Programa de Gerenciamento de Riscos: Sopo OS
Programa de Gerenciamento de Riscos: Sopo OS
SOPOÇOS
Elaboração:
IVSON BARBOSA
TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO
MTE-PE 0006793
1. ÍNDICE
IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
2. INTRODUÇÃO
3. OBJETIVO
4. CAMPO DE APLICAÇÃO
5. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES
6. ESTRUTURA DO PGR
8. CRITÉRIOS DE CONTROLE
14. ANEXOS
1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
Razão Social:
SOPOÇOS
Endereço: CEP:
Rua SÃO DOMINGOS 44077525
CNPJ:
50548297000100
CNAE Principal: Grau de Risco:
43.991-05 – PERFURAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE POÇOS DE ÁGUA 03
CNAE Secundários:
33.29-5-99 – Instalação de outros equipamentos não especificados
anteriomente.
Endereço da Obra:
VIA SETREL
1.1. QUADRO DE FUNCIONÁRIOS
Nº DE
SETOR FUNÇÃO
FUNCIONÁRIOS
Operador de Maquina 01
PRODUÇÃO
Ajudante de operador de máquina 01
2. INTRODUÇÃO
Segurança do Trabalho visa à antecipação, reconhecimento, avaliação e controle de
fatores e riscos ambientais presentes nos postos de trabalho e que podem causar prejuízos à
saúde dos trabalhadores, considerando que os conceitos de saúde são mais do que
simplesmente a ausência de doenças, mas envolvem o bem estar físico, psíquico, emocional e
social. Devem levar em conta, também, o possível impacto dos agentes de risco nas
comunidades vizinhas e no meio ambiente em geral. A busca deste equilíbrio, dentro dos
diversos ambientes de trabalho, é o objetivo final da Medicina e Segurança Ocupacional.
Assim, a higiene do trabalho, por extensão, trata-se de uma ciência e tem como objetivo
principal a relação harmônica entre o homem e o meio ambiente de trabalho como um todo.
Necessita desta forma, para o seu bom desenvolvimento, uma visão holística do assunto, bem
como, a prática de ações multidisciplinares, quer envolvendo ações diretas no meio ambiente e
nos processos de produção, quer executando projetos educacionais voltados a trabalhadores e
classe empresarial.
2.1 Este programa serve de base às diversas iniciativas das empresas na área de
segurança e saúde no trabalho, responsabilizando o ambiente pelos seus riscos ocupacionais
inerentes, como a presença do calor, ruído, poeira, vibrações e deslocando o foco, que antes era
concentrado exclusivamente nos riscos operacionais e na atuação do trabalhador. Por este
prisma, o PGR deve ser visto como uma política gerencial que visa à preservação da saúde e
integridade física dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e
consequente controle das ocorrências de riscos ambientais. É importante ressaltar que ele não
deve ser considerado como um programa isolado, mas sim como parte de um conjunto de ações,
devendo estar articulado com as demais Normas Regulamentadoras.
2.2 A Norma Regulamentadora estabelece que as empresas apresentem formalmente
às autoridades ou dos trabalhadores ou dos seus representantes legais, um programa que vise à
preservação da saúde e da integridade física dos trabalhadores, através da antecipação,
reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes
ou que venham a existir no ambiente de trabalho, levando-se em consideração a proteção do
Meio Ambiente e dos recursos naturais.
2.3 SOPOÇOS Executará este documento, o qual contempla todos os aspectos da NR-
1, e que servirá como guia de implantação do programa referido. No seu texto enumera-se as
ações tomadas para sua realização, bem como às referências usadas na fase de implementação
(Legislação, Portarias, Políticas e Procedimentos Internos, etc.), também como as referências
relativas aos resultados obtidos (Plano de Ação, Levantamentos, Relatórios, Resultados de
Avaliações, etc.).
3. OBJETIVO
3.1 Objetivo Geral
O Programa de Gerenciamento de Riscos tem como objetivo geral preservar a saúde e
integridade física dos colaboradores através de ações que possam reconhecer avaliar e controlar
os riscos profissionais e ambientais, levando em consideração a preservação do meio ambiente
e dos recursos naturais.
3.2 Objetivos Específicos
3.2.1 Propor medidas que eliminem, amenizem e/ou reduzam a níveis aceitáveis, riscos
capazes de ocasionar alterações na saúde do trabalhador e de afetar o seu conforto;
3.2.2 Permitir a preservação da qualidade de vida e da produtividade de seus
colaboradores e a eficiência no ambiente de trabalho, através do treinamento e da utilização das
técnicas de avaliação quantitativa, embasadas pela experiência dos profissionais que o
elaboraram e das referências legais das Normas Regulamentadoras de Segurança e Medicina do
Trabalho;
3.2.3 Assegurar o acesso de novas informações e o contato com as mudanças na
sistemática de identificação, avaliação e controle dos riscos;
3.2.4 Permitir aos profissionais responsáveis pelo Setor de Segurança da empresa dirigir
de forma articulada, junto à administração da empresa, suas ações prevencionistas.
4. CAMPO DE APLICAÇÃO
A NR-1 (Disposições Gerais), que tem a sua existências jurídica assegurada, à nível de
legislação ordinária, estabelece a obrigatoriedade da elaboração, implementação, guarda por 20
anos e as ações a serem desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa, por
parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados,
do PGR, não importando o tipo de atividade, risco ou número de funcionários, visando a
preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação,
reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes
ou que venham a existir no ambiente de trabalho.
A elaboração, implementação, acompanhamento e avaliação do PGR poderão ser feitas
pelo SESMT ou por pessoa ou equipe de pessoas que, a critério do empregador, sejam capazes
de desenvolver o disposto nesta NR.
5. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES
Atribuições:
Os responsáveis pelas visitas de campo e levantamentos das informações é o Técnico de
Segurança do Trabalho e o Médico do Trabalho da empresa contratada.
Responsabilidades:
a) Elaborador do Programa:
Analisar as atividades desenvolvidas, realizar levantamento e identificação dos riscos no
ambiente de trabalho;
Definir as ações e prioridades para neutralização, controle ou redução dos riscos.
Definir estratégias, metodologias e cronograma de ações;
Definir formas de registro, avaliação, periodicidade e desenvolvimento do programa.
b) Do Empregador:
Estabelecer, implementar e assegurar como atividade permanente da empresa, o
cumprimento das ações previstas no Programa, tendo também como base às exigências
previstas pelo PCMSO;
Informar os trabalhadores sobre os riscos ambientais e os meios disponíveis de proteção;
Promover o desenvolvimento de segurança do pessoal, e outros meios necessários à
realização do trabalho;
Adquirir, fornecer e manter o estoque mínimo de equipamentos de proteção individual e
fardamento;
Exigir, acompanhar a apuração e análise dos resultados do desempenho da segurança do
trabalho.
d) Do Elaborador do PCMSO:
Elaborar PCMSO articulado com as informações desse PGR;
Analisar a descrição dos riscos descritos nesse PGR como base para adoção de
Procedimentos e ações no PCMSO;
Definir estratégia de ação, de acordo com os riscos a que os trabalhadores se encontram
expostos, para que se amenize e controle os riscos de danos à saúde dos trabalhadores.
e) Do Trabalhador:
Colaborar e participar na implantação e execução do PGR;
Participar dos treinamentos prevencionistas previstos no PGR e PCMSO, além de seguir as
orientações oferecidas;
Informar ao seu Encarregado e ao Responsável pelas Ações de Prevenção e Segurança do
Trabalho da Empresa sobre as condições que julgar de risco, bem como as ocorrências que, a
seu julgamento, possam implicar em acidentes ou riscos à saúde;
Conservar e usar adequadamente os EPI necessários à sua proteção e/ou de terceiros;
Propor melhorias quanto à prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.
f) Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA:
Assessorar o SESMT na efetiva implantação do PGR e em todos os demais assuntos, com a
finalidade de promover a saúde e proteger a integridade física dos trabalhadores.
g) Do dimensionamento da CIPA:
h) Das subcontratadas:
6. ESTRUTURA DO PGR
Consiste em um planejamento, capaz de definir metas em ordem de prioridades,
metodologia, estratégia e cronograma de ação com ênfase na neutralização dos agentes
agressivos, com riscos iminentes de acidentes ou doenças ocupacionais. Permite o efetivo
registro sistemático e divulgação periódica dos dados além de inspeções de segurança,
avaliação das condições de trabalho e treinamentos.
6.1 FASES DO PROJETO:
Elaboração:
Diagnóstico das condições de Segurança no ambiente de trabalho;
• Planejamento anual com estabelecimento de metas e cronograma de realização das
atividades de Segurança do Trabalho;
Definição das formas de registro visando à manutenção e divulgação dos dados;
Definição de estratégia e metodologia de ação;
Definição da forma de avaliação, periodicidade e desenvolvimento do programa.
Desenvolvimento:
Levantamento e identificação dos diversos riscos no posto de trabalho;
Definição das prioridades para neutralização, controle ou redução dos riscos;
Avaliação da extensão dos riscos e da exposição a que estão sujeitos os colaboradores;
Implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia;
Monitoramento das exposições dos riscos;
Desenvolvimento de programas de treinamento prioritariamente para colaboradores que
trabalham em área de maior risco;
Investigação e análise de acidentes e incidentes com vistas a apontar os fatores de
riscos e forma de controle.
Metas
Realizar Análise Global do PGR.
Sendo este um programa de higiene ocupacional e segurança do trabalho abrangente, com
uma série de previsões dirigidas à preservação da saúde dos colaboradores, possuem etapas a
serem vencidas.
Tratar-se da atividade que permitirá a identificação e explicação de todos os riscos ambientais
existentes na organização.
7.1 Estratégia e Metodologia de Ação
As ações serão adotadas e implementadas em função dos dados obtidos nas avaliações
qualitativas e quantitativas, sempre voltadas para a proteção dos trabalhadores e do meio
ambiente;
Os trabalhadores deverão atender a todos os procedimentos operacionais e/ou de segurança do
trabalho fornecidos, bem como às orientações recebidas durante a execução das atividades ou
entrada e permanência nas instalações da Empresa.
7.2 Controles dos Riscos Ambientais
Identificação na fase de antecipação do risco potencial à saúde; Constatação na fase de
reconhecimento de risco evidente a saúde, quando através de controle médico ocupacional, ficar
caracterizado o nexo causal entre danos observados na saúde dos trabalhadores e a situação de
trabalho a que ficam expostos.
7.3 Implantação de Medidas de Controle e Avaliação de sua Eficácia
Com base nos resultados obtidos após a avaliação quantitativa e as inspeções rotineiras na
área, se necessário, serão implementadas as medidas de controle adequadas para eliminar,
neutralizar ou reduzir o potencial de nocividade de determinado agente agressivo.
A avaliação de sua eficácia será obtida através dos resultados de reuniões rotineiras inclusive
ouvindo o trabalhador envolvido no processo. Dentre as medidas de controle, encontram-se as
seguintes:
Proteções Coletivas
Deverá ser priorizada a adoção e uso de Medidas e Equipamentos de Proteção Coletiva, como
ação primária de controle, eliminação e/ou amenização dos riscos que possam gerar danos à
saúde do trabalhador.
O estudo, desenvolvimento e implantação de proteções coletivas, deverão obedecer a seguinte
hierarquia:
Medidas que eliminem ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais à
saúde;
Medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes no ambiente de
trabalho;
Medidas que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes no ambiente de
trabalho.
A implantação de medidas de caráter coletivo deve ser acompanhada de treinamento dos
trabalhadores quanto aos procedimentos que assegurem sua eficácia, bem como, fornecimento
de informações quanto a possíveis limitações do equipamento.
Quando constatado pelo empregador ou entidade a inviabilidade de uso de proteção coletiva ou
as mesmas se mostrarem ineficientes, ou ainda, durante a implementação das mesmas, podem
ser adotados os procedimentos a seguir.
FUNÇÃO X EPI
(O: Obrigatório
Ajudante de Máquina
E: Eventual)
DE EPI
Op. Maquina
Capacete de Segurança com jugular
O
O
Óculos de Segurança
O
O
Bota de Segurança
O O
O O
Bota de PVC
Protetor Auricular Plug
O
O
Protetor Auricular Concha
-
-
Luva de Previlon
-
-
Luva Multitato
-
-
Luva Vaqueta
-
-
Avental de Raspa
-
-
Perneira de Raspa
-
-
Luva de Proteção
O
O
Mascara descartável
E
E Capa de Chuva
E
E
Cinto de Segurança com dois Talabartes
-
-
Mascar de solda
-
-
CONTROLE DOS EPI
A entrega do EPI deverá ser realizada de acordo com as orientações contidas nesse Programa,
mediante registro em ficha individual conforme anexo, constando: Nome; Função; Data de
entrega; Tipo e CA do EPI; Data de devolução; e Assinatura do funcionário que receber o EPI.
Utilização: A utilização é de caráter exclusivamente individual, cabendo o fornecimento à
empresa.
Guarda: De responsabilidade do funcionário, a perda do EPI implica sua reposição por
desconto em folha de pagamento.
Conservação: A higienização e conservação dos EPI são de responsabilidades dos seus
usuários, cabendo à empresa orientar a forma correta de realização destes procedimentos.
Reposição: Cabe a empresa a reposição, esta deve ser feita mediante a apresentação
da peça a ser reposta.
Registrar a entrega e devolução de EPI em Ficha adequada para controle e
comprovação do fornecimento gratuito dos EPI aos funcionários;
Realizar o Controle Diário de Materiais de Segurança para que se garanta a
disponibilização da quantidade de EPI adquirida, necessários à demanda no local de trabalho.
7.6 Estratégia e Metodologia de Ação
A ESTRATÉGIA E METODOLOGIA
DE AÇÃO VISAM GARANTIR A
DOÇÃO DE MEDIDAS DE
CONTROLE NOS AMBIENTES DE
TRABALHO PARA A EFETIVA
PROTEÇÃO DOS
TRABALHADORES, OBEDECENDO-
SE HIERARQUICAMENTE
7.8 Reconhecimento
Probabilidade (P)
1POSSÍVEL, MAS
ALTAMENTE IMPROVÁVEL
2
IMPROVÁVEL
3 POUCO PROVÁVEL
4 PROVÁVEL, OU
QUASE
P
Definido a partir do perfil de
exposição quantitativo baseado na
estimativa da média aritmética do Definido em função do fator de proteção
perfil de exposição ou baseado na considerando a existência e a
estimativa do percentil 95% e adequação de medidas de controle.
comparando-se com o valor do limite Quanto mais adequadas e eficazes
de exposição ocupacional. forem as medidas de controle, menor
será o valor atribuído a P.
TABELA 1
CRITÉRIOS PARA GRADAÇÃO DA PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DO DANO (P)
CRITÉRIO ADOTADO
P
ÍNDICE DE
PROBABILIDADE Perfil de
Perfil de
Exposição Fator de proteção
exposição
qualitativo quantitativo
Exposição baixa: Exposiçãoinferiora1 As medidas de
contato não 0% do Limite de controle existentes
1 freqüente com o Exposição são adequadas,
agente ou Ocupacional. eficientes e há
freqüente a E < 10% LEO garantias de que
baixíssimas sejam mantidas em
concentrações / Percentil 95 < 0,1 x LEO longo prazo.
intensidades.
Exposição Exposição As medidas de
moderada: estimada entre controle existentes
2 contatofreqüenteco 10% e 50% do são adequadas e
mo agente a Limite de eficientes, mas não
baixas Exposição há garantias de que
concentrações Ocupacional. sejam mantidas em
/intensidades 10% < E ≤ 50% LEO longo prazo.
oucontato não
frequente a altas Percentil 95 entre
concentrações 0,1 x LEO e 0,5 x
/intensidades. LEO
Exposição Exposição As medidas de
significativa ou estimada entre controle existentes
importante: 50% e 100% do são adequadas mas
3 contato freqüente Limite de apresentando desvios
com o agente a Exposição ou problemas
altas Ocupacional. significativos. A
concentrações/inte 50% < E ≤ 100% LEO eficiência é duvidosa
nsidades e não há garantias de
Percentil95entre0,5xLEO manutenção
e 1,0 x LEO adequada.
TABELA 2
G
ÍNDICE DE CRITÉRIO UTILIZADO EXEMPLOS
GRAVIDADE (GENÉRICO)
DO DANO
Lesão ou doença leve, com Ferimentos leves, irritações leves. que não implique
1 efeitos reversíveis levemente em afastamento não superior a 15 dias etc.
prejudiciais.
Lesão ou doença séria, com Irritações sérias, pneumoconiose não fibrogênica,
2 efeitos reversíveis severos e lesão
prejudiciais. reversível que implique em afastamento superior
a 15 dias, etc.
Lesão ou doença crítica, com PAIR, danos ao sistema nervoso central (SNC),
3 efeitos irreversíveis severos e lesões com seqüelas que impliquem em
prejudiciais que podem limitar a afastamentos de longa duração ou em limitações
capacidade funcional. da
capacidade funcional.
Lesão ou doença incapacitante Perda de membros ou órgãos que incapacitem
4 ou fatal. definitivamente para o trabalho, lesões
múltiplas que resultem em morte, doenças
progressivas potencialmente fatais tais como
pneumoconise fibrogênica, câncer etc.
TABELA 3
CRITÉRIOS ESPECIAIS PARA GRADAÇÃO DA GRAVIDADE EM FUNÇÃO DO POTENCIAL DO PERIGO
G
CRITÉRIO ADOTADO
ÍNDICE DE TLVs (ACGIH) – Grupos de
GRAVIDADE Potencial
Potencial de Contaminantes Risco de
DO DANO carcinogênico,
danos locais Biosseguranç a
mutagênico atmosféricos
por contato (microorganis
ou
com olhos e Gás mos
teratogênico
pele ou Particulados patogênicos)
(Agentes
(Agentes Vapor
químicos e
químicos)
físicos)
Agentes sob Agente > 500 Agentes do
suspeita de ser classificado ppm 10 Grupo de Risco
carcinogênico, como irritante mg 1: risco
mutagênico ou leve para a pele, / individual e para
teratogênico olhos e mucosas m a comunidade
1 mas os dados 3 ausente ou
existentes são muito baixo.
insuficientes
para classificar.
(Grupo A4 da
ACGIH)
0 confiança
julgamento.
na aceitabilidade do
O histórico das atualizações deve ser mantido por um período mínimo de 20 (vinte)
anos ou pelo período estabelecido em normatização específica.
A avaliação de riscos deve constituir um processo contínuo e ser revista a cada dois anos ou
quando da ocorrência das seguintes situações:
a) Apósimplementaçãodasmedidasdeprevenção,
paraavaliaçãoderiscos residuais;
PRIORIDADE 1
PRIORIDADE 2
Serão aquelas
consideradas de maior São consideradas de menor
prioridade e, se não prioridade e serão
implementadas, deverão implementadas se houver uma
ser justificadas. relação custo- benefício
adequada e disponibilidade de
recursos materiais e humanos
ou ainda, se não implicar em
custos diretos.
P
Seguindo a tabela 6, pode-se identificar algumas ações que devem ser implementadas
levando-se em consideração a probabilidade e a gravidade do dano:
Situações em que
medidas Situações em que mais Situações em que
informações somente a manutenção
são necessárias para que das medidas existentes é
de as mudanças sejam suficiente para controlar
controle implementadas. Essas o perigo.
situações acontecem
são necessárias. principalmente quando a
avaliação do risco foi
considerada incerta ou
altamente incerta (ex. de
mais informações que
podem ser coletadas:
medições quantitativas
mais detalhadas, pesquisa
a respeito das
características
de determinado agente).
TABELA 5
CRITÉRIOS PARA PRIORIZAÇÃO DE AÇÕES – CONTROLES E OBTENÇÃO DE INFORMAÇÕES ADICIONAIS
P1 = prioridade 1
P2 = prioridade 2 (secundária)
Caso a tabela indique que para determinado risco não é necessário realizar uma ação específica,
mas a empresa venha a receber uma autuação de organismo fiscalizador, ou venha acontecer
algum acidente em decorrência do perigo relacionado ao risco, deve-se realizar alguma ação
para minimizar esse risco, independente do resultado obtido na tabela
O plano de ação deve ser amplo e deve atender as reais necessidades demelhoria
daempresa, nãose prendendosomenteasexigênciasdaNR1.
9. AVALIAÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA DOS AGENTES AGRESSIVOS
AVALIAÇÃO DE RUÍDO
Instrumento utilizado: Termo-Higro Decibelímetro Luxímetro / Modelo: THDL - 400.
RUÍDO dB (A)
NÍVEL
EQUIPAMENTO / MÁQUINA T1 T2 CONDIÇÕES
AFERIDO
NA NA NA
NA NA
T1 – Tempo de exposição diária.
T2 – Tempo de exposição permitido pela NR – 15, anexo 01.
Comparando-se o quadro de medição de ruído das áreas avaliadas com o quadro dos limites
fixados pela NR-15, Anexo n°1 e n° 2, na relação: Nível de ruído X Máxima exposição diária
permissível, verificamos que:
Pode – se observar à presença de ruídos que não excedem os limites de tolerância
estabelecidos pela NR – 15, Anexo 01 para exposição de 08 horas diárias.
(Probabilidade)
ERGONÔMICO 2- Improvável Pausas para
04.01.001 Dores Realização
Postura em Habitual - descanso; Adequações
pé por musculares; das Físico Não aplicável Qualitativa NR 17 Anual
Permanente conforme NR 17
longos LER/DORT atividades (Gravidad Mobiliário
períodos
Levantament e) Risco eficiente.
o e Baixo
transporte
manual de
cargas ou
volumes
(Probabilidad
QUÌMICO e) 2- Pausas para
Poeira Realização
Habitual - descanso; Adequações
02.01.788 das Físico Não aplicável Qualitativa NR 15 Improvável Anual
Permanente conforme NR 15
atividades
Mobiliário
(Gravidade) eficiente.
Risco Baixo
(Probabilidad
Utilização do Palestra
Provenient e) 4- Protetor auricular sobre
FÍSICO / Perda e das Intermitent NR 15 /
01.01.002 Ar Até 85 dB(A) Quantitativa Provável tipo plug; importância Anual
Ruído auditiva atividades e 85dB(A)
01.01.999 Físic Realização de de utilização
Radiação na obra - Eventual
o exames do protetor
não Dano (Gravidad
s a complementares auricular.
ionizante pele e) Risco
Médio
(Probabilidad
MECÂNICOS- e) 4-
Realização Utilização dos
ACIDENTE / Fratura Intermitent Palestras e
05.01.028 das Físico Não aplicável Qualitativa NR Provável EPI; Organização Anual
Queda de s, e treinamentos
atividades do ambiente de
Objetos contusõe - Eventual
trabalho
s (Gravidad
e) Risco
Médio
OBS: O elaborador desse documento é responsável pelos códigos dos riscos apenas no momento da elaboração, porém, se algum código mudar
ao longo do ano, depois da data de elaboração, não poderá ser responsabilizado.
12. PLANO DE AÇÕES
Período 2025-2026
AÇÕES / METAS
Abril Mai Jun Jul Agos Set Out Nov Dez Jan Fevr Mar
Ivson Barbosa
Técnico em Segurança do
Trabalho MTE-PE 0006793