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Gerenciamento da Segurança da Informação

Unidade II

Prof. Emerson Beneton


Elo mais fraco na segurança de uma infraestrutura de TI

 Quando consideramos as vulnerabilidades em qualquer sistema de informações,


podemos afirmar, por diversas características, que o usuário é o elo mais fraco.
Ética e a internet

 Devemos ter em mente que o cyber espaço é um local sem autoridades


constituídas ou que possam controlar todas as ações dos usuários e, sendo assim,
torna-se um espaço sem garantias. Além disso, pesquisas comprovam que o
comportamento humano nesta área é pouco maduro se comparado a outros
ambientes sociais.
Estrutura de política de segurança da informação

Fonte: O autor, 2019.


Estrutura de política de segurança da informação

 Comitê de segurança da informação.


Padrões de classificações de dados

 Na classificação dos dados, deve-se identificar se a informação ou o dado, por sua


sensibilidade ao negócio, é público, interno ou confidencial.
 Com isso, fica claro o que deve ser feito durante todo o ciclo de vida da
informação. Criação, transporte, guarda e descarte.
Tecnologia

 O uso da tecnologia é atualmente um dos elos mais importantes na prevenção


de ataques, além dos processos e do treinamento das pessoas.
Hacker

 Hacker black-hat – É o indivíduo que se incentiva pelo desafio e que tem foco em
provar sua habilidade técnica.
 Hacker white-hat – Também conhecido com hacker ético, normalmente é um
profissional de segurança da informação ou administrador de redes. Procura
vulnerabilidades.
Hacker

 Hackers gray-hat – É aspirante, tem capacidade média e pode, em determinado


momento, tornar-se um black-hat. Por outro lado, dependendo da conduta pode
se tornar um white-hat.
Hacker x Cracker

 O cracker tem intensão negativa, tem habilidades sofisticadas, pode ter interesse
de ganhos monetários, representa a maior ameaça às organizações.
 Pode produzir fraudes, roubos de dados ou credenciais, pode destruir
informações etc.
Ferramentas de ataque

 Programas para varredura (scanners) de vulnerabilidade.


 Programas de varredura de porta.
 Farejadores (sniffers).
 Programas discadores (wardialers).
 Programas para captura de teclado (keyloggers).
Interatividade
Com relação à classificação dos dados ou da informação, considerando que
determinada informação é sensível ao negócio e, ainda, analisando seu ciclo de vida,
devemos:
a) Sempre criptografar todas as informações dentro da organização.
b) Realizar back-up de 100% dos dados da empresa.
c) Instituir em qualquer acesso duplo fator de autenticação.
d) Criptografar no servidor as informações consideradas
confidenciais.
e) Instituir duplo fator de autenticação apenas para acesso
as informações públicas.
Interatividade
Com relação à classificação dos dados ou da informação, considerando que
determinada informação é sensível ao negócio e, ainda, analisando seu ciclo de vida,
devemos:
a) Sempre criptografar todas as informações dentro da organização.
b) Realizar back-up de 100% dos dados da empresa.
c) Instituir em qualquer acesso duplo fator de autenticação.
d) Criptografar no servidor as informações
consideradas confidenciais.
e) Instituir duplo fator de autenticação apenas para acesso
as informações públicas.
Brechas de segurança

 Mesmo de posse das mais competentes medidas de proteção a equipamentos de


computação, muitos atacantes acabam por penetrar em sistemas. Isso se deve
pelo fato de as vulnerabilidades serem dinâmicas, isto é, mudam à medida que
os sistemas evoluem e com isso sempre haverá uma forma de entrada.
Atividades que podem causar brecha de segurança
 Ataque de negação de serviço.
 Ataque de negação de serviço distribuída.
 Comportamento inaceitável do navegador web.
 Espionagem telefônica.
 Uso de uma porta dos fundos para acessar recursos.
 Modificação acidental em dados.
Ataque malicioso
 O ataque em sistemas de computadores ou em ativos de uma organização
obtém sucesso a partir do instante que explora uma vulnerabilidade.
Quatro categorias de ataques
 Fabricações: criação de alguma fraude, com o objetivo de enganar usuários.
 Interceptações: escutar transmissões e mudar seu endereçamento para usuários
não autorizados.
 Interrupções: quebra ou interrupção em um canal de comunicação, bloqueando
parcial ou totalmente a transmissão de dados.
 Modificações: alteração de dados não autorizada, constantes em uma transmissão
de dados.
Ameaças ativas que mais se destacam
 Ataque de força bruta.
 Ataques de dicionário.
 Sequestro.
 Ataques de homem no meio.
 Engenharia social.
 Phishing.
Software malicioso
 O malware tem como finalidade danificar ou corromper sistemas a que teve
acesso, seus efeitos são variáveis: podem ser leves, como tornar o
equipamento mais lento, provocar falhas de operação, ou criar situações
muito mais danosas como roubar números de cartão de crédito ou
procedimentos até mais graves.
Os malwares estão presentes em duas categorias
Programas de infecção:
 vírus;
 vermes.
Programas de ocultação:
 Cavalos de Troia;
 RootKits;
 Programas espiões.
Controle de acesso
Os sistemas de controle de acesso são usados para que se possa restringir o
acesso a sistemas ou equipamentos de acordo com a hierarquia do usuário, ou
seja, deve-se permitir acessos a ativos certos para pessoas devidamente
autorizadas.
Os controles de acesso podem ser divididos em quatro partes
1. Autorização: quem está autorizado a acessar o que.
2. Identificação: qual meio será utilizado para identificação.
3. Autenticação: as identidades podem ser verificadas.
4. Responsabilização: haverá rastreabilidade, como garantir que tudo que
acontece será possível identificar quem fez.
Ameaças a controle de acesso
 Acesso físico.
 Interceptação por observação.
 Contornando a segurança.
 Explorando hardware e software.
 Reutilizando ou descartando mídia.
 Interceptação eletrônica.
 Interceptação de comunicação.
 Acessando redes.
 Explorando aplicativos.
Interatividade
Analisando as categorias dos malwares, podemos afirmar que são malwares de infecção:
a) Vírus vermes e cavalos de Troia.
b) Cavalos de Troia, rootkits e programas espiões.
c) Vermes e vírus.
d) Vermes, cavalos de troia e programas espiões.
e) Vírus, vermes e rootkits.
Interatividade
Analisando as categorias dos malwares, podemos afirmar que são malwares de infecção:
a) Vírus vermes e cavalos de Troia.
b) Cavalos de Troia, rootkits e programas espiões.
c) Vermes e vírus.
d) Vermes, cavalos de troia e programas espiões.
e) Vírus, vermes e rootkits.
ATÉ A PRÓXIMA!

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