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MASP e RASP em PDF

O MASP é um método dinâmico para análise e solução de problemas, visando melhorar resultados, identificar causas raízes e otimizar esforços. Ele utiliza o ciclo PDCA e é composto por 8 fases que incluem planejamento, execução, verificação e padronização. O documento também menciona o uso do RASP para registrar e gerenciar não conformidades.

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MASP e RASP em PDF

O MASP é um método dinâmico para análise e solução de problemas, visando melhorar resultados, identificar causas raízes e otimizar esforços. Ele utiliza o ciclo PDCA e é composto por 8 fases que incluem planejamento, execução, verificação e padronização. O documento também menciona o uso do RASP para registrar e gerenciar não conformidades.

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MASP

Método de Análise e Soluções de Problemas


MASP - Definição

MASP é um método de análise e solução de problemas.

É um processo dinâmico e flexível, na busca de soluções para determinada situação. Tem como objetivo:

• Melhorar os resultados da empresa;

• Identificar a causa raiz de problemas;

• Reduzir o retrabalho;

• Otimizar esforços, através de planejamento e análises;

• Auxiliar na gestão do conhecimento.

2
MASP - Definição
Quando adotar o MASP? Quais os valores fundamentais do MASP?

• Ver problemas como oportunidades de melhoria;

• Expor precocemente os problemas e resolve-los com


uma solução eficaz;

• Usar a solução de problemas em todas as funções e


níveis;

1 – Quando os indicadores de desempenho, estiverem • Avaliar o uso da solução eficaz de problemas;


fora da meta ou com tendência negativa;
• Fornecer o suporte necessário a aplicação.
2 – Caso for identificado algum problema crônico, em
determinada área da empresa.

3
MASP X PDCA

Qual a relação MASP X PDCA?

O MASP utiliza o PDCA (Planejamento – Execução – Verificação – Ação) como ferramenta de gerenciamento para o
processo de análise e solução de problemas, em um ciclo de melhoria contínua. O funcionamento do MASP ocorre
em 8 fases, divididas dentro das etapas da ferramenta PDCA:

4
Planejamento – Plan (P)
Passo 1: Identificação do Problema
A etapa de Planejamento é a base do gerenciamento
para melhorar os resultados da organização. Dentro
Objetivo: Definir claramente o problema e reconhecer
dessa etapa, existem quatro passos que devem ser
a sua importância.
seguidos para garantir que tudo seja feito da maneira
correta.
Tarefa 1: Escolha / Definição do Problema
Utilize fatos e dados para certificar-se de que o
Passo 1: Identificação do Problema
problema escolhido é o mais importante.
Passo 2: Observação
• Quais são as perdas e riscos a partir desse
problema?
Passo 3: Análise
Ferramentas utilizadas:
Passo 4: Plano de Ação
Folha de Verificação e Gráfico de Pareto.

5
Planejamento – Plan (P)
Tarefa 2: Histórico do Problema Tarefa 3 e 4: Levantamento de Perdas e Avaliação de
Analise os dados históricos do problema, a frequência Ganhos
com que ocorrem, local, equipes envolvidas, etc. Identifique quais as perdas financeiras envolvendo
materiais, imagem da empresa, produtividade, etc.
• Qual a frequência e como esse problema ocorre? Defina oportunidades de melhoria e metas.

Ferramentas utilizadas: • O que está sendo perdido e que é possível ganhar?


Gráfico de Controle.
Ferramentas utilizadas:
Gráfico de Controle.

6
Planejamento – Plan (P)
Tarefa 5: Identificação dos Principais Efeitos Tarefa 6: Escolha e Preparação da equipe
Caso ainda não esteja claro, quais os principais Escolha a equipe, realize treinamentos e defina as
problemas e seus efeitos, essa etapa deve ser realizada. responsabilidades de cada membro.

• Quais os problemas prioritários e os subproblemas? • Quais serão os responsáveis pela execução das
tarefas?
Ferramentas utilizadas: • Qual será uma data limite, para solução do
Gráfico de Pareto. problema?

Ferramentas utilizadas:
Não possui ferramentas utilizadas.

7
Planejamento – Plan (P)
Passo 2: Observação Tarefa 2: Observação no local
Faça análises e observações no local onde está
Objetivo: Investigar as características especificas do ocorrendo o problema.
problema.
• Utilize medições (pode utilizar a lista de verificação),
Tarefa 1: Características do problema fotografias, entrevistas, filmagens, etc.
Observe o problema, sob vários pontos de vista,
utilizando a estratificação. Ferramentas utilizadas:
Folha de Verificação.
• Tempo: os resultados variam com os turnos, dias ou
meses?
• Local: diferem em setores ou locais diferentes?
• Tipo: variam com o produto, matéria prima ou
material?
• Indivíduo: os resultados variam por operador ou por
turma?

Ferramentas utilizadas:
Folha
8
de Verificação e Gráfico de Pareto.
Planejamento – Plan (P)
Tarefa 3: Preparo de Documentos
Defina um cronograma de referência para a execução
das atividades. Tome cuidado para não deixar o
processo burocrático.

• Elabore um cronograma;
• Estime um orçamento;
• Defina uma meta a ser atingida.

Ferramentas utilizadas:
Não possui ferramentas utilizadas.

9
Planejamento – Plan (P)
Passo 3: Análise Tarefa 2: Escolha das causas mais prováveis
Reduza por eliminação as causas menos prováveis
Objetivo: Identificar a causa raiz do problema. levantadas na etapa anterior.

Tarefa 1: Definição de causas influentes • Identifique as causas mais prováveis e elimine as


Envolva pessoas que contribuíram com a identificação outras.
das causas e estabeleça a relação de causa e efeito para
todas elas. Ferramentas utilizadas:
Diagrama de Ishikawa.
• Porque o problema ocorre?

Ferramentas utilizadas:
Brainstorming

10
Planejamento – Plan (P)
Tarefa 3: Análise das causas mais prováveis
Visite o local para analisar as hipóteses mais prováveis.

• Verifique as hipóteses.

Ferramentas utilizadas:
Histograma e Gráfico de Dispersão.

11
Planejamento – Plan (P)
Passo 4: Plano de Ação Tarefa 2: Trabalho nas causas mais prováveis
Estabeleça o cronograma dos planos de ação, sobre as
Objetivo: Elaborar planos de ação, para bloquear os causas mais prováveis.
problemas, por meio da eliminação de suas causas raiz.
• Entenda como será o trabalho;
Tarefa 1: Elaboração da Estratégia de Ação • Defina quais metas serão atingidas;
Aja sobre as causas fundamentais e não sobre seus • Defina quais são os itens de controle.
efeitos.
Ferramentas utilizadas:
• Aja sobre a causa raiz; 5W2H.
• As ações não devem produzir efeitos colaterais.

Ferramentas utilizadas:
Não possui ferramentas utilizadas.

12
Execução – Do (D)
Passo 5: Execução do Plano
Na etapa de execução, são gerados os resultados. O
nível de resultados, depende da “qualidade” das ações
Objetivo: Bloquear as causas fundamentais do
e do nível de execução do plano de ação proposto.
problema.
Passo 5: Execução do Plano
Tarefa 1: Treinamento e Capacitações
Divulgar as ações e capacitar o time sempre que
necessário.

• Divulgar o plano em reuniões participativas;


• Apresentar as tarefas e razões para execução;
• Compreender as medidas propostas.

Ferramentas utilizadas:
Não possui ferramentas utilizadas.

13
Execução – Do (D)
Tarefa 2: Execução das ações
Implementar as ações registradas e os resultados
alcançados..

• Acompanhar o plano;
• Medir os prazos;
• Registrar os resultados através de fotos, relatórios,
etc.

Ferramentas utilizadas:
Gestão à vista.

14
Verificação – Check (C)
Passo 6: Verificação do Plano
A etapa de verificação, é uma oportunidade de reflexão
sobre os resultados e sobre o comprometimento dos
Objetivo: Verificar se o bloqueio foi efetivo e certificar-
responsáveis com a implementação das ações
se que não haverá novas ocorrências.
definidas..
Tarefa 1: Comparação dos Resultados
Passo 6: Verificação do Plano
Coletar dados antes e após a ação de bloqueio, para
verificar a efetividade da ação e a redução dos
resultados indesejáveis.

• Nivelar grau de redução dos resultados indesejáveis.

Ferramentas utilizadas:
Gráfico de Pareto e Cartas de Controle.

15
Verificação – Check (C)
Tarefa 2: Listagem dos Efeitos Secundários Tarefa 3: Verificação da continuidade do problema
Identificar se as alterações, provocam efeitos Verificar se as ações foram implementadas, conforme
secundários positivos ou negativos. planejadas. Caso os defeitos continuem, a solução
apresenta falha.
• Quais efeitos secundários, foram gerados?
• Esses efeitos são benéficos? • Analisar se os defeitos permanecem;
• Avaliar o MASP adotado.
Ferramentas utilizadas:
Não possui ferramentas utilizadas. Ferramentas utilizadas:
Gráfico Sequencial.

16
Ação – Action (A)
Passo 7: Padronização
A etapa de ação corretiva ou padronização, é crítica
para fechar o ciclo de melhoria. No caso de sucesso, é a
Objetivo: Prevenir o aparecimento do problema resolvido.
etapa que integra dos dois ciclos de gerenciamento
(melhoria e manutenção dos resultados).
Tarefa 1: Elaboração ou alteração do Padrão
Veja se as ações implantadas, necessitam de uma
Passo 7: Padronização do Plano
padronização ou alterações antes de serem padronizados.
Passo 8: Conclusão
• Analisar resultados antes e depois;
• Ver se há alterações necessárias, antes da
padronização;
• Elaboração do novo modelo de procedimento.

Ferramentas utilizadas:
Procedimento Operacional Padrão (POP).

17
Ação – Action (A)
Tarefa 2: Comunicação do Novo Padrão Tarefa 4: Acompanhamento da Utilização
Divulgue a nova sistemática, para as áreas que serão Evite que um problema solucionado, reapareça devido
afetadas, para que a aplicação ocorra corretamente. à não execução do acompanhamento, de cumprimento
dos padrões.
• Divulgue o novo padrão.
• Estabeleça um sistema de medições periódicas;
Tarefa 3: Educação e Treinamento • Gerencie as etapas;
Garanta que os novos padrões ou as alterações, sejam • Defina um líder, para acompanhar as equipes.
passadas para toda a equipe envolvida, de forma
efetiva. Ferramentas utilizadas:
As tarefas 2, 3 e 4, não possuem ferramentas utilizadas.
• Realize reuniões e palestras;
• Escreva manuais auxiliares;
• Realize treinamentos.

18
Ação – Action (A)

Passo 7: Conclusão Tarefa 2: Planejar a eliminação desses problemas


Reavalie quais os itens pendentes, organizando esses
Objetivo: Avaliar todo o processo de solução de para aplicação de um MASP futuro.
problemas, para aproveitar potenciais situações futuras.
• Selecione os problemas pendentes;
Tarefa 1: Relacionar os problemas remanescentes • Estabeleça nova padronização, para solução de
Identifique o que não foi realizado e mostrar quais problemas;
resultados superaram as expectativas, para ter resultados • Reaplique o MASP.
potencializados.
Ferramentas utilizadas:
• O que não foi realizado? Não possui ferramentas utilizadas.
• Quando poderia ter sido realizado?
• Porque não foi realizado?

Ferramentas utilizadas:
Gráfico de Pareto e Gráfico de Controle.

19
Ação – Action (A)
Tarefa 3: Reflexão e Aprendizado
Avalie as etapas aplicadas no MASP.

• Houve atrasos no cronograma? Porque?


• Elaboração do diagrama de causa e efeito, foi
superficial?
• Houve participação de toda a equipe?
• As reuniões ocorreram sem problemas?
• O grupo utilizou o método e suas ferramentas?

Ferramentas utilizadas:
Gráfico de Pareto e Gráfico de Controle.

20
RASP

Para realização de análise de solução de problemas, utilizamos o documento RASP (Relatório de


Análise de Solução de Problemas) – RQF 013. O responsável pela abertura, gestão e fechamento do
documento, será conforme a origem da não conformidade, que poderá ser de cliente (Qualidade/Logística),
fornecedor (Qualidade), não conformidades de auditorias internas e/ou externas (Qualidade/Sistema da
Qualidade).

21
RASP

22
RASP - Cabeçalho

O documento RASP, inicia-se preenchendo o cabeçalho corretamente.

23
RASP – Não conformidade
1 IDENTIFICAR O PROBLEMA (ANEXAR DADOS QUE EXPLICAM O PROBLEMA COMO FOTOS, GRÁFICOS, DIAGRAMAS, OUTROS) NOME DA EQUIPE DEPARTAMENTO

NÃO CONFORMIDADE: FOTO:

O primeiro passo será identificar o problema (não conformidade) e nomear a equipe, para que todos
tenham ciência com a não conformidade e de acordo com as ações a serem preenchidas.

24
RASP - Contenção

2 PLANEJAR E EXECUTAR AÇÕES DE CONTENÇÃO IMEDIATA (PASSOS 1 E 2: RESPONDER EM 01 DIA ÚTIL) ESCOPO DE RETENÇÃO DO PRODUTO SUSPEITO

PONTO DE CORTE
QTD SUSPEITA QTD NÚMERO
LOCAL RESPONSÁVEL PELA VERIFICAÇÃO NOTA FISCAL
ENCONTRADA NOK DE LOTE
1 2

NO CLIENTE

EM TRÂNSITO

EXPEDIÇÃO

FIRE WALL

PROCESSO / PRODUÇÃO

O segundo passo, será necessário realizar em até 24h (1 dia útil), planejar e executar a ação de
contenção.

25
RASP – Análise Causa Raiz
3 IDENTIFICAR A CAUSA RAÍZ ATRAVÉS DIAGRAMA CAUSA X EFEITO E 5 PORQUÊS ( RESPONDER NO MÁXIMO EM 05 DIAS ÚTEIS E/OU PRAZO NEGOCIADO COM O CLIENTE)

MEIO AMBIENTE MÃO DE OBRA MÉTODO

XXXXXX
XXXXXX
XXXXXX

O terceiro e quarto
passo, é em até 5 dias
úteis e/ou prazo negociado
XXXXXX XXXXXX
XXXXXX

MÁQUINA MEIO DE MEDIÇÃO MATÉRIA - PRIMA


com o cliente, identificar
OBS.: TODAS AS CAUSAS POTENCIAIS DEVEM SER VALIDADAS ANTES DE PROSSEGUIR PARA O PRÓXIMO PASSO. LEMBRE-SE DE ELIMINAR A CAUSA E NÃO O SINTOMA DO PROBLEMA.
causa raiz, através do
diagrama causa X efeito e
4. IDENTIFICAR A CAUSA RAÍZ DA OCORRÊNCIA, DETECÇÃO, PREVENÇÃO SOBRE A CAUSA DO MODO DE FALHA DESCRITA NO CAMPO 3.

PORQUE OCORREU: (Verificar o trabalho padronizado)

1 - POR QUÊ?

2 - POR QUÊ?

3 - POR QUÊ?
5 porquês.
4 - POR QUÊ?

5 - POR QUÊ?

CAUSA RAÍZ - OCORRÊNCIA:

PORQUE NÃO DETECTOU / PREVINIU : (Verificar os controles de prevenção e deteccção)

1 - POR QUÊ?

2 - POR QUÊ?

3 - POR QUÊ?

4 - POR QUÊ?

5 - POR QUÊ?
26
CAUSA RAÍZ - DETECÇÃO / PREVENÇÃO:
RASP – 5 PQ
5 porquês é um método de análise de causa raiz que consiste em perguntar, diante de cada fato, por
que ele aconteceu por cinco vezes ou até que se encontre sua verdadeira causa.

Exemplo:
Suponhamos o seguinte problema: produtos entregues com atraso, o que gerou uma reclamação do cliente.

[Link] que os produtos foram entregues com atraso? Porque foram postados com atraso.
[Link] que os produtos foram postados com atraso? Porque o prazo de produção estourou.
[Link] que o prazo de produção estourou? Porque os materiais para a confecção não estavam disponíveis.
[Link] que os materiais não estavam disponíveis? Porque não foram solicitados a tempo ao fornecedor.
[Link] que os materiais não foram solicitados a tempo ao fornecedor? Porque o controle de estoque não
acompanhou o aumento da demanda pelo material.

Observe que, após a aplicação da técnica dos 5 porquês, detectou-se a falha principal: o gerenciamento
ineficiente do estoque.
Assim, o que a princípio parecia ser um problema de terceiros, relacionado a entrega e fornecedor, acabou
surgindo como uma falha interna após um questionamento um pouco mais aprofundado.
O atraso, portanto, é apenas um sintoma de um problema maior, que agora pode ser devidamente
solucionado.
27
RASP – diagrama de processo
O Diagrama de Ishikawa, também conhecido como Diagrama Espinha de Peixe, é uma ferramenta que
ajuda as pessoas a identificar possíveis causas para problemas.
É constituído de 6 tópicos (6 M’s): método / máquina / medida / meio ambiente / material / mão de obra. Para
análise de cada um, para definir causas prováveis, sobre o efeito (não conformidade).
É importante, porém, é realizar a análise em equipe, em um brainstorming, para que todos os membros do
processo tenham suas opiniões e visões consideradas.

5 porquês e diagrama de Ishikawa, podem ser usados juntos.


Com o 5PQ, você estratifica a análise. Com o diagrama de Ishikawa, desdobra suas
28 causas.
RASP – Plano de Ação

5. PLANEJAR E EXECUTAR AÇÕES DEFINITIVAS PARA ELIMINAR A CAUSA RAÍZ EM CIMA DAS CAUSAS DE OCORRÊNCIA, DETECÇÃO E PREVENÇÃO (PASSOS 3 e 4: RESPONDER NO MÁXIMO EM 10 DIAS ÚTEIS E/OU PRAZO NEGOCIADO COM O CLIENTE) - SE NECESSÁRIO ANEXAR PLANO DETALHADO

CORRETIVA / PREVENTIVA /
PLANO DE AÇÃO RESPONSÁVEL PRAZO STATUS
SISTÊMICA

O quinto passo, será responder em até 10 dias úteis e/ou prazo negociado com o cliente, o plano de
ações, com ações corretivas, preventivas e sistêmicas, em cima do que foi levantado na causa raiz, para
sua eliminação, com prazos e responsáveis.

29
RASP – Documentações de Processo / Lição Aprendida

O sexto passo, é a verificação da necessidade de atualização de documentos relacionados ao


processo, checando com cada setor a necessidade de alteração de algum documento sobre sua
responsabilidade. E a verificação da necessidade de abertura de lições aprendidas.

30
RASP - Abrangência

7. OS ITENS 5 e 6 FORAM ESTENDIDOS PARA OUTRAS SITUAÇÕES, PROCESSOS OU PRODUTOS? QUAIS?

O sétimo passo, é a análise de abrangência das ações, para outras situações, processos ou produtos.

31
RASP - Eficácia

O oitavo passo, é a verificação e análise da eficácia das ações. Para a RASP aberta para
fornecedores, é necessário à validação do gestor, para garantir que a mesma foi preenchida e fechada
corretamente.

32
Perguntas?

33
OBRIGADO!
IDEALIZAÇÃO E ELABORAÇÃO: RITA VASCONSELO (2024)

34

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