HOF 2
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A gente vai observar aqui, na verdade, o futuro do desenvolvimento. Então a gente vai ver a
alteração da crise medial, da crise proximal, e aí a gente vai ver, mais realmente, que a gente
está em um momento que está praticamente no início, apesar de, a dia, ela vai começar a variar.
Mas, por dia, eventualmente, a gente vai observar a alteração do futuro com a gente, seguindo o
desenvolvimento, porque ele precisa ter uma carga medicônica para poder progredir.
Então, o passamento, a criança, ela precisa deambular, e, geralmente, com a deambulação, vai
começar a aparecer essa deformidade. Então, por isso que a gente, geralmente, das formas
principais que a gente tem, há infantil que surge com a começa da mente, por exemplo, mas ela,
geralmente, começa a aparecer, quando ela tem mais de um ano, um ano e pouco, dois anos,
que, geralmente, é a fase que ela começa a deambular. Então, vai começar a aparecer essa
deformidade.
E outra forma também que a gente tem é a adolescente, que surge a semana de dez anos. E aí,
também, a gente vai levar o quadro-primo, que eu já tinha comentado com vocês, que vai
começar a ter uma progressão desse gênero quadro, porque ele vai gradualizar. E aí, a marcha
do futuro da criança vai começar a ter esse curso lateral, que a gente diz que é uma produção
lateral na marcha, e o homem vai saber explicar bem melhor do que eu, com certeza.
Antes que ele comece a ter uma rotação interna. E, em alguns casos, a gente pode alterar
também o retorno básico para as crianças da região da mente. E aí, eu desenhei uma alegria
aqui, que é esse tipo de quadro-tela.
Como muitos casos de crianças estão, essas jovens podem ter apenas um rinco, sendo lateral,
pode ser bilateral. Nesse caso, a gente tem um quadro-rinco meio duro e lateral, que a gente vai
observar, que tem uma, na região da atenção média-atensidade, vai ter um lozão em parte. A
gente tem algumas revistas que a gente consegue fazer, que é o método de atensar ou o
método de metapusar, e, quando esses ângulos estão muito aumentados, a gente diz que a
criança tem um risco maior de desenvolver bônus, ainda nos estágios iniciais.
A gente pode observar que a piste do lado aberto do refúgio é mais alargada, não sei se a
imagem dá para ver tudo bem, mas ela é mais alargada do que desse lado, que é o lateral. É
uma alteração que a gente pode observar. E, principalmente, essa região aqui, como a gente
pode ver, que vai formar o que a gente chama de pito, o bico medial.
E, justamente, se abra para o social, e também vai ter a simplificação lateral. Por que eu uso
essa classificação? Porque, como eu falei, a gente chama de classificação. Então, quando a
gente se baseia em classificações, a gente tem muitas condutas que a gente usa.
Então, essa classificação de Legends Close, na verdade, seria mais um chaveamento do que
uma classificação. Por quê? Porque, conforme você faz progredimento de pito, a doença, ela
também vai progredindo de gravidade. Então, os chaves iniciais, os indústrias, a interrelíquia,
conseguem ter uma reflexão completa de trauma e se tratar da pergola cinza.
A partir do chave do peito, a gente observa que tem um efeito, né? Na particular região maior, a
gente começa a ter uma formação da barra-onça medial. Então, a gente vai observar os estágios
4 e 5, tá? E no estágio 6, que é o estágio mais grave, a gente já tem um fechamento visário
medial. Então, o outro tratamento cirúrgico, ele vai ter que ser mais invasivo, tá? E o resultado
não vai ser tão... Como eu posso dizer? O prógnose que é mais acervado do que quando é
tratado nas fases iniciais, os indústrias e os indústrios, tá? E aí, baseado nesse chaveamento, é
que a gente vai definir as mudanças ao tempo.
Então, a gente usa aqui um apoiador geral. Apesar do tratamento cirúrgico a gente não ficar ser
mais bem indicado, ainda há espaço para o tratamento conservador em algumas exceções, né?
Então, para 5 anos, ainda naquela fase, que tinha, por exemplo, a barra-onça infantil, menos de
3 anos, que ainda tem o estágio inicial da calculação do endocrino 2, a gente pode até tentar
tratar de forma conservadora, né? O DART, né? Que é um vídeo-referência da gente, né? De
Autopedia Pediática. Ele traz justamente essa ordem especificada, né? Que é a ordem que
ninguém tem conflito.
Envolvendo o joelho. Então, a gente... Como... Ele orienta que se usa essa ordem cerca de 20
prisões por dia. Tá certo? E em caso de, igual, por exemplo, unilateral, de 5 anos em relação a 3
anos, conservado cerca de pouco mais de 50% de sucesso nos tratamentos, tá certo? Que é
aquela coisa aqui.
Em relação ao tratamento cirúrgico, a gente tem preferência para realizar autogonias em dia ao
proximal, tá? Existem vários tipos de autogonias que podem ser feitas. Não é o caso, porque o
que importa, na verdade, é o respeito, né? Então, o próprio DART, na edital, é que pode ser feita
a autogonia aberta, fechada, e auditiva. Mas o que importa é que seja realizada essa autogonia,
que é para buscar o alinhamento do eixo mecânico do joelho.
Que a gente tenta, ao menos, deixar ou um alinhamento neutro, ou até um alinhamento igual,
né? E aí, uma pessoa do tipo 2, a gente fala geralmente isso. Aliás, o tipo 2 é a autogonia em dia
ao proximal, simples, né? Como eu estava falando. Quando a gente já vai para o inquilino,
depois eu vou pular e depois eu vou voltar, porque esse é um caso mais avançado.
Já do tipo 3, a gente ainda pode lançar a autogonia em dia ao proximal simples, tá certo? Mas,
justamente, como já a doença já está começando a ser mais alta, né? Então, é recomendado
que seja tratada o mais precocemente possível esse alinhamento. A qualificatividade está bem...
Ainda resta muito de bem, mas já tem uma taxa maior do que um recomeço, né? Porque esses
casos já não podem cair comigo. Já quando a gente já vai para os tipos de 4 e 5, a gente já tem
uma barra-oço energial.
Então, a gente já começa a ter uma confusão em respeito à desmetaculidade, tá? E aí, eu
justamente explico como tem essa doação da barra, a gente também empolga essa mão para
fazer a cirurgia lateral, que é para impedir o ciclo de progressão desse regional, tá? Então, a
gente tenta... Quando a gente faz a cirurgia lateral, a gente vai interromper o princípio da cirurgia
naquela região, mas aí acaba tendo menos vontade, porque vai gerar uma discrepancia entre os
membros. Porque vai ficar um membro mais importado em relação a outro, que vai ser aí outra
questão que vai ter que ser resolvida mais avançada, tá? É... Já o tipo 6, e sim, aí justamente
que é o caso desse mais antigo, que foi realizado, foi retirado do nível medial, vocês podem
observar, foi realizado a geotronia proximal, fixado no fio de piscina, nesse caso, a gente pode
fixar no fio de piscina, pode fixar no quadro, e aí foi realizado ultimamente também na região
medial, onde tinha a presença do fio de piscina também. Já que é o tipo 6, o que é que
acontece? Como a gente já tem o fechamento medial, então a gente precisa realizar uma
ostotomia intraarticular.
Então a gente precisa realmente levantar esse fragmento, tá certo? Do lado medial, e aí a gente
aqui, quando a gente levanta o fragmento, a gente vai manter a rejeição aqui no fio de piscina,
que ele está roscando, e depois vai fazer a fixação do quadro para a fusca, tá certo? Porque é
para fixar ultimamente, subir, e elevar o quadro medial que está desabado, por causa da
gravidade da doença. Basicamente, é um acompanhado mais sintetizado do aspecto físico que a
gente pode usar. Lembrando que quando a gente faz também uma ostotomia subprofissional, a
gente fala no triângulo, a gente tem que ter muito cuidado com o fio, não vai ser eficaz a gente
alimentar essas áreas que a gente já precisou, e a própria ostotomia acaba protegendo a parte
lá, que é quando ela vai segurando, a gente deve também agredir a própria doença.
Nos casos mais simples, quando a gente consegue ter um fragmento melhor, quando a gente
tem um fragmento mais reservado, já tem desabamento do ator, já tem uma parraosa mais
prudente, aí realmente a gente vai ser uma rejeição mais complexa. Já em relação a ágamos
desfazidos, a gente está bem acompanhado, mas geralmente, quando desfazidos, existem
várias, existem várias formas. Uma das, já é função, por si só, não é muito comum, mas entre
elas uma das que é mais comum é de quem? Ágamos desfazidos metafidais, que justamente vai
ocorrer essa falha da mineralização nas zonas de calcificação, nas zonas de calcificação
provisória, capitalidade, metafidais e ossos novos.
Então, geralmente, isso vai gerar data de que comprometa o crescimento da ossa, que são
pessoas menores, basicamente todos os estudos de ágamos desfazidos vão poder acontecer.
Claramente, também, vários dos joelhos podem ter a crostular, e pesado também. Mas aí, como
o rádio e a equilíbrio do ventral são apresentados, então, o fato de arvir, por exemplo, esse
paciente é mais raro, porque realmente vai atacar mais a metade.
Por exemplo, quando a gente tem a crostula rea, e o ângulo vai ficar mais na frente. Aqui, eu
trouxe uma radiografia, dessa época, justamente no paciente com a crostula rea, metafidais, e aí
a gente pode observar, nesse caso, realmente o acometimento é bilateral, mas diferente, por
exemplo, da tibia vara, que a gente suposta que é um diagnóstico diferencial da tibia vara e da
crostulas rea. Na tibia vara, a gente pode ver tanto o acometimento bilateral como bilateral.
Na crostulas rea, a gente pode ver esse acometimento bilateral, um acometimento sistêmico, e a
gente observa que as metáfises, elas são como o que a gente chama de aspecto intacto. Então,
elas são mais alargadas, mas a gente observa que a epílise da paciente não tem alteração. E aí
a gente pode observar o varismo nas curvas, também, num dado estêmico, que a gente chama
coxia vara.
O objetivo da abordagem nesse caso desse paciente, obviamente que vai ter uma abordagem
subdisciplinar, mas para mudar de pandemia, a gente vai justamente buscar corrigir a
deformidade dos membros inferiores, que são as principais que a gente vai tentar corrigir. Aqui
eu estou mostrando um exemplo de um caso do paciente com uma crostula rea, que foi
realizado em uma órbita da tibia, valorizando o fenômeno bilateral. A gente faz a tibia também na
região proximal, busca valorizar a região proximal do fenômeno e a gente verifica e pode usar o
PHS naquela parte do nome, que geralmente a gente usa para criança, para fixar a anatomia
realizada.
E aí o primordial é o pós-operador, justamente a realização. Basicamente isso. E um assunto
que a gente já tem mais em domínio, claramente, é o tratamento das infecções ósseas.
Infelizmente, o quadro de postoperative já é um tratamento muito difícil. A gente tem uma
vontade de ser determinado esse paciente, então é um paciente que tem que ter um
acompanhamento psicológico porque nós temos pacientes, é um casamento, porque nós temos
pacientes bêbados, que o comissário de domínio psicológico acompanha bêbados, que tem que
ter a terapia com várias internações e esses pacientes têm que ser acompanhados porque eles
acabam vivendo em função daquela nova realidade. Não é fácil.
E quando isso vai para a criança, é pior ainda porque, às vezes, a criança não tem medo de ver
o que está acontecendo, principalmente com as abordagens que a gente tem para tentar
resolver essa situação psicológica que eu vou mostrar no tratamento. Mas, dá para dar
proverbias quando a gente trata, por exemplo, um professor da acrópole infectado, justamente o
que acontece? A infecção é um dos principais indivíduos da gente ter uma união e uma fratura.
Então, para a gente conseguir resolver e consolidar aquela fratura no paciente, principalmente
para guiar, porque tem uma taxa de remodelação muito mais alta do que de um ladrão, a gente
precisa ter um investimento maior.
E aí, a gente precisa atacar o povo com aqueles focos de sequência crônica. E, no caso disso da
acrópole, a gente tem que fazer o tratamento de pedagogia e cirurgia, para tirar aquela taxa que
está mais infectada, por isso a gente precisa fiscalizar a tomografia e as relacionações com o
contraste. Antes de ultraterapia, você só nos casos que não são resolvidos, o que é
recomendado é pacientes com quadros de infecção de alfomelite que levou a uma celular
crônica ou até mesmo quadro de diabetes que se refere a cirurgia, a prioridade é a gente tentar
compensar esse caso, não tem como olvidar a gente tentar prestar ajuda no caminho.
O principal gráfico, realmente, é a cirurgia com profissionalismo. Isso aí é o melhor diálogo
possível. A gente precisa falar desse caso de boa cirurgia, lá, vir, lá, lá, coletar material para a
cultura, que é o que vai virar nosso melhor diálogo com Deus na Terra.
É complicado, mas é um desses modos importantes, porque, às vezes, fica uma área de
participantes que não conseguem fechar de forma preparada, às vezes, precisam ir para
trabalho, retagem, e aquela parte que o outro técnico precisa retirar, que está infectada, a gente
tem algumas formas de tentar resolver. Até que terminamos tudo isso, hoje em dia a gente usa
um pouco, mas, basicamente, se resumir, a cirurgia que acontece, a gente tem um ponto de
infecção, a gente vai fazer a autotomia dessa região, e aí a gente vai colocar um cimento ósseo
antibiótico. A gente vai deixar por volta de 5 a 8 semanas, e aí vai criar uma membrana nessa
região, que vai atuar como precaução para que a recida possa surgir.
Depois desse tempo, a gente vai retirar o cimento, e aí vai colocar um cheiro pro ósseo, e fixar
com uma síndese vígida. Nesse caso aqui, vou usar uma placa vígida, mas a gente pode usar
em reações. Essa é a técnica de masquerade.
Mas o que a gente usa bastante no nosso serviço é a técnica de lizarão. Então, o fixador externo
de lizarão realmente tem mudado muito o quadrilógico dos pacientes. Então, a gente tem várias
escalas no autologizado de crianças, e a gente, com a chamilite pronta e gráfica, a gente
realizou outros espaços para mostrar para vocês.
E, para a gente dar estabilidade racial, para aquela estrutura consolidar, a gente fez a posição
com fixador de lizarão, e também vai atuar com o autologismo por distração. Então, a gente vai
realizar o procedimento nesse quadrilógico para fazer aquele osso crescer. Com isso, consolidar
a fratura de uma forma que o paciente consiga ter uma estabilidade, consiga reangular, realizar
as suas ações, e continua também o tratamento no quadrilógico que é preconcebido.
Então, esses são os principais acordes que a gente realiza nas escolas. É isso. Muito obrigado.
Pessoal, vamos dar continuidade para agradecer a organização do evento, pelo convite, por ter
aceitado.
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