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Uml E Programação Orientada A Objetos

UML

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UML e

Programação Orientada a
Objetos

Uma
Uma abordagem
abordagem prática
prática

Por Cláudio Roberto Martins


claudio@[Link]

Parte II

Unified
Modeling
Language

27

1
Parte II - UML

Sumário
? Motivação
? Histórico e Fundamentos
? Modelagem
? Diagramas da UML
? Aplicando UML no desenvolvimento do software
? Exemplo de um método de desenvolvimento
? Análise de Robustez
? Estudo de Caso

28

Motivação: Por que fazer modelagem?

? Melhorar a comunicação dentro da equipe de


desenvolvimento;
? Documentar decisões em diversos níveis de abstração;
? Garantir a base para implementar em arquiteturas
flexíveis.

A necessidade da modelagem surge com o


crescente aumento da complexidade dos
sistemas.

Linguagem padrão para modelagem ?

29

2
UML?

? UML - Unified Modeling Language

? É uma linguagem padrão para modelagem com


o objetivo de especificar, visualizar, construir e
documentar todos os artefatos de um sistema
de software*.

(*) Qualquer tipo de paradigma: OO, estruturado,


componentes, tempo real, e outros.

30

UML?

? UML é a síntese das notações de Grady Booch, Jim


Rumbaugh, Ivar Jacobson e muitas outras.

31

3
Diferenç
Diferença entre Mé
Método e UML

? Linguagem de Modelagem: a notação


(principalmente gráfica) utilizada por métodos
para expressar projetos.

? Processo: passos a serem seguidos na


elaboração de um projeto

? UML é uma linguagem de modelagem

? Método = Processo + Ling. Modelagem

32

Modelagem

? Um modelo é uma simplificação da realidade, uma


vez que detalhes não essenciais podem ser
omitidos.
? A manipulação do modelo é mais fácil do que a
realidade que se está modelando, pois a
compreensão desta realidade é feita através de
diferentes visões da modelagem (camadas de
abstração).
? Através de um modelo representa-se a estrutura e
comportamento do software desejado:
? Visualização
? Controle da Arquitetura
? Compreensão
33
? Análise de riscos

4
Diagramas da UML

? Casos de uso (Use Cases) : Modelam o comportamento do


Sistema.
? Classes : Modela classes, interfaces e seus relacionamentos (visão
estática da estrutura do Sistema).
? Seqüência : Modela aspectos dinâmicos, representando a troca
(interação) de mensagens entre objetos.
? Colaboração : equivalente ao de Seqüência.
? Estados: Modela uma máquina de estados, formado por : estados,
transições e eventos.
? Atividades: Tipo especial de Diagrama de Estado.
? Implementação: Modelam a arquitetura lógica e física do hardware
e software que implementam o Sistema.
? Componentes: Exibe a organização e dependências existentes em
um conjunto de componentes do Sistemas (Programas fontes,
objetos, executáveis e bibliotecas)
? Implantação: Mostra a configuração dos nós de processamento em
tempo de execução e os componentes neles existentes.
34

Caso de Uso

? Um caso de uso (UC – Use Case) é uma seqüência de


transações realizadas pelo sistema em resposta ao
disparo de um evento.
? Um caso de uso, quando realizado completamente,
fornece um valor avaliável para o ator.
? Um caso de uso modela a diálogo entre um ator e o
sistema.
Interação

Caso de Uso
Ator

35

5
Diagrama de Caso de Uso: elementos

Ator Relação de Dependência de


Interação Ator/UC “Extends”

Relação de
Dependência de
Generalização/
“Includes”
Especialização

36

Diagrama de Classes
? As classes surgem dos principais conceitos, aqueles relevantes para o
domínio do problema.
? Como regra substantivos identificados no levantamento dos requisitos são
candidatos a classes.
? O diagrama de classes modela os aspectos estáticos do sistema. É
semelhante ao diagrama E-R, adicionado pelas operações
(métodos/serviços) fornecidas pelas classes.

37

6
Diagrama de Seqüência

? Realiza um caso de uso, descrevendo a


interação entre os objetos envolvidos.
? É a realização (instanciação) de um cenário de
um UC.

38

Aplicando UML no desenvolvimento do software

? A UML não define um modelo de processo


(método) a ser aplicado no desenvolvimento de
um sistema aplicativo.
? O desenvolvimento deve ser dirigido por casos
de uso (use cases), desde a fase de requisitos,
passando pela análise, projeto, implementação
e teste.
? Para a adoção inicial, o método deve incluir um
conjunto mínimo de diagramas UML.

39

7
Exemplo: o processo ICONIX

40

Modelo do Processo: Decisões

? Usar um modelo iterativo e incremental.


? Modelo Espiral é mais flexível e permite “liberar”
versões a cada ciclo concluído.
? Adotar um modelo de processo que se adapte
às necessidades e à cultura da equipe de
desenvolvimento.
? Ou então, definir um modelo, estabelecendo
padrões que estejam próximos da abordagem
de desenvolvimento de software “dirigido” por
casos de uso, mas não necessariamente em
uma realidade totalmente orientada a objetos.
41

8
Exemplo de um método de desenvolvimento

? Um método simplificado, seguindo a UML :


? Levantamentos dos Requisitos (Casos de Uso)
? Análise
Casos de Uso

? Diagrama de Classes
? Diagrama de Robustez (um tipo de Diagrama de Colaboração)
? Projeto
? Diagrama de Classes (completado com classes de projeto)
? Diagrama de Seqüência com casos de uso reais
? Implementação
? Diagrama de Componentes
? Mapeamento para uma linguagem OO

? Durante o processo deve ser mantido um glossário (dicionário) com todos


os conceitos surgidos nas etapas do processo, como definição das classes,
casos de uso, componentes, etc.
42 ? A tarefa de teste/validação deve ser realizada em todas as fases.

Análise de Robustez

gap

Como fazer.
O que fazer. (projeto)
(análise)

xxxxxx
xxxxxx
.....
xxxxxx
xxxxxx
xxxxxx

A Análise de Robustez como ponte entre a análise e o projeto.

43

9
Análise de Robustez

? Permite a rastreabilidade (traceability) dos


requisitos funcionais da fase de análise
(estabelecidos nos casos de uso) para o projeto
detalhado e, conseqüentemente, a
implementação.
? É um tipo de análise para auxiliar o projetista a
refinar o texto da especificação do caso de uso
e ajudar a descobrir os objetos (classes),
atributos e mensagens que fazem parte do
modelo de domínio do problema e, sobretudo,
da realidade do projeto (classes de software).
44

Elementos da Análise de Robustez

Interface (boundary) – objetos que os atores usam para se comunicar com o


sistema.

Entidade (entity) – são os objetos que representam o modelo de domínio do


problema.

Controlador (control) – objetos que fazem a “ligação” entre os objetos


interface e objetos entidade.

45

10
Regras para o Diagrama de Robustez

Permitido Não permitido

46

Análise de Robustez: identificando objetos

? Interface - aqueles que os atores interagem com o


sistema. Ex: janelas, telas, caixas de diálogo, páginas
Web, etc. (SUBSTANTIVOS)
? Entidades - são mapeados em tabelas em um banco de
dados ou em arquivos convencionais, que retém
permanentemente (persistência) ou temporariamente
(transiente) a informação para a execução do caso de
uso. (SUBSTANTIVOS)
? Controladores incorporam a lógica da aplicação. Um
exemplo de objetos controladores são as páginas de
script de servidor (JSP, ASP, PHP) que realizam o papel
de controlar as mensagens vindas das páginas clientes
(html), criar páginas html e acessar os dados
armazenados em banco de dados. (VERBOS)
47

11
Exemplo para o UC “Login”
Login” (para um portal na
Web)

Curso Básico (CB)


? CB.1 – O UC inicia quando, a partir da homepage do portal, o cliente
acessa a página de Login clicando no botão “login”.
? CB.2 – O sistema exibe a página de Login.
? CB.3 – O cliente fornece o código e a senha de acesso, em seguida clica
no botão “Entrar”.
? CB.4 – O sistema valida os dados de acesso (código e senha) do cliente.
? CB.5 – Caso o acesso seja válido, o sistema retorna à homepage do portal.

Curso Alternativo
? CB.2 - Se cliente clicar no botão “Cadastrar Novo Cliente”, o sistema abre o
formulário de cadastramento (ver UC “Fazer Cadastramento”).
? CB.4 - O sistema exibe mensagem de erro para código de acesso inválido
na página Login.
? CB.4 - O sistema emite mensagem de erro para senha inválida na página
Login.
48

Exemplo de Diagrama de Robustez

Fazer
Cadastramento

Página Login
entra código/senha
e clica “Entrar”

Validar

Cliente Dados de acesso


clica “Login”

Exibir
HomePage

49

12
Exemplo de Diagrama de Seqüência

: Cliente : HomePage : Exibir : PagLogin

1 – O cliente acessa a página de 1. clickLogin

Login a partir da homepage,


clicando no botão “Login”.
2. exibePagLogin( )

2 – O sistema exibe a página de


3. carrega( )
Login.
.....
......
......
(continua o texto do caso de uso)

Exemplo de um diagrama de seqüência (parcial) para o UC “Login”.


50

Elaboração do Diagrama de Seqüência

É o principal diagrama da fase de projeto. Passos:


1. Copie o texto da especificação do caso de uso para
o lado esquerdo do diagrama de seqüência.
2. Acrescente os objetos Entidade (do diagrama de
robustez) como objetos de uma classe que aparece no
diagrama de classe do modelo de análise.
3. Acrescente os objetos de interface do diagrama de
robustez.
4. Defina os métodos nas classes a partir da conversão
dos objetos controladores, em um conjunto de métodos
(mensagens) que incorporam o comportamento
desejado.

51

13
Controlador como classe ou método?

Há duas estratégias básicas para o


mapeamento dos objetos controladores:
? (1) Controlador atuando nas próprias
classes de interface de usuário, como
métodos; e
(1) – Mais fácil de construir, porém difícil de manter.

? (2) Controlador como uma classe real de


projeto, representando o caso de uso.
(2) – Mais flexível, porém deve ser utilizado
um padrão de projeto único para todos (MVC, por exemplo).
52

Estudo de Caso

53

14
FASE 0

Definição do Problema

54

Estudo de Caso: Controle de Contas Bancárias


O banco comercial Bancred presta serviços a clientes, permitindo a abertura de contas bancárias com
algumas opções disponíveis. O banco aceita pessoas físicas e jurídicas para cliente. Para ser um
cliente pessoa física, os dados necessários são nome, cpf, data de nascimento, sexo e endereço
completo. Para cliente pessoa jurídica os dados são: nome da empresa, cgc, faturamento anual e
endereço completo. O cliente deve fornecer uma senha no ato de seu cadastro, que serve de controle
Descrição do Mini-mundo

de acesso às consultas no sistema.


Para utiliza os serviços do banco, o cliente deve abrir contas bancárias do tipo comum, poupança,
aplicação e especial. As regras para abertura e movimentação de conta são as seguintes:
a) Uma conta corrente comum deve possuir um número único. Ao abrir a conta, deve ser depositado
R$ 1.000,00 para saldo inicial.
b) O cliente pode abrir três tipos de contas, além da comum:
b.1) Conta especial: a conta possui um limite de crédito, em que o cliente pode utilizar além do
saldo disponível.
b.2) Poupança: o saldo é atualizado a partir de uma taxa mensal na data de aniversário da conta
poupança. A conta poupança deve possuir um saldo mínimo de depósito.
b.3) Aplicação: o cliente deposita um valor que deve ser aplicado para investimento por um
período em dias. O saldo é reajustado por uma taxa.
O sistema deve permitir a movimentação das contas como débito e crédito, respeitando as regras
citadas anteriormente.
O sistema permite ao cliente acesso à consulta de seu saldo bancário, informando o tipo da conta
55 (comum, especial, aplicação ou poupança) e uma senha de acesso registrada no seu cadastro.

15
FASE 1

Análise
(com levantamento de requisitos)

56

Levantamento de Requisitos: Casos de Uso

? Diagrama de Casos de Uso. Exemplo para o


Sistema de Contas Bancárias.

57

16
Levantamentos dos Requisitos: Especificação
dos Casos de Uso
Projeto: C o n t r o l e d e C o n t a s B a n c á r i a s
Nome do UC: Cadastrar Cliente

Descrição : Este UC é responsável pela inscrição de um novo cliente, bem como alteração de
dados, consulta e exclusão de clientes em geral (pessoas física e jurídica).

CURSO NORMAL:

a) C a d a s t r a n o v o c l i e n t e :
a.1) O funcionário informa o tipo de cliente: pessoa física ou jurídica;
a.2) Para p. física inform a: nome, endereço, sexo, CPF e data de nascimento;
a.3) Para p. jurídica informa: nome da empresa, endereço, CGC e faturamento anual;
a.4) Caso os dados sejam válidos, um número de inscrição é gerado pelo sistema;
a.5) O sistem a solicita ao usuário uma senha para acesso a consultas (ver UC “Cadastrar
Senha”).

b) Alterar dados do cliente:


b.1) O funcionário seleciona o cliente (ver UC “Co nsultar Cliente”) que deseja alterar os
dados. O número de inscrição e o CPF/CGC não devem ser alterados;
b.2) Os novos dados válidos e a alteração registrada.

c) Consultar dados de cliente:


c . 1 ) O f u n c i o n á r i o i n f o r m a o c l i e n t e ( v e r U C “ C o n s u l t a r C l i e n t e ”) q u e d e s e j a c o n s u l t a r ;
c.2) O sistem a apresenta os dados do cliente escolhido.

d) Excluir cliente:
d.1) O funcionário inform a o cliente que deseja excluir. Os dados do cliente são apresentados
e é solicitada confirm ação. Não deve ser permitido excluir cl ientes que possuam conta bancária
c o m s a l d o ? 0.

CURSOS ALTERNATIVOS:

a) I N C L U S Ã O : exibir mensagem de erro para dados inválidos;


b) A L T E R A Ç Ã O : exibir mensagem de erro para dados inválidos;
c) E X C L U I R : e x i b i r m e n s a g e m d e e r r o q u a n d o c l i e n t e p o s s u i r c o n t a s c o m s a l d o ? 0.

C L A S S E S : Cliente (as sub -classes: PessoaFísica e PessoaJurídica)

Restrições de Integridade :
- Pré - c o n d i ç ã o : C G C / C P F d e v e s e r ú n i c o , i . e . , p e r t e n c e r s o m e n t e a u m c l i e n t e ;
58 - P Ó S -C O N D I Ç Õ E S : O C A D A S T R O D E C L I E N T E S D E V E S E R A T U A L I Z A D O .

Levantamentos dos Requisitos: Especificação


dos Casos de Uso
Caso de Uso: Abrir Conta

Descrição: este UC deve permitir a abertura de um tipo de conta para o cliente do


banco.

C U R S O N O R M A L:
1. O gerente do banco (funcionário) informa o cliente que deseja abrir a nova conta
( v e r U C “C o n s u l t a r c l i e n t e ) .
2. O sistema solicita o tipo de conta : comum, especial, poupança ou aplicação.
3. Caso a conta seja c o m u m : informar o depósito. O valor de depósito deve ser
superior ou igual a 1000 reais.
4 . C o n t a E s p e c i a l : o g e r e n t e i n f o r m a o v a l o r d e lim i t e d e c r é d i t o e o v a l o r d o
deposito, que deve ser maior que 1000 reais.
5. Poupança: informar o valor de deposito (>1000). O sistema assume a data
corrente como a data de aniversario.
6. Aplicação: O gerente informa o numero de dias para o período de aplic ação. O
sistema assume a data corrente como a data de aplicação. O valor de deposito
deve ser maior que 1000.

CURSOS ALTERNATIVOS
? ? P a r a 3,4,5 e 6 : e x i b i r m e n s a g e m d e e r r o p a r a o v a l o r d e d e p o s i t o < 1 0 0 0
? ? Para 4: O valor de limite dever ser maior que zero. Exibir mensagem de
erro.
? ? Para 6: Exibir mensagem de erro, caso o período seja menor que 30 dias.

RESTRIÇÕES:
? ? Pré -c o n d i ç ã o : o c l i e n t e d e v e e s t a r c a d a s t r a d o n o s i s t e m a .
? ? P ó s -c o n d i ç õ e s : a p ó s a a b e r t u r a d a c o n t a , o s i s t e m a g e r a u m n o v o n ú m e r o
para a conta e a tualiza o cadastro de contas.

59 CLASSES: CONTA CORRENTE E SUAS DESCENDENTES SUBCLASSES.

17
Levantamentos dos Requisitos: Especificação
dos Casos de Uso
CASO DE U SO : M o v i m e n t a r C o n t a B a n c á r ia

Descrição: Este UC é responsável pela movimentação de débito e crédito das contas


bancárias de um cliente.

C U R S O N O R M A L:
a) O caixa (funcionário) identifica o cliente que deseja movimentar a conta (ver
U C “C o n s u l t a r C l i e n t e ”);
b) O s i s t e m a e x i b e a s c o n t a s a b e r t a s p e l o c l i e n t e , j u n t a m e n t e c o m o s s a l d o s
respectivos.
c) O c a i x a s o l i c i t a o t i p o d e c o n t a e i n f o r m a s e a m o v i m e n t a ç ã o é d é b i t o o u
crédito. Em seguida lança o valor.
d) O s i s t e m a s o l i c i t a a o c l i e n t e u m a s e n h a d e a c e s s o ( v e r U C “F o r n e c e r S e n h a ”).
O sistema va lida a senha e efetiva o movimento.

C URSOS A LTERNATIVOS :
a) Conta especial: O valor de crédito não deve ultrapassar o limite. Exibir
mensagem de erro.
b) C o n t a P o u p a n ç a : s e o v a l o r f o r m e n o r d o q u e o s a l d o m í n i m o d e d e p ó s i t o ,
exibir uma mensagem de erro.
c) Aplica ç ã o : T e m p o m í n i m o p a r a c r é d i t o d e 3 0 d i a s . E x i b i r m e n s a g e m d e e r r o .
d) S e a s e n h a f o r i n v á l i d a , m o s t r a r u m a m e n s a g e m d e e r r o .

R ESTRIÇÕES :
Pré -c o n d i ç ã o : O c l i e n t e d e v e p o s s u i r u m a c o n t a .
Pós -c o n d i ç ã o : O s a l d o d o c l i e n t e d e v e s e r a t u a l i z a d o .

60 C L A S S E S : Conta c o r r e n t e e s u a s s u b c l a s s e s .

Identificando as classes de negócio


O banco comercial Bancred presta serviços a clientes, permitindo a abertura de contas bancárias com
algumas opções disponíveis. O banco aceita pessoas físicas e jurídicas para cliente. Para ser um
cliente pessoa física, os dados necessários são nome, cpf, data de nascimento, sexo e endereço
completo. Para cliente pessoa jurídica os dados são: nome da empresa, cgc, faturamento anual e
endereço completo. O cliente deve fornecer uma senha no ato de seu cadastro, que serve de controle
Descrição do Mini-mundo

de acesso às consultas no sistema.


Para utiliza os serviços do banco, o cliente deve abrir contas bancárias do tipo comum, poupança,
aplicação e especial. As regras para abertura e movimentação de conta são as seguintes:
a) Uma conta bancária deve possuir um número único. Ao abrir a conta, deve ser depositado no
mínimo o valor de R$ 1.000,00 para saldo inicial.
b) O cliente pode abrir três tipos de contas, além da conta comum:
b.1) Conta especial: a conta possui um limite de crédito, em que o cliente pode utilizar além do
saldo disponível.
b.2) Poupança: o saldo é atualizado a partir de uma taxa mensal na data de aniversário da conta
poupança. A conta poupança deve possuir um saldo mínimo de depósito.
b.3) Aplicação: o cliente deposita um valor que deve ser aplicado para investimento por um
período em dias. O saldo é reajustado por uma taxa.
O sistema deve permitir a movimentação das contas como débito e crédito, respeitando as regras
citadas anteriormente.
O sistema permite ao cliente acesso à consulta de seu saldo bancário, informando o tipo da conta
61 (comum, especial, aplicação ou poupança) e uma senha de acesso registrada no seu cadastro.

18
Diagrama de Classes Conceituais

62

FASE 2

Projeto

63

19
Diagrama de Seqüência: como construir

? O exemplo abaixo segue a abordagem ICONIX.


O caso de uso é refinado durante a análise de robustez e revisado durante a elaboração
preliminar do projeto.

Modelo UC
Curso básico e
Diagrama de alternativo de ações
“Robustez”
1. Copiar o texto do UC para a
margem esquerda do diagrama de
seqüência.

2. Adicione objetos “Entity”.


3. Adicione objetos “Interface” 4. Trabalhe com “controllers”, um
(boundary) de cada vez, i.e, um para cada UC.
Diagrama de
Seqüência

“Colando”o texto do UC no diagrama de sequência é a forma de tornar os


64 requisitos do usuário sempre visíveis quando se trabalha no projeto.

Diagrama de Sequência exemplo:


UC “Movimentar Conta Bancária”

65

20
Diagrama de Sequência exemplo:
UC “Movimentar Conta Bancária”

Curso Básico:

a) O caixa (funcionário) identifica o


cliente que deseja movimentar a conta
(ver UC “Consultar Cliente”);
b) O sistema exibe as contas abertas
pelo cliente .... saldos respectivos
c) O caixa solicita o tipo de conta , ...

d) O sistema solicita ao cliente uma


senha de acesso. O sistema valida a
senha e efetiva o movimento.

Cursos Alternativos:

66

Casos de uso reais (completando os UC)

? Considerar questões dos requisitos operacionais: projeto


de interface de usuário e questões ligadas à qualidade
do software como desempenho, tempo de resposta,
escalabilidade, etc.
? Identificar classes de projeto como janelas, relatórios,
classes (componentes) de apoio como controle, acesso
a banco de dados, segurança de acesso, etc.
? Obs: a complexidade aumenta com o crescimento dos
modelos e das preocupações.
? Solução: arquiteturas em camadas seguindo padrões de
projeto como o MVC (Modelo, Visão, Controle).

67

21
Diagrama de Classes de Projeto

? Classes: Frames, Menus, Persistência, etc.


::uFrameGeral

::<<Unknown>>::TFrame

TFrameGeral

Callback : TEvento ::uClassesApoio


btConfirmar : TButton
btSair : TButton
Panel1 : TPanel ::<<Unknown>>::TMainMenu ::uDominioPersistencia
Panel2 : TPanel

ajustaTamanho(...) ::<<Unknown>>::TDataModule TTabelaBD


Create(...)
btConfirmarClick(...) TMenuPersonal tabela : TADOQuery
btSairClick(...) DSource : TDataSource
monta(...)
create(...) carregaQuery(...)
TdmDominioConexao Create(...)
deleta(...)
enviaLista(...)
ADOConnection : TADOConnection
executaQuery(...)
Free(...)
NovaQuery(...) grava(...)
dmDominioCreate(...) insere(...)
localiza(...)
retornaQuery(...)

68

FASE 3

Implementação

69

22
Implementação

? Escolher uma linguagem de programação que


facilite o “mapeamento” dos conceitos definidos
no projeto.
? Definir mecanismos, no padrão de
implementação, que permitam rastrear a
codificação com os requisitos estabelecidos na
análise (casos de uso).
? Isolar em camadas lógicas: acesso a dados
(SQL), regras de negócio e interface.

70

Diagrama de Componentes

? Exibe a organização e dependências existentes em um conjunto de


componentes do Sistemas (Programas fontes, objetos, executáveis e
bibliotecas).
? Aplicação e dados
? O banco de dados deve ser modelado como um componente
físico. A aplicação se comunica com a camada de dados através
de interfaces (mensagens) e é mapeada, em UML, através de
uma associação de dependência (RATIONAL, 2002).

BancoDados

<<Driver>> <<Database>>
Aplicação BDE SCOTT:
(ORACLE) BD_Oracle

<<DLL>>
[Link]

71

23
FASE 4

Implantação

72

Diagrama de Implantação (Deployment


(Deployment)
)

? Mostra a organização do hardware e a ligação do software com os


dispositivos físicos. O tipo do dispositivo de hardware é dado pelo
seu estereótipo, tais como, processador, vídeo, dispositivo,
memória, disco e outros.

PC Impressora
Pentium HP 600 Dispositivo
Cabo
Processador

Conexão

73

24
Diagrama de Implantação (Deployment
(Deployment)
)

Servidor da Unidade Pedido

Banco de
Dados

Domínio da
Aplicação

Configuração da Unidade Pedido

Unidade
Pedido Configurar
Servidor da Usuários
Aplicação
Configuração

Aplicação

Interface Objeto
TCP/IP
Hardware Contido

Conexão

PC Windows

Unidade Pedido
AtenderCliente Componente

Unidade Pedido
Interface do
Usuário
74

Perguntas

FIM!
(Parte II)

75

25
Obrigado!

? Material disponível em:

? [Link]

? [Link]/~cmartins

76

Bibliografia

? Rational. “Mapping Object to Data Models with the


UML”. 2002. Disponível em
<[Link] (01/07/2003).
? ICONIX Process. [Link]
? Larman, Craig. “Utilizando UML e Padrões”. Bookman.
1999.

77

26

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