Saneamento Ambiental
Saneamento Ambiental
Você aprenderá também aspectos importantes de sua atuação profissional a partir dos
recursos de aprendizagem, das atividades e das discussões sugeridas. Desde já,
propomos que aproveite bem o material disponibilizado, em especial, nosso e-book e
vídeos síntese.
Sugerimos que você se organize para ler os conteúdos sugeridos com calma, mas
dentro dos prazos estabelecidos. Em caso de dúvidas, você pode (e deve!) consultar o
professor tutor da disciplina!
Bons estudos!
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de Almeida e do Centro Universitário Jorge Amado. Qualquer uso não autorizado, reprodução ou distribuição (incluindo o upload para
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Objetivos
Conteúdo Programático
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Autoria
É ainda perito judicial e assistente técnico atuante nas áreas de Engenharia Civil e
Meio Ambiente. Consultor estratégico, mentor e coordenador de projetos de gestão
ambiental, licenciamento ambiental e gestão integrada de resíduos. Já atuou como
coordenador do Núcleo de negócios da pós-graduação da UVA, do Núcleo de
sustentabilidade e do curso de Engenharia Civil semipresencial daquela instituição. Já
atuou também como gerente de licenciamento ambiental no Instituto Estadual do
Ambiente – INEA e como coordenador de projetos na Secretaria de Estado do
Ambiente Sustentabilidade – SEAS.
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Introdução ao saneamento ambiental
Objetivo
Conteúdo Programático
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PradeepGaurs / [Link]
Você sabia que uma em cada três pessoas em todo o mundo não tem acesso à água
potável? E que mais da metade do mundo não possui acesso a serviços de
saneamento seguros? Infelizmente, essas e outras informações são apresentadas
como conclusões do relatório produzido em 2017 pelo Fundo das Nações Unidas para
a Infância – Unicef e pela Organização Mundial da Saúde – OMS. Em reportagem,
essa apresentou a síntese daquele documento, que, após leitura, influenciará sua
percepção acerca da urgência quanto à universalização do saneamento básico e
ambiental.
Saiba mais
Para conhecer o inteiro teor do artigo, acesse, no Portal da ONU News: Uma em cada
três pessoas em todo o mundo não tem acesso a água potável, publicada em 18
de junho de 2019.
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Tema 1
A interrelação entre saneamento, saúde,
sociedade e meio ambiente
PradeepGaurs / [Link]
Segundo o relatório, todos os anos, aproximadamente 297 mil crianças com menos de
cinco anos morrem de diarreia causada por falta de higiene. Essa questão também
está ligada à transmissão de doenças como cólera, disenteria, hepatite A e febre
tifoide. Fica claro que os problemas ambientais e de saúde pública, associados à falta
de saneamento ambiental, são incomensuráveis e sobrecarregam os sistemas de
saúde.
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Importante!
É importante lembrar que o saneamento é um direito fundamental assegurado pela
Constituição Brasileira e pelas Leis nº 11.445/07 e nº 14.026/20 e, por isso, elas
deveriam ser pautas prioritárias para governantes em todas as esferas de poder.
Para conhecer o texto das Leis que asseguram o direito ao saneamento básico da
população, acesse:
Por esses motivos, a temática saneamento deve entrar no cotidiano da sociedade, que
deve lutar e cobrar pelo atendimento desse direito fundamental!
Sanear é uma palavra derivada do latim, que significa “fazer saúde”, “desinfetar” e
“limpar”.
Perfil nômade
Para as civilizações antigas, o desenvolvimento das cidades próximo aos rios não foi
em vão.
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Os rios eram utilizados para, entre outros, os seguintes fins:
Sumérios e babilônios
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Romanos
Durante cinco séculos (27 a.C. e 476 d.C.), os romanos realizaram obras notórias para
a construção de aquedutos, reservatórios e redes de distribuição.
A partir das propostas romanas, surgem novos conceitos técnicos sobre o saneamento
no mundo, que, inclusive, vieram a influenciar a Arquitetura Moderna, a Engenharia e
o modo como o ser humano relaciona-se com as águas. Os romanos transcenderam
as limitações naturais de aproveitamento do recurso e criaram diferentes formas de
valorização e, infelizmente, desvalorização do recurso.
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entre outros, o saneamento e a saúde pública passaram a buscar soluções aos
problemas ambientais da época.
Leitura
Acesse o site Trata Brasil para aprofundar seus conhecimentos sobre o tema.
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Tema 2
Aspectos Legais: da PNMA, de 1981, ao novo
marco do saneamento, de 2020
De acordo com o artigo segundo da referida Lei, a PNMA tem por objetivo a
preservação, a melhoria e a recuperação da qualidade ambiental propícia à vida,
visando assegurar, no país, condições ao desenvolvimento socioeconômico, aos
interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana.
A Lei traz ainda no bojo do artigo terceiro definições importantes, que foram a base de
legislações específicas sobre o saneamento, o que se deu anos depois.
Destacamos as seguintes definições:
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“I - meio ambiente, o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem
física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas;
II - degradação da qualidade ambiental, a alteração adversa das características do
meio ambiente;
III - poluição, a degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que direta
ou indiretamente:
a) prejudiquem a saúde, a segurança e o bem-estar da população;
b) criem condições adversas às atividades sociais e econômicas;
c) afetem desfavoravelmente a biota;
d) afetem as condições estéticas ou sanitárias do meio ambiente;
e) lancem matérias ou energia em desacordo com os padrões ambientais
estabelecidos;
IV - poluidor, a pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, responsável,
direta ou indiretamente, por atividade causadora de degradação ambiental;
V - recursos ambientais, a atmosfera, as águas interiores, superficiais e subterrâneas,
os estuários, o mar territorial, o solo, o subsolo e os elementos da biosfera.”
Leitura
Para conhecer o texto na íntegra, acesse Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981.
Após 16 anos de vigência da PNMA, em função da necessidade clara de um marco
normativo específico para o saneamento, foi editada e aprovada a Lei nº 11.445/2007,
que mencionamos anteriormente.
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pluviais, tratamento, limpeza e fiscalização preventiva das redes, adequados à saúde
pública, à proteção do meio ambiente e à segurança da vida e do patrimônio público e
privado;
V - adoção de métodos, técnicas e processos que considerem as peculiaridades locais
e regionais;
VI - articulação com as políticas de desenvolvimento urbano e regional, de habitação,
de combate à pobreza e de sua erradicação, de proteção ambiental, de promoção da
saúde, de recursos hídricos e outras de interesse social relevante, destinadas à
melhoria da qualidade de vida, para as quais o saneamento básico seja fator
determinante;
VII - eficiência e sustentabilidade econômica;
VIII - estímulo à pesquisa, ao desenvolvimento e à utilização de tecnologias
apropriadas, consideradas a capacidade de pagamento dos usuários, a adoção de
soluções graduais e progressivas e a melhoria da qualidade com ganhos de eficiência
e redução dos custos para os usuários;
IX - transparência das ações, baseada em sistemas de informações e processos
decisórios institucionalizados;
X - controle social;
XI - segurança, qualidade, regularidade e continuidade;
XII - integração das infraestruturas e dos serviços com a gestão eficiente dos recursos
hídricos;
XIII - redução e controle das perdas de água, inclusive na distribuição de água tratada,
estímulo à racionalização de seu consumo pelos usuários e fomento à eficiência
energética, ao reúso de efluentes sanitários e ao aproveitamento de águas de chuva;
XIV - prestação regionalizada dos serviços, com vistas à geração de ganhos de escala
e à garantia da universalização e da viabilidade técnica e econômico-financeira dos
serviços;
XV - seleção competitiva do prestador dos serviços; e
XVI - prestação concomitante dos serviços de abastecimento de água e de
esgotamento sanitário.”
Esgotamento sanitário
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destinação final para produção de água de reúso ou seu lançamento de forma
adequada no meio ambiente”.
Uma questão importante trazida pela lei está relacionada à titularidade dos serviços
públicos de saneamento; ou seja: de quem é a responsabilidade para dar a oferta
dos serviços?
No artigo oitavo, fica definido que os municípios e o Distrito Federal são titulares nos
casos de interesse local. Em casos de regionalização ou criação de microrregiões com
mais de um município envolvido, o Estado passa a ser o titular em conjunto com os
demais envolvidos.
Ademais, na lei, também fica estabelecido que o exercício da titularidade poderá ser
realizado por gestão associada, mediante consórcio público ou convênio de
cooperação.
“I - elaborar os planos de saneamento básico, nos termos desta Lei, bem como
estabelecer metas e indicadores de desempenho e mecanismos de aferição de
resultados, a serem obrigatoriamente observados na execução dos serviços prestados
de forma direta ou por concessão;
II - prestar diretamente os serviços, ou conceder a prestação deles, e definir, em
ambos os casos, a entidade responsável pela regulação e fiscalização da prestação
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dos serviços públicos de saneamento básico;
III - definir os parâmetros a serem adotados para a garantia do atendimento essencial
à saúde pública, inclusive quanto ao volume mínimo per capita de água para
abastecimento público, observadas as normas nacionais relativas à potabilidade da
água;
IV - estabelecer os direitos e os deveres dos usuários;
V - estabelecer os mecanismos e os procedimentos de controle social;
VI - implementar sistema de informações sobre os serviços públicos de saneamento
básico, articulado com o Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico
(Sinisa), o Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos
(Sinir) e o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh),
observadas a metodologia e a periodicidade estabelecidas pelo Ministério do
Desenvolvimento Regional; e
VII - intervir e retomar a operação dos serviços delegados, por indicação da entidade
reguladora, nas hipóteses e nas condições previstas na legislação e nos contratos.”
(BRASIL, 2007)
Essa é uma questão de extrema relevância para que o país possa caminhar na
direção da universalização do saneamento.
O ano de 2020 foi muito importante para o saneamento em nosso país. Após dois
anos de discussões técnicas e políticas, em julho de 2020 foi sancionada a Lei nº
14.026/2020, que instituiu o novo marco do saneamento o Brasil.
Leitura
Para conhecer o texto na íntegra, acesse Lei nº 14.026, de 15 de julho de 2020.
A Lei atualiza o marco legal do saneamento básico e altera as seguintes Leis:
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• Lei nº 9.984, de 17 de julho de 2000, atribuindo à Agência Nacional de Águas e
Saneamento Básico – ANA a competência para editar normas de referência
sobre o serviço de saneamento.
• Lei nº 10.768, de 19 de novembro de 2003, para alterar o nome e as
atribuições do cargo de especialista em Recursos Hídricos.
• Lei nº 11.107, de 6 de abril de 2005, para vedar a prestação por contrato de
programa dos serviços públicos, de que trata o art. 175 da Constituição
Federal.
• Lei nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007, para aprimorar as condições estruturais
do saneamento básico no país.
• Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010, para tratar os prazos para a disposição
final ambientalmente adequada dos rejeitos.
• Lei nº 13.089, de 12 de janeiro de 2015 (Estatuto da Metrópole), para estender
seu âmbito de aplicação às microrregiões.
• Lei nº 13.529, de 4 de dezembro de 2017, para autorizar a União a participar
do fundo, com a finalidade exclusiva de financiar serviços técnicos
especializados.
Importante!
Universalização é a ampliação progressiva do acesso de todos os domicílios ocupados
ao saneamento básico, em todos os serviços públicos de saneamento básico de
interesse comum, incluídos o tratamento e a disposição final adequados dos esgotos
sanitários.
Como podemos perceber, o novo marco contribui para o alinhamento das ações de
saneamento básico em âmbito nacional, objetivando criar condições para a
universalização. Muitas das alterações propostas no marco já foram incorporadas no
texto da Lei nº 11.445/2007, conforme pudemos observar.
Observação
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Ponto 1: participação da iniciativa privada
O quinto ponto é a definição das metas nacionais a serem atingidas até 2033.
Destacamos que 99% da população deverá ter acesso à água potável e 90% dela terá
acesso ao tratamento e à coleta de esgoto.
O sexto ponto está associado às diretrizes para o encerramento dos lixões em nosso
país até 31 de dezembro de 2020 (o que, no entanto, não ocorreu até fevereiro de 2023).
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Nota
Cabe destacar que aquela data não valerá para municípios com plano intermunicipal
de resíduos sólidos ou plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos.
Nesses casos, os prazos vão variar de agosto de 2021 a agosto de 2024, dependendo
da localização e do tamanho do município.
Sem dúvida alguma, com tantas inovações e diretrizes nesse segmento, após o
advento da Lei nº 14.026/20 o mercado de saneamento gerará muitas oportunidades
em nosso país nos próximos anos. Apesar da situação real atual ser bem distinta da
situação almejada para a próxima década (sendo consenso técnico que alguns dos
objetivos são virtualmente impossíveis de serem atendidos no prazo estabelecido), é
um fato que próximos anos o mercado demandará, cada vez mais, a preparação de
profissionais para atuação nas diferentes frentes de planejamento, execução e gestão
dos quatro pilares do saneamento.
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Tema 3
Panorama nacional dos quatro pilares do
Saneamento Ambiental
Importante!
Ao longo deste tema, apresentaremos informações e recursos fornecidos pelo
SNIS. É muito importante que você explore, pesquise e busque informações.
Nota
Entretanto, cabe destacar que ainda há cerca de 2.000 municípios brasileiros que não
reportam suas informações. Seja por falta de corpo técnico necessário, de
conhecimento técnico sobre a pauta ou simplesmente por falta de interesse, é
lamentável perceber que pouco mais de um terço dos municípios brasileiros não
reportam seus status de saneamento no SNIS.
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A partir de 2003, com base nos dados de 2002, foi criado um componente de
Resíduos Sólidos Urbanos – RSU. Assim como o módulo RSU, com início em 2016 e
término em 2015, o SNIS passou a incorporar a vertente de águas pluviais urbanas.
Segundo dados de 2021, 84,2% de toda população brasileira — ou seja, cerca de 177
milhões de pessoas — possuem atendimento com rede de água. Quando avaliamos
essa vertente; porém, restringindo o universo amostral à população urbana, esse
percentual alcança 93,5%; ou seja, cerca de 167,5 milhões de pessoas.
Nota
Um ponto importante é que cerca de 91,3% da população atendida por abastecimento
de água possui hidrômetro, logo, ela é passível de cobrança proporcional ao consumo
realizado.
Agora, veremos como são distribuídos o atendimento com rede de esgoto, a cobertura
de coleta domiciliar de resíduos sólidos urbanos e os sistemas de drenagem urbana.
Rede de esgoto
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Infelizmente, nem todo esgoto coletado é tratado de modo efetivo no Brasil.
Apenas 51,2% do que é coletado é encaminhado para Estação de Tratamento de
Esgoto – ETE. O restante é lançado in natura nos corpos hídricos do país,
causando impactos ambientais em todo território nacional.
Drenagem urbana
Quanto a essa vertente, segundo dados de 2021, 43,5% dos municípios possuem
sistema exclusivo de drenagem, dos quais:
Com o intuito de dar total transparência aos dados coletados ano a ano junto às
prefeituras, o SNIS criou e disponibilizou gratuitamente para a população, por meio do
portal do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, o painel de
informações sobre saneamento.
Nele, conseguimos aplicar filtros regionais e/ou municipais para as quatro vertentes do
saneamento (que acabamos de apresentar). Assim, conseguimos compreender os
diferentes cenários do saneamento nacional e levantar dados para a produção de
pesquisas, estudos técnicos e projetos de engenharia.
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Dashboard 1 do Sistema Nacional de Informações Sobre Saneamento – SNIS
Fonte: [Link].
Fonte: [Link].
Ademais, nos dashboards podemos verificar muitas outras informações além das
apresentadas!
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Importante!
Todos os dados do SNIS são públicos. A coleta é realizada junto às prefeituras e suas
secretarias, bem como junto às concessionárias e demais prestadoras de serviço.
Anualmente, é estabelecido um cronograma para envio das informações, que se inicia
com uma pré-coleta, baseada na atualização cadastral e no envio dos convites de
participação, seguida de coleta de dados, análise e discussão preliminar, bem como
desenvolvimento das publicações e, por fim, a efetiva publicação do SNIS.
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Tema 4
Objetivos do Desenvolvimento Sustentável –
ODS e o saneamento ambiental
Os 17 ODS são:
Para conhecer cada um deles, acesse: objetivos que apoiamos através desta
iniciativa.
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Os cinco P
• Pessoas.
• Planeta.
• Prosperidade.
• Paz.
• Parcerias.
P ODS
Pessoas. 1, 2, 3, 4, 5 e 6.
Prosperidade. 7, 8, 9 e 10.
Parcerias. 16.
Paz. 17.
Esse diz respeito a água e saneamento e tem como meta a definição a seguir:
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• Fim da defecação a céu aberto.
• Garantia de saneamento para todos.
• Meta 6.1: até 2030, alcançar o acesso universal e equitativo à água potável e
segura para todos.
Indicador:
1) Proporção da população que utiliza serviços de água potável gerenciados de
forma segura.
Indicadores:
1) Proporção da população que utiliza serviços de saneamento gerenciados de
forma segura.
2) Proporção da população que utiliza instalações para lavagem das mãos com
água e sabão.
Indicadores:
1) Proporção de águas residuais tratadas de forma segura.
2) Proporção de corpos hídricos com boa qualidade ambiental.
Indicadores:
1) Alteração da eficiência no uso da água ao longo do tempo.
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2) Nível de stress hídrico: proporção das retiradas de água doce em relação ao
total de seus recursos disponíveis.
• Meta 6.5: até 2030, implementar a gestão integrada dos recursos hídricos em
todos os níveis; inclusive, via cooperação transfronteiriça, conforme apropriado.
Indicadores:
1) Grau de implementação da gestão integrada de recursos hídricos (0-100).
2) Proporção das áreas de bacias hidrográficas transfronteiriças abrangidas por
um acordo operacional para cooperação hídrica.
Indicador:
1) Alteração na extensão dos ecossistemas relacionados à água ao longo do
tempo.
Indicadores:
1) Montante de ajuda oficial ao desenvolvimento na área da água e
saneamento, inserida num plano governamental de despesa.
Indicador:
1) Proporção das unidades administrativas locais com políticas e
procedimentos estabelecidos e operacionais para a participação das
comunidades locais na gestão de água e saneamento.
Vídeo
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Encerramento
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Resumo da Unidade
Referências da Unidade
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• ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS –ONU. Sobre o nosso trabalho
para alcançar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável no Brasil.
• SANTOS, A. S. P.; JUNIOR, A. A. O. (org.). Engenharia e meio
ambiente: aspectos conceituais e práticos. Rio de Janeiro: LTC, 2020. Minha
Biblioteca. ISBN: 9788521637516.
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