OCs
OCs
Kenya Beatrice
Kenya Beatrice
Kenya Beatrice é considerada uma criatura cósmica.
Aparência:
Olhos amarelos e arredondados. cabelo roxo escuro, franja no lado direito de seu rosto,
cabelo cacheado para ondulado. Pele extremamente pálida, quatro pintas ao lado direito de
seu rosto, uma pinta do lado esquerdo, orelhas pontudas. Sobrancelha grossa e curta, físico
baixo e meio gordinho.
Usa o chapéu geralmente vermelho com 2 grandes olhos em cada lado.
Gosta de usar roupas curtas. Geralmente está usando gravata.
História:
Não tem muito o que dizer, ela apareceu de repente no nosso mundo, tá por aí e vive como
humana.
Seu chapéu faz parte de si, é como um membro extra sem consciência, quando está em
sua cabeça, Kenya também enxerga pelos olhos que estão no chapéu, quando está fora,
ela sente uma dormência.
Ela é performática, adora executar papéis, mas existe uma Kenya real por trás das suas
performances sociais.
Sua habilidade principal está em conseguir as habilidades de sua performance, como
quando ela performa um mago, transformando seu chapéu em um chapéu de bruxo, usando
roupas típicas de um mago e fazendo tatuagens de canetinha simulando rituais, ela
consegue usar magia. Isso é consideravelmente limitado, já que ela não almeja um super
poder ou algo do tipo.
Personalidade
Fora de sua performance, ela é consideravelmente meiga, fria, inocente e curiosa. Assim
como Laetice, ela também parece passar por um distanciamento da empatia pela sua
origem não humana.
Laetice
Laetice
Laetice é considerada uma criatura cósmica.
explicação básica
Uma garota de uns 20 e poucos anos, sua história de vida é desconhecida, tudo que se
sabe, é o seu trabalho na Aura-Clara, atuando em pequenas partes de diversos setores,
sua personalidade é meio egocêntrica, “esquisita”, meio sádica e tímida, alguém que ficaria
feliz em conseguir conversar com alguém. Seu cabelo é cinza, com duas mechas pretas em
um lado, e uma franja branca do outro, seu cabelo é liso médio, ela usa o uniforme padrão,
que é um terno. Seu nome Laetice não recebe uma pronúncia correta, pois ela nunca diz
seu próprio nome, apenas sendo visto pelo seu crachá. É extremamente não profissional,
seu cargo é apenas de assistente, mas de alguma maneira ela se mete em coisas
extremamente mais sérias. Adora gravar vídeos.
Lida extremamente bem com situações difíceis, pois parece saber como resolver de alguma
maneira (ela guarda para si).
Aparência
olhos amarelos, cílios grandes, olhar parecido com o da Fumiko de CSM. Cabelo cinza,
franja do lado esquerdo do seu rosto na cor branca, três mechas que caem no seu olho
direito de cor preta, cabelo médio lambido liso. Magra por genética, tom de pele branco para
o pardo. Usa roupas sociais, terno e gravata.
História
Surgiu do nada na Aura clara, seu conhecimento da aura clara é bizarramente alto, mas ela
continua no seu cargo baixo por vontade própria. Vive gravando vídeos para si só por que
gosta. Meio anti profissional em muitos aspectos, causando acidentes com uma certa
frequência, mesmo já tendo se mostrado muito capaz em seu trabalho. Nunca será demitida
enquanto ela não quiser.
Personalidade
Tímida, do tipo que fica feliz quando consegue falar com alguém, mas é sádica, gostando
de ver terríveis destinos dos seus colegas de trabalho. Geralmente está com um sorrisinho
leve, meio boba e olhos contentes. Sua personalidade e expressões se assemelham a
Fumiko de Chainsaw man
Garota da Caixa
Garota da Caixa
Explicação
Garota da caixa, 18 anos, leste de plivus uma mulher jovem com cabelo assimétrico, lado
direito mais curto, lado esquerdo mais longo, seu cabelo é castanho, usa roupas largas que
cobrem bem o seu corpo, com uma camisa grande por cima e um casaco listrado por baixo,
tem uma carinha feliz costurada na sua camisa. Usa meias listradas e uma bota velha maior
que seu pé, sempre está com uma mochila nas costas em público, sua pele é branca e seus
olhos são arredondados viveu toda sua vida com seu irmão mais velho, que era a única
representação de afeto que ela tinha, seu irmão era extremamente narcisista, rebaixando
ela apenas para ela se sentir inferior, indigna de qualquer forma de afeto, e que ele era o
único que ela teria. em sua infância recebeu uma caixinha de música, a qual ela se apegou
emocionalmente. Possui glaucoma, que degrada sua visão desde criança, então dependia
de seu irmão para muitas coisas na vida. Seu irmão foi assassinado, a única coisa que a
garota da caixa escuta nesse momento é um som de motor, que ela associa a uma
motosserra, pois seu pai trabalhava com motosserra, no momento de maior desconexão
com a realidade, ela acredita ter assassinado o próprio irmão, carregando esse peso ilusório
consigo. Ela enxerga tudo pela esquizofrenia, que completa a poucas formas que ela
enxerga. Seu irmão morreu Ela escuta a sua caixa tocar, quando isso acontece, ela enxerga
uma figura semelhante ao seu irmão, que a fala coisas horríveis, colocando ela para baixo,
ela sempre tenta não se importar. Extremamente ansiosa em situações sociais,
constantemente se sentindo julgada, constantemente fala coisas que nem ela mesma
acredita, se contradiz em diversos momentos. Quando está triste evita comunicação direta e
fica com a caixa na mão. não se deixa explodir quando está com raiva, guarda para si,
geralmente fica um pouco passivo-agressivo. Quando está feliz tenta sair de seus padrões,
se tornando mais comunicativa. A caixa toca sempre que ela está com uma emoção muito
forte, a caixa a culpa, a caixa a destrói.
Garph
Garph
Explicação
Garph, 26 anos, centro de plivus? uma garota de 1,58, cabelo branco médio, levemente
ondulado, olheiras muito aparentes, olhos sérios viveu sua infância tendo tudo que sempre
quis, seu prazer era atendido a todo momento, não possui uma lembrança significativa de
sua infância, nunca teve uma conexão real com seus pais, mesmo que ela quisesse, seus
pais sempre a davam tudo apenas para ela não incomodar, Garph era extremamente
revoltada, fazendo de tudo para chamar atenção, uma atenção que nunca teve.
envelhecendo, começou a sair de casa, tentar se conectar com pessoas, mas a única coisa
que conseguiu, foram relações superficiais, pessoas apenas se aproveitavam de tudo que
ela tinha a oferecer, ela até tentava no começo, mas acabou acreditando que tudo que ela
tinha já era uma conexão, ela viveu todo resto de sua vida guiada pelo prazer imediato, que
ela acreditava ser as conexões que ela tanto desejava, nunca tentou algo a mais, viveu toda
sua vida no baixo, sem conquistar qualquer coisa. Sempre mantida pelos seus pais, Garph
cresceu, se vendo fora de casa de uma hora para a outra, viveu cada dia como se não
existisse amanhã, se manteve com o dinheiro que seus parceiros românticos davam, mas
cada relacionamento era mais curto que o outro, sempre sem amor real envolvido O fim
dessa vida medíocre chegou quando tudo acabou, Garph via um ser misterioso destruir
cada lugar que ela já viveu, cada pessoa que conheceu, toda sua cidade destruída, vendo
aos poucos tudo ser destruído, Uma dor constante era sentida por todo seu corpo, seus
olhos queimavam, como uma doença que tomava seu corpo, cada musculo, osso, tendão,
cada nervo doía, na perspectiva de garph, tudo foi tão demorado, pareciam meses de
destruição enquanto todo sua vida era destruída. Garph encontrou uma possibilidade de
justiça, um homem a ensinou a lutar, possuia um talento natural, um talento que ela nunca
conheceu, como se só existisse agora, Garph se especializou no combate mais
improvisado, usando o que tivesse disponibilidade. Garph correu atras de destruir seres
poderosos, se preparar com artefatos e equipamentos de maior qualidade, nessa corrida
em busca de justiça pelos falecidos, nem a própria garph sabia se seu objetivo era pelos
que morreram, garph tentava se convencer, tentava acreditar que ela não era uma pessoa
horrivel, garph tentava lembrar de pelo menos uma das pessoas que conheceu, mas
nenhuma das relações foram memoraveis, garph tentava lembrar de coisas boas, mas tudo
era tão futil, garph tentava se lembrar de sua infancia, mas ela se misturou ao cheiro de
sangue que suas narinas inalavam a cada trago no ar, tanta futilidade e hedonismo não
trouxeram nada, “mas garph é a heroina, garph acabará com o mal, ela tem um propósito
maior, como aqueles herois de filme”. Garph sentia ódio daquele ser, por ter a tirado de uma
vida onde ela não sabia o que fazer além daquilo, garph se odeia por ter se deixado viver de
uma maneira tão ruim por tanto tempo, garph odeia cada pessoa que conheceu, garph
odeia a si, garph odeia a todos. Garph agora busca vingança, “talvez o poder seja um bom
significado de vida, talvez a morte daqueles seres, talvez essas possam ser conquistas,
cada chefe morto, cada equipamento adquirido, que motivação seria melhor? aquele ser
também deve ser derrotado”
Quantum Rat
Quantum Rat
Nix
Nix
Nix é considerada uma anomalia de origem desconhecida.
Aparência:
Cabelo liso, tingido há tempos no tom Deep Aubergine, com as raízes pretas naturais à
mostra. O cabelo é longo, o suficiente para cobrir os seios quando está sem camisa. Uma
mecha cortada de forma quadricular cai no meio de seu rosto; o resto do cabelo vai para
trás das orelhas. Sobrancelhas grossas, olhos esverdeados com cílios inferiores mais
definidos do que os superiores. Sempre com um sorriso torto no rosto — um olho
completamente fechado, o outro semiaberto num olhar meio contente, meio cansado.
Bochechas levemente coradas, como se estivesse sempre com um pouco de vergonha ou
um pouco de febre.
Possui um piercing na boca (no lábio inferior) e outro na ponte do nariz. Cicatrizes
espalhadas pelos braços, algumas antigas, outras nem tanto. Tatuagens pequenas de
estrelinhas no braço direito, perto do ombro.
Não usa camisa com frequência, mas quando usa, é algo largo e velho. Usa calças de
cintura muito baixa — o suficiente para mostrar que não se depila e não liga para isso. Anda
descalça sempre que possível.
Sua pose característica é um braço para trás, o outro apontando para cima, como se
estivesse apresentando algo invisível. Ou anunciando o fim do mundo. Depende do dia.
História:
Ninguém sabe de onde Nix veio. Ela simplesmente começou a aparecer — em praças, em
ônibus, em corredores de escola depois do horário, em varandas de apartamentos que não
são dela. Não há registros. Não há documentos. Não há infância, não há família, não há
nenhum "antes".
As pessoas que tentaram perguntar receberam respostas como "eu sempre estive aqui,
você que não estava prestando atenção" ou "isso não é relevante para o que vem a seguir".
Eventualmente, pararam de perguntar.
Ela não trabalha. Não estuda. Não parece precisar de dinheiro para nada, embora aceite
comida se oferecerem. Mora em algum lugar — ninguém sabe onde — mas passa a maior
parte do tempo andando por aí, aparecendo nos lugares mais improváveis nos momentos
mais estranhos.
O que ela *faz* exatamente é um mistério. Ela dá conselhos. Ela fala frases enigmáticas.
Ela aparece, diz alguma coisa que parece loucura, e some antes que alguém possa pedir
explicação. Três meses depois, a pessoa descobre que a loucura estava certa.
Nix nunca explica como sabia. Quando perguntam, ela só sorri. Aquele sorriso.
Habilidade:
Nix possui uma compreensão intuitiva de "momentos certos" — pontos no tempo onde o
potencial está mais concentrado, onde uma ação pequena pode gerar uma consequência
desproporcional. Ela não controla o tempo. Não volta no tempo. Não para o tempo. Ela
apenas *sente* onde está o ponto fértil de uma situação, e aponta para ele.
Essa habilidade se manifesta em suas frases — sempre vagas, sempre ambíguas, mas
sempre, de alguma forma, *precisas*. "Retorne ao momento de capacidade fértil" pode
significar uma coisa para uma pessoa e outra completamente diferente para outra. Ambas
estarão certas.
Fora isso, Nix não tem poderes. Não voa. Não teletransporta. Não lança bolas de fogo. Ela
apenas *sabe* coisas que não deveria saber, e *aparece* em lugares onde não deveria
estar. Se perguntarem como ela chegou ali, ela vai responder "eu vim andando" e,
tecnicamente, não vai estar mentindo.
Personalidade:
Fora de suas aparições enigmáticas, Nix é surpreendentemente normal. E isso é o que a
torna estranha.
Ela ri de piadas bobas. Fica entediada em filas. Tem opiniões fortes sobre qual é o melhor
sabor de salgadinho (os de presunto e queijo, mas especificamente os da marca amarela).
Dá risada das próprias piadas mesmo quando ninguém mais ri.
Mas há uma distância nela. Uma coisa que não se conecta totalmente. Ela pode estar rindo
com você e, no segundo seguinte, olhar através de você como se você fosse uma janela
para alguma coisa que só ela consegue ver. Não é crueldade. É... desatenção. Como se o
mundo humano fosse um filme em segunda tela e ela estivesse com o foco em outra aba.
Nix é preguiçosa. Age só quando quer. Se não estiver interessada, ela deixa o caos
acontecer ao seu redor sem mover um dedo. Há um egoísmo nela — não o egoísmo de
quem se acha superior, mas o de quem simplesmente não aprendeu a se importar com
coisas que não despertam sua curiosidade.
Ela é meio sádica. Gosta de ver as consequências de suas frases vagas se desenrolarem.
Não por maldade — mas porque é *interessante*. Como assistir um experimento científico
depois de já saber o resultado.
No fundo, Nix parece estar esperando alguma coisa. Ela mesma não sabe o quê. Talvez um
momento. Talvez uma pessoa. Talvez um "retorno ao momento de capacidade fértil" que
ainda não aconteceu.
Enquanto isso, ela aponta para cima. E sorri.