0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações4 páginas

Tributação PF Rural

A Instrução Normativa SRF nº 83 estabelece diretrizes sobre a tributação dos resultados da atividade rural para pessoas físicas, definindo o que é considerado atividade rural e quais receitas e despesas devem ser contabilizadas. A norma detalha as condições para a apuração do resultado da atividade rural, incluindo a possibilidade de compensação de prejuízos e a documentação necessária para comprovação das receitas e despesas. Além disso, especifica as atividades que não são consideradas rurais para fins de tributação.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações4 páginas

Tributação PF Rural

A Instrução Normativa SRF nº 83 estabelece diretrizes sobre a tributação dos resultados da atividade rural para pessoas físicas, definindo o que é considerado atividade rural e quais receitas e despesas devem ser contabilizadas. A norma detalha as condições para a apuração do resultado da atividade rural, incluindo a possibilidade de compensação de prejuízos e a documentação necessária para comprovação das receitas e despesas. Além disso, especifica as atividades que não são consideradas rurais para fins de tributação.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Impressão gerada em 09/06/2010

FISCOSoft
Impresso

c) transformação de produtos zootécnicos:


Instrução Normativa SECRETÁRIO DA RECEITA 1. produção de mel acondicionado em embalagem de
FEDERAL - SRF nº 83 de 11.10.2001 apresentação;
D.O.U.: 16.10.2001 2. laticínio (pasteurização e acondicionamento de leite;
transformação de leite em queijo, manteiga e requeijão);
Dispõe sobre a tributação dos resultados da 3. produção de sucos de frutas acondicionados em
atividade rural das pessoas físicas. embalagem de apresentação;
4. produção de adubos orgânicos;
O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL, no uso da d) transformação de produtos florestais:
atribuição que lhe confere o inciso III do art. 209 do 1. produção de carvão vegetal;
Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, 2. produção de lenha com árvores da propriedade rural;
aprovado pela Portaria MF nº 259, de 24 de agosto de 2001, 3. venda de pinheiros e madeira de árvores plantadas na
e tendo em vista o disposto nas Leis nº 8.023, de 12 de abril propriedade rural;
de 1990, nº 8.134, de 27 de dezembro de 1990, nº 9.249 e nº e) produção de embriões de rebanho em geral, alevinos e
9.250, de 26 de dezembro de 1995, resolve: girinos, em propriedade rural, independentemente de sua
Art. 1º O resultado da atividade rural, apurado pelas pessoas destinação (reprodução ou comercialização).
físicas, quando positivo, integra a base de cálculo do imposto Art. 3º Considera-se unidade rural, para fins do imposto de
de renda devido no ano-calendário. renda, a embarcação para captura in natura do pescado, o
Disposições Gerais imóvel ou qualquer lugar utilizado para exploração
Art. 2º Considera-se atividade rural: ininterrupta da atividade rural.
I - a agricultura; Art. 4º Não se considera atividade rural:
II - a pecuária; I - a industrialização de produtos, tais como bebidas
III - a extração e a exploração vegetal e animal; alcoólicas em geral, óleos essenciais, arroz beneficiado em
IV - a exploração de atividades zootécnicas, tais como máquinas industriais, fabricação de vinho com uvas ou
apicultura, avicultura, cunicultura, suinocultura, sericicultura, frutas;
piscicultura e outras culturas de pequenos animais; II - a comercialização de produtos rurais de terceiros e a
V - a atividade de captura de pescado in natura, desde que a compra e venda de rebanho com permanência em poder do
exploração se faça com apetrechos semelhantes aos da pesca contribuinte em prazo inferior a 52 dias, quando em regime
artesanal (arrastões de praia, rede de cerca, etc.), inclusive a de confinamento, ou 138 dias, nos demais casos;
exploração em regime de parceria; III - o beneficiamento ou a industrialização de pescado in
VI - a transformação de produtos decorrentes da atividade natura;
rural, sem que sejam alteradas as características do produto IV - o ganho auferido por proprietário de rebanho, entregue,
in natura, feita pelo próprio agricultor ou criador, com mediante contrato por escrito, a outra parte contratante
equipamentos e utensílios usualmente empregados nas (simples possuidora do rebanho) para o fim específico de
atividades rurais, utilizando exclusivamente matéria-prima procriação, ainda que o rendimento seja predeterminado em
produzida na área rural explorada, tais como: número de animais;
a) beneficiamento de produtos agrícolas: V - as receitas provenientes do aluguel ou arrendamento de
1. descasque de arroz e de outros produtos semelhantes; máquinas, equipamentos agrícolas e pastagens, e da
2. debulha de milho; prestação de serviços de transportes de produtos de terceiros;
3. conservas de frutas; VI - as receitas decorrentes da venda de recursos minerais
b) transformação de produtos agrícolas: extraídos de propriedade rural, tais como metal nobre, pedras
1. moagem de trigo e de milho; preciosas, areia, aterro, pedreiras;
2. moagem de cana-de-açúcar para produção de açúcar VII - as receitas de vendas de produtos agropecuários
mascavo, melado, rapadura; recebidos em herança ou doação, quando o herdeiro ou
3. grãos em farinha ou farelo; donatário não explore atividade rural;

FISCOSoft On Line 1
FISCOSoft Impresso
VIII - as receitas financeiras de aplicações de recursos no número no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e o
período compreendido entre dois ciclos de produção; endereço do adquirente ou do beneficiário, bem assim a data
IX- os valores dos prêmios ganhos a qualquer título pelos e o valor da operação em moeda corrente nacional.
animais que participarem em concursos, competições, feiras Art. 7º Considera-se despesa de custeio aquela necessária à
e exposições; percepção dos rendimentos da atividade rural e à manutenção
X - os prêmios recebidos de entidades promotoras de da fonte pagadora, relacionada com a natureza das atividades
competições hípicas pelos proprietários, criadores e rurais exercidas.
profissionais do turfe; Art. 8º Considera-se investimento a aplicação de recursos
XI - as receitas oriundas da exploração do turismo rural e de financeiros, durante o ano-calendário, que visem ao
hotel fazenda. desenvolvimento da atividade rural, à expansão da produção
Art. 5º A receita bruta da atividade rural é constituída pelo e da melhoria da produtividade, realizados com:
montante das vendas dos produtos oriundos das atividades I - benfeitorias resultantes de construção, instalações,
definidas no art. 2º exploradas pelo próprio vendedor. melhoramentos, reparos, bem assim de limpeza de diques,
§ 1º A receita bruta da atividade rural é computada sem a comportas e canais;
exclusão do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação II - culturas permanentes, essências florestais e pastagens
de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte artificiais;
Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) e III - aquisição de tratores, implementos e equipamentos,
do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural). máquinas, motores, veículos de cargas e utilitários rurais,
§ 2º Integram também a receita bruta da atividade rural: utensílios e bens de duração superior a um ano, bem assim de
I - os valores recebidos de órgãos públicos, tais como botes de pesca ou caíques, frigoríficos para conservação da
auxílios, subvenções, subsídios, Aquisições do Governo pesca, cordas, anzóis, bóias, guinchos e reformas de
Federal (AGF) e as indenizações recebidas do Programa de embarcações;
Garantia da Atividade Agropecuária (Pro-Agro); IV - animais de trabalho, de produção e engorda;
II - o montante ressarcido ao produtor agrícola pela V - serviços técnicos especializados, devidamente
implantação e manutenção da cultura fumageira; contratados, visando elevar a eficiência do uso dos recursos
III - o valor de alienação de investimentos utilizados da propriedade ou exploração rural;
exclusivamente na exploração da atividade rural, ainda que VI - insumos que contribuam destacadamente para elevação
adquiridos pelas modalidades de arrendamento mercantil e da produtividade, tais como reprodutores, aquisições de
consórcio; matrizes, alevinos e girinos, sementes e mudas selecionadas,
IV - o valor da entrega de produtos agrícolas, pela permuta corretivos de solo, fertilizantes, vacinas e defensivos vegetais
com outros bens ou pela dação em pagamento; e animais;
V - o valor pelo qual o subscritor transfere os bens e direitos VII - atividades que visem especificamente à elevação
utilizados na exploração da atividade rural e os produtos e os sócio-econômica do trabalhador rural, tais como casas de
animais dela decorrentes, a título de integralização de capital, trabalhadores, prédios e galpões para atividades recreativas,
nos termos previstos no art. 23 da Lei nº 9.249, de 1995; educacionais e de saúde;
VI - as sobras líquidas decorrentes da comercialização de VIII - estradas que facilitem o acesso ou a circulação na
produtos agropecuários, apuradas na demonstração de propriedade;
resultado do exercício e distribuídas pelas sociedades IX - instalação de aparelhagem de comunicação, bússola,
cooperativas de produção aos associados produtores rurais. sonda, radares e de energia elétrica;
Art. 6º A receita bruta da atividade rural, decorrente da X - bolsas para a formação de técnicos em atividades rurais,
comercialização dos produtos, deve ser comprovada por inclusive gerentes de estabelecimentos e contabilistas.
documentos usualmente utilizados nessas atividades, tais Parágrafo único. Os investimentos são considerados despesas
como Nota Fiscal de Produtor, Nota Fiscal de Entrada, Nota no mês do efetivo pagamento.
Promissória Rural vinculada à Nota Fiscal de Produtor e Art. 9º Não constitui investimento o custo de aquisição da
demais documentos oficialmente reconhecidos pelas terra nua.
fiscalizações estaduais. § 1º Considera-se terra nua o imóvel rural despojado das
Parágrafo único. Quando a receita bruta da atividade rural for benfeitorias (construções, instalações e melhoramentos), das
decorrente da alienação de bens utilizados na exploração da culturas permanentes e temporárias, das árvores e florestas
atividade rural, a pessoa física pode comprovar com plantadas e das pastagens cultivadas ou melhoradas.
documentação hábil e idônea, onde necessariamente conste o § 2º O valor de venda da terra nua não constitui receita da
nome, o número no Cadastro das Pessoas Físicas (CPF) ou o atividade rural, devendo o resultado positivo apurado ser

FISCOSoft On Line 2
FISCOSoft Impresso
tributado como ganho de capital. proporcionalmente à sua parte.
Art. 10. As despesas de custeio e os investimentos são Parágrafo único. Opcionalmente, o resultado da atividade
comprovados mediante documentos idôneos, tais como nota rural comum pode ser apurado e tributado em sua totalidade
fiscal, fatura, recibo, contrato de prestação de serviços, laudo na declaração de um dos cônjuges.
de vistoria de órgão financiador e folha de pagamento de Art. 16. Os encargos financeiros efetivamente pagos em
empregados, identificando adequadamente a destinação dos decorrência de empréstimos contraídos para o financiamento
recursos. de custeio e de investimentos da atividade rural podem ser
Parágrafo único. A Nota Fiscal Simplificada e o Cupom de dedutíveis na apuração do resultado.
Máquina Registradora, quando identificarem o destinatário Art. 17. As despesas relativas à aquisição a prazo de bens
das mercadorias ou produtos, são documentos hábeis para são dedutíveis nas datas dos pagamentos.
comprovar despesas efetuadas pelas pessoas físicas na § 1º No caso de bens adquiridos mediante financiamento
apuração do resultado da atividade rural. rural, a dedução ocorre na data do pagamento do bem e não
Resultado da Atividade Rural na data do empréstimo.
Art. 11. Considera-se resultado da atividade rural a diferença § 2º Em relação aos bens adquiridos por meio de consórcios
entre os valores das receitas recebidas e das despesas de ou arrendamento mercantil, considera-se dedutível a despesa
custeio e dos investimentos pagos no ano-calendário, no momento do pagamento de cada parcela, ressalvado o
correspondentes a todas as unidades rurais exploradas pela disposto no parágrafo seguinte.
pessoa física. § 3º No caso de consórcio ainda não contemplado, o valor
§ 1º Se o resultado da atividade rural for negativo (prejuízo), das parcelas pagas somente pode ser dedutível na apuração
poderá ser compensado nos anos-calendário posteriores. do resultado da atividade rural quando do recebimento do
§ 2º Do resultado da atividade rural poderá ser excluído o bem.
montante de prejuízos compensáveis de exercícios anteriores. Art. 18. As receitas de alienação a prazo de bens devem ser
§ 3º Para efeito do disposto nos parágrafos anteriores, o computadas na apuração do resultado da atividade rural na
contribuinte deve apresentar a Declaração de Ajuste Anual data do recebimento de cada parcela.
no modelo completo desde o ano-calendário em que obteve Art. 19. Os adiantamentos de recursos financeiros, recebidos
prejuízo até o ano-calendário em que efetuar a compensação. por conta de contrato de compra e venda de produtos
§ 4º A pessoa física fica obrigada à conservação e guarda do agrícolas para entrega futura, são computados como receita
livro Caixa e dos documentos fiscais que demonstrem a no mês da efetiva entrega do produto.
apuração do prejuízo a compensar. § 1º Nos contratos de compra e venda de produtos agrícolas,
§ 5º À opção do contribuinte, o resultado da atividade rural, o valor devolvido após a entrega do produto constitui
quando positivo, limitar-se-á a vinte por cento da receita despesa no mês da devolução.
bruta do ano-calendário. § 2º Nos contratos de compra e venda de produtos agrícolas,
Art. 12. O saldo de prejuízo não compensado pelo de cujus o valor devolvido antes da entrega do produto não constitui
pode ser utilizado pelo meeiro e pelos sucessores legítimos despesa, devendo ser diminuído da importância recebida por
que continuarem a exploração da atividade rural, após o conta de venda para entrega futura.
encerramento do inventário, proporcionalmente à parcela da Art. 20. Nas vendas de produtos com preço final sujeito à
unidade rural recebida. cotação da bolsa de mercadorias ou à cotação internacional
Art. 13. Para compensação de prejuízo acumulado, a pessoa do produto, a diferença apurada por ocasião do fechamento
física deve manter escrituração do livro Caixa, mesmo que da operação compõe o resultado da atividade rural.
esteja dispensada desta obrigação. Art. 21. Os empréstimos destinados ao financiamento da
Parágrafo único. A falta da escrituração implica a perda do atividade rural, comprovadamente utilizados nessa atividade,
direito à compensação do prejuízo acumulado. não justificam acréscimo patrimonial.
Art. 14. Os arrendatários, os condôminos, os conviventes, no Forma de Apuração do Resultado
caso de união estável, e os parceiros, na exploração da Art. 22. O resultado da exploração da atividade rural
atividade rural, devem apurar o resultado, separadamente, na exercida pelas pessoas físicas é apurado mediante
proporção dos rendimentos e despesas que couberem a cada escrituração do livro Caixa, abrangendo as receitas, as
um, devendo essa condição ser comprovada despesas de custeio, os investimentos e demais valores que
documentalmente. integram a atividade.
Art. 15. O resultado da atividade rural produzido em § 1º O contribuinte deve comprovar a veracidade das receitas
unidade rural comum ao casal, em decorrência do regime de e das despesas escrituradas no livro Caixa, mediante
casamento, deve ser apurado e tributado pelos cônjuges documentação idônea que identifique o adquirente ou o

FISCOSoft On Line 3
FISCOSoft Impresso
beneficiário, o valor e a data da operação, a qual é mantida resultado deve ser feita por procurador, a quem compete reter
em seu poder à disposição da fiscalização, enquanto não e recolher o imposto devido.
ocorrer a decadência ou prescrição. § 2º O imposto apurado deve ser pago na data da ocorrência
§ 2º A ausência da escrituração prevista no caput implica o do fato gerador.
arbitramento do resultado à razão de vinte por cento da § 3º Ocorrendo remessa de lucros antes do encerramento do
receita bruta do ano-calendário. ano-calendário, o imposto deve ser recolhido no ato sobre o
§ 3º Quando a receita bruta total auferida no ano-calendário valor remetido por ocasião do evento, exceto no caso de
não exceder a R$ 56.000,00 (cinqüenta e seis mil reais) é devolução de capital.
facultada a apuração mediante prova documental, dispensada § 4º Na apuração do resultado da atividade rural não são
a escrituração do livro Caixa. permitidas:
§ 4º O resultado negativo apurado pelas pessoas físicas que I - a opção pelo arbitramento da base de cálculo;
optarem pelo disposto no § 3º não pode ser compensado. II - a compensação de prejuízos apurados.
§ 5º Considera-se prova documental aquela que se estrutura Atividade Rural Exercida no Exterior
por documentos nos quais fiquem comprovados e Art. 27. O resultado da atividade rural exercida no exterior
demonstrados os valores das receitas recebidas, das despesas por residentes no Brasil, quando positivo, integra a base de
de custeio e os investimentos pagos no ano-calendário. cálculo do imposto devido no ano-calendário.
Escrituração do Livro Caixa Parágrafo único. O resultado apurado em moeda estrangeira
Art. 23. A escrituração consiste em assentamentos das é convertido em dólares dos Estados Unidos da América pelo
receitas, despesas de custeio, investimentos e demais valores seu valor fixado, para o último dia do ano-calendário a que se
que integram o resultado da atividade rural no livro Caixa, refere o resultado, pela autoridade monetária do país no qual
não contendo intervalos em branco, nem entrelinhas, a atividade foi exercida, e, em seguida, convertido em reais
borraduras, raspaduras ou emendas. mediante a utilização do valor do dólar dos Estados Unidos
§ 1º É permitida a escrituração do livro Caixa pelo sistema da América fixado para compra pelo Banco Central do
de processamento eletrônico, em formulários contínuos, com Brasil, para o último dia do ano-calendário a que se refere.
subdivisões numeradas, em ordem seqüencial ou Art. 28. Na apuração do resultado são aplicadas as mesmas
tipograficamente. normas previstas para os contribuintes que exploram
§ 2º O livro Caixa independe de registro. atividade rural no Brasil e deve ser apurado em separado.
§ 3º O livro Caixa deve ser numerado seqüencialmente e Parágrafo único. É vedada a compensação de resultado
conter, no início e no encerramento, anotações em forma de positivo no exterior com resultado negativo obtido no Brasil,
"Termos" que identifiquem o contribuinte e a finalidade do bem assim de resultado negativo no exterior com resultado
livro. positivo obtido no Brasil.
§ 4º A escrituração do livro Caixa deve ser realizada até a Art. 29. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de
data prevista para a entrega tempestiva da Declaração de sua publicação.
Ajuste Anual. Art. 30. Fica formalmente revogada, sem interrupção de sua
Art. 24. A escrituração deve ser efetuada abrangendo todas força normativa, a Instrução Normativa SRF nº 17/96, de 4
as unidades rurais exploradas pelo contribuinte, de modo a de abril de 1996.
permitir a apuração dos valores da receita bruta e das EVERARDO MACIEL
despesas de custeio e dos investimentos que integram o
resultado da atividade rural.
Art. 25. Nos casos de exploração de uma unidade rural por
mais de uma pessoa física (art. 14), a escrituração deve ser
efetuada em destaque, no livro Caixa de cada contribuinte,
abrangendo a sua participação no resultado da atividade
rural, acompanhada da respectiva documentação
comprobatória, por meio de cópias, quando for o caso.
Residente no Exterior
Art. 26. O resultado decorrente da atividade rural, exercida
no Brasil por residente no exterior, apurado por ocasião do
encerramento do ano-calendário, constitui a base de cálculo
do imposto e é tributado à alíquota de quinze por cento.
§ 1º Na hipótese de que trata este artigo, a apuração do

FISCOSoft On Line 4

Você também pode gostar