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Eng Rena Gens

O documento explora a história e a mecânica das rodas e engrenagens, destacando a importância da roda como uma das máquinas simples mais influentes no transporte e na mecânica. Ele discute a evolução da roda desde suas primeiras evidências na Mesopotâmia até suas aplicações modernas em automóveis e máquinas. Além disso, o texto detalha as características das engrenagens e suas funções na transmissão de movimento e torque.
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O documento explora a história e a mecânica das rodas e engrenagens, destacando a importância da roda como uma das máquinas simples mais influentes no transporte e na mecânica. Ele discute a evolução da roda desde suas primeiras evidências na Mesopotâmia até suas aplicações modernas em automóveis e máquinas. Além disso, o texto detalha as características das engrenagens e suas funções na transmissão de movimento e torque.
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RODAS E ENGRENAGENS
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ARQUIVOS
2014
◾ Outubro
◾ Setembro
Roda
◾ Agosto

A roda é uma das seis máquinas simples com vastas ◾ Julho


◾ Junho
aplicações no transporte e em máquinas mecânicas, ◾ Maio
◾ Abril
caracterizada pelo movimento rotativo no seu interior. A roda ◾ Março

transmite de maneira amplificada para o eixo de rotação ◾ Fevereiro


◾ Janeiro
qualquer força aplicada na sua borda, reduzindo a 2013
◾ Dezembro
transmissão tanto da velocidade quanto da distância que
◾ Novembro
foram aplicadas. ◾ Outubro
◾ Setembro
◾ Agosto
◾ Julho
◾ Junho
◾ Maio
◾ Abril
◾ Março
◾ Fevereiro
◾ Janeiro
2012
◾ Dezembro
◾ Novembro
◾ Outubro
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◾ Junho
◾ Maio
◾ Abril
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◾ Fevereiro
2010

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◾ Julho
◾ Janeiro
2009
◾ Agosto
◾ Julho
◾ Junho
◾ Maio
◾ Abril
◾ Fevereiro
◾ Janeiro
2008
◾ Dezembro
◾ Novembro

Similarmente, a roda transmite de maneira reduzida para a


borda qualquer força aplicada no seu eixo de rotação,
amplificando a transmissão tanto da velocidade quanto da
distância que foram aplicadas.
O fator importante para determinar a transmissão de força,
velocidade e distância é a relação entre o diâmetro da borda
da roda e o diâmetro do eixo.

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História

Evidências de veículos com rodas datam da metade do quarto


milênio a.C., quase simultaneamente na Mesopotâmia, no
nordeste de Cáucaso (cultura de Maikop) e a Europa Central,
então a pergunta sobre qual cultura inventou originalmente o
veículo a roda permanece não resolvida e sob debate.
Uma das mais antigas representações de um veículo possuindo
rodas (aqui um vagão com quatro rodas e dois eixos) está no
pote de Bronocice, um pote de barro de ca. 3500-3350 a.C.
escavado no sudeste da Polônia.
Os veículos a roda se espalharam da sua área de origem
(Mesopotâmia, Cáucaso, Bálcans, Europa Central) através da
Eurásia, chegando no Vale do Indo no terceiro milênio a.C.

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Durante o segundo milênio a.C., a biga se espalhou em
um ritmo acelerado, chegando tanto a China e
Escandinávia em 1200 a.C. Na China, a roda certamente
esteve presente com a adaptação da biga em ca. 1200
a.C.,2 apesar de Barbieri-Low3 argumentar a existência de
veículos chineses com roda anteriormente, cerca de 2000
a.C.
Apesar de não terem desenvolvido a roda propriamente
dita, os Olmecas e outras culturas do hemisfério ocidental
parecem ter se aproximado disso, tendo sido encontradas
pedras trabalhadas com aspecto de roda em brinquedos
de criança datando a cerca de 1500 a.C.4 Se pensa que o
principal obstáculo ao desenvolvimento em larga escala da
roda no hemisfério ocidental foi a ausência de grandes
animais domesticados que pudessem puxar as carruagens
com roda. O mais próximo do gado bovino presente nas
Américas no período pré-Colombiano, o bisão-americano,
é difícil de domesticar e nunca foi domesticado pelos
americanos nativos;

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várias espécies de cavalos existiram até cerca de 12.000 anos
atrás, mas forma extintas, provavelmente por causa de sobre-
caça pelos humanos recém-chegados.5 O único animal grande
que foi domesticado no hemisfério ocidental, a lhama, não se
espalhou para muito além dos Andes até a chegada de Colombo.
Antiguidades da Núbia usavam a roda para cerâmica e roda de
água. Se considera que as rodas de água da Núbia eram
movidas por bois.8 Também se sabe que os núbios usavam
bigas puxadas por cavalo importadas do Egito.
A invenção da roda então ocorreu no final do Neolítico, e pode
ser vista em conjunção com outros avanços tecnológicos que
deram início a Idade do Bronze. Note que isso implica na
passagem de vários milênios sem roda mesmo depois da
invenção da agricultura e da cerâmica:
9500–6500 a.C.: Neolítico acerâmico
6500–4500 a.C.: Neolítico cerâmico (Halaf)
ca. 4500 a.C.: invenção da roda de oleiro, início da Idade do
Cobre (período de Ubaid)
4500–3300 a.C.: Idade do Cobre, primeiros veículos com roda,
domesticação do cavalo
3300–2200 a.C.: Idade do Bronze
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2200–1550 a.C.: Idade do Bronze, invenção da biga Aceitar
Um uso mais amplo da roda foi provavelmente adiado pela
necessidade de ruas mais lisas para as rodas serem eficientes.
Carregar os bens nas costas teria sido o método preferido de
transporte para as superfícies com muitos obstáculos. A falta de
desenvolvimento das ruas impediu uma ampla adoção da roda
para transporte até o século XX nas áreas menos desenvolvidas.

Aplicações

Automóveis

Transporte
No transporte de objetos, o objetivo dela é diminuir a fricção total de
arrasto de um objeto entre dois (ou mais) pontos em uma superfície.
O objeto sendo transportado, colocado no seu eixo, necessita se
arrastar por uma distância menor do que a distância percorrida pela
borda da roda em contato com a superfície, porque o eixo sempre
reduz a transmissão da distância percorrida pela borda da roda.
É interessante notar que a superfície por onde a borda da roda se
desloca deve ser preparada a priori para aumentar a eficiência da
roda. A roda não é muito útil para o transporte sem a presença de
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estradas.
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É também interessante notar que embora a roda seja uma maneira
eficiente de transporte, as formas de vida usam-na de maneira muito
limitada nesse sentido.

Máquinas
Em máquinas, a roda age principalmente acoplando-se a outras
rodas, de modo a transmitir velocidade e torque através do seu
típico movimento circular. Exemplos de rodas especializadas
usadas em máquinas são a engrenagem e a polia.
Roda automotiva

Roda automotiva é uma roda utilizada em automóveis.

História

Desde os primórdios da história do automóvel, as rodas já


desempenhava um importante papel, pois é somente através
dela que é dado o contato com a carroceria e o solo. No início,
as rodas eram confeccionadas com madeira e couro no lugar
dos pneus, sua evolução acompanhou os demais compenentes
do automóveis

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Características das rodas automotivas atuais

Raio (aro)
Tala (largura)
Distância da furação ao centro
Número de furos
Offset
A unidade de aro é dada em polegadas, representando o diâmetro
total da roda. Aros comuns em carros de passeios estão entre 13 e
15 polegadas.
A tala, ou largura, também é dada em polegadas e, num carro de
passeio, varia entre 5 e 6,5 polegadas.
O número de furos de fixação, que depende basicamente do
fabricante e do modelo do carro, são 4 ou 5, geralmente.
A distância da furação ao centro (em inglês, pitch circle diameter
(PCD)) é medida em milímetros e está em torno de 100 mm.

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O offset é a distância entre a linha central da roda (o meio da tala)
e o ponto de assentamento da roda. O offset pode ser positivo,
quando este ponto está para fora (para o lado da roda), zero,
quando forem coincidentes, e negativo, quando o ponto de
assentamento estiver para dentro, mais próximo do freio. O offset
costuma ser representado por ET (em alemão Einpresstiefe, ou
profundidade de inserção). Quando se opta por pneus mais largos
que os recomendados pelo fabricante, uma solução comum é a
diminuição do offset, fazendo com que a roda (e
conseqüentemente o pneu), fiquem mais para fora, evitando que o
pneu entre em contato com a suspensão.

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Quando descrevemos uma roda, usamos a seguinte sistemática:
Raio X Tala / Furos X Distância dos furos
Por exemplo, uma roda descrita como 14 × 5,5 / 4 × 108 ET 36,
tem raio 14 de polegadas, largura de 5,5 polegadas, 4 furos de
fixação, 108 milímetros de distância dos furos ao centro e 36
milímetros de offset.
A linha central pode ser calculada dividindo-se a tala por dois. A
partir do offset e da tala (por meio da linha central), podemos
calcular o back spacing, ou espaço entre os furos de fixação e a
parte interna (próxima ao freio) da roda da seguinte forma:
Back spacing : linha central + offset

Engrenagem
A engrenagem é um elemento mecânico composto de rodas
dentadas que se ligam a um eixo, o qual imprimem movimentos.

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Considerações iniciais

As engrenagens operam aos pares, os dentes de uma encaixando nos


espaços entre os dentes de outra. Se os dentes de um par de
engrenagens se dispõem em círculo, a razão entre as velocidades
angulares e os torques do eixo será constante. Se o arranjo dos dentes
não for circular, variará a razão de velocidade. A maioria das
engrenagens é de forma circular.
Para transmitir movimento uniforme e contínuo, as superfícies de contato
da engrenagem devem ser cuidadosamente moldadas, de acordo com
um perfil específico. Se a roda menor do par (o pinhão) está no eixo
motor, o trem de engrenagem atua de maneira a reduzir a velocidade e
aumentar o torque; se a roda maior está no eixo motor, o trem atua como
um acelerador da velocidade e redutor do torque.
Tipos de engrenagensAs engrenagens não só apresentam tamanhos
variados, mas também se diferenciam em formato e tipo de transmissão
de movimento. Dessa forma, podemos classificar as engrenagens
empregadas normalmente dentro dos seguintes tipos:

Cônicas É empregada quando as árvores se cruzam; o ângulo de


intersecção é geralmente 90°, podendo ser menor ou maior. Os dentes
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das rodas cônicas tem formato também cônico, o que dificulta a sua
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fabricação, diminui a precisão e requer uma montagem precisa para o
funcionamento adequado. A engrenagem cônica é usada para mudar a
rotação e a direção da força, em baixas velocidades. schambakler
PENTAKILL KKK BY:brTT

Retas
Ver artigo principal: Engrenagem de dentes retos
Os dentes são dispostos paralelamente entre si em relação ao eixo. É o
tipo mais comum de engrenagem e o de mais baixo custo. É usada em
transmissão que requer mudança de posição das engrenagem em
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serviço, pois é fácil de engatar. É mais empregada na transmissão de
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baixa rotação do que na de alta rotação, por causa do ruído que produz.
engrenagem hipóides
Hipóides
As engrenagens hipóides são uma variedade de engrenagens que, ao
contrário das cónicas, os seus eixos não se cruzam. São empregadas
para transmitir movimento e cargas elevadas entre eixos que não se
cruzam. Podem ser de diversos tipos de dentados espirais.

Helicoidais
Os dentes são dispostos transversalmente em forma de hélice em
relação ao eixo. É usada em transmissão fixa de rotações elevadas, por
ser silenciosa devido a seus dentes estarem em componente axial de
força que deve ser compensada por mancal ou rolamento. Serve para
transmissão de eixos paralelos entre si e também para eixos que
formam um ângulo qualquer entre si (normalmente 60 ou 90°).

Cremalheira
É uma barra de dentes destinada a engrenagens. Assim pode se
transformar um movimento de rotação em movimento retilineo ou vice-
versa.

Parafuso sem fim


Engrenagens sem-fim são usadas quando grandes reduções de
transmissão são necessárias. Esse tipo de engrenagem costuma ter
reduções de 20:1, chegando até a números maiores do que 300:1.
Muitas engrenagens sem-fim têm uma propriedade interessante que
nenhuma outracookies.
Esta página utiliza engrenagem tem:Política
Consulte a nossa o eixodegira a engrenagem facilmente,
cookies.

mas a engrenagem não consegue girar o eixo. Isso seAceitar


deve ao fato de
que o ângulo do eixo é tão pequeno que quando a engrenagem tenta
girá-lo, o atrito entre a engrenagem e o eixo não deixa que ele saia do
lugar. Essa característica é útil para máquinas como transportadores,
nos quais a função de travamento pode agir como um freio para a
esteira quando o motor não estiver funcionando.

Cálculo

A razão entre o número de dentes nas rodas é diretamente


proporcional à razão de torque e inversamente proporcional à
razão das velocidades de rotação. Por exemplo, se a coroa (a roda
maior) tem o dobro de dentes do pinhão, o torque da engrenagem
é duas vezes maior que o do pinhão, ao passo que a velocidade
deste é duas vezes maior que a da coroa.
Em um par de engrenagens no qual:
z1= número de dentes da engrenagem 1
z2= número de dentes da engrenagem 2
n1= número de rotações por minuto da engrenagem 1 (rpm)
n2= número de rotações por minuto da engrenagem 2 (rpm)

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Temos a seguinte equação:

Comparamos um caminhão e um carro de Fórmula 1. Digamos que os


dois possuam a mesma potência. A velocidade angular do eixo do motor
do carro de Fórmula 1 é muito maior, mas o torque é muito baixo. No
entanto a velocidade angular do eixo do motor de um caminhão é muito
baixa, mas seu torque é muito alto, podendo então deslocar um maior
peso, mas desempenhar uma menor velocidade.

TAGS: ciencias historia

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PUBLICADO POR duronaqueda ÀS 11:58 link do post comentar favorito
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