Slides Cic063
Slides Cic063
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
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Prof.a Renata Turola Takamatsu
O objetivo geral da análise
“Formar uma ideia sobre o desempenho da empresa
durante um certo período e extrair informações que
ajudem , complementarmente, a outras, a efetuar
projeções sobre o futuro dessa entidade”.
(Martins, 2005)
Objetivos específicos
• Credor de curto prazo
• Investidor minoritário especulador em ações
• Financiador de longo prazo
• Investidor em ações de longo prazo
• Profissional a procura de emprego com segurança
• Sindicato atrás da capacidade da empresa em suportar
aumentos de salários e benefícios para seus empregados
• Fornecedor
• Cliente
• Analista interessado na segurança dos elos da cadeia de
valor
• Cidadão que deseja apenas avaliar o desempenho de uma
empresa sem qualquer intenção de decisão a tomar.
(Martins, 2005)
Instrumentos de análise
• Para cada tipo de interesse prevalece um conjunto de
instrumentos de análise que acaba se mostrando
superior a outros.
• • Portanto, não há modelos completos que consigam,
com a mesma eficácia, resolver os interesses de todos
os usuários em busca de informações.
(Martins, 2005)
Análise - Empresa
Qual é o ramo de atividade?
• Como está a situação financeira?
• Como está a situação econômica?
• Que informações são importantes, para você, se
fosse investidor dessa empresa?
Estrutura BP
Como a empresa se financia
Demonstração do Resultado
do Exercício
Além do Balanço, outra fonte importante de informações
é a DRE, usado para mostrar as receitas e as despesas
incorridas durante o exercício social.
Capital x Lucro
ANÁLISE HORIZONTAL
• Evolução histórica
Análise por meio de Indicadores
• Índices: relações calculadas com os números obtidos
das demonstrações contábeis
• Objetivo: evidenciar determinado aspecto da situação
econômica ou financeira de uma empresa
Análise por meio de Indicadores
• Devem ser contextualizados no tempo (análise da
evolução temporal) ou no setor de atividade (análise
comparativa por segmento) .
• Problema do Significado Intrínseco: Subjetividade
Como comparar?
Mesmo período, empresas diferentes
Para mesma empresa, períodos diferentes ao longo do
tempo
Comparação com padrões
Diagrama Patrimonial
Índices
• Usualmente os índices são classificados nos seguintes
grupos:
Índices de Liquidez x Solvência
• Solvência = Do ponto de vista econômico, uma empresa
é solvente quando está em condições de fazer frente a
suas obrigações correntes e ainda apresenta uma situação
patrimonial e uma expectativa de lucros que garantam a
sobrevivência desta no futuro.
• Liquidez = Em análise de crédito, liquidez se refere à
probabilidade de um cliente honrar o seu compromisso
com o credor (comércio, indústria, banco e etc...) de
acordo com o contrato firmado e na data correta. Ou seja,
é a capacidade de pagamento de um cliente.
Índices - Liquidez
Interpretação: quanto maior, melhor Indica:
Proporção entre os bens
e direitos de curto e
longo prazos e as
obrigações totais com
terceiros
Semelhante à liquidez
corrente, porém do ativo
circulante, são excluídos
os estoques e as
despesas pagas
antecipadamente
Semelhante à liquidez
corrente, porém só
consideram-se as
disponibilidades
Representa o rendimento
do capital próprio. Quanto a
empresa lucrou em relação
ao investimento dos sócios
CMV = EI + Compras – EF
Compras = CMV – EI + EF
Índices de Prazos Médios
• Os Índices de Prazos Médios evidenciam a eficiência
operacional da gestão, a partir da verificação da
velocidade com que determinados itens do Balanço,
principalmente do Ativo Circulante, se renovam durante o
exercício.
Índices - Giro
O número de vezes que a
conta estoque gira no ano
CMV = EI + Compras – EF
Compras = CMV – EI + EF
Esquema Básico das Operações
Ciclo Operacional e Financeiro
Ciclo Operacional e Financeiro
Atenção!
Fim!
Obrigada
ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES
CONTÁBEIS
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Prof.a Renata Turola Takamatsu
Principais Variações Temporais: Os
Investimentos
Balanço Patrimonial
31.12.16 31.12.17 31.12.18
Caixa 3.000 4.000 2.000
Aplicações Financeiras 25.000 12.868 26.325
Duplicatas a Receber (líquido) 100.000 130.000 143.000
Estoques 90.000 75.000 65.000
Investimentos 43.000 65.000 98.000
Imobilizado 100.000 110.000 110.000
Depreciação Acumulada (20.000) (30.500) (41.500)
Ativo 341.000 366.368 402.825
Compras= CV –EI + EF
Compras 2017 = 258.100-90.000+75.000 = 243.100
Compras 2018 = 310.400-75.000+65.000 = 300.000
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1
Análise Horizontal e Vertical
• Análise Horizontal: “Critério Básico que norteia a
análise de balanços é a comparação”.
• Importante ressaltar que os valores para análise
horizontal devem estar convertidos em uma mesma
moeda, de forma a apurar resultados reais.
• Análise Vertical: “é importante avaliar a estrutura de
composição de itens e sua evolução no tempo”.
2
Limitações Análise Horizontal e Vertical
• Demonstrações
Financeiras não
evidenciam os efeitos
inflacionários.
(MARTINS, 2012)
5
Limitações – Indicadores de Liquidez
• Classificação de Duplicatas a Receber como redutora
do Ativo (Lei das Sociedades por Ações menciona mas
é vedado pelo CPC)
Duplicatas a Receber – 100.000
Proibido na atual
Duplicatas Descontadas – (70.000) legislação
Ativo Circulante – 90.000
Passivo Circulante – 60.000
Liquidez Corrente = 90.000/60.000=1,5
• Classificação de Duplicatas a Receber no Passivo
Duplicatas a Receber – 100.000
Duplicatas Descontadas – (70.000)
Ativo Circulante – 90.000 +70.000
Passivo Circulante – 60.000 +70.000
6
Liquidez Corrente = 160.000/130.000=1,23
Limitações – Indicadores de Liquidez
• Gerenciamento do Circulante: Pagamento de
Passivos Circulantes na véspera do fechamento do
balanço e realização de novas dívidas no início do
período seguinte.
7
Índices de Liquidez
Importância da Evolução Histórica! 2
1,7
1,5
1,3 1,6
1,2
0,9
1,5
8
Limitação do Índice de Liquidez Corrente
10
Indicadores de Prazos Médios
Quantos dias, em média, a
empresa levou para vender
os seus estoques
CMV = EI + Compras – EF
Compras = CMV – EI + EF
Críticas Prazo Médio de rotação de estoques
Exemplo: Estoque Médio: $1.000.000; CMV – $6.000.000
PMRE (prazo médio de renovação de estoques) =
360xEstoques/Custos das Vendas
360*1.000/6.000 = 60
360*1.000/6.000 = 60
14
Prazo médio de pagamento a fornecedores
Exemplo: CMV: $5.000.000; EI = 1.000.000; EF =
2.000.000; Fornecedores = $1.000.000
PMPC = 360xFornecedores/Compras
Compras = CMV-EI+EF = 5.000- 1.000+2.000
360*1.000/6.000 = 60
15
Críticas Prazo médio de pagamento a
fornecedores
Como todos os elementos estão líquidos de impostos o
valor apurado das compras também estará líquido dos
impostos. Mas a conta fornecedores estará computada
pelo seu valor bruto, inclusos todos os impostos.
Alternativas: somam-se os impostos incidentes às
compras ou retiram-se os impostos na conta
fornecedores.
16
Notem que essas críticas não são
para destruir os índices existentes,
mas para chamar atenção para as
hipóteses e simplificações
subjacentes a eles! O importante é
conhecer as críticas e saber usá-las
dentro do limite de validade que não
venha comprometer a análise!
17
Prazo médio de pagamento a
fornecedores – EMPRESA INDUSTRIAL
• O uso do Custo dos Produtos Vendidos para calcular
compras é incorreto! No CPV há mão de obra e encargos
sociais cuja contrapartida não é a conta fornecedores.
• A partir de 2010 passou a haver a abertura da conta CPV.
• No CPV não há, no Brasil, impostos recuperáveis, mas
em Fornecedores todos os impostos dessa natureza
estão incluídos.
18
Saldos Médios
• Ideal se trabalhar com balancetes mensais.
• Caso não se tenha essa informação, para companhias
abertas, trabalha-se com saldos trimestrais.
• De qualquer forma trabalhar com a média entre saldos
inicial e final é ainda muito melhor do que só com base no
saldo final.
19
Índices – Estrutura Patrimonial
Interpretação: quanto menor, melhor Indica:
Quanto a empresa obteve de capital de
terceiros em relação ao capital próprio
21
Limitações – Índice de Estrutura
Patrimonial
• Como não existe a figura da correção monetária integral,
não somente o Imobilizado está defasado, como o PL
também estará. Enquanto isso, o Passivo Não circulante
está praticamente todo em moeda da data do balanço.
• Além disso, as depreciações brasileiras, em sua maioria,
foram sempre feitas segunda normas fiscais. Com as
normas fiscais essa situação deve mudar, mas ainda
levará tempo para normalizar.
22
Índices - Rentabilidade
Quanto a empresa vendeu
em relação ao seu
investimento total
Representa o rendimento
do capital próprio. Quanto a
empresa lucrou em relação
ao investimento dos sócios
24
Rentabilidade do Ativo
• Podemos analisar a anatomia do Ativo, e dividir esse
indicador em três outros (obtendo assim uma informação
mais completa:
• Dividir a equivalência patrimonial pelos investimentos e
avaliar a taxa de retorno dos investimentos em outras
empresas;
• Dividir as receitas financeiras líquidas de seus
tributos pelos ativos financeiros e obter a taxa
de retorno dos investimentos financeiros.
• Dividir o Lucro Operacional Líquido dos tributos pelos
ativos operacionais e avaliar a taxa de retorno da
atividade operacional propriamente dita.
25
Rentabilidade do Patrimônio Líquido
• Qual denominador do ROE: PL final e médio já contém o
próprio resultado do período. Ideal: PL inicial!
• Na prática costuma-se trabalhar com o PL médio quando
há alterações no PL por conta de transações de capital
com os sócios.
• Com a nova norma internacional,
somente o dividendo mínimo
obrigatório fica contabilizado no
passivo, ficando o dividendo
adicional proposto dentro do próprio
PL.
O analista deve decidir com tratar e, se for
o caso, reclassificar como achar melhor. 26
Rentabilidade do Patrimônio Líquido
“Rentabilidade sobre o PL indica o retorno sobre capital
que foi aplicado pelos sócios que investiram na empresa,
não representando, comumente, o retorno sobre o valor da
empresa no final do período em análise. É a taxa de
retorno sobreo capital aplicado na empresa, e não o
retorno do valor aplicado pelos sócios que entraram para a
empresa posteriormente. Se forem os mesmos sócios
iniciais, o retorno obtido não foi calculado sobre o que eles
consideram como valor do seu investimento no final do
período.”
(MARTINS, 2012)
27
Bibliografia
Capítulo 9 – Análise Crítica dos Instrumentos
Clássicos de Análise das Demonstrações
Financeiras. In: MARTINS, E.; DINIZ, J. A.;
MIRANDA, G. J. Análise Avançada das
Demonstrações Contábeis. 1 ed. São Paulo:
Atlas, 2012.
28
Fim!
Obrigada
29
ANÁLISE DA DEMONSTRAÇÃO
DE FLUXOS DE CAIXA (DFC)
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Prof.a Renata Turola Takamatsu
1
2
Pelo modelo indireto fica ainda mais claro que o fluxo de caixa foi
deficitário porque a empresa investiu no CCL:
Houve, de fato, um lucro financeiro de $34.000;
FCO
CDJC
Dividendos e JSCP Totais
35
Fim!
Obrigada
36
ANÁLISES DA DMPL E DA DVA
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Prof.a Renata Turola Takamatsu
1
Introdução
A DVA não era obrigatória no Brasil, até a promulgação
da Lei n. 11.638/2007.
Antes de se tornar obrigatória, a DVA era incentivada e
sua divulgação apoiada pela CVM n. 24/92. A CVM
sugeria um modelo elaborado pela FIPECAPI.
O CFC (NBC T 3.7) também estabeleceu um modelo
muito semelhante ao proposto pela FIPECAFI.
Para orientar a elaboração e divulgação da DVA, o CPC
emitiu o Pronunciamento Técnico CPC 09, o qual foi
aprovado pela CVM n. 557/2008 para as companhias
abertas e pela resolução CFC n. 1.138/08.
2
DVA
Riqueza criada não significa Faturamento.
Compra
Valor Adicionado
Enfoque Macroeconômico: Representa o montante de
riqueza gerada pela economia de determinado País em
determinado período. É mensurado por meio de
Agregados Econômicos (PIB, PNB dentre outros).
Enfoque Microeconômico: Representa o montante de
riqueza que uma companhia pode agregar aos insumos
de sua produção em determinado período. 3
DVA
DVA é uma contribuição dos contadores para o cálculo do
PIB.
O PIB é calculado pelos economistas a partir da
produção, e pelos contadores a partir das vendas.
A DVA vai mostrar a riqueza criada pela empresa e
como ela é distribuída entre os agentes econômicos
que contribuíram para a sua criação.
4
Importância das informações disponibilizadas
pela DVA
Analisar a capacidade de geração de valor e a forma de
distribuição de riquezas de cada empresa;
Permitir a análise do desempenho econômico da
empresa;
Auxiliar o cálculo do PIB e de indicadores sociais;
Fornecer informações sobre os benefícios obtidos para
cada um dos fatores de produção (trabalhadores e
financiadores – acionistas ou credores) e governo.
Auxiliar a empresa a informar sua contribuição na
formação da riqueza da região, Estado, país, etc. em que
se encontra instalada.
5
CPC 09 – informa que a DVA deverá:
Ser elaborada com base no princípio da competência;
Ser apresentada de forma comparativa (período atual e
anterior);
Ser elaborada com base nas demonstrações
consolidadas;
Incluir a participação dos acionistas minoritários no
componente relativo a distribuição do valor adicionado,
no caso da divulgação DVA consolidada;
Ser consistente com a DRE e conciliada em registros
auxiliares mantidos pela entidade, e
Ser objeto de revisão ou auditoria se a entidade possuir
auditores externos independentes que revisem ou
auditem suas Demonstrações Contábeis.
6
EXEMPLO DE DVA
CAMPONÊS/AGRICULTOR
Demonstração de Resultados
Vendas 20.000
Salários (12.000)
Juros (5.000)
Lucro 3.000
VAGerado 20.000
Distribuição do VA
Pessoal 12.000 60%
Rem. Capital Terceiros 5.000 25%
Rem. Capital Próprio 3.000 15%
TOTAL 20.000 100%
INDUSTRIAL
DRE
Vendas 45.000
Custos dos materiais (20.000) EXEMPLO DE
Custo da mão de obra (10.000)
Lucro Bruto 15.000 DVA
Juros (4.000)
Impostos (6.000)
Lucro 5.000
DVA
Geração
Vendas 45.000
Materiais (20.000)
VA Gerado 25.000
Distribuição do VA
Pessoal 10.000 40%
Governo 6.000 24%
Rem. Capital Terceiros 4.000 16%
Rem. Capital Próprio 5.000 20%
TOTAL 25.000 100%
COMERCIANTE
DRE
Vendas 70.000 EXEMPLO DE
Custo dos Materiais (45.000)
Lucro Bruto
Salários
25.000
(8.000)
DVA
Juros (7.000)
Impostos (4.000)
Lucro 6.000
DVA
Geração
Vendas 70.000
Materiais (45.000)
VA Gerado 25.000
Distribuição do VA
Pessoal 8.000 32%
Governo 4.000 16%
Rem. Capital Terceiros 7.000 28%
Rem. Capital Próprio 6.000 24%
TOTAL 25.000 100%
DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO
1 – RECEITAS
1.1) Vendas de mercadoria, produtos e serviços
1.2) Provisão p/devedores duvidosos – Reversão/(Constituição)
1.3) Não operacionais
2 – INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS (inclui ICMS e IPI)
2.1) Matérias-Primas consumidas
MODELO
2.2) Custos das mercadorias e serviços vendidos
DA DVA
2.3) Materiais, energia, serviços de terceiros e outros
2.4) Perda/Recuperação de valores ativos FIPECAFI
3 – VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2)
4 – RETENÇÕES
4.1) Depreciação, amortização e exaustão
5 – VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (3-4)
6 – VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA
6.1) Resultado de equivalência patrimonial
6.2) Receitas financeiras
7 – VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (5+6)
8 – DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO
8.1) Pessoal e encargos
8.2) Impostos, taxas e contribuições
8.3) Juros e aluguéis
8.4) Juros s/ capital próprio e dividendos
8.5) Lucros retidos / prejuízo do exercício
10
11
26
Demonstração de Mutação do Patrimônio
Líquido
Esta demonstração apresenta a variação das contas do
patrimônio líquido de um ano para outro.
27
Demonstração de Mutação do Patrimônio
Líquido
Algumas informações relevantes podem ser vistas
nessa demonstração, como por exemplo: Montante de
dividendos distribuídos no ano; Forma de aumento do
capital social
• Reservas de Capital
• Ágio na colocação de ações;
• Alienação de partes beneficiárias e Bônus de subscrição;
• Prêmio recebido na emissão de debêntures;
• Doações e subvenções para investimentos.
29
Considerações Sobre o PL
Reservas de Lucros (apropriação dos lucros)
Reserva Legal:
• Lei das S.A: do lucro líquido do exercício, 5% serão aplicados,
antes de qualquer destinação, na Reserva Legal, não devendo
esta exceder 20% do Capital Social.
• Assegurar integridade do capital: utilizada para aumento de
capital ou compensação de prejuízo.
Reserva Estatutária:
• Prevista no estatuto da empresa. Deve constar: (i) finalidade;
(ii) critérios para determinar a parcela anual do lucro líquido
que será destinado à sua constituição; (iii) limite máximo de
reserva.
30
Considerações Sobre o PL
Reservas de Lucros (apropriação dos lucros)
Reserva para Contingência:
• Parte do lucro líquido destinado à formação de Reserva com a
finalidade de compensar, em exercício futuro, a diminuição do
lucro decorrente de perda julgada provável, cujo valor possa ser
estimado.
• Exemplos de contingências: geadas ou secas; cheias ou
inundações; produto ou operações que sejam de consumo cíclico
ou de duração limitada, para as quais certos períodos são muito
lucrativos e os períodos a seguir, de menor rentabilidade.
Reserva de Lucros para Expansão:
• Parcela do lucro líquido retida para expansão da empresa quando
prevista em orçamento de capital aprovado em Assembleia Geral.
31
Considerações Sobre o PL
Reserva de Lucros a Realizar:
• Refere-se à parte do Lucro Líquido que ainda não foi realizada
financeiramente.
• Ex: vendas a longo prazo, cujo recebimento financeiro ocorrerá
após o término do exercício seguinte; revertida no exercício
em que houver a realização financeira.
33
Exemplo DMPL
A Cia ABC apresentava em 31.12.X8, em seu PL, as seguintes
contas: capital social (subscrito e integralizado) - $ 1.900.000 e $
1.800.000, respectivamente; reserva legal - $ 60.000; reserva
estatutária - $ 90.000; e reserva de contingência - $ 160.000.
Elaborar a DMPL em 31.12.X9.
Informações adicionais:
1. A Cia obteve um lucro líquido de $ 980.000 no ano de X9;
2. Integralizou o restante do capital já subscrito;
34
Exemplo DMPL
3. As retenções feitas pela Cia são: reserva legal e reserva
estatutária (15% do lucro líquido do exercício após reserva legal).
Adicionalmente, a Cia retém 20% do lucro líquido do exercício
(após reservas anteriores) para expansão; e 10% do lucro líquido
do exercício (após reservas anteriores) para contingência.
4. Distribuição de Dividendos de 25% do Lucro Líquido;
5. Todo o saldo remanescente é destinado à distribuição de
dividendos.
35
36
Índices para análise da DMPL
Conforme proposto por Maroni Neto e Costa (2006),
pode-se obter um conjunto de indicadores a partir da
DMPL para complementar a análise financeira das
empresas feita pelos indicadores tradicionais.
37
Índice de Resultados Distribuídos (RD)
38
Índice de Resultados Distribuídos (RD)
Sob a ótica do acionista pode-se assumir que esse
índice será do tipo: QUANTO MAIOR MELHOR.
39
Exemplo: Resultados Distribuídos –
Empresa Fictícia
40 36.73 36.88
33.67 32.89
35 31.35 30.29
30
25
20
15
10
5
0
2006 2007 2008 2009 2010 2011
40
Exemplo: Resultados Distribuídos –
Empresa Fictícia
y = 0.978x - 1930.7
40
R2 = 0.4515
35
30
25
20
15 RD
Linear (RD)
10
5
0
2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012
41
Índice de Rentabilidade Efetiva (RE)
O índice RE aponta o retorno percentual que os
acionistas da empresa efetivamente receberam no
exercício pelo capital investido na firma.
42
Índice de Rentabilidade Efetiva (RE)
É uma medida similar ao ROE, porém indicando o que
realmente foi repassado aos acionistas.
43
Exemplo: Rentabilidade Efetiva – Empresa
Fictícia
12 10.91
10.02
10 9.02
7.75
8
6.43
6 5.07
0
2006 2007 2008 2009 2010 2011
44
Exemplo: Rentabilidade Efetiva – Empresa
Fictícia
y = -0.1291x + 267.58
12
R2 = 0.0119
10
6
RE
4 Linear (RE)
0
2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012
45
Índice de Novas Integralizações (NI)
O indicador de novas integralizações indica, em termos
percentuais, a participação do aporte de novos capitais
em relação ao capital existente na companhia.
46
Índice de Novas Integralizações (NI)
Formalmente o NI será:
Integraliz ação
NI * 100
Capital Social
Ou seja,
Total do Aumento de Capital
NI * 100
Capital Social do Fim do Exercício
47
Índice de Novas Integralizações (NI)
Pode ser considerado um índice do tipo QUANTO
MAIOR MELHOR, uma vez que evidenciaria que a
empresa está crescendo e possivelmente fazendo
novos investimentos que tenderão a gerar lucros
futuros.
1.76
1.8 1.59
1.6
1.4 1.23 1.27 1.24
1.2 1.01
1
0.8
0.6
0.4
0.2
0
2006 2007 2008 2009 2010 2011
49
Exemplo: Novas Integralizações – Empresa
Fictícia
y = 0.0383x - 75.547
2
R2 = 0.0686
1.8
1.6
1.4
1.2
1
0.8 NI
0.6 Linear (NI)
0.4
0.2
0
2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012
50
Bibliografia DVA
SANTOS, Ariovaldo dos. Demonstração do valor adicionado: como
elaborar e analisar a DVA. [Link]. São Paulo: Atlas, 2007.
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Prof.a Renata Turola Takamatsu
1
1
Fatores para Análise
Rentabilidade
Formas de Mostrar o
Retorno de um
Investimento
2
Fórmula de Cálculo do ROI
3 3
4
ÍNDICES DE RENTABILIDADE
ÍNDICE FÓRMULA INDICA
Quanto a empresa vendeu para cada $1,00
Giro do Ativo Vendas Líquidas/ Ativo
de investimento total
Quanto a empresa obtém de lucro para
Margem Líquida Lucro Líquido/ Vendas Líquidas
cada $1,00 vendido
Quanto a empresa obtém de lucro para
Rentabilidade do Ativo Lucro Líquido / Ativo
cada $1,00 de investimento total
Quanto a empresa obtém de lucro para
Rentabilidade do PL Lucro Líquido / PL Médio cada $1,00 de capital próprio investido, em
média, no exercício.
4
Sistema de Análise DuPont
5 5
Cálculo do ROI pelo sistema Dupont
Lucro Vendas
ROI x x100
Vendas AtivoTotal
6 6
Sistema de Análise DuPont modificado
De acordo com Gitman (1997), o sistema DuPont
modificado relaciona a taxa de retorno sobre o patrimônio
líquido (ROE). Esta última é obtida multiplicando-se o
ROA pelo MAF (multiplicador de alavancagem financeira).
7
Cálculo do ROI pelo sistema Dupont
modificado
8
ROI residual
• Uma variante de avaliação de desempenho através do
conceito de ROI é denominada de Lucro Residual, ou
ROI residual. Neste caso, considera-se como retorno do
investimento apenas o lucro que exceder a um custo de
capital mínimo.
9 9
ROI residual
• No conceito de lucro residual considera-se como lucro
apenas a parcela do resultado que exceder a um
predeterminado custo de capital.
• O custo de capital é calculado aplicando-se a taxa
predeterminada pela empresa sobre os investimentos da
unidade.
10 10
ROI residual
• Se os negócios tiverem características homogêneas,
poderá ser utilizada uma taxa única.
• Em qualquer uma das situações, nada impede a adoção
de uma taxa única se os acionistas assumirem um custo
de oportunidade de capital idêntico para todas as
unidades de negócio.
11 11
Exemplo conceitual de cálculo do ROI:
Empresa Beta Divisão 1 Divisão 2
Lucro R$ 20.000,00 R$ 12.500,00
Investimentos (Ativo) R$ 90.000,00 R$ 50.000,00
Valor do ROI 22,22% 25%
Neste exemplo, apesar do valor absoluto do lucro
na divisão 1 ter sido maior que o da divisão 2, a
rentabilidade do investimento foi melhor nesta
última. A divisão 1 apresentou um lucro maior,
mas também exigiu um investimento maior.
12 12
Exemplo conceitual de cálculo do ROI
residual: EXEMPLO 1
Empresa Beta Divisão 1 Divisão 2
Lucro operacional R$ 20.000,00 R$ 12.500,00
Custo de capital (R$ 13.500,00) (R$ 7.500,00)
Lucro residual R$ 6.500,00 R$ 5.000,00
Investimentos (Ativo) R$ 90.000,00 R$ 50.000,00
Valor do ROI residual 7,22% 10%
Custo de capital único: 15% ao ano para as duas
divisões
13 13
Exemplo conceitual de cálculo do ROI
residual: EXEMPLO 2
Empresa Alfa Divisão 1 Divisão 2
Lucro operacional R$ 20.000,00 R$ 12.500,00
Custo de capital (R$ 13.500,00) (R$ 7.500,00)
Lucro residual R$ 6.500,00 R$ 5.000,00
Investimentos (Ativo) R$ 90.000,00 R$ 50.000,00
Valor do ROI residual 10,22% 9%
Custo de capital 12% 16%
15
Conceito
A margem de contribuição é o valor resultante da
venda de uma unidade, após deduzidos os custos e
despesas variáveis associados aos produtos
comercializados. Tal valor contribuirá para pagar os
custos fixos da empresa e gerar lucro.
É a diferença entre o preço de venda e o Custo
Variável de cada produto; é o valor que cada
unidade efetivamente traz à empresa de sobra entre
sua receita e o custo que de fato provocou e que lhe
pode ser imputado sem erro.
MARTINS (2003)
16
Exemplo de cálculo: Margem de Contribuição
Fórmula de cálculo:
MC = PV – CV ou DV
17
Exemplo de cálculo: Margem de Contribuição
Cada unidade de L contribui com $770. Não se
pode dizer que isso seja Lucro, já que faltam os
Custos Fixos; trata-se de sua Margem de
Contribuição, para que, multiplicada pelas
quantidades vendidas e somada à dos demais
produtos, perfaça a Margem de Contribuição Total.
Desse montante, deduzindo os Custos Fixos,
chega-se ao Resultado, que pode ser então o Lucro.
MARTINS (2003)
18
Exemplo de cálculo: Margem de Contribuição
MARTINS (2003)
19
GRAU DE ALAVANCAGEM
OPERACIONAL (GAO)
20
Conceito
A alavancagem operacional é uma medida do grau de
sensibilidade do lucro líquido às variações percentuais
das vendas. Funciona como um multiplicador: se ela é
alta, um pequeno aumento percentual nas vendas pode
produzir um grande aumento percentual no lucro líquido.
21
Conceito
O Grau de Alavancagem Operacional (GAO) é de
extrema utilidade para as projeções dos resultados que
determinada empresa obteria em diversos níveis de
atividades de produção e de vendas, mantidas
constantes as demais variáveis, tais como margem de
contribuição, total das despesas e custos fixos etc.
22
Conceito
Representa o efeito que um aumento na quantidade de
vendas provocará no lucro da empresa.
Fórmula de cálculo:
Margem de Contribuição
GAO
Lucro Líquido
23
EXEMPLO 1
As empresas A e B de acordo com suas
previsões de mercado esperam um aumento
nas suas vendas de 10%. Calcule o GAO e o
aumento percentual no lucro líquido das duas
companhias.
EMPRESA A EMPRESA B
Margem de
R$ 800.000,00 R$ 1.200.000,00
Contribuição
Lucro Líquido R$ 240.000,00 R$ 240.000,00
25
EXEMPLO 1: comprovando a alteração do
lucro
EMPRESA A EMPRESA B
26
EXEMPLO 1: comprovando a alteração do
lucro
Com um Aumento de 10% nas vendas juntamente com os
custos variáveis, sem que haja uma alteração nos custos fixos, o
lucro liquido aumenta em aproximadamente 33,3% para a
empresa A, e em 50% para a empresa B conforme demonstrativo
abaixo.
Demonstração do Resultado R$ Empresa A Empresa B
Preço de Venda 1.650.000,00 2.750.000,00
Custo Variável 770.000,00 1.430.000,00
Margem de Contribuição 880.000,00 1.320.000,00
Custos Fixos 560.000,00 960.000,00
Resultado 320.000,00 360.000,00
27
EXEMPLO 2
Dados da Empresa Omega $
Preço unitário de venda 1.000
Despesas variáveis, para cada unidade 130
Custos variáveis, para cada unidade 470
Total das despesas e custos variáveis para
600
unidade
28
EXEMPLO 2
Supondo que a empresa Omega produziu e
vendeu durante um determinado mês 7.000
unidades do seu produto, o lucro mensal seria o
seguinte:
Dados da empresa Omega $
Total das Receitas = 7.000 unidades X $ 1.000 7.000.000
Total das despesas variáveis = 7.000 unidade X $130 (910.000)
Total dos custos variáveis = 7.000 unidades X $ 470 (3.290.000)
= Margem de contribuição total 2.800.000
Total das despesas fixas (300.000)
Total dos custos fixos (1.700.000)
= Resultado do mês 800.000
29
EXEMPLO 2
Qual seria o Grau de Alavancagem
Operacional dessa empresa, ao volume de
atividades de 7.000 unidades? Em outras palavras,
qual seria o reflexo no lucro se houvesse
determinado aumento no volume de atividades?
30
EXEMPLO 2
31
Profª. Valéria Gama Fully Bressan
EXEMPLO 2
Portanto, o lucro anterior de $ 800.000 aumentou
para $ 1.080.000, equivalente a $ 280.000 ou 35%.
35%
GAO 3,5 vezes
10%
32
EXEMPLO 2
O GAO de 3,5 vezes significa que, no volume de
atividade de 7.000 unidades, qualquer acréscimo
percentual no volume dessa atividade implicará que o
lucro aumentará proporcionalmente em 3,5 vezes.
Comprovação numérica dessa afirmação:
considerando que o volume de atividades, que era de
7.000 unidades, aumente em 25%, passando para
8.750 unidades.
Como afirmado, o lucro do mês aumentaria 87,5%
(25% x 3,5 vezes), passando de $ 800.000 para $
1.500.000.
33
EXEMPLO 2
34
GRAU DE ALAVANCAGEM
FINANCEIRA (GAF)
35
Conceito
A alavancagem financeira resulta da presença de
encargos financeiros fixos no fluxo de lucro da empresa.
Pode ser definida como a capacidade da empresa para
usar encargos financeiros fixos, a fim de maximizar os
efeitos de variações no lucro antes dos juros e impostos
(LAJIR) sobre os lucros por ação (LPA) da empresa.
36
Conceito
Os dois encargos financeiros fixos que podem ser
encontrados na demonstração de resultado do exercício
são: juros sobre empréstimos e dividendos de ações
preferenciais.
O grau de alavancagem financeira (GAF) mede a
sensibilidade de variações do LPA a variações do LAJIR.
Quando o GAF for superior a 1, há alavancagem
financeira.
37
Empresas que possuem Alavancagem
Financeira
Somente as empresas que usam capital de terceiros ou
outras formas de financiamento com custo fixo (como
ações preferenciais) têm alavancagem financeira.
38
Fórmula do GAF
39
EXEMPLO 1
A CHEN FOODS espera lucros antes dos juros e IR
de $ 10.000 no ano corrente. A empresa tem empréstimos
de longo prazo, no montante de $ 20.000, que sofrem a
incidência de juros anuais de 10%. Dispõe, também de 600
ações preferenciais em circulação, com $ 4 de dividendo
anual por ação. Possui, ainda, 1.000 ações ordinárias em
circulação.
40
EXEMPLO 1
O quadro a seguir apresenta os lucros por ação
correspondentes aos níveis de lucros antes dos juros e
impostos (LAJIR) de $ 6.000 e $ 14.000, supondo que a
alíquota de IR seja de 40%.
- 40% + 40%
LAJIR $ 6.000 $ 10.000 $ 14.000
Menos juros (J) $ 2.000 $ 2.000 $ 2.000
Lucro antes do Imposto de Renda $ 4.000 $ 8.000 $ 12.000
Menos Imposto de Renda (T = 0,40) $ 1.600 $ 3.200 $ 4.800
Lucro líquido depois do Imposto de Renda $ 2.400 $ 4.800 $ 7.200
Menos Dividendos de ações preferenciais $ 2.400 $ 2.400 $ 2.400
(DP)
Lucro disponível para acionistas (LAC) $0 $ 2.400 $ 4.800
Lucro por ação (LPA) $ 0/1000 $2400/1000 $ 4800/1000
=$ 0 = $ 2,40 = $ 4,80
- 100% + 100%
42
EXEMPLO 1
Caso 1:
100%
GAF 2,5
40%
Caso 2:
100%
GAF 2,5
40%
43
EXEMPLO 2
44
EXEMPLO 2
45
EXEMPLO 2
46
Bibliografia Básica
ASSAF NETO, A. Finanças Corporativas e Valor. 4 ed. São Paulo:
Atlas, 2009. (Capítulos 6, 8 e 14)
47 47
Bibliografia Complementar
CAMARGOS, Marco Antonio de; BARBOSA, Francisco Vidal. Análise
do desempenho econômico-financeiro e da criação das sinergias em
processos de fusões e aquisições do mercado brasileiro ocorridos
entre 1995 e 1999. Caderno de Pesquisas em Administração. São
Paulo, v. 12, n. 2, p. 99-115, abr./jun. 2005.
48 48
CUSTO DO CAPITAL
Slides suporte
Prof.a Renata Turola Takamatsu
1
Custo de Capital
• Uma entidade necessita de recursos (humanos, financeiros,
tecnológicos, etc.) para operar;
• Esses recursos podem ser obtidos de vários agentes
econômicos (acionistas, debenturistas, bancos, etc.);
• Capital é a reunião de todas essas fontes de financiamento
(exigíveis e não exigíveis);
• Sua captação em níveis adequados exige uma retribuição
atraente.
2
3
Fontes de Recursos e Custo de Capital
• Fontes de Recursos:
• Empréstimos e Financiamentos;
• Emissão de ações ordinárias e preferenciais;
• Retenção de lucros; e
• Emissão de outros títulos.
• Custo de capital:
• Custo de capital de terceiros (juros);
• Custo do capital próprio (custo de oportunidade do
• investidor);
4
Estrutura de Capital
5
O valor de uma empreendimento pode ser auferido
por sua potencialidade de gerar benefícios em
exercícios futuros
6
Taxa de Desconto
• Taxa de desconto deve funcionar como o custo de
oportunidade;
• A taxa escolhida usualmente para desconto do fluxo de
caixa livre é o custo médio ponderado de capital (CMPC);
• Caso se utilize o fluxo de caixa do acionista
(proprietário), a taxa de desconto mais apropriada seria o
custo do capital próprio.
7
Custo de Capital
• Custo de Capital: Média ponderada das taxas de juros de
todas as fontes de financiamento da empresa.
• Custo de Capital: Parâmetro que mede a atratividade de
diferentes alternativas de investimentos.
• Custo de Capital: Instrumento utilizado para trazer os fluxos
de caixas livres a valor presente.
Reflete o risco do negócio!
Custo de Capital
• Taxa de desconto;
• Preço do “aluguel” do capital;
• Taxa de retorno mínima exigida;
• Retorno mínimo exigido de projeto;
• Taxa de retorno esperada no mercado de capitais para ativos de igual risco;
• Custo de oportunidade capital;
8
• Taxa de troca entre FC corrente e FC futuro.
Custo de Capital
• Custo de capital se eleva:
• Razão: aumento do risco da atividade operacional, em
função da redução do/a:
Rotatividade dos produtos; Faturamento
Lucro; Liquidez
Capacidade de cobertura de juros, etc...
K - Custo de Capital
– Capital de Terceiros (Dívidas)
– Capital Próprio (Patrimônio Líquido)
• Princípio básico da teoria de investimento, é que
investimento de capital tem que ser remunerado.
9
Custo Médio Ponderado de Capital
(CMPC) ou WACC
• Como os investimentos são financiados por capital
próprio e capital de terceiros, a quantidade de cada um
na estrutura de capital terá um impacto relevante no valor
da empresa.
• O modelo mais utilizado e de grande aceitação no
mercado, que considera a contribuição de cada uma
dessas fontes na estrutura de capitais da empresa, é o
custo médio ponderado de capital (CMPC) ou Weighted
Average Cost of Capital (WACC).
10
Custo Médio Ponderado de Capital
(CMPC) ou WACC
• Fontes de Financiamentos:
• Recursos Acionistas (PL) – Capital Próprio - 50%
• Recursos Terceiros (Dívidas) – Capital Terceiros 50%
11
Custo Médio Ponderado de Capital
(CMPC) ou WACC
• Média ponderada = Custo Médio Ponderado de Capital
12
Considerações sobre o Custo de Capital
(CMPC)
1) Considerar a média ponderada dos custos de todas as
fontes de capital (dívidas, ações, etc.), já que o FCL representa
o caixa disponível para remunerar todos os provedores de
capital.
2) Custo Capital Próprio > Custo de Capital de Terceiros
• Juros geram Benefício Fiscal juros são despesas dedutíveis
IR - paga-se menos IR
• Na insolvência, os credores têm preferência sobre os
acionistas
• A remuneração de terceiros é fixa, a remuneração do capital
próprio depende do desempenho da empresa (risco)
• Ex: Custo emitir debêntures < Custo de abrir capital
• 3) Levar em consideração o imposto de renda.
13
Custo Médio Ponderado de Capital
• Custo Médio Ponderado de Capital – CMPC ou WACC
(Weighted Average Cost of Capital)
• Leva em consideração :
14
Custo Médio Ponderado de Capital
• Custo Médio Ponderado de Capital – CMPC ou WACC
(Weighted Average Cost of Capital) quando a estrutura
é alavancada (existe dívida), o fator de desconto utilizado
é uma média ponderada pelo peso de cada, entre:
• O custo de capital próprio dos acionistas: ke
• A taxa de juros do endividamento Kd, multiplicado pelo
• benefício fiscal do IR
• Empresa endividada
• Alavancagem Financeira = intensidade que a empresa
está endividada
• Quanto mais financiamento por meio de capital de
16
terceiros maior Alavancagem Financeira
17
18
Custo do Capital Próprio: CAPM
Ri = Rf + β(Rm – Rf) + erro Risco não
sistemático
• Ativo livre de risco
Rf • Poupança, CDI, SELIC, C-bonds, T-bonds
• Retorno do mercado
Rm • S&P500, NYSE, Ibovespa, IBRX100
• Beta
β • Sensibilidade de Ri às variações de Rm
•β =1 β >1 β<1 β<0 β=0
Exemplo 1:
Calcule o Retorno esperado
Ativo livre de risco => Rf=SELIC = 12% a.a.
Retorno de mercado => Rm=19% a.a.
Beta => β = 0,83
kE = Rf + b (Rm-Rf) R i 0,12 0,830,19 0,12
R i 0,12 0,830,07
R i 0,12 0,058
R i 0,178 17,8%
20
Custo do capital próprio
• Caso haja ações preferencias: Custo da ação
preferencial, kp
22
CMPC: Componentes
• Custo da ação ordinária, ko
Por exemplo:
- Os títulos de dívida de longo prazo de uma empresa X,
tem o rendimento de 11%.
- Atribuem 4% como prêmio pelo Risco
Então: Ko = 11% + 4% = 15%
28
Análise do Lucro e da Criação
de Valor para os Acionistas
EVA /MVA
Slides suporte
Prof.a Renata Turola Takamatsu
29
EVA – Economic Value Added
• Conceito desenvolvido pela Stern Stewart & Co, no início
da década de 80.
• Medida de desempenho que mede:
• O valor criado por uma empresa; ou
• O valor adicionado ao patrimônio dos proprietários
• Muito usado para fins internos, principalmente para
análise de desempenho.
30
EVA – Economic Value Added
Valor Econômico agregado
• EVA® também é usado para fins como:
31
EVA – Economic Value Added
Valor Econômico agregado
• Recupera a ideia de lucro econômico;
• Lucratividade da empresa é calculada comparando-se:
32
EVA – Economic Value Added
Valor Econômico agregado
• O Economic Value Added - EVA, é o valor que a
empresa agrega após remunerar todos os recursos
investidos, quer sejam financiados pelo custo de capital
de terceiros (Kd) ou (Ki) ou pelo custo do capital próprio
(Ke).
33
EVA – Economic Value Added
Valor Econômico agregado
• Se o Lucro Operacional > custo de capital total :
Empresa está agregando valor.
• Se o Lucro Operacional < custo de capital total:
Empresa não consegue pagar seu capital.
• Cálculo do EVA® :
EVA = Lucro Operacional Líquido de IR (-) [Custo Capital x
Capital Investido]
EVA = Lucro Operacional Líquido IR (-) [WACC x Capital
Investido]
34
EVA – Economic Value Added
Valor Econômico agregado
35
EVA – Economic Value Added
Valor Econômico agregado
• Exemplo: Demonstração da Empresa Legal S/A.
36
EVA – Economic Value Added
Valor Econômico agregado
• Custo do capital de terceiros (Ki ou Kd)
• O custo do capital de terceiros (Ki ou Kd), inicialmente, foi
informado ser de 20%. Entretanto, como gera uma
despesa dedutível do imposto de renda, há uma
economia de 25% sobre o mesmo, resultando em um
custo líquido de 15%, demonstrado a seguir
37
WACC
Kd = 15%
Ke = 18%
38
EVA – Economic Value Added
Valor Econômico agregado
• Com essas informações, é possível calcular o EVA da
seguinte forma:
40
EVA – Economic Value Added
Valor Econômico agregado
• Interpretação EVA:
• Agregação de valor se a atividade operacional for
suficiente para gerar valor superior que remunere o
capital investido.
41
EVA – Economic Value Added
Valor Econômico agregado
• Empresa Beta S.A
42
EVA – Economic Value Added
Valor Econômico agregado
43
EVA – Economic Value Added
Valor Econômico agregado
• Cálculo do EVA, supondo WACC =10%
• EVA = Lucro Operacional Líquido de IR (-) [Custo Capital
x Capital Investido]
• EVA = 9.000 (-) [10% x 170.000]
• EVA = - 8.000
• Neste caso, a empresa está destruindo valor, pois o
lucro operacional obtido não é suficiente para
remunerar o capital investido.
44
Exemplo
• A Megacorp Ltda tem uma estrutura de capital formada por 30% de
capital de terceiros, a um custo líquido de 22% a.a. (Kd), sendo que
sobre os 70% restantes, os seus acionistas exigem um retorno de
25% a.a. A capitalização total da empresa é de $100 milhões.
Considerando que a empresa apresentou um lucro operacional após
os impostos, de $35 milhões, calcule o EVA da empresa.
45
MVA – Market Value Added
VMA – Valor de Mercado Agregado
• Quando se pode dizer que o valor do acionista foi
maximizado?
MVA – Market Value Added
Valor de Mercado > Valor do capital investido
• MVA® Valor Agregado de Mercado.
• Stern Stewart & Co
• Medida expectativas dos investidores quanto à
capacidade de:
• Gerar fluxos operacionais futuros
• Cobrir as dívidas
• Maximizar a riqueza do acionista.
46
MVA – Market Value Added
• Relação do EVA com o MVA:
• Teoricamente, o MVA é o Valor Presente dos EVA’s
futuros da empresa.
48
MVA – Market Value Added
• Cálculo do MVA:
• Interpretação MVA:
• Confrontar o valor de mercado do PL com seu respectivo
valor contábil.
49
Fim!
Obrigada
50
AVALIAÇÃO DE EMPRESAS
Slides suporte
Prof.a Renata Turola Takamatsu
Conhecimentos Fundamentais na
Avaliação de Empresas
Avaliação de Empresas
Projeções Correlações
Companhias Aéreas
PIB Petróleo
Dólar Juros
Explícito Perpetuidade
(Previsível) (Continuidade)
É possível prever o Inicia-se após o
comportamento das período
variáveis que afetam previsível
os resultados
Estrutura de Equilíbrio
Risco do
Negócio TAXA DE
Risco da
Empresa
Risco RETORNO
Conjuntural
EXIGIDA
Conhecimentos Fundamentais na
Avaliação de Empresas
Fluxo Futuro
Valor Presente de Caixa
Taxa de Desconto
Não é base de
Valor Econômico
Contabilidade
Os ativos são avaliados pelo
custo histórico e não pelo
valor de liquidação
Métodos Patrimoniais
Riqueza
Valor de Mercado da Empresa
> Valor Patrimonial
agregada
RESTRIÇÃO:
Melhor aplicado
A Empresa tem
duração
Valor de em negócios
com duração
indeterminada Liquidação limitada
• Simplicidade
• Facilidade • Encontrar Empresas
• Rapidez de calcular o Valor da Empresa comparáveis
• Necessidade de poucas informações • O setor pode estar super o sub-avaliado
Método do Fluxo de Caixa Descontado
TAXA DE DESCONTO
Taxa de Desconto = 15,0% a.a.,formada pelo grau de risco dos fluxos de caixa
Valor Explícito =
PREMISSAS
Fluxo de Caixa Duração
Constante Indeterminada
Valor Constante: Exemplo
Solução:
Dividendos
Custo de Oportunidade
Formulação da Perpetuidade:
Crescimento Constante
Fluxo de Caixa constante
sem variações nos valores
de caixa projetados para o
futuro
PREMISSAS
Duração K>g
Indeterminada Taxa de
Crescimento
Constante
Exemplo de Crescimento Constante
No enunciado do exemplo ilustrativo anterior (fluxo de caixa anual
constante de $0,40/ação e taxa de desconto de 16% a.a.), admita que
o resultado de caixa do acionista cresça, já a partir do primeiro ano, à
taxa constante de 2,0% a.a.
Valor da Perpetuidade
Taxa de
FCperp étuo Crescimento
Valor da Perpetuidade =
K Constante
FCperp étuo x 1 + g
Valor da Perpetuidadecrescente =
K−g
Visão Geral do Cálculo: Exemplo
x 1,015 x 1,015
x 1,015
x 1,015 x 1,015
x 1,015 x 1,015
37,83 38,4
37,27
36,72
35,65 36,18
35,12
35,0 34,6
31,7
30,0
28,1
25,0
25,0
20,8
20,0
17,1
15,0 13,4
0,0
Ano1 Ano2 Ano3 Ano4 Ano5 Ano6 Ano7 Ano8 Ano9 Ano10 Ano11 Ano12 Ano13 Ano14
Período explícito Perpetuidade
Metodologia Básica de Avaliação:
Fluxo de Caixa Descontado
Valor da Empresa
Resultados Líquidos
de Caixa
Valor Presente
Fair Value
Abordagens do Fluxo de Caixa
Descontado
Patrimônio Líquido Ativos
Fluxo de Dividendos
Fluxo de Caixa Disponível da
Fluxo de Caixa Disponível do Empresa
Acionista (FCDE - Free Cash Flow to the
(FCDA - Free Cash Flow to Firm)
Equity)
TAXA DE DESCONTO
Valor da Ação
P0 P0 P0 P0
1 2 3
P0
Dividendos Futuros
Taxa
esperada de
crescimento
dos lucros
Taxa constante g
Dividendos Futuros
Payouts
futuros
g=bxr
Retorno
Parcela do Lucro Líquido
Patrimônio Líquido
não distribuída
Retorno
Capital Próprio
Payout e Taxa de Reinvestimento do Lucro
Payout
Dividendos
Payout =
Lucro Líquido
Abordagem Do Patrimônio Líquido: Fluxo
de Dividendos
Taxa de Reinvestimento do Lucro (b)
Retorno Sobre o
Patrimônio Líquido
(RSPL)
Abordagem Do Patrimônio Líquido: Fluxo
de Dividendos
Exemplo: RSPL = 20%
Cada R$ 1,00 investido pelos acionistas gera um retorno de R$
0,20.
Retorno do Investimento (r)
RSPL (r) =
Lucro Líquido
Patrimônio Líquido
Taxa de Crescimento do Lucro: Exemplo
Admita uma empresa que apura um LPA (lucro líquido por ação) de R$ 1,00.
Taxa de Reinvestimento do
b = 1 - Payout Lucro Líquido (bLL)
= 60%
b = 1,00 - 0,40
Taxa de Crescimento do
gLL = b x RSPL
Lucro gLL)
= 12%
gLL = 0,6 x 0,2
Valor da Ação: Exemplo
Índice de Payout
FLUXO DE
DIVIDENDOS
Adequação Dividendos
Fluxo de Caixa Disponível do Acionista
(FCDA)
LUCRO LÍQUIDO XX
(+) Depreciações X
Tecnologia
Distribuição
Investimento Logística
Equipamentos
Modernização
Abordagens do Fluxo de Caixa Disponível
do Acionista
Todas as necessidades líquidas de
Investimento em recursos exigidas pela atividade da
Giro empresa em circulante.
Ex.: Estoques e Vendas a prazo
Entrada de Novas
Qual seria a sua estrutura da capital?
Dívidas
Abordagens do Fluxo de Caixa Disponível
do Acionista
Exemplo:
Se a Empresa definir que irá manter 40% de dívida e 60 % de
recursos próprios.
Avaliação de Bancos
Fluxo de Caixa
Dividendos Disponível do
Acionista
Informações Interessantes
Relação de Dividendos com o FCDA
Dividendos =1
FCDA
=1
Distribuição de Dividendos
=
Fluxo de Caixa Disponível do
Acionista
Relação de Dividendos com o FCDA
Dividendos
FCDA
> >11
Dividendos
FCDA
<1
<1
Recessão de
mercado
Necessidades de
Resultados investimentos acima
baixos
FCDA < 0 da capacidade de
geração de caixa
Crise
Conjuntural
Exemplo Fluxo de Caixa Disponível do
Acionista
•Lucro por ação de R$1,40 ao final do ano de X6
•Depreciação de R$21 milhões
•Investimento Fixo de 32,6 milhões
•Necessidade de capital de giro são consideradas
desprezíveis
•10 milhões de ações emitidas em negociação
•Estrutura de Capital:
•30% de Dívidas
•70% de Capital Próprio
Determine o Fluxo de Caixa
Disponível do Acionista
Exemplo Fluxo de Caixa Disponível do
Acionista
Solução:
(=) FLUXO DE CAIXA DA ATIVIDADE R$ 1,40
1 2 3 4 5
Lucro / Ação 1,008 1,129 1,264 1,416 1,586
Fluxo de Caixa
Disponível do Acionista
0,307 0,350 0,396 0,449 0,509
FCDA da Perpetuidade
Horizonte de Tempo
Explícito Perpetuidade
Custo Total de
Capital
Valor da Empresa
Custo Médio
Ponderado de
Capital
Fluxo de Caixa Disponível para a Empresa
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Modelo de Ohlson
Lucro Anormal
L Lt [Link] 1
a
t
Lt
r . PLt 1
– Lucro Observado
– Lucro Normal Esperado
Dedução MO
Modelo Desconto de Dividendos
Dj
D1 D2
P0
(1 r ) (1 r )
1 2
j 1 (1 r ) j
L j ( PL j PL j 1 )
P0
j 1 (1 r ) j
Dedução MO
Dado que:
PL t (1 r )PL t rPL t
PL t (1 r )PL t rPL t
(1 r ) (1 r ) (1 r )
PL t rPL t PL t PL t rPL t
PL t e
(1 r ) (1 r ) (1 r ) 2 (1 r ) (1 r )2
A equação:
L1 PL1 PL 0 L 2 PL 2 PL1 L j ( PL j PL j1
P0
(1 r ) (1 r ) (1 r ) (1 r ) 2
(1 r ) 2 2
(1 r ) j 3 (1 r ) j
Pode ser escrita como:
L1 PL1 rPL 0 L 2 PL 2 PL1 rPL 1
P0 PL 0 (...)
(1 r ) (1 r ) (1 r ) (1 r ) 2
(1 r ) 2 (1 r ) 2
(1 r )
Equações Anormais
Assim, tem-se um importante resultado do MO
que estabelece que o valor de uma empresa em
um dado momento será decomposto em duas
partes:
i) o valor de seu patrimônio líquido nesse
mesmo período;
ii) o valor presente dos seus lucros anormais
futuros, que ainda não foram incorporados ao
PL corrente. Esses lucros devem ser
descontados por uma taxa que reflita o seu
custo de capital (e o seu risco inerente).
Equações Anormais
Simplificando:
L ( PL PL
L1 rPL0 L2 rPL1 PL2 j 1 )
P0 PL0
j j
2
2
j
(1 r ) (1 r ) (1 r ) j 3 (1 r )
L j rPL j 1 Laj
P0 PL0 ou P0 PL0
j 1 (1 r ) j
j 1 (1 r ) j
Relação MO com ROE
Dado que o retorno sobre o patrimônio líquido
(ROE) observado para uma firma em um ano t
pode ser definido como:Tem-se que o MO
poderá ser apresentado também na forma:
Lt
ROEt Lt ROEt .PLt 1
PLt 1
( ROE j r ) PL j 1
P0 PL0
j 1 (1 r ) j
Pt PLt L 2vt
a
1 t
A Função de Avaliação
Existe uma certa dificuldade de estimação empírica da
forma proposta para o LIM, uma vez que vt é não
observável ou é de difícil mensuração.
Nesse sentido, diversos autores, tais como Ota (2002),
propõe a possibilidade que o termo vt seja considerado
nulo, ou que seja considerado como um termo
constante.
Variações do LIM
Assume-se que vt é nulo ou é uma constante. Assim,
poderia se estimar o LIM com essas modificações.
Essas duas alternativos de estimação seriam os
modelos LIM1 e LIM2:
LIM 1 : L a
t 1 L 1t 1
a
1 t
LIM 2 : L a
t 1 0 L 1t 1
a
1 t
Variações do LIM
1
PLIM 1t PLt a
Lt
(1 r 1 )
(1 r )0 1
PLIM 2t PLt Lat
(1 r 1 )r (1 r 1 )
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1
Insolvência - Algumas Definições
• Estado no qual a empresa torna-se impossibilitada de
cumprir determinado compromisso (Mário e Aquino,
2004).
• Revela-se pela impotência patrimonial do devedor em
satisfazer regularmente às próprias obrigações (Fazzio
Jr, 2001).
• GITMAN (1997), a insolvência ocorre quando a empresa
é incapaz de pagar suas obrigações em seu
vencimento.
2
Diferença entre Insolvência e Falência
• Mário e Aquino (2004) mencionam que os termos
insolvency, failure e bankruptcy quase sempre aparecem
como sinôminos.
• Entretanto:
5
Modelos de Altman
6
Modelos de Kanitz
7
MODELO LOGÍSTICO
Técnica de análise multivariada utilizada para
aferição da probabilidade de ocorrência de um evento
e para identificação das características dos elementos
pertencentes a cada categoria estabelecida pela
dicotomia da variável dependente
(variável grupo).
.
Variável dependente: binária
Variáveis do vetor X: métricas ou não métricas.
8
CONCEITOS
PROBABILIDADE
DESIGUALDADE (CHANCE)
LOGIT
COEFICIENTES LOGÍSTICOS
9
CONCEITOS
CHANCE DE UMA RESPOSTA “SIM”:
p
chance
1-p
chance
p
1chance
10
Curva Logística
1
0,9
0,8
0,7
0,6
0,5
0,4
0,3
0,2
0,1
0
-4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4
11
CONCEITOS
LOGIT: LOGARITMO NATURAL DA CHANCE DE UMA RESPOSTA
“SIM”.
p
logitZ ln(sim)ln
1-p
p
e
logit
e
Z
chance
1-p
eZ 1
p 1e Z
1e -Z
12
CONCEITOS
BASE DO MODELO: LOGITS = LOGARITMOS NATURAIS DAS
CHANCES.
MÉTODO PARA PREVISÃO DOS LOGITS: MÉTODO DA MÁXIMA
VEROSSIMILHANÇA:
Z b 0 b1X1b2X 2 k bkX
13
MODELO DE REGRESSÃO LOGÍSTICA
ln(chance) b0 b1X1b2X2 k bk X
1
prob(event) -(b 0 bX 1 2b 2 X b
X )
1e 1 k k
14
Estimando o LOGIT no STATA
16
Medidas para avaliação do
ajustamento do modelo LOGIT
• A análise de significância estatística dos parâmetros
associados às variáveis explicativas também deve ser
feita, da mesma forma que para os outros modelos de
regressão.
• Para tal, sugere-se o uso da seguinte regra que utiliza o
Valor de Probabilidade da estatística z.
• Conforme pode-se observar, todas as variáveis foram
significativas considerando-se α=10%.
17
Prof. Wagner M. Lamounier 18
18
A Matriz de Classificações
. estat classification
True
Classified D ~D Total
+ 14 2 16
- 4 116 120
20
Exemplo:
Para o modelo estimado, a probabilidade de insolvência de uma
firma com LC = 0,5; IPL = 668; ROE = 4,01 e PCT = 7,56 será:
ˆi 1
P
1 e - ( bˆ0 bˆ1 X 1 i bˆ2 X 2 i bˆk X ki )
ˆi 1
P
1 e - ( -3 , 9 9-1,1 1LCi 0 , 0 1IPL i - 0 ,1 0 ROE i 0 , 6 0 PCTi )
ˆi 1
P
1 e - ( -3 , 9 9-1,1 1( 0 , 5 ) 0 , 0 1( 6 6 8) - 0 ,1 0( 4 , 0 1) 0 , 6 0( 7 , 5 6 ))
ˆi 1 1
P 0,9981 99%
1 0,0019 1,0019
21
GERENCIAMENTO DE
RESULTADOS
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22
Introdução
Qualidades desejáveis da informação contábil:
• Relevância e representação fidedigna (completa, neutra
e livre de erro);
• Características qualitativas de melhoria:
Comparabilidade,
Verificabilidade
Tempestividade e
Compreensibilidade
23
Introdução: Contextualização
• Há casos em que administradores e contadores,
pressionados a cumprir metas financeiras (lucro, retorno
sobre o investimento, endividamento, liquidez, dividendos
etc.) em condições em que as possibilidades de alcançá-
las são reduzidas, e/ou em que os custos esperados de
não atingi-las são considerados excessivos,
eventualmente aproveitam a flexibilidade oferecida pelos
princípios contábeis geralmente aceitos, com o propósito
único e exclusivo de garantir que essas metas sejam
atingidas.
24
SANCOVSCHI; MATOS (2003)
Introdução: Contextualização
• A questão é que os gestores e contadores, por
conveniências e motivações de diversas naturezas,
podem escolher, dentre as alternativas legais, as que não
refletem a melhor apresentação da realidade econômica,
financeira e patrimonial das entidades.
25
FUJI; CARVALHO (2005)
Introdução: Contextualização
• Assim, o gerenciamento de resultados contábeis, mesmo
sem englobar fraudes e atos ilícitos, pode afetar,
negativamente, a função primordial das demonstrações
contábeis, que é fornecer informações úteis e confiáveis
ao processo decisório dos usuários.
• Gerenciar resultados não é fato recente, existindo desde
os primórdios dos registros contábeis. Earnings
Management não é tema recente na literatura
internacional, porém, começou a ganhar destaque tanto
no meio acadêmico como profissional a partir dos
escândalos contábeis.
26
FUJI; CARVALHO (2005)
Introdução: Cenário Atual
• Recentemente, em função de diversos escândalos
financeiros (Enron, Worldcom, Banco Santos, Econômico...)
as críticas à qualidade das informações contábeis
divulgadas pelas empresas em suas demonstrações
financeiras se acentuaram.
27
Introdução: Cenário Atual
No Brasil, a reforma da Lei 6.404/76 impôs uma maior
transparência e qualidade nas informações contábeis
divulgadas pelas empresas (Lei 11.638/07 Lei 11.941/09
(MP 449/08).
Nos EUA, foi implementada a lei Sarbanes–Oxley (SOX)
que aumentou sensivelmente o controle e as punições para
administradores e contadores envolvidos em fraudes e
contábeis.
28
O Problema de Gerenciamento de
Resultados
• Todavia, não são só as fraudes que prejudicam a
qualidade da informação contábil.
• Existem mecanismos discricionários, que não são
proibidos pela lei societária e que seguem os princípios
contábeis geralmente aceitos, que permitem às
empresas “gerenciar” as informações que serão
divulgadas para o mercado.
• Esse gerenciamento ocorre principalmente em relação
aos lucros ou prejuízos das empresas e daí a expressão
“gerenciamento de resultados” (earnings management).
29
Expressões Utilizadas
Earnings management
Gerenciamento de Resultados
Gerenciamento de Lucros
Contabilidade Criativa
Manipulação de dados contábeis
30
Gerenciamento de Resultados:
Definições
O ‘gerenciamento’ de resultados contábeis, ou ‘earnings
management’, é entendido como a alteração proposital
(intencional) dos resultados contábeis dentro dos limites
legais, dadas a discricionariedade e a flexibilidade
permitidas pelas normas e práticas contábeis, visando o
alcance de motivação particular.
31
MARTINEZ (2001)
Gerenciamento de Resultados
Em um contexto de assimetria informacional, pode
haver incentivos para que o administrador gerencie
os números contábeis no sentido de se beneficiar.
O gerenciamento de resultados ocorre quando os
administradores utilizam o julgamento na elaboração
das demonstrações financeiras e na estruturação de
operações com o intuito de iludir alguns stakeholders
sobre o desempenho econômico da empresa ou
quando visam influenciar resultados contratuais que
dependem de números contábeis.
32
HEALY; WHALEN (1999)
Fraude Contábil x Gerenciamento
dos Resultados Contábeis
A Contabilidade fraudulenta, conforme Dechow e
Skinner (2000), é formada por práticas que violam os
princípios contábeis e demonstram claramente a
intenção de enganar, tais como: registro de vendas
fictícias, antecipação documental da data de
realização das vendas e superestimação de
estoques pelo registro de inventário fictício.
33
Fraude Contábil x Gerenciamento
dos Resultados Contábeis
Para Martinez (2001, p. 13):
É crucial entender que ‘gerenciamento’ dos resultados contábeis
não é fraude contábil. Ou seja, opera-se dentro dos limites do que
prescreve a legislação contábil, entretanto, nos pontos em que as
normas contábeis facultam certa discricionariedade para o gerente,
este realiza suas escolhas não em função do que dita a realidade
concreta dos negócios, mas em função de outros incentivos, que o
levam a desejar reportar um resultado distinto.
34
Fraude Contábil x Gerenciamento dos
Resultados Contábeis
• Porém, por haver uma linha muito tênue entre Earnings
Management e fraudes, o gerenciamento de resultados
contábeis pode constituir, nos casos extremos, uma
"antecâmara" para a realização de fraudes, ou seja, um
ambiente propício para a ocorrência de irregularidades.
35
FUJI; CARVALHO (2005)
Fraude Contábil x Gerenciamento
dos Resultados Contábeis
36
Fraude Contábil x Gerenciamento
dos Resultados Contábeis
37
Causas do Gerenciamento de
Resultados
• Desejo de preservar o cargo, mesmo que isso implique
comprometer a qualidade dos resultados contábeis
apresentados;
• Pressão dos acionistas por resultados trimestrais cada
vez maiores e melhores, bem como o anseio de atrair
novos investidores e acionistas;
• Ambição de obter bônus significativos (compensação),
ainda que isto implique sacrifício futuro da organização.
38
MARTINEZ (2001)
Motivações para o Gerenciamento
de Resultados:
i. Motivações pessoais da administração;
ii. Motivações vinculadas ao mercado de ações e de
crédito;
iii. Motivações contratuais;
iv. Motivações ligadas à regulação e a custos políticos.
39
i) Motivações pessoais dos administradores para o
Gerenciamento de resultados:
41
iii) Motivações contratuais:
42
iv) Motivações contratuais ligadas à regulação e a
custos políticos:
• Evitar ser considerada uma firma que adota práticas
monopolistas por apresentar lucros elevados;
• Firmas que participam de setores regulados por
alguma agência podem reduzir os lucros para
justificar um pedido de aumento de tarifas;
• Firmas nacionais que solicitam proteção e/ou
incentivos governamentais contra a competição
externa;
• Previamente a negociações salariais com sindicatos.
43
Consequências do Gerenciamento
de Resultados
O gerenciamento de lucros, por comprometer a
qualidade das informações contidas nas demonstrações
financeiras, interfere no processo de alocação de
recursos na economia e inflige sérios prejuízos para
diversos atores dos mercados de bens e serviços e de
capitais.
44
SANCOVSCHI; MATOS (2003)
Conforme Martinez (2001, p. 43) os principais tipos de
gerenciamento são:
45
a) Target Earnings
• Esse tipo de gerenciamento implicaria em “metas” ou
benchmarks para os seus lucros que a empresa buscaria
garantir, tais como:
• Evitar apresentar prejuízos;
• Confirmar expectativas do mercado;
• Sustentar desempenho anterior.
46
Buscando testar a hipótese de que as empresas brasileiras de capital aberto
gerenciam seus resultados para evitar reportar prejuízos, Martinez (2001, p.60)
chegou aos seguintes resultados:
47
47
Martinez (2001, p.66) fez essa mesma análise para verificar se
empresas com diferentes níveis de endividamento também
gerenciariam para evitar reportar prejuízos e verificou:
48
49
b) “Big Bath” Accounting
Conforme Belkaoui (2003), a contabilidade feita para “dar
um grande banho” nos resultados de uma empresa, refere-
se a um conjunto de medidas tomadas para reduzir
drasticamente os resultados correntes da empresa de
forma a possibilitar a apresentação de lucros expressivos
no futuro.
50
b) “Big Bath” Accounting
• Geralmente ocorre quando os resultados atuais são tão
fracos que mesmo com gerenciamento, não há como se
atingir as metas ou expectativas de lucratividade pré-
definidas.
• Assim, já que não há como apresentar bons resultados,
tem-se incentivos para por ex. antecipar despesas e
postergar o reconhecimento de receitas, de forma a
garantir a apresentação de lucros nos exercícios
seguintes.
• Esse tipo de gerenciamento tende a ocorrer também
quando da mudança de diretoria da empresa.
51
Nos resultados de Martinez(2001) pode-se perceber a
ocorrência de big baths para algumas empresas:
52
53
c) Income Smoothing
O Gerenciamento de resultados para suavização
dos lucros é uma das práticas de gerenciamento
mais comuns, sendo inclusive defendida por alguns
autores como Trueman e Titman (1988) e Moyer e
Shevlin (1995) apud Martinez (2006).
Eles argumentam que a suavização de lucros
permite que a empresa seja capaz de criar valor
para os acionistas pelos seguintes motivos:
54
Conforme Martinez (2001) a redução da variabilidade
dos lucros das firmas ocorre das seguintes maneiras:
55
Modelos para análise da prática de
Income Smoothing nas empresas
brasileiras
• Baseando-se em Martinez (2001), tem-se que as principais
contas que possivelmente são utilizadas para reduzir a
variabilidade dos lucros são:
• Despesas com Provisão para Devedores Duvidosos; (Perdas
Estimadas para Crédito de liquidação duvidosa –PECLD)
• Despesas de Depreciação;
• Receitas Não-Operacionais;
56
Despesas com Provisão para Devedores
Duvidosos
• A principal variável explicativa das despesas de
provisão para devedores duvidosos é o montante de
contas a receber.
• O montante que será provisionado para se prevenir
contra clientes duvidosos dependerá da qualidade e do
montante de crédito oferecido.
• Na perspectiva de GR contábeis acredita-se que a
variação do lucro líquido em relação a períodos
anteriores e o endividamento são cruciais para a
definição do montante que será provisionado pela
empresa.
57
MARTINEZ (2001, p. 82)
Despesas com Provisão para
Devedores Duvidosos
O principal determinante das DDD é o volume de Contas a Receber
(+) assim, se estiver ocorrendo gerenciamento, espera-se que a
Variação do Lucro Líquido (VLL) em relação ao exercício anterior
tenha uma relação positiva (+) com as DDD, ou seja, espera-se que
α1 > 0 na equação abaixo:
58
Despesas com Provisão para
Devedores Duvidosos
• Ou seja:
• Caso exista “gerenciamento”de resultados para reduzir a
variabilidade, espera-se que o sinal do coeficiente que precede a
VLL seja positivo, isto é, quando ocorre variação do lucro líquido
positiva, as despesas com provisão para devedores duvidosos são
aumentadas. Quando o reverso ocorre, quando há VLL negativa, as
despesas de devedores duvidosos diminuem.
• Desse modo, as Despesas para Provisão com Devedores
Duvidosos seriam definidas parcialmente em função das
circunstâncias de variação do lucro líquido.
59
MARTINEZ (2001, p. 83)
Despesas com Provisão para
Devedores Duvidosos
Para a hipótese do endividamento, espera-se
que o sinal seja negativo, quanto maior for o
montante de endividamento, menor será o
montante de [Link]. Duvidosos.
Desse modo, quanto mais endividada fosse a
firma, menor seria o montante provisionado.
60
MARTINEZ (2001, p. 83)
Despesas de Depreciação
As principais variáveis que determinam as Despesas
de Depreciação são: Ativo Imobilizado e Receitas.
Espera-se que o coeficiente precedente à variação do
lucro líquido seja positivo. Quando os resultados estão
variando positivamente, as despesas de depreciação
são aumentadas de modo a amortizar o crescimento
dos lucros. Entretanto, quando a variação do lucro
líquido é negativa, as despesas seriam reduzidas para
minimizar o efeito da queda dos lucros.
61
MARTINEZ (2001, p. 84-85)
Despesas de Depreciação
Portanto, no caso de gerenciamento, espera-se que a
Variação do Lucro Líquido (VLL) tenha uma relação
positiva (+) com as DD, ou seja, espera-se que β1 > 0:
62
Despesas de Depreciação
No tocante ao coeficiente que precede o grau de
endividamento, espera-se sinal negativo indicando que,
quanto maior for o endividamento, maior será a tendência
das despesas de depreciação serem menores,
aumentando a lucro.
63
MARTINEZ (2001, p. 85)
Receitas Não-Operacionais
Ao contrário das contas anteriores, as RNOp não são
influenciadas diretamente por nenhuma outra variável, uma vez
que representam ganhos obtidos de maneira esporádica.
Portanto, no caso de gerenciamento, espera-se que a Variação
do Lucro Líquido (VLL) tenha uma relação negativa (-) com as
RNOp e, portanto, que se tenha γ1 < 0:
64
Receitas Não-Operacionais
Quanto ao endividamento, espera-se sinal positivo, ou seja,
quanto maior for o endividamento, maior o esforço da
empresa para produzir melhores resultados, mesmo que
esses sejam de natureza não-operacional.
65
MARTINEZ (2001, p. 86)
Estimando essas equações para verificar o Income Smoothing no Brasil,
Martinez(2001, p.88) encontrou:
66
Bibliografia Básica
• BAPTISTA, Evelyn M. B. Análise do perfil das empresas brasileiras segundo o
nível de gerenciamento de resultados. 2008. 300 f. Tese (Doutorado) – Programa de
Pós-Graduação em Administração, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto
Alegre, 2008. Disponível em: [Link] Acesso em: 28 fev.
2010.
• FUJI, Alessandra Hirano ; CARVALHO, L. NELSON . Earnings Management no
contexto bancário brasileiro. In: 5º Congresso USP Controladoria e Contabilidade,
2005, São Paulo - SP. 5 Congresso USP Controladoria e Contabilidade. São Paulo - SP :
EAC FEA USP, 2005. ([Link]
• KRAEMER, Maria [Link] . Contabilidade criativa maquiando as
demonstrações contábeis. Gestiópolis Com, Colômbia - Bogotá, 2005. Disponível em:
[Link] Data de acesso: 09/02/2010.
•MARTINEZ, Antônio Lopo. “Gerenciamento”dos resultados contábeis: Estudo
empírico das companhias abertas brasileiras. 2001, 153f. Tese (Doutorado em
Ciências Contábeis), Departamento de Contabilidade e Atuária, Universidade de São
Paulo, São Paulo, 2001. (Capítulos 1, 2, 3, 4 e 5).
([Link]
67
Bibliografia Complementar
BISPO, Oscar Neto de Almeida. Gerenciamento de resultados contábeis e o
desempenho das ofertas públicas subsequentes de ações de empresas
brasileiras. 2010. 145 f. Dissertação (Mestrado) - Centro de Pós-Graduação e
Pesquisa em Contabilidade e Controladoria da Faculdade de Ciências Econômicas
da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
DECOURT, Roberto Frota; MARTINEWSKI, André Luis; PIETRO NETO, José de.
Existe Gerenciamento de Resultados nas Empresas com Ações Negociadas na
BOVESPA? In: CONGRESSO USP CONTROLADORIA E CONTABILIDADE, 7°,
2007, São Paulo.
DEFENDA-SE – Fraudes Contábeis. Disponível em:
[Link] Data de acesso:
25/03/2010.
• LOPES, A. B. ; TUKAMOTO, Y. S. . Contribuição ao Estudo do Gerenciamento de
Resultados: Uma Comparação entre as Companhias Abertas Brasileiras Emissoras de
ADR´s e não Emissoras de ADR´s. RAUSP. Revista de Administração, v. 42, p. 86-
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68
Bibliografia Complementar
MARTINEZ, A. L.; Minimizando a Variabilidade dos Resultados Contábeis: Estudo
Empírico do Income Smoothing no Brasil. Revista Universo Contábil, ISSN 1809-
3337, Blumenau, v.2, n.1, p. 09-25, jan./abr. 2006.
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NARDI, P. C. C. ; NAKAO, S. H. . Gerenciamento de resultados e a relação com o
custo da dívida das empresas brasileiras abertas. Revista de Contabilidade e
Finanças, v. 20, p. 77-100, 2009. ([Link]
70772009000300006&script=sci_arttext).
SANCOVSCHI, M.; MATOS, F. F. J. de. Gerenciamento de Lucros: que Pensam
Administradores, Contadores e Outros Profissionais de Empresas no Brasil? Revista
de Administração Contemporânea, v. 7, n. 4, Out./Dez. 2003: 141-161.
([Link]
69