FORÇA
TÁTICA Apresentado por:
Capitão QOPM Ryan Silva
VISÃO GERAL
Nosso projeto, é um projeto visando
levar ao máximo a realidade.
Levando em conta, os procedimentos,
cursos e doutrinas.
Na nossa hierarquia interna contem
militares tanto da ativa, tanto da reserva
(Polícia Militar do Estado de São Paulo e
Exército Brasileiro).
No entanto a questão do militarismo
podemos levar a risca!
CURSO DE
ABORDAGEM TÁTICA
Abordagem a Suspeitos
Técnicaspadronizadaspara abordagem segura de indivíduos suspeitos, tanto a pé quanto em veículos, incluindo posicionamento
tático, verbalização assertiva e gestão de riscos
Abordagem Veicular
Procedimentos específicos para parada e abordagem de veículos em situações de risco variado, desde fiscalizações de trânsito até
perseguições e suspeitas de crimes graves
Cobertura e Verbalização
Trabalho em equipe com divisão clara entre policiais que fazem a abordagem direta e aqueles que proveem cobertura tática, além de
técnicas de comunicação verbal para controle da situação
MODOS DE
ATUAÇÃO
As nossas equipes trabalham com o máximo de
semelhança as equipes da vidareal.
Maioria de procedimentos e doutrinas sempre almejando a
adquirir conhecimento
O nosso modo de operar fica sempre dentro das regras
da cidade mas procurando sempre ao máximo a captura
do indivíduo, sem muita clemência do mesmo
Nossa CIA preza pelo ótimo tratamento ao abordado,
porém faz abordagens “agressivas” mas sem retratar o
abordado.
Os pelotões de Força Tática sempre realizam
treinamentos específicos em abordagens e procedimentos
diários e situações específicas como incursões em
comunidades e locais fechados, controle de distúrbios
entre outros tipos de ocorrências atípicas
FUNÇÃO
FORÇA TÁTICA
Combate ao Crime Organizado
A Força Tática é frequentemente chamada
para combater facções criminosas, tráfico
de drogas e organizações de alta
periculosidade. Isso pode envolver
operações de busca e apreensão, invasões
de áreas dominadas por traficantes e a
desarticulação de redes criminosas.
Patrulhamento e Repressão ao Tráfico de
Drogas E Crime Organizado
Unidades de Força Tática realizam
patrulhamentos intensivos em áreas de alto
risco, como favelas ou zonas periféricas, com
o objetivo de inibir o tráfico de drogas,
armamentos ilegais e outros crimes
violentos.
HISTÓRIA
FORÇA TÁTICA
A Força Tática foi instituída pelo então Coronel PM Carlos Alberto de
Camargo, comandante-geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo
(PMESP) à época, após mudanças na política interna da corporação, que
culminaram na extinção do Patrulhamento Tático Móvel. Essa nova
modalidade de policiamento foi criada oficialmente em 31 de março de 1998.
A Força Tática surgiu como uma evolução do Patrulhamento Tático Móvel,
que foi originalmente criado no 1º BPM/M (Batalhão de Polícia Militar
Metropolitano), em 1972, inspirado nos moldes de atuação do 1º Batalhão de
Choque "ROTA". Em 1987, foi criado o Rádio Patrulhamento Padrão (RPP),
durante um período de forte investimento no policiamento ostensivo
motorizado. Já em 1988, surgiram os pelotões de Tático Móvel Regional,
subordinados ao Comando de Policiamento de Área ou Interior.
Estrutura de Comando do Batalhão
Comandante do Batalhão Subcomandante Chefe de Estado-Maior
Major ou Capitão PM
Tenente-Coronel PM Major PM
Coordenação do Estado-Maior,
Responsável pela direção geral da Auxiliar direto do comandante, substituto
planejamento estratégico e operacional,
unidade, definição de diretrizes eventual e responsável pela coordenação
integração das seções de apoio (P1, P2, P3,
estratégicas, representação institucional e das atividades operacionais e
P4, P5) e análise de cenários
decisões de alto nível sobre emprego administrativas cotidianas do batalhão
operacional e gestão administrativa
Seções de Estado-Maior Oficiais Adjuntos
P1 - Recursos Humanos e Documentação Capitães,Tenentes e Aspirantes atuando nas diferentes seções,
P2 - Inteligência e Estatística Operacional garantindo a execução das atividades especializadas de planejamento,
inteligência, logística e operações do batalhão.
P3 - Planejamento e Operações
P4 - Logística, Armamento e Material
P5 - Comunicação Social e Relações Públicas
ROCAM - Rondas Ostensivas com Motocicletas
Motopatrulhamento Tático
O policiamento com motocicletas é atribuição expressamente ligada a FORÇA TÁTICA dentro do CPI/CPA/M
configurando uma especialização que combina mobilidade, rapidez e versatilidade operacional em todo o território paulista.
Escoltas Especializadas Ações Rápidas ApoioTático
Proteção de dignitários, delegações oficiais, Deslocamento ágil em áreas de difícil acesso Suporte a grandes operações de choque e
comitivas e transporte de valores com para viaturas de quatro rodas, incluindo vielas, aos batalhões territoriais, ampliando a
emprego de formações táticas motorizadas comunidades e vias congestionadas capacidade de resposta e cobertura
geográfica
Vantagens Operacionais Capacitação Específica
Mobilidade em tráfego intenso Os policiais da ROCAM recebem treinamento especializado que inclui pilotagem
defensiva e ofensiva, mecânica básica, primeiros socorros, comunicação tática e
Acesso a locais restritos
técnicas de abordagem adaptadas ao ambiente motociclístico. A formação rigorosa
Resposta rápida a ocorrências garante segurança tanto para os policiais quanto para a população.
Presença ostensiva dinâmica
Versatilidade de emprego
Economia operacional
Armamentos e Equipamentos Operacionais
O armamento e equipamento básico como colete,algemas,tonfa e demais equipamentos policiais devem estar sempre em bom estado de
conservação e manutenção, tanto para apresentação quanto para utilidade operacional quando houver necessidade de emprego.
Equipamentos Mínimos Individuais e Coletivos
Equipamentos Individuais Equipamentos Coletivos da Viatura
Colete tático balístico (nível III-A mínimo) 02 ou 03 Fuzis cal. 5.56mm ou 7.62mm (variados)
Algemas metálicas ou de nylon 01 Espingarda calibre 12 no cabide da viatura
Tonfa ou bastão retrátil 01 Submetralhadora cal. .40
Armamento individual (pistola calibre .40) Munições sobressalentes para todas as armas
Munição sobressalente individual Bornal com granadas (fumígenas e químicas)
Lanterna tática Kit de arrombamento (pé de cabra, marreta)
Kit de primeiro socorros individual Corda tática e equipamento de escalada
ORGANIZAÇÃO CRÍTICA: Depois de equipada, mesmo no interior do batalhão, a viatura deve permanecer trancada ou sob cuidados de
um policial da equipe. Somente os policiais da equipe adentram à viatura. Nenhum objeto ou armamento é colocado ou retirado sem
consentimento da equipe. Todos os policiais devem estar aptos a manusear qualquer equipamento ou armamento da viatura.
FUNÇÕES NA VIATURA
1º Homem: Motorista 2º Homem: Comandante Da Barca
Condução tática e segura da viatura operacional Responsável pelas decisões táticas e administrativas
Segurança perimetral da viatura nos desembarques Coordena as comunicações via rádio (COPOM))
Responsável pela manutenção e estado do veículo Emana ordens diretas aos suspeitos em abordagens
3º Homem: Auxiliar 4º Homem: 2ºAuxiliar
Segurança direta do Comandante de Equipe Escrituração de boletins e relatórios de serviço
Execução de busca pessoal e vistorias Segurança de retaguarda e apoio em CDC
Conferência de armamento e munições coletivas Operação de sistemas de navegação e GPS
SIMBOLOGIA
OPERACIONAL
BRAÇAL
Couro Preto
Representa o luto eterno aos guerreiros que tombaram em
combate no cumprimento do dever.
Letras Douradas
Simbolizam a busca constante pelo ideal que nunca se apaga e a
excelência na atuação.
FORÇA E HONRA
POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO
"Lealdade e Constância"