturalismo e a fonologia
o gerativismo e a centralidade da sintaxe
o variacionismo, o funcionalismo e a centralidade dos usos

A língua como conjunto de "usos bons" - a


Gramática Prescritiva
O conceito de norma gramatical
A norma lexical
a norma ortográfica
a norma culta e a norma oculta
O Acordo Ortografico
Elementos morfossintáticos da
frase ou partes do discurso

O determinante
O quantificador
O pronome
0 numeral
O nome( comum e próprio)
O adjetivo
O verbo
A advérbia
A preposição
A coniunção
A interjeição e os Marcadores discursivos e internacional

Determinante (Det)
Palavras que se combinam com nomes, adquirindo o grupo resultante uma dimensão referencial,
ou seja, passando a designar entidades particulares do mundo real ou imaginário sobre o qual
incide o discurso (cf. este livro, a garrata de vinho). Morfologicamente, variam em género e
número, concordando com o nome com o qual se combinam. Os determinantes incluem os artigos
definido e indefinido, a forma algum (e variantes) e as formas demonstrativas este, esse, aquele e
suas variantes.
Nome comum ou substantivo (N)
Palavras cujos elementos mais típicos denotam classes de entidades, concretas ou abstratas;
caracterizam-se por ter um género intrínseco (masculino ou feminino - cf. livro e mesa,
respetivamente) e por variarem morfologicamente em número (cf. casa, casas). São
frequentemente precedidas por um especificador, quer quantificador (muitos livros) quer
determinante (os livros).

Nome próprio (NP)


Palavras que referem de maneira direta entidades particulares do mundo, de diversas categorias
ontológicas (pessoas e lugares, entre outras), não enquanto membros de uma classe (como os
nomes comuns), mas através da sua individualização dentro da classe a que pertencem; em
português são usualmente precedidas pelo determinante (artigo) definido: cf. o
António, a Teresa, o Rossio.

Pronome (Pron)
Palavras cujos elementos mais típicos denotam os participantes do discurso: o falante (pronomes
de 1ª pessoa), o ouvinte (pronomes de 2ª pessoa) e aquele(s) ou aquilo de que se fala (pronomes
de 3ª pessoa).

Verbo (V)
Palavras cujos elementos mais típicos denotam ações, atividades, processos ou estados.
Morfologicamente, podem ocorrer numa forma finita ou não finita; quando ocorrem numa forma
finita, apresentam marcas flexionais que codificam propriedades semânticas temporais (cf. canto
— cantei — cantarei), modais (cf. canto - cante) e aspetuais (cf. cantei — cantava); em forma finita
e no infinitivo flexionado, concordam em pessoa e número com o sujeito da frase (cf. eu canto —
tu cantas e (para) tu leres — (para) nós lermos).

Adjetivo (A)
Palavras cujos elementos mais típicos denotam propriedades (materiais, abstratas, mentais,
sociais, comportamentais, etc.) das coisas e dos seres; variam morfologicamente em género e
número, concordando com o nome ao qual se aplicam; sintaticamente, podem combinar-se com o
nome diretamente, dentro de um sintagma nominal (cf. o chapéu branco) ou numa predicação,
p.e., através da mediação de um verbo copulativo (cf. o chapéu é branco).
ùPreposição (P)
Palavras que relacionam um sintagma nominal com outra palavra, a qual pode ser um verbo (cf.
saí com a Maria), um nome (cf. o livro do Pedro), um adjetivo (cf. fiel ao seu marido) ou um
advérbio (antes do Porto). Morfologicamente, são palavras invariáveis.

Advérbio (Adv)
Palavras cujos elementos mais típicos se combinam com verbos (cf. saiu apressadamente) ou com
adjetivos (cf. muito bonita), especificando o seu significado em várias dimensões semânticas.
Quando se combinam com verbos, exprimem usualmente circunstâncias acidentais das situações
descritas. Morfologicamente, são palavras invariáveis.

Quantificador (Q)
Palavras que se combinam com nomes, passando o grupo resultante a designar entidades do
mundo em termos da sua quantidade.
Morfologicamente, variam em género e número (cf. muitos livros, pouca água, várias garrafas de
vinho), concordando com o nome com o qual se combinam. Têm, por vezes, uma natureza
adjetival.
Entre os quantificadores incluem-se as formas muito, pouco, todo e as suas variantes
morfológicas.

Numeral (Num)
Palavras que, tendo como base o conceito matematico de número, representam, de modo exato,
uma quantidade (cf. Cinco livros, o dobro dos livros) ou uma posição numa sequência (cf. O
segundo classificado). À exceção dos numerais ordinais, forma subclasse dos quantificadores.

Conjunção (conj)
Palavras que ligam entre si grupos que pertencem à mesma classe (cf. O aluno e a aluna, • Luis
bateu à porta, mas não entrou, a Joana saiu e o Pedro entrou) ou que estabelecem a articulação
entre uma oração subordinada e uma oração subordinante (cf. Ele disse que o Pedro vinha
almoçar).
Na subordinação completiva destacam-se as formas que, se e como, chamadas
complementadores ou conjunções-complementadores. Na subordinadação adverbial, são
frequentes locuções conjuncionais em que um dos elementos é um advérbio ou uma preposição,
seguido do complementador que, como, e ainda que, e para que.
Interjeição (Interi)
Palavras com valor expressivo ou emotivo, e que podem funcionar como enunciados
independentes (cf. Ai! Bolas! Fogo! Oh!).

Marcadores discursivos e internacionais


Palavras com valor textual ou expressivo que ligam o conteúdo proposicional ao estado emotivo
do falante.
I [marcatori] discorsivi sono quegli elementi che, suotandosi in parte del loro significato originario,
assumono dei valori aggiuntivi che servono a sottolineare la strutturazione del discorso, a
connettere elementi frasali, interfrasali, extrafrasali e a esplicitare la collocazione dell'enunciato in
una dimensione interpersonale, sottolineando la struttura interattiva della conversazione

A LINGUA

O código linguístico que usamos pode ser divido em frases.


Usamos as frases (ou enunciados) para veicular as nossas mensagens, ou seja, as informações que
queremos partilhar com alguém que está a ler-nos, que nos lera no futuro, que está na nossa
frente ou na nossa visual, ou que nos ouve pelo rádio ou simplesmente pelo telefone.

Exprimimos pensamentos completos através dos quais comunicamos uns com os outros, fazemos
perguntas quando precisamos de obter informação, e damos ordens ou fazemos pedidos quando
queremos produzir alguma alteração no mundo através do envolvimento de outra ou outras
pessoas.
Com uma frase, podemos persuadir, ameaçar, insultar, seduzir; e, não menos importante, é com
frases que pensamos alto, falando connosco próprios, para planificar as nossas ações, para lhe dar
sentido, para precisar as nossas ideas ou para tentar convencer-nos de alguma coisa (Raposo et
ali. 2013, p. 303).

Frase ou enunciado?
• A mãe quer que o filho estude mais.
• Chico Buarque ganhou o prémio como melhor escritor brasileiro
• Silencio!
• Socorro!
• O Rui estuda muito.
• O Rui estuda muito enquanto a irmã prefere trabalhar com o pai.
• O professor é muito chato.
• O português é falado em vários países.

Quem são essas pessoas nos carros?


• Eles estáo indo para o trabalho.
• Trabalho?
• É.
• Elas iam à escola, como nós.
• E agora têm de ir trabalhar.
• Nossa!
• E isso foi ideia de guem?

Você também pode gostar