RACKEL DE AZEVEDO PORTILHO CARLIN
O USO DE PROBIÓTICOS, PRÉBIÓTICOS E SIMBIÓTICOS NA MELHORA DOS
SINTOMAS DA CONSTIPAÇÃO EM CRIANÇAS COM TEA
Guarulhos
2025
RACKEL DE AZEVEDO PORTILHO CARLIN
IMPACTO DAS INTERVENÇÕES ALIMENTARES SOBRE A CONSTIPAÇÃO EM
CRIANÇAS COM TEA
Projeto de Trabalho de conclusão de curso
apresentado ao curso de Nutrição Bacharelado na
Universidade Guarulhos como requisito para a
obtenção do grau de Bacharel em Nutrição.
Orientador: Prof. Dr. José Thiago do Carmo Santos
Guarulhos
2025
RESUMO
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento
marcado por prejuízos no entrosamento, na comunicação, interação social e perfil
comportamental, frequentemente acompanhado por seletividade alimentar e
hipersensibilidade sensorial. Entre as condições relacionadas ao TEA, destacam-se
os distúrbios gastrointestinais, especialmente a constipação intestinal, cuja
ocorrência indica relação ao baixo consumo de fibras e líquidos, medicamentos e
sedentarismo. Esses fatores cooperam para a desordem da microbiota intestinal,
resultando em disbiose, condição que compromete a barreira protetora do intestino e
influencia o eixo intestino-cérebro, com possíveis repercussões sobre funções
neurológicas e comportamentais (Moreira Goularte et al., 2020).
Logo, intervenções nutricionais com prebióticos, probióticos e simbióticos têm sido
investigadas como alternativas promissoras na gestão da constipação em crianças
nessa condição, favorecendo a melhoria do trânsito intestinal, da digestão e da
absorção de nutrientes, além de elevar a qualidade de vida (Moreira Goularte et al.,
2020).
O presente trabalho tem o objetivo de analisar, com base na ciência e na literatura,
os achados referentes ao uso de probióticos, prebióticos e simbióticos realizados
através de revisões da literatura e artigos científicos. Mediante a modulação da
microbiota, crianças com o transtorno do espectro autista apresentaram melhoras
significativas nas questões relacionadas ao TGI, se estendendo, para melhora
comportamental característica dessa condição.
Palavras-chaves: Transtorno do Espectro Autista. Constipação intestinal.
Prebióticos. Probióticos. Simbióticos. Tea.
ABSTRACT
Autism Spectrum Disorder (ASD) is a neurodevelopmental condition characterized by
impairments in social interaction, communication, and behavioral patterns, often
accompanied by selective eating and sensory hypersensitivity. Among the conditions
related to ASD, gastrointestinal disorders stand out, especially constipation, whose
occurrence is linked to low intake of fiber and liquids, medications, and sedentary
lifestyle. These factors contribute to a disruption of the gut microbiota, resulting in
dysbiosis, a condition that compromises the protective barrier of the intestine and
affects the gut-brain axis, potentially impacting neurological and behavioral functions
(Moreira Goularte et al., 2020).
Therefore, nutritional interventions with prebiotics, probiotics, and synbiotics have
been investigated as promising alternatives in managing constipation in children with
this condition, promoting improvements in intestinal transit, digestion, and nutrient
absorption, as well as enhancing quality of life (Moreira Goularte et al., 2020).
The present study aims to analyze, based on science and literature, the findings
related to the use of probiotics, prebiotics, and synbiotics, conducted through
literature reviews and scientific articles. Through modulation of the microbiota,
children with autism spectrum disorder showed significant improvements in
gastrointestinal issues, which extended to behavioral improvements characteristic of
this condition.
Keywords: Autism Spectrum Disorder. Intestinal constipation. Prebiotics. Probiotics.
Synbiotics. ASD.
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO.................................................................................................5
1.1 Apresentação............................................................................................5
1.2 Metodologia..............................................................................................6
1.3 Desenvolvimento de Folder.....................................................................6
1.4 Objetivo.....................................................................................................7
1.4.1 Objetivo
Geral................................................................................................7
1.4.2 Objetivos
Específicos.....................................................................................7
2. REVISÃO LITERÁRIA.....................................................................................8
2.1 A Evolução da História do TEA...............................................................8
2.2 Eixo Cérebro-Intestino.............................................................................8
3. DEFINIÇÕES E CONCEITOS.......................................................................10
3.1 Probióticos..............................................................................................10
3.2 Probióticos e
Simbióticos.............................................................................................10
3.3 Microbiota
Intestinal..................................................................................................10
3.4 Disbiose...................................................................................................10
3.5 Benefícios dos Probióticos, Prebióticos e simbióticos......................10
3.6 Mecanismo de Ação...............................................................................11
4. DISCUSSÃO..................................................................................................12
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS..........................................................................14
6. ANEXOS........................................................................................................15
Anexo I - Folder Orientativo.....................................................................15
Anexo II – Mini Ebook de Receitas.............................................................16
Anexo III – Relatório de Similaridade (plágio)..........................................17
7. REFERÊNCIAS.............................................................................................20
1. INTRODUÇÃO
1.1 Apresentação
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) constitui uma condição do
neurodesenvolvimento definida por alterações que envolvem a comunicação, a
interação social e padrões comportamentais, além de apresentar
manifestações relacionadas à seletividade alimentar e sensibilidade sensorial.
O termo “espectro” reflete a diversidade e variabilidade clínica desses
indivíduos, que podem apresentar desde dificuldades leves até desafios mais
complexos ao longo da vida (Moreira Goularte et al., 2020).
No contexto do TEA, é comprovada a elevada prevalência de distúrbios
gastrointestinais, sendo a constipação intestinal o mais citado. Esse quadro
pode estar relacionado a diversos fatores, como pouca ou nenhuma ingestão
de fibras e líquidos, seletividade alimentar, medicações prescritas para outras
condições, alterações de rotina, estresse, doenças neurológicas e baixos níveis
de atividade física. Esses aspectos prejudicam o equilíbrio da microbiota
intestinal, dando origem a disbiose, condição caracterizada pela diminuição de
microrganismos considerados “do bem” e pelo aumento de espécies
patógenas. A disbiose, por sua vez, está associada ao aumento da síndrome
do intestino permeável, permitindo o aumento e deslocamento de metabólitos e
toxinas para a circulação sistêmica, afetando o eixo intestino-cérebro e,
consequentemente, influenciando negativamente funções cognitivas,
emocionais e comportamentais (Moreira Goularte et al., 2020).
Diante desse cenário, o presente estudo visa mostrar de que forma o uso de
prebióticos, probióticos e simbióticos pode influir a melhora da obstipação
intestinal e do bem estar da população infantil com TEA. Essa questão possui
relevância clínica e social, uma vez que a constipação e os desequilíbrios da
microbiota intestinal representam fatores que impactam não somente o estado
físico do indivíduo, mas também aspectos comportamentais e de bem-estar
desses indivíduos. Além disso, compreender a relação entre saúde intestinal e
manifestações clínicas do TEA pode subsidiar intervenções nutricionais mais
eficazes, baseadas em evidências científicas, com potencial de oferecer
melhorias no cuidado integral e humanizado.
1.2 Metodologia
Este trabalho será conduzido por meio de pesquisas em artigos científicos, que
tem como objetivo compreender e transformar a alimentação de crianças no
espectro autista.
Para estruturar a pesquisa foi utilizado como base metodológica o livro de
Antonio Carlos Gil (2017), Como Elaborar um Projeto de Pesquisa, que
orientará a escolha dos materiais e organização do estudo. Foram utilizados
também, materiais digitais obtidos em sítios como pubmed, scielo e google
acadêmico, materiais esses, publicados no período de 2013 a 2025. Foram
selecionados a partir de termos como” Transtorno do Espectro Autista”, “Autism
Spectrum Disorder”, “Constipação Intestinal”,” Intestinal Constipation”,
“Microbiota Intestinal”, “Gut Microbiota” e “Probióticos, Prebióticos e
Simbióticos”.
1.3 Desenvolvimento de folder orientativo
Foi desenvolvido um folder orientativo, contendo informações e definições
sobre o que são os probióticos, prebióticos e simbióticos, onde encontrá-los na
alimentação, descrito e ilustrado de forma didática e lúdica, com o objetivo de
gerar informação aos responsáveis/tutores com linguagem de fácil assimilação,
referente à introdução desses alimentos na dieta das crianças.
Ademais, foi desenvolvido um mini ebook com 6 receitas saudáveis contendo
probióticos, prebióticos e simbióticos, com ingredientes simples, de fácil acesso
e com o passo a passo de preparo.
1.4 Objetivo
1.4.1 Objetivo Geral
O presente trabalho tem como objetivo analisar a luz da literatura científica, os
efeitos das abordagens nutricionais referente ao uso dos probióticos,
prebióticos e simbiótico na qualidade de vida e no funcionamento intestinal
adequado da população infantil com TEA.
1.4.2 Objetivos Específicos
Desenvolver uma revisão da literatura com orientações e definições,
destacando a importância da introdução alimentar para a população com TEA,
deixando em evidência os pontos positivos, resultados adquiridos e melhora
dos sintomas do TGI no TEA.
2. REVISÃO DA LITERATURA
2.1 A Evolução histórica do TEA
O TEA que conhecemos hoje, foi compreendido na linha do tempo, tendo seu
termo “autismo” abordado primeiramente em meados de 1908 por Eugen
Bleuler.
Mas os primeiros diagnósticos efetivos de TEA, foram ilustrados pelo psiquiatra
Leo Kanner, através de seu trabalho em 1943 e em 1944 pelo médico Hans
Asperger.
Na década de 1970, a psiquiatra inglesa Lorna Wing desenvolveu o conceito
que conhecemos hoje como “Espectro Autista”, transmitindo a ideia de que o
autismo era uma somatória de condições de diferentes níveis de severidade e
que complementava as descrições de estudos de Kanner e Asperger.
Sua primeira catalogação no CID ocorreu em 1950, quando passou a ser
coordenada pela Organização Mundial da Saúde, ficando com a sexta
classificação: CID-6.
Em 1989, a versão do CID foi atualizada para a décima posição, onde adotou a
terminologia de Autismo Infantil e Autismo Atípico.
Em 2018 o CID-11 foi publicado e ganhou a terminologia que conhecemos
hoje, como TEA.
2.2 Eixo cérebro – intestino
Pesquisas conduzidas pelo Departamento de Pediatria da Faculdade de
Médicos e Cirurgiões da Universidade de Columbia (Gastroenterol Clin North
Am, 2019) evidenciam que o sistema nervoso autônomo (SNA) é composto
pelas divisões simpática, parassimpática e entérica (SNE). O SNE, responsável
pelo controle do trato gastrointestinal, reúne mais de 100 milhões de neurônios
organizados em microcircuitos, capazes de atuar de forma relativamente
independente do sistema nervoso central (SNC) e da medula espinhal.
A comunicação entre intestino e cérebro ocorre principalmente por meio dos
sistemas simpático e parassimpático, estabelecendo o chamado eixo cérebro-
intestino. Esse eixo é influenciado pela microbiota intestinal, que, através do
nervo vago, regula o SNE e promove a síntese de metabólitos com capacidade
de atravessar a barreira hematoencefálica. Já a serotonina desempenha um
papel central na sinalização intestino e cérebro, estando distribuída por toda a
grande circulação. Alterações nesse processo comunicativo estão associadas a
manifestações de diversas desordens relacionadas ao eixo cérebro-intestino.
O SNE, devido às suas múltiplas semelhanças com o SNC, é frequentemente
descrito como um “segundo cérebro”. Dessa forma, fatores ambientais,
genéticos, hormonais e neurotransmissores, além do eixo hipotálamo-hipófise-
adrenal (HPA), exercem influência significativa sobre seus parâmetros
funcionais. Calcula-se que mais de um bilhão de microrganismos que habitam
no intestino participem ativamente do desenvolvimento e da modulação tanto
do SNE quanto do SNC, com impacto direto sobre as funções gastrointestinais,
sobretudo pela mediação do nervo vago.
Diante desses achados, observa-se que a suplementação com simbióticos
durante a infância e adolescência pode representar uma estratégia relevante
para o desenvolvimento adequado do cérebro e para a preservação da saúde
mental ao longo da vida.
3. DEFINIÇÕES E CONCEITOS
3.1 Probióticos
Segundo a OMS e a FAO, a definição de probiótico se dá a: “microrganismos
vivos que, em quantidades adequadas, trazem benefícios à saúde do
hospedeiro”.
3.2 Prebióticos e Simbióticos
E embora a OMS não tenha uma definição específica sobre prebióticos e
simbióticos, afirmou-se que podem ser entendidos da seguinte forma:
“prebióticos são substâncias como fibras que servem de alimento para essas
bactérias benéficas ao organismo, promovendo seu crescimento. Já os
simbióticos, são definidos como: “combinação de probióticos e prebióticos que
atuam em conjunto potencializando seus benefícios para flora intestinal”.
3.3 Microbiota intestinal
A OMS define Microbiota Intestinal como “comunidade diversificada de
microrganismos que habitam o trato gastrointestinal e que em condições
normais, desempenham funções vitais para a saúde”.
3.4 Disbiose
Já a Disbiose, é definida pela OMS como “desequilíbrio da microbiota
(comunidade de microrganismos benéficos) que pode ser causado pela perda
desses microrganismos, proliferação de espécies patogênicas ou combinação
de ambos, afetando a composição da flora intestinal, causando alterações e
doenças.
3.5 Benefícios dos probióticos, prebióticos e simbióticos
Segundo pesquisas realizadas por Inês Margarida 2024, reduzem inflamação
intestinal, com efeitos direto na barreira hematoencefálica (BHE) ou
indiretamente por mecanismos imunes neuroendócrinos ou vagais.
Observou-se que se torna eficaz administrar probiótico na gestão e alteração
da microbiota, restabelecendo a microbiota intestinal, recuperando assim a
integridade da barreira epitelial, otimizando sintomas comportamentais.
3.6 Mecanismo de ação
Probióticos, prebióticos e simbióticos tem a capacidade de restaurar a mucosa
do intestino, através do aumento da mucina, reduzindo a multiplicação
bacteriana, sintetizando substâncias antioxidantes.
Ajudam também na regulação da resposta imunológica intestinal pela produção
e liberação de metabólitos que afetam a saúde da barreira intestinal e
imunológico, aumentando o número de comunidades microbianas benéficas e
diminuindo o crescimento dos patógenos.
Dessa maneira, entende-se que devido a situações de estresse, ocorre a
ativação do sistema simpático, afetando a integridade do intestino, alterando a
composição e atividade da microbiota, influenciando ativamente a imunidade.
Por este motivo, subentende-se que ao alterar positivamente a microbiota
intestinal, fazendo controle através da suplementação de probióticos,
prebióticos e simbióticos, o estresse se mantém regulado, estimulando o
desenvolvimento da imunidade no TEA, influenciando diretamente na melhora
dos outros sintomas, comorbidades e, principalmente a melhora da
constipação.
4. DISCUSSÃO
Os achados desta pesquisa estão alinhados à literatura brasileira que evidencia
a conexão entre a regulação da comunidade microbiana intestinal e a melhora
dos sintomas do Trato gastrointestinal e do comportamento em crianças com
Transtorno do Espectro Autista (TEA). Há forte associação entre disbiose
intestinal e manifestações clínicas do TEA, o que ajuda a explicar a significativa
melhora observada, incluindo redução de até 90% dos sintomas, nos casos
investigados com intervenções nutricionais voltadas ao equilíbrio do
microbioma Mazurek et al. (2020).
A melhora do padrão comportamental repetitivo do TEA foi identificada em
diferentes estudos analisados, que também encontram suporte em Ferreira e
Almeida (2021), observaram que probióticos são capazes de modular
positivamente a microbiota intestinal e contribuir para maior estabilidade
comportamental, além de atenuar sintomas gastrointestinais. Esses resultados
dialogam com as observações de Barros et al. (2019), os quais destacam que
queixas gastrointestinais, como constipação, dor abdominal e irregularidade
evacuatória, são altamente prevalentes no TEA e tendem a melhorar com
intervenções dietéticas adequadas.
Além disso, relatou-se melhora em sintomas como irritabilidade, alterações de
personalidade e dificuldades de comunicação. Tais achados são compatíveis
com Silva et al. (2018), que descrevem o papel do eixo intestino–cérebro na
manifestação comportamental do TEA, indicando que alterações intestinais
podem repercutir no comportamento e sociabilidade.
A literatura evidencia ainda que estratégias com prebióticos, probióticos e
simbióticos exercem impacto positivo sobre a disbiose intestinal, logo, sobre
sintomas gastrointestinais e comportamentais, conforme demonstrado por
Almeida e Castro (2020). Também Ramos et al. (2021), ao analisar estudos
brasileiros, confirmam que a modulação da microbiota intestinal é eficaz na
melhora de sintomas gastrointestinais em crianças, reforçando a aplicabilidade
clínica dessas intervenções. No caso específico da constipação, que é uma
queixa comum entre crianças com TEA, Nunes et al. (2022) relataram
resultados positivos com o uso de probióticos.
Apesar da robustez teórica que sustenta essas intervenções, a prática clínica
encontra barreiras importantes. A seletividade alimentar limita a aceitação de
novos alimentos e suplementos, dificultando a adesão a estratégias nutricionais
necessárias para a modulação da microbiota. Santos e Pessôa (2020) reforçam
que tais barreiras sensoriais representam um dos maiores obstáculos para a
intervenção nutricional nessa população, mais do que a própria eficácia
biológica das estratégias propostas.
Diante disso, torna-se evidente que o sucesso dessas intervenções depende
da atuação multidisciplinar, envolvendo nutricionistas, terapeutas ocupacionais,
fonoaudiólogos e outros profissionais especializados, de modo a promover
maior aceitação alimentar e favorecer a continuidade terapêutica de forma
eficaz.
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Conforme o objetivo proposto, o presente Trabalho de Conclusão de Curso
confirmou a base teórica para o uso de probióticos, prebióticos e simbióticos
como estratégia relevante e com forte embasamento científico para a
modulação da microbiota em crianças com Transtorno do Espectro Autista
(TEA).
A contribuição deste trabalho reside não apenas na reafirmação da eficácia
biológica, mas também na identificação de possíveis obstáculos fundamentais
para a aplicabilidade clínica: baixa adesão por parte do público infantil.
Deixando assim, evidente que o caminho para o sucesso terapêutico, depende
diretamente da superação das barreiras sensoriais e comportamentais.
Dessa forma, conclui-se que o sucesso das futuras intervenções não reside na
busca por maior eficácia, mas sim no desenvolvimento de práticas alimentares
inovadoras e mais palatáveis. É muito importante que nas próximas etapas de
pesquisas científicas, dos profissionais de nutrição e da indústria foquem em
garantir a aceitação pela criança, para que o consumo siga contínuo e sem
rejeição.
6. ANEXOS
6.1 ANEXO I: Folder Orientativo
6.2 ANEXO II: Mini Ebook de Receitas
6.2 ANEXO III – Relatório de Similaridade – Copyspider
7. REFERÊNCIAS
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simbióticos no trato gastrointestinal infantil. Revista Cuidarte, v. 11, n. 2, p. 45-
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transtorno do espectro autista e sua relação com a alimentação. Revista
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comportamento: implicações para o TEA. Revista Interdisciplinar de Estudos
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