PROVA TEORICA.
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B
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B
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INSTÁVEL
B
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• @
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C
PROVA PRATICA-
ACLS – PROVA PRÁTICA
CENÁRIOS
1) Bradicardia à TV sem pulso à AESP à cuidados pós
2) Bradicardia à FV à Assistolia à cuidados pós
3) Taquicardia à FV à AESP à cuidados pós
4) Bradicardia à FV à AESP à cuidados pós
5) Taquicardia à AESP à FV à cuidados pós
6) Bradicardia à FV à Assistolia ou AESP à cuidados pós
CENÁRIO 1)
- Paciente chega com BRADICARDIA, vai estar respondendo (não precisa saber que tipo de bradicardia que
é e SEMPRE vai ser INSTÁVEL, porque se for ESTÁVEL a gente só observa)
- Monitorizar, PA, oxímetro (se <94%, ofertar O2), eletrodos na posição correta, acesso IV
- Ver que está INSTÁVEL: HIPOTENSÃO? ALTERAÇÃO MENTAL? CHOQUE? DOR TORÁCICA? IC
AGUDA? SIM
- Dar ATROPINA (1MG ATÉ 3X, INTERVALO 3-5 MIN)
- Não funcionou, iniciar tratamento de segunda linha: MP TRANSCUTÂNEO ou DOPAMINA 5-20mcg/Kg/Min
--- NESSE MOMENTO VAI PARAR ----
- Ritmo de TV e NÃO TEM PULSO (só cai TV monomórifca)
- Iniciar RCP e dividir FUNÇÕES
- Administrar CHOQUE (200J)
- Reiniciar RCP logo após choque
- VIA AÉREA: 30:2
- Ciclos a cada 2 min
- EPINEFRINA 1mg depois do 2º choque e cada 3 a 5 minutos (se considerar 4 minutos, faz um ciclo sim
e um ciclo não) / Amiodarona 300mg depois do 3º choque e faz 150mg depois do 5º choque)
--- NESSE MOMENTO VIRA AESP ---
- Ver que é ORGANIZADO
- Ver que NÃO TEM PULSO
- RCP
- EPINEFRINA 1mg 3-5MIN
- Verbalizar as possíveis causas reversíveis: Hs e Ts
- Ciclos trocando compressor 2min
--- NESSE MOMENTO VAI VOLTAR ---
- Identificar Retorno da Circulação Espontânea (RCE): movimento e capnógrafo > 35-40)
- Cuidados após: PA, ECG, OXÍMETRO, IOT + CAPNOFRAFIA, TESTES LABORATORIAIS
- Controle de temperatura (32-36 graus por 24h)
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
CENÁRIO 2)
- Paciente chega com BRADICARDIA, vai estar respondendo (não precisa saber que tipo de bradicardia que
é e SEMPRE vai ser INSTÁVEL, porque se for ESTÁVEL a gente só observa)
- Monitorizar, PA, oxímetro (se <94%, ofertar O2), eletrodos na posição correta, acesso IV
- Ver que está INSTÁVEL: HIPOTENSÃO? ALTERAÇÃO MENTAL? CHOQUE? DOR TORÁCICA? IC
AGUDA? SIM
- Dar ATROPINA (1MG ATÉ 3X, INTERVALO 3-5 MIN)
- Não funcionou, iniciar tratamento de segunda linha: MP TRANSCUTÂNEO ou DOPAMINA 5-20mcg/Kg/Min
--- NESSE MOMENTO VAI PARAR ----
- Ritmo de FV e NÃO TEM PULSO
- Iniciar RCP e dividir FUNÇÕES
- Administrar CHOQUE (200J)
- Reiniciar RCP logo após choque
- VIA AÉREA: 30:2
- Ciclos a cada 2 min
- EPINEFRINA 1mg depois do 2º choque e cada 3 a 5 minutos (se considerar 4 minutos, faz um ciclo sim
e um ciclo não) / Amiodarona 300mg depois do 3º choque e faz 150mg depois do 5º choque)
--- NESSE MOMENTO VIRA ASSISTOLIA ---
- Protocolo CAGADA - ver CABOS, aumentar GANHO e mudar de DERIVAÇÃO (não esquecer de mudar
de PÁS para DII e depois DIII para ver se é assistolia mesmo)
- Iniciar RCP e dividir FUNÇÕES
- EPINEFRINA 1mg 3-5MIN
- Verbalizar as possíveis causas reversíveis: Hs e Ts
- Ciclos trocando compressor 2min
--- NESSE MOMENTO VAI VOLTAR ----
- Identificar Retorno da Circulação Espontânea (RCE): movimento e capnógrafo > 35-40)
- Cuidados após: PA, ECG, OXÍMETRO, IOT + CAPNOFRAFIA, TESTES LABORATORIAIS
- Controle de temperatura (32-36 graus por 24h)
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
CENÁRIO 3)
- Paciente chega com TAQUICARDIA, vai estar respondendo e com “batedeira”
- Pode ser Taqui Supra ou TV com pulso
TAQUI SUPRA
TV COM PULSO
- Monitorizar, PA, oxímetro (se <94%, ofertar O2), eletrodos na posição correta, acesso IV
- Ver que está INSTÁVEL: HIPOTENSÃO? ALTERAÇÃO MENTAL? CHOQUE? DOR TORÁCICA? IC
AGUDA? SIM
- TAQUICARDIA INSTÁVEL = CARDIOVERSÃO
- Realizar CARDIOVERSÃO SINCRONIZADA imediatamente (não esquecer de apertar botão sinc) à antes
de cardioverter, lembrar de fazer OSASCO (Orientar paciente, sedar, ambuzar, sincronizar, choque e
observar) e CARGA de 100J, se precisar aumentar vai pra 150J, máximo de 200J
--- NESSE MOMENTO VAI PARAR ---
- Ritmo de FV e NÃO TEM PULSO
- Iniciar RCP e dividir FUNÇÕES
- Administrar CHOQUE (200J)
- Reiniciar RCP logo após choque
- VIA AÉREA: 30:2
- Ciclos a cada 2 min
- EPINEFRINA 1mg depois do 2º choque e cada 3 a 5 minutos (se considerar 4 minutos, faz um ciclo sim
e um ciclo não) / Amiodarona 300mg depois do 3º choque e faz 150mg depois do 5º choque)
--- NESSE MOMENTO VIRA AESP ---
- Ver que é ORGANIZADO
- Ver que NÃO TEM PULSO
- RCP
- EPINEFRINA 1mg 3-5MIN
- Verbalizar as possíveis causas reversíveis: Hs e Ts
- Ciclos trocando compressor 2min
--- NESSE MOMENTO VAI VOLTAR ----
- Identificar Retorno da Circulação Espontânea (RCE): movimento e capnógrafo > 35-40)
- Cuidados após: PA, ECG, OXÍMETRO, IOT + CAPNOFRAFIA, TESTES LABORATORIAIS
- Controle de temperatura (32-36 graus por 24h)
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
CENÁRIO 4)
- Paciente chega com BRADICARDIA, vai estar respondendo (não precisa saber que tipo de bradicardia que
é e SEMPRE vai ser INSTÁVEL, porque se for ESTÁVEL a gente só observa)
- Monitorizar, PA, oxímetro (se <94%, ofertar O2), eletrodos na posição correta, acesso IV
- Ver que está INSTÁVEL: HIPOTENSÃO? ALTERAÇÃO MENTAL? CHOQUE? DOR TORÁCICA? IC
AGUDA? SIM
- Dar ATROPINA (1MG ATÉ 3X, INTERVALO 3-5 MIN)
- Não funcionou, iniciar tratamento de segunda linha: MP TRANSCUTÂNEO ou DOPAMINA 5-20mcg/Kg/Min
--- NESSE MOMENTO VAI PARAR ---
- Ritmo de FV e NÃO TEM PULSO
- Iniciar RCP e dividir FUNÇÕES
- Administrar CHOQUE (200J)
- Reiniciar RCP logo após choque
- VIA AÉREA: 30:2
- Ciclos a cada 2 min
- EPINEFRINA 1mg depois do 2º choque e cada 3 a 5 minutos (se considerar 4 minutos, faz um ciclo sim
e um ciclo não) / Amiodarona 300mg depois do 3º choque e faz 150mg depois do 5º choque)
--- NESSE MOMENTO VIRA AESP ---
- Ver que é ORGANIZADO
- Ver que NÃO TEM PULSO
- RCP
- EPINEFRINA 1mg 3-5MIN
- Verbalizar as possíveis causas reversíveis: Hs e Ts
- Ciclos trocando compressor 2min
--- NESSE MOMENTO VAI VOLTAR ----
- Identificar Retorno da Circulação Espontânea (RCE): movimento e capnógrafo > 35-40)
- Cuidados após: PA, ECG, OXÍMETRO, IOT + CAPNOFRAFIA, TESTES LABORATORIAIS
- Controle de temperatura (32-36 graus por 24h)
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
CENÁRIO 5)
- Paciente chega com TAQUICARDIA, vai estar respondendo e com “batedeira”
- Pode ser Taqui Supra ou TV com pulso
TAQUI SUPRA
TV COM PULSO
- Monitorizar, PA, oxímetro (se <94%, ofertar O2), eletrodos na posição correta, acesso IV
- Ver que está ESTÁVEL: HIPOTENSÃO? ALTERAÇÃO MENTAL? CHOQUE? DOR TORÁCICA? IC
AGUDA? NÃO
1º possibilidade: Estável com QRS largo e regular = TV com pulso à AMIODARONA 150mg em 10 min
(depois 1mg/min em 6h e depois 0,5mg/mim em 18h), chamar especialista
2º possibilidade: Estável com QRS estreito e regular = Taqui Supra à MANOBRAS VAGAIS (valsava),
ADENOSINA 6mg (depois de 1-2min fazer 12mg se necessário), Betabloqueador ou Bloqueador de Canal
de Cálcio (BCC), chamar especialista
--- NESSE MOMENTO VAI PARAR ---
- Ritmo AESP
- Ver que é ORGANIZADO
- Ver que NÃO TEM PULSO
- RCP
- EPINEFRINA 1mg 3-5MIN
- Verbalizar as possíveis causas reversíveis: Hs e Ts
- Ciclos trocando compressor 2min
--- NESSE MOMENTO VIRA FV ---
- Iniciar RCP e dividir FUNÇÕES
- Administrar CHOQUE (200J)
- Reiniciar RCP logo após choque
- VIA AÉREA: 30:2
- Ciclos a cada 2 min
- EPINEFRINA 1mg depois do 2º choque e cada 3 a 5 minutos (se considerar 4 minutos, faz um ciclo sim
e um ciclo não) / Amiodarona 300mg depois do 3º choque e faz 150mg depois do 5º choque)
--- NESSE MOMENTO VAI VOLTAR ----
- Identificar Retorno da Circulação Espontânea (RCE): movimento e capnógrafo > 35-40)
- Cuidados após: PA, ECG, OXÍMETRO, IOT + CAPNOFRAFIA, TESTES LABORATORIAIS
- Controle de temperatura (32-36 graus por 24h)
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
CENÁRIO 6)
- Paciente chega com BRADICARDIA, vai estar respondendo (não precisa saber que tipo de bradicardia que
é e SEMPRE vai ser INSTÁVEL, porque se for ESTÁVEL a gente só observa)
- Monitorizar, PA, oxímetro (se <94%, ofertar O2), eletrodos na posição correta, acesso IV
- Ver que está INSTÁVEL: HIPOTENSÃO? ALTERAÇÃO MENTAL? CHOQUE? DOR TORÁCICA? IC
AGUDA? SIM
- Dar ATROPINA (1MG ATÉ 3X, INTERVALO 3-5 MIN)
- Não funcionou, iniciar tratamento de segunda linha: MP TRANSCUTÂNEO ou DOPAMINA 5-20mcg/Kg/Min
--- NESSE MOMENTO VAI PARAR ----
- Ritmo de FV e NÃO TEM PULSO
- Iniciar RCP e dividir FUNÇÕES
- Administrar CHOQUE (200J)
- Reiniciar RCP logo após choque
- VIA AÉREA: 30:2
- Ciclos a cada 2 min
- EPINEFRINA 1mg depois do 2º choque e cada 3 a 5 minutos (se considerar 4 minutos, faz um ciclo sim
e um ciclo não) / Amiodarona 300mg depois do 3º choque e faz 150mg depois do 5º choque)
--- NESSE MOMENTO VIRA ASSISTOLIA OU AESP ---
ASSISTOLIA
AESP
- Caso de AESP à Ver que é ORGANIZADO e NÃO TEM PULSO
- Caso de Assistolia à Protocolo CAGADA - ver CABOS, aumentar GANHO e mudar de DERIVAÇÃO (não
esquecer de mudar de PÁS para DII e depois DIII para ver se é assistolia mesmo)
Para os dois casos:
- Iniciar RCP e dividir FUNÇÕES
- EPINEFRINA 1mg 3-5MIN
- Verbalizar as possíveis causas reversíveis: Hs e Ts
- Ciclos trocando compressor 2min
--- NESSE MOMENTO VAI VOLTAR ----
- Identificar Retorno da Circulação Espontânea (RCE): movimento e capnógrafo > 35-40)
- Cuidados após: PA, ECG, OXÍMETRO, IOT + CAPNOFRAFIA, TESTES LABORATORIAIS
- Controle de temperatura (32-36 graus por 24h)
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
LEMBRETES
1) Ritmos chocáveis (FV e TV sem pulso) à Fazer Epinefria depois do segundo choque e
Amiodarona depois do terceiro choque
Ritmos não chocáveis (AESP e Assistolia) à Fazer Epinefrina logo e a cada 3-5min e pensar
nos Hs e Ts
2) Cuidados pós-PCR: identificar que teve retorno (movimento, capnografo > 35-40), MEDIR PA, ECG,
SATURAÇÃO, PRECISA INTUBAR E CAPNOGRAFIA, exame de laboratório, e considerar controle
de temperatura (32-36 graus por 24h)
3) CONSIDERAR MARCA-PASSO TRANSCUÂNEO
- Ligar as pás adesivas
- Ligar o cabo vermelho das pás
- Colar as pás
- Ligar na função “estímulo”
- Ligar na FC de 70bpm
- Achar a voltagem e deixar 2 além disso
1) Paciente chega com BRADICARDIA, vai estar respondendo (não precisa saber que tipo de bradicardia que é e SEMPRE vai ser INSTÁVEL,
porque se for ESTÁVEL a gente só observa).
PROVA
PRATICA.
Figura: bradicardia sinusal (FC = 1500/32 = 46 bpm)
Bradicardia instável:
o Em geral FC < 50 bpm
o Bradicardia que produz sinais e sintomas graves
Hipotensão
Alteração aguda estado mental
Sinais de choque (pele pálida, fria, pegajosa, pulso fraco, respiração lenta ou superficial, fraqueza, tontura)
Dor torácica
Insuficiência cardíaca aguda (dor torácica, hipoxemia)
Identificar e tratar causas subjacentes
1) Manter via aérea patente
2) Monitorar: cardíaco, PA, oximetria
a. Oximetria < 94% oferecer O2 (hipoxemia)
3) Acesso IV
4) ECG em 12 derivações, se disponível
5) Considere possíveis causas reversíveis:
5Hs: Hipovolemia, Hipóxia, Hidrogênio (acidez), Hipor/Hipercalemia, Hipotermia
5Ts: pneumoTórax hiperTensivo, Tamponamento cardíaco, Tóxicos, Trombose pulmonar, Trombose coronária
Bradiarritimia persistente causando instabilidade → SIM!
1) ATROPINA 1MG
Primeira dose: bolus 1mg
Podendo repetir a cada 4 min, no máximo 3x (máximo 3mg)
Não funcionou, iniciar tratamento de segunda linha
2) MARCA PASSO TRANSCUTÂNEO
Ligar as pás adesivas → Ligar o cabo vermelho das pás → Colar as pás
Ligar na função “estímulo” na FC 70bpm
Achar a voltagem e deixar 2 além disso
3) DOPAMINA 5-20 MCG/KG/MIN
NESSE MOMENTO PCT VAI PARAR
Figura: taquicardia ventricular monomórfica (FC = 1500/9 = 166 bpm)
Ritmo de TAQUICARDIA VENTRICULAR SEM PULSO → PCR com ritmo de TVSP
Iniciar RCP e dividir FUNÇÕES
RCP de alta qualidade:
o Comprima 5 cm do tórax, permitindo seu retorno total
o Frequência 100 a 120 compressões/min
o Minimize interrupções – máximo 10 segundos
o 30 compressões – 2 ventilações
o Alterne quem comprime a cada 2 min (ciclos 2 min)
o Evite ventilação excessiva (ela pode causar: distensão gástrica, regurgitação, aspiração, ↑ pressão intratorácica, ↓ retorno
venoso, ↓ DC, ↑ vasoconstrição cerebral, ↓ fluxo sanguíneo cerebral)
o Sempre iniciar RCP pelas compressões
Funções:
o Líder da equipe (eu), responsáveis pelas: compressões, VA, DEA, medicações, cronometrista
Avaliação do ritmo → RITMO CHOCÁVEL (FV/TVSP)
1) Administrar CHOQUE (DEA bifásico: 200J)
2) Reiniciar RCP, pelas compressões logo após choque (por 2 min)
A cada 2 min o DEA analisa o ritmo, nessa 2º analise permanece TVSP = ritmo chocável
1) Administrar CHOQUE (DEA bifásico: 200J)
2) Reiniciar RCP, pelas compressões logo após choque (por 2 min)
3) EPINEFRINA 1MG
A cada 4 MIN (faz um ciclo sim, um ciclo não)
A cada 2 min o DEA analisa o ritmo, nessa 3º analise permanece TVSP = ritmo chocável
1) Administrar CHOQUE (DEA bifásico: 200J)
2) Reiniciar RCP, pelas compressões logo após choque (por 2 min)
3) AMIODARONA 300 MG
Faz 2º dose de 150 MG após 4 MIN
NESSE MOMENTO VIRA AESP
Figura: atividade elétrica sem pulso
Ritmo de AESP, organizado e regular sem pulso
Avaliação do ritmo → RITMO NÃO CHOCÁVEL (ASSISTOLIA/AESP)
1) RCP de alta qualidade alternando a cada 2 min quem comprime
2) EPINEFRINA 1 MG IMEDIATAMENTE – A CADA 4 MIN
3) Verbalizar possíveis causas reversíveis:
5Hs: Hipovolemia, Hipóxia, Hidrogênio (acidez), Hipor/Hipercalemia, Hipotermia
5Ts: pneumoTórax hiperTensivo, Tamponamento cardíaco, Tóxicos, Trombose pulmonar, Trombose coronária
NESSE MOMENTO VAI VOLTAR
Identificar Retorno da Circulação Espontânea (RCE)
Restauração de ritmo organizado com pulso
Retorno movimento
Capnógrafo com forma de onda de faixa normal de mmHg → 35 a 45 mmHg
Cuidados pós PCR
Fase de estabilização inicial:
o Manejo da via aérea: IOT + capnografia com forma de onda
o Controle respiratório:
10 ventilações/min
Mantenha Sat O2 entre 92% a 98%
PaCO2 35 a 45 mmHg
o Controle hemodinâmico:
Administração de cristaloides e ou vasopressores para manter:
PAS > 90 mmHg
PAM > 65 mmHg
Cristaloides: 1 a 2L se SF 0.9% ou Ringer Lactato
Vasopressor: NOREPRINEFINA 0,1 A 0,5 MCG/KG/MIN
Obtenha ECG de 12 derivações
Manejo contínuo e atividades de urgência adicionais:
o Considere intervenção cardíaca de ECG mostrar:
IAMST
Choque cardiogênico instável
Suporte circulatório mecânico for necessário
o Paciente atende aos comandos:
SIM → monitore temperatura, mantenha normoxia, normocapnia, euglicemia, PA
NÃO, ele está COMATOSO:
CDT (32º a 36º C por 24H)
Realize TC cérebro
Monitoramento EEG
Avalie e trate causas 5Hs e 5Ts
2) Paciente chega com BRADICARDIA, vai estar respondendo (não precisa saber que tipo de bradicardia que é e SEMPRE vai ser INSTÁVEL,
porque se for ESTÁVEL a gente só observa).
Figura: bradicardia sinusal (FC = 1500/30 = 50 bpm)
Bradicardia instável:
o Em geral FC < 50 bpm
o Bradicardia que produz sinais e sintomas graves
Hipotensão
Alteração aguda estado mental
Sinais de choque (pele pálida, fria, pegajosa, pulso fraco, respiração lenta ou superficial, fraqueza, tontura)
Dor torácica
Insuficiência cardíaca aguda (dor torácica, hipoxemia)
Identificar e tratar causas subjacentes
1) Manter via aérea patente
2) Monitorar: cardíaco, PA, oximetria
a. Oximetria < 94% oferecer O2 (se hipoxemia)
3) Acesso IV
4) ECG em 12 derivações, se disponível
5) Considere possíveis causas reversíveis:
5Hs: Hipovolemia, Hipóxia, Hidrogênio (acidez), Hipor/Hipercalemia, Hipotermia
5Ts: pneumoTórax hiperTensivo, Tamponamento cardíaco, Tóxicos, Trombose pulmonar, Trombose coronária
Bradiarritimia persistente causando instabilidade → SIM!
1) ATROPINA 1MG
Primeira dose: bolus de 1 mg
Repita a cada 4 min, máximo até 3 mg (máximo 3x)
Não funcionou, iniciar tratamento de segunda linha
1) MARCA PASSO TRANSCUTÂNEO
Ligar as pás adesivas → Ligar o cabo vermelho das pás → Colar as pás
Ligar na função “estímulo” na FC 70bpm
Achar a voltagem e deixar 2 além disso
2) DOPAMINA 5-20 MCG/KG/MIN
NESSE MOMENTO PCT VAI PARAR
Figura: fibrilação ventricular
Ritmo de FIBRILAÇÃO VENTRICULAR E SEM PULSO
Iniciar RCP e dividir FUNÇÕES
RCP de alta qualidade:
o Comprima 5 cm do tórax, permitindo seu retorno total
o Frequência 100 a 120 compressões/min
o Minimize interrupções – máximo 10 segundos
o 30 compressões – 2 ventilações, alterne quem comprime a cada 2 min (ciclos 2 min)
o Evite ventilação excessiva (distensão gástrica, aspiração, regurgitação, ↑ PIT, ↓ retorno venoso, ↓ DC, ↑ vasoconstrição
cerebral, ↓ fluxo sanguíneo cerebral)
o Sempre iniciar RCP pelas compressões
Funções:
o Líder da equipe (eu), responsáveis pelas: compressões, VA, DEA, medicações e cronometrista
Avaliação do ritmo → RITMO CHOCÁVEL (FV/TVSP)
1) Administrar CHOQUE (DEA bifásico: 200J)
2) Reiniciar RCP, pelas compressões logo após choque (por 2 min)
A cada 2 min o DEA analisa o ritmo, nessa 2º analise permanece FV sem pulso = ritmo chocável
1) Administrar CHOQUE (DEA bifásico: 200J)
2) Reiniciar RCP, pelas compressões logo após choque (por 2 min)
3) EPINEFRINA 1MG
A cada 4 MIN (faz um ciclo sim, um ciclo não)
A cada 2 min o DEA analisa o ritmo, nessa 3º analise permanece FV sem pulso = ritmo chocável
1) Administrar CHOQUE (DEA bifásico: 200J)
2) Reiniciar RCP, pelas compressões logo após choque (por 2 min)
3) AMIODARONA 300 MG
Faz 2º dose de 150 MG após 4 MIN
NESSE MOMENTO VIRA ASSISTOLIA
Figura: assistolia (nenhuma atividade elétrica discernível no ECG)
Protocolo CAGADA
Descartar qualquer outra causa que leve a um ECG isoelétrico, verificar:
o Cabos, ↑ GAnhos (dar zoom no ECG), alterar DerivAções
Avaliação do ritmo → RITMO NÃO CHOCÁVEL (ASSISTOLIA/AESP)
1) RCP de alta qualidade alternando a cada 2 min quem comprime
2) EPINEFRINA 1 MG IMEDIATAMENTE (repetir a cada 4 min)
3) Verbalizar possíveis causas reversíveis:
5Hs: Hipovolemia, Hipóxia, Hidrogênio (acidez), Hipor/Hipercalemia, Hipotermia
5Ts: pneumoTórax hiperTensivo, Tamponamento cardíaco, Tóxicos, Trombose pulmonar, Trombose coronária
NESSE MOMENTO VAI VOLTAR
Identificar Retorno da Circulação Espontânea (RCE)
Restauração de ritmo organizado com pulso
Retorno movimento
Capnógrafo com forma de onda de faixa normal de mmHg → 35 a 45 mmHg
Cuidados pós PCR
Fase de estabilização inicial:
o Manejo da via aérea: IOT + capnografia com forma de onda
o Controle respiratório:
10 ventilações/min
Mantenha Sat O2 entre 92% a 98%
PaCO2 35 a 45 mmHg
o Controle hemodinâmico:
Administração de cristaloides e ou vasopressores para manter:
PAS > 90 mmHg
PAM > 65 mmHg
Cristaloides: 1 a 2L se SF 0.9% ou Ringer Lactato
Vasopressor: NOREPRINEFINA 0,1 A 0,5 MCG/KG/MIN
Obtenha ECG de 12 derivações
Manejo contínuo e atividades de urgência adicionais:
o Considere intervenção cardíaca de ECG mostrar:
IAMST
Choque cardiogênico instável
Suporte circulatório mecânico for necessário
o Paciente atende aos comandos:
SIM → monitore temperatura, mantenha normoxia, normocapnia, euglicemia, PA
NÃO, ele está COMATOSO:
CDT (32º a 36º C por 24H)
Realize TC cérebro
Monitoramento EEG
Avalie e trate causas 5Hs e 5Ts
3) Paciente chega com TAQUICARDIA, vai estar respondendo e queixando de “batedeira”
Figura: taquicardia supraventricular (FC = 1500/9 = 166 bpm)
Figura: taquicardia ventricular monomórfica (FC = 1500/6 = 250 bpm)
Avalie o quadro clínico do paciente e verifique se há instabilidade
Taquicardia instável:
o FC > 150 bpm
o Taquicardia que causa sinais e sintomas graves:
Hipotensão
Alteração do estado mental
Sinais de choque (pele pálida, fria, pegajosa, pulso fraco, respiração lenta ou superficial, fraqueza, tontura)
Dor torácica
Insuficiência cardíaca aguda (dor torácica e hipoxemia)
Identificar e tratar causas subjacente
1) Manter via aérea patente
2) Monitorar: cardíaco, PA, oximetria
a. Oximetria < 94% oferecer O2 (se hipoxemia)
3) Acesso IV
4) ECG 12 derivações se disponível
Taquiarritimia persistente causando instabilidade → SIM!
Realizar CARDIOVERSÃO SINCRONIZADA IMEDIATA
o Apertar o botão SINC antes de cardioverter (sempre)
o OSASCO:
Orientar paciente, Sedar, Ambuzar, Sincronizar, Observar
o Carga inicial 100 J, se for necessário aumentar (taquicardia refratária) faz 150 J e no máximo 200 J
ADENOSINA 6MG
o Primeira dose: 6 mg push rápida, seguida de bolus de solução salina
o Segunda dose: 12 mg, se taquicardia refratária
NESSE MOMENTO PCT VAI PARAR
Figura: Fibrilação ventricular
Ritmo de FIBRILAÇÃO VENTRICULAR E SEM PULSO
Iniciar RCP e dividir FUNÇÕES
RCP de alta qualidade:
o Comprima 5 cm do tórax, permitindo seu retorno total
o Frequência 100 a 120 compressões/min
o Minimize interrupções – máximo 10 seg
o 30 compressões – 2 ventilações. Alterne quem comprime a cada 2 min (ciclos 2 min)
o Evite ventilação excessiva (distensão gástrica, aspiração, regurgitação, ↑PIT, ↓retorno venoso, ↓DC, ↑ vasoconstrição cerebral,
↓ fluxo sanguíneo cerebral)
o Sempre iniciar RCP pelas compressões
Funções:
o Líder da equipe (eu), responsáveis pelas: compressões, VA, DEA, medicações e cronometrista
Avaliação do ritmo → RITMO CHOCÁVEL (FV/TVSP)
1) Administrar CHOQUE (DEA bifásico: 200J)
2) Reiniciar RCP, pelas compressões logo após choque (por 2 min)
A cada 2 min o DEA analisa o ritmo, nessa 2º analise permanece FV sem pulso = ritmo chocável
1) Administrar CHOQUE (DEA bifásico: 200J)
2) Reiniciar RCP, pelas compressões logo após choque (por 2 min)
3) EPINEFRINA 1MG – fazer a cada 4 MIN (faz um ciclo sim, um ciclo não)
A cada 2 min o DEA analisa o ritmo, nessa 3º analise permanece FV sem pulso = ritmo chocável
1) Administrar CHOQUE (DEA bifásico: 200J)
2) Reiniciar RCP, pelas compressões logo após choque (por 2 min)
3) AMIODARONA 300 MG
Primeira dose: bolus de 300 mg
Segunda dose: 150 mg, após 4 minutos
NESSE MOMENTO VIRA AESP
Figura: atividade elétrica sem pulso
Ritmo de AESP, organizado e regular sem pulso
Avaliação do ritmo → RITMO NÃO CHOCÁVEL (ASSISTOLIA/AESP)
1) RCP de alta qualidade alternando a cada 2 min quem comprime
2) EPINEFRINA 1 MG IMEDIATAMENTE – A CADA 4 MIN
3) Verbalizar possíveis causas reversíveis:
5Hs: Hipovolemia, Hipóxia, Hidrogênio (acidez), Hipor/Hipercalemia, Hipotermia
5Ts: pneumoTórax hiperTensivo, Tamponamento cardíaco, Tóxicos, Trombose pulmonar, Trombose coronária
NESSE MOMENTO VAI VOLTAR
Identificar Retorno da Circulação Espontânea (RCE)
Restauração de ritmo organizado com pulso
Retorno movimento
Capnógrafo com forma de onda de faixa normal de mmHg → 35 a 45 mmHg
Cuidados pós PCR
Fase de estabilização inicial:
o Manejo da via aérea: IOT + capnografia com forma de onda
o Controle respiratório:
10 ventilações/min
Mantenha Sat O2 entre 92% a 98%
PaCO2 35 a 45 mmHg
o Controle hemodinâmico:
Administração de cristaloides e ou vasopressores para manter:
PAS > 90 mmHg
PAM > 65 mmHg
Cristaloides: 1 a 2L se SF 0.9% ou Ringer Lactato
Vasopressor: NOREPRINEFINA 0,1 A 0,5 MCG/KG/MIN
Obtenha ECG de 12 derivações
Manejo contínuo e atividades de urgência adicionais:
o Considere intervenção cardíaca de ECG mostrar:
IAMST
Choque cardiogênico instável
Suporte circulatório mecânico for necessário
o Paciente atende aos comandos:
SIM → monitore temperatura, mantenha normoxia, normocapnia, euglicemia, PA
NÃO, ele está COMATOSO:
CDT (32º a 36º C por 24H)
Realize TC cérebro
Monitoramento EEG
Avalie e trate causas 5Hs e 5Ts
4) Paciente chega com BRADICARDIA, vai estar respondendo (não precisa saber que tipo de bradicardia que é e SEMPRE vai ser INSTÁVEL,
porque se for ESTÁVEL a gente só observa).
Figura: bradicardia sinusal (FC = 1500/32 = 46 bpm)
Bradicardia instável:
o Em geral FC < 50 bpm
o Bradicardia que produz sinais e sintomas graves
Hipotensão
Alteração aguda estado mental
Sinais de choque (pele pálida, fria, pegajosa, pulso fraco, respiração lenta ou superficial, fraqueza, tontura)
Dor torácica
Insuficiência cardíaca aguda (dor torácica, hipoxemia)
Identificar e tratar causas reversíveis
1) Manter via aérea patente
2) Monitorar: cardíaco, PA, oximetria
a. Oximetria < 94% oferecer O2
3) Acesso IV
4) ECG 12 derivações se disponível
5) Considere possíveis causas reversíveis:
5Hs: Hipovolemia, Hipóxia, Hidrogênio (acidez), Hipor/Hipercalemia, Hipotermia
5Ts: pneumoTórax hiperTensivo, Tamponamento cardíaco, Tóxicos, Trombose pulmonar, Trombose coronária
Bradiarritimia persistente causando instabilidade → SIM!
1) ATROPINA 1MG
Pode ser dada em ATÉ 3X (máximo 3 mg) em um intervalo de 4 MIN
Não funcionou, iniciar tratamento de segunda linha
1) MARCA PASSO TRANSCUTÂNEO
Ligar as pás → ligar o cabo vermelho das pás → colar as pás
Ligar na função “estimulo” em uma FC = 70 bpm
Avaliar a voltagem e deixar 2 acima disso
2) DOPAMINA 5-20 MCG/KG/MIN
NESSE MOMENTO PCT VAI PARAR
Figura: Fibrilação ventricular
Ritmo de FIBRILAÇÃO VENTRICULAR E SEM PULSO
Iniciar RCP e dividir FUNÇÕES
RCP de alta qualidade:
o Comprima 5 cm do tórax, permitindo seu retorno total
o Frequência 100 a 120 compressões/min
o Minimize interrupções – máximo 10 seg
o 30 compressões – 2 ventilações. Alterne quem comprime a cada 2 min (ciclos 2 min)
o Evite ventilação excessiva (distensão gástrica, aspiração, regurgitação, ↑PIT, ↓retorno venoso, ↓DC, ↑ vasoconstrição cerebral,
↓ fluxo sanguíneo cerebral)
o Sempre iniciar RCP pelas compressões
Funções:
o Líder da equipe (eu), responsáveis pelas: compressões, VA, DEA, medicações e cronometrista
Avaliação do ritmo → RITMO CHOCÁVEL (FV/TVSP)
1) Administrar CHOQUE (DEA bifásico: 200J)
2) Reiniciar RCP, pelas compressões logo após choque (por 2 min)
A cada 2 min o DEA analisa o ritmo, nessa 2º analise permanece FV sem pulso = ritmo chocável
1) Administrar CHOQUE (DEA bifásico: 200J)
2) Reiniciar RCP, pelas compressões logo após choque (por 2 min)
3) EPINEFRINA 1MG
Repetir a cada 4 MIN (faz um ciclo sim, um ciclo não)
A cada 2 min o DEA analisa o ritmo, nessa 3º analise permanece FV sem pulso = ritmo chocável
4) Administrar CHOQUE (DEA bifásico: 200J)
5) Reiniciar RCP, pelas compressões logo após choque
6) AMIODARONA 300 MG
Primeira dose: bolus 300 mg
Segunda dose: 150 mg, após 4 MIN
NESSE MOMENTO VIRA AESP
Figura: atividade elétrica sem pulso
Ritmo de AESP, organizado e regular sem pulso
Avaliação do ritmo → RITMO NÃO CHOCÁVEL (ASSISTOLIA/AESP)
1) RCP de alta qualidade alternando a cada 2 min quem comprime
2) EPINEFRINA 1 MG IMEDIATAMENTE
Repetir Epinefrina 1 mg a cada 4 MIN
3) Verbalizar possíveis causas reversíveis:
5Hs: Hipovolemia, Hipóxia, Hidrogênio (acidez), Hipor/Hipercalemia, Hipotermia
5Ts: pneumoTórax hiperTensivo, Tamponamento cardíaco, Tóxicos, Trombose pulmonar, Trombose coronária
NESSE MOMENTO VAI VOLTAR
Identificar Retorno da Circulação Espontânea (RCE)
Restauração de ritmo organizado com pulso
Retorno movimento
Capnógrafo com forma de onda de faixa normal de mmHg → 35 a 45 mmHg
Cuidados pós PCR
Fase de estabilização inicial:
o Manejo da via aérea: IOT + capnografia com forma de onda
o Controle respiratório:
10 ventilações/min
Mantenha Sat O2 entre 92% a 98%
PaCO2 35 a 45 mmHg
o Controle hemodinâmico:
Administração de cristaloides e ou vasopressores para manter:
PAS > 90 mmHg
PAM > 65 mmHg
Cristaloides: 1 a 2L se SF 0.9% ou Ringer Lactato
Vasopressor: NOREPRINEFINA 0,1 A 0,5 MCG/KG/MIN
Obtenha ECG de 12 derivações
Manejo contínuo e atividades de urgência adicionais:
o Considere intervenção cardíaca de ECG mostrar:
IAMST
Choque cardiogênico instável
Suporte circulatório mecânico for necessário
o Paciente atende aos comandos:
SIM → monitore temperatura, mantenha normoxia, normocapnia, euglicemia, PA
NÃO, está COMATOSO:
CDT (32º a 36º C por 24H)
Realize TC cérebro
Monitoramento EEG
Avalie e trate causas 5Hs e 5Ts
5) Paciente chega com TAQUICARDIA, vai estar respondendo e queixando de “batedeira”
Figura: taquicardia supraventricular (FC = 1500/8 = 187 bpm)
Figura: taquicardia ventricular monomórfica (FC = 1500/7 = 214 bpm)
Avalie o quadro clínico do paciente e verifique se há instabilidade
Nesse caso o paciente do caso está:
o Normotenso
o Orientado no tempo e espaço, consciente
o Sem sinais de choque
o Sem dor torácica
o Sem sinais de IC aguda
Paciente ESTÁVEL mas com TAQUICARDIA significante
Identificar e tratar causas subjacente
1) Manter via aérea patente
2) Monitorar: cardíaco, PA, oximetria
a. Oximetria < 94% oferecer O2
3) Acesso IV
4) ECG 12 derivações
Taquiarritimia persistente causando instabilidade → NÃO!
Existem 2 caminhos a serem pensados:
TAQUICARDIA QRS LARGO REGULAR
o Ou seja, é uma taquicardia ventricular com pulso e sem gerar instabilidade
o ADENOSINA 6MG
Apenas se: Taquicardia QRS LARGO REGULAR ESTREITO E MONOMÓRFICO
o AMIODARONA 150 MG EM 10 MIN
Manter AMIODARONA 1MG/MIN por 6 HORAS
Amiodarona é um antiarritimico
o CHAMAR ESPECIALISTA
TAQUICARDIA QRS ESTREITO REGULAR
o Ou seja, é uma taquicardia supraventricular com pulso
o MANOBRAS VAGAIS (valsalva)
o ADENOSINA 6MG (IV push rápido seguido de bolus com solução salina)
o BETA BLOQUADOR ou BLOQUEADOR DE CANAL DE CÁLCIO
o CHAMAR ESPECIALISTA
NESSE MOMENTO VIRA AESP
Figura: atividade elétrica sem pulso
Ritmo de AESP, organizado e regular sem pulso
Avaliação do ritmo → RITMO NÃO CHOCÁVEL (ASSISTOLIA/AESP)
1) RCP de alta qualidade alternando a cada 2 min quem comprime
2) EPINEFRINA 1 MG IMEDIATAMENTE – A CADA 4 MIN
3) Verbalizar possíveis causas reversíveis:
5Hs: Hipovolemia, Hipóxia, Hidrogênio (acidez), Hipor/Hipercalemia, Hipotermia
5Ts: pneumoTórax hiperTensivo, Tamponamento cardíaco, Tóxicos, Trombose pulmonar, Trombose coronária
NESSE MOMENTO PCT VAI PARAR
Figura: Fibrilação ventricular
Ritmo de FIBRILAÇÃO VENTRICULAR E SEM PULSO
Iniciar RCP e dividir FUNÇÕES
RCP de alta qualidade:
o Comprima 5 cm do tórax, permitindo seu retorno total
o Frequência 100 a 120 compressões/min
o Minimize interrupções – máximo 10 seg
o 30 compressões – 2 ventilações. Alterne quem comprime a cada 2 min (ciclos 2 min)
o Evite ventilação excessiva (distensão gástrica, aspiração, regurgitação, ↑PIT, ↓retorno venoso, ↓DC, ↑ vasoconstrição cerebral,
↓ fluxo sanguíneo cerebral)
o Sempre iniciar RCP pelas compressões
Funções:
o Líder da equipe (eu), responsáveis pelas: compressões, VA, DEA, medicações e cronometrista
Avaliação do ritmo → RITMO CHOCÁVEL (FV/TVSP)
1) Administrar CHOQUE (DEA bifásico: 200J)
2) Reiniciar RCP, pelas compressões logo após choque
A cada 2 min o DEA analisa o ritmo, nessa 2º analise permanece FV sem pulso = ritmo chocável
1) Administrar CHOQUE (DEA bifásico: 200J)
2) Reiniciar RCP, pelas compressões logo após choque (por 2 min)
3) EPINEFRINA 1MG – A CADA 4 MIN (faz um ciclo sim, um ciclo não)
A cada 2 min o DEA analisa o ritmo, nessa 3º analise permanece FV sem pulso = ritmo chocável
1) Administrar CHOQUE (DEA bifásico: 200J)
2) Reiniciar RCP, pelas compressões logo após choque
3) AMIODARONA 300 MG - FAZ 2º DOSE DE 150 MG APÓS 4 MIN
NESSE MOMENTO VAI VOLTAR
Identificar Retorno da Circulação Espontânea (RCE)
Restauração de ritmo organizado com pulso
Retorno movimento
Capnógrafo com forma de onda de faixa normal de mmHg → 35 a 45 mmHg
Cuidados pós PCR
Fase de estabilização inicial:
o Manejo da via aérea: IOT + capnografia com forma de onda
o Controle respiratório:
10 ventilações/min
Mantenha Sat O2 entre 92% a 98%
PaCO2 35 a 45 mmHg
o Controle hemodinâmico:
Administração de cristaloides e ou vasopressores para manter:
PAS > 90 mmHg
PAM > 65 mmHg
Cristaloides: 1 a 2L se SF 0.9% ou Ringer Lactato
Vasopressor: NOREPRINEFINA 0,1 A 0,5 MCG/KG/MIN
Obtenha ECG de 12 derivações
Manejo contínuo e atividades de urgência adicionais:
o Considere intervenção cardíaca de ECG mostrar:
IAMST
Choque cardiogênico instável
Suporte circulatório mecânico for necessário
o Paciente atende aos comandos:
SIM → monitore temperatura, mantenha normoxia, normocapnia, euglicemia, PA
NÃO, está COMATOSO:
CDT (32º a 36º C por 24H)
Realize TC cérebro
Monitoramento EEG
Avalie e trate causas Hs e Ts
6) Paciente chega com BRADICARDIA, vai estar respondendo (não precisa saber que tipo de bradicardia que é e SEMPRE vai ser INSTÁVEL,
porque se for ESTÁVEL a gente só observa).
Figura: bradicardia sinusal
Bradicardia instável:
o Em geral FC < 50 bpm
o Bradicardia que produz sinais e sintomas graves
Hipotensão
Alteração aguda estado mental
Sinais de choque (pele pálida, fria, pegajosa, pulso fraco, respiração lenta ou superficial, fraqueza, tontura)
Dor torácica
Insuficiência cardíaca aguda (dor torácica, hipoxemia)
Identificar e tratar causas reversíveis
1) Manter via aérea patente
2) Monitorar: cardíaco, PA, oximetria
a. Oximetria < 94% oferecer O2 (se hipoxemia)
3) Acesso IV
4) Considere possíveis causas reversíveis:
5Hs: Hipovolemia, Hipóxia, Hidrogênio (acidez), Hipor/Hipercalemia, Hipotermia
5Ts: pneumoTórax hiperTensivo, Tamponamento cardíaco, Tóxicos, Trombose pulmonar, Trombose coronária
Bradiarritimia persistente causando instabilidade → SIM!
1) ATROPINA 1MG – ATÉ 3X, INTERVALO 4 MIN
Não funcionou, iniciar tratamento de segunda linha
1) MARCA PASSO TRANSCUTÂNEO
Ligar as pás → ligar os cabos vermelhos das pás → colas as pás
Ligar na função “estimulo” em uma FC = 10 bpm
Achar a voltagem e deixar 2 acima disso
2) DOPAMINA 5-20 MCG/KG/MIN
NESSE MOMENTO PCT VAI PARAR
Figura: Fibrilação ventricular
Ritmo de FIBRILAÇÃO VENTRICULAR E SEM PULSO
Iniciar RCP e dividir FUNÇÕES
RCP de alta qualidade:
o Comprima 5 cm do tórax, permitindo seu retorno total
o Frequência 100 a 120 compressões/min
o Minimize interrupções – máximo 10 seg
o 30 compressões – 2 ventilações. Alterne quem comprime a cada 2 min (ciclos 2 min)
o Evite ventilação excessiva (distensão gástrica, aspiração, regurgitação, ↑PIT, ↓retorno venoso, ↓DC, ↑ vasoconstrição cerebral,
↓ fluxo sanguíneo cerebral)
o Sempre iniciar RCP pelas compressões
Funções:
o Líder da equipe (eu), responsáveis pelas: compressões, VA, DEA, medicações e cronometrista
Avaliação do ritmo → RITMO CHOCÁVEL (FV/TVSP)
1) Administrar CHOQUE (DEA bifásico: 200J)
2) Reiniciar RCP, pelas compressões logo após choque (por 2 min)
A cada 2 min o DEA analisa o ritmo, nessa 2º analise permanece FV sem pulso = ritmo chocável
1) Administrar CHOQUE (DEA bifásico: 200J)
2) Reiniciar RCP, pelas compressões logo após choque (por 2 min)
3) EPINEFRINA 1MG – A CADA 4 MIN (faz um ciclo sim, um ciclo não)
A cada 2 min o DEA analisa o ritmo, nessa 3º analise permanece FV sem pulso = ritmo chocável
1) Administrar CHOQUE (DEA bifásico: 200J)
2) Reiniciar RCP, pelas compressões logo após choque (por 2 min)
3) AMIODARONA 300 MG
Faz 2º dose de 150 MG após 4 MIN
NESSE MOMENTO VIRA ASSISTOLIA
Figura: assistolia (nenhuma atividade elétrica discernível no ECG)
Protocolo CAGADA
Descaratar qualquer outra causa que leve a um ECG isoelétrico:
o Verificar CAbos, ↑ GAnhos (dar zoom no ECG), alterar DerivAções
Avaliação do ritmo → RITMO NÃO CHOCÁVEL (ASSISTOLIA/AESP)
1) RCP de alta qualidade alternando a cada 2 min quem comprime
2) EPINEFRINA 1 MG IMEDIATAMENTE – A CADA 4 MIN
3) Verbalizar possíveis causas reversíveis:
5Hs: Hipovolemia, Hipóxia, Hidrogênio (acidez), Hipor/Hipercalemia, Hipotermia
5Ts: pneumoTórax hiperTensivo, Tamponamento cardíaco, Tóxicos, Trombose pulmonar, Trombose coronária
NESSE MOMENTO VIRA AESP
Figura: atividade elétrica sem pulso
Ritmo de AESP, organizado e regular sem pulso
Avaliação do ritmo → RITMO NÃO CHOCÁVEL (ASSISTOLIA/AESP)
1) RCP de alta qualidade alternando a cada 2 min quem comprime
2) EPINEFRINA 1 MG IMEDIATAMENTE – A CADA 4 MIN
3) Verbalizar possíveis causas reversíveis:
5Hs: Hipovolemia, Hipóxia, Hidrogênio (acidez), Hipor/Hipercalemia, Hipotermia
5Ts: pneumoTórax hiperTensivo, Tamponamento cardíaco, Tóxicos, Trombose pulmonar, Trombose coronária
NESSE MOMENTO VAI VOLTAR
Identificar Retorno da Circulação Espontânea (RCE)
Restauração de ritmo organizado com pulso
Retorno movimento
Capnógrafo com forma de onda de faixa normal de mmHg → 35 a 45 mmHg
Cuidados pós PCR
Fase de estabilização inicial:
o Manejo da via aérea: IOT + capnografia com forma de onda
o Controle respiratório:
10 ventilações/min
Mantenha Sat O2 entre 92% a 98%
PaCO2 35 a 45 mmHg
o Controle hemodinâmico:
Administração de cristaloides e ou vasopressores para manter:
PAS > 90 mmHg
PAM > 65 mmHg
Cristaloides: 1 a 2L se SF 0.9% ou Ringer Lactato
Vasopressor: NOREPRINEFINA 0,1 A 0,5 MCG/KG/MIN
Obtenha ECG de 12 derivações
Manejo contínuo e atividades de urgência adicionais:
o Considere intervenção cardíaca de ECG mostrar:
IAMST
Choque cardiogênico instável
Suporte circulatório mecânico for necessário
o Pct atende aos comandos:
SIM → monitore temperatura, mantenha normoxia, normocapnia, euglicemia, PA
NÃO, COMATOSO:
CDT (32º a 36º C por 24H)
Realize TC cérebro
Monitoramento EEG
Avalie e trate causas Hs e Ts
PRE-TEST.
X
PR-teste.
TAQUICARDIA VENTRICULAR MONOMÓRFICA
TAQUICARDIA VENTRICULAR POLIMÓRFICA
BLOQUEIO ATRIOVENTRICULAR DE SEGUNDO GRAU (MOBITZ II)
BLOQUEIO ATRIOVENTRICULAR DE SEGUNDO GRAU (MOBITZ I/ WENCKEBACH)
FIBRILAÇÃO VENTRICULAR
TAQUICARDIA SINUSAL
RITMO SINUSAL NORMAL
BLOQUEIO ATRIOVENTRICULAR DE TERCEIRO GRAU
FIBRILAÇÃO VENTRICULAR
RITMO AGÔNICO/ASSÍSTOLE
ATIVIDADE ELÉTRICA SEM PULSO
BRADICARDIA SINUSAL
FIBRILAÇÃO VENTRICULAR
FIBRILAÇÃO ATRIAL
TAQUICARDIA SUPRAVENTRICULAR
BLOQUEIO ATRIOVENTRICULAR DE SEGUNDO GRAU (MOBITZ II)
BLOQUEIO ATRIOVENTRICULAR DE SEGUNDO GRAU (MOBITZ I/ WENCKEBACH)
FLUTTER ATRIAL
TAQUICARDIA SUPRAVENTRICULAR
BRADICARDIA SINUSAL
QUESTÕES FARMACOLOGIA
1. Um paciente apresenta fibrilação ventricular refratária e recebeu vários choques de
desfibrilação apropriados, duas doses de 1mg de epinefrina IV e uma dose inicial de 300mg de
amiodarona IV. O paciente está intubado. O que melhor representa a segunda dose
recomendada de amiodarona para este paciente?
R. Bolus IV de 150mg
2. Um paciente com IAMST apresenta desconforto torácico persistente. Estão sendo
administradas 4000 unidades de heparina IV por bolus e uma infusão de 1000 unidade de
heparina por hora. O paciente não tomou aspirina porque apresenta histórico de gastrite, que
foi tratada há 5 anos. Qual deve ser sua próxima ação?
R. Administrar de 162 a 325mg de aspirina para mastigação.
3. Em que situação bradicardia requer tratamento?
R. hipotensão
4. Uma mulher de 35 anos de idade apresenta palpitações, sensação de desmaio e taquicardia
estável. O monitor mostra um QRS de complexo estreito regular a uma frequencia de 180/min.
As manobras vagais não foram eficazes para interromper o rimo. Foi estabelecido acesso IV>
que medicamento deve ser administrado?
R. Adenosina 6mg
5. Um paciente monitorado na UTI desenvolveu um início súbito de taquicardia de complexo
estreio a uma frequência de 220/min. A pressão arterial do paciente é de 128/58mmHg. O
PETCO2 é de 38mmHg e a leitura da oximetria e pulso é de 98%. Há acesso vascular no braço
esquerdo e o paciente não recebeu nenhum medicamento vasoativo. Um ECG e 12 derivações
confirma uma taquicardia supraventricular sem evidências de isquemia ou infarto. A FC não
respondeu as manobras vagais. Qual deve ser sua próxima ação?
R. Administrar 06mg de adenosina por bolus IV
6. Qual é a indicação para uso de Magnésio em PCR?
R. Torsades de Pointes associado a taquicardia ventricular sem pulso
7. Um paciente está em PCR. Estão sendo administradas compressões torácicas de alta
qualidade. O paciente é intubado e foi iniciada um IV. O ritmo é assístole.. Qual é o primeiro
medicamento/dose a administrar?
R. Epinefrina 1mg IV/IO
8. Um paciente com bradicardia sinusal e fc de 42/min apresenta diaforese e PA de 80/60.
Qual é a dose inicial de atropina?
R. 1 mg
9. Você está cuidando de um homem de 66 anos de idade com histórico e hemorragia
intracerebral grande há dois meses. Ele está sendo avaliado por outro AVC agudo. A TC é
negativa para hemorragia. O paciente está recebendo O2 via cânula nasal, a 2l/min, e foi
estabelecido acesso IV. A PA é de 180/100mmHg. Que medicamento você prevê administrar
ao paciente?
R. Aspirina
10. Você chega ao local com a equipe de ressuscitação. Está sendo realizada uma RCP de alta
qualidade. O DEA há havia indicado “nenhum choque recomendado”. Agora, a verificação do
ritmo identifica uma assístole. Depois de retomar as compressões de alta qualidade, que
medida você deve tomar em seguida?
R. Estabelecer acesso IV ou IO.
11. O paciente apresenta taquicardia de complexo largo irregular. A frequencia ventricular é
de 138/min. O paciente encontra-se assintomático, com pressão arterial 110/70mmHg.
Apresenta histórico de angina. Qual é a próxima medida recomendada?
R. Consultar um especialista.
12. Uma mulher de 57 anos de idade tem palpitações, desconforto torácico e taquicardia. O
monitor mostra um QRS de complexo largo regular à frequencia de 180/min. Ela começa a
apresentar diaforese e PA de 80/60mmHg. Que medida você deve tomar em seguida?
R. Realizar cardioversão elétrica
13. Um homem de 62 anos de idade apresenta repentinamente dificuldade para falar e
diminuição da força muscular no lado esquerdo. Ele atende aos critérios iniciais para
tratamento fibrinolítico, e uma TC é então solicitada. O que melhor representa as diretrizes
para o tratamento antiplaquetário e fibrinolítico?
R. Manter a aspirina por pelo menos 24h, se for administrado APt-r
14. Que intervenção é mais apropriada para o tratamento de um paciente em assístole?
R. Epinefrina
15. Um paciente apresenta fibrilação ventricular refratária. Está sendo realizada uma RCP de
alta qualidade. Foi administrada uma única dose de epinefrina após o segundo choque. Um
medicamento antiarrítmico foi administrado imediatamente após o terceiro choque. Você é
líder da equipe. Que medicação você solicita em seguida?
R. Epinefrina 1mg
16. Um paciente apresenta bradicardia sinusal e FC de 36/min. Já foi administrada uma dose
total de atropina de 3mg. A estimulação transcutânea não conseguiu capturar. O paciente está
confuso, e a pressão arterial é de 88/56mmHg. Que tratamento é indicado no momento?
R. Epinefrina de 2 a 10 mcg/min
17. Um paciente está em PCR. A fibrilação ventricular é refratária a um choque inicial. Se não
houver nenhuma via para administração de medicação, que método é preferencial?
R. IV ou IO
18. Um paciente com possível IAMST apresenta desconforto torácico persistente. Qual é uma
contraindicação à administração de nitrato?
R. Uso de inibidor de fosfodiesterase nas ultimas 24h.
19. Um paciente apresenta taquicardia ventricular sem pulso. Foram administrados dois
choques e uma dose de epinefrina. Que medicamento deve ser administrado em seguida?
R. Amiodarona 300mg
20. Um paciente está em PCR. A fibrilação ventricular é refratária a um segunda choque. Que
medicamento deve ser administrado primeiro?
R. Epinefrina 1mg IV/IO
QUESTÕES APLICAÇÃO PRATICA
1. Um ECG de 12 derivações de um paciente é transmitido pelos paramédicos e indica IAMST.
Quando o paciente chega ao departamento de emergência, o ritmo mostrado aqui é
observado no monitor cardíaco. O paciente apresenta resolução das dores torácicas
moderadas (5/10) após 03 doses de nitroglicerina sublingual. A pressão arterial é de
104/40mmHg. Que intervenção é mais importante para reduzir a taxa de mortalidade intra-
hospitalar e de 30 dias com base no quadro deste paciente?
R. Tratamento de reperfusão
2. Qual a profundidade recomendada de compressões torácicas para um paciente adulto?
R. No mínimo 05 cm.
3. Como o retorno total do tórax contribui para uma RCP eficaz?
R. Permite retorno máximo do sangue ao coração.
4. Um paciente apresenta fibrilação ventricular refratária. Um terceiro choque acabou de ser
administrado. A equipe aguarda suas instruções. Qual deve ser sua próxima ação?
R. Reiniciar as compressões torácicas de alta qualidade.
5. Uma mulher de 45 anos de idade com histórico de palpitações apresenta sensação de
desfalecimento e palpitações. Ela recebe adenosina 6mg IV para o ritmo mostrado aqui, sem
conversão do ritmo. Ela está extremamente apreensiva no momento. A PA é de 128/70mmHg.
Qual é a próxima intervenção adequada?
R. Administrar adenosina 12 mg IV.
6. Uma mulher de 35 anos de idade apresenta palpitações como queixa principal. Ela não
sente nenhum desconforto torácico, falta de ar nem sensação de desfalecimento. A PA é de
120/78mmHg. Que intervenção é indicada primeiro?
R. Manobras vagais
7. Você chega ao local e a RCP já está em andamento. A equipe de enfermeiros relata
que o paciente estava se recuperando de embolia pulmonar e teve um colapso súbito. Foram
administrados dois choques, com obtenção de acesso IV. O que você administra a seguir?
R. Epinefrina 1mg IV.
8. Qual é a frequência de compressão recomendada para um RCP de alta qualidade?
R. 100 a 120 compressões por minuto.
9. Você está administrando ventilação com bolsa-máscara a um paciente em uma parada
respiratória. Com que frequência você deve administrar as ventilações?
R. A cada 6 segundos.
10. Que medida minimiza o risco de o ar entrar no estômago do paciente durante a ventilação
com bolsa-máscara?
R. Ventilar até observar a elevação do tórax
11. Que medida você deve tomar imediatamente depois de administrar um choque com DEA?
R. Realizar as compressões torácicas
12. Você é líder da equipe de ressuscitação e ,ao chegar, encontra a paciente já em RCP. Na
verificação de ritmo seguinte, você vê o ritmo mostrado aqui. Os membros da equipe dizem
que a paciente estava bem, mas relatou desconforto torácico e, em seguida, desmaiou. Ela não
apresenta pulso nem respiração. As ventilações com bolsa-máscara estão produzindo elevação
visível do tórax, e foi estabelecido acesso IO. Que intervenção você faria em seguida?
R. Epinefrina 1mg
13. O paciente é uma mulher de 56 anos de idade com histórico de DM 2 que relata estar se
sentindo sonza. Ela está pálida e diaforética. E PA é de 80/60. O monitor cardíaco documenta o
ritmo mostrado aqui. Ela está recebendo oxigênio a 4l/min via cânula nasal, e foi estabelecido
um acesso IV. O que você deve administrar em seguida?
R. Atropina 1mg IV
14. Depois de iniciar a RCP e administrar um choque para fibrilação ventricular, este ritmo se
apresenta na verificação de ritmo seguinte. Um segundo choque é administrado, e as
compressões torácicas são reiniciadas imediatamente. Já foi estabelecido acesso IV e nenhuma
medicamento foi administrado. As ventilações com bolsa-mascara estão produzindo elevação
visível no tórax. Qual deve ser sua próxima intervenção?
R. Administrar epinefrina 1mg IV/IO
15. Um paciente parou de responder e não está respirando. Você consegue palpar um pulso
carotídeo. Que medida você deve tomar em seguida?
R. Iniciar ventilações de resgate.
16. Com que frequência você deve se revezar nas compressões torácicas para evitar fadiga?
R. A aproximadamente cada 2 minutos.
17. Um paciente foi ressuscitado de uma PCR. Durante o tratamento pós-RCE, ele deixou de
responder, apresentando o ritmo mostrado aqui. Que medida é indicada em seguida?
R. administrar imediatamente um choque não sincronizado de alta energia (dose de
desfibrilação)
18. Um paciente deixa de responder. Você não tem certeza se um pulso fraco está presente. O
ritmo mostrado aqui é observado no monitor cardíaco. O acesso IV foi estabelecido. Que
medida você deve tomar em seguida?
R. Iniciar uma RCP de alta qualidade.
19. Qual o intervalo máximo e pausa nas compressões torácicas?
R. 10 segundos.
20. Que medida provavelmente causa a entrada de ar no estômago do paciente (distensão
gástrica) durante a ventilação com bolsa-mascara?
R. Ventilar muito rapidamente
PR-TESE.
BAV de terceiro grau
BAV de segundo grau (Mobitz I)
BAV de segundo grau (Mobitz II)
Ritmo Sinusal normal
Taquicardia sinusal
Taquicardia supraventricular
Taquicardia Ventricular Polimórfica
Taquicardia Ventricular Monomórfica
Fibrilação Ventricular
Bradicardia sinusal
Ritmo agônico / assistolia
Atividade Elétrica sem pulso AESP
Flutter Atrial
Fibrilação Atrial
IAM com supra de ST
Ritmo sinusal normal
BRADICARDIA
atropina 1/1/1 (race)
TAQUICARDIA
manobra vagal à adenosina 6/12 (stop o heart) à cardioversao