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O Sistema de Comando de Incidentes (SCI) é uma ferramenta essencial para a gestão eficiente de emergências e desastres, permitindo uma resposta coordenada e integrada entre as instituições envolvidas. O curso visa capacitar alunos do Corpo de Bombeiros Militar do Pará a utilizar o SCI, abordando conceitos, princípios, estrutura e gestão de recursos. O documento também detalha as principais instalações e a organização modular do SCI, enfatizando a importância da comunicação e do planejamento durante incidentes.
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SISTEMA DE COMANDO DE INCIDENTES
Josinaldo Pinheiro Ribeiro -3° SGT QBM
Mércio dos Santos Avelra-3° SGT QBM
Conhecer os Conceitos de emergéncias,
desastres e Situagdes Criticas; principios,
caracteristicas e instrumentos do SCI; Estrutura do SCI;
Areas e Instalagées tipicas; Gestéo de Recursos
Informagées.
1 APRESENTACAO DO CURSO
0 Sistema de Comando de Incidentes é uma
ferramenta essencial para organizacdes que buscam
uma resposta eficiente e coordenada a incidentes de
qualquernatureza, bemcomoas Instituigées de Estado
responséveis por gerenciare contigenciar os efeitos, os
danos e prejuizos resultantes de situagdes criticas, tals
como desastres que envolvam miiltiplas vitimas e
danosaomeio ambiente.
‘Ao implementar o SCI, as organizagdes podem
garantiruma estrutura de comando Ginico ou unificada,
uma alocagao eficiente de recursos e uma
comunicagao efetiva entre todas as instituicdes
envolvidas nas aces de resposta a todo tipo de
sinistro. 0 treinamento continuo e a melhoria
constante dos processos so fundamentais para
manter aeficdciado sistema ao longodotempo.
1.1. Pablico Alvo: Alunos do Curso de Formacao de
Pracasdo CBM -2025
1.2, Objetivo Geral: Capacitar 0 aluno a utilizar 0 SCI
emoperagdes diversas, mono oumultiagéncia
1.3. Ementa: Conhecer os Conceitos de emergéncias,
desastres e Situagdes Critica; principios,
caracteristicas ¢ instrumentos do SCI; Estrutura do SCI;
Areas e instalagdes tipicas; Gestéo de Recursos
Informagées.
1.4, Carga Horéria: 20h/a.
2. CONCEITOS E PRINCIPIOS DO SCI
2.1, Desastre: Resultado de eventos adversos,
naturais, tecnolégicos ou de origem antrépica, sobre
um cenério vulneravel exposto a ameaga, causando
CCURSO DE FORMAGAO DE PRAGAS BOMBEIRO MILTAR
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO PARA
danos humanos, materiais ou ambientais e
consequentes prejuizos econémicos
Fonte: https:/[Link]/riregiao-
serrana/noticia/2022/02/15/em-201 1-chuva-na-regiso-se
[Link]
2.2. Emergéncias ou crises: Sao situacdes que
exigem uma intervengdo imediata de profissionais
capacitados com equipamentos adequados, mas que
podem ser atendidas pelos recursos normais de
resposta a emergéncias, sem necessidade de aces
de gerenciamento ou procedimentos especiais.
Elas representam as ocorréncias ordindrias atendidas
no cotidiano por bombeiros, policiais, técnicos de
defesa civil, equipesmédicas do SAMUeetc.
Fonte: htps://[Link]/?s=noticiabid=138462
2.3, SituagBes Criticas: Sdo situacBes, que cujas as
caracteristicas de risco, exigem, além de uma
intervencao imediata de profissionais capacitados
com equipamentos adequados, uma postura
organizacional nao rotineira para ogerenciamento
integrado dasagées de resposta. Dentreasprincipais
caracteristicas de uma situaco critica, podemos
destacar que elas podem ser: de alto risco, dindmicas,
Complexas;e confusa.GOVERNO DO PARA
Fonte:[Link]
desastre-de-brumadinho-comse-avanca-nos-trabalhos-emareas-
desizada,
2.4, Sistema de Comando de Incidentes: “E uma
ferramenta de gerenciamento padronizado de
incidentes, independente da natureza, amplitude e/ou
complexidade do evento, permitindo ao seu usuario 0
emprego de uma estrutura organizacional integrada
capaz de suprir as adversidades e demandas dos
incidentes, tinicos ou miltiplos, sem interferir nos
limites jurisdicionais das instituigées de resposta
(SENASP, 2008. P.19).
3. PRINCI
10S ADOTADOS NO SCI
© SCI adota nove principios, que devem ser
seguidos para o efetivo funcionamento da ferramenta,
permitindo uma resposta répida, coordenada eefetiva,
bem como, uma boa gestio dos recursos, minimizando
a alteracdo das politicas e dos procedimentos
operacionais préprios das nstituigdes envolvidas.
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ALCANCE DE
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Fonte: Manual de SCVOF
3.1. Terminologiacomum
Esta terminologia comum fazcom que todosos
envolvidos possam se comunicar de forma eficiente
clara, facilitando 0 desencadeamento de acdes e,
consequentemente, a resposta por parte dos
envolvidos. 0 uso de terminologia comum ajuda a
definir:
As funcGes organizacionais;
® Asinstalacdesdoincidente;
#Asdescricdes dos recursos;
# Ostitulos deposigées;
@ Aexecucdodasordens.
ABT ou
‘caminhado
de Incéndio?
Fonte: Imagem BM/5 - CBMGO
[Link] de controle
Para que nao haja perda de controle, nas ages
operacionais 0 SCI considera que o ntimero de
individuos que uma pessoa pode ter sob sua
supervisdo com efetividade é no maximo 7, sendo que
oidealés.
Fonte: CEPDEC - ES
3.3. Organizagao Modular
‘A organizag3o modular considera 0
magnitude e complexidade do incidente, sendo que a
suaexpansdo ocorre:
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@ Debaixo para cima, &medida que os recursos
sio designados na cena, e seu estabelecimento se dé
de cima para baixo, de acordo com as necessidades e
prioridades determinadas pelo comandante do
incidente.
© Esta organizagio modular nao é rigida,
permitindo que as posigdes de trabalho possam
somar-se (expansdo) ou serem retiradas (contragao)
com facilidade de acordo com evolucao do incidente.
© Bem como, os objetivos do incidente
determinaro as dimensées da estrutura
organizacional. De forma que as fungSes/posicSes
serdo ativadas conforme necessidade e
disponibilidadederecursos;
(Tea
fiver
GRUPO.
FORGA TAREFA
RECURSO UNICO
Figura: Organizagio Modular
3.4. Comunicagéesintegradas
Este principio garante que o fluxo de
informages em um incidente possa ser transmitido da
melhor forma possivel para garantiro bom andamento
das aces. Aspectos como tamanho do evento, tipos e
quantidades de redes, terminologia, canais e as
frequéncias comuns ou interconectadas garantem que
ascomunicagées sejam integradas.
CCURSO DE FORMAGAO DE PRAGAS BOMBEIRO MILTAR
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO PARA
Figura: Comunicagio Integrada
3.5, PlanodeAgaodoIncidente- PA
E um planejamento que abordard objetivos,
estratégias, taticas requeridas para determinado
perfodo operacional. Na maioria dos incidentes, dada
sua curta dura¢o, o PAI nao precisa ser escrito, mais
sim, elaborado mentalmente.
Normalmente os perfodos operacionais ndo
0 superiores a 24 (vinte e quatro) horas. Desta forma,
estes objetivos, estratégias, tdticas devem ser
definidos de acordo com o periodo operacional, pois as
demandas e, consequentemente, 0 emprego dos
recursos pode variar com a evolugéo ou nao do
incidente, J4 0 Plano de Ago do Incidente escrito
caracterizaa fase proativa deresposta aoincidente.
[Link]
No SCI, cada pessoa responde e informa
somente a uma pessoa designada, (Comandante do
Incidente, Oficial, Chefe, Encarregado, Coordenador,
Lider, Supervisor), proporcionando © cumprimento
das ordens e evitando distorgées na comunicacdo e
duplicidade de ordens por setores diferenciados.GOVERNO DO PARA
COMANDO DO
SERURANCA
Figura: Cadeia de Comando
3.7, Comandounificado
(© Comando Unificado aplica-se quando varias
instituiges com competéncia técnica e jurisdicional
promovem acordos conjuntos para gerenciar um
incidente em que cada instituigdo conserva sua
autoridade, responsabilidade e obrigagao de prestar
contas. No comando unificado, as instituicdes
contribuem no processo para:
© planejar deforma conjunta asatividades;
© determinar os objetivos para 0 perfodo
operacional;,
© conduziras operagdes de forma integrada;
© otimizarouso dos recursos;
© designar as fungdes do pessoal sob um sé
planodeago do incidente.
Figure: Comando Unificado
instalagSes padronizadas
No SCI, as instalages devem possuir localizagao
|
Le
precisa, denominacdo comum e estar bem sinalizadas
e-em locais seguros. As instalacées tipicas que séo
estabelecidas em um incidente so: Posto deComando
(PC), Area de Espera (E), Area de Concentracdo de
Vitimas (ACV). 0 C.l. poderd ativar outras instalagbes
dependendo da magnitude do evento: Base (B),
Heliporto (H1), Helibase (H) eAcampamento (A).
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Figures: Tipos de nstalacdes
3.9, Manejo integralderecursos
Este principio garante a otimizacao, controle e
contabilidade dos recursos, reduz a dispersiono fluxo
das comunicagées, diminui as intromissdes e garantea
seguranca do pessoal. £ importante ficar claro que
cada recurso utilizado no incidente,
independentemente da instituigdo a que pertenca,
passa a fazer parte do sistema, ficando sob a
responsabilidade do comandante do incidente. Os
recursos podem ser combinados e originar diferentes
categorias, como segue abaixo:
1-Quantoa categoria:
a) Recurso tinico: Equipamento e seu complemento
‘em pessoal que pode ser designado para o incidente
paraumafinalidadeespecifica.
| nat
Figure: Recurso Unico.
b) Equipe de intervengao: Conjunto de recursos
Gnicos da mesma classe e tipo com um sé lider
CCURSO DE FORMAGAO DE PRAGAS BOMBEIRO MILTAR
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO PARA
empenhados para atuarem em uma finalidade
specifica,
Figura: Equipe de intervencio
¢) Forga-tarefa: Qualquer combinacao de recursos
‘inicos de diferentes classes ou tipos, subordinados a
jere atuando numatarefaespecifica
os
Figura: Forca Tarefa
2- Quanto aoestadonoincidente:
a) Designados: Sao recursos que esto trabalhando
noincidente sob a direcéio de um supervisor;
b) Disponiveis: So recursos cadastrados que esto
prontos para serem designados. Encontram ~ se na
dreadeespera;
¢) Indisponiveis: So recursos que n3o estio
disponivelnem pronto para deslocamento ([Link].:
questdes de manutenco, periodos de descanso).
4, PRINCIPAIS INSTALACGES DO SCI
Em uma situacdo critica é importante a
implantagdo de determinadas instalacées
padronizadas pelo SCI. Estas instalagdes devem ser
capazes de fornecer uma condi¢ao ideal de
acomodacao da parte operacional, de apoio e
comandodoincidente.GOVERNO DO PARA
Sao trés as instalagdes comuns que o
Comandante do Incidente (Cl) pode estabelecer em
todosos tiposdeincidente:
A) Posto de Comando (PC): € a instalacio onde se
exercem as fungdes de comando, devendo ser
instalado em todas as operacdes que utiliza o SCI,
independentemente dotamanho, da complexidadeda
situagdo e do tempo de operacdo. No PC se instalam 0
Comando do Incidente, os Oficiais do Staff de
Comandoeos Chefes de Seces
Figura: Posto de Comando
B) Areas de Espera (E): £ essencial no gerenciamento
dos recursos, pois proporciona controlee seguranga as
equipes de trabalho. Ela é deve ser delimitado e
identificado, para se dirigirem os recursos
operacionais que se integrarem ao SCI. LA ocorre a
recepcio, o cadastramento dos recursos e a
classificados em: (pronto para atuar),
designado (em atuacdo), indisponivel (ndo chegou,
apresenta falhas técnicas ou esta em manutencao) €
desmobilizado (ndo é mais necessério para a
operacao). Eles permanecem aguardando em
condigdes de pronto emprego.
Figura: Area de Espera
C) Area de Concentragao de Vitimas (ACV): £ 0 local
que permite a triagem inicial das vitimas, bem como, a
definigao de prioridade de transporte de vitimas
dentro do SCI. Deve permitir 0 monitoramento
constante e reclassificacao das vitimas por parte das
equipesdeatendimento pré-hospitalar.
Figura: Area de Concentragao de Vitimas
Vale destacar, que em grandes incidentes, 0
Comandante Incidente poderd determinar o
estabelecimento de outras instalacdes necessérias as
‘operacdes: Base (8), Acampamento (A), Helibase (H) e
Heliponto(H1)..
D) Base (B): é a instalago utilizada em grandes
incidentes, onde se realizam as fungées logisticas
primarias, como almoxarifado, reparo de
equipamentos, etc.
Figura: Tipos de Base
E) Acampamento (A): Deve ser equipado e preparado
para proporcionar as equipes de trabalho um local
para alojamento, alimentac3o, higienizac3o e lavagem
deroupas. Este acampamento pode fazer parte da base
(6).
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pos de acampamentos
Figura:
F) Helibase (H): So realizados os servigos de
estacionamento, abastecimento e manutencdo de
helicépteros. A Helibase é identificada por um circulo
(com 90 cm de diémetro) com fundo amarelo e um “H
decor pretaem seu interior.
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Figura: Helibase
1) Heliponto: Local preparado para os helicépteros
possam aterrissar, decolar, carregar e descarregar
pessoas, equipamentos e materiais. Sinal de
identificag3o do heliponto é um circulo com fundo
amarelo e um “H1"(“H2", “H3”...) de cor preta em seu
interior,com90cmdediametro.
See aT
Figura: Heliponto
5, ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
E FUNCOES DO SCI
O SCI esté baseado em 8 fungées distintas:
Comando do Incidente, Planejamento,Operagées,
Logistica, Administragdo e Finangas, Seguranca,
Informagao Publica eLigacao.
mes ou unrcaco
SRC REDS
orca oe secumsea
OFF AHO
ESE
Figura: Estrutura Organizacional do SCI
Em eventos de grande magnitude, complexase
grande duraco das operagées de resposta poderd ser
necessario que 0 comandante do incidem ative a
estrutura do SCI de forma completa e expandida.
5.1, Comando do incidente (C.1): £ a autoridade
maxima dentro do Sistema de Comando, durante 0
CCURSO DE FORMAGAO DE PRAGAS BOMBEIRO MILTAR
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO PARA
atendimento inicial ele desempenha todas as funcées.
e deve estar plenamente qualificado para conduzir as
respostas ao incidente, dentre suas responsabilidades
esto:
© Assumir 0 comando do incidente e
estabelecer 0 Posto de Comando;
© Garantir a seguranca do perimetro do
incidentee das equipes envolvidasna resposta;
© Avaliar as prioridades do incidente e
determinar os objetivos operacionais;
© Desenvolver e executar 0 Plano de Aco do
Incidente (PAI);
5.2, StaffdeComando
Dada a magnitude do evento e sua
complexidade 0 Comandante do incidente poderé
contar com auxilio direto de seu Staff por ele
nomeados, que seré composto por pessoas
tecnicamente qualificadas em diferentes fungdes
especificas, tais como: Oficial de Seguranca, Oficial de
Informacées Publica Oficial de Ligagio.
oINerDeNTE TERRES
‘AFF OE COMANDD| onc ou seunanca
oFALDE LAG
Figura: Staff de Comando
5.2.1. Oficialde Seguranga
Ea pessoa responsavel pela andlisee avaliar as
situages perigosas e inseguras, assim como de
desenvolver de medidas necessérias para garantir a
seguranga global de todas equipes envolvidas no
sinistro, bem como, da populaco envolta da drea
afetada. Além disso, Ele deve corrigir tais situagdes
inseguras por meio da linha de comando, bem como,
deve mantém-se informado de toda a operacdo em
andamento.
5.2.2. Oficial de Informagao Publica
Durante uma Situagao Critica é de suma
importéncia a presenca do Oficial de Informacgo
Piblica, também chamado de Oficial de Informacées
ao Piblico, pois ele é 0 Porta-voz do Comandante do
Incidente. Ele sera é responsavel em manter uma linha
direta de comunicacao e informacao do incidente com
05 veiculos de imprensa, bem como, familiares deGOVERNO DO PARA
possiveis vitimas e populaco em volta da drea afetada
que esteja com sua rrotina didria sendo comprometida.
5.2.3. OficialdeLigagio
Numa situago critica ou num evento de grandes
porporcées, é fundamental a figura do Oficial de
Ligagio, ele é 0 representante do Comandante diante
dos érgao e instituigoes que jé esteja, trabalhando no
incidente ou que venham a ser acionadas para
incorporar 0 SCI, tais como: érgaos de transito, limpeza
urbana, satide, meio ambiente, pericia técnica, saiidee
etc.
5.3. StaffPrincipaldeComando
Ele est subordinado diretamente ao C.l., sendo
responsével pela estrutura funcional do Comando do
Incidente. € Constituido pelas segdes de operacées,
planejamento, logisticaeadministragao/financas.
Se |
cvemcscs | [vouisrea |] ruamcnnenro || argo
Figura: Staff Principal de Comando
5.3.1 Segode Operacdes
E a Secdo de Operacées a responsdvel pela
execugdo das agdes de resposta (socorro, busca,
salvamento e etc) ao incidente previstas no Plano de
Aco do Incidente (PAl).
© Chefe responde diretamente ao
Comandante do Incidente. Ele deve estruturar
organizacao interna da Seo, coordenar todas as
operagées visando a seguranca da equipes
empenhadas diretamentena resposta,
ovenagtes
loasenneeovna
seghooe
segloroucat, seroma
sector sndoe seroRe
‘seqione
staat ees
Figura: Seco de Operacbes,
5.3.2. SegdodeLogistica
E a seco responsdvel por providenciar todos
os recursos ( materiais, equipamentos e servicos)
necessarios para atender o alcance dos objetivos
definidos no PAI. Ela indispensdvel em operacdes
complexas, de grande magnitude e duracdo de tempo,
podendo ser subdividida em 02 Setores: Setor de Apoio
‘ouSuportee Setorde Servigos.
lecstica
suronre semmgos
supaentos comntengoes
Instaagoes scamgosmeaicos
el
Figura: Segio de Logistica
5.3.3. Segdode Planejamento
E a responsavel por verificar a condicao, 0
status dos recursos disponiveis, avalié-las e processé-
las para possibilitara elaboragao do PAI de acordo com
objetivos e prioridades definidos pelo C.I. Ela elaborao
Plano de Aco do Incidente (PAI) - 0 qual define as
atividades de resposta eo uso dos recursos durante um
Periodo Opetacional. Sob sua direcdo, poderdo ser
ativadas as Unidades de Recursos, de Situacdo, de
Documentacao, Desmobilizacio Especialistas. 0
Chefe da Seco reporta-seaoCl.
5.3.4.Segd0 Administragdo e Finangas: &
responsdvel por controlar e monitorar os custos
relacionados & operacdo, providenciar 0 controle de
‘emprego de pessoal e horas trabalhadas para fins de
indenizagao; compras (orgamentos, contratos,
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pagamentos) e custos. 0 Chefe da sec3o poderd ativar
as Unidades de Tempos, de Provedoria e de Custos
paramelhor desempenharsuasatribuicdes;
ee
Figura: Seglo de Adm e Finangas
[Link] DE REGISTRO E CONSULTA
6.1, Tarjetade Campo
Ela consiste estabelece as primeiras ages que
deverdo ser realizadas pelo primeiro respondedor, com
capacidade operacional, que chega no local do
incidente e assume o comando, visando organizar de
forma répida e eficiente a resposta a0 incidentee serve
como um facilitador nos casos de transferéncia do
comando, Ela estabelece oito ages que o primeiro
respondedor deve executar ao chegar no local
sinistrado:
InformaraBase de sua Chegadaaoincidente;
‘@ Assumire Estabelecer 0 Posto de Comando;
‘ Avaliara Situacao;
© Estabelecer o Perimetro de Seguranga-Zona
Quente, Zona Morna, Zona fria;
© Estabeleceros Objetivos;
© Determinar as Estratégiase Taticas;
© Determinar as Necessidades de Recursos
Adicionaiseo
Estabelecimento das instalagdes
© Preparar as Informagées para Transferir 0
Comando
6.2. Formulério SCI-201- Briefing doincidente
Na primeira transfer€ncia de comando, as
informacdes necessérias esto escritas no Formulério
SCI - 201, em virtude do PAI no ter sido elaborado
ESSA) cunso Dz FORMAGAO DE PRAGAS BOMBEIRO MILITAR
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO PARA
nesse perfodo inicial, Este formulério oferece a0
‘Comandante do Incidente (ao Staff de Comando ¢ as
Segdes) informagdes basicas sobre a situagdo do
incidente ea dos recursos j4empenhados.
6.3. Formulario SCI-202 - Objetivos daResposta
Este Formulario é utilizado paraaconfeccaodo
Plano de Acdo do Incidente (PAI), serve para
estabelecer os objetivos para um periodo operacional,
bem como, as estratégias, os recursos necessarios e a
estrutura organizacional. Ele também, elenca medidas
de seguranga que devem ser utilizadas durante 0
perfodo operacional.
6.4. Formulério SCI-204- Designacées Taticas
Este formuldrio é muito importante, pois
demonstra a designaco dos recursos, informa o nome
decadaliderdeequipeeseu contato.
6.5, Formulério SCI-205 - Plano de Comunicagio
Este formuldrio estabelece condicé
operacionais e administrativas para construcdo do
plano de comunicagio do SCI. Ele serve também para
controlar os meios de comunicagées dentro de uma
situagio critica ou evento de grande piblico.
6.6, Formulirio SCI-206 - Triagem de vitimas
Este formulério € til para 0 controle de
vitimas, na ACY, ele permite saber pelo método START
qual a gravidade da vitima, seu nome, idade eo modo
transporte utilizado, assim como, o local para onde a
vitima foi levada, hordrio e responsdvel pelo
transporte.
6.7. Formulérios SCI- 221 SCI-219- Controle dos
Recursos
Os formulérios SCI-211 eSCI-219 permitem ao
comandante do incidente uma gestio eficiente dos
recursos, quais esto Disponiveis; indisponiveis;
Designados e Desmobilizados. Eles permitem também
mapear cada recurso, assim como, quantas pessoas
integram a equipe empregada e o local de trabalho
designado,GOVERNO DO PARA
REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS ANOTAGOES:
BRASIL, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos
Naturais Renovaveis(ibama). Centro Nacional de Prevencio e
Combate a Incéndios Floresta (Previogo). Guia de Operacées de
Combate Ampliado aos Incéndios Florestals (Baseado no Sistema
deComando de Incidente-SC). Brasilia, DF, 2018,
BRASIL, Secretaria Nacional de Seguranga Publica, Curso de
SistemadeComandode
Incidentes, SENASP. Brasilia, 2008, 2°,
BRASIL, Secretaria Nacional de Defesa Civil, Sistema de Comando
em Operagdes. Guia de Campo. SEDEC/ [Link]épolis.2010.
DISTRITO FEDERAL. Manual de Sistema de Comando de incidentes
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Capacitagio em Defesa Civil- Sistema de Comando em Operagbes
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