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O artigo descreve o desenvolvimento do UroHPB, uma aplicação web progressiva offline-first destinada a apoiar a avaliação inicial da Hiperplasia Prostática Benigna na Atenção Primária à Saúde. A pesquisa incluiu levantamento de requisitos, modelagem arquitetural e avaliação funcional, resultando em uma solução técnica viável que mantém operabilidade em cenários de conectividade limitada. O protótipo integra o International Prostate Symptom Score (IPSS) e permite geração de relatórios e envio por e-mail, priorizando a decisão clínica profissional.

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O artigo descreve o desenvolvimento do UroHPB, uma aplicação web progressiva offline-first destinada a apoiar a avaliação inicial da Hiperplasia Prostática Benigna na Atenção Primária à Saúde. A pesquisa incluiu levantamento de requisitos, modelagem arquitetural e avaliação funcional, resultando em uma solução técnica viável que mantém operabilidade em cenários de conectividade limitada. O protótipo integra o International Prostate Symptom Score (IPSS) e permite geração de relatórios e envio por e-mail, priorizando a decisão clínica profissional.

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UROHPB: DESENVOLVIMENTO DE UMA APLICAÇÃO WEB

PROGRESSIVA OFFLINE-FIRST PARA APOIO À AVALIAÇÃO


INICIAL DA HIPERPLASIA PROSTÁTICA BENIGNA NA ATENÇÃO
PRIMÁRIA À SAÚDE

UROHPB: DEVELOPMENT OF AN OFFLINE-FIRST PROGRESSIVE WEB


APPLICATION TO SUPPORT INITIAL ASSESSMENT OF BENIGN PROSTATIC
HYPERPLASIA IN PRIMARY HEALTH CARE

UROHPB: DESARROLLO DE UNA APLICACIÓN WEB PROGRESIVA OFFLINE-


FIRST PARA APOYAR LA EVALUACIÓN INICIAL DE LA HIPERPLASIA
PROSTÁTICA BENIGNA EN LA ATENCIÓN PRIMARIA DE SALUD

Kauan Lucena de Almeida Amorim1, Douglas Adones de Sousa Nascimento2, Diógenes Lavor
Bezerra3, Dario Brito Calçada4

DOI: 10.54899/dcs.v23i92.6214
Recibido: 04/05/2026 | Aceptado: 27/05/2026 | Publicación en línea: 18/07/2026.

RESUMO

Este artigo apresenta o desenvolvimento e avaliação funcional do UroHPB, uma aplicação web
progressiva com arquitetura offline-first concebida para apoiar a avaliação inicial da Hiperplasia
Prostática Benigna na Atenção Primária à Saúde. A pesquisa, de natureza aplicada e tecnológica,
compreendeu as fases de levantamento de requisitos clínicos e funcionais, modelagem
arquitetural, implementação incremental e avaliação funcional com dados simulados. O protótipo
implementa um fluxo clínico guiado que integra a aplicação digital do International Prostate
Symptom Score (IPSS), cálculo automático da pontuação, classificação da gravidade dos
sintomas, registro de exames complementares, geração de relatório em formato PDF e envio
complementar por correio eletrônico mediante rota de API do [Link] integrada ao serviço
Resend, quando houver disponibilidade de conectividade. Os resultados funcionais indicam a
viabilidade técnica de uma solução modular, de baixo custo de implantação e manutenção, capaz
de manter operacionalidade em cenários de conectividade limitada, preservando a centralidade
da decisão clínica profissional.

Palavras-chave: Aplicações Web Progressivas. Atenção Primária à Saúde. Hiperplasia


Prostática Benigna. Saúde Digital. Sistemas de Apoio à Decisão Clínica.

1
Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Parnaíba, Piauí, Brasil.
E-mail: kauanamorim@[Link] Orcid: [Link]
2
Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Parnaíba, Piauí, Brasil.
E-mail: douglasadonesdesn@[Link] Orcid: [Link]
3
Médico Urologista pela Universidade Federal do Ceará (UFC), Fortaleza, Ceará, Brasil.
E-mail: diogenes_lavor@[Link] Orcid: [Link]
4
Doutor em Computação e Matemática Computacional pela Universidade de São Paulo (USP), São Carlos, São
Paulo, Brasil. E-mail: dariobcalcada@[Link] Orcid: [Link]

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ISSN: 2224-4131
Kauan Lucena de Almeida Amorim, Douglas Adones de Sousa Nascimento, Diógenes Lavor Bezerra, Dario
Brito Calçada

ABSTRACT

This paper presents the development and functional evaluation of UroHPB, a progressive web
application with offline-first architecture designed to support the initial assessment of Benign
Prostatic Hyperplasia in Primary Health Care. The research, of applied and technological nature,
comprised the phases of clinical and functional requirements elicitation, architectural modeling,
incremental implementation, and functional evaluation with simulated data. The prototype
implements a guided clinical workflow that integrates the digital application of the International
Prostate Symptom Score (IPSS), automatic score calculation, symptom severity classification,
registration of complementary examinations, generation of reports in PDF format, and
complementary email delivery through a [Link] API route integrated with the Resend service
when connectivity is available. The functional results indicate the technical feasibility of a
modular solution with low implementation and maintenance costs, capable of maintaining
operability in scenarios of limited connectivity while preserving the centrality of professional
clinical decision-making.

Keywords: Aplicaciones Web Progresivas. Atención Primaria de Salud. Hiperplasia Prostática


Benigna. Salud Digital. Sistemas de Apoyo a la Decisión Clínica.

RESUMEN

Este artículo presenta el desarrollo y la evaluación funcional de UroHPB, una aplicación web
progresiva con arquitectura offline-first diseñada para apoyar la evaluación inicial de la
Hiperplasia Prostática Benigna en la Atención Primaria de Salud. La investigación, de naturaleza
aplicada y tecnológica, comprendió las fases de levantamiento de requisitos clínicos y
funcionales, modelado arquitectónico, implementación incremental y evaluación funcional con
datos simulados. El prototipo implementa un flujo clínico guiado que integra la aplicación digital
de la Puntuación Internacional de Síntomas Prostáticos (IPSS), cálculo automático de la
puntuación, clasificación de la gravedad de los síntomas, registro de exámenes complementarios,
generación de informes en formato PDF y envío complementario por correo electrónico mediante
una ruta de API de [Link] integrada con el servicio Resend cuando hay disponibilidad de
conectividad. Los resultados funcionales indican la viabilidad técnica de una solución modular,
de bajo costo de implementación y mantenimiento, capaz de mantener operabilidad en escenarios
de conectividad limitada, preservando la centralidad de la toma de decisiones clínicas
profesionales.

Palabras clave: Aplicaciones Web Progresivas. Atención Primaria de Salud. Hiperplasia


Prostática Benigna. Salud Digital. Sistemas de Apoyo a la Decisión Clínica.

Esta obra está bajo una Licencia CreativeCommons Atribución- NoComercial 4.0 Internacional

INTRODUÇÃO

A consolidação das tecnologias digitais na saúde tem ampliado as possibilidades de

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UroHPB: desenvolvimento de uma aplicação web progressiva offline-first para apoio à avaliação inicial da
Hiperplasia Prostática Benigna na Atenção Primária à Saúde

registro, interpretação e uso de informações clínicas no processo de cuidado. Em serviços


públicos com alta demanda e infraestrutura heterogênea, soluções computacionais podem
organizar fluxos assistenciais, reduzir inconsistências operacionais e apoiar o raciocínio
profissional, desde que preservem o papel central do médico na decisão clínica (Maia; Marin,
2021; Ross et al., 2022).
Entre as condições relevantes para a saúde do homem destaca-se a Hiperplasia Prostática
Benigna (HPB), caracterizada pelo crescimento não maligno da próstata e frequentemente
associada a sintomas do trato urinário inferior. Esses sintomas incluem noctúria, urgência,
aumento da frequência urinária, jato urinário fraco, hesitação miccional e sensação de
esvaziamento incompleto, podendo comprometer sono, bem-estar, produtividade e qualidade de
vida (Amorim Santos et al., 2023; Cabellino et al., 2024; Lerner et al., 2021).
A Atenção Primária à Saúde (APS) representa a principal porta de entrada do usuário no
sistema de saúde e, por isso, ocupa posição estratégica na avaliação inicial de pacientes com
queixas urinárias. Entretanto, médicos não especialistas em urologia podem enfrentar
dificuldades para aplicar instrumentos padronizados, interpretar exames complementares,
reconhecer sinais de alerta e decidir entre acompanhamento inicial e encaminhamento
especializado (Lerner et al., 2021; Mapurunga, 2022).
O International Prostate Symptom Score (IPSS) é um instrumento amplamente utilizado
para quantificar sintomas urinários e classificar sua gravidade. Embora consolidado, seu uso
manual pode ser prejudicado por tempo reduzido de consulta, ausência de ferramentas específicas
e necessidade de cálculo posterior. A digitalização do questionário, quando integrada a um fluxo
guiado, pode reduzir erros aritméticos, padronizar o registro e disponibilizar imediatamente a
classificação ao profissional (Barry et al., 1992; Creta et al., 2023).
Nesse contexto, Sistemas de Apoio à Decisão Clínica (SADC) podem auxiliar a
organização de dados e a geração de orientações baseadas em critérios previamente definidos.
Para que sejam úteis na APS, essas ferramentas precisam considerar a realidade de conectividade
limitada. Progressive Web Applications (PWA) e arquiteturas offline-first são alternativas
adequadas, pois favorecem acesso por navegador, instalação simplificada, responsividade,
persistência local e uso parcial ou completo sem conexão contínua (Silva; Tiosso, 2020; MDN
Web Docs, 2026).
Este artigo apresenta o desenvolvimento do UroHPB, uma aplicação web progressiva
offline-first voltada ao apoio da avaliação inicial da HPB na APS. A versão aqui proposta integra

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uma descrição técnica do protótipo com fundamentação teórica ampliada e explicita também a
camada de comunicação por e-mail, implementada por rota de API e API Resend, como recurso
complementar ao relatório local. Assim, o envio eletrônico é tratado como funcionalidade
dependente de conectividade, sem comprometer o fluxo principal offline-first.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Hiperplasia Prostática Benigna e Atenção Primária à Saúde

A HPB é uma condição urológica crônica associada à proliferação benigna de


componentes epiteliais e estromais da próstata, especialmente em homens adultos e idosos. O
aumento prostático pode contribuir para obstrução ao fluxo urinário e sintomas de esvaziamento
ou armazenamento. Entre os sintomas de esvaziamento destacam-se hesitação, intermitência,
esforço miccional e jato fraco; entre os sintomas de armazenamento, urgência, polaciúria e
noctúria (Cabellino et al., 2024; Lerner et al., 2021).
O manejo inicial na APS envolve anamnese, avaliação sintomática, identificação de
fatores de risco, análise de exames quando disponíveis e definição de conduta ou
encaminhamento. Como a HPB pode gerar demandas recorrentes e sobrecarga nos serviços
especializados, a padronização da avaliação inicial é relevante para orientar melhor o cuidado e
evitar atrasos ou encaminhamentos sem critérios adequados (Lerner et al., 2021; Mapurunga,
2022).

International Prostate Symptom Score

O IPSS deriva do American Urological Association Symptom Index e é composto por


sete questões que avaliam sintomas urinários durante o último mês, cada uma com pontuação de
zero a cinco. O escore total varia de zero a 35 pontos e permite classificar sintomas como leves,
moderados ou graves. A versão usual inclui ainda uma questão relacionada à qualidade de vida,
utilizada como informação complementar na avaliação clínica (Barry et al., 1992; Mapurunga,
2022).
A aplicação digital do IPSS pode melhorar a consistência do registro e eliminar erros de
soma, pois o cálculo e a classificação são executados automaticamente. Estudos sobre

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Hiperplasia Prostática Benigna na Atenção Primária à Saúde

ferramentas móveis para sintomas urinários indicam que a digitalização de instrumentos clínicos
pode favorecer conveniência e integração ao fluxo de cuidado, desde que a interface seja simples
e adequada ao contexto assistencial (Creta et al., 2023; Can Cubukcu, 2025).

Sistemas de Apoio à Decisão Clínica

SADCs são sistemas computacionais que integram dados do paciente a regras, diretrizes,
parâmetros ou algoritmos para apoiar a decisão profissional. Eles podem produzir alertas,
cálculos, classificações e recomendações contextuais. Na APS, essas ferramentas são relevantes
porque ajudam a reduzir a sobrecarga cognitiva e a organizar fluxos de decisão em condições
frequentes ou complexas (Kilsdonk et al., 2016; Silva; Hattori; Bonito, [s.d.]).
Em aplicações clínicas, a transparência das regras é requisito importante. O UroHPB foi
concebido como apoio determinístico e rastreável, baseado em etapas e critérios explícitos, não
como sistema autônomo de diagnóstico. Essa escolha favorece a auditoria, manutenção e
atualização das regras clínicas, além de reforçar que a orientação final não substitui o julgamento
médico individualizado (Kilsdonk et al., 2016; Lerner et al., 2021).

Saúde Digital, PWA, Persistência Local e Envio por API

A saúde digital engloba o uso de tecnologias da informação e comunicação para apoiar


prevenção, diagnóstico, tratamento, acompanhamento e gestão em saúde. Em ambientes de APS,
soluções web e móveis podem ampliar o acesso a instrumentos padronizados, especialmente
quando demandam baixa infraestrutura de implantação e podem ser utilizadas em diferentes
dispositivos (Maia; Marin, 2021; Ross et al., 2022).
PWAs combinam características de aplicações web e de aplicativos instaláveis,
favorecendo responsividade, distribuição simplificada e uso em diferentes plataformas. O uso de
IndexedDB é compatível com cenários offline porque permite armazenar dados estruturados no
navegador e recuperá-los independentemente de disponibilidade contínua de rede. Assim, o fluxo
de avaliação pode permanecer operacional durante instabilidade de conexão (Silva; Tiosso, 2020;
MDN Web Docs, 2026).
A camada de envio por e-mail exige tratamento arquitetural distinto. No UroHPB, o
relatório pode ser gerado localmente e, quando houver internet, encaminhado por meio de uma

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rota de API da aplicação integrada à Resend. A documentação da Resend descreve o envio de e-


mails por SDK [Link] mediante chave de API e domínio verificado, enquanto a documentação
do [Link] permite a criação de manipuladores de rota ou API Routes para expor pontos de
comunicação no próprio projeto.

MATERIAIS E MÉTODOS

Caracterização da Pesquisa

Este estudo caracteriza-se como pesquisa aplicada e tecnológica, com foco no


desenvolvimento de um artefato de software para apoio à avaliação inicial de pacientes com HPB.
A etapa descrita não constitui ensaio clínico nem validação clínica formal com pacientes reais.
O objetivo foi levantar requisitos, projetar a solução, implementar o protótipo e realizar avaliação
funcional com dados simulados (Gil, 2019; Mapurunga, 2022).
A abordagem adotada foi incremental, organizada em levantamento de requisitos clínicos
e funcionais, modelagem do fluxo de atendimento, definição arquitetural, implementação das
funcionalidades, testes funcionais e documentação das limitações. Essa estratégia permitiu
separar a construção da interface, regras clínicas, persistência local, relatórios e comunicação
externa por e-mail (Kilsdonk et al., 2016; Silva; Tiosso, 2020).

Levantamento de Requisitos

Os requisitos foram definidos a partir do domínio clínico da HPB, do uso do IPSS, das
necessidades da APS e das características de uma PWA offline-first. Além das funcionalidades
clínicas, foram considerados requisitos de responsividade, baixo custo, persistência local e envio
complementar de relatórios por e-mail quando houver conectividade (Barry et al., 1992; Lerner
et al., 2021).

Tabela 1. Requisitos funcionais consolidados do UroHPB.


Código Requisito funcional
RF01 Permitir identificação ou cadastro inicial do paciente.
Registrar dados clínicos relevantes e informações
RF02
complementares.
Disponibilizar aplicação digital do questionário
RF03
IPSS.

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RF04 Calcular automaticamente a pontuação total do IPSS.


RF05 Classificar a gravidade dos sintomas urinários.
Permitir registro de exames complementares, quando
RF06
disponíveis.
Gerar orientação final a partir das informações
RF07
inseridas.
RF08 Gerar relatório textual ou PDF ao final da avaliação.
Armazenar localmente avaliações, rascunhos e
RF09
relatórios pendentes.
RF10 Permitir retomada de atendimento interrompido.
Permitir envio complementar do relatório por e-mail
RF11
via API Resend quando houver conectividade.
Fonte: Elaborado pelos autores.

Tabela 2. Requisitos não funcionais consolidados.


Código Requisito não funcional
Interface simples, objetiva e responsiva para
RNF01
ambiente clínico.
Compatibilidade com dispositivos móveis e
RNF02
desktops.
Disponibilidade das funcionalidades principais em
RNF03
modo offline.
Persistência local dos dados necessários ao fluxo
RNF04
clínico.
Separação entre interface, regras clínicas,
RNF05
persistência, relatórios e comunicação.
Estrutura modular para manutenção e expansão
RNF06
futura.
RNF07 Baixo custo de implantação e manutenção.
Comunicação por e-mail desacoplada do fluxo
RNF08
principal offline-first.
Possibilidade de evolução para mecanismos
RNF09 adicionais de segurança, auditoria e
interoperabilidade.
Fonte: Elaborado pelos autores.

Tecnologias Utilizadas

A pilha tecnológica foi selecionada para favorecer modularidade, tipagem,


responsividade, testes funcionais, persistência local e comunicação externa controlada. O [Link]
foi utilizado como estrutura da aplicação web e suporte a rotas de API; React para composição
da interface; TypeScript para tipagem estática; Tailwind CSS para estilização responsiva; Zod
para validação de dados; Vitest para testes; IndexedDB para persistência local; e Resend para
envio de relatórios por e-mail quando houver conectividade.

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Tabela 3. Tecnologias utilizadas no desenvolvimento do protótipo.


Tecnologia Finalidade no projeto
Estrutura da aplicação web, organização de rotas e
[Link]
criação de rota de API para comunicação externa.
Construção da interface por componentes
React
reutilizáveis.
TypeScript Tipagem estática e maior previsibilidade do código.
Estilização responsiva e padronização visual da
Tailwind CSS
interface.
Zod Validação de esquemas e dados estruturados.
Testes funcionais e automatizados de regras e
Vitest
componentes.
Persistência local de avaliações, rascunhos e
IndexedDB
relatórios pendentes no navegador.
PDF client-side Geração de relatório em PDF ao final da avaliação.
Camada server-side para receber solicitação de envio
API Route / Route Handler
e acionar serviço externo.
Envio automatizado de relatório por e-mail quando
Resend API
houver conexão disponível e configuração válida.
Fonte: Elaborado pelos autores.

Avaliação Funcional

A avaliação realizada concentrou-se em testes funcionais com dados simulados,


verificando preenchimento das etapas, validação dos campos, cálculo do IPSS, classificação da
gravidade, persistência local, retomada de rascunhos, geração de relatório e comportamento
esperado do envio por e-mail em cenário com conectividade. Essa avaliação não permite inferir
impacto clínico real, mas verifica a coerência técnica do protótipo desenvolvido (Barry et al.,
1992).

DESENVOLVIMENTO DO UROHPB

Arquitetura Geral da Solução

A arquitetura do UroHPB foi planejada para separar responsabilidades e facilitar a


manutenção. A aplicação não foi estruturada apenas como um conjunto de telas, mas como um
fluxo clínico digital composto por interface, workflow, domínio clínico, persistência local,
relatórios e comunicação. Essa separação é coerente com boas práticas de sistemas de apoio à
decisão, pois facilita a rastreabilidade das regras, testes e evolução modular (Kilsdonk et al.,
2016).

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Tabela 4. Camadas da arquitetura proposta.


Camada Responsabilidade
Apresentar telas, formulários, botões, validações e
Interface
feedbacks visuais.
Controlar estado da avaliação, etapa atual, navegação
Workflow
e retomada de rascunhos.
Concentrar regras de cálculo, classificação do IPSS e
Domínio clínico
orientação final.
Armazenar avaliações, rascunhos e relatórios
Persistência local
pendentes em IndexedDB.
Relatórios Gerar saída textual ou PDF ao final da avaliação.
Enviar relatório por e-mail por meio de rota de API
Comunicação
integrada à Resend quando houver conectividade.
Fonte: Elaborado pelos autores.

Fluxo Clínico Digital

O fluxo inicia com a identificação do paciente e o registro de informações básicas. Em


seguida, o profissional realiza triagem clínica e informa sintomas relevantes. A etapa central
apresenta o IPSS em formato digital, com validação de preenchimento e cálculo automático do
escore total. Após a classificação, o sistema permite registrar exames complementares, quando
disponíveis, e inserir informações adicionais que possam influenciar a orientação final (Barry et
al., 1992; Lerner et al., 2021).
Ao término do fluxo, a aplicação consolida os dados coletados, apresenta orientação final
e permite gerar relatório. O relatório documenta dados informados, pontuação do IPSS,
classificação e recomendações gerais. Essa saída tem função de apoio ao registro e à
comunicação clínica, não substituindo avaliação médica individualizada nem protocolos
institucionais vigentes (Kilsdonk et al., 2016; Silva; Hattori; Bonito, [s.d.]).

Funcionamento Offline-First e Persistência Local

A estratégia offline-first foi incorporada para garantir que o fluxo principal permaneça
disponível em cenários de conectividade limitada. A persistência com IndexedDB possibilita
salvar avaliações em andamento, rascunhos e relatórios pendentes diretamente no navegador.
Assim, a aplicação pode manter o atendimento em funcionamento mesmo quando a conexão está
instável ou ausente, retomando dados locais quando necessário (Silva; Tiosso, 2020; MDN Web
Docs, 2026).

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Geração de Relatório e Envio por E-mail com Resend

A geração de relatório constitui uma etapa de documentação do atendimento. No


UroHPB, o relatório pode ser produzido localmente em formato PDF, permitindo que o
profissional mantenha uma saída consultável mesmo sem internet. Esse comportamento preserva
a lógica offline-first, pois a conclusão do fluxo não depende do sucesso de comunicação com
serviços externos (Silva; Tiosso, 2020; MDN Web Docs, 2026).
O envio por e-mail foi tratado como funcionalidade complementar. Quando a
conectividade está disponível, a aplicação pode acionar uma rota de API do [Link] para
encaminhar os dados necessários ao serviço Resend. A rota de API funciona como camada
server-side, evitando que credenciais sensíveis fiquem expostas no cliente e permitindo
centralizar tratamento de erros, configuração de remetente, destinatário e conteúdo enviado.
Dessa forma, a API Resend amplia a praticidade do UroHPB ao permitir o
compartilhamento posterior do relatório clínico por e-mail, mas não é requisito obrigatório para
cálculo do IPSS, classificação dos sintomas, geração local do relatório ou finalização do
atendimento. Essa decisão arquitetural reduz a dependência de rede e mantém coerência com o
objetivo de uso em unidades de saúde com infraestrutura variável (Maia; Marin, 2021).

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Protótipo Funcional Obtido

Como resultado, obteve-se um protótipo funcional (Figura 1) capaz de organizar a


avaliação inicial da HPB em fluxo digital guiado. O sistema contempla identificação do paciente,
registro de dados clínicos, aplicação do IPSS (Figura 2), cálculo automático da pontuação,
classificação dos sintomas, registro de exames, geração de orientação final, emissão de relatório
(Figura 3) e opção de envio por e-mail quando houver conectividade (Barry et al., 1992).

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Figura 1. Tela inicial.

Fonte: Elaborada pelos autores.

Figura 2. Aplicação digital do questionário IPSS no UroHPB.

Fonte: Elaborada pelos autores.

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Figura 3. Relatório gerado e opção de envio por e-mail no UroHPB.

Fonte: Elaborada pelos autores.

A separação entre interface, workflow, domínio clínico, persistência local, relatórios e


comunicação favoreceu a manutenção do protótipo. As regras de cálculo e classificação
permaneceram isoladas da camada visual, enquanto a persistência local permitiu continuidade do
fluxo em cenários offline. A camada Resend foi mantida desacoplada para que falhas de rede ou
do provedor de e-mail não bloqueiem a conclusão da avaliação.
A principal contribuição do UroHPB está na tradução de um processo clínico recorrente
em um fluxo computacional padronizado. Em vez de exigir que o profissional consulte materiais
dispersos, calcule manualmente escores e organize registros em documentos separados, a
aplicação centraliza etapas essenciais em uma única interface. Essa padronização pode reduzir
omissões, melhorar documentação e apoiar decisões de acompanhamento ou encaminhamento
(Kilsdonk et al., 2016; Lerner et al., 2021).
Do ponto de vista da Engenharia de Software, a adoção de PWA offline-first reduz
barreiras de implantação, pois o sistema pode ser acessado por navegador, instalado em diferentes
dispositivos e utilizado em ambientes com conectividade limitada. O envio por e-mail via Resend
diciona conveniência quando a rede está disponível, mas preserva a prioridade da
disponibilidade local do atendimento (Silva; Tiosso, 2020).

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Hiperplasia Prostática Benigna na Atenção Primária à Saúde

Discussão sobre Segurança, Privacidade e Validação

Por lidar com dados de saúde, o UroHPB deve evoluir com mecanismos adicionais de
segurança, controle de acesso, auditoria, criptografia quando aplicável e adequação à legislação
de proteção de dados. A integração por e-mail também exige atenção, pois relatórios clínicos
podem conter informações sensíveis; por isso, a camada de envio deve ser configurada de modo
restrito, com credenciais server-side, domínio verificado e mensagens compatíveis com políticas
institucionais.
A versão apresentada demonstra viabilidade técnica, mas não comprova impacto clínico.
Para sustentar afirmações sobre melhora da acurácia diagnóstica, redução de encaminhamentos
ou aumento de resolutividade, serão necessários estudos com profissionais da APS, casos clínicos
padronizados ou pacientes reais, critérios de avaliação definidos, análise estatística e apreciação
ética quando aplicável (Can Cubukcu, 2025; Silva; Hattori; Bonito, [s.d.]).

Limitações

A principal limitação do estudo é a ausência de validação clínica formal com pacientes


reais e profissionais da APS em ambiente de uso. Os testes realizados verificaram funcionamento
técnico, mas não permitem inferir impacto sobre desfechos clínicos. Também são necessárias
avaliações de usabilidade, segurança da informação, proteção de dados, interoperabilidade com
prontuários eletrônicos, controle de versões das regras clínicas e validação operacional do envio
por e-mail em ambientes institucionais (Can Cubukcu, 2025).

CONCLUSÃO

Este artigo apresentou o desenvolvimento e a avaliação funcional do UroHPB, uma


aplicação web progressiva com arquitetura offline-first concebida para apoiar a avaliação inicial
da Hiperplasia Prostática Benigna na Atenção Primária à Saúde. A solução integra três dimensões
fundamentais que se articulam de modo coerente: a tradução de um processo clínico recorrente
em fluxo computacional padronizado; a implementação de arquitetura modular que preserva a
centralidade da decisão profissional; e a adoção de paradigma offline-first que garante
operacionalidade em contextos de infraestrutura heterogênea, característica predominante nos

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serviços públicos de saúde brasileiros.


Do ponto de vista clínico, o UroHPB endereça uma lacuna identificada na literatura
científica contemporânea: a ausência de ferramentas digitais que combinem, simultaneamente,
simplicidade de uso, padronização de avaliação e independência de conectividade contínua na
Atenção Primária à Saúde. A aplicação digital do International Prostate Symptom Score (IPSS),
quando integrada a um fluxo guiado e estruturado, reduz erros aritméticos decorrentes de cálculos
manuais, padroniza registros clínicos e disponibiliza imediatamente a classificação de gravidade
dos sintomas ao profissional, potencialmente melhorando a qualidade da documentação clínica
e apoiando decisões fundamentadas de acompanhamento ou encaminhamento especializado.
Contudo, é imperativo reconhecer que essa contribuição permanece circunscrita ao nível de
viabilidade técnica e não constitui, por si, evidência de impacto clínico real, exigindo validação
rigorosa em cenários de uso autêntico com profissionais da APS e pacientes reais.
Do ponto de vista da Engenharia de Software e da Saúde Digital, o trabalho demonstra a
viabilidade técnica de integrar Sistemas de Apoio à Decisão Clínica (SADC) determinísticos,
Progressive Web Applications (PWA) com capacidades offline-first, persistência local em
IndexedDB, geração de relatórios em múltiplos formatos e comunicação externa desacoplada em
uma solução coerente, modular e de baixo custo de implantação. A separação arquitetural entre
camadas distintas—interface, workflow, domínio clínico, persistência, relatórios e
comunicação—não apenas facilita manutenção, testabilidade e auditoria de código, mas também
permite evolução incremental de funcionalidades sem comprometer a robustez do fluxo clínico
principal. A decisão deliberada de manter o envio por correio eletrônico como funcionalidade
complementar, desacoplada do fluxo offline-first, exemplifica um trade-off consciente entre
conveniência operacional e robustez funcional, particularmente relevante para contextos de saúde
pública com recursos limitados e infraestrutura de conectividade instável.
A escolha tecnológica pela pilha composta por [Link], React, TypeScript, Tailwind CSS,
Zod, Vitest, IndexedDB e Resend reflete uma estratégia deliberada de priorizar tipagem estática,
testabilidade automatizada, responsividade multiplataforma e baixo custo de implantação e
manutenção. Embora essa combinação de tecnologias não represente inovação em si, sua
aplicação integrada ao domínio clínico específico da Hiperplasia Prostática Benigna e aos
requisitos funcionais e não-funcionais da Atenção Primária à Saúde constitui uma contribuição
prática relevante para a comunidade de desenvolvimento em saúde digital, particularmente em
contextos de recursos limitados.

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UroHPB: desenvolvimento de uma aplicação web progressiva offline-first para apoio à avaliação inicial da
Hiperplasia Prostática Benigna na Atenção Primária à Saúde

A principal limitação deste estudo reside na ausência de validação clínica formal com
profissionais da Atenção Primária à Saúde e pacientes reais em ambiente de uso autêntico. Os
testes funcionais realizados verificaram coerência técnica do protótipo e conformidade com
requisitos especificados, mas não permitem inferências robustas sobre impacto em desfechos
clínicos relevantes, acurácia diagnóstica, redução de encaminhamentos desnecessários ou
aumento de resolutividade na APS. Adicionalmente, não foram conduzidas avaliações de
usabilidade com usuários finais utilizando protocolos padronizados, análises de segurança da
informação conforme Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), testes de interoperabilidade com
sistemas de prontuário eletrônico existentes ou validação operacional do envio por correio
eletrônico em ambientes institucionais reais. Essas limitações não invalidam a contribuição
técnica apresentada, mas circunscrevem claramente seu escopo e definem o estágio atual de
maturidade do artefato como protótipo funcional, não como solução validada pronta para
implantação clínica.
Este trabalho contribui para o campo de Saúde Digital e Engenharia de Software em
Saúde em dimensões complementares. Na dimensão técnica, demonstra a viabilidade de
combinar Progressive Web Applications com arquitetura offline-first e Sistemas de Apoio à
Decisão Clínica determinísticos em uma solução modular, de baixo custo, adequada a contextos
de infraestrutura heterogênea e limitada. A arquitetura proposta pode servir como referência
metodológica para desenvolvimento de outras ferramentas clínicas digitais na Atenção Primária
à Saúde. Na dimensão metodológica, exemplifica uma abordagem de design science research
aplicada ao domínio clínico, integrando sistematicamente levantamento de requisitos clínicos e
funcionais, modelagem arquitetural, implementação incremental e avaliação funcional. Essa
metodologia pode orientar futuras pesquisas de desenvolvimento de artefatos em saúde digital.
Na dimensão prática, oferece uma solução prototipada que, após validação clínica rigorosa, pode
ser implantada em unidades de Atenção Primária à Saúde para apoiar a avaliação inicial de
Hiperplasia Prostática Benigna, potencialmente reduzindo sobrecarga cognitiva de profissionais
não especialistas em urologia e melhorando a qualidade e consistência da documentação clínica.
Para que o UroHPB evolua de protótipo funcional para solução validada e pronta para
implantação clínica em larga escala, recomenda-se a execução sequencial de etapas de pesquisa
estruturadas em horizonte temporal progressivo. No curto prazo (6 a 12 meses), estudos de
usabilidade com médicos da Atenção Primária à Saúde (n ≥ 10), utilizando protocolos de think-
aloud e instrumentos padronizados como System Usability Scale (SUS), permitirão identificar

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barreiras de uso, oportunidades de refinamento da interface e adequação do fluxo clínico ao


contexto real de trabalho. Concomitantemente, validação clínica com casos simulados
padronizados, comparando avaliações realizadas com e sem o UroHPB, verificará se a
ferramenta melhora consistência de registros, reduz omissões de informações clínicas relevantes
e acelera o processo de avaliação. Análise de segurança da informação conforme Lei Geral de
Proteção de Dados (LGPD) e diretrizes de proteção de dados em saúde, incluindo criptografia de
dados em repouso e em trânsito, controle de acesso baseado em papéis, auditoria de operações e
conformidade regulatória, deve ser conduzida em paralelo. No médio prazo (12 a 24 meses),
estudo clínico observacional em 3 a 5 unidades de Atenção Primária à Saúde, acompanhando uso
real da ferramenta por profissionais em cenários autênticos, coletará dados sobre tempo de
consulta, qualidade de registros clínicos, padrões de decisão de encaminhamento e satisfação do
usuário. Integração com sistemas de prontuário eletrônico existentes, testando interoperabilidade
via padrões internacionais como HL7 FHIR, ampliará a aplicabilidade da solução. Revisão das
regras clínicas por painel multidisciplinar de especialistas em urologia, medicina de família e
atenção primária permitirá validar critérios de orientação e atualizar recomendações conforme
novas evidências científicas. No longo prazo (24 meses ou mais), ensaio clínico randomizado
comparando desfechos clínicos (acurácia diagnóstica, taxa de encaminhamentos apropriados,
tempo de resolução, qualidade de vida de pacientes) entre unidades que utilizam o UroHPB e
controles fornecerá evidência robusta de impacto clínico. Análise de custo-efetividade,
quantificando economia de tempo profissional, redução de encaminhamentos desnecessários,
impacto na qualidade de vida de pacientes e retorno sobre investimento, fundamentará decisões
de implantação em larga escala. Expansão para outras condições urológicas frequentes na
Atenção Primária à Saúde, como infecção urinária recorrente, incontinência urinária e hematúria,
generalizará a arquitetura offline-first para um ecossistema integrado de ferramentas clínicas
digitais.
Subjacente a este trabalho reside uma convicção fundamental: a transformação digital em
saúde pública não é um fim em si, mas um meio para ampliar a capacidade de profissionais e
sistemas de cuidado de responder adequadamente às necessidades de saúde das populações.
Ferramentas computacionais bem concebidas, quando fundamentadas em compreensão profunda
do domínio clínico e da realidade operacional dos serviços, podem reduzir sobrecarga cognitiva
de profissionais, padronizar processos de avaliação, melhorar qualidade e consistência da
documentação clínica e apoiar decisões fundamentadas, desde que preservem a centralidade

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UroHPB: desenvolvimento de uma aplicação web progressiva offline-first para apoio à avaliação inicial da
Hiperplasia Prostática Benigna na Atenção Primária à Saúde

inviolável do julgamento profissional e se adaptem à realidade de infraestrutura, conectividade e


recursos dos contextos onde serão utilizadas. O UroHPB, em sua forma atual, representa um
passo significativo nessa direção, mas sua verdadeira contribuição para a prática clínica e para a
saúde pública só será validada quando submetido ao escrutínio rigoroso de profissionais da
Atenção Primária à Saúde, pacientes e pesquisadores clínicos em cenários de uso autêntico, em
diálogo permanente com as comunidades que a ferramenta se propõe a servir.

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