Maxim Advanced
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ABRIL.2024
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MAXIM ADVANCED
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 09111
COMPOSIÇÃO:
methyl N-methoxyacetyl-N-2,6-xylyl-D-alaninate (METALAXIL-M) ................20 g/L (2% m/v)
2-(thiazol-4-yl) benzimidazole (TIABENDAZOL) ........................................ 150 g/L (15% m/v)
4-(2,2-difluoro-1,3-benzodioxol-4-yl) pyrrole-3-carbonitrile (FLUDIOXONIL) 25 g/L (2,5%
m/v)
Outros Ingredientes: ................................................................................915 g/L (91,5% m/v)
Grupo A1 Fungicida
Grupo B1 Fungicida
Grupo E2 Fungicida
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FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km
127,5, Bairro Santa Terezinha – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP – CNPJ: 60.744.463/0010-80
– Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.
Iharabras S.A. Indústrias Químicas - Avenida Liberdade, 1701 – Bairro Cajuru do Sul - CEP:
18087-170 - Sorocaba/SP - CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Cadastro SAA/CDA/SP sob nº 8.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Prods. Químicos Ltda - Av. Roberto Simonsen,
1459 - Paulínia/SP – CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 477.
Ouro Fino Química S.A. - Avenida Filomena Cartafina, 22.335, - Q.14 L 5 – Distrito Industrial
III – CEP: 38044-750 – Uberaba/MG – CNPJ: 09.100.671/0001-07 – Cadastro no IMA/MG sob
nº 8.764.
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Uberaba/ MG - CNPJ: 23.361.306/0001-
79 – Cadastro no IMA/MG 2.972.
Syngenta Crop Protection LLC. – 4111, Gibson Road - 68107 - Omaha - Nebraska - EUA.
Syngenta Production France S.A.S – 55, Rue Du Fond Du Val - F-27600 – St. Pierre-La
Garenne - França.
Syngenta España S.A.- La Relba s/n 36400 Porriño (Pontevedra) – Espanha.
“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme
previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
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INSTRUÇÕES DE USO:
DOENÇAS DOSES
NÚMERO, ÉPOCA E
mL pc/100 Kg VOLUME DE
CULTURAS NOME INTERVALO DE
NOME COMUM sementes CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
(mL pc/ha)*
Podridão-dos-grãos-
Aspergillus flavus
armazenados
Cercospora
Mancha-castanha
arachidicola
100 – 125
Colletotrichum mL/100 Kg de
Antracnose 500 mL/100
lindemuthianum sementes
Amendoim kg de
sementes
Fusarium
Murcha-de-fusarium
oxysporum
Rhizoctonia
Tombamento
solani
Arroz Irrigado
Mancha-parda Bipolaris oryzae 1500 mL de
100 – 200
MAXIM ADVANCED calda para
mL/100 kg de
deve ser usado em uma 100 kg de
sementes
Podridão-de-Fusarium, única aplicação na sementes.
Fusarium
Murcha-de-Fusarium, oxysporum forma de tratamento de
Mal-do-Colo sementes, antes da
semeadura das
culturas.
Podridão-de-Fusarium,
Fusarium
Arroz Murcha-de-Fusarium, oxysporum
Mal-do-Colo
Cercospora
Mancha-castanha arachidicola
Antracnose Colletotrichum
lindemuthianum
Rhizoctonia
Tombamento solani
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DOENÇAS DOSES
NÚMERO, ÉPOCA E
mL pc/100 Kg VOLUME DE
CULTURAS NOME INTERVALO DE
NOME COMUM sementes CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
(mL pc/ha)*
Fusarium
Podridão-de-Fusarium pallidoroseum
Fungo-de- 500 mL de
Penicillium spp. 100 - 125 mL/100
Feijão armazenamento - água/100 kg
kg
de sementes.
Tombamento Aspergillus spp.
Antracnose Colletotrichum
lindemuthianum
Podridão-dos-grãos-
Aspergillus flavus
armazenados
Cercospora
Mancha-castanha
arachidicola
Colletotrichum
Antracnose
lindemuthianum
Colletotrichum
Antracnose
truncatum 100 – 125
Feijões
mL/100 Kg de
(feijão-mungo,
Fusarium sementes
feijão-fava,
Feijão-caupi, Murcha-de-fusarium oxysporum [Link].
feijão-guandu phaseoli
e demais Fusarium
espécies) Murcha-de-fusarium oxysporum [Link].
tracheiphilum
Podridão-radicular-da- Fusarium solani
seca [Link]. phaseoli
Rhizoctonia
Tombamento
solani
Sclerotinia 100 mL/100 Kg
Podridão-de-esclerotínia
sclerotiorum de sementes MAXIM ADVANCED
Cercospora deve ser usado em uma
Mancha-castanha
arachidicola única aplicação na 500 mL/100
Colletotrichum forma de tratamento de kg de
Antracnose
lindemuthianum sementes, antes da sementes
100 – 125
Fusarium semeadura das
mL/100 Kg de
Murcha-de-fusarium oxysporum f. sp. culturas.
sementes
Grão-de-bico ciceris
Podridão-negra-das-
Fusarium solani
raízes
Rhizoctonia
Tombamento
solani
Sclerotinia 100 mL/100 Kg
Podridão-de-esclerotínia
sclerotiorum de sementes
Cercospora
Mancha-castanha
arachidicola
Colletotrichum
Antracnose
lindemuthianum 100 – 125
Colletotrichum mL/100 Kg de
Antracnose
truncatum sementes
Fusarium
Lentilha
Murcha-de-fusarium oxysporum f. sp.
ciceris
Rhizoctonia
Tombamento
solani
100 mL/100 Kg
Sclerotinia
Podridão-de-esclerotínia de sementes
sclerotiorum
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DOENÇAS DOSES
NÚMERO, ÉPOCA E
mL pc/100 Kg VOLUME DE
CULTURAS NOME INTERVALO DE
NOME COMUM sementes CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
(mL pc/ha)*
Fusarium
Milheto Fusariose 20 – 30 mL/ha*
graminearum
Podridão-do-colmo
Fusarium
Podridão-rosada-do-
moniliforme
milho
Podridão-dos-grãos-
armazenados 100 – 150
Milho mL/100 kg
Aspergillus flavus (20 – 30 mL/ha)
Fungo-de-pós-colheita
Penicillium
Bolor-verde
digitatum
Podridão-da-semente Fusarium
Podridão-do-colo pallidoroseum
Mancha-púrpura-da-
Cercospora
semente
kikuchii
Crestamento-foliar
Phomopsis-da-semente Phomopsis sojae MAXIM ADVANCED
Podridão-dos-grãos- deve ser usado em
500 mL de
armazenados uma única aplicação na
Aspergillus flavus água/100 kg
forma de tratamento de
Fungo-de-pós-colheita de sementes.
sementes, antes da
Verrugose Cladosporium semeadura das
Clodosporiose herbarum culturas.
Podridão-aquosa Rhizoctonia
Mela solani
Diaporthe
ueckerae/miriciae 100 – 125
mL/100 kg (60 –
Podridão de grãos e Diaporthe 75 mL/ha)
sementes longicolla
Soja
Colletotrichum
truncatum
Colletotrichum
cliviicola/clivae
Cercospora
flagelaris
Fusarium equiseti
Fusarium
proliferatum
Podridão-de-Sclerotinia
Podridão-branca-da- Sclerotinia 100 mL/100 kg
haste sclerotiorum (60 mL/ha)
Mofo branco
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DOENÇAS DOSES
NÚMERO, ÉPOCA E
mL pc/100 Kg VOLUME DE
CULTURAS NOME INTERVALO DE
NOME COMUM sementes CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
(mL pc/ha)*
Mancha-de-grão Phoma sorghina
Mancha-foliar Exserohilum
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Helmintosporiose turcicum
deve ser usado em
uma única aplicação na 500 mL de
Tombamento Aspergillus spp. 100 – 150 forma de tratamento de água/100 kg
Sorgo de sementes.
mL/100 kg sementes, antes da
Podridão-vermelha-do- Fusarium semeadura das
colmo moniliforme culturas.
Mofo-da-panícula-e-grãos Curvularia lunata
Colletotrichum
Antracnose
graminicola
* Para as culturas de feijão, milheto e sorgo não foi indicada a dose de mL p.c./ha, pois a quantidade de
sementes utilizada por ha é muito variável, ficando a critério de cada produtor adotar a melhor densidade de
plantio para cada região.
A menor dose deve ser recomendada em áreas com baixa infestação das doenças e a maior dose recomendada
para áreas com histórico de danos causados pelas doenças. A flexibilidade da dose (intervalo de doses) é de
grande importância em função da pressão de inóculo e do histórico das áreas, que podem ser diferentes nas
diversas áreas de plantio desta cultura no Brasil.
MODO DE APLICAÇÃO:
Equipamentos de aplicação:
Utilizar equipamentos que propiciem uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes.
Existem máquinas específicas para tratamento de sementes fornecidas pelos seguintes
fabricantes: Momesso, MecMaq, Niklas, Gustafson, etc. Consulte um Engenheiro Agrônomo.
Manutenção:
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Importante:
Aferir periodicamente o fluxo de sementes e de calda, a fim de evitar erros na aplicação.
Não tratar as sementes diretamente sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes
das máquinas semeadoras.
A utilização de meios de tratamento de sementes que provoquem uma distribuição incompleta
ou desuniforme do produto sobre as sementes pode resultar em níveis indesejados ou falhas
no controle de doenças.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não especificado devido à modalidade de emprego tratamento de sementes.
LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia
da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique,
antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas
tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no
Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou
importador.
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Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos
fungicidas, seguem algumas recomendações:
Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo A1, B1 e E2 para
o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de
resistência quando disponíveis, etc;
Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do
produto;
Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção
da eficácia dos fungicidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de
Fitopatologia (SBF: [Link]), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas
(FRAC-BR: [Link]), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA:
[Link]).
GRUPO A1 FUNGICIDA
GRUPO B1 FUNGICIDA
GRUPO E2 FUNGICIDA
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
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aplicação;
Utilize adequadamente todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados nas atividades que envolvam o tratamento das sementes;
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Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.
Olhos: . Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato,
deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente
e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
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Exposição oral: Dois de três animais tratados com as doses de 5000 mg/kg p.c.
apresentaram hipoatividade, mas não houve mortalidade.
Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade aguda inalatória em ratos, os
animais foram expostos à concentração de 2,62 mg/L. Não houve mortalidade
de nenhum animal testado. Os sinais clínicos observados foram redução da
atividade e piloereção, reversíveis em até 7 dias do período de observação.
Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda cutânea em ratos não
foram detectados sinais clínicos nos animais expostos a 5050 mg/kg p.c./dia da
substância teste. Não houve mortalidade. Os coelhos tratados no estudo de
irritação dérmica não apresentaram sinais de irritação durante todo o período de
observação. O produto não foi classificado como irritante dérmico pelo GHS. O
produto não foi considerado sensibilizante dérmico no teste de Buehler realizado
em cobaias.
Exposição ocular: Os coelhos tratados no estudo de irritação ocular não
apresentaram sinais de irritação durante as leituras de 24, 48 e 72 horas. Os
animais apresentaram vermelhidão da conjuntiva e secreção apenas na
avaliação de 1 hora. O produto não foi classificado como irritante ocular pelo
GHS.
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Efeitos agudos:
DL50 aguda oral em ratos mg/kg p.c.: > 5000 mg/kg p.c.
DL50 aguda dérmica em ratos mg/kg p.c.: > 5050 mg/kg p.c.
CL50 aguda inalatória em ratos mg/L (por 4 horas): > 2,62 mg/L
Irritação ocular em coelhos: Os coelhos tratados no estudo de irritação ocular não
apresentaram sinais de irritação durante as leituras de 24, 48 e 72 horas. Os animais
apresentaram vermelhidão da conjuntiva e secreção apenas na avaliação de 1 hora. O
produto não foi classificado como irritante ocular pelo GHS.
Irritação dérmica em coelhos: Os coelhos tratados no estudo de irritação dérmica não
apresentaram sinais de irritação durante todo o período de observação. O produto não foi
classificado como irritante dérmico pelo GHS.
Sensibilização dérmica (cobaias): O produto não foi considerado sensibilizante dérmico no
teste de Buehler realizado em cobaias.
Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as vias
respiratórias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética
bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Tiabendazol: No estudo de dois anos em ratos (dieta), foi observada redução no consumo
de ração e no ganho de peso corpóreo, além de leves alterações em parâmetros
hematológicos. Os efeitos tireoidianos (aumento do peso relativo, hipertrofia das células
foliculares ou hiperplasia) foram decorrentes de alterações hepáticas (aumento do peso
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relativo e hipertrofia de hepatócitos), sendo esse modo de ação não relevante para humanos
(NOAEL 10,1 mg/kg p.c./dia). Em camundongos, houve redução na sobrevida e peso
corpóreo de ambos os sexos expostos a altas doses. Outros achados foram o aumento do
peso do fígado, redução do peso renal e aumento da incidência de trombose atrial no coração
(NOAEL 6,6 mg/kg p.c./dia). O tiabendazol não apresentou genotoxicidade in vivo e in vitro.
Nos estudos de toxicidade reprodutiva de duas gerações (via oral) e desenvolvimento em
ratos, foi observada redução do peso corpóreo materno e do consumo de ração. Além disso,
o ganho de peso corporal dos filhotes foi reduzido (dose alta) durante a lactação em ambas
as gerações. O desempenho reprodutivo não foi afetado pelo tratamento (NOAEL toxicidade
reprodutiva: 90 mg/kg p.c.; 8,6 mg/kg p.c. (adultos); 28,4 mg/kg p.c. (filhotes); NOAEL materno
e do desenvolvimento: 10 mg/kg p.c.). Em dois estudos do desenvolvimento em coelhos,
foram detectadas alterações fetais secundárias à toxicidade materna, caracterizada pela
redução do consumo de ração e do peso corpóreo (NOAEL geral de desenvolvimento: 150
mg/kg p.c./dia). Com base nos estudos disponíveis, o tiabendazol não é considerado
carcinogênico, teratogênico ou tóxico para a reprodução em humanos.
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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos
órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este
tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por
órgão ambiental competente.
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No Estado do Paraná o produto encontra-se com restrição de uso para: todos os alvos
biológicos das culturas Amendoim, Ervilha, Feijões (feijão-mungo, feijão-fava, Feijão-caupi,
feijão-guandu e demais espécies), Grão-de-bico, Lentilha e Milheto; e para os alvos
biológicos Diaporthe ueckerae/miriciae, Diaporthe longicolla, Colletotrichum truncatum,
Colletotrichum cliviicola/clivae, Cercospora flagelaris, Fusarium incarnatum, Fusarium equiseti,
Fusarium proliferatum (Podridão de grãos e sementes) e (Quebramento das hastes) na cultura
da Soja.
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