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DINGP

Os embargos de declaração interpostos por Maxim Administração e Participações Ltda. foram rejeitados pelo Superior Tribunal de Justiça, que concluiu não haver omissão, obscuridade, contradição ou erro material no acórdão anterior. A decisão reafirmou que os embargos não podem ser utilizados para rediscutir o mérito da ação rescisória. O tribunal considerou que a insatisfação da embargante com o resultado do julgamento não justifica a revisão do acórdão.

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Os embargos de declaração interpostos por Maxim Administração e Participações Ltda. foram rejeitados pelo Superior Tribunal de Justiça, que concluiu não haver omissão, obscuridade, contradição ou erro material no acórdão anterior. A decisão reafirmou que os embargos não podem ser utilizados para rediscutir o mérito da ação rescisória. O tribunal considerou que a insatisfação da embargante com o resultado do julgamento não justifica a revisão do acórdão.

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EDcl na AÇÃO RESCISÓRIA Nº 6263 - SP (2018/0108659-8)

MINISTRO LUÍS CARLOS GAMBOGI (DESEMBARGADOR


RELATOR :
CONVOCADO DO TJMG)
REVISOR : MINISTRO MOURA RIBEIRO
EMBARGANTE : MAXIM ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES LTDA
ADVOGADO : MIGUEL PEREIRA NETO - SP105701
EMBARGADO : NIKE DO BRASIL COMERCIO E PARTICIPACOES LTDA
EMBARGADO : NIKE INTERNATIONAL LTD
EMBARGADO : LVMH FASHION GROUP BRASIL LTDA
EMBARGADO : LOUIS VUITTTON MALLETIER
EMBARGADO : OAKLEY BRASIL LTDA
EMBARGADO : OAKLEY INCORPORATION
ADVOGADOS : LUIZ CLAUDIO GARE - SP103768
ELISSON GARE - SP310007
SARI FRANCO SCHNAIDER - SP355953
ANDRÉ LUIZ LAMIN RIBEIRO DE QUEIROZ - SP431716

EMENTA

DIREITO PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. EMBARGOS


DE DECLARAÇÃO EM AÇÃO RESCISÓRIA. ART. 1.022 DO CPC/2015.
INEXISTÊNCIA DE OMISSÃO, OBSCURIDADE, CONTRADIÇÃO OU ERRO
MATERIAL. REDISCUSSÃO DO MÉRITO. REJEIÇÃO. EMBARGOS
REJEITADOS.

I. Caso em exame
1. Embargos de declaração contra acórdão da Segunda Seção que julgou improcedente ação
rescisória fundada no art. 966, V e VIII, do CPC/2015, mantendo o acórdão rescindendo
proferido pela Terceira Turma. 2. Fato relevante. A Embargante repisa os fundamentos da
exordial, sustenta inexistência de responsabilidade e requer afastamento da responsabilidade
solidária, pretendendo atribuição de efeitos infringentes aos aclaratórios. 3. Decisões
anteriores. A Segunda Seção afastou a alegação de violação literal dos arts. 186, 403, 927 e
931 do CC por inexistência de afronta direta e inequívoca e, por unanimidade, rejeitou a tese de
erro de fato (art. 966, VIII, CPC/2015), por se tratar de questão amplamente controvertida e
apreciada nas instâncias ordinárias e no STJ.

II. Questão em discussão


2. A questão em discussão consiste em saber se o acórdão embargado padece de omissão,
obscuridade, contradição ou erro material, nos termos do art. 1.022 do CPC/2015, quanto às
causas de pedir da ação rescisória (violação literal de lei e erro de fato). 3. A questão em
discussão consiste em saber se é possível atribuir efeitos infringentes aos embargos de
declaração para rediscutir o mérito da ação rescisória, na ausência de vício integrativo.

Documento eletrônico VDA57729598 assinado eletronicamente nos termos do Art.1º §2º inciso III da Lei 11.419/2006
Signatário(a): LUÍS CARLOS BALBINO GAMBOGI Assinado em: 17/06/2026 19:09:53
Publicação no DJEN/CNJ de 22/06/2026. Código de Controle do Documento: 868adaeb-5305-4609-a7d3-07ebeac2d9b7
III. Razões de decidir
4. Os embargos de declaração possuem natureza integrativa e se destinam exclusivamente a
sanar omissão, obscuridade, contradição ou erro material (art. 1.022 do CPC/2015), não sendo
instrumento para rediscutir o mérito ou reformar o julgado.
5. O acórdão embargado enfrentou de modo suficiente e específico as causas de pedir da ação
rescisória (art. 966, V e VIII, CPC), concluindo pela inexistência de violação direta e inequívoca
aos arts. 186, 403, 927 e 931 do CC.
6. Não se configura erro de fato quando houve controvérsia entre as partes e pronunciamento
judicial expresso sobre os fatos, nos termos do art. 966, § 1º, do CPC/2015, hipótese que afasta
vício integrativo.
7. Inexistem omissão, obscuridade, contradição ou erro material no acórdão hostilizado,
revelando as razões dos embargos mero inconformismo da Embargante com o resultado do
julgamento.
8. A tentativa de atribuir efeitos infringentes aos embargos sem vício integrativo pode
caracterizar propósito protelatório, conforme art. 1.026, § 2º, do CPC.

IV. Dispositivo e tese


9. Resultado do Julgamento: Embargos de declaração rejeitados.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os
Ministros da SEGUNDA SEÇÃO do Superior Tribunal de Justiça, em Sessão Virtual de
10/06/2026 a 16/06/2026, por unanimidade, rejeitar os embargos de declaração, nos termos do
voto do Sr. Ministro Relator.
Os Srs. Ministros Nancy Andrighi, João Otávio de Noronha, Humberto Martins, Raul
Araújo, Maria Isabel Gallotti, Antonio Carlos Ferreira, Ricardo Villas Bôas Cueva e Daniela
Teixeira votaram com o Sr. Ministro Relator.
Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Moura Ribeiro.

Brasília, 16 de junho de 2026.

Ministro Luís Carlos Gambogi (Desembargador Convocado do TJMG)


Relator

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Publicação no DJEN/CNJ de 22/06/2026. Código de Controle do Documento: 868adaeb-5305-4609-a7d3-07ebeac2d9b7
EDcl na AÇÃO RESCISÓRIA Nº 6263 - SP (2018/0108659-8)

MINISTRO LUÍS CARLOS GAMBOGI (DESEMBARGADOR


RELATOR :
CONVOCADO DO TJMG)
REVISOR : MINISTRO MOURA RIBEIRO
EMBARGANTE : MAXIM ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES LTDA
ADVOGADO : MIGUEL PEREIRA NETO - SP105701
EMBARGADO : NIKE DO BRASIL COMERCIO E PARTICIPACOES LTDA
EMBARGADO : NIKE INTERNATIONAL LTD
EMBARGADO : LVMH FASHION GROUP BRASIL LTDA
EMBARGADO : LOUIS VUITTTON MALLETIER
EMBARGADO : OAKLEY BRASIL LTDA
EMBARGADO : OAKLEY INCORPORATION
ADVOGADOS : LUIZ CLAUDIO GARE - SP103768
ELISSON GARE - SP310007
SARI FRANCO SCHNAIDER - SP355953
ANDRÉ LUIZ LAMIN RIBEIRO DE QUEIROZ - SP431716

EMENTA

DIREITO PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. EMBARGOS


DE DECLARAÇÃO EM AÇÃO RESCISÓRIA. ART. 1.022 DO CPC/2015.
INEXISTÊNCIA DE OMISSÃO, OBSCURIDADE, CONTRADIÇÃO OU ERRO
MATERIAL. REDISCUSSÃO DO MÉRITO. REJEIÇÃO. EMBARGOS
REJEITADOS.

I. Caso em exame
1. Embargos de declaração contra acórdão da Segunda Seção que julgou improcedente ação
rescisória fundada no art. 966, V e VIII, do CPC/2015, mantendo o acórdão rescindendo
proferido pela Terceira Turma. 2. Fato relevante. A Embargante repisa os fundamentos da
exordial, sustenta inexistência de responsabilidade e requer afastamento da responsabilidade
solidária, pretendendo atribuição de efeitos infringentes aos aclaratórios. 3. Decisões
anteriores. A Segunda Seção afastou a alegação de violação literal dos arts. 186, 403, 927 e
931 do CC por inexistência de afronta direta e inequívoca e, por unanimidade, rejeitou a tese de
erro de fato (art. 966, VIII, CPC/2015), por se tratar de questão amplamente controvertida e
apreciada nas instâncias ordinárias e no STJ.

II. Questão em discussão


2. A questão em discussão consiste em saber se o acórdão embargado padece de omissão,
obscuridade, contradição ou erro material, nos termos do art. 1.022 do CPC/2015, quanto às
causas de pedir da ação rescisória (violação literal de lei e erro de fato). 3. A questão em
discussão consiste em saber se é possível atribuir efeitos infringentes aos embargos de
declaração para rediscutir o mérito da ação rescisória, na ausência de vício integrativo.

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III. Razões de decidir
4. Os embargos de declaração possuem natureza integrativa e se destinam exclusivamente a
sanar omissão, obscuridade, contradição ou erro material (art. 1.022 do CPC/2015), não sendo
instrumento para rediscutir o mérito ou reformar o julgado.

5. O acórdão embargado enfrentou de modo suficiente e específico as causas de pedir da ação


rescisória (art. 966, V e VIII, CPC), concluindo pela inexistência de violação direta e inequívoca
aos arts. 186, 403, 927 e 931 do CC.

6. Não se configura erro de fato quando houve controvérsia entre as partes e pronunciamento
judicial expresso sobre os fatos, nos termos do art. 966, § 1º, do CPC/2015, hipótese que afasta
vício integrativo.

7. Inexistem omissão, obscuridade, contradição ou erro material no acórdão hostilizado,


revelando as razões dos embargos mero inconformismo da Embargante com o resultado do
julgamento.

8. A tentativa de atribuir efeitos infringentes aos embargos sem vício integrativo pode
caracterizar propósito protelatório, conforme art. 1.026, § 2º, do CPC.

IV. Dispositivo e tese


9. Resultado do Julgamento: Embargos de declaração rejeitados.

RELATÓRIO

O EXMO. SR. MINISTRO LUÍS CARLOS GAMBOGI (DESEMBARGADOR


CONVOCADO DO TJ/MG):

Cuida-se de embargos de declaração opostos por MAXIM


ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES LTDA. contra acórdão da Segunda Seção que
julgou improcedente a ação rescisória fundada nos incisos V e VIII do art. 966 do
CPC/2015, mantendo o acórdão rescindendo proferido pela Terceira Turma.

Em síntese, a Segunda Seção julgou improcedente a ação rescisória,


afastando: a) alegação de violação literal de dispositivos legais (arts. 186, 403, 927 e
931 do CC), por inexistência de afronta direta e inequívoca,; b) entendeu, por
unanimidade por afastar a assertiva acerca do erro de fato (art. 966, VIII, CPC/2015),
por se tratar de questão da responsabilidade solidária da embargante amplamente
controvertida e apreciada nas instâncias ordinárias e no STJ.

Em suas razões, a insurgente repisa os fundamentos da exordial. Entende


que não é responsável pelo ilícito ocorrido. Argumenta que deve ser afastada a
responsabilidade solidária. Pede, assim, o acolhimento dos aclaratórios (fls.
1376/1383).

A impugnação está acostada às fls. 1386/1393.

É o relatório.

VOTO

O EXMO. SR. MINISTRO LUÍS CARLOS GAMBOGI (DESEMBARGADOR


CONVOCADO DO TJ/MG):

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1. Nos limites do artigo 1.022 do NCPC (art. 535 do CPC/1973), o apelo
recursal em epígrafe objetiva somente suprir omissão, dissipar obscuridade, afastar
contradição ou sanar erro material encontrável em decisão ou acórdão, não podendo
ser utilizado como instrumento para a rediscussão do julgado ou à sua
reforma/modificação, como, em realidade, pretendem a embargante, MAXIM
ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES LTDA.

Com o mesmo entendimento, colhe-se da doutrina especializada: MOREIRA,


José Carlos Barbosa. O novo processo civil brasileiro. 26ª ed. Rio de Janeiro: Forense,
2016, p. 241/242; NERY JR., Nelson. Código de Processo Civil comentado. 18ª ed. São
Paulo: RT., 2016, p. 340/341; WAMBIER, Teresa Arruda Alvim; NERY JUNIOR, Nelson.
Aspectos polêmicos e atuais dos recursos cíveis. 11ª Ed. São Paulo: RT, 2017, pg.
540/541; SOUZA, Bernardo Pimentel. Introdução aos recursos cíveis e à ação
rescisória. Brasília: Brasília Jurídica, 2007, pg. 650/651.

Nesse sentido, registram-se os seguintes precedentes desta Corte: AgRg no


AREsp 609.464/DF, Rel. Ministro MOURA RIBEIRO, TERCEIRA TURMA, julgado em
02/06/2015, DJe 12/06/2015; EDcl nos EDcl nos EDcl nos EDcl no AgRg no AREsp
552.667/MG, Rel. Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, QUARTA TURMA, julgado em
05/11/2015, DJe 10/11/2015; Edcl no Agint na RCL 46716/SP, Rel. Min. Marco Buzzi,
Dje de 30/9/2024.

No caso em liça, as razões dos presentes embargos revelam, tão somente, o


intuito de reapreciação da causa e a insatisfação da insurgente - MAXIM
ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES LTDA. - com o resultado do julgado, o que não
se admite com a objetividade do recurso manejado.

O acórdão embargado enfrentou de modo suficiente e específico as duas


causas de pedir da ação rescisória (art. 966, V e VIII, CPC), concluindo pela
improcedência: (i) inexistência de violação direta e inequívoca aos arts. 186, 403, 927 e
931 do CC; e (ii) ausência de erro de fato, por haver controvérsia ampla e
pronunciamento judicial expresso sobre os fatos.

Quanto ao erro de fato, o acórdão embargado explicitou o parâmetro


normativo e jurisprudencial aplicável e registrou que a questão “foi objeto de
controvérsia entre as partes, bem como de ampla manifestação judicial nas instâncias
ordinárias e deste Superior Tribunal de Justiça” (fls. 1349-1352). Nessa linha: “A ação
rescisória fundada em erro de fato pressupõe que a decisão tenha admitido um fato
inexistente ou tenha considerado inexistente um fato efetivamente ocorrido, mas, em
quaisquer dos casos, é indispensável que não tenha havido controvérsia nem
pronunciamento judicial sobre ele (art. 966, § 1º, do CPC/2015). […] se houve
controvérsia na demanda primitiva, a hipótese é de erro de julgamento e não de erro de
fato.” (AgInt na AR 5849/RS, Rel. Min. Ricardo Villas Bôas Cueva, DJe 19/10/2017).

A tese da embargante de que o acórdão teria adotado “premissa fática


juridicamente inexistente” (coautoria/participação e equiparação indevida a shopping
center) foi expressamente refutada no acórdão rescindendo, que, com base no

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conjunto fático-probatório das instâncias ordinárias, afirmou: “Note-se bem a
especificidade do caso, em que o empreendimento se destinou à larga exploração de
produtos contrafeitos […] não fosse a co-autoria do próprio Centro Comercial […]” (fls.
1350, 1357-1359; 1366-1367). Houve, pois, pronunciamento judicial claro sobre o
ponto, o que afasta o vício de omissão.

Não se vislumbra quaisquer das máculas do artigo 1.022 do CPC/2015 na


decisão hostilizada, cuidando-se o presente reclamo de mera irresignação das
embargantes quanto à solução adotada, o que resta vedado na estreita via recursal sob
foco.

Finalmente, recorda-se à embargante que a tentativa de rediscutir o mérito


da ação rescisória e de atribuir efeitos infringentes aos embargos sem vício
integrativo, é cabível o reconhecimento do caráter protelatório, nos termos do art.
1.026, § 2º, do CPC.

2. Do exposto, rejeito os embargos de declaração.

É o voto.

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TERMO DE JULGAMENTO
SEGUNDA SEÇÃO
EDcl na AR 6.263 / SP
Número Registro: 2018/0108659-8 PROCESSO ELETRÔNICO
Número de Origem:
1279281820068260100 5021364500
Sessão Virtual de 10/06/2026 a 16/06/2026
Relator dos EDcl

Exmo. Sr. Ministro LUÍS CARLOS GAMBOGI (DESEMBARGADOR CONVOCADO DO TJMG)


Presidente da Sessão

Exmo. Sr. Ministro MOURA RIBEIRO


Secretário

Bel. DIMAS DIAS PINTO

AUTUAÇÃO

AUTOR : MAXIM ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES LTDA


ADVOGADO : MIGUEL PEREIRA NETO - SP105701
RÉU : NIKE DO BRASIL COMERCIO E PARTICIPACOES LTDA
RÉU : NIKE INTERNATIONAL LTD
RÉU : LVMH FASHION GROUP BRASIL LTDA
RÉU : LOUIS VUITTTON MALLETIER
RÉU : OAKLEY BRASIL LTDA
RÉU : OAKLEY INCORPORATION
ADVOGADOS : LUIZ CLAUDIO GARE - SP103768
ELISSON GARE - SP310007
SARI FRANCO SCHNAIDER - SP355953
ANDRÉ LUIZ LAMIN RIBEIRO DE QUEIROZ - SP431716

ASSUNTO : DIREITO CIVIL - RESPONSABILIDADE CIVIL - INDENIZAÇÃO POR DANO


MORAL

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO

EMBARGANTE : MAXIM ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES LTDA


ADVOGADO : MIGUEL PEREIRA NETO - SP105701
EMBARGADO : NIKE DO BRASIL COMERCIO E PARTICIPACOES LTDA
EMBARGADO : NIKE INTERNATIONAL LTD

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EMBARGADO : LVMH FASHION GROUP BRASIL LTDA
EMBARGADO : LOUIS VUITTTON MALLETIER
EMBARGADO : OAKLEY BRASIL LTDA
EMBARGADO : OAKLEY INCORPORATION
ADVOGADOS : LUIZ CLAUDIO GARE - SP103768
ELISSON GARE - SP310007
SARI FRANCO SCHNAIDER - SP355953
ANDRÉ LUIZ LAMIN RIBEIRO DE QUEIROZ - SP431716

TERMO

A SEGUNDA SEÇÃO do Superior Tribunal de Justiça, em Sessão Virtual de


10/06/2026 a 16/06/2026, por unanimidade, decidiu rejeitar os embargos de declaração, nos
termos do voto do Sr. Ministro Relator.
Os Srs. Ministros Nancy Andrighi, João Otávio de Noronha, Humberto Martins, Raul
Araújo, Maria Isabel Gallotti, Antonio Carlos Ferreira, Ricardo Villas Bôas Cueva e Daniela
Teixeira votaram com o Sr. Ministro Relator. Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Moura Ribeiro.

Brasília, 16 de junho de 2026

Documento eletrônico VDA57713477 assinado eletronicamente nos termos do Art.1º §2º inciso III da Lei 11.419/2006
Signatário(a): SISTEMA JUSTIÇA - SERVIÇOS AUTOMÁTICOS, Assinado em: 17/06/2026 00:51:19
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