Aula Parte 3
Aula Parte 3
CATEGÓRICOS
Prof: Felipe Rodrigues
Curso de Estatística
13 de junho de 2024
Universidade Federal do Piauí
Sumário
1. Conceitos iniciais
2. Tipos de estudos
3. Delineamentos amostrais
5. Medidas de associação
6. Tabelas de contingência r × c
8. MLG 2
Conceitos iniciais
Introdução
Objetivo
• O objetivo desse curso é apresentar de maneira introdutória con-
ceitos e técnicas para analisar dados de estudos em que a variá-
vel resposta de interesse é categórica.
4
Conceitos básicos
5
Conceitos básicos
6
Conceitos básicos
7
Notações
8
Tabela de contigência
Categorias da variável Y
Categorias da variável X Totais
j=1 j=2
i=1 n11 n12 n1+
i=2 n21 n22 n2+
Totais n+1 n+2 n++ = n
9
• nij representa a frequência de indivíduos na categoria i de X e
categoria j de Y, com i, j = 1, 2.
• ni+ representa o total de indivíduos na categoria i de X, ou seja ,
o total marginal da linha.
• n+j representa o total de indivíduos na categoria j de Y, ou seja ,
o total marginal da coluna.
• n representa o total geral ou amostral de indivíduos no estudo,
ou seja, a soma dos nij .
10
Exemplo
Câncer de esôfago
Consumo de Álcool Totais
Sim Não
Sim 96 109 205
Não 104 666 770
Totais 200 775 975
11
Tabela com as proporções amostrais pij = nij /n nas caselas, para i, j =
1, 2.
Categorias de Y
Categorias de X Totais
j=1 j=2
i=1 p11 p12 p1+
i=2 p21 p22 p2+
Totais p+1 p+2 1
12
• pij = P(X = i, Y = j) é a probabilidade conjunta.
• pi+ = P(X = i) é a probabilidade marginal da linha i.
• p+j = P(Y = j) é a probabilidade marginal da coluna j.
13
Exemplo
Câncer de esôfago
Consumo de Álcool Totais
Sim Não
Sim 0.0985 0.1118 0.2103
Não 0.1066 0.6831 0.7897
Totais 0.2051 0.7949 1
14
Tipos de estudos
Muitos estudos clínicos e epidemiológicos são desenvolvidos por pes-
quisadores de diversas áreas, cuja variável de intesse é categórica.
Dentre os tipos de estudo mais comuns estão o estudo de coorte,
caso-controle, tranversais e estudoS clínicos aleatorizados.
16
Tipos de estudos
17
Tipos de estudos
18
Estudo de Caso-controle
19
Estudo de Caso-controle
Variável Y
Variável X Totais
Caso (doente) Controle (não doente)
Exposto
Não Exposto
Totais n+1 n+2
EXEMPLO PRÁTICO
21
Estudo de Coorte
22
Estudo de coorte
Variável Y
Variável X Totais
Doente Não doente
Exposto n1+
Não Exposto n2+
Totais
EXEMPLO PRÁTICO
24
Ensaio clínico aleatorizado
25
Ensaio clínico aleatorizado
Variável Y
Variável X Totais
Doente Não doente
Tratamento n1+
Controle n2+
Totais
EXEMPLO PRÁTICO
27
Estudo Transversal
1. Estudo observacional ;
2. Os estudos transversais ou de prevalência têm por foco
populações bem definidas;
3. Tudo o que se observa é mensurado uma única vez, em um
tempo específico;
4. Mede a prevalência = Casos existentes da doença / População
5. Medida de associação: razão de prevalências = Prevalência
expostos / Prevalência não expostos
28
Estudo transversal
Variável Y
Variável X Totais
j=1 j=2
i=1
i=2
Totais n
EXEMPLO PRÁTICO
30
Tabela 4: Vantagens e desvantagens dos tipos de estudos
31
Tabela 5: Vantagens e desvantagens dos tipos de estudos
32
Delineamentos amostrais
Revisão dos modelos probabilísicos
34
Distribuição Binomial
35
Distribuição Multinomial
n!
P(y1 = n1 , y2 = n2 , · · · , yk = nk ) = pn1 pn2 · · · pnk k ,
n1 !n2 ! · · · nk ! 1 2
Pk Pk
com i=1 pi = 1 e i=1 ni = n.
36
As características dos delineamento dos estudos quanto as tabelas
de contigência podem ser resumidas como:
37
As características dos delineamento dos estudos quanto aos modelos
probabilísticos podem ser resumidas como:
38
Estudo caso-controle: produto de binomiais
P2
em que i=1 pi(j) = 1, j = 1, 2 e pi(j) = P(X = i|Y = j) é a probabilidade
condicional de X = i dado que Y = j. O estimador de máxima verossi-
milhança para pi(j) dado por
39
Exemplo
Câncer de esôfago
Consumo de Álcool Totais
Sim Não
Sim 96 109 205
Não 104 666 770
Totais 200 775 975
Estudo Caso−controle
Expostos
Não expostos
Controles
0.14 0.86
Grupos
Casos
0.48 0.52
Proporções amostrais 41
Estudo de coorte: produto de binomiais
P2
em que j=1 p(i)j = 1, i = 1, 2 e p(i)j = P(Y = j|X = i) é a probabilidade
condicional de Y = j dado que X = i. O estimador de máxima verossi-
milhança para p(i)j dado por
42
Exemplo
Desfecho
Exposto Totais
Sim Não
Sim 75 45 120
Não 21 56 77
Totais 96 101 197
Doentes Sadios
Sadios Doentes
1.0
1.0
Proporções amostrais
Proporções amostrais
0.375
0.8
0.8
0.727
0.625
0.6
0.6
0.375 0.625 0.727
0.4
0.4
0.273
0.2
0.2 0.273
0.0
0.0
45
Exemplo
Resposta
Medicamento Totais
Favorável Não favorável
Novo 29 16 45
Padrão 14 31 45
Totais 43 47 90
Não favorável
0.689 Favorável
Padrão
0.311
Medicamento
0.356
Novo
0.644
Proporções amostrais 47
Estudo transversal: Multinomial
P2 P2
em que nij ≥ 0, i,j=1 nij = n e i,j=1 pij = 1. O estimador de máxima
verossimilhança para pij dado por
p̂ij = Nij /n
48
Exemplo
Sintomas
Sexo Totais
Sim Não
Feminino 355 125 480
Masculino 410 190 600
Totais 765 315 1080
1.0
Mulher com
Mulher sem sintoma = 33%
0.6
sintoma = 11.6%
0.38
0.4
Homem sem
0.329 sintoma = 17.6%
Homem com
sintoma = 38%
0.176
0.2
0.116
0.0
50
Testes em tabelas de contingência
1. O tipo de teste depende do esquema de amostragem do estudo.
2. Se o total marginal de cada sub-população for fixo, ou seja, o
esquema de amostragem produto Binomial, então o teste de Ho-
mogeneidade será aplicado para testar se as sub-populações são
homogêneas.
3. Se o total geral (tamanho amostral n) for fixado, ou seja, o es-
quema de amostragem Multinomial, então o teste de indepen-
dência será aplicado para testar se se as variáveis são indepen-
dentes ou se existe associação entre as variáveis explicativa e
resposta.
52
Testes
53
Teste Qui-quadrado de Pearson
Categorias de Y
Categorias de X Totais
j=1 j=2
i=1 p(1)1 p(1)2 1
i=2 p(2)1 p(2)2 1
Totais p+1 p+2
Neste caso os totais das linhas são fixos, logo a hipótese de homo-
geneidade é que o comportamento da variável X é homogêneo nas
subpopulações, que pode ser representada como
(
H0 : p(1)1 = p(2)1
H1 : p(1)1 ̸= p(2)1
54
Teste Qui-quadrado de Pearson
(ni+ )(n+j )
em que eij = n são as estimativas de E(Nij ).
55
Teste Qui-quadrado de Pearson
56
Exemplo
Resposta
Medicamento Totais
Favorável Não favorável
Novo 29 16 45
Padrão 14 31 45
Totais 43 47 90
0.15
0.00
2 4 6 8 10
58
Teste Qui-quadrado de Pearson
Categorias de Y
Categorias de X Totais
j=1 j=2
i=1 p1(1) p1(2) p1+
i=2 p2(1) p2(2) p2+
Totais 1 1
59
Teste Qui-quadrado de Pearson
Neste caso os totais das colunas são fixos, logo a hipótese de homo-
geneidade é que o comportamento da variável Y é homogêneo nas
subpopulações, que pode ser representada como
(
H0 : p1(1) = p1(2)
H1 : p1(1) ̸= p1(2)
60
Exemplo
Câncer de esôfago
Consumo de Álcool Totais
Sim Não
Sim 96 109 205
Não 104 666 770
Totais 200 775 975
Exercício
Calcular a estatística do teste Qui-quadrado de Pearson e testar a
hipótese de homogeneidade com um nível de 1% de significância.
61
Teste Qui-quadrado de Pearson
62
Exemplo
Sintomas
Sexo Totais
Sim Não
Feminino 355 125 480
Masculino 410 190 600
Totais 765 315 1080
Exercício
Calcular a estatística do teste Qui-quadrado de Pearson e testar a
hipótese de independência com um nível de 5% de significância.
63
Limitações do teste Qui-quadrado
64
Limitações do teste Qui-quadrado
65
Teste exato de Fisher
66
Teste exato de Fisher
Categorias da variável Y
Categorias da variável X Totais
j=1 j=2
i=1 n11 n12 n1+
i=2 n21 n22 n2+
Totais n+1 n+2 n++ = n
67
Teste exato de Fisher
! !
n1+ n2+
n11 n+1 − n11 = n21 n1+ !n2+ !n+1 !n+2 !
P(n11 ) = ! =
n n!n11 !n12 !n21 !n22 !
n+1
69
Exemplo
! !
12 10
7 8-7=1 12!10!8!14!
P(7) = ! = = 0.0248
22 22!7!5!1!9!
8
O caso possível de uma situação mais extrema que n11 = 7 seria n11 =
8, logo teríamos a seguinte configuração
Óbito
Tratamento Totais
Sim Não
A 8 4 12
B 0 10 10
Totais 8 14 22
70
Exemplo
71
Medidas de associação
Medidas de associação
73
Risco relativo (RR)
Exemplo
Evento de interesse
Status de exposição
Sim Não Totais
Exposto 80 20 100
Não exposto 25 75 100
Totais 105 95 200
p(1)1 0, 80
RR = = = 3, 2
p(2)1 0, 25
Observação: Um RR = 1 ocorre quando p(1)1 = p(2)1 , ou seja, a pre-
sença do evento de interesse não está associada aos grupos.
74
Interpretação
75
O intervalo de confiança para o RR com (1 − α)100% de confiança
é usualmente feito em escala logarítmica, pois nesta escala a razão
converge mais rapidamente para a distribuição Normal. Logo, temos
que s !
c 1 − p(1)1 1 − p(2)1
IC = exp log(RR) ± z α2 +
(n1+ )p(1)1 (n2+ )p(2)1
76
Razão de chances (OR)
p(1)1 /p(1)2
OR = .
p(2)1 /p(2)2
c = n11 n22
OR
n12 n21
77
Utlizado o exemplo anterior temos
Exemplo
Evento de interesse
Status de exposição
Sim Não Totais
Exposto 80 20 100
Não exposto 25 75 100
Totais 105 95 200
c = 80 × 75 = 12
OR
20 × 25
78
Interpretação
79
O intervalo de confiança para OR com (1−α)100% de confiança é dado
por !
r
c ± zα 1 1 1 1
IC = exp log(OR) + + +
2
n11 n12 n21 n22
80
Observação
81
As hipóteses dos testes também podem ser feitas em função do risco
relativo (RR) e da razão de chances (odds ratio OR). Para estudo de
coorte e ensaio clínico aleatorizado temos que
H0 : p(1)1 = RR = 1
p(2)1
H1 : RR ̸= 1
82
Em termos de razão de chances temos a seguinte hipótese
H0 : p(1)1 ×p(2)2 = OR = 1
p(1)2 ×p(2)1
H1 : OR ̸= 1
83
• Para estudos do tipo caso-controle o risco relativo não se aplica,
logo utiliza-se apenas a razão de chances para obter informação
da intensidade de associação entre as variáveis.
p1(1) /p2(1)
OR =
p1(2) /p2(2)
84
• Nos estudos transversais o risco relativo e a razão de chances não
são indicados.
• Nesses estudos se analisa a prevalência - proporção de indiví-
duos que estão doentes na época do estudo.
• Na pratica é possível utilizar OR com alguma restrição, sendo
c = n11 n22 /n12 n21 .
OR
• A razão de prevalência nesses estudos é dada por
c = n11 /n1+
RP
n21 /n2+
85
Tabelas de contingência r × c
Testes em tabelas r × c
87
Estatística de teste de Pearson
(n )(n )
em que eij = i+ n +j são as estimativas de E(Nij ) e tem Qp distribuição
aproximadamente Qui-quadrado com (r − 1)(c − 1) graus de liberdade;
88
Estatística da razão de verossimilhança
89
Estatística da razão de verossimilhança
−2log(Λ) ∼ χ2(1)
Partido
Sexo
Democrata Independente Republicano Totais
Feminino 279 73 225 577
Masculino 165 47 191 403
Totais 444 120 416 980
91
Exemplo 2
Um estudo com 200 crianças foi feito para avaliar se o motivo que leva
uma criança a brincar está ligado à faixa etária.
Faixa etária
Motivo
Até 6 anos Mais de 6 anos Totais
O tamanho do brinquedo 61 43 104
As cores 14 4 18
Por ser um castelo 28 21 49
Outras crianças 4 6 10
Outros motivos 5 14 19
Totais 112 88 200
92
Observação
93
Observação
93
Observação
93
Exemplo
Motivo
Marca
Qual. Tecno. Poten. Recursos Preço Conf. Totais
Sony 135 140 95 55 40 60 525
Aiwa 50 115 40 60 5 15 285
Gradiente 90 55 20 35 40 10 250
Philips 60 25 35 10 5 30 165
Sharp 30 20 5 10 10 20 95
Totais 365 355 195 170 100 135 1320
94
Teste de independência no R
95
Análise gráfica
Preço
Gradiente
0.4
componente 2
0.2
Recursos
Qualidade
Tecnologia Sharp
−0.2 0.0
Aiwa
Sony
Potência
Philips
confiança
componente 1
96
Análise estratificada
97
Análise estratificada
• Esse teste foi proposta por Mantel e Haenszel (1959) que por sua
vez tiveram como base a estatística proposta por Cochran (1954),
daí o nome.
• Esse teste se baseia nas tabelas para cada estrato (h = 1, . . . , q),
em que a h-ésima tabela 2 × 2 é dada por:
Variável Y
Variável X
j=1 j=2 Totais
i=1 nh11 nh12 nh1+
i=2 nh21 nh22 nh2+
Totais nh+1 nh+2 nh
99
Teste de Cochran-Mantel-Haenszel
100
Teste de Cochran-Mantel-Haenszel
101
Teste de Cochran-Mantel-Haenszel
Exemplo
Resposta
Centro Medicamento
Favorável Não Favorável Totais
Novo 29 16 45
Centro 1
Padrão 14 31 45
Totais 43 47 90
Novo 37 8 45
Centro 2
Padrão 24 21 45
Totais 61 29 90
102
Teste de Cochran-Mantel-Haenszel
Saída no R
105
Medidas de acurácia
106
Medidas de acurácia
Status real
Resultado
Positivo Negativo Totais
Positivo VP = n11 FP = n12 n1+
Negativo FN = n21 VN = n22 n2+
Totais n+1 n+2 n
107
Medidas de acurácia
VP
p̂VP =
VP + FN
e
VN
p̂VN =
FP + VN
Com seus respecitivos intervalos de confiança de (1 − α)100%, dados
por: s
p̂VP (1 − p̂VP )
p̂VP ± zα/2
n+1 − 1
e s
p̂VN (1 − p̂VN )
p̂VN ± zα/2
n+2 − 1
108
Exemplo
Status real
Resultado
Positivo Negativo Totais
Positivo VP = n11 = 52 FP = n12 = 20 n1+ = 72
Negativo FN = n21 = 8 VN = n22 = 100 n2+ = 108
Totais n+1 = 60 n+2 = 120 n = 180
109
Medida de concordância
110
Medida de concordância
Pr Pr
i=1 pii − i=1 pi+ p+i
κ= Pr
1 − i=1 pi+ p+i
em que
111
Medida de concordância
Pr Pr
i=1 Nii /n − i=1 (Ni+ /n)(N+i /n)
κ̂ = Pr
1 − i=1 (Ni+ /n)(N+i /n)
Exemplo
Dois neurologistas classificaram 149 pacientes em 4 estágios de escle-
rose múltipla, sendo a classe 1 = estágio inicial e a classe 4 = estágio
mais avançado. Os dados estão na tabela abaixo:
Neurologista 2
Neurologista 1
Estágio 1 Estágio 1 Estágio 3 Estágio 4 Totais
Estágio 1 38 5 0 1 44
Estágio 2 33 11 3 0 47
Estágio 3 10 14 5 6 35
Estágio 4 3 7 3 10 23
Totais 84 37 11 17 149
112
MLG
Modelos lineares generalizados
114
Modelos lineares generalizados
114
Modelos lineares generalizados
114
Modelos lineares generalizados
114
Modelos lineares generalizados
115
Modelos lineares generalizados
115
Modelos lineares generalizados
115
Modelos lineares generalizados
η = Xβ
116
Modelos lineares generalizados
η = Xβ
116
Ligações canônicas
• Modelo Normal : µ = η
117
Ligações canônicas
• Modelo Normal : µ = η
• Modelo Poisson : log(µ) = η
117
Ligações canônicas
• Modelo Normal : µ = η
• Modelo Poisson : log(µ) = η
h i
• Modelo Binomial : log 1−µ
µ
=η
117
Ligações canônicas
• Modelo Normal : µ = η
• Modelo Poisson : log(µ) = η
h i
• Modelo Binomial : log 1−µ
µ
=η
• Modelo Gama : µ−1 = η
117
Ligações canônicas
• Modelo Normal : µ = η
• Modelo Poisson : log(µ) = η
h i
• Modelo Binomial : log 1−µ
µ
=η
• Modelo Gama : µ−1 = η
• As ligações canônicas garantem a concavidade de l(β; y) , isto é,
garantem a unicidade da estimativa de máxima verossimilhança
de β , quando essa existe e, consequentemente, muitos resulta-
dos assintóticos são obtidos mais facilmente.
117
Ajuste de um MLG
118
Ajuste de um MLG
119
Ajuste de um MLG
Nulo ng − 1 DN
X1 ng − 2 DX1 DN − DX1
1
1
X3 |X2 , X1 ng − 4 DX1 ,X2 ,X3 DX1 ,X2 − DX1 ,X2 ,X3
121
Métodos de diagnóstico de um MLG
121
Comparação de modelos
122
Regressão logística
−10 −5 0 5 10
x
123
Regressão logística
• Nesse caso,
exp(β0 + β1 x1 + · · · + βp xp )
µ = p(x) =
1 + exp(β0 + β1 x1 + · · · + βp xp )
p(x)
= exp(β0 + β1 x1 + · · · + βp xp )
1 − p(x)
124
Regressão logística
125
Regressão logística
n
X
l(β) = log[L(β)] = yi log[p(xi )] + (1 − yi )log[1 − p(xi )]
i=1
126
Regressão logística
127
Qualidade do Ajuste
• Qp de Pearson;
• QL da razão de verossimilhança
Em que,
eij = ni+ p̂(xi ), para j = 1 e
eij = ni+ (1 − p̂(xi )), para j = 2.
A hipótese nula testa é que o modelo é adequado aos dados.
128
Regressão logística
129
Regressão logística
Baixo peso
Fumante
Sim Não Totais
Sim 28 271 299
Não 13 368 381
Totais 41 639 680
130
Exemplo
APLICAÇÃO NO R
Doença
Sexo ECG
Sim Não Totais
< 0.1 4 11 15
Feminino
≥ 0.1 8 10 18
< 0.1 9 9 18
Masculino
≥ 0.1 21 6 27
Totais 42 36 78
131
Bibliografia
Bibliografia
133