TCC Final
TCC Final
GUARARAPES – UNIFG - PE
Agradecemos primeiramente a Deus, pela vida, por nos guiar e proporcionar paciência
e força para chegar até aqui e lutar pelos nossos sonhos.
O nosso sincero reconhecimento ao professor Lucas Tavares de Oliveira, por sua
orientação ímpar, pela dedicação inquestionável e pela paciência em guiar o nosso grupo
através das etapas metodológicas e conceituais desta pesquisa. Seus insights e críticas
construtivas foram a bússola que nos conduziu ao resultado final.
Agradecemos também ao Centro Universitário dos Guararapes e ao corpo docente do
curso de Engenharia Elétrica, por proporcionarem o ambiente acadêmico, a infraestrutura e o
conhecimento teórico que serviram como base sólida para o desenvolvimento deste estudo.
Por fim , e não menos importante, dedicamos nossa gratidão aos nossos familiares e
amigos, que foram o pilar de apoio emocional, compreensão e incentivo incondicional ao
longo desta desafiadora jornada acadêmica. Sem o suporte deles, esta caminhada teria sido
muito mais árdua.
A todos que fizeram parte desta trajetória, o nosso muito obrigado.
SUMÁRIO
LISTA DE FIGURAS........................................................................................................... I
LISTA DE TABELAS ........................................................................................................ II
RESUMO ........................................................................................................................... III
ABSTRACT ....................................................................................................................... IV
1. INTRODUÇÃO ............................................................................................................... 5
2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ........................................................................................ 7
2.1 Energia Solar Fotovoltaica ............................................................................................ 7
2.2 Energia Solar Térmica .................................................................................................. 9
2.3 Painéis Fotovoltaicos ................................................................................................... 10
2.4 Características Físicas e mecânicas dos painéis fotovoltaicos .................................... 10
2.5 Impactos Econômicos .................................................................................................. 13
3. METODOLOGIA ......................................................................................................... 14
4. RESULTADOS E DISCUSSÃO ................................................................................... 15
4.1 O Princípio físico e e a Maturidade da Conversão Fotovoltaica .............................. 15
4.2 A Arquitetura da distribuição e a Classificação dos Sistemas Operacionais..............16
4.3 Análise de viabilidade: Impactos Econômicos e Benefícios Socioambientais ............ 17
5. CONCLUSÃO ............................................................................................................... 19
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .......................................................................... 20
LISTA DE FIGURAS
I
LISTA DE TABELAS
II
RESUMO
A sustentabilidade é um assunto que esteve sempre em ascensão nas últimas décadas tanto
no Brasil como no mundo, e é um requisito primordial para a busca de novas fontes de
energia renováveis, que ofereçam maiores rendimentos e melhores custos-benefícios para a
sociedade. No Brasil, em decorrência do atual panorama energético do país, onde a
necessidade de utilizar fontes termelétricas aumentou ainda mais o preço da conta de energia,
é primordial pensar em novos recursos renováveis, que promovam a rentabilidade e a redução
das contas sem agredir o meio ambiente. Como alternativa de energia renovável surge então
os sistemas fotovoltaicos, que promovem a geração de energia elétrica a partir da captação da
luz solar por seus painéis fotovoltaicos confeccionados por materiais semicondutores, tais
como o silício. A utilização da energia solar como fonte de geração de energia elétrica é um
método extremamente sustentável e que inibe a emissão de gases e outros poluentes
atmosféricos durante o processo de geração. Mesmo sendo um sistema de alto investimento
inicial, os benefícios com sua utilização são inúmeros. Por meio de uma revisão bibliográfica,
o presente trabalho visa apresentar o princípio de funcionamento básico desses painéis
solares, inclusive o efeito fotovoltaico pelo qual é gerada a energia elétrica, os materiais mais
utilizados para confeccionar as células fotovoltaicas, tais como o silício monocristalino e
policristalino, os componentes básicos que compõem o sistema, suas características, fatores
que interferem em seu funcionamento e também as vantagens e desvantagens de utilização
dos painéis fotovoltaicos.
III
ABSTRACT
Sustainability is a subject that has been on the rise in the last decades both in Brazil and in the
world, and is a primordial requirement for the search for new renewable energy sources that
offer higher yields and better costs to society. In Brazil, as a result of the country's current
energy scenario, where the need to use thermoelectric sources has further increased the price
of energy bills, it is vital to think of new renewable resources that promote profitability and
reduce bills without harming the environment environment. As an alternative to renewable
energy, there are photovoltaic systems, which promote the generation of electric energy from
the capture of sunlight by its photovoltaic panels made of semiconductor materials, such as
silicon. The use of solar energy as a source of electric power generation is an extremely
sustainable method that inhibits the emission of gases and other atmospheric pollutants during
the generation process. Even though it is a high initial investment system, the benefits of
using it are numerous. Through a bibliographic review, the present work aims to present the
basic principle of the operation of these solar panels, including the photovoltaic effect by
which electric energy is generated, the materials most used to make the photovoltaic cells,
such as monocrystalline and polycrystalline silicon , the basic components that make up the
system, its characteristics, factors that interfere in my operation and also the advantages and
disadvantages of using the photovoltaic panels.
Keywords: Solar energy, Photovoltaic panel, Solar plate, Photovoltaic effect, Electricity.
IV
1. INTRODUÇÃO
Altas tarifas energéticas são sem dúvida um problema difícil de evitar. Seja pelo fato de
que o país começa a enfrentar cenários menos favoráveis com relação a geração de energia
elétrica (maior custo de produção), ou porque os impostos municipais, estaduais e federais
apresentaram determinado aumento. Assim, no fim das contas o consumidor final acaba por
ter que “repor” todo esse custo a mais pela produção de energia elétrica através do aumento de
sua conta de luz (GAVIOLI, 2021).
Como meio de sanar este problema, e reduzir significativamente as tarifas de energia
elétrica consumida, estão em constante ascensão no mercado energético as denominadas
placas solares fotovoltaicas, as quais permitem que a energia solar seja convertida em energia
elétrica através do efeito fotovoltaico. Este efeito é baseado na ação do sol no material
semicondutor da placa, juntamente com a ação dos inversores de energia, possibilitando assim
a transformação de energia elétrica em corrente contínua para corrente alternada, ideal para
utilização dos equipamentos elétricos (NASCIMENTO, 2004).
Dessa forma, com a utilização dos painéis, a geração de energia elétrica será inteiramente
proveniente de ação do sol nas placas, e as tarifas de energia fornecida pela concessionária de
luz não mais serão necessárias como antes. Porém, para que seja possível aderir a esta nova
tecnologia e usufruir de seus benefícios milagrosos na conta de luz, é preciso que o
consumidor realize um certo investimento inicial na compra do sistema fotovoltaico, valor
este ainda considerado alto e que precisa ser reavaliado e barateado.
O tema do presente trabalho foi escolhido em função da necessidade de fornecer
informações sobre a viabilidade de implementação das placas solares fotovoltaicas, com o
objetivo de promover benefícios energéticos tanto para o planeta (haja vista que a energia
solar é uma fonte de energia renovável e natural) quanto para o consumidor final, através da
contribuição significativa das placas na redução da taxa de energia elétrica que é consumida
no local.
Este trabalho consiste em avaliar o princípio de funcionamento básico dos painéis
fotovoltaicos no que se refere à conversão de energia solar em energia elétrica. Como objetivo
geral, será visto sobre o princípio de funcionamento básico das placas solares fotovoltaicas,
através da avaliação de seus materiais e componentes constituintes, fatores interferentes na
tecnologia e características de aplicação. Já os objetivos específicos tratam de avaliar o
princípio de funcionamento dos painéis fotovoltaicos que ocorre a partir do efeito
fotovoltaico; discorrer sobre as características, vantagens e desvantagens de utilização dos
painéis fotovoltaicos nos ambientes em geral e comentar sobre os custos de implantação dos
5
painéis fotovoltaicos.
ANO OCORRÊNCIA
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2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
2.1 Energia Solar Fotovoltaica
A Energia Solar Fotovoltaica (ESF) é alcançada através da conversão direta da luz do
sol em eletricidade, denominada Efeito Fotovoltaico. Descrito pelo físico francês Edmond
Becquerel, em 1839, esse efeito é caracterizado pela presença de diferença de potencial nos
extremos de uma estrutura de material semicondutor, gerada pela absorção da luz solar, ou seja,
durante a interação dos raios solares com o material, há a liberação e transferência de elétrons
que produz a diferença de potencial. A ESF é utilizada para geração de energia elétrica
principalmente em residências com o intuito de substituir a energia fornecida pela
concessionária ou cooperativa energética (SILVA, CARMO, 2017).
A forma de fornecimento e geração de ESF é dividida entre Energia Fotovoltaica
Distribuída e Energia Fotovoltaica Centralizada. Segundo Bortoloto et al., (2017) há dois tipos
de operações associados à geração distribuída: off-grid e on-grid (Figura 1). Já a operação
centralizada é caracterizada por uma usina ou parque solar de grande porte que fornece energia
fotovoltaica para a rede elétrica (PEREIRA, 2019).
Os sistemas de operação off-grid são isolados e independentes da rede concessionária
ou cooperativas, que usam baterias conectadas com o intuito de armazenar a energia captada.
O sistema é composto por módulos de geração de energia (inversores e controladores de carga)
e por módulos de armazenagem de energia (baterias). O controlador de carga é responsável por
evitar o acúmulo excessivo de carga energética nas baterias, as baterias armazenam a energia
remanescente e o inversor converte a corrente contínua (CC) em corrente alternada (CA)
(ALVES, 2019).
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Diferentemente do sistema off-grid, os sistemas on-grid são conectados à rede elétrica.
Nesses tipos, o inversor converte as correntes CC em CA e sincroniza toda a geração com a
rede pública. Sempre que houver um excedente de energia, este é enviada à rede convencional
de distribuição pública, e o relógio medidor gira no sentido contrário gerando créditos para o
consumidor (PEREIRA, 2019).
No Brasil, esses créditos gerados são em forma de desconto no valor da tarifa mensal
de energia elétrica da residência, comércio ou indústria, sendo o pagamento somente das taxas
obrigatórias da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) e da demanda contratada.
Segundo o Portal Solar (2021), o consumidor com sistemas on-grid consegue economizar até
95% nas contas de energias, além de ser vantajoso para aqueles que desejam um projeto
próximo da rede de distribuição. Em contrapartida, aos consumidores com residências ou
indústrias localizadas em locais distantes da rede de transmissão, os sistemas off-grid tornam-
se vantajosos.
Segundo INPE (2017), na geração centralizada, as usinas de grande porte são instaladas
no solo em uma estrutura metálica inclinada e fixa, ou movem-se ao longo da trajetória aparente
do sol no eixo. A geração centralizada solar fotovoltaica é e deverá continuar sendo um dos
principais pilares para o crescimento da fonte no país, apesar de não ser muito utilizada, ainda.
A maioria dos sistemas centralizados são montados no solo (Figura 2), mas podem ser
estabelecidos em lagos, represas, ou mar, e são chamados de usinas solares flutuantes.
(PEREIRA, 2019). Atualmente tem-se montado usinas híbridas, ou seja, a utilização de outras
usinas próximas, seja ela, eólica, hídrica ou outra fonte renovável (STRANGUETO, 2016).
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corrente contínua (CC) e o consumo e transmissão pela rede elétrica, em casa ou na indústria,
se dá em corrente alternada (CA).
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2.3 Painéis fotovoltaicos
Os Os painéis solares fotovoltaicos, ou módulos fotovoltaicos, são componentes
básicos do sistema de energia fotovoltaica. Tais painéis são constituídos de conjuntos de
células fotovoltaicas associadas no circuito, em série ou paralelas umas às outras, de acordo
com a intensidade das tensões de projeto. O conjunto de painéis é denominado gerador
fotovoltaico, o qual constitui a parte inicial do sistema, pois é o responsável para captação da
luz e sua conversão em eletricidade (PEREIRA; OLIVEIRA, 2011). Conforme Pinho e
Galdino (2014) a fabricação dos painéis fotovoltaicos tem passado por inúmeras
interferências governamentais positivas, haja que sua instalação promove a utilização de uma
energia limpa e renovável, que é a energia solar. Devido a este incentivo fiscal e ambiental
oriundo das autoridades governamentais, houve um significativo aumento na produção desses
módulos e redução nos custos de instalação e manutenção desses sistemas.
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De acordo com Cosol (2016) os tamanhoes e os pesos dos painéis são variáveis, porém, em
média, os painéis solares possuem áreas de até 1 m² (metro quadrado) e pesa até 10 kg
(quilogramas). Um painel com essas medidas contém aproximadamente 36 células
fotovoltaicas, as quais conseguem trabalhar com uma potência de até 140 W (Watts) sob uma
tensão máxima de 17 V (Volts).
A espessura dos painéis é por volta de 3 a 4 cm (centímetros) e seu peso unitário varia
entre 6 e 7 kg (quilogramas). Tomando como exemplo um painel fotovoltaico de 80 W
(Watts), é possível dizer que a sua potência máxima é 80 W (Watts), a sua tensão em máxima
potência é de 17,9 V (Volts), corrente máxima é de 4,47 A (Ampères) e suas dimensões é de
94 x 67 x 3,5 cm (centímetros).
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Figura 4: Exemplo de curva característica de painel fotovoltaico.
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2.5 Impactos Econômicos
Ao falar de energia é necessário salientar a diferença entre as nomenclaturas. O
consumo, ou a energia, é determinado pela potência utilizada multiplicada pelo tempo (KWh);
já a demanda máxima é toda a potência requerida num determinado instante (KW); e Fator de
potência é um índice que indica qual é a relação entre a potência ativa e aparente consumidas
(SILVA, 2018).
Sistemas fotovoltaicos apresentam impactos socioambientais de baixa escala, possuem
flexibilidade locacional e permite a aceleração da eletrificação em locais distantes com difícil
acesso. Se há alguns anos era difícil e de alto custo adquirir um painel solar, com o passar do
tempo os preços, tanto dos equipamentos quanto da instalação, tornaram-se acessíveis, com
possibilidade de economia de 50 a 95% na conta de luz, e o investimento gasto na instalação
das placas é pago pela economia gerada com a redução na conta (PORTAL SOLAR, 2017).
Ao se calcular a composição de custo de energia elétrica, seja em uma residência ou
indústria, é necessário saber quais os itens pertencentes. O custo médio da energia elétrica pode
ser dividido em cinco componentes: geração, transmissão e distribuição (GTD); perdas técnicas
e não técnicas; encargos setoriais; bandeiras tarifárias; e tributos estaduais e federais. Em um
estudo realizado desde 2011 pela Firjan (2017) para dimensionar quanto custa a energia elétrica
para uma indústria de pequeno a médio porte, o valor atingido foi de R$ 504,00 por megawatt-
hora (MWh), sem contar os impostos.
Em relação à energia solar, os custos mais onerosos decorrem da implantação dos
sistemas, que dependem, sobretudo, da quantidade de placas solares necessárias para atender a
demanda energética (DANTAS E POMPERMAYER, 2018). O IPEA estudou em 2018 a
viabilidade econômica de sistemas fotovoltaicos (on-grid) no Brasil e simulou o preço final de
três sistemas contendo seis, dez e dezoito placas que incluindo a instalação, suporte, placas,
inversores e proteção foram de R$11.548,00, R$16.967,00 e R$27.458,00 respectivamente.
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3. METODOLOGIA
Entre os meses de Julho e Novembro de 2025 foi realizado um levantamento acerca
da implantação de energia solar. Os dados utilizados no estudo foram consultados em sites e
órgãos reguladores em âmbito estadual e nacional, a saber, Associação Brasileira de Energia
Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), Associação Brasileira de Energia Solar Térmica
(ABRASOL), Operador Nacional de Sistema Elétrico (ONS), Agência Nacional de Energia
Elétrica (ANEEL), Portal da Indústria.
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4. RESULTADOS E DISCUSSÃO
O presente estudo, conduzido por meio de um rigoroso levantamento bibliográfico e
documental entre julho e novembro de 2025, estabeleceu-se com o objetivo primordial de
avaliar a viabilidade da implementação de placas solares fotovoltaicas como solução para as
crescentes tarifas energéticas. A análise minuciosa de fontes acadêmicas e de órgãos
reguladores (ABSOLAR, ANEEL, ONS), conforme a metodologia empregada, não apenas
confirmou a eficácia técnica da tecnologia, mas também consolidou sua importância
econômica e ambiental no contexto energético brasileiro. A discussão dos resultados está
estruturada em três eixos centrais: o princípio fundamental de geração, a arquitetura e os
sistemas operacionais, e os impactos econômicos e ambientais da implementação.
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(Strangueto, 2016), indica um resultado de adaptação e otimização da produção energética.
O Brasil, com sua elevada taxa de irradiação solar em quase todo o território,
apresenta um resultado estratégico: a tecnologia fotovoltaica é perfeitamente adequada
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para o clima nacional. A capacidade de gerar energia no ponto de consumo reduz as
perdas técnicas e não técnicas que ocorrem durante a transmissão e distribuição da
eletricidade por longas distâncias, conforme destacado na análise de Dantas e
Pompermayer (2018).
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5. CONCLUSÃO
A produção de energia elétrica através da captação de energia solar só é possível se
forem utilizados painéis solares fotovoltaicos cujo rendimento ainda é considerado baixo,
porém por se tratar de uma fonte de energia limpa, sua aplicabilidade vale a pena. Durante a
pesquisa foi verificado que os painéis fotovoltaicos funcionam através do efeito fotovoltaico,
que ocorre pela locomoção de elétrons de um átomo para outro, de forma a gerar uma
corrente elétrica contínua e que quando passa por um inversor solar, torna-se uma corrente
elétrica alternada, necessária para o funcionamento dos aparelhos elétricos.
Foi possível avaliar os principais materiais que constituem as células fotovoltaicas tais
como silício monocristalino e policristalino, os filmes finos de silício amorfo, cobre, índio,
gálio, telureto de cádmio e células orgânicas fotovoltaicas. Observou-se que os painéis
confeccionados de silício monocristalino possui um maior rendimento energético (22%)
comparado aos painéis feitos dos demais materiais.
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6. REFERÊNCIAS
ABSOLAR. Panorama solar fotovoltaica no Brasil e no mundo. Infográfico. Vol 29. 2021.
Disponível em: [Link] Acesso em 10 jul de 2025.
ALVES, M. de O. L. Energia solar: estudo da geração de energia elétrica através dos sistemas
fotovoltaicos on-grid e off-grid. 2019. 76 f. TCC (Graduação) – Bacharel em Engenharia
Elétrica, Universidade Federal de Ouro Preto, João Molevade, MG, 2019. Disponível em:
[Link]
df. Acesso em 10 de jul de 2025.
ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica. Atlas de Energia Elétrica. Brasília: ANEEL,
2ª Ed., pág 29, 2016. Disponível em:
[Link]
06b7ec52-e2de-48e7-f8be-1a39c785fc8b. Acesso em 23 set 2025.
CRESESB. Centro de referência para as energias solar e eólica Sérgio de S. Brito. Histórico
da Energia Solar. 2016. Disponível em:
[Link] Acesso
em: 12 mar. 2025.
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Disponível em: [Link]
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IEA (International Energy Agency). Energy Eficients 2020. 2020. Disponível em:
[Link] Acesso em 13 nov 2025.
INPE. Atlas Brasileiro de Energia Solar. 2ª ed. São José dos Campos, 2017. Disponível em:
[Link] Acesso
em 13 nov 2025.
PORTAL SOLAR. Energia solar gera economia de 50% e 95% na conta de luz. 2017.
Disponível em: [Link]
[Link]. Acesso em 05 ago 2025.
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