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Gerenciamento RSS PDF

O documento a seguir trata-se de um ensinamento para saber como, onde, descartar o lixo hospitalar.
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© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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RESÍDUOS DE SERVIÇO DE SAÚDE (RSS)

O QUE SÃO:

• São todos aqueles resultantes de atividades exercidas nos serviços de atendimento


à saúde humana ou animal, os serviços de assistência domiciliar e de trabalhos de
campo, laboratórios, necrotérios, funerárias e serviços onde se realizem atividades
de embalsamamento ,serviços de medicina legal, drogarias , estabelecimentos de
ensino e pesquisa na área de saúde, distribuidores e produtores de materiais e
controles para diagnóstico in vitro, unidades móveis de atendimento à saúde,
serviços de acupuntura e serviços de tatuagem (Resolução nº 358 do Conselho
Nacional de Meio Ambiente – CONAMA).
CLASSIFICAÇÃO

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) classifica os resíduos dos serviços de saúde
em 5 grupos, sendo de A á E.

• Grupo A - engloba os componentes com possível presença de agentes biológicos que, por suas
características de maior virulência ou concentração, podem apresentar risco de infecção.

Exemplos: placas e lâminas de laboratório, carcaças, peças anatômicas (membros), tecidos,


bolsas transfusionais contendo sangue, dentre outras.
CLASSIFICAÇÃO

• Grupo B - contém substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde


pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de
inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade.

Ex: medicamentos apreendidos, reagentes de laboratório, resíduos contendo


metais pesados, dentre outros.
CLASSIFICAÇÃO

• Grupo C - quaisquer materiais resultantes de atividades humanas que


contenham radionuclídeos em quantidades superiores aos limites de eliminação
especificados nas normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN,
como, por exemplo, serviços de medicina nuclear e radioterapia etc.
CLASSIFICAÇÃO

• Grupo D - não apresentam risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao


meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares.

Ex: sobras de alimentos e do preparo de alimentos, resíduos das áreas


administrativas etc.
CLASSIFICAÇÃO

• Grupo E - materiais perfuro-cortantes ou escarificantes, tais como lâminas de


barbear, agulhas, ampolas de vidro, pontas diamantadas, lâminas de bisturi,
lancetas, espátulas e outros similares.
GERENCIAMENTO

Deve ser feito através de um conjunto de ações que tem seu início no manejo interno, onde é
realizada uma segregação adequada dentro das unidades de serviços de saúde, visando à redução
do volume de resíduos infectantes. Dentro deste manejo existem etapas:

• Segregação: é feita através da separação dos resíduos no instante e local de sua geração;

• Acondicionamento: embalar em sacos impermeáveis e resistentes, de maneira adequada, todos


os resíduos que foram segregados, segundo suas características físicas, químicas e biológicas;

• Identificação: esta medida indica os resíduos presentes nos recipientes de acondicionamento;


GERENCIAMENTO

• Armazenamento temporário: acondiciona temporariamente os recipientes onde estão contidos


os resíduos, próximo ao ponto em que eles foram gerados. Esta medida visa agilizar o
recolhimento dentro do estabelecimento.

• Armazenamento externo: refere-se à guarda dos recipientes no qual estão contidos os resíduos,
até que seja realizada a coleta externa.

• Coleta e transporte externos: refere-se ao recolhimento dos RSS do armazenamento externo,


sendo encaminhado para uma unidade de tratamento e destinação final.
ABERTURA DE PACOTES E BANDEJAS ESTÉREIS

• É a técnica adequada para a abertura do material esterilizado, pacotes e bandejas.

FINALIDADE
• Impedir a contaminação do material esterilizado, garantindo que o procedimento
invasivo ocorra de forma asséptica no que tange aos materiais utilizados no paciente.
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO

• Realizar a higienização das mãos;


• Colocar o pacote ou bandeja sobre uma superfície limpa e seca, de modo que a dobra de cima do
invólucro fique de frente para quem vai abrir o pacote/bandeja;
• Retirar a fita adesiva para autoclave termossível, confirmar se a fita passou por calor;
• Puxar a dobra de cima do pacote/bandeja, abrindo o pacote de modo que as pontas se abram, mantendo o
braço fora das dobras externas do pacote/bandeja aberto;
• Abrir a dobra central que ficou por último em direção a quem abre o material tendo o cuidado para não
contaminar os instrumentais.
• Antes de abrir o material, confirmar integridade da embalagem e data de esterilização;
• Verificar se a fita integradora foi virada, confirmado a esterilização do material;
• As fitas integradoras para comprovação de esterilização deverão ser adicionadas na folha
de anotações de enfermagem ou impresso próprio do setor;
• Abrir bandejas e pacotes apenas no momento imediato de realização do procedimento,
evitando que o material estéril fique exposto e seja contaminado.
REFERENCIAS

• [Link]
saude/#:~:text=S%C3%A3o%20res%C3%ADduos%20constitu%C3%ADdos%2C%20por%20exemplo,descart%C3%A1veis%2C%20filmes%20radiol%C3%B
3gicos%2C%20etc.

• [Link]

• [Link]

• ATKINSON, L.D.; MURRAY, M.E. Fundamentos de enfermagem: introdução ao processo de Enfermagem. 1ª ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara 1986,
618p. - BORNIA, R.G; JÚNIOR, J.A. Protocolos Assistenciais Maternidade Escola, 1ª ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ 2006, 152p.

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