ário 1
Cenário 1
.
Homem de 28 anos apresenta edema nos membros inferiores há duas semanas. Nega
comorbidades prévias conhecidas e não faz uso de substâncias exógenas ou de medicamentos.
Ao exame físico: PA 152/92mmHg, FC 86bpm. AR, ACV, abdome: sem anormalidades. Edema
depressível nas pernas até os joelhos.
EXAMES DE LABORATÓRIO: creatinina 2,8mg/dL (clearance de creatinina estimado de
23mL/min/1.73m²); fósforo 5,4mEq/L; bicarbonato 16mEq/L; hemoglobina 10,6g/dL; exame de
urina: proteína 3+; presença de cilindros hemáticos; relação albumina-creatinina na urina
1.345mg/g.
Ultrassonografia de rins e vias urinárias: rins de dimensões normais com hiperecogenicidade
difusa e redução da diferenciação corticomedular. Sem sinais de dilatação das vias urinárias.
Qual o diagnostico mais provável e o tratamento inicial indicado?
@[Link] – João Victor Fernandes
ário 1 – IRA
Cenário 1 – IRA
.
Homem de 28 anos apresenta edema nos membros inferiores há duas semanas. Nega
comorbidades prévias conhecidas e não faz uso de substâncias exógenas ou de medicamentos.
Ao exame físico: PA 152/92mmHg, FC 86bpm. AR, ACV, abdome: sem anormalidades. Edema
depressível nas pernas até os joelhos.
EXAMES DE LABORATÓRIO: creatinina 2,8mg/dL (clearance de creatinina estimado de
23mL/min/1.73m²); fósforo 5,4mEq/L; bicarbonato 16mEq/L; hemoglobina 10,6g/dL; exame de
urina: proteína 3+; presença de cilindros hemáticos; relação albumina-creatinina na urina
1.345mg/g.
Ultrassonografia de rins e vias urinárias: rins de dimensões normais com hiperecogenicidade
difusa e redução da diferenciação corticomedular. Sem sinais de dilatação das vias urinárias.
Qual o diagnostico mais provável e o tratamento inicial indicado?
R: Injúria renal aguda - furosemida
@[Link] – João Victor Fernandes
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QUESTÃO
Um jovem paciente é vítima de acidente ofídico por uma serpente do gênero
crotálico e desenvolve Injúria Renal Aguda (IRA) grave com urina escurecida.
Qual é o mecanismo mais provável da etiologia dessa IRA?
a) Efeito direto do veneno no rim.
b) Rabdomiólise.
c) Coagulopatia.
d) Síndrome compartimental.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Um jovem paciente é vítima de acidente ofídico por uma serpente do gênero
crotálico e desenvolve Injúria Renal Aguda (IRA) grave com urina escurecida.
Qual é o mecanismo mais provável da etiologia dessa IRA?
a) Efeito direto do veneno no rim.
b) Rabdomiólise.
c) Coagulopatia.
d) Síndrome compartimental.
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QUESTÃO
Um homem com 27 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, foi recebido na
Unidade de Emergência após atendimento de equipe de ambulância em via pública, onde foi
encontrado em choque hemorrágico. Após avaliação primária do trauma, realizada no
atendimento pré-hospitalar, iniciou-se a reanimação volêmica do paciente. No dia seguinte,
contudo, observou-se deterioração aguda de sua função renal. Exames complementares
solicitados para a investigação do quadro de injúria renal aguda revelaram os seguintes
achados: exame de urina tipo I: densidade de 1,035 e presença de cilindros hialinos; excreção
fracionada de sódio: < 1%; excreção fracionada de ureia: < 35%; relação ureia
plasmática/creatinina plasmática: > 40. A explicação mais provável para a retenção aguda de
escórias nitrogenadas apresentada pelo paciente é
a) necrose tubular aguda provocada pelo choque hemorrágico.
b) azotemia pré-renal causada pelo choque hipovolêmico.
c) injúria renal pós-renal devida a bexiga neurogênica.
d) injúria renal aguda intrínseca por rabdomiólise.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Um homem com 27 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, foi recebido na
Unidade de Emergência após atendimento de equipe de ambulância em via pública, onde foi
encontrado em choque hemorrágico. Após avaliação primária do trauma, realizada no
atendimento pré-hospitalar, iniciou-se a reanimação volêmica do paciente. No dia seguinte,
contudo, observou-se deterioração aguda de sua função renal. Exames complementares
solicitados para a investigação do quadro de injúria renal aguda revelaram os seguintes
achados: exame de urina tipo I: densidade de 1,035 e presença de cilindros hialinos; excreção
fracionada de sódio: < 1%; excreção fracionada de ureia: < 35%; relação ureia
plasmática/creatinina plasmática: > 40. A explicação mais provável para a retenção aguda de
escórias nitrogenadas apresentada pelo paciente é
a) necrose tubular aguda provocada pelo choque hemorrágico.
b) azotemia pré-renal causada pelo choque hipovolêmico.
c) injúria renal pós-renal devida a bexiga neurogênica.
d) injúria renal aguda intrínseca por rabdomiólise.
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QUESTÃO
Um paciente de 68 anos, hipertenso e diabético, é internado por pneumonia
comunitária grave. No terceiro dia de internação, apresenta queda da diurese e
elevação da creatinina sérica de 1,0 mg/dL para 2,1 mg/dL em 48 horas. Ao exame,
está levemente hipotenso e com turgor diminuído. Sódio urinário: 8 mEq/L; fração de
excreção de sódio (FENa): 0,4%; osmolaridade urinária: 520 mOsm/kg.
Qual é o diagnóstico e a conduta inicial mais adequados?
a) Lesão renal aguda intrínseca; iniciar furosemida para estimular diurese.
b) Lesão renal aguda intrínseca; iniciar antibiótico nefrotóxico ajustado à função renal.
c) Lesão renal aguda pós-renal; solicitar ultrassonografia para avaliar hidronefrose.
d) Lesão renal aguda pré-renal; otimizar volemia com cristaloides isotônicos.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Um paciente de 68 anos, hipertenso e diabético, é internado por pneumonia
comunitária grave. No terceiro dia de internação, apresenta queda da diurese e
elevação da creatinina sérica de 1,0 mg/dL para 2,1 mg/dL em 48 horas. Ao exame,
está levemente hipotenso e com turgor diminuído. Sódio urinário: 8 mEq/L; fração de
excreção de sódio (FENa): 0,4%; osmolaridade urinária: 520 mOsm/kg.
Qual é o diagnóstico e a conduta inicial mais adequados?
a) Lesão renal aguda intrínseca; iniciar furosemida para estimular diurese.
b) Lesão renal aguda intrínseca; iniciar antibiótico nefrotóxico ajustado à função renal.
c) Lesão renal aguda pós-renal; solicitar ultrassonografia para avaliar hidronefrose.
d) Lesão renal aguda pré-renal; otimizar volemia com cristaloides isotônicos.
@[Link] – João Victor Fernandes
Cenário 2 DRC
Cenário 2 DRC
Após dois dias de árduos treinamentos militares sob sol intenso, um recruta com 18 anos queixa-se de mal-estar,
fraqueza generalizada, relatando urina avermelhada e em pequeno volume.
Levado a uma unidade de emergência, apresenta-se, no momento da consulta, em regular estado geral, levemente
taquipneico e hemodinamicamente estável, com ausculta cardíaca e pulmonar normais e sem edemas.
Exames complementares revelam: creatinina: 4,2 mg/dL (valor de referência [VR]: 0,7-1,2 mg/dL); ureia: 189 mg/dL
(VR: 20-40 mg/dL); potássio: 6,2 mEq/L (VR: 3,5-5,5 mEq/L) e acidose metabólica moderada (gasometria arterial com
bicarbonato: 14 mmol/L - VR: 24 +/- 2 mmol/L), além de um teste de fita apresentar resultado falso-positivo para
hemoglobinúria.
Feito eletrocardiograma, o resultado mostra a presença de "ondas T em tenda", e o paciente recebe administração de
gluconato de cálcio intravenoso (IV). Além disso, diante da hipótese principal, cuja etiologia provável parece ser
rabdomiólise, o paciente é inicialmente tratado por via IV com reposição hídrica, oferta de bicarbonato de sódio 8,4% e
glicoinsulinoterapia, além de nebulização regular com beta-2 agonista.
Algumas horas depois, o paciente mantém-se estável, sem sinais de uremia ou congestão pulmonar.
Seus exames de então revelam: creatinina: 3,9 mg/dL; ureia: 165 mg/dL: potássio: 6,1 mEq/L; e bicarbonato: 20
mmol/L. Nesse momento, o médico opta pela instituição de terapia de substituição renal (TSR).
Considerando-se o caso descrito qual foi o motivo que levou a indicar a TSR?
@[Link] – João Victor Fernandes
Cenário 2
Cenário 2
Após dois dias de árduos treinamentos militares sob sol intenso, um recruta com 18 anos queixa-se de mal-estar,
fraqueza generalizada, relatando urina avermelhada e em pequeno volume.
Levado a uma unidade de emergência, apresenta-se, no momento da consulta, em regular estado geral, levemente
taquipneico e hemodinamicamente estável, com ausculta cardíaca e pulmonar normais e sem edemas.
Exames complementares revelam: creatinina: 4,2 mg/dL (valor de referência [VR]: 0,7-1,2 mg/dL); ureia: 189 mg/dL
(VR: 20-40 mg/dL); potássio: 6,2 mEq/L (VR: 3,5-5,5 mEq/L) e acidose metabólica moderada (gasometria arterial com
bicarbonato: 14 mmol/L - VR: 24 +/- 2 mmol/L), além de um teste de fita apresentar resultado falso-positivo para
hemoglobinúria.
Feito eletrocardiograma, o resultado mostra a presença de "ondas T em tenda", e o paciente recebe administração de
gluconato de cálcio intravenoso (IV). Além disso, diante da hipótese principal, cuja etiologia provável parece ser
rabdomiólise, o paciente é inicialmente tratado por via IV com reposição hídrica, oferta de bicarbonato de sódio 8,4% e
glicoinsulinoterapia, além de nebulização regular com beta-2 agonista.
Algumas horas depois, o paciente mantém-se estável, sem sinais de uremia ou congestão pulmonar.
Seus exames de então revelam: creatinina: 3,9 mg/dL; ureia: 165 mg/dL: potássio: 6,1 mEq/L; e bicarbonato: 20
mmol/L. Nesse momento, o médico opta pela instituição de terapia de substituição renal (TSR).
Considerando-se o caso descrito qual foi o motivo que levou a indicar a TSR?
R: hipercalemia refratária.
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QUESTÃO
Paciente de 64 anos, sexo masculino, diabético tipo 2 há 22 anos, com adesão insatisfatória ao plano de
cuidados, foi internado em hospital de cuidados terciários, com quadro clínico compatível com uremia
(sonolência, anorexia, náuseas, vômitos e soluços). Exames laboratoriais confirmaram importante retenção
azotada, acidose metabólica, hipercalemia moderada, hipocalcemia e hiperfosfatemia. Em função do estado
urêmico, sua doença renal crônica foi abordada com a realização de hemodiálise (HD) convencional, tendo sido
providenciada a punção de veia jugular interna direita, por onde foi posicionado um cateter venoso central de
duplo lúmen. Logo nos primeiros minutos após iniciada a HD, o paciente passou a apresentar quadro de
hipotensão arterial, flush facial e sibilância.
A explicação mais adequada para o quadro apresentado no início da sessão de HD é
a) embolia pulmonar gasosa precipitada pela punção venosa profunda.
b) síndrome de desequilíbrio dialítico provocado por desvios osmóticos graves.
c) rápida mobilização de fluidos por ultrafiltração na ausência de resposta autonômica adequada.
d) reação anafilática/anafilactoide ao óxido de etileno utilizado para esterilização do sistema de HD.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Paciente de 64 anos, sexo masculino, diabético tipo 2 há 22 anos, com adesão insatisfatória ao plano de
cuidados, foi internado em hospital de cuidados terciários, com quadro clínico compatível com uremia
(sonolência, anorexia, náuseas, vômitos e soluços). Exames laboratoriais confirmaram importante retenção
azotada, acidose metabólica, hipercalemia moderada, hipocalcemia e hiperfosfatemia. Em função do estado
urêmico, sua doença renal crônica foi abordada com a realização de hemodiálise (HD) convencional, tendo sido
providenciada a punção de veia jugular interna direita, por onde foi posicionado um cateter venoso central de
duplo lúmen. Logo nos primeiros minutos após iniciada a HD, o paciente passou a apresentar quadro de
hipotensão arterial, flush facial e sibilância.
A explicação mais adequada para o quadro apresentado no início da sessão de HD é
a) embolia pulmonar gasosa precipitada pela punção venosa profunda.
b) síndrome de desequilíbrio dialítico provocado por desvios osmóticos graves.
c) rápida mobilização de fluidos por ultrafiltração na ausência de resposta autonômica adequada.
d) reação anafilática/anafilactoide ao óxido de etileno utilizado para esterilização do sistema de HD.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Menina de 10 anos apresenta inapetência, palidez, sonolência, baixo rendimento escolar há 6
meses, diminuição da diurese há 5 dias. AP: infecções urinárias febris dos 4 aos 8 meses de
idade; POT: correção de refluxo vesico-ureteral com 1 ano. Exame físico: peso e estatura no
percentil 25, PA: 112 x 80 mmHg (PAS entre percentil 90 e 95 e PAD entre percentil 95 e
95+12 mmHg), REG, descorada +2/+4, sem edemas, sopro cardíaco +1/+6. Exames
laboratoriais: GV: 2,34 x 10⁶/mm³, Hb: 7,5 g/dL, Ht: 24%, plaquetas: 136000/mm³, Cr: 1,5
mg/dL, Ur: 50 mg/dL, urina: densidade de 1001, pH: 6,5, nitrito e leucoesterase negativos,
proteína +2, leucócitos: 10/campo, hemácias: 8/campo. US de rins e vias urinárias: tamanhos
diminuídos, não apresenta diferenciação córtico-medular.
O diagnóstico e a causa básica são, correta e respectivamente:
a) injúria aguda do rim; glomerulonefrite rapidamente progressiva.
b) injúria aguda do rim; síndrome hemolítica urêmica atípica.
c) doença renal crônica; hipertensão arterial sistêmica.
d) doença renal crônica; anomalias congênitas do trato urinário.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Menina de 10 anos apresenta inapetência, palidez, sonolência, baixo rendimento escolar há 6
meses, diminuição da diurese há 5 dias. AP: infecções urinárias febris dos 4 aos 8 meses de
idade; POT: correção de refluxo vesico-ureteral com 1 ano. Exame físico: peso e estatura no
percentil 25, PA: 112 x 80 mmHg (PAS entre percentil 90 e 95 e PAD entre percentil 95 e
95+12 mmHg), REG, descorada +2/+4, sem edemas, sopro cardíaco +1/+6. Exames
laboratoriais: GV: 2,34 x 10⁶/mm³, Hb: 7,5 g/dL, Ht: 24%, plaquetas: 136000/mm³, Cr: 1,5
mg/dL, Ur: 50 mg/dL, urina: densidade de 1001, pH: 6,5, nitrito e leucoesterase negativos,
proteína +2, leucócitos: 10/campo, hemácias: 8/campo. US de rins e vias urinárias: tamanhos
diminuídos, não apresenta diferenciação córtico-medular.
O diagnóstico e a causa básica são, correta e respectivamente:
a) injúria aguda do rim; glomerulonefrite rapidamente progressiva.
b) injúria aguda do rim; síndrome hemolítica urêmica atípica.
c) doença renal crônica; hipertensão arterial sistêmica.
d) doença renal crônica; anomalias congênitas do trato urinário.
@[Link] – João Victor Fernandes
Cenário 3 SX GLOMERULARES
Cenário 3 SX GLOMERULARES
Um escolar de 8 anos de idade foi levado à emergência em razão de um quadro de
indisposição, inapetência, cefaleia e edema periorbital. A médica, em sua anamnese,
perguntou acerca de quedas, brigas na escola e sintomas associados, como queda
de cabelo, febre, vômitos e síncope. A mãe negou quaisquer dos sintomas citados.
Na história patológica pregressa, relatou infecção de garganta com frequência.
Ao exame, a criança encontrava-se em bom estado geral, eupneica (FR = 20 irpm),
eucárdica (FC = 100 bpm), com SatO2 = 98%, edema periorbital bilateralmente, de
moderada intensidade, sem hiperemia, indolor, sem sinais de trauma.
Verificaram-se pressão arterial acima do percentil 95 para a idade e exame simples
de urina com hematúria presente.
Qual o provável diagnostico?
@[Link] – João Victor Fernandes
Cenário 3
Cenário 3
Um escolar de 8 anos de idade foi levado à emergência em razão de um quadro de
indisposição, inapetência, cefaleia e edema periorbital. A médica, em sua anamnese,
perguntou acerca de quedas, brigas na escola e sintomas associados, como queda
de cabelo, febre, vômitos e síncope. A mãe negou quaisquer dos sintomas citados.
Na história patológica pregressa, relatou infecção de garganta com frequência.
Ao exame, a criança encontrava-se em bom estado geral, eupneica (FR = 20 irpm),
eucárdica (FC = 100 bpm), com SatO2 = 98%, edema periorbital bilateralmente, de
moderada intensidade, sem hiperemia, indolor, sem sinais de trauma.
Verificaram-se pressão arterial acima do percentil 95 para a idade e exame simples
de urina com hematúria presente.
Qual o provável diagnostico?
R: Glomerulnefrite post estreptococica
@[Link] – João Victor Fernandes
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@[Link] – João Victor Fernandes
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Paciente de 20 anos consultou por "inchaço nos olhos e nas pernas" e urina com
espuma, mas sem alteração de cor ou odor, quadro que vinha ocorrendo há 2-3
meses. Negou outras doenças prévias e uso de medicações ou drogas ilícitas. Ao
exame físico, apresentava pressão arterial de 125/75 mmHg, frequência cardíaca de
70 bpm, é, edema 3+/4+ nas pernas e edema periorbital. Exames laboratoriais
indicaram eletrólitos e creatinina normais; ultrassonografia, rins de tamanho normal;
e EQU, proteína 4+, sem hematúria. Biópsia renal não demonstrou alterações à
microscopia óptica, mas, à microscopia eletrônica, foi observado apagamento difuso
de podócitos. Qual o provável diagnóstico?
a) Glomeruloesclerose focal e segmentar
b) Glomerulonefrite rapidamente progressiva
c) Doença de lesões mínimas
d) Nefropatia por IgA
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Paciente de 20 anos consultou por "inchaço nos olhos e nas pernas" e urina com
espuma, mas sem alteração de cor ou odor, quadro que vinha ocorrendo há 2-3
meses. Negou outras doenças prévias e uso de medicações ou drogas ilícitas. Ao
exame físico, apresentava pressão arterial de 125/75 mmHg, frequência cardíaca de
70 bpm, é, edema 3+/4+ nas pernas e edema periorbital. Exames laboratoriais
indicaram eletrólitos e creatinina normais; ultrassonografia, rins de tamanho normal;
e EQU, proteína 4+, sem hematúria. Biópsia renal não demonstrou alterações à
microscopia óptica, mas, à microscopia eletrônica, foi observado apagamento difuso
de podócitos. Qual o provável diagnóstico?
a) Glomeruloesclerose focal e segmentar
b) Glomerulonefrite rapidamente progressiva
c) Doença de lesões mínimas
d) Nefropatia por IgA
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Uma mulher de 45 anos, portadora de hipertensão arterial sistêmica há menos de 1 ano, vai à
consulta de acompanhamento no centro de saúde. Durante a consulta, são observados
edema e piora da hipertensão. Em investigação laboratorial, constata a presença de
hematúria microscópica persistente com presença de dismorfismo eritrocitário, proteinúria de
1,5 g/24 horas e albumina sérica de 3,6 mg/dL. A paciente é referenciada ao nefrologista que
indicou a realização de biópsia renal.
Assinale a alternativa que apresenta a síndrome clínica reportada e um possível diagnóstico
compatível com o quadro.
a) Síndrome nefrótica; amiloidose renal.
b) Síndrome nefrítica; nefropatia por IgA.
c) Síndrome nefrótica; nefropatia membranosa.
d) Síndrome nefrítica; doença de lesões mínimas.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Uma mulher de 45 anos, portadora de hipertensão arterial sistêmica há menos de 1 ano, vai à
consulta de acompanhamento no centro de saúde. Durante a consulta, são observados
edema e piora da hipertensão. Em investigação laboratorial, constata a presença de
hematúria microscópica persistente com presença de dismorfismo eritrocitário, proteinúria de
1,5 g/24 horas e albumina sérica de 3,6 mg/dL. A paciente é referenciada ao nefrologista que
indicou a realização de biópsia renal.
Assinale a alternativa que apresenta a síndrome clínica reportada e um possível diagnóstico
compatível com o quadro.
a) Síndrome nefrótica; amiloidose renal.
b) Síndrome nefrítica; nefropatia por IgA.
c) Síndrome nefrótica; nefropatia membranosa.
d) Síndrome nefrítica; doença de lesões mínimas.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Paciente do sexo masculino, 57 anos, evolui com edema de membros inferiores até
parede abdominal, sem conseguir especificar o inicio. Nega febre, perda de apetite ou
de peso. Durante exame físico foram descritos PA=160/90 mmHg, edema de
membros inferiores de cerca de ++++/4+, ausculta cardiorrespiratória sem alterações.
Exames laboratoriais: Creatinina = 1,0 mg/dL Albumina sérica = 2,6 g/L. Exame de
urina rotina (elementos anormais e sedimentoscopia): proteínas: +++; Hb = ausente;
leucócitos = 2 por campo; hemácias = 3 por campo; relação proteína/creatinina
urinária = 4,8. Assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico MAIS provável.
a) Vasculite relacionada ao ANCA.
b) Nefropatia por IgA
c) Glomerulonefrite pós-infecciosa.
d) Glomerulopatia membranosa
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Paciente do sexo masculino, 57 anos, evolui com edema de membros inferiores até
parede abdominal, sem conseguir especificar o inicio. Nega febre, perda de apetite ou
de peso. Durante exame físico foram descritos PA=160/90 mmHg, edema de
membros inferiores de cerca de ++++/4+, ausculta cardiorrespiratória sem alterações.
Exames laboratoriais: Creatinina = 1,0 mg/dL Albumina sérica = 2,6 g/L. Exame de
urina rotina (elementos anormais e sedimentoscopia): proteínas: +++; Hb = ausente;
leucócitos = 2 por campo; hemácias = 3 por campo; relação proteína/creatinina
urinária = 4,8. Assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico MAIS provável.
a) Vasculite relacionada ao ANCA.
b) Nefropatia por IgA
c) Glomerulonefrite pós-infecciosa.
d) Glomerulopatia membranosa
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Homem de 64 anos, em seguimento no ambulatório de clínica médica para
investigação de emagrecimento, tosse crônica e massa pulmonar, evolui com quadro
de anasarca, hipoalbuminemia, proteinúria de 6 gramas em 24 horas, complicando
com trombose venosa profunda em membro inferior direito. A urina I mostrou apenas
proteinúria 3+ de alteração, sem hematúria ou leucocitúria. Qual é o diagnóstico
sindrômico e provável diagnóstico etiológico?
a) Síndrome nefrítica, nefropatia por IgA.
b) Síndrome nefrótica, doença por lesões mínimas.
c) Síndrome nefrótica, nefropatia membranosa.
d) Síndrome nefrítica, glomerulonefrite membranoproliferativa paraneoplásica.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Homem de 64 anos, em seguimento no ambulatório de clínica médica para
investigação de emagrecimento, tosse crônica e massa pulmonar, evolui com quadro
de anasarca, hipoalbuminemia, proteinúria de 6 gramas em 24 horas, complicando
com trombose venosa profunda em membro inferior direito. A urina I mostrou apenas
proteinúria 3+ de alteração, sem hematúria ou leucocitúria. Qual é o diagnóstico
sindrômico e provável diagnóstico etiológico?
a) Síndrome nefrítica, nefropatia por IgA.
b) Síndrome nefrótica, doença por lesões mínimas.
c) Síndrome nefrótica, nefropatia membranosa.
d) Síndrome nefrítica, glomerulonefrite membranoproliferativa paraneoplásica.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Homem de 50 anos, queixando-se de astenia e constipação com fezes em fita. Há 15 dias, apresenta edema
de membros inferiores até a raiz da região crural, bilateralmente, com pouca melhora à elevação dos
membros. Ele perdeu 10 kg em 6 meses. Nega hipertensão arterial e diabetes mellitus e não faz uso de
medicamento. Os exames do paciente apresentaram os seguintes resultados:
Dentre esses achados laboratoriais, quais são necessários para a definição da síndrome renal do paciente?
a) Proteína urinária de 24 horas = 3,6 g e albumina sérica = 1,8 g/dL.
b) Proteína urinária de 24 horas = 3,6 g e triglicerídeos = 200 mg/dL.
c) Hematúria e triglicerídeos = 200 mg/dL.
d) Hematúria e albumina sérica = 1,8 g/dL.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Homem de 50 anos, queixando-se de astenia e constipação com fezes em fita. Há 15 dias, apresenta edema
de membros inferiores até a raiz da região crural, bilateralmente, com pouca melhora à elevação dos
membros. Ele perdeu 10 kg em 6 meses. Nega hipertensão arterial e diabetes mellitus e não faz uso de
medicamento. Os exames do paciente apresentaram os seguintes resultados:
Dentre esses achados laboratoriais, quais são necessários para a definição da síndrome renal do paciente?
a) Proteína urinária de 24 horas = 3,6 g e albumina sérica = 1,8 g/dL.
b) Proteína urinária de 24 horas = 3,6 g e triglicerídeos = 200 mg/dL.
c) Hematúria e triglicerídeos = 200 mg/dL.
d) Hematúria e albumina sérica = 1,8 g/dL.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Pré-escolar, sexo feminino, com 4 anos é diagnosticada com síndrome nefrótica após
apresentar edema periorbital, ascite e ganho de peso significativo nas últimas semanas. Os
exames laboratoriais mostram proteinúria maciça, hipoalbuminemia e hiperlipidemia. Após
investigação adicional, é confirmado que a paciente apresenta a causa mais comum dessa
síndrome clínica nessa faixa etária. Não há história uso de medicamentos que possam explicar
a condição. A paciente não apresenta hipertensão ou insuficiência renal.
Com base na descrição desse quadro clínico, qual é o tratamento inicial mais apropriado para
essa paciente?
a) Ciclosporina.
b) Prednisona.
c) Ciclofosfamida.
d) Micofenolato de mofetila.
e) Rituximabe.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Pré-escolar, sexo feminino, com 4 anos é diagnosticada com síndrome nefrótica após
apresentar edema periorbital, ascite e ganho de peso significativo nas últimas semanas. Os
exames laboratoriais mostram proteinúria maciça, hipoalbuminemia e hiperlipidemia. Após
investigação adicional, é confirmado que a paciente apresenta a causa mais comum dessa
síndrome clínica nessa faixa etária. Não há história uso de medicamentos que possam explicar
a condição. A paciente não apresenta hipertensão ou insuficiência renal.
Com base na descrição desse quadro clínico, qual é o tratamento inicial mais apropriado para
essa paciente?
a) Ciclosporina.
b) Prednisona.
c) Ciclofosfamida.
d) Micofenolato de mofetila.
e) Rituximabe.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
São indicações absolutas para realização de biópsia renal:
a) Síndrome nefrótica em pacientes adultos; insuficiência renal aguda que não resolve em
2 semanas; rim único de tamanho reduzido.
b) Insuficiência renal de causa não-esclarecida; proteinúria isolada de pequena monta em
vigência de infecção urinária; hipertensão não controlada.
c) Glomerulonefrite rapidamente progressiva; insuficiência renal crônica com rins de
dimensões conservadas; proteinúria maior que 3g/24h.
d) Hematúria isolada persistente; nefropatia diabética com apresentação e evolução
típicas; insuficiência renal com cilindros hemáticos.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
São indicações absolutas para realização de biópsia renal:
a) Síndrome nefrótica em pacientes adultos; insuficiência renal aguda que não resolve em
2 semanas; rim único de tamanho reduzido.
b) Insuficiência renal de causa não-esclarecida; proteinúria isolada de pequena monta em
vigência de infecção urinária; hipertensão não controlada.
c) Glomerulonefrite rapidamente progressiva; insuficiência renal crônica com rins de
dimensões conservadas; proteinúria maior que 3g/24h.
d) Hematúria isolada persistente; nefropatia diabética com apresentação e evolução
típicas; insuficiência renal com cilindros hemáticos.
@[Link] – João Victor Fernandes
Cenário 4 GASOMETRIA
Cenário 4 GASOMETRIA
Um lactente masculino, de 2 meses, é levado à emergência com história de
vômitos não biliosos que iniciaram com três semanas de vida e
progressivamente pioraram. Há 2 dias, passou a vomitar após as mamadas e
hoje o vômito está em jato. Ao exame físico, apresenta-se irritado, faminto,
muito emagrecido; no epigástrio, foi observado onda peristáltica se deslocando
da esquerda para direita e, após a criança vomitar, palpada à direita, também no
epigástrio, massa firme e móvel com cerca de 2 cm de diâmetro.
Com base na principal hipótese diagnóstica, o distúrbio ácido-básico que se
espera encontrar nesse lactente é?
@[Link] – João Victor Fernandes
Cenário 4
Cenário 4
Um lactente masculino, de 2 meses, é levado à emergência com história de
vômitos não biliosos que iniciaram com três semanas de vida e
progressivamente pioraram. Há 2 dias, passou a vomitar após as mamadas e
hoje o vômito está em jato. Ao exame físico, apresenta-se irritado, faminto,
muito emagrecido; no epigástrio, foi observado onda peristáltica se deslocando
da esquerda para direita e, após a criança vomitar, palpada à direita, também no
epigástrio, massa firme e móvel com cerca de 2 cm de diâmetro.
Com base na principal hipótese diagnóstica, o distúrbio ácido-básico que se
espera encontrar nesse lactente é?
R: alcalose metabólica hipoclorêmica.
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QUESTÃO
Mulher de 45 anos, internada na UTI com quadro de choque séptico de foco urinário,
encontra-se intubada sob ventilação mecânica, com fração inspirada de O2 de 0,5.
Sua gasometria arterial é a seguinte: pH: 7,30; pCO2: 60; pO₂: 96; SatO₂: 96%;
HCO₃: 24. Sobre o caso descrito, assinale a alternativa que apresenta o distúrbio
ácido base primário e a conduta mais adequada.
a) Alcalose metabólica, realizar hidratação
b) Alcalose respiratória, aumentar a sedação
c) Acidose metabólica, repor bicarbonato
d) Acidose respiratória, ajustar parâmetros do ventilador
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Mulher de 45 anos, internada na UTI com quadro de choque séptico de foco urinário,
encontra-se intubada sob ventilação mecânica, com fração inspirada de O2 de 0,5.
Sua gasometria arterial é a seguinte: pH: 7,30; pCO2: 60; pO₂: 96; SatO₂: 96%;
HCO₃: 24. Sobre o caso descrito, assinale a alternativa que apresenta o distúrbio
ácido base primário e a conduta mais adequada.
a) Alcalose metabólica, realizar hidratação
b) Alcalose respiratória, aumentar a sedação
c) Acidose metabólica, repor bicarbonato
d) Acidose respiratória, ajustar parâmetros do ventilador
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QUESTÃO
Um bebê com 4 meses de idade é levado ao serviço de Pronto Atendimento com quadro
clínico de diarreia iniciado no dia anterior. A mãe refere que a criança apresenta cerca de 8
evacuações diárias, líquidas, volumosas, sem sangue ou muco. Ao exame físico, encontra-se
letárgico, com pulsos finos e tempo de enchimento capilar de 5 segundos. Após receber 2
expansões com soro fisiológico, 20 ml/kg, o bebê apresenta melhora parcial do quadro
clínico. O resultado da gasometria arterial evidencia pH = 7,3 (valor de referência: 7,35 a
7,45); pO₂ = 150 mmHg (valor de referência: 83 a 108 mmHg); pCO₂ = 21 mmHg (valores de
referência: 32 a 48 mmHg); HCO₃- = 14 mEq/L (valores de referência: 21 a 28 mEq/L); BE = -
3,5 (valor de referência: -3 a +3). Diante desse quadro, a interpretação da gasometria e a
conduta médica imediata são:
a) Acidose metabólica e expansão volêmica.
b) Acidose metabólica e infusão de bicarbonato de sódio.
c) Alcalose respiratória e entubação orotraqueal.
d) Alcalose respiratória e suplementação de oxigênio
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Um bebê com 4 meses de idade é levado ao serviço de Pronto Atendimento com quadro
clínico de diarreia iniciado no dia anterior. A mãe refere que a criança apresenta cerca de 8
evacuações diárias, líquidas, volumosas, sem sangue ou muco. Ao exame físico, encontra-se
letárgico, com pulsos finos e tempo de enchimento capilar de 5 segundos. Após receber 2
expansões com soro fisiológico, 20 ml/kg, o bebê apresenta melhora parcial do quadro
clínico. O resultado da gasometria arterial evidencia pH = 7,3 (valor de referência: 7,35 a
7,45); pO₂ = 150 mmHg (valor de referência: 83 a 108 mmHg); pCO₂ = 21 mmHg (valores de
referência: 32 a 48 mmHg); HCO₃- = 14 mEq/L (valores de referência: 21 a 28 mEq/L); BE = -
3,5 (valor de referência: -3 a +3). Diante desse quadro, a interpretação da gasometria e a
conduta médica imediata são:
a) Acidose metabólica e expansão volêmica.
b) Acidose metabólica e infusão de bicarbonato de sódio.
c) Alcalose respiratória e entubação orotraqueal.
d) Alcalose respiratória e suplementação de oxigênio
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QUESTÃO
Um paciente desnutrido, com 6 meses, deu entrada no pronto-socorro,
acompanhado por familiares que relatam diarreia abundante e piora progressiva do
nível de consciência, que vem ocorrendo há 2 dias. Ao exame, o paciente encontra-
se desidratado, hipocorado, sonolento, comatoso e sem sinais localizatórios. Mantido
em ar ambiente, colheu-se uma gasometria arterial, que revelou pH = 7,22; pressão
parcial de CO2 de 48 mmHg; pressão parcial de O2 de 75 mmHg; saturação de O2
de 94%; bicarbonato de 12,5 mEq/L e excesso de bases (BE) = -13.
Considerando o quadro descrito, assinale a opção que apresenta o diagnóstico
correto para o caso.
a) Acidose mista, respiratória e metabólica.
b) Acidose metabólica compensada por hiperventilação alveolar.
c) Alcalose respiratória compensada por uma acidose metabólica.
d) Acidose metabólica compensada por uma alcalose respiratória.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Um paciente desnutrido, com 6 meses, deu entrada no pronto-socorro,
acompanhado por familiares que relatam diarreia abundante e piora progressiva do
nível de consciência, que vem ocorrendo há 2 dias. Ao exame, o paciente encontra-
se desidratado, hipocorado, sonolento, comatoso e sem sinais localizatórios. Mantido
em ar ambiente, colheu-se uma gasometria arterial, que revelou pH = 7,22; pressão
parcial de CO2 de 48 mmHg; pressão parcial de O2 de 75 mmHg; saturação de O2
de 94%; bicarbonato de 12,5 mEq/L e excesso de bases (BE) = -13.
Considerando o quadro descrito, assinale a opção que apresenta o diagnóstico
correto para o caso.
a) Acidose mista, respiratória e metabólica.
b) Acidose metabólica compensada por hiperventilação alveolar.
c) Alcalose respiratória compensada por uma acidose metabólica.
d) Acidose metabólica compensada por uma alcalose respiratória.
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QUESTÃO
Mulher, 46 anos, internada no CTI com quadro de sepse abdominal em pós-
operatório de colectomia esquerda. Gasometria arterial: pH = 7,51; CO2 = 18 mmHg e
PaO2 = 87 mmHg; HCO3 = 19.
Pode-se afirmar que ela apresenta-se em:
a) Alcalose respiratória.
b) Acidose metabólica compensada.
c) Acidose mista.
d) Alcalose respiratória compensada.
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QUESTÃO
Mulher, 46 anos, internada no CTI com quadro de sepse abdominal em pós-
operatório de colectomia esquerda. Gasometria arterial: pH = 7,51; CO2 = 18 mmHg e
PaO2 = 87 mmHg; HCO3 = 19.
Pode-se afirmar que ela apresenta-se em:
a) Alcalose respiratória.
b) Acidose metabólica compensada.
c) Acidose mista.
d) Alcalose respiratória compensada.
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Cenário 5
Cenário 5
Um homem de 65 anos vítima de atropelamento dá entrada na emergência com TCE
fechado e ruptura esplênica. Ele foi avaliado e submetido a esplenectomia. Nos
primeiros 4 dias de pós operatório, ele foi hidratado com soro glicosado 5% e soro
fisiológico meio a meio, na taxa de 125ml/hora.
O balanço hídrico diário mostra uma perda pela sonda nasogástrica, variando entre
450-600ml e a diurese entre 700-1000ml. O paciente está sonolento, mas é facilmente
acordado até a manhã do 5º dia, quando se diagnostica um coma profundo e pela
tarde ele começa a ter convulsões.
A tomografia de urgência não demonstra achados de piora ou de indicação cirúrgica.
Os achados laboratoriais são os seguintes: Sódio 130 mEq/l; Potássio 1,9 mEq/l;
Cloro 96 mEq/l; Bicarbonato 19 mEq/l. A osmolalidade do soro foi estimada em 260
mOsm/l. Os eletrólidos na urina estão: Sódio 61 mEq/l e o potássio 18 mEq/l.
Qual é a causa mais provável das convulsões do paciente?
@[Link] – João Victor Fernandes
Cenário 5
Cenário 5
Um homem de 65 anos vítima de atropelamento dá entrada na emergência com TCE
fechado e ruptura esplênica. Ele foi avaliado e submetido a esplenectomia. Nos
primeiros 4 dias de pós operatório, ele foi hidratado com soro glicosado 5% e soro
fisiológico meio a meio, na taxa de 125ml/hora.
O balanço hídrico diário mostra uma perda pela sonda nasogástrica, variando entre
450-600ml e a diurese entre 700-1000ml. O paciente está sonolento, mas é facilmente
acordado até a manhã do 5º dia, quando se diagnostica um coma profundo e pela
tarde ele começa a ter convulsões.
A tomografia de urgência não demonstra achados de piora ou de indicação cirúrgica.
Os achados laboratoriais são os seguintes: Sódio 130 mEq/l; Potássio 1,9 mEq/l;
Cloro 96 mEq/l; Bicarbonato 19 mEq/l. A osmolalidade do soro foi estimada em 260
mOsm/l. Os eletrólidos na urina estão: Sódio 61 mEq/l e o potássio 18 mEq/l.
Qual é a causa mais provável das convulsões do paciente?
R: Hiponatremia.
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QUESTÃO
Uma criança do sexo masculino com 10 meses de idade, previamente hígida, comparece à
unidade de pronto atendimento com quadro de diarreia e vômitos há 2 dias, e oligúria há 1 dia,
segundo relato da mãe. Ao exame físico, apresenta frequência respiratória = 55 incursões
respiratórias por minuto, saturometria de 98%; auscultas cardíaca e respiratória sem alterações;
frequência cardíaca = 140 batimentos por minuto; pressão arterial adequada; ausência de
edema. Os exames laboratoriais mostram: sódio = 128 mEq/L, K = 4,8mEq/L, bicarbonato = 13
mEq/L, ureia = 62 mg/dL, creatinina = l,4mg/dL, fração de excreção de sódio < 1%.
Diante desse quadro, a conduta imediata mais adequada em relação ao paciente, após medidas
de suporte e acesso venoso, é solicitar
a) expansão volêmica endovenosa com cloreto de sódio (NaCI) a 0,9%.
b) aplicação endovenosa de bicarbonato de sódio a 8,4%.
c) realização de tratamento de substituição renal.
d) aplicação endovenosa de furosemida.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Uma criança do sexo masculino com 10 meses de idade, previamente hígida, comparece à
unidade de pronto atendimento com quadro de diarreia e vômitos há 2 dias, e oligúria há 1 dia,
segundo relato da mãe. Ao exame físico, apresenta frequência respiratória = 55 incursões
respiratórias por minuto, saturometria de 98%; auscultas cardíaca e respiratória sem alterações;
frequência cardíaca = 140 batimentos por minuto; pressão arterial adequada; ausência de
edema. Os exames laboratoriais mostram: sódio = 128 mEq/L, K = 4,8mEq/L, bicarbonato = 13
mEq/L, ureia = 62 mg/dL, creatinina = l,4mg/dL, fração de excreção de sódio < 1%.
Diante desse quadro, a conduta imediata mais adequada em relação ao paciente, após medidas
de suporte e acesso venoso, é solicitar
a) expansão volêmica endovenosa com cloreto de sódio (NaCI) a 0,9%.
b) aplicação endovenosa de bicarbonato de sódio a 8,4%.
c) realização de tratamento de substituição renal.
d) aplicação endovenosa de furosemida.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Sintomas comuns no quadro de hiponatremia são:
a) Perda de cabelo e enfraquecimento de unhas.
b) Náuseas, dor de cabeça, confusão mental e fadiga.
c) Sangue nas fezes e urina.
d) Acne vulgar e dermatite atópica.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Sintomas comuns no quadro de hiponatremia são:
a) Perda de cabelo e enfraquecimento de unhas.
b) Náuseas, dor de cabeça, confusão mental e fadiga.
c) Sangue nas fezes e urina.
d) Acne vulgar e dermatite atópica.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Mulher de 65 anos vai à UPA queixando-se de fraqueza generalizada, náuseas, vômitos e
quedas frequentes, há 2 semanas. É portadora de hipertensão arterial sistêmica, doença renal
crônica (creatinina basal 1,3mg/dl) e câncer de mama com metástases pulmonares e hepáticas.
Faz uso apenas de losartana 50mg ao dia. Ao exame, PA 130/78mmHg (deitada e em pé), FC
68bpm, FR 16ipm. Está alerta, confusa, com leve desorientação no tempo. As mucosas estão
coradas e hidratadas. Os exames respiratório, cardiovascular, abdominal e neurológico não
revelam anormalidades. Apresenta marcha instável, porém atípica. Os exames de laboratório
mostram: Hb 10,3g/dl; leucócitos totais 8.050/mm³ ; plaquetas 336.000/mm³ ; creatinina
1,4mg/dl; ureia 62mg/dl; Na+ 105mEq/L; K+ 4,3mEq/L; Mg²+ 2,0mEq/L; Ca2+ 9, 1 mg/dl;
albumina 3,5g/dl; TSH 9,2microUl/mL; T4 1,5ng/dl. A causa MAIS PROVÁVEL para o quadro
clínico-laboratorial apresentado é:
a) Doença renal crônica
b) Hipotireoidismo
c) Insuficiência adrenal
d) Síndrome da secreção inapropriada do hormônio antidiurético
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Mulher de 65 anos vai à UPA queixando-se de fraqueza generalizada, náuseas, vômitos e
quedas frequentes, há 2 semanas. É portadora de hipertensão arterial sistêmica, doença renal
crônica (creatinina basal 1,3mg/dl) e câncer de mama com metástases pulmonares e hepáticas.
Faz uso apenas de losartana 50mg ao dia. Ao exame, PA 130/78mmHg (deitada e em pé), FC
68bpm, FR 16ipm. Está alerta, confusa, com leve desorientação no tempo. As mucosas estão
coradas e hidratadas. Os exames respiratório, cardiovascular, abdominal e neurológico não
revelam anormalidades. Apresenta marcha instável, porém atípica. Os exames de laboratório
mostram: Hb 10,3g/dl; leucócitos totais 8.050/mm³ ; plaquetas 336.000/mm³ ; creatinina
1,4mg/dl; ureia 62mg/dl; Na+ 105mEq/L; K+ 4,3mEq/L; Mg²+ 2,0mEq/L; Ca2+ 9, 1 mg/dl;
albumina 3,5g/dl; TSH 9,2microUl/mL; T4 1,5ng/dl. A causa MAIS PROVÁVEL para o quadro
clínico-laboratorial apresentado é:
a) Doença renal crônica
b) Hipotireoidismo
c) Insuficiência adrenal
d) Síndrome da secreção inapropriada do hormônio antidiurético
@[Link] – João Victor Fernandes
Cenário 6
Cenário 6
Paciente sexo masculino, portador de IRC em hemodiálise admitido na
emergência com fraqueza muscular, parestesias e diminuição de reflexos.
ECG na admissão evidenciou onda T apiculada, plolongamento do intervalo PR,
alargamento do intervalo QRS e achatamento de onda P.
Exames laboratoriais em andamento.
Qual é a alteração laboratorial que provavelmente aparecerá no exame de
acordo com o ECG do paciente?
@[Link] – João Victor Fernandes
Cenário 6
Cenário 6
Paciente sexo masculino, portador de IRC em hemodiálise admitido na
emergência com fraqueza muscular, parestesias e diminuição de reflexos.
ECG na admissão evidenciou onda T apiculada, plolongamento do intervalo PR,
alargamento do intervalo QRS e achatamento de onda P.
Exames laboratoriais em andamento.
Qual é a alteração laboratorial que provavelmente aparecerá no exame de
acordo com o ECG do paciente?
R: Hiperpotassemia
@[Link] – João Victor Fernandes
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@[Link] – João Victor Fernandes
@[Link] – João Victor Fernandes
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Paciente, sexo feminino, diabética de longa data, portadora de doença renal crônica estágio cinco, realiza
hemodiálise como terapia renal substitutiva. Após faltar sua última sessão de hemodiálise, é admitida em
serviço de urgência com paresia dos membros inferiores. Foi solicitado eletrocardiograma. O achado
eletrocardiográfico, o distúrbio hidroeletrolítico implicado e a conduta imediata, respectivamente são:
fibrilação atrial, hipercalemia, amiodarona.
a) ritmo juncional, hiperfosfatemia, hemodiálise.
b) onda t em tenda, hipercalemia, gluconato de cálcio.
c) ritmo sinusal, hipocalemia, cloreto de potássio.
d) taquicardia ventricular polimórfica, hipomagnesemia, sulfato de magnésio.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Paciente, sexo feminino, diabética de longa data, portadora de doença renal crônica estágio cinco, realiza
hemodiálise como terapia renal substitutiva. Após faltar sua última sessão de hemodiálise, é admitida em
serviço de urgência com paresia dos membros inferiores. Foi solicitado eletrocardiograma. O achado
eletrocardiográfico, o distúrbio hidroeletrolítico implicado e a conduta imediata, respectivamente são:
fibrilação atrial, hipercalemia, amiodarona.
a) ritmo juncional, hiperfosfatemia, hemodiálise.
b) onda t em tenda, hipercalemia, gluconato de cálcio.
c) ritmo sinusal, hipocalemia, cloreto de potássio.
d) taquicardia ventricular polimórfica, hipomagnesemia, sulfato de magnésio.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Qual desses medicamentos não deve ser utilizado em paciente com insuficiência
renal aguda e hipercalemia?
a) Furosemida.
b) Poliestirenosulfonato de cálcio.
c) Enalapril.
d) Ácido acetilsalicílico.
e) Dexametasona.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Qual desses medicamentos não deve ser utilizado em paciente com insuficiência
renal aguda e hipercalemia?
a) Furosemida.
b) Poliestirenosulfonato de cálcio.
c) Enalapril.
d) Ácido acetilsalicílico.
e) Dexametasona.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Uma mulher com 38 anos de idade deu entrada em uma Unidade de Emegência apresentando dispneia e dor torácica. O quadro teve início
5 dias antes com tosse seca, dor torácica à direita e febre alta. No dia seguinte ao início do quadro, ela procurou assistência médica tendo-
lhe sido prescrito tratamento com levofloxacina para pneumonia bacteriana comunitária. A paciente relatou evolução com manutenção do
quadro febril e das demais queixas; posteriormente, passou também a se sentir cansada, dispneica e com dor precordial tipo pleurítica.
Como não viu melhora no quadro, procurou a Unidade de Emergência onde se encontra no momento. No primeiro atendimento na Unidade
de emergência, a paciente negou tabagismo, etilismo, e uso de drogas ilícitas. Sua história patológica pregressa revela apenas cistites de
repetição com último episódio há 2 meses, sempre tratadas com quinolona por via oral. Ao exame físico, apresentou pressão arterial = 85 x
40 mmHg; frequência cardíaca = 120 bpm; frequência respiratória = 28 irpm; temperatura = 38,7 °C; exame pulmonar compatível com
condensação lobar à direita. Foi iniciada oxigenioterapia sob máscara e considerado o diagnóstico de sepse através dos critérios clássicos
(síndrome de resposta inflamatória sistêmica com infecção comprovada ou suspeita). Foram colhidas hemoculturas, o lactato sérico foi
dosado, o esquema antibiótico foi modificado para cefalosporina de terceira geração + macrolídeo e foi iniciado resgate volêmico generoso.
Os exames complementares realizados confirmam a existência de disfunção orgânica grave, com presença de 3 disfunções no escore
SOFA (sequential organ-failure assessment): graveinjúria renal, com creatinina sérica = 5,8 mg/dL; hipercalemia acentuada, com K+ sérico =
7,2 mEq/L; acidose metabólica importante, com PH = 7,18 e bicarbonato sérico = 12 mEq/L. Foram então instituídas medidas terapêuticas
intensivas para controle das disfunções orgânicas, mas, na manhã seguinte, logo após a realização do registro eletrocardiográfico ilustrado
a seguir (VER IMAGEM), a paciente apresentou parada cardiorrespiratória em atividade elétrica sem pulso, que foi revertida com a
realização de manobras do suporte básico de vida e administração intermitente de adrenalina, bicarbonato de sódio e gluconato de cálcio.
Após estabilização hemodinâmica da paciente, foi indicada a instituição imediata de suporte dialítico. Considerando que o registro
eletrocardiográfico apresentado indica a causa da parada cardiorrespiratória da paciente, o que motivou a instituição de terapêutica dialítica?
a) Hipercalemia acentuada e refratária.
b) Acidose metabólica grave e refratária.
c) Pericardite urêmica com tamponamento.
d) Sobrecarga volêmica com congestão pulmonar.
@[Link] – João Victor Fernandes
QUESTÃO
Uma mulher com 38 anos de idade deu entrada em uma Unidade de Emegência apresentando dispneia e dor torácica. O quadro teve início
5 dias antes com tosse seca, dor torácica à direita e febre alta. No dia seguinte ao início do quadro, ela procurou assistência médica tendo-
lhe sido prescrito tratamento com levofloxacina para pneumonia bacteriana comunitária. A paciente relatou evolução com manutenção do
quadro febril e das demais queixas; posteriormente, passou também a se sentir cansada, dispneica e com dor precordial tipo pleurítica.
Como não viu melhora no quadro, procurou a Unidade de Emergência onde se encontra no momento. No primeiro atendimento na Unidade
de emergência, a paciente negou tabagismo, etilismo, e uso de drogas ilícitas. Sua história patológica pregressa revela apenas cistites de
repetição com último episódio há 2 meses, sempre tratadas com quinolona por via oral. Ao exame físico, apresentou pressão arterial = 85 x
40 mmHg; frequência cardíaca = 120 bpm; frequência respiratória = 28 irpm; temperatura = 38,7 °C; exame pulmonar compatível com
condensação lobar à direita. Foi iniciada oxigenioterapia sob máscara e considerado o diagnóstico de sepse através dos critérios clássicos
(síndrome de resposta inflamatória sistêmica com infecção comprovada ou suspeita). Foram colhidas hemoculturas, o lactato sérico foi
dosado, o esquema antibiótico foi modificado para cefalosporina de terceira geração + macrolídeo e foi iniciado resgate volêmico generoso.
Os exames complementares realizados confirmam a existência de disfunção orgânica grave, com presença de 3 disfunções no escore
SOFA (sequential organ-failure assessment): graveinjúria renal, com creatinina sérica = 5,8 mg/dL; hipercalemia acentuada, com K+ sérico =
7,2 mEq/L; acidose metabólica importante, com PH = 7,18 e bicarbonato sérico = 12 mEq/L. Foram então instituídas medidas terapêuticas
intensivas para controle das disfunções orgânicas, mas, na manhã seguinte, logo após a realização do registro eletrocardiográfico ilustrado
a seguir (VER IMAGEM), a paciente apresentou parada cardiorrespiratória em atividade elétrica sem pulso, que foi revertida com a
realização de manobras do suporte básico de vida e administração intermitente de adrenalina, bicarbonato de sódio e gluconato de cálcio.
Após estabilização hemodinâmica da paciente, foi indicada a instituição imediata de suporte dialítico. Considerando que o registro
eletrocardiográfico apresentado indica a causa da parada cardiorrespiratória da paciente, o que motivou a instituição de terapêutica dialítica?
a) Hipercalemia acentuada e refratária.
b) Acidose metabólica grave e refratária.
c) Pericardite urêmica com tamponamento.
d) Sobrecarga volêmica com congestão pulmonar.
@[Link] – João Victor Fernandes