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O Sistema de Comando de Incidentes (SCI) é uma ferramenta essencial para a gestão eficiente de emergências e desastres, permitindo uma resposta coordenada e integrada entre as instituições envolvidas. O curso visa capacitar alunos do Corpo de Bombeiros Militar do Pará a utilizar o SCI, abordando conceitos, princípios, estrutura e gestão de recursos. O documento também detalha as principais instalações e a organização modular do SCI, enfatizando a importância da comunicação e do planejamento durante incidentes.
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O Sistema de Comando de Incidentes (SCI) é uma ferramenta essencial para a gestão eficiente de emergências e desastres, permitindo uma resposta coordenada e integrada entre as instituições envolvidas. O curso visa capacitar alunos do Corpo de Bombeiros Militar do Pará a utilizar o SCI, abordando conceitos, princípios, estrutura e gestão de recursos. O documento também detalha as principais instalações e a organização modular do SCI, enfatizando a importância da comunicação e do planejamento durante incidentes.
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SALNAGIONI AG OGNVWOD 4d VWALSIS “02 1/7) re) a Zz re) Se Se ze re) a fe) a z < = fe) o) lu a ¢ = lu E a on S N OS SISTEMA DE COMANDO DE INCIDENTES Josinaldo Pinheiro Ribeiro -3° SGT QBM Mércio dos Santos Avelra-3° SGT QBM Conhecer os Conceitos de emergéncias, desastres e Situagdes Criticas; principios, caracteristicas e instrumentos do SCI; Estrutura do SCI; Areas e Instalagées tipicas; Gestéo de Recursos Informagées. 1 APRESENTACAO DO CURSO 0 Sistema de Comando de Incidentes é uma ferramenta essencial para organizacdes que buscam uma resposta eficiente e coordenada a incidentes de qualquernatureza, bemcomoas Instituigées de Estado responséveis por gerenciare contigenciar os efeitos, os danos e prejuizos resultantes de situagdes criticas, tals como desastres que envolvam miiltiplas vitimas e danosaomeio ambiente. ‘Ao implementar o SCI, as organizagdes podem garantiruma estrutura de comando Ginico ou unificada, uma alocagao eficiente de recursos e uma comunicagao efetiva entre todas as instituicdes envolvidas nas aces de resposta a todo tipo de sinistro. 0 treinamento continuo e a melhoria constante dos processos so fundamentais para manter aeficdciado sistema ao longodotempo. 1.1. Pablico Alvo: Alunos do Curso de Formacao de Pracasdo CBM -2025 1.2, Objetivo Geral: Capacitar 0 aluno a utilizar 0 SCI emoperagdes diversas, mono oumultiagéncia 1.3. Ementa: Conhecer os Conceitos de emergéncias, desastres e Situagdes Critica; principios, caracteristicas ¢ instrumentos do SCI; Estrutura do SCI; Areas e instalagdes tipicas; Gestéo de Recursos Informagées. 1.4, Carga Horéria: 20h/a. 2. CONCEITOS E PRINCIPIOS DO SCI 2.1, Desastre: Resultado de eventos adversos, naturais, tecnolégicos ou de origem antrépica, sobre um cenério vulneravel exposto a ameaga, causando CCURSO DE FORMAGAO DE PRAGAS BOMBEIRO MILTAR CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO PARA danos humanos, materiais ou ambientais e consequentes prejuizos econémicos Fonte: https:/[Link]/riregiao- serrana/noticia/2022/02/15/em-201 1-chuva-na-regiso-se [Link] 2.2. Emergéncias ou crises: Sao situacdes que exigem uma intervengdo imediata de profissionais capacitados com equipamentos adequados, mas que podem ser atendidas pelos recursos normais de resposta a emergéncias, sem necessidade de aces de gerenciamento ou procedimentos especiais. Elas representam as ocorréncias ordindrias atendidas no cotidiano por bombeiros, policiais, técnicos de defesa civil, equipesmédicas do SAMUeetc. Fonte: htps://[Link]/?s=noticiabid=138462 2.3, SituagBes Criticas: Sdo situacBes, que cujas as caracteristicas de risco, exigem, além de uma intervencao imediata de profissionais capacitados com equipamentos adequados, uma postura organizacional nao rotineira para ogerenciamento integrado dasagées de resposta. Dentreasprincipais caracteristicas de uma situaco critica, podemos destacar que elas podem ser: de alto risco, dindmicas, Complexas;e confusa. GOVERNO DO PARA Fonte:[Link] desastre-de-brumadinho-comse-avanca-nos-trabalhos-emareas- desizada, 2.4, Sistema de Comando de Incidentes: “E uma ferramenta de gerenciamento padronizado de incidentes, independente da natureza, amplitude e/ou complexidade do evento, permitindo ao seu usuario 0 emprego de uma estrutura organizacional integrada capaz de suprir as adversidades e demandas dos incidentes, tinicos ou miltiplos, sem interferir nos limites jurisdicionais das instituigées de resposta (SENASP, 2008. P.19). 3. PRINCI 10S ADOTADOS NO SCI © SCI adota nove principios, que devem ser seguidos para o efetivo funcionamento da ferramenta, permitindo uma resposta répida, coordenada eefetiva, bem como, uma boa gestio dos recursos, minimizando a alteracdo das politicas e dos procedimentos operacionais préprios das nstituigdes envolvidas. Pe rca) Seer) cory eres sd Pie rae freien’ Co) Pater ALCANCE DE fetta Cenc) feared rarer Peecotced ed eats Fonte: Manual de SCVOF 3.1. Terminologiacomum Esta terminologia comum fazcom que todosos envolvidos possam se comunicar de forma eficiente clara, facilitando 0 desencadeamento de acdes e, consequentemente, a resposta por parte dos envolvidos. 0 uso de terminologia comum ajuda a definir: As funcGes organizacionais; ® Asinstalacdesdoincidente; #Asdescricdes dos recursos; # Ostitulos deposigées; @ Aexecucdodasordens. ABT ou ‘caminhado de Incéndio? Fonte: Imagem BM/5 - CBMGO [Link] de controle Para que nao haja perda de controle, nas ages operacionais 0 SCI considera que o ntimero de individuos que uma pessoa pode ter sob sua supervisdo com efetividade é no maximo 7, sendo que oidealés. Fonte: CEPDEC - ES 3.3. Organizagao Modular ‘A organizag3o modular considera 0 magnitude e complexidade do incidente, sendo que a suaexpansdo ocorre: DESDE 1882 SALVANDO VIDAS no Wu E ra Let} a (3) a Wu a fe) fay Fa Ed = fo} (3) Ww a < = Wu EF n no fo} io} 1/7) re) a Zz re) Se Se ze re) a fe) a z < = fe) o) lu a ¢ = lu E a on S N OS @ Debaixo para cima, &medida que os recursos sio designados na cena, e seu estabelecimento se dé de cima para baixo, de acordo com as necessidades e prioridades determinadas pelo comandante do incidente. © Esta organizagio modular nao é rigida, permitindo que as posigdes de trabalho possam somar-se (expansdo) ou serem retiradas (contragao) com facilidade de acordo com evolucao do incidente. © Bem como, os objetivos do incidente determinaro as dimensées da estrutura organizacional. De forma que as fungSes/posicSes serdo ativadas conforme necessidade e disponibilidadederecursos; (Tea fiver GRUPO. FORGA TAREFA RECURSO UNICO Figura: Organizagio Modular 3.4. Comunicagéesintegradas Este principio garante que o fluxo de informages em um incidente possa ser transmitido da melhor forma possivel para garantiro bom andamento das aces. Aspectos como tamanho do evento, tipos e quantidades de redes, terminologia, canais e as frequéncias comuns ou interconectadas garantem que ascomunicagées sejam integradas. CCURSO DE FORMAGAO DE PRAGAS BOMBEIRO MILTAR CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO PARA Figura: Comunicagio Integrada 3.5, PlanodeAgaodoIncidente- PA E um planejamento que abordard objetivos, estratégias, taticas requeridas para determinado perfodo operacional. Na maioria dos incidentes, dada sua curta dura¢o, o PAI nao precisa ser escrito, mais sim, elaborado mentalmente. Normalmente os perfodos operacionais ndo 0 superiores a 24 (vinte e quatro) horas. Desta forma, estes objetivos, estratégias, tdticas devem ser definidos de acordo com o periodo operacional, pois as demandas e, consequentemente, 0 emprego dos recursos pode variar com a evolugéo ou nao do incidente, J4 0 Plano de Ago do Incidente escrito caracterizaa fase proativa deresposta aoincidente. [Link] No SCI, cada pessoa responde e informa somente a uma pessoa designada, (Comandante do Incidente, Oficial, Chefe, Encarregado, Coordenador, Lider, Supervisor), proporcionando © cumprimento das ordens e evitando distorgées na comunicacdo e duplicidade de ordens por setores diferenciados. GOVERNO DO PARA COMANDO DO SERURANCA Figura: Cadeia de Comando 3.7, Comandounificado (© Comando Unificado aplica-se quando varias instituiges com competéncia técnica e jurisdicional promovem acordos conjuntos para gerenciar um incidente em que cada instituigdo conserva sua autoridade, responsabilidade e obrigagao de prestar contas. No comando unificado, as instituicdes contribuem no processo para: © planejar deforma conjunta asatividades; © determinar os objetivos para 0 perfodo operacional;, © conduziras operagdes de forma integrada; © otimizarouso dos recursos; © designar as fungdes do pessoal sob um sé planodeago do incidente. Figure: Comando Unificado instalagSes padronizadas No SCI, as instalages devem possuir localizagao | Le precisa, denominacdo comum e estar bem sinalizadas e-em locais seguros. As instalacées tipicas que séo estabelecidas em um incidente so: Posto deComando (PC), Area de Espera (E), Area de Concentracdo de Vitimas (ACV). 0 C.l. poderd ativar outras instalagbes dependendo da magnitude do evento: Base (B), Heliporto (H1), Helibase (H) eAcampamento (A). DESDE 1882 SALVANDO VIDAS Cd no aT) E Zz eT) a 3) z lu a fo} fay z Ed > fe) ° eT a m4 = aT E n on fo) t n ra} E z Wu ray S) z Wu a fe) fay z Eq > fe) re) Ww a < = ra} FE wo S N 2 Figures: Tipos de nstalacdes 3.9, Manejo integralderecursos Este principio garante a otimizacao, controle e contabilidade dos recursos, reduz a dispersiono fluxo das comunicagées, diminui as intromissdes e garantea seguranca do pessoal. £ importante ficar claro que cada recurso utilizado no incidente, independentemente da instituigdo a que pertenca, passa a fazer parte do sistema, ficando sob a responsabilidade do comandante do incidente. Os recursos podem ser combinados e originar diferentes categorias, como segue abaixo: 1-Quantoa categoria: a) Recurso tinico: Equipamento e seu complemento ‘em pessoal que pode ser designado para o incidente paraumafinalidadeespecifica. | nat Figure: Recurso Unico. b) Equipe de intervengao: Conjunto de recursos Gnicos da mesma classe e tipo com um sé lider CCURSO DE FORMAGAO DE PRAGAS BOMBEIRO MILTAR CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO PARA empenhados para atuarem em uma finalidade specifica, Figura: Equipe de intervencio ¢) Forga-tarefa: Qualquer combinacao de recursos ‘inicos de diferentes classes ou tipos, subordinados a jere atuando numatarefaespecifica os Figura: Forca Tarefa 2- Quanto aoestadonoincidente: a) Designados: Sao recursos que esto trabalhando noincidente sob a direcéio de um supervisor; b) Disponiveis: So recursos cadastrados que esto prontos para serem designados. Encontram ~ se na dreadeespera; ¢) Indisponiveis: So recursos que n3o estio disponivelnem pronto para deslocamento ([Link].: questdes de manutenco, periodos de descanso). 4, PRINCIPAIS INSTALACGES DO SCI Em uma situacdo critica é importante a implantagdo de determinadas instalacées padronizadas pelo SCI. Estas instalagdes devem ser capazes de fornecer uma condi¢ao ideal de acomodacao da parte operacional, de apoio e comandodoincidente. GOVERNO DO PARA Sao trés as instalagdes comuns que o Comandante do Incidente (Cl) pode estabelecer em todosos tiposdeincidente: A) Posto de Comando (PC): € a instalacio onde se exercem as fungdes de comando, devendo ser instalado em todas as operacdes que utiliza o SCI, independentemente dotamanho, da complexidadeda situagdo e do tempo de operacdo. No PC se instalam 0 Comando do Incidente, os Oficiais do Staff de Comandoeos Chefes de Seces Figura: Posto de Comando B) Areas de Espera (E): £ essencial no gerenciamento dos recursos, pois proporciona controlee seguranga as equipes de trabalho. Ela é deve ser delimitado e identificado, para se dirigirem os recursos operacionais que se integrarem ao SCI. LA ocorre a recepcio, o cadastramento dos recursos e a classificados em: (pronto para atuar), designado (em atuacdo), indisponivel (ndo chegou, apresenta falhas técnicas ou esta em manutencao) € desmobilizado (ndo é mais necessério para a operacao). Eles permanecem aguardando em condigdes de pronto emprego. Figura: Area de Espera C) Area de Concentragao de Vitimas (ACV): £ 0 local que permite a triagem inicial das vitimas, bem como, a definigao de prioridade de transporte de vitimas dentro do SCI. Deve permitir 0 monitoramento constante e reclassificacao das vitimas por parte das equipesdeatendimento pré-hospitalar. Figura: Area de Concentragao de Vitimas Vale destacar, que em grandes incidentes, 0 Comandante Incidente poderd determinar o estabelecimento de outras instalacdes necessérias as ‘operacdes: Base (8), Acampamento (A), Helibase (H) e Heliponto(H1).. D) Base (B): é a instalago utilizada em grandes incidentes, onde se realizam as fungées logisticas primarias, como almoxarifado, reparo de equipamentos, etc. Figura: Tipos de Base E) Acampamento (A): Deve ser equipado e preparado para proporcionar as equipes de trabalho um local para alojamento, alimentac3o, higienizac3o e lavagem deroupas. Este acampamento pode fazer parte da base (6). a a pos de acampamentos Figura: F) Helibase (H): So realizados os servigos de estacionamento, abastecimento e manutencdo de helicépteros. A Helibase é identificada por um circulo (com 90 cm de diémetro) com fundo amarelo e um “H decor pretaem seu interior. DESDE 1882 SALVANDO VIDAS no aT) E Zz eT) a 3) z lu a fo} fay z Ed > fe) ° eT a m4 = aT E n on fo) t n ra} E z Wu Ss S) = Wu a fe) fay z Eq > fe} re) Ww a < = ra} FE a wo S N Figura: Helibase 1) Heliponto: Local preparado para os helicépteros possam aterrissar, decolar, carregar e descarregar pessoas, equipamentos e materiais. Sinal de identificag3o do heliponto é um circulo com fundo amarelo e um “H1"(“H2", “H3”...) de cor preta em seu interior,com90cmdediametro. See aT Figura: Heliponto 5, ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E FUNCOES DO SCI O SCI esté baseado em 8 fungées distintas: Comando do Incidente, Planejamento,Operagées, Logistica, Administragdo e Finangas, Seguranca, Informagao Publica eLigacao. mes ou unrcaco SRC REDS orca oe secumsea OFF AHO ESE Figura: Estrutura Organizacional do SCI Em eventos de grande magnitude, complexase grande duraco das operagées de resposta poderd ser necessario que 0 comandante do incidem ative a estrutura do SCI de forma completa e expandida. 5.1, Comando do incidente (C.1): £ a autoridade maxima dentro do Sistema de Comando, durante 0 CCURSO DE FORMAGAO DE PRAGAS BOMBEIRO MILTAR CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO PARA atendimento inicial ele desempenha todas as funcées. e deve estar plenamente qualificado para conduzir as respostas ao incidente, dentre suas responsabilidades esto: © Assumir 0 comando do incidente e estabelecer 0 Posto de Comando; © Garantir a seguranca do perimetro do incidentee das equipes envolvidasna resposta; © Avaliar as prioridades do incidente e determinar os objetivos operacionais; © Desenvolver e executar 0 Plano de Aco do Incidente (PAI); 5.2, StaffdeComando Dada a magnitude do evento e sua complexidade 0 Comandante do incidente poderé contar com auxilio direto de seu Staff por ele nomeados, que seré composto por pessoas tecnicamente qualificadas em diferentes fungdes especificas, tais como: Oficial de Seguranca, Oficial de Informacées Publica Oficial de Ligagio. oINerDeNTE TERRES ‘AFF OE COMANDD| onc ou seunanca oFALDE LAG Figura: Staff de Comando 5.2.1. Oficialde Seguranga Ea pessoa responsavel pela andlisee avaliar as situages perigosas e inseguras, assim como de desenvolver de medidas necessérias para garantir a seguranga global de todas equipes envolvidas no sinistro, bem como, da populaco envolta da drea afetada. Além disso, Ele deve corrigir tais situagdes inseguras por meio da linha de comando, bem como, deve mantém-se informado de toda a operacdo em andamento. 5.2.2. Oficial de Informagao Publica Durante uma Situagao Critica é de suma importéncia a presenca do Oficial de Informacgo Piblica, também chamado de Oficial de Informacées ao Piblico, pois ele é 0 Porta-voz do Comandante do Incidente. Ele sera é responsavel em manter uma linha direta de comunicacao e informacao do incidente com 05 veiculos de imprensa, bem como, familiares de GOVERNO DO PARA possiveis vitimas e populaco em volta da drea afetada que esteja com sua rrotina didria sendo comprometida. 5.2.3. OficialdeLigagio Numa situago critica ou num evento de grandes porporcées, é fundamental a figura do Oficial de Ligagio, ele é 0 representante do Comandante diante dos érgao e instituigoes que jé esteja, trabalhando no incidente ou que venham a ser acionadas para incorporar 0 SCI, tais como: érgaos de transito, limpeza urbana, satide, meio ambiente, pericia técnica, saiidee etc. 5.3. StaffPrincipaldeComando Ele est subordinado diretamente ao C.l., sendo responsével pela estrutura funcional do Comando do Incidente. € Constituido pelas segdes de operacées, planejamento, logisticaeadministragao/financas. Se | cvemcscs | [vouisrea |] ruamcnnenro || argo Figura: Staff Principal de Comando 5.3.1 Segode Operacdes E a Secdo de Operacées a responsdvel pela execugdo das agdes de resposta (socorro, busca, salvamento e etc) ao incidente previstas no Plano de Aco do Incidente (PAl). © Chefe responde diretamente ao Comandante do Incidente. Ele deve estruturar organizacao interna da Seo, coordenar todas as operagées visando a seguranca da equipes empenhadas diretamentena resposta, ovenagtes loasenneeovna seghooe segloroucat, seroma sector sndoe seroRe ‘seqione staat ees Figura: Seco de Operacbes, 5.3.2. SegdodeLogistica E a seco responsdvel por providenciar todos os recursos ( materiais, equipamentos e servicos) necessarios para atender o alcance dos objetivos definidos no PAI. Ela indispensdvel em operacdes complexas, de grande magnitude e duracdo de tempo, podendo ser subdividida em 02 Setores: Setor de Apoio ‘ouSuportee Setorde Servigos. lecstica suronre semmgos supaentos comntengoes Instaagoes scamgosmeaicos el Figura: Segio de Logistica 5.3.3. Segdode Planejamento E a responsavel por verificar a condicao, 0 status dos recursos disponiveis, avalié-las e processé- las para possibilitara elaboragao do PAI de acordo com objetivos e prioridades definidos pelo C.I. Ela elaborao Plano de Aco do Incidente (PAI) - 0 qual define as atividades de resposta eo uso dos recursos durante um Periodo Opetacional. Sob sua direcdo, poderdo ser ativadas as Unidades de Recursos, de Situacdo, de Documentacao, Desmobilizacio Especialistas. 0 Chefe da Seco reporta-seaoCl. 5.3.4.Segd0 Administragdo e Finangas: & responsdvel por controlar e monitorar os custos relacionados & operacdo, providenciar 0 controle de ‘emprego de pessoal e horas trabalhadas para fins de indenizagao; compras (orgamentos, contratos, DESDE 1882 SALVANDO VIDAS no Wu E ra Let} a (3) a Wu a fe) fay Fa Ed = fo} (3) Ww a < = Wu EF n no fo} io} 1/7) re) a Zz re) Se Se ze re) a fe) a z < = fe) o) lu a ¢ = lu E a on S N OS pagamentos) e custos. 0 Chefe da sec3o poderd ativar as Unidades de Tempos, de Provedoria e de Custos paramelhor desempenharsuasatribuicdes; ee Figura: Seglo de Adm e Finangas [Link] DE REGISTRO E CONSULTA 6.1, Tarjetade Campo Ela consiste estabelece as primeiras ages que deverdo ser realizadas pelo primeiro respondedor, com capacidade operacional, que chega no local do incidente e assume o comando, visando organizar de forma répida e eficiente a resposta a0 incidentee serve como um facilitador nos casos de transferéncia do comando, Ela estabelece oito ages que o primeiro respondedor deve executar ao chegar no local sinistrado: InformaraBase de sua Chegadaaoincidente; ‘@ Assumire Estabelecer 0 Posto de Comando; ‘ Avaliara Situacao; © Estabelecer o Perimetro de Seguranga-Zona Quente, Zona Morna, Zona fria; © Estabeleceros Objetivos; © Determinar as Estratégiase Taticas; © Determinar as Necessidades de Recursos Adicionaiseo Estabelecimento das instalagdes © Preparar as Informagées para Transferir 0 Comando 6.2. Formulério SCI-201- Briefing doincidente Na primeira transfer€ncia de comando, as informacdes necessérias esto escritas no Formulério SCI - 201, em virtude do PAI no ter sido elaborado ESSA) cunso Dz FORMAGAO DE PRAGAS BOMBEIRO MILITAR CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO PARA nesse perfodo inicial, Este formulério oferece a0 ‘Comandante do Incidente (ao Staff de Comando ¢ as Segdes) informagdes basicas sobre a situagdo do incidente ea dos recursos j4empenhados. 6.3. Formulario SCI-202 - Objetivos daResposta Este Formulario é utilizado paraaconfeccaodo Plano de Acdo do Incidente (PAI), serve para estabelecer os objetivos para um periodo operacional, bem como, as estratégias, os recursos necessarios e a estrutura organizacional. Ele também, elenca medidas de seguranga que devem ser utilizadas durante 0 perfodo operacional. 6.4. Formulério SCI-204- Designacées Taticas Este formuldrio é muito importante, pois demonstra a designaco dos recursos, informa o nome decadaliderdeequipeeseu contato. 6.5, Formulério SCI-205 - Plano de Comunicagio Este formuldrio estabelece condicé operacionais e administrativas para construcdo do plano de comunicagio do SCI. Ele serve também para controlar os meios de comunicagées dentro de uma situagio critica ou evento de grande piblico. 6.6, Formulirio SCI-206 - Triagem de vitimas Este formulério € til para 0 controle de vitimas, na ACY, ele permite saber pelo método START qual a gravidade da vitima, seu nome, idade eo modo transporte utilizado, assim como, o local para onde a vitima foi levada, hordrio e responsdvel pelo transporte. 6.7. Formulérios SCI- 221 SCI-219- Controle dos Recursos Os formulérios SCI-211 eSCI-219 permitem ao comandante do incidente uma gestio eficiente dos recursos, quais esto Disponiveis; indisponiveis; Designados e Desmobilizados. Eles permitem também mapear cada recurso, assim como, quantas pessoas integram a equipe empregada e o local de trabalho designado, GOVERNO DO PARA REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS ANOTAGOES: BRASIL, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renovaveis(ibama). Centro Nacional de Prevencio e Combate a Incéndios Floresta (Previogo). Guia de Operacées de Combate Ampliado aos Incéndios Florestals (Baseado no Sistema deComando de Incidente-SC). Brasilia, DF, 2018, BRASIL, Secretaria Nacional de Seguranga Publica, Curso de SistemadeComandode Incidentes, SENASP. Brasilia, 2008, 2°, BRASIL, Secretaria Nacional de Defesa Civil, Sistema de Comando em Operagdes. Guia de Campo. SEDEC/ [Link]épolis.2010. DISTRITO FEDERAL. Manual de Sistema de Comando de incidentes = SCI - Corpo de Bombeiras Militar do Distrito Federal - CBMDF, 2ou1, FWA. ICS 100 Manual. Federal Emergency Management Agency. Disponivetem htpy traning fema gov/EMIVIebjISstO0alsLasp Acesso: 13 Fev 03, FEMA. ICS 200 Manual. Federal Emergency Management Agency Disponivelem [Link] ‘Acesso: 13 Fev09. GOIAS. Manual Operacional de Bombeiros: Sistema deComandode Incidentes /Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goids. ~ Goisnia:-2017. PARANA, Sistema de Comando de Incidentes - Nivel Operacées - Corpo deBombeirasWilitardoParan-CBMPR, 1" EdigSo, SANTA CATARINA, Secretaria de Estado da Seguranga Péblica e Detesa de Cidadio. Capacitagio em Defesa Civil- Sistema de Comando em Operagbes ~[Link]/Lagoa. EditoraLtda. 2004. no aT) E Zz eT) a 3) z lu a fo} fay z Ed > fe) ° eT a m4 = aT E n on fo) t DESDE 1882 SALVANDO VIDAS 6S CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO PARA ANOTAGGES ANOTACOES: n ra} E z Wu Ss S) = Wu a fe) fay z Eq > fe} re) Ww a < = ra} FE a wo S N

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