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PORTARIA Nº 002/2026- A Secretária Municipal de Administração, no uso de suas atribuições e de acordo com a Lei Federal nº 14.133/2021 e
com o Decreto Municipal nº 14.730/2023;
Resolve:
Art. 1º - Designar a servidora CONCYR FORMIGA BERNARDES, matrícula nº 1241.203-0, para atuar como AGENTE DE CONTRATAÇÃO, nos
procedimentos regidos pela Lei nº 14.133/2021.
Parágrafo Único: Nas licitações processadas por meio da modalidade Pregão, a Agente de Contratação designado na forma do caput deste artigo
será denominado Pregoeiro, nos termos do art. 8º, parágrafo 5º, da Lei nº 14.133/2021.
Art. 2º - Compete a Agente de Contratação acompanhar o trâmite da licitação, dar impulso ao procedimento licitatório e executar quaisquer outras
atividades necessárias ao bom andamento do certame até a homologação, nos termos do Decreto Municipal nº 14.730/2023.
Parágrafo Único: Na realização das suas atribuições, a Agente de Contratação poderá solicitar auxílio técnico complementar para análises
relativas às qualificações técnicas, econômico-financeiras e jurídicas.
Art. 3º - Designar como Membros da Equipe de Apoio à Agente de Contratação:
1. Bruno Ferraz Valle – matrícula nº 1247.508-0
2. Flávia Rockert Palhano – matrícula nº 1239.851-8
3. Gabrielle Reis Santos de Mendonça – matrícula nº 1242.241-1
4. Yolanda Gabrielle Santana Ferreira – matrícula nº 1245.303-0
Art. 4º - As designações em epígrafe têm caráter permanente, até que outro ato as modifique ou as revogue.
Art. 5º - Da presente Portaria será dado conhecimento imediato ao Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro – TCE/RJ e ao Departamento
de Pessoal e Pagamento da Secretaria Municipal de Administração.
Art. 6º - Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
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I – quando o percentual dos créditos pagos somados aos créditos parcelados e cancelados corresponder a 85% (oitenta e cinco por cento) ou
mais do percentual de efetividade em relação à cobrança administrativa no exercício anterior, serão mantidos, para o exercício seguinte, os prazos
previstos nos art. 3º, caput, 8º e 9º, da Resolução Conjunta SMF/PGM nº 001/2022; e
II – quando o percentual dos créditos pagos somados aos créditos parcelados e cancelados corresponder a menos de 85% (oitenta e cinco por
cento) do percentual de efetividade em relação à cobrança administrativa no exercício anterior: (a) a cobrança poderá ser repetida, pelas mesmas
formas ou outras que se mostrem mais eficazes e/ou econômicas; (b) através de Resolução Conjunta da SMF e PGM, poderão ser prorrogados os
prazos previstos nos art. 3º, caput, 8º e 9º, da Resolução Conjunta SMF/PGM nº 001/2022.
Art. 5º Os casos omissos serão decididos pela Secretária Municipal de Fazenda.
Art. 6º Esta Resolução entra em vigor na data da sua publicação.
O Subsecretário de Infraestrutura torna público o deferimento das solicitações de serviços funerários nos autos dos processos administrativos
deferidos em DEZEMBRO/2025.
9900248468/2025
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Carneiro de Adulto da Quadra “G”: (10/10/2022): 707 – Elza Borret Pedrosa, 296 – Josefa Francisca Ferreira, 514 – Valmir Malta Fagundes, 344
– Lucas Pereira de Souza Barcelos. (11/10/2022): 588 – Jair Rosa de Abreu. (12/10/2022): 258 – Vera Regina Lacerda Soares, 28 – Edyr
Gonçalves Bellas. (13/10/2022): 8 – Nilson da Silva Reis. (14/10/2022): 104 – Dagoberto Bittencourt de Mesquita Junior.
EDITAL
O chefe do Cemitério do Maruí torna público o seguinte: os restos mortais abaixo relacionados, e sepultados nessa necrópole no período de
17/10/2022 à 23/10/2022, serão retirados das sepulturas e recolhidos ao ossuário geral, em conformidade com o Decreto Municipal nº.
4.531/1985 e Decreto Municipal no 13.981/21. Havendo a intenção de resguardar os restos mortais conservando-os em outro local, devem os
interessados se manifestar administrativamente, por escrito, antes de completar-se o prazo legal de três (03) anos de sepultamento.
Gavetas de Adulto: (17/10/2022): 3499 – Francisca Madeira Gomes, 4562 – Gilson dos Reis, 404 – Vania Gonçalves Correa, 3677 – Evandro
Rubino Ribeiro, 4107 – Euclides Ventura da Silva Filho. (18/10/2022): 4203 – Geovana de Souza Bordez, 3908 – Ana Maria Andrade Torrão, 3322
– Elidia Francisca da Conceição, 3896 – Maria Auxiliadora da Silva Moura Pereira, Letra R – Neiva Macha, 1425 – Tania Marcia Manhães.
(19/10/2022): 832 – Nailde Rodrigues Vicente, 2219 – Marina da Conceição Hilario, 4044 – Antônio Mendes Dias, 1611 – Aledio de Medeiros
Sant’anna, 4492 – Kurt Helmut Silveira Pereira. (20/10/2022): 2178 – Luiz Fabiano Lima Muniz da Silva, 1645 – Maria Silva Abib, 189 – Carlos
Alberto da Silva Menezes. (21/10/2022): 1278 – Maria do Carmo Macedo Pacheco, 1200 – Teresa Cristina Soares Almeida, 796 – Celso
Mendonça, 1803 – Leila Antunes Correa, 3711 – Vera Maria Barbosa Dias, 3720 – Gabriel Conceição S. Monteiro, 2141 – Lukas de Oliveira
Duarte. (22/10/2022): 654 – Jurandy Fraga Duhamel, 2652 – Eduardo Luiz Santos Pinto, 3569 – Ana Maria de Oliveira. (23/10/2022): 2177 –
Suzete Peixoto, 1031 – Therezinha Cavalcante de Oliveira.
Gaveta de Adulto da Quadra “B”: (17/10/2022): 737 – Rosangela dos Santos Cavalcanti. (18/10/2022): 300 – Marina Pereira de Souza.
(19/10/2022): 763 – Maria Celia de Oliveira Rodrigues. (20/10/2022): 721 – Maria do Carmo Rubio Toscano. (22/10/2022): 329 – Vicente Barreto
Rodrigues, 752 – Irani Francisca Pereira da Silva, 512 – José Ricardo de Oliveira.
Carneiro de Adulto da Quadra “F”: 3979 – Nilza Soares da Costa.
Cova Rasa de Adulto da Quadra “13”: (21/10/2022): 486 – Pessoa Não Identificada, 487 – João Maria de Jesus. (22/10/2022): 488 – Neusa
Palopolis. (23/10/2022): 489 – Robson Antônio dos Santos
EDITAL
O chefe do Cemitério do Maruí torna público o seguinte: os restos mortais abaixo relacionados, e sepultados nessa necrópole no período de
24/10/2022 à 31/10/2022, serão retirados das sepulturas e recolhidos ao ossuário geral, em conformidade com o Decreto Municipal nº.
4.531/1985 e Decreto Municipal no 13.981/21. Havendo a intenção de resguardar os restos mortais conservando-os em outro local, devem os
interessados se manifestar administrativamente, por escrito, antes de completar-se o prazo legal de três (03) anos de sepultamento.
Gavetas de Adulto: (24/10/2022): 673 – Elza Carvalho Teixeira, 201 – Theo Resplandes Flores, 505 – Paulo Cesar Lima, 4116 – Suely da
Conceição. (25/10/2022): 958 – Jurandi Nelson Souza Cavalcanti, 859 – Clebio Rodrigues Lima. (26/10/2022): 3693 – Maria da Penha Pereira
Gomes, 766 – Ricardo da Silva, 3726 – Maria da Gloria Brito, 2582 – Sonia Maria Correa Mendonça. (27/10/2022): 1885 – Helena Maria do
Nascimento Muniz, 756 – José Francisco da Silva Sant’anna, 1791 – Nelson Agostinho Pontes. (28/10/2022): 911 – Lucia Regina de Oliveira, 753
– Antônio Carlos da Silva Costa, 1709 – Juan Carlos da Silva, 729 – Marlene Amalia de Jesus, 2202 – Anne Mary Dias Santos. (29/10/2022): 2256
– Raul Pioto Guimarães, 1606 – Erliete Campista Soares, 2077 – Sebastião Pereira da Cunha, 986 – Marcia Fonseca do Nascimento, 1253 –
Ivone da Conceição. (30/10/2022): 1210 – Luiz Eduardo Brandão Pinto, 3781 – Marli Amâncio Conceição, 4673 – João Francisco de Souza
Rodrigues, 2792 – Guilherme Brum. (31/10/2022): 1612 – Irene Mariano Sá Rego, 1958 – Nivaldina Siqueira, 2361 – Josué Viana da Silva, 1710 –
Alceu Domingo da Silva, 1502 – Getúlio Silva, 1633 – Sandra Chagas de Oliveira.
Gaveta de Adulto da Quadra “A”: (27/10/2022): 18 – Leilza Conceição Mello.
Gaveta de Adulto da Quadra “B”: (24/10/2022): 67 – Ana Maria Batista Alfredo Amâncio. (27/10/2022): 249 – Marcos de Oliveira. (28/10/2022):
296 – Mirandolina Cardozo Borges. (29/10/2022): 684 – Antônio Vasconcelos da Mota.
Carneiro de Adulto da Quadra “G”: (24/10/2022): 10 – André Luiz Nascimento Borges. (26/10/2022): 854 – Andrea da Silva Oliveira.
Gaveta de Anjo: (24/10/2023): 135 – Emanuely Victória Carvalho Souza, 163 – Helena Alvarenga Oliveira. (25/10/2023): 141 – Laura Moares dos
Santos.
PSICÓLOGO
CONVOCAÇÃO
JANAINA PINTO MUNIZ DE SOUSA, 59
ASSISTENTE SOCIAL
CONVOCAÇÃO
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NITERÓI PREV.
Atos do Presidente
PORTARIA Nº 001/NITPREV/2026- O PRESIDENTE DA NITERÓI PREV, no uso de suas atribuições legais, RESOLVE:
Designar os servidores abaixo identificados, para fiscalizar a execução do Contrato n° 41/2025, cujo objeto é a aquisição de 120 unidades de
pacotes de 1kg de açúcar. Processo nº 9900117338/2025.
Patrícia Araújo Ribeiro Della Torre – Matrícula n° 640689
Júlia Waissberg Sampaio - Matrícula: 640669
Danusa Matta de Sousa Tinoco - Matrícula: 640493 (suplente)
PORTARIA Nº 550/NITPREV/2025- O PRESIDENTE DA NITERÓI PREV, no uso de suas atribuições, considerando a Lei Municipal nº 2.288 de 29
de dezembro de 2005, que reestrutura o Regime Próprio de Previdência Social do Município de Niterói, RESOLVE:
Conceder, a contar de 30/04/2025, Aposentadoria por Idade e Tempo de Contribuição à servidora Maria Elizabeth De Magalhaes Talask,
Merendeira, nível 02, matrícula nº 1224.546-2, do Quadro Permanente de Pessoal da Administração Direta, lotada na Secretaria Municipal de
Assistência Social e Economia Solidária, com base no artigo 3º da Emenda Constitucional nº 47/2005 c/c o artigo 89, inciso IX, da Lei Municipal nº
531/1985, com os proventos fixados conforme o artigo 7º da EC nº 41/2003, nos termos do apurado no processo nº 9900140062/2025.
APOSTILA DE FIXAÇÃO DE PROVENTOS
Ficam fixados, a contar de 30/04/2025, em R$ 1.222,18 (mil duzentos e vinte e dois reais e dezoito centavos), os proventos mensais da
servidora Maria Elizabeth De Magalhaes Talask, Merendeira, nível 02, matrícula nº 1224.546- 2, do Quadro Permanente de Pessoal da
Administração Direta, lotada na Secretaria Municipal de Assistência Social e Economia Solidária, com os proventos fixados nos termos do artigo 7º
da EC nº 41/2003, conforme parcelas discriminadas abaixo:
Vencimento do cargo: Lei Municipal nº 3.932/2024, publicada em 11/07/2024 c/c o artigo 3º da Emenda Constitucional nº 47/2005 - R$ 905,32
Adicional por Tempo de Serviço - 35%: Artigos 98, inciso I, e 145, ambos da Lei Municipal nº 531/1985, calculada sobre o vencimento do cargo
integral - R$316,86
TOTAL: R$ 1.222,18
REPUBLICADO POR HAVER INCORREÇÃO
INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO
Processo n° 9900135035/2025: Autorizo, na forma da Lei, o ato de contratação por Inexigibilidade de Licitação, com fundamento no artigo 74,
inciso III, alínea “c” da Lei Federal n° 14.133/2021, combinado com o Decreto n° 14.730/2023, junto a PARAMITA TECNOLOGIA CONSULTORIA
FINANCEIRA LTDA, inscrito no CNPJ sob o n° 07.931.931/0001-52, no valor de R$ 124.344,00 (cento e vinte e quatro mil, trezentos e quarenta e
quatro reais), visando a contratação de Assessoria por meio de Software de Investimentos, acesso a plataforma QUANTUM AXIS.
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Sociedade Civil (OSC) para a gestão e operacionalização da Escola Niteroiense de Turismo 4.0, Niterói. O objetivo é reunir um conjunto de ações
integradas, visando transformar Niterói em um polo de referência em turismo inovador, capacitando profissionais, fomentando negócios e
promovendo soluções tecnológicas para o desenvolvimento sustentável do setor, através de uma colaboração mútua, em conformidade com a Lei
n° 13.019/2014 e o Decreto Municipal n° 13.996/21.
4. PARTICIPAÇÃO NO CHAMAMENTO PÚBLICO
4.1. Poderão participar deste Edital as organizações da sociedade civil (OSCs), assim consideradas aquelas definidas pelo art. 2º, inciso I, alíneas
“a”, “b” ou “c”, da Lei nº 13.019, de 2014 (com redação dada pela Lei nº 13.204, de 14 de dezembro de 2015):
a) entidade privada sem fins lucrativos (associação ou fundação) que não distribua entre os seus sócios ou associados, conselheiros, diretores,
empregados, doadores ou terceiros eventuais resultados, sobras, excedentes operacionais, brutos ou líquidos, dividendos, isenções de qualquer
natureza, participações ou parcelas do seu patrimônio, auferidos mediante o exercício de suas atividades, e que os aplique integralmente na
consecução do respectivo objeto social, de forma imediata ou por meio da constituição de fundo patrimonial ou fundo de reserva;
b) as sociedades cooperativas previstas na Lei nº 9.867, de 10 de novembro de 1999; as integradas por pessoas em situação de risco ou
vulnerabilidade pessoal ou social; as alcançadas por programas e ações de combate à pobreza e de geração de trabalho e renda; as voltadas para
fomento, educação e capacitação de trabalhadores rurais ou capacitação de agentes de assistência técnica e extensão rural; e as capacitadas
para execução de atividades ou de projetos de interesse público e de cunho social; ou
c) as organizações religiosas que se dediquem a atividades ou a projetos de interesse público e de cunho social distintas das destinadas a fins
exclusivamente religiosos.
4.2. Para participar deste Edital, a OSC deverá cumprir as seguintes exigências:
a) apresentar certidões negativas de contas julgadas irregulares, emitidas pelo Tribunal de
Contas da União - TCU e pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro - TCE/RJ e
b) declarar, conforme modelo constante no ANEXO I – DECLARAÇÃO DE CIÊNCIA E CONCORDÂNCIA, que está ciente e concorda com as
disposições previstas no Edital e seus anexos, bem como que se responsabilizam pela veracidade e legitimidade das informações e documentos
apresentados durante o processo de seleção.
4.3. Não é permitida a atuação em rede, nos termos do Artigo 35-A da Lei nº 13.019, de 2014, e dos Artigos 49 a 52 do Decreto nº 13.996/2021.
5. REQUISITOS E IMPEDIMENTOS PARA A CELEBRAÇÃO DO TERMO DE COLABORAÇÃO
5.1. Para a celebração do termo de colaboração, a OSC deverá atender aos seguintes requisitos:
a) ter objetivos estatutários ou regimentais voltados à promoção de atividades e finalidades de relevância pública e social, bem como compatíveis
com o objeto do instrumento a ser pactuado (art. 33, caput, inciso I, e art. 35, caput, inciso III, da Lei nº 13.019, de 2014). Estão dispensadas
desta exigência as organizações religiosas e as sociedades cooperativas (art. 33, §§ 2º e 3º, Lei nº 13.019, de 2014);
b) ser regida por normas de organização interna que prevejam expressamente que, em caso de dissolução da entidade, o respectivo patrimônio
líquido será transferido a outra pessoa jurídica de igual natureza que preencha os requisitos da Lei nº 13.019, de 2014, e cujo objeto social seja,
preferencialmente, o mesmo da entidade extinta (art. 33, caput, inciso III, Lei nº 13.019, de 2014) Estão dispensadas desta exigência as
organizações religiosas e as sociedades cooperativas (art. 33, §§
2º e 3º, Lei nº 13.019, de 2014);
c) ser regida por normas de organização interna que prevejam, expressamente, escrituração de acordo com os princípios fundamentais de
contabilidade e com as Normas Brasileiras de Contabilidade
(art. 33, caput, inciso IV, Lei nº 13.019, de 2014);
d) possuir, no momento da apresentação do Plano de Trabalho, no mínimo 3 (três) anos de existência, com cadastro ativo, comprovados por meio
de documentação emitida pela Secretaria da Receita Municipal do Brasil, com base no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica – CNPJ (art. 33,
caput, inciso V, alínea “a”, da Lei nº 13.019, de 2014);
e) possuir experiência prévia na realização, com efetividade, do objeto da parceria ou de natureza semelhante, pelo prazo mínimo de 1 (um) ano, a
ser comprovada no momento da apresentação do Plano de Trabalho e na forma do art. 41, caput, inciso III, do Decreto nº 13.996/2021 (art. 33,
caput, inciso V, alínea “b”, da Lei nº 13.019, de 2014, e art. 41, caput, inciso III, do Decreto nº 13.996/2021);
f) possuir instalações e outras condições materiais para o desenvolvimento do objeto da parceria e o cumprimento das metas estabelecidas ou,
alternativamente, prever a sua contratação ou
aquisição com recursos da parceria, a ser atestado mediante declaração do representante legal da OSC, conforme ANEXO II – DECLARAÇÃO
SOBRE INSTALAÇÕES E CONDIÇÕES MATERIAIS.
Não será necessária a demonstração de capacidade prévia instalada, sendo admitida a aquisição de bens e equipamentos ou a realização de
serviços de adequação de espaço físico para o cumprimento do objeto da parceria (art. 33, caput, inciso V, alínea “c” e §5º, da Lei nº 13.019, de
2014, e art. 41, caput, inciso XI e §1º, do Decreto nº 13.996/2021);
g) deter capacidade técnica e operacional para o desenvolvimento do objeto da parceria e o
cumprimento das metas estabelecidas, a ser comprovada na forma do art. 41, caput, inciso III, do Decreto nº 13.996/2021. Não será necessária a
demonstração de capacidade prévia instalada, sendo admitida a contratação de profissionais, a aquisição de bens e equipamentos ou a realização
de serviços de adequação de espaço físico para o cumprimento do objeto da parceria (art. 33, caput, inciso V, alínea “c” e §5º, da Lei nº 13.019,
de 2014, e art. 41, caput, inciso III e §1º, do Decreto nº 13.996/2021); h) apresentar certidões de regularidade fiscal, previdenciária, tributária, de
contribuições, de dívida ativa e trabalhista, na forma do art. 41, caput, incisos IV a VI e §§ 2º a 4º, do Decreto nº 13.996/2021 (art. 34, caput,
inciso II, da Lei nº 13.019, de 2014, e art. 41, caput, incisos IV a VI e §§
2º a 4º, do Decreto nº 13.996/2021);
i) apresentar certidão de existência jurídica expedida pelo cartório de registro civil ou cópia do estatuto registrado e eventuais alterações ou,
tratando-se de sociedade cooperativa, certidão simplificada emitida por junta comercial (art. 34, caput, inciso III, da Lei nº 13.019, de 2014);
j) apresentar cópia da ata de eleição do quadro dirigente atual, bem como relação nominal atualizada dos dirigentes da entidade, conforme
estatuto, com endereço, telefone, endereço de correio eletrônico, número e órgão expedidor da carteira de identidade e número de registro no
Cadastro de Pessoas Físicas – CPF de cada um deles, conforme ANEXO III – DECLARAÇÃO DO ART. 42, VII, DO DECRETO Nº 13.996/2021, E
RELAÇÃO DOS DIRIGENTES DA ENTIDADE (art. 34, caput, incisos V e VI, da Lei nº 13.019, de 2014);
k) comprovar que funciona no endereço declarado pela entidade, por meio de cópia de documento hábil, a exemplo de conta de consumo ou
contrato de locação (art. 34, caput, inciso VII, da Lei nº 13.019, de 2014); e
l) atender às exigências previstas na legislação específica, na hipótese de a OSC se tratar de
sociedade cooperativa (art. 2º, inciso I, alínea “b”, e art. 33, §3º, Lei nº 13.019, de 2014).
5.2. Ficará impedida de celebrar o termo de colaboração a OSC que:
a) não esteja regularmente constituída ou, se estrangeira, não esteja autorizada a funcionar no
território nacional (art. 39, caput, inciso I, da Lei nº 13.019, de 2014);
b) esteja omissa no dever de prestar contas de parceria anteriormente celebrada (art. 39, caput,
inciso II, da Lei nº 13.019, de 2014);
c) tenha, em seu quadro de dirigentes, membro de Poder ou do Ministério Público, ou dirigente de órgão ou entidade da administração pública
municipal, estendendo-se a vedação aos respectivos cônjuges, companheiros e parentes em linha reta, colateral ou por afinidade, até o segundo
grau, exceto em relação às entidades que, por sua própria natureza, sejam constituídas pelas autoridades referidas. Não são considerados
membros de Poder os integrantes de conselhos de direitos e de políticas públicas (art. 39, caput, inciso III e §§ 5º e 6º, da Lei nº 13.019, de 2014,
e art. 42, caput, inciso I e §§ 1º e 2º, do Decreto nº 13.996/2021);
d) tenha tido as contas rejeitadas pela administração pública nos últimos 5 (cinco) anos, exceto se for sanada a irregularidade que motivou a
rejeição e quitados os débitos eventualmente imputados, ou for reconsiderada ou revista a decisão pela rejeição, ou, ainda, a apreciação das
contas estiver pendente de decisão sobre recurso com efeito suspensivo (art. 39, caput, inciso IV, da Lei nº 13.019, de 2014);
e) tenha sido punida, pelo período que durar a penalidade, com suspensão de participação em licitação e impedimento de contratar com a
administração pública municipal, com declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a administração pública, com a sanção prevista no
inciso II do art. 73 da Lei nº 13.019, de 2014, ou com a sanção prevista no inciso III do art. 73 da Lei nº 13.019, de 2014 (art. 39, caput, inciso V,
da Lei nº 13.019, de 2014);
f) tenha tido contas de parceria julgadas irregulares ou rejeitadas por Tribunal ou Conselho de Contas de qualquer esfera da Federação, em
decisão irrecorrível, nos últimos 8 (oito) anos (art. 39, caput, inciso VI, da Lei nº 13.019, de 2014); ou
g) tenha entre seus dirigentes pessoa cujas contas relativas a parcerias tenham sido julgadas irregulares ou rejeitadas por Tribunal ou Conselho de
Contas de qualquer esfera da Federação, em decisão irrecorrível, nos últimos 8 (oito) anos; que tenha sido julgada responsável por falta grave e
inabilitada para o exercício de cargo em comissão ou função de confiança, enquanto durar a inabilitação; ou que tenha sido considerada
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responsável por ato de improbidade, enquanto durarem os prazos estabelecidos nos incisos I, II e III do art. 12 da Lei nº 8.429, de 2 de junho de
1992 (art. 39, caput, inciso VII, da Lei nº 13.019, de 2014).
6. COMISSÃO DE SELEÇÃO
6.1. A Comissão de Seleção é o órgão colegiado destinado a processar e julgar o presente chamamento público, constituída na forma da Portaria
nº 81/2025 da Niterói Empresa de Lazer e Turismo, publicada em Diário Oficial do Município de Niterói no dia 02/08/2025.
6.2. Deverá se declarar impedido membro da Comissão de Seleção que tenha participado, nos últimos 5 (cinco) anos, contados da publicação do
presente Edital, como associado, cooperado, dirigente, conselheiro ou empregado de qualquer OSC participante do chamamento público, ou cuja
atuação no processo de seleção configure conflito de interesse. (art. 27, §§ 2º e 3º, da Lei nº 13.019, de 2014, e art. 14, §§ 1º e 2º, do Decreto nº
13.996/2021).
6.3. A declaração de impedimento de membro da Comissão de Seleção não obsta a continuidade do processo de seleção. Configurado o
impedimento, o membro impedido deverá ser imediatamente substituído por membro que possua qualificação equivalente à do substituído, sem
necessidade de divulgação de novo Edital (art. 27, §§ 1º a 3º, da Lei nº 13.019, de 2014, e art. 14, §§ 1º e 2º, Decreto nº 13.996/2021).
6.4. Para subsidiar seus trabalhos, a Comissão de Seleção poderá solicitar assessoramento técnico de especialista que não seja membro desse
colegiado.
6.5. A Comissão de Seleção poderá realizar, a qualquer tempo, diligências para verificar a autenticidade das informações e documentos
apresentados pelas entidades concorrentes ou para esclarecer dúvidas e omissões. Em qualquer situação, devem ser observados os princípios da
isonomia, da impessoalidade, da transparência e princípio da verdade real.
7. DA FASE DE SELEÇÃO
7.1. A fase de seleção observará as seguintes etapas:
Tabela 1
ETAPA DESCRIÇÃO DA ETAPA DATAS
Publicação do Edital de Chamamento
1 06/01/2026
Público.
2 Envio das propostas pelas OSCs. Até 05/02/2026
Etapa competitiva de avaliação das
3 Até 27/02/2026
propostas pela Comissão de Seleção.
Até 30 (trinta) dias corridos,
4 Divulgação do resultado preliminar. podendo ser prorrogado mediante
justificativa
Interposição de recursos contra o
5 05 (cinco) dias úteis
resultado preliminar.
Análise dos recursos pela Comissão de
6 05 (cinco) dias úteis
Seleção.
Homologação e publicação do resultado
definitivo da fase de seleção, com
7 Até 15 (quinze) dias úteis
divulgação das decisões recursais
proferidas (se houver).
7.2. Conforme exposto adiante, a verificação do cumprimento dos requisitos para a celebração da parceria (arts. 33 e 34 da Lei nº 13.019, de
2014) e a não ocorrência de impedimento para a celebração da parceria (art. 39 da Lei nº 13.019, de 2014) é posterior à etapa competitiva de
julgamento das propostas, sendo exigível apenas da OSC selecionada, nos termos do art. 28 da Lei nº 13.019, de 2014.
7.3. Etapa 1: Publicação do Edital de Chamamento Público.
7.3.1. O presente Edital será divulgado no sítio eletrônico [Link] (Chamada Pública), com prazo mínimo de 30 (trinta) dias corridos,
para a apresentação das propostas, contado da data de publicação do Edital.
7.3.2. O extrato será publicado no Diário Oficial do Município previamente ou até o dia da publicação do Edital em [Link] e deverá
indicar o local e os endereços eletrônicos nos quais os interessados poderão obter a íntegra do documento.
7.4. Etapa 2: Envio das propostas pelas OSCs
7.4.1. O prazo para a apresentação de propostas será de 30 (trinta) dias corridos, contados da data de publicação do Edital, e deverão ser
protocoladas até às 16h00 horas a partir da Publicação do Aviso de Chamamento Público.
7.4.2. As propostas deverão ser encaminhadas em envelope fechado e com identificação da instituição proponente e meios de contato, com a
inscrição “Proposta – Edital de Chamamento Público nº 02/2025”, e entregues via postal (SEDEX ou carta registrada com aviso de recebimento)
ou pessoalmente, no Setor de Protocolo da Niterói Empresa de Lazer de Turismo, aos cuidados da Comissão de Seleção, no seguinte endereço:
Estrada Leopoldo Froes, nº 773, São Francisco, Niterói/RJ, das 10h00 às 16h00.
7.4.3. A proposta, em uma única via impressa, deverá ter todas as folhas rubricadas e numeradas sequencialmente e, ao final, ser assinada pelo
representante legal da OSC proponente. Também deve ser entregue uma cópia em versão digital (CD ou pen drive) da proposta.
7.4.4. Após de 30 (trinta) dias corridos para apresentação das propostas, nenhuma outra será recebida, assim como não serão aceitos adendos
ou esclarecimentos que não forem explícita e formalmente solicitados pela administração pública municipal.
7.4.5. Cada OSC poderá apresentar apenas uma proposta. Caso venha a apresentar mais de uma proposta dentro do prazo, será considerada
apenas a última proposta enviada para análise, a última enviada conforme item 7.4.2. deste Edital.
7.4.6. Observado o disposto no item 7.5.3 deste Edital, as propostas deverão conter, no mínimo, as seguintes informações:
a) a descrição da realidade objeto da parceria e o nexo com a atividade ou o projeto proposto;
b) as ações a serem executadas, as metas a serem atingidas e os indicadores que aferirão o cumprimento das metas;
c) os prazos para a execução das ações e para o cumprimento das metas; e d) o valor global.
7.4.7. Somente serão avaliadas as propostas que forem protocoladas na sede da Neltur ou que possuírem o devido registro de aviso de
recebimento, no caso de envio postal, até o prazo limite de envio das propostas pelas OSCs constante da Tabela 1.
7.5. Etapa 3: Etapa competitiva de avaliação das propostas pela Comissão de Seleção.
7.5.1. Nesta etapa, de caráter eliminatório e classificatório, a Comissão de Seleção analisará as propostas apresentadas pelas OSCs
concorrentes. A análise e o julgamento de cada proposta serão realizados pela Comissão de Seleção, que terá total independência técnica para
exercer seu julgamento.
7.5.2. A Comissão de Seleção terá o prazo estabelecido na Tabela 1 para conclusão do julgamento das propostas e divulgação do resultado
preliminar do processo de seleção, podendo tal prazo ser prorrogado, de forma devidamente justificada, por até mais 30 (trinta) dias.
7.5.3. As propostas deverão conter informações que atendem aos critérios de julgamento estabelecidos na Tabela 2 abaixo, observado o contido
no ANEXO VII - DE PLANO DE TRABALHO REFERENCIAL.
7.5.4. A avaliação individualizada e a pontuação serão feitas com base nos critérios de julgamento apresentados no quadro a seguir:
Tabela 2
Critérios de Metodologia de Pontuação Pontuação
Julgamento Máxima por
Item
(A) Informações - Grau pleno de atendimento 4,0
sobre ações a (4,0 pontos)
serem - Grau satisfatório de
executadas, atendimento (2,0 pontos)
metas a serem - O não atendimento ou o
atingidas, atendimento insatisfatório (0,0).
indicadores que OBS.: A atribuição de nota “zero” neste
aferirão o critério implica eliminação da proposta,
cumprimento das por força do art. 26, §2º, incisos II e III,
metas e prazos do Decreto nº 13.996/2021.
para a execução
das ações e para
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o cumprimento
das metas
(B) Adequação da - Grau pleno de adequação 2,0
proposta aos (2,0)
objetivos da - Grau satisfatório de
política, do plano, adequação (1,0)
do programa ou - O não atendimento ou o
da ação em que atendimento insatisfatório do requisito
se insere a de adequação (0,0).
parceria OBS.: A atribuição de nota “zero” neste
critério implica a eliminação da
proposta, por força do caput do art. 27
da Lei nº 13.019, de 2014, c/c art. 13º,
§2º, inciso I, do Decreto nº
13.996/2021.
(C) Descrição da - Grau pleno da descrição 1,0
realidade objeto (1,0)
da parceria e do - Grau satisfatório da
nexo entre essa descrição (0,5)
realidade e a - O não atendimento ou o
atividade ou atendimento insatisfatório (0,0).
projeto proposto OBS.: A atribuição de nota “zero” neste
critério implica eliminação da proposta,
por força do art. 26,
§2º, inciso I, do Decreto nº
13.996/2021.
(D) Adequação da - O valor global proposto é, 1,0
proposta ao valor pelo menos, 10% (dez por cento) mais
de referência baixo do que o valor de referência (1,0);
constante do - O valor global proposto é
Edital, com igual ou até 10% (dez por cento),
menção expressa exclusive, mais baixo do que o valor de
ao valor global da referência (0,5);
proposta - O valor global proposto é
superior ao valor de referência (0,0).
(E) Capacidade - Grau pleno de capacidade 2,0
técnicooperacional técnico-operacional com experiência de
da instituição 12 meses ou mais (2,0).
proponente, por - Grau satisfatório de
meio de capacidade técnico-operacional (1,0).
experiência - O não atendimento ou o
comprovada no atendimento insatisfatório do requisito
portfólio de de capacidade técnico-operacional
realizações na (0,0).
gestão de
atividades ou
projetos
relacionados ao
objeto da parceria OBS.: A atribuição de nota “zero” neste
ou de natureza critério implica eliminação da proposta,
semelhante por falta de capacidade técnica e
operacional da OSC (art. 33, caput,
inciso V, alínea “c”, da Lei nº 13.019, de
2014).
Pontuação Máxima Global 10,0
7.5.5. A falsidade de informações nas propostas, sobretudo com relação ao critério de julgamento (E), deverá acarretar a eliminação da
proposta, podendo ensejar, ainda, a aplicação de sanção administrativa contra a instituição proponente e comunicação do fato às autoridades
competentes, inclusive para apuração do cometimento de eventual crime.
7.5.6. O proponente deverá descrever minuciosamente as experiências relativas ao critério de julgamento (E), informando as atividades ou
projetos desenvolvidos, sua duração, financiador(es), local ou abrangência, beneficiários, resultados alcançados, dentre outras informações que
julgar relevantes. A comprovação documental de tais experiências dar-se-á nas Etapas 1 a 3 da fase de celebração, sendo que qualquer falsidade
ou fraude na descrição das experiências ensejará as providências indicadas no subitem anterior. 7.5.7. Serão eliminadas aquelas propostas:
a) cuja pontuação total for inferior a 6,0 (seis) pontos;
b) que recebam nota “zero” nos critérios de julgamento (A), (B), (C) ou (E); ou ainda que não contenham, no mínimo, as seguintes informações: a
descrição da realidade objeto da parceria e o nexo com a atividade ou o projeto proposto; as ações a serem executadas, as metas a serem
atingidas e os indicadores que aferirão o cumprimento das metas; os prazos para a execução das ações e para o cumprimento das metas; e o
valor global proposto (art. 25, §2º, incisos I a IV, do Decreto nº
13.996/2021);
c) que estejam em desacordo com o Edital (art. 25, §2º, do Decreto nº 13.996/2021); ou
d) com valor incompatível com o objeto da parceria, a ser avaliado pela Comissão de Seleção à luz da estimativa realizada na forma do §8º do art.
13 do Decreto nº 13.996/2021, e de eventuais diligências complementares, que ateste a inviabilidade econômica e financeira da proposta, inclusive
à luz do orçamento disponível.
7.5.8. As propostas não eliminadas serão classificadas, em ordem decrescente, de acordo com a pontuação total obtida com base na Tabela
2, assim considerada a média aritmética das notas lançadas por cada um dos membros da Comissão de Seleção, em relação a cada um dos
critérios de julgamento.
7.5.9. No caso de empate entre duas ou mais propostas, o desempate será feito com base na maior pontuação obtida no critério de
julgamento (A). Persistindo a situação de igualdade, o desempate será feito com base na maior pontuação obtida, sucessivamente, nos critérios de
julgamento (B), (E) e (D). Caso essas regras não solucionem o empate, será considerada vencedora a entidade com mais tempo de constituição e,
em último caso, a questão será decidida por sorteio.
7.5.10. Será obrigatoriamente justificada a seleção de proposta que não for a mais adequada ao valor de referência constante do
chamamento público, levando-se em conta a pontuação total obtida e a proporção entre as metas e os resultados previstos em relação ao valor
proposto, vedada a seleção de proposta com valor global que exceda em 15% (quinze por cento) do valor de referência estipulado no Edital. (art.
27, §5º, da Lei nº 13.019, de 2014 e §5º do art. 26 do Decreto nº 13.996/2021).
7.6. Etapa 4: Divulgação do resultado preliminar. A Neltur divulgará o resultado preliminar do julgamento das propostas realizado pela
comissão de seleção no seu sítio eletrônico oficial – [Link], em conformidade com o cronograma do chamamento público constante do
Edital, iniciando-se o prazo para recurso.
7.7. Etapa 5: Interposição de recursos contra o resultado preliminar. Haverá fase recursal após a divulgação do resultado preliminar do
processo de seleção.
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7.7.1. As organizações da sociedade civil poderão apresentar recurso contra o resultado preliminar, no prazo de 05 (cinco dias) úteis, contado da
publicação da decisão, ao colegiado que a proferiu.
7.7.2. Os recursos serão apresentados por escrito e entregues por e-mail para chamamentopublico@[Link], por via postal (SEDEX ou
carta registrada com aviso de recebimento) ou pessoalmente para a Comissão de Seleção, no endereço constante no item 7.4.2 deste Edital.
7.7.3. É assegurado aos participantes obter cópia dos elementos dos autos indispensáveis à defesa de seus interesses, preferencialmente por via
eletrônica, arcando somente com os devidos custos.
7.7.4. Interposto recurso, a administração pública dará ciência, no seu sítio eletrônico oficial, para que os interessados apresentem suas
contrarrazões no prazo de 05 (cinco) dias úteis, contado imediatamente após o encerramento do prazo recursal.
7.8. Etapa 6:Análise dos recursos pela Comissão de Seleção.
7.8.1. Havendo recursos, a Comissão de Seleção os analisará.
7.8.2. Recebido o recurso, a Comissão de Seleção poderá reconsiderar sua decisão no prazo de 5 (cinco) dias úteis, contados do fim do prazo
para recebimento das contrarrazões, ou, dentro desse mesmo prazo, encaminhar o recurso à Presidência da Neltur, com as informações
necessárias à decisão final.
7.8.3. A decisão final do recurso, devidamente motivada, deverá ser proferida no prazo máximo de 15 (quinze) dias úteis, contado do recebimento
do recurso. A motivação deve ser explícita, clara e congruente, podendo consistir em declaração de concordância com fundamentos de anteriores
pareceres, informações, decisões ou propostas, que, neste caso, serão parte integrante do ato decisório. Não caberá novo recurso contra esta
decisão (§4º do art. 28 do Decreto nº 13.996/2021)
7.8.4. Na contagem dos prazos, exclui-se o dia do início e inclui-se o do vencimento. Os prazos se iniciam e expiram exclusivamente em dia útil
no âmbito do órgão ou entidade responsável pela condução do processo de seleção.
7.8.5. O acolhimento de recurso implicará invalidação apenas dos atos insuscetíveis de aproveitamento.
7.8.6. A falta de manifestação de interposição de recursos dentro do prazo estipulado por este Edital implicará na antecipação do prazo de
homologação e publicação do resultado definitivo da fase de seleção.
7.9. Etapa 7: Homologação e publicação do resultado definitivo da fase de seleção, com divulgação das decisões recursais proferidas
(se houver). Após o julgamento dos recursos ou o transcurso do prazo para interposição de recurso, o administrador público deverá homologar e
divulgar, no sítio [Link] as decisões recursais proferidas e o resultado definitivo do processo de seleção.
7.9.1. A homologação não gera direito para a OSC à celebração da parceria (art. 27, §6º, da Lei nº 13.019, de 2014).
7.9.2. Após o recebimento e julgamento das propostas, havendo uma única entidade com proposta classificada (não eliminada), e desde que
atendidas as exigências deste Edital, a administração pública poderá dar prosseguimento ao processo de seleção e convocá-la para iniciar o
processo de celebração, nos termos dos artigos 38 e seguintes do Decreto nº 13.996/2021.
8. DA FASE DE CELEBRAÇÃO
8.1. A fase de celebração observará as seguintes etapas até a assinatura do instrumento de parceria:
Tabela 3
ETAPA DESCRIÇÃO DA ETAPA
1 Convocação da OSC selecionada para apresentação do Plano de Trabalho e
comprovação do atendimento dos requisitos para celebração da parceria e
de que não incorre nos impedimentos (vedações) legais.
2 Verificação do cumprimento dos requisitos para celebração da parceria e de
que não incorre nos impedimentos (vedações) legais. Análise do Plano de
Trabalho.
3 Ajustes no Plano de Trabalho e regularização de documentação, se
necessário.
4 Parecer de órgão técnico e assinatura do termo de colaboração.
5 Publicação do extrato do termo de colaboração no Diário Oficial do
Município.
8.2. Etapa 1: Convocação da OSC selecionada para apresentação do Plano de Trabalho e comprovação do atendimento dos requisitos
para celebração da parceria e de que não incorre nos impedimentos (vedações) legais. Para a celebração da parceria, a administração
pública municipal convocará a OSC selecionada para, no prazo de até 15 (quinze) dias úteis a partir da convocação, apresentar o seu Plano de
Trabalho pormenorizado (art. 40 do Decreto nº 13.996/2021) e a documentação exigida para comprovação dos requisitos para a celebração da
parceria e de que não incorre nos impedimentos legais (inciso I do caput do art. 2º, incisos I a V do caput do art. 33 e os incisos II a VII do caput do
art. 34 da e 39 da Lei nº 13.019, de 2014, e arts. 83 e 84 do Decreto nº 13.996/2021).
8.2.1. Por meio do Plano de Trabalho, a OSC selecionada deverá apresentar o detalhamento da proposta submetida e aprovada no processo de
seleção, com todos os pormenores exigidos pela legislação (em especial o art. 22 da Lei nº 13.019, de 2014, e o art. 40 do Decreto nº
13.996/2021), observados os
ANEXOS IV – MODELO DE PLANO DE TRABALHO e ANEXO V – DO TERMO DE COLABORAÇÃO.
8.2.2. O Plano de Trabalho deverá conter, no mínimo, os seguintes elementos:
a) a descrição da realidade objeto da parceria, devendo ser demonstrado o nexo com a atividade
ou o projeto e com as metas a serem atingidas;
b) a forma de execução das ações, indicando, quando cabível, as que demandarão atuação em
rede;
c) a descrição de metas quantitativas e mensuráveis a serem atingidas;
d) a definição dos indicadores, documentos e outros meios a serem utilizados para a aferição do
cumprimento das metas;
e) a previsão de receitas e a estimativa de despesas a serem realizadas na execução das ações, incluindo os encargos sociais e trabalhistas e a
discriminação dos custos diretos e indiretos necessários à execução do objeto;
f) os valores a serem repassados mediante cronograma de desembolso; e
g) as ações que demandarão pagamento em espécie, quando for o caso (art. 64 do Decreto nº 13.996/2021)
8.2.3. A previsão de receitas e despesas de que trata a alínea “e” do item anterior deverá incluir os elementos indicativos da mensuração da
compatibilidade dos custos apresentados com os preços praticados no mercado ou com outras parcerias da mesma natureza, tais como cotações,
tabelas de preços de associações profissionais, publicações especializadas ou quaisquer outras fontes de informação disponíveis ao público (§1º
do art. 40 do Decreto nº 13.996/2021).
8.2.4. Além da apresentação do Plano de Trabalho, a OSC selecionada, no mesmo prazo acima de 15 (quinze) dias úteis, deverá comprovar o
cumprimento dos requisitos previstos no inciso I do caput do art. 2º, nos incisos I a V do caput do art. 33 e nos incisos II a VII do caput do art. 34
da Lei nº 13.019, de 2014, e a não ocorrência de hipóteses que incorram nas vedações de que trata o art. 39 da referida Lei, que serão verificados
por meio da apresentação dos seguintes documentos:
I - cópia do estatuto registrado e suas alterações, em conformidade com as exigências previstas no art. 33 da Lei nº 13.019, de 2014, constando
normas de organização interna que prevejam expressamente:
a) Objetivos voltados à promoção de atividades e finalidades de relevância pública e social;
b) Que, em caso de dissolução da entidade, o respectivo patrimônio líquido seja transferido a outra pessoa jurídica de igual natureza que preencha
os requisitos deste Decreto e cujo objeto social seja, preferencialmente, o mesmo da entidade extinta; e
c) Escrituração de acordo com os princípios fundamentais de contabilidade e com as Normas Brasileiras de Contabilidade.
II - Comprovante de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ, emitido no sítio eletrônico oficial da Secretaria da Receita
Federal do Brasil, para demonstrar que a OSC existe há, no mínimo, três anos com cadastro ativo;
III - Comprovantes de experiência prévia na realização do objeto da parceria ou de objeto de natureza semelhante de, no mínimo, um ano de
capacidade técnica e operacional, podendo ser admitidos, sem prejuízo de outros:
a) Instrumentos de parceria firmados com órgãos e entidades da administração pública,
organismos internacionais, empresas ou outras organizações da sociedade civil;
b) Relatórios de atividades com comprovação das ações desenvolvidas;
c) Publicações, pesquisas e outras formas de produção de conhecimento realizadas pela OSC ou a respeito dela;
d) Currículos profissionais de integrantes da OSC, sejam dirigentes, conselheiros,
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certidão de apostilamento do instrumento da parceria, no exercício em que a despesa estiver consignada (art. 39, parágrafo único, e art. 67, §1º,
inciso II, ambos do Decreto nº 13.996/2021).
9.4. O valor total de recursos disponibilizados será de R$ 2.200.000,00 (dois milhões e duzentos mil reais) para um período de 12 (doze)
meses. Nos casos das parcerias com vigência plurianual ou firmadas em exercício financeiro seguinte ao da seleção, a previsão dos créditos
necessários para garantir a execução das parcerias será indicada nos orçamentos dos exercícios seguintes.
9.5. O valor de referência para a realização do objeto do termo de colaboração é de R$ 2.200.000,00 (dois milhões e duzentos mil reais),
conforme disposto no ANEXO VII - DE PLANO DE TRABALHO REFERENCIAL. O exato valor a ser repassado será definido no termo de
colaboração, observada a proposta apresentada pela OSC selecionada.
9.6. As liberações de recursos obedecerão ao cronograma de desembolso, que guardará consonância com as metas da parceria, observado o
disposto no art. 48 da Lei nº 13.019, de 2014, e nos arts. 53 e 54 do do Decreto nº 13.996/2021.
9.7. Nas contratações e na realização de despesas e pagamentos em geral efetuados com recursos da parceria, a OSC deverá observar o
instrumento de parceria e a legislação regente, em especial o disposto nos incisos XIX e XX do art. 42, nos arts. 45 e 46 da Lei nº 13.019, de 2014,
e nos arts. 53 a 62 do Decreto nº 13.996/2021. É recomendável a leitura integral dessa legislação, não podendo a OSC ou seu dirigente alegar,
futuramente, que não a conhece, seja para deixar de cumpri-la, seja para evitar as sanções cabíveis.
9.8. Todos os recursos da parceria deverão ser utilizados para satisfação de seu objeto, sendo admitidas, dentre outras despesas previstas e
aprovadas no Plano de Trabalho (art. 46 da Lei nº 13.019, de 2014):
a) remuneração da equipe encarregada da execução do Plano de Trabalho, inclusive de pessoal próprio da OSC, durante a vigência da parceria,
compreendendo as despesas com pagamentos de impostos, contribuições sociais, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS, férias,
décimo terceiro salário, salários proporcionais, verbas rescisórias e demais encargos sociais e trabalhistas;
b) diárias referentes a deslocamento, hospedagem e alimentação nos casos em que a execução do objeto da parceria assim o exija;
c) custos indiretos necessários à execução do objeto, seja qual for a proporção em relação ao valor total da parceria (aluguel, telefone, assessoria
jurídica, contador, água, energia, dentre outros); e
d) aquisição de equipamentos e materiais permanentes essenciais à consecução do objeto e serviços de adequação de espaço físico, desde que
necessários à instalação dos referidos equipamentos e materiais.
9.9. É vedado remunerar, a qualquer título, com recursos vinculados à parceria, servidor ou empregado público, inclusive aquele que exerça cargo
em comissão ou função de confiança, de órgão ou entidade da administração pública municipal celebrante, ou seu cônjuge, companheiro ou
parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o segundo grau, ressalvadas as hipóteses previstas em lei específica ou na Lei de Diretrizes
Orçamentárias.
9.10. Eventuais saldos financeiros remanescentes dos recursos públicos transferidos, inclusive os provenientes das receitas obtidas das
aplicações financeiras realizadas, serão devolvidos à administração pública por ocasião da conclusão, denúncia, rescisão ou extinção da parceria,
nos termos do art. 52 da Lei nº 13.019, de 2014.
9.11. O instrumento de parceria será celebrado de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira, respeitado o interesse público e
desde que caracterizadas a oportunidade e conveniência administrativas. A seleção de propostas não obriga a administração pública a firmar o
instrumento de parceria com quaisquer dos proponentes, os quais não têm direito subjetivo ao repasse financeiro.
10. CONTRAPARTIDA
10.1. Não será exigida contrapartida financeira ou econômica da Organização da Sociedade Civil – OSC selecionada, nos termos do art. 35 da Lei
nº 13.019/2014, tendo em vista o relevante interesse público do objeto da parceria, voltado ao desenvolvimento do turismo no Município de Niterói.
10.2. A não exigência de contrapartida não afasta as obrigações operacionais necessárias à plena execução do objeto, dentre as quais se inclui a
disponibilização de segundo espaço físico para a realização das atividades da Escola Niteroiense de Turismo 4.0.
10.3. A execução das atividades da parceria ocorrerá:
I - no Centro de Atendimento ao Turista do Caminho Niemeyer, localizado no bairro do Centro, sob responsabilidade da NELTUR; e
II - em espaço físico adicional a ser disponibilizado pela OSC selecionada, conforme previsto no Item 1 e no Item 13.4 do ANEXO VII – de Plano
de Trabalho Referencial.
10.4. No que se refere às despesas necessárias ao funcionamento dos espaços, caberá:
I - à NELTUR, a responsabilidade pelas despesas de água, energia elétrica, IPTU, telefonia, internet e demais encargos relacionados ao Centro de
Atendimento ao Turista do Caminho Niemeyer;
II - à OSC selecionada, a responsabilidade pelas despesas de água, energia elétrica, IPTU, telefonia, internet, aluguel e demais encargos
relacionados ao segundo espaço físico que vier a disponibilizar.
10.5. A disponibilização do segundo espaço físico pela OSC constitui condição para a adequada execução do objeto da parceria, não se
caracterizando como contrapartida, mas como obrigação inerente ao Plano de Trabalho aprovado.
11. DISPOSIÇÕES FINAIS
11.1. O presente Edital será divulgado em página do sítio eletrônico oficial da Niterói Empresa de Lazer e Turismo na internet ([Link]),
com prazo de 30 (trinta) dias para a apresentação das propostas, contado da data de publicação do Edital.
11.2. Qualquer pessoa poderá impugnar o presente Edital, no prazo de 05 (dias) dias úteis da data-
limite para envio das propostas, de forma eletrônica, pelo e-mail chamamentopublico@[Link] ou por petição dirigida ou protocolada no
endereço informado no subitem 7.4.2 deste Edital. A resposta às impugnações caberá à Presidência da Neltur, auxiliada pelo Presidente da
Comissão de Seleção.
11.2.1. Os pedidos de esclarecimentos, decorrentes de dúvidas na interpretação deste Edital e de seus anexos, deverão ser encaminhados no
prazo de 05 (dias) dias úteis dias da data-limite para envio da proposta, exclusivamente de forma eletrônica, pelo e-mail:
chamamentopublico@[Link]. Os esclarecimentos serão prestados pela Comissão de Seleção.
11.2.2. As impugnações e pedidos de esclarecimentos não suspendem os prazos previstos no Edital. As respostas às impugnações e os
esclarecimentos prestados serão juntados nos autos do processo de Chamamento Público e estarão disponíveis para consulta por qualquer
interessado.
11.2.3. As retificações do instrumento convocatório, por iniciativa oficial ou provocadas por eventuais impugnações, obrigarão a todos os licitantes,
devendo ser publicadas no Diário Oficial do Município e divulgadas por meio eletrônico na internet, reabrindo-se o prazo inicialmente estabelecido,
exceto quando, inquestionavelmente, a modificação não alterar a formulação das propostas.
11.3. A Niterói Empresa de Lazer e Turismo resolverá os casos omissos e as situações não previstas no presente Edital, observadas as
disposições legais e os princípios que regem a administração pública.
11.4. A qualquer tempo, o presente Edital poderá ser revogado por interesse público ou anulado, no todo ou em parte, por vício insanável, sem
que isso implique direito a indenização ou reclamação de qualquer natureza.
11.5. O proponente é responsável pela fidelidade e legitimidade das informações prestadas e dos documentos apresentados em qualquer fase do
Chamamento Público. A falsidade de qualquer documento apresentado ou a inverdade das informações nele contidas poderá acarretar a
eliminação da proposta apresentada, a aplicação das sanções administrativas cabíveis e a comunicação do fato às autoridades competentes,
inclusive para apuração do cometimento de eventual crime. Além disso, caso a descoberta da falsidade ou inverdade ocorra após a celebração da
parceria, o fato poderá dar ensejo à rescisão do instrumento, rejeição das contas e/ou aplicação das sanções de que trata o art. 73 da Lei nº
13.019, de 2014.
11.6. A administração pública não cobrará das entidades concorrentes taxa para participar deste Chamamento Público.
11.7. Todos os custos decorrentes da elaboração das propostas e quaisquer outras despesas correlatas à participação no Chamamento Público
serão de inteira responsabilidade das entidades concorrentes, não cabendo nenhuma remuneração, apoio ou indenização por parte da
administração pública.
11.8. O presente Edital terá vigência de 1 (um) ano a contar da data da homologação do resultado definitivo, podendo ser prorrogado por 1(um)
ano.
11.9. Constituem anexos do presente Edital, dele fazendo parte integrante:
ANEXO I - DECLARAÇÃO DE CIÊNCIA E CONCORDÂNCIA;
ANEXO II - DECLARAÇÃO SOBRE INSTALAÇÕES E CONDIÇÕES MATERIAIS;
ANEXO III - DECLARAÇÃO DO ART. 42 DO DECRETO Nº 13.996-2021 E RELAÇÃO DOS
DIRIGENTES DA ENTIDADE;
ANEXO IV - MODELO DE PLANO DE TRABALHO;
ANEXO V - DO TERMO DE COLABORAÇÃO;
ANEXO VI - DECLARAÇÃO DA NÃO OCORRÊNCIA DE IMPEDIMENTOS; e
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...........................................................................................
(Nome e Cargo do Representante Legal da OSC)
ANEXO II - DECLARAÇÃO SOBRE INSTALAÇÕES E CONDIÇÕES MATERIAIS
DECLARAÇÃO SOBRE INSTALAÇÕES E CONDIÇÕES MATERIAIS
Declaro, em conformidade com o art. 33, caput, inciso V, alínea “c”, da Lei nº 13.019, de 2014, c/c o art. 41, caput, inciso XI, do Decreto nº
13.996/2021, que a [identificação da organização da sociedade civil – OSC]:
Dispõe de instalações e outras condições materiais para o desenvolvimento das atividades ou projetos previstos na parceria e o cumprimento
das metas estabelecidas.
OU
Pretende contratar ou adquirir com recursos da parceria as condições materiais para o desenvolvimento das atividades ou projetos previstos na
parceria e o cumprimento das metas estabelecidas.
OU
Dispõe de instalações e outras condições materiais para o desenvolvimento das atividades ou projetos previstos na parceria e o cumprimento
das metas estabelecidas, bem como pretende, ainda, contratar ou adquirir com recursos da parceria outros bens para tanto.
Não contratará com recursos da parceria, para prestação de serviços, servidor ou empregado público, inclusive aquele que exerça cargo em
comissão ou função de confiança, de órgão ou entidade da administração pública municipal celebrante, ou seu cônjuge, companheiro ou parente
em linha reta, colateral ou por afinidade, até o segundo grau, ressalvadas as hipóteses previstas em lei específica e na lei de diretrizes
orçamentárias;
Não serão remunerados, a qualquer título, com os recursos repassados: (a) membro de Poder ou do Ministério Público ou dirigente de órgão ou
entidade da administração pública municipal; (b) servidor ou empregado público, inclusive aquele que exerça cargo em comissão ou função de
confiança, de órgão ou entidade da administração pública municipal celebrante, ou seu cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral
ou por afinidade, até o segundo grau, ressalvadas as hipóteses previstas em lei específica e na lei de diretrizes orçamentárias; e (c) pessoas
naturais condenadas pela prática de crimes contra a administração pública ou contra o patrimônio público, de crimes eleitorais para os quais a lei
comine pena privativa de liberdade, e de crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores.
Cargo/Função:
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NÃO ( ) SIM ( )
(Caso a resposta para a pergunta anterior for sim, selecione uma das faixas de quantidade abaixo listadas.)
Quantos projetos/iniciativas?
a) 1 projetos/iniciativas ( )
b) 2 projetos/iniciativas ( )
c) 3 projetos/iniciativas ( )
d) 4 projetos/iniciativas ( )
e) 5 ou mais projetos/iniciativas ( )
(Para fins de comprovação, são aceitos cópia do convênio/contrato; ou extrato da publicação no Diário Oficial; ou atestado de realização de
projetos, emitido por pessoa jurídica, contendo, no mínimo, o escopo do projeto, período de execução e a entidade realizadora)
Área de Atuação:
A OSC possui histórico de participação em ou iniciativas ou projetos afetos a um ou mais
temas abaixo elencados? (marque quantas alternativas necessárias)
NÃO ( ) SIM ( )
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(Caso a resposta para a pergunta anterior for sim, selecione uma ou mais alternativas listadas
a seguir.)
Com quais Instituições?
(A entidade poderá apresentar até 2 (duas) comprovações de parcerias firmadas para cada um
dos tipos de parceiros com os quais firmou parcerias em torno de ações relacionadas com este
termo de cooperação. O documento deve conter: nome, CNPJ e timbre da instituição parceira;
objeto da parceria; duração da parceria. Obs. Carta de apoio e parcerias futuras não
pontuarão)
3. PROPOSTA
3.1. OBJETO DA COLABORAÇÃO:
(Especificação da finalidade da colaboração, de acordo com o Edital para elaboração do Plano de Trabalho. O objeto é a situação que se deseja
obter ao final do período de duração do projeto. Deve descrever o resultado que se pretende alcançar de maneira clara e realista. O objeto deve
ser passível de ser alcançado por meio das metas e atividades propostas no projeto, mantendo coerência com as diretrizes do Plano Nacional de
Turismo (PNT) e as estratégias de desenvolvimento turístico de Niterói., apresentado no Edital
3.2. DIAGNÓSTICO E JUSTIFICATIVA:
(Diagnóstico da situação que enseja a execução do objeto do termo de colaboração e justificativa para a realização das ações previstas no plano
de trabalho, evidenciando o nexo causal entre os objetivos e metas estabelecidos e os resultados esperados e situações a serem enfrentadas, de
acordo com o Edital para elaboração do Plano de Trabalho.)
3.3. PÚBLICO-ALVO
(Identificação do público-alvo que será atendido através da execução do objeto do termo de colaboração, de acordo com o termo de referência
para elaboração do Plano de Trabalho. A indicação precisa do público facilita o estabelecimento de linguagens e métodos adequados para atingir
os resultados propostos. Deve-se levar em consideração características como a faixa etária, o grupo social, a situação socioeconômica, dentre
outros aspectos da vida social. A delimitação do público-alvo deve ser coerente com as metas e resultados almejados, podendo haver a indicação
de beneficiários indiretamente atingidos pelo projeto.)
3.4. ÁREA DE ABRANGÊNCIA
(Descrição da área de intervenção do projeto.)
3.5. METODOLOGIA
(Descrição da metodologia de trabalho que deve ser aplicada para cumprimento do objeto do termo de colaboração, de acordo com o termo de
referência para elaboração do Plano de Trabalho. Todas as atividades a serem realizadas devem ser detalhadas, incluindo as técnicas e
instrumentos, os recursos necessários, a carga horária, o período previsto para a realização, a divulgação, o registro e a forma de
acompanhamento e de avaliação.)
3.6. METAS E ETAPAS PARA O ATINGIMENTO DO OBJETIVO
(As metas representam os resultados concretos e mensuráveis que se pretende alcançar ao longo da execução do Plano de Trabalho, diretamente
vinculadas ao objetivo proposto. Elas devem ser claras, específicas, alcançáveis, relevantes e temporais, permitindo o acompanhamento e a
avaliação da efetividade das ações desenvolvidas.
Já as etapas correspondem ao conjunto de atividades ou ações sequenciais que precisam ser realizadas para que cada meta seja atingida. Elas
funcionam como o caminho operacional, indicando como, quando e por quem as ações serão desenvolvidas, bem como os recursos necessários
para sua execução.
Assim, a estruturação das metas e etapas permite uma visão clara do encadeamento lógico do Plano de Trabalho, garantindo transparência,
organização e controle durante a parceria entre o Poder Público e a OSC.)
3.7. CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO E VALOR GLOBAL
(A Instituição deverá informar os valores das parcelas semestrais do Cronograma de Desembolso e informar o Valor Global pretendido, observado
as referências estabelecidas no Edital. O Cronograma de Desembolso auxilia no planejamento das ações do projeto. O quadro abaixo apresenta
um modelo de Cronograma de Desembolso com parcelas trimestrais para preenchimento dos valores correspondentes a cada parcela.)
Parcelas Valor de Desembolso
1ª Parcela
2ª Parcela
3ª Parcela
4ª Parcela
Valor Global
(R$)
3.8. COMUNICAÇÃO DA INICIATIVA
(Uma das ações fundamentais ao longo do desenvolvimento do projeto é a comunicação. Deverá ser desenvolvido um plano de comunicação,
descrevendo o plano em si; a diretriz e estratégia; o objetivo; a justificativa, tendo em vista sua articulação com ação de territorialização e os
territórios prioritários; o plano de ação a ser desenvolvido - os meios de comunicação empregados, a ação a ser desenvolvida dentro do meio de
comunicação elegido, a periodicidade, a abrangência e a meta a ser alcançada.
A comunicação do projeto deve prever os responsáveis por cada atividade, o objetivo de cada atividade, como os participantes serão envolvidos,
os meios de divulgação utilizados, a abrangência das ações, entre outros.)
4. EQUIPES
(Detalhamento da equipe envolvida na concepção, elaboração e desenvolvimento da iniciativa objeto da colaboração. Devem ser incluídos os
profissionais a serem contratados, e aqueles disponibilizados por parceiros, quando houver. A Instituição proponente deverá apresentar o
detalhamento da equipe vinculada à OSC.)
5. PLANO DE APLICAÇÃO DETALHADO DOS RECURSOS
(A Instituição deve apresentar, de forma clara, detalhada e justificada, como os recursos financeiros repassados serão utilizados durante a
execução das ações previstas. Ele deve estar alinhado com os objetivos, metas e etapas do Edital, garantindo transparência e coerência entre o
que será feito e o quanto será gasto. Os recursos devem ser distribuídos por categorias de despesa e vinculados diretamente às metas e etapas
previstas no plano de trabalho. A alocação dos valores deverá contemplar todas as ações necessárias para o cumprimento do objeto da
colaboração, especificando os itens de custeio e/ou capital (como serviços, materiais, equipamentos, recursos humanos, entre outros), seus
respectivos valores estimados e sua justificativa. A aplicação será feita de acordo com os princípios da economicidade, legalidade e eficiência,
observando a legislação vigente e assegurando a adequada execução das atividades pactuadas.
Exemplo:
TIPO DE DESCRIÇÃO NATUREZA DA UNIDADE QTD VALOR VALOR
DESPESA AQUISIÇÃO UNITÁRIO TOTAL
Bem Cadeira Recursos UN da 11 R$ ... R$ ...
Secretária Colaboração
giratória com
braços
Serviço Locação de van Recursos UN da 01 R$ ... R$ ...
para transporte de Colaboração
alunos...
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6. DISPOSIÇÕES FINAIS
(Registrar informações complementares, critérios e condições que não se encaixam diretamente nas seções técnicas ou operacionais, mas que
são importantes para o entendimento, execução e encerramento do plano. Essa seção também pode incluir cláusulas de responsabilidade,
obrigações adicionais, formas de prestação de contas e observações gerais.)
ANEXO V- DO TERMO DE COLABORAÇÃO DO TERMO DE COLABORAÇÃO
TERMO DE COLABORAÇÃO Nº 02/2025
TERMO DE COLABORAÇÃO, que entre si celebraram a NITERÓI EMPRESA DE LAZER E TURISMO S/A – NELTUR e a OSC XXXXXXXXXX,
tendo por objeto a cooperação na promoção do Turismo no Município de Niterói.
Aos xx (xxxx) dias do mês de xxxxx de 2025, por este instrumento, a NITERÓI EMPRESA DE LAZER E TURISMO S/A - NELTUR, sociedade de
economia mista do
Município de Niterói, com sede nesta Cidade, à Estrada Leopoldo Fróes, nº 773, São Francisco, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 29.541.968/0001-
07, neste ato representada na forma de seu estatuto, pelo seu Diretor Presidente, o Sr. ANDRÉ CEZAR BARBOSA BENTO, brasileiro, casado,
hoteleiro, portador da carteira de identidade nº 124289331, expedida pelo DETRAN/RJ e inscrito no CPF/MF sob o nº 094.287.967-86 e pelo
Diretor Financeiro, o Sr. SEBASTIÃO CARLOS DONATO, brasileiro, divorciado, administrador, portador da cédula de identidade nº 81360519-3,
expedida pelo DETRAN/RJ e inscrito no CPF/MF sob o nº 423.328.857-49, ambos residentes e domiciliados nesta Cidade, doravante designada
"NELTUR" e a ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL, inscrita no CNPJ sob o nº XXXX, situada na Rua XXXX, nº XX, XXXX/RJ, resolvem firmar
o presente TERMO DE COLABORAÇÃO, tendo por base a Lei n.º 13.303/16 nos seus artigos 27,§3°, assim como o processo administrativo nº
9900180207/2025, mediante as cláusulas e condições a seguir:
CLÁUSULA PRIMEIRA - DO OBJETO: Esta colaboração estabelece a parceria entre a Niterói Empresa de Lazer e Turismo e uma Organização
da Sociedade Civil para a gestão administrativa e financeira do Projeto ESCOLA NITEROIENSE DE TURISMO 4.0.
CLÁUSULA SEGUNDA – O projeto visa estabelecer a Escola Niteroiense de Turismo 4.0, destinada ao trade turístico de Niterói (conjunto de
empresas, profissionais e organizações que atuam de forma direta ou indireta na cadeia produtiva do turismo); aos jovens em situação de
vulnerabilidade social; e
aos especialistas do setor turístico com foco na cidade de Niterói; oferecendo um ambiente de referência para o desenvolvimento de atividades
voltadas para a tecnologia e inovação para o Turismo.
CLÁUSULA TERCEIRA – FORMAS DE COLABORAÇÃO: A colaboração pretendida pelas PARTES ocorrerá mediante:
a) A ESCOLA NITEROIENSE DE TURISMO 4.0 será implantada no bairro do Centro de Niterói, local estratégico uma vez que possui conexões
com todas as regiões da cidade, e em um segundo bairro, que deverá ser oferecido pela instituição selecionada.
b) criação do Hub de Tecnologia e Inovação em Turismo - Escola Niteroiense de Turismo 4.0 integrará ações de formação, qualificação,
capacitação, inovação e negócios, fortalecendo o ecossistema local e promovendo impacto econômico, social e cultural, criando um HUB de
tecnologia e inovação.
c) Além disso, a formação de profissionais qualificados pela escola e o estímulo ao empreendedorismo inovador são essenciais para a criação de
serviços turísticos diferenciados, que atendam às demandas de um público cada vez mais exigente e conectado.
d) A escola será um espaço de aprendizado contínuo, troca de experiências e construção de soluções, promovendo o desenvolvimento sustentável
e a valorização do potencial turístico da cidade e visa posicioná-la como referência em turismo inteligente, sustentável e inovador. Ao integrar
capacitação, negócios e inovação, o projeto promoverá o desenvolvimento econômico local, fortalecendo a cadeia produtiva e gerando impacto
social positivo, além de contribuir para a qualificação dos serviços turísticos oferecidos na cidade.
e) Esse modelo inovador promoverá a criação de novas soluções, a profissionalização do setor e a valorização do turismo como vetor de
desenvolvimento sustentável e será um espaço de aprendizado, experimentação e construção coletiva, fortalecendo a imagem de Niterói como um
destino turístico moderno e atrativo.
f) A proposta de criação da escola pela Neltur surge na perspectiva de tornar Niterói referência no desenvolvimento e criação de estratégias
tecnológicas para o desenvolvimento do
Turismo 4.0, criando um espaço de debate, formação e reflexão que contribua para o desenvolvimento da cidade e de toda a cadeia produtiva
relacionada ao setor turístico e de tecnologia, atendendo empreendedores do setor turístico, profissionais e estudantes de turismo, tecnologia e
áreas afins, jovens em situação de vulnerabilidade social, empresas da cadeia produtiva do turismo, startups e projetos inovadores voltados ao
turismo, população interessada em qualificação e empreendedorismo e gestores públicos e privados ligados ao turismo.
g) será necessária a adequação da estrutura física dos imóveis a serem disponibilizados pela Neltur e pela OSC. Caberá à OSC, a partir do ato da
assinatura do termo de cooperação técnica, zelar por tais espaços e seu funcionamento, além de equipá-lo com os bens duráveis e de consumo
necessários para a realização de todas as atividades, pelo tempo em que vigorará o Termo de Cooperação, de acordo com as especificidades e o
público direto a ser atendido, com espaço para eventos e reuniões ampliadas.
PARÁGRAFO PRIMEIRO: As atividades e projetos decorrentes do presente TERMO se encontram detalhadas no "Plano de Trabalho" que
rubricado pelas PARTES integra este contrato como anexo, nos termos do artigo 22 e outros da Lei 13.019/14.
PARÁGRAFO SEGUNDO: Outras ações compactuadas no decorrer da vigência deste TERMO DE COLABORAÇÃO poderão ser objeto de novo
TERMO DE REFERÊNCIA com o consequente Termo Aditivo.
PARÁGRAFO TERCEIRO: Nos casos em que os projetos desenvolvidos envolvam a captação de recursos por meio de apoio ou patrocínio de
instituições públicas ou privadas, cujas logomarcas serão consignadas nos materiais produzidos, o apoio/patrocínio deverá ser previamente
validado pelas PARTES.
CLÁUSULA QUARTA – DAS ATRIBUIÇÕES DAS PARTES: Constituem atribuições das PARTES:
a) Receber em suas dependências os servidores/colaboradores indicados pela outra PARTE, quando necessário ao desenvolvimento das
atividades inerentes ao objeto do presente
TERMO;
b) Fornecer as informações e as orientações necessárias ao melhor desenvolvimento e ao fiel cumprimento deste TERMO;
c) Levar, imediatamente, ao conhecimento da outra PARTE, ato ou ocorrência que interfira no andamento das atividades decorrentes deste
TERMO, para adoção das medidas cabíveis, e;
d) Acompanhar e/ou fiscalizar, se necessário, as ações relativas ao objeto deste TERMO, por intermédio dos seus representantes legais e/ou
prepostos.
CLÁUSULA QUINTA – DA EXECUÇÃO: A presente parceria deverá ser executada dentro do período de 12 (doze) meses.
CLÁUSULA SEXTA – DAS OBRIGAÇÕES FINANCEIRAS: Os repasses referentes ao Termo de Colaboração serão executados em parcelas
trimestrais, sendo a primeira efetuada tão logo após a publicação do extrato do termo de colaboração assinado. As parcelas dos recursos
transferidos no âmbito da parceria serão liberadas em estrita conformidade com o respectivo cronograma de desembolso.
CLÁUSULA SÉTIMA– DO VÍNCULO DE PESSOAL: Não se estabelecerá, por conta do presente TERMO, nenhum vínculo, em especial os de
natureza trabalhista e/ou funcional, entre as PARTES ou com os seus servidores/funcionários.
CLÁUSULA OITAVA - DA PUBLICAÇÃO: O presente TERMO será:
a) publicado, através de extrato, até o 5º (quinto) dia útil do mês seguinte ao da sua assinatura, podendo a publicação ocorrer em até 20 (vinte)
dias desta data, e;
b) disponibilizado e mantido pela NELTUR juntamente com seu "Plano de Trabalho", em seu sítio oficial na internet até cento e oitenta dias após
o respectivo encerramento nos termos do artigo 10, da Lei 13.019/14.
CLÁUSULA NONA – DA VIGÊNCIA: O presente instrumento terá vigência de 12 (doze) meses, a contar da data de sua publicação, podendo ser
prorrogado, por acordo entre as partes, mediante a celebração de Termo Aditivo, respeitando o limite máximo de vigência de 60 (sessenta) meses.
CLÁUSULA DÉCIMA – DA ALTERAÇÃO: O presente TERMO poderá ser alterado, a qualquer tempo, por acordo entre as PARTES envolvidas e
o "Plano de Trabalho" poderá ser revisto, nos termos do artigo 57, da Lei 13.019/14.
CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA – DO FORO: Fica eleito o Foro do Município de Niterói, para que sejam dirimidas as questões que venham a ser
suscitadas em decorrência do presente TERMO, renunciando as PARTES, desde já, a qualquer outro, por mais privilegiado que seja.
E, por estarem ajustados, as PARTES firmam o presente TERMO, em 03 (três) vias de igual teor e forma.
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PARTES:
Representantes da NELTUR:
OSC
TESTEMUNHAS:
1ª-
RG: CPF:
2ª -
RG: CPF:
ANEXO VI - DECLARAÇÃO DA NÃO OCORRÊNCIA DE IMPEDIMENTOS
DECLARAÇÃO DA NÃO OCORRÊNCIA DE IMPEDIMENTOS
Declaro para os devidos fins, nos termos do art. 41, caput, inciso IX, do Decreto nº 13.996/2021, que a [identificação da organização da
sociedade civil – OSC] e seus dirigentes não incorrem em quaisquer das vedações previstas no art. 39 da Lei nº 13.019, de 2014. Nesse sentido,
a citada entidade:
Está regularmente constituída ou, se estrangeira, está autorizada a funcionar no território nacional;
Não foi omissa no dever de prestar contas de parceria anteriormente celebrada;
Não tem como dirigente membro de Poder ou do Ministério Público, ou dirigente de órgão ou entidade da administração pública da mesma esfera
governamental na qual será celebrado o termo de colaboração, estendendo-se a vedação aos respectivos cônjuges ou companheiros, bem como
parentes em linha reta, colateral ou por afinidade, até o segundo grau. Observação: a presente vedação não se aplica às entidades que, pela sua
própria natureza, sejam constituídas pelas autoridades ora referidas (o que deverá ser devidamente informados Ve justificado pela OSC), sendo
vedado que a mesma pessoa figure no instrumento de parceria simultaneamente como dirigente e administrador público (art. 39, §5º, da Lei nº
13.019, de 2014);
Não teve as contas rejeitadas pela administração pública nos últimos cinco anos, observadas as exceções previstas no art. 39, caput, inciso IV,
alíneas “a” a “c”, da Lei nº 13.019, de 2014;
Não se encontra submetida aos efeitos das sanções de suspensão de participação em licitação e impedimento de contratar com a administração,
declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a administração pública, suspensão temporária da participação em chamamento público e
impedimento de celebrar parceria ou contrato com órgãos e entidades da esfera de governo da administração pública sancionadora e, por fim,
declaração de inidoneidade para participar de chamamento público ou celebrar parceria ou contrato com órgãos e entidades de todas as esferas
de governo;
Não teve contas de parceria julgadas irregulares ou rejeitadas por Tribunal ou Conselho de Contas de qualquer esfera da Federação, em decisão
irrecorrível, nos últimos 8 (oito) anos; e
Não tem entre seus dirigentes pessoa cujas contas relativas a parcerias tenham sido julgadas irregulares ou rejeitadas por Tribunal ou Conselho
de Contas de qualquer esfera da Federação, em decisão irrecorrível, nos últimos 8 (oito) anos; julgada responsável por falta grave e inabilitada
para o exercício de cargo em comissão ou função de confiança, enquanto durar a inabilitação; ou considerada responsável por ato de
improbidade, enquanto durarem os prazos estabelecidos nos incisos I, II e III do art. 12 da Lei nº 8.429, de 2 de junho de 1992.
Local-UF, ____ de ______________ de 20___.
...........................................................................................
(Nome e Cargo do Representante Legal da OSC)
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capacitação, negócios e inovação, o projeto promoverá o desenvolvimento econômico local, fortalecendo a cadeia produtiva e gerando impacto
social positivo, além de contribuir para a qualificação dos serviços turísticos oferecidos na cidade.
Esse modelo inovador promoverá a criação de novas soluções, a profissionalização do setor e a valorização do turismo como vetor de
desenvolvimento sustentável e será um espaço de aprendizado, experimentação e construção coletiva, fortalecendo a imagem de Niterói como um
destino turístico moderno e atrativo.
A proposta de criação da escola pela Neltur surge na perspectiva de tornar Niterói referência no desenvolvimento e criação de estratégias
tecnológicas para o desenvolvimento do Turismo 4.0, criando um espaço de debate, formação e reflexão que contribua para o desenvolvimento da
cidade e de toda a cadeia produtiva relacionada ao setor turístico e de tecnologia, atendendo empreendedores do setor turístico, profissionais e
estudantes de turismo, tecnologia e áreas afins, jovens em situação de vulnerabilidade social, empresas da cadeia produtiva do turismo, startups e
projetos inovadores voltados ao turismo, população interessada em qualificação e empreendedorismo e gestores públicos e privados ligados ao
turismo.
O objetivo é criar um Hub de Tecnologia e Inovação em Turismo - Escola Niteroiense de Turismo 4.0, que irá promover a capacitação, fomento à
inovação e fortalecimento da cadeia produtiva do setor turístico, posicionando Niterói como um polo de referência internacional na criação de
soluções tecnológicas para o setor.
Os objetivos específicos são: estruturar o Hub de Tecnologia e Inovação em Turismo - Escola Niteroiense de Turismo 4.0, incluindo projeto
pedagógico, aquisição de serviços, equipamentos, mobiliários e insumos, modelo de gestão e cronograma de implementação: capacitar jovens em
inovação e tecnologias aplicadas ao turismo, preparando-os para atuar em um mercado globalizado e digitalizado; realizar seminários com
empreendedores do setor, indicando tendências e
necessidades que embasam o desenvolvimento de soluções tecnológicas e estratégias de inovação para o setor; capacitar profissionais e
empreendedores para atuar no setor turístico com foco em tecnologia e inovação, fomentando novas oportunidades de negócios; criar um
ecossistema de inovação no turismo, incentivando o empreendedorismo e o uso de novas tecnologias; produzir pesquisas e estudos sobre
tendências do setor turístico e seus impactos econômicos; e democratizar o acesso ao conhecimento especializado em turismo 4.0.
Com o objetivo de promover e gerenciar as atividades programadas pela NELTUR, a parceria com uma Organização da Sociedade Civil (OSC cujo
ramo de atividade esteja compatível com o objeto do presente Edital torna-se essencial. Essa colaboração possibilitará a expansão e
diversificação dos serviços e atividades promotoras do turismo na cidade, contribuindo para a geração de renda, capacitação e formação
continuada em turismo de base comunitária, desenvolvimento de negócios locais, fomento à inovação e desenvolvimento tecnológico e geração de
emprego e renda na cidade.
Neste cenário, torna-se imperativa a celebração de uma parceria entre a administração pública e a sociedade civil, uma vez que a essência
dessa colaboração se baseia na cooperação mútua, visando benefícios tanto para o governo municipal quanto para a entidade parceira. Do ponto
de vista da administração pública, essa parceria resultaria em uma ampliação da sua atuação, aprimorando a qualidade dos serviços oferecidos e
fortalecendo a sintonia com as atuais necessidades da sociedade
Nesse contexto, justifica-se a proposta de celebração da colaboração entre a Neltur e a Organização da Sociedade Civil (OSC) para a gestão e
operacionalização da Escola Niteroiense de Turismo 4.0, Niterói. O objetivo é reunir um conjunto de ações integradas, visando transformar Niterói
em um polo de referência em turismo inovador, capacitando profissionais, fomentando negócios e
promovendo soluções tecnológicas para o desenvolvimento sustentável do setor, através de uma colaboração mútua, em conformidade com a Lei
n° 13.019/2014 e o Decreto Municipal n° 13.996/21.
3. METODOLOGIA
Caberá à Parceira, no seu plano de trabalho, apresentar a metodologia da execução das atividades a serem desenvolvidas no âmbito de cada
meta estabelecida, assim como o cronograma das ações e respectivos recursos (humanos e materiais) necessários. No que tange ao
planejamento pedagógico, incluindo a organização do público e dos horários, dada à natureza da parceria firmada por meio do chamamento
público, esta se dará de acordo com as orientações e diretrizes formuladas pela Neltur.
4. OBJETO DA CONTRATAÇÃO
Esta colaboração estabelece a parceria entre a Niterói Empresa de Lazer e Turismo e uma Organização da Sociedade Civil para a gestão
administrativa e financeira do Projeto ESCOLA NITEROIENSE DE TURISMO 4.0. O projeto visa estabelecer um espaço de referência em
tecnologia e inovação para o turismo destinadas ao trade turístico de Niterói, aos jovens em situação de vulnerabilidade social, e aos especialistas
do setor turístico com foco na cidade de Niterói
Nesse sentido, será estruturado um ambiente de referência para o desenvolvimento de atividades de capacitação para o Turismo 4.0, incluindo
atividades que habilitem as empresas, profissionais e
organizações que atuam de forma direta ou indireta na cadeia produtiva do turismo de Niterói para a criação de produtos turísticos; que engajem
jovens em situação de vulnerabilidade social para a exploração da atividade turística em Niterói; e especialistas do setor turístico para a captação
de dados, informações, e elaboração de projetos para o setor; todos com foco na tecnologia e inovação.
A ESCOLA NITEROIENSE DE TURISMO 4.0 será implantada no bairro do Centro de Niterói, local estratégico uma vez que possui conexões com
todas as regiões da cidade, e em um segundo bairro, que deverá ser oferecido pela instituição selecionada.
Para tanto, será necessária a adequação da estrutura física dos imóveis a serem disponibilizados pela Neltur e pela OSC. Caberá à OSC, a partir
do ato da assinatura do termo de cooperação técnica, zelar por tais espaços e seu funcionamento, além de equipá-lo com os bens duráveis e de
consumo necessários para a realização de todas as atividades, pelo tempo em que vigorará o Termo de Cooperação, de acordo com as
especificidades e o público direto a ser atendido, com espaço para eventos e reuniões ampliadas.
5. OBJETIVO GERAL
Constitui objeto do presente chamamento público a gestão e operacionalização da Escola Niteroiense de Turismo 4.0, um hub de inovação e
qualificação profissional voltado ao desenvolvimento da cadeia produtiva do turismo na cidade de Niterói.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
5.1.1. A implementação e manutenção do espaço físico, incluindo aquisição de mobiliário, equipamentos e insumos;
5.1.2. A oferta de cursos, formações e atividades educativas para jovens em situação de vulnerabilidade social no âmbito do Turismo 4.0;
5.1.3. Capacitar profissionais e empreendedores para atuar no setor turístico com foco em tecnologia e inovação;
5.1.4. Criar um ecossistema de inovação no turismo, incentivando o empreendedorismo e o uso de novas tecnologias;
5.1.5. Produzir pesquisas e estudos sobre tendências do setor turístico e seus impactos econômicos; 5.1.6. Democratizar o acesso ao
conhecimento especializado em turismo 4.0;
5.1.7. Integrar os profissionais do setor com especialistas e investidores, fomentando novas oportunidades de negócios; e
5.1.8. O estímulo à inovação e à produção de soluções tecnológicas para o turismo em Niterói.
6. PÚBLICO-ALVO
6.1. Trade turístico de Niterói (conjunto de empresas, profissionais e organizações que atuam de forma direta ou indireta na cadeia produtiva do
turismo);
6.2. Jovens em situação de vulnerabilidade social; e
6.3. Especialistas do setor turístico.
7. PRAZO PARA EXECUÇÃO DA ATIVIDADE OU DO PROJETO
A presente parceria deverá ser executada dentro do período de 12 (doze) meses.
8. CONTEXTUALIZAÇÃO PARA A ELABORAÇÃO DAS PROPOSTAS
Um dos principais critérios de julgamento das propostas será a sua adequação aos objetivos da parceria, na esteira das diretrizes do Plano
Nacional de Turismo (PNT)
([Link]
do-turismo), do Plano Estratégico Niterói Que Queremos (NQQ) 2013-2033
([Link] e as estratégias de desenvolvimento turístico de Niterói baseadas em soluções
inovadoras no contexto do “Turismo 4.0”.
8.1. Turismo 4.0
8.1.1. O que é?
O termo "Turismo 4.0" deriva da expressão "Indústria 4.0", que designa a quarta revolução industrial, marcada pelo uso intensivo de tecnologias
digitais para transformar processos produtivos. No contexto do turismo, essa revolução representa a incorporação de tecnologias emergentes —
como inteligência artificial (IA), big data, internet das coisas (IoT), realidade aumentada (RA), realidade virtual (RV), blockchain e automação — na
gestão de destinos, na experiência dos viajantes e na operação dos negócios turísticos.
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O Turismo 4.0 vai além da digitalização de serviços: ele propõe uma mudança profunda na forma como os destinos são geridos, como os
visitantes interagem com os atrativos e como as empresas do setor operam, colocando o turista no centro da experiência, com foco em
personalização, sustentabilidade e eficiência
8.1.2. Como funciona o Turismo 4.0?
O funcionamento do Turismo 4.0 está baseado na integração entre tecnologia, dados e experiência turística. Ele ocorre a partir de quatro pilares
principais:
Coleta e análise de dados (Big Data e IA): Informações sobre comportamentos dos viajantes são coletadas por meio de plataformas digitais, redes
sociais, sistemas de reservas, sensores urbanos, entre outros. Esses dados são analisados para prever demandas, planejar ofertas
personalizadas e tomar decisões estratégicas para o desenvolvimento dos destinos.
Interação inteligente com o turista (Chatbots, RA, RV): Ferramentas como assistentes virtuais, realidade aumentada e realidade virtual são
utilizadas para informar, encantar e orientar o visitante em tempo real, antes, durante e após a viagem.
Automatização de serviços (IoT e automação): Sistemas de autoatendimento, controle inteligente de energia em hotéis, sinalização digital, guias
interativos, bilhetes eletrônicos e dispositivos conectados melhoram a experiência do turista e otimizam os custos operacionais.
Gestão inteligente dos destinos: Os chamados Smart Destinations (destinos turísticos inteligentes) utilizam plataformas digitais integradas para
gerenciar mobilidade, segurança, meio ambiente, fluxos turísticos e recursos públicos de maneira coordenada.
8.1.3. Exemplos
Diversos destinos e empresas ao redor do mundo já adotam práticas do Turismo 4.0. Barcelona (Espanha) é considerada um dos primeiros
destinos turísticos inteligentes da história: são utilizados sensores urbanos, aplicativos móveis e big data para gerenciar fluxo de visitantes,
informar turistas e reduzir impactos negativos do turismo de massa. Dubai (Emirados Árabes) utiliza inteligência artificial para oferecer experiências
personalizadas em hotéis e atrações. O aeroporto internacional é altamente automatizado, com reconhecimento facial no controle de passaportes.
Parques da Disney (EUA) utilizam tecnologias como pulseiras inteligentes (MagicBands) que funcionam como ingresso, chave de quarto e carteira
digital, além de permitir personalização total da experiência com base no comportamento do visitante.
Instituições como o Louvre (França) ou o Museu Nacional de Ciência e Tecnologia da China oferecem experiências com Realidade Aumentada
para tornar as visitas mais imersivas e interativas.
No Brasil, Foz do Iguaçu integra o conceito de cidade inteligente ao turismo, com monitoramento de fluxos turísticos em tempo real, sistemas de
georreferenciamento e uso de Realidade Aumentada para enriquecer a visitação aos atrativos.
8.1.4. Caminhos e oportunidades do Turismo 4.0
O Turismo 4.0 abre múltiplos caminhos para o futuro, apontando tendências e oportunidades. As tecnologias podem ser usadas para capacitar
jovens e populações vulneráveis, oferecendo acesso a cursos técnicos online, ferramentas de empreendedorismo digital e participação na
economia criativa local. Ferramentas como storytelling digital, plataformas de e-commerce e mídias sociais permitem que comunidades
tradicionais, indígenas ou quilombolas compartilhem suas culturas e atraiam visitantes de forma autêntica e sustentável.
A tecnologia auxilia no controle de impacto ambiental, na gestão de visitantes em áreas sensíveis e na promoção de práticas ecológicas — com
sistemas inteligentes para controle de emissão de carbono, uso eficiente de energia e resíduos.
Experiências de realidade virtual permitem que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida conheçam atrações antes de visitá-las, além de
recursos de acessibilidade digital para facilitar o planejamento da viagem.
Governos e iniciativas privadas podem desenvolver plataformas integradas que reúnem informações turísticas, dados de mobilidade urbana,
controle de segurança e ferramentas de feedback do visitante, promovendo um ecossistema mais conectado e eficiente.
8.2. EXPERIÊNCIAS DE ESCOLAS DE TURISMO NO MUNDO
As principais referências da Neltur para a elaboração deste Termo são:
8.2.1. TURISMO LAB – Espanha (Catalunha) [Link] | [Link]
Um laboratório-escola criado para capacitação técnica de jovens e adultos no setor turístico com foco em inovação, hospitalidade e digitalização.
Diferenciais:
Cursos técnicos curtos voltados à empregabilidade rápida.
Enfoque em marketing digital, experiência do visitante e hospitalidade inteligente.
Formou centenas de jovens em situação de vulnerabilidade, com alta taxa de inserção no mercado de trabalho.
8.2.2. T-Hotel – Itália (Sardenha) [Link]
Hotel-escola com projetos de formação técnica e cursos de curta duração para jovens e adultos.
Diferenciais:
Cursos em hospitalidade digital, gestão de experiências e operação hoteleira com tecnologia.
Inclui formação em sustentabilidade e economia circular aplicada ao turismo.
8.2.3. Digital Tourism Think Tank Academy (Europa) [Link]
Iniciativa educacional focada em formar profissionais com competências digitais aplicadas ao turismo.
Diferenciais:
Módulos de e-learning gratuitos ou de baixo custo.
Conteúdos sobre dados turísticos, experiência do visitante digital e storytelling de destinos.
Acessível a jovens empreendedores e agentes públicos de turismo.
8.2.4. Escola Técnica SENAC Turismo e Hotelaria – Brasil [Link]
Referência nacional na qualificação técnica e profissional para o setor de turismo, com unidades em todo o país.
Diferenciais:
Oferece cursos de agente de viagens, guia de turismo, hospitalidade, eventos e turismo digital.
Parcerias com redes hoteleiras e secretarias de turismo.
Projetos sociais como “Turismo Jovem Aprendiz” e “Turismo para Todos”.
É uma das maiores fontes de qualificação para o trade turístico brasileiro, com ênfase em inclusão regional e social.
9. METAS E RESULTADOS A SEREM ALCANÇADOS
9.1. Metas
a) Beneficiamento direto de 100 (cem) jovens em situação de vulnerabilidade social de Niterói para a inserção no mercado turístico, com foco em
tecnologia e inovação;
b) Beneficiamento direto de 50 (cinquenta) profissionais e empreendedores para atuar no setor turístico, com foco em tecnologia e inovação;
c) Realização de 04 (quatro) seminários sobre turismo e inovação para especialistas e ao trade turístico de Niterói.
9.2. Verificações das Metas
Meta Indicador Fonte de Período de Metas
verificação aferição mínimas
a) Jovens em situação de
Lista de
vulnerabilidade com a Anual 60
matriculados.
capacitação concluída.
b) Profissionais e
empreendedores do setor
Lista de
turístico para atuar em Anual 30
matriculados.
Niterói com a capacitação
concluída.
c) Seminários sobre turismo
e inovação para Fotos, vídeos e
especialistas e ao trade lista de Anual 4
turístico de Niterói presença.
realizados
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de apoio para a
realização dos
trabalhos e
atividades.
Realizar o
levantamento do
público direto a ser
atendido pelas
atividades a serem
ofertadas.
Realizar reuniões
mensais de
planejamento e
alinhamento com
os profissionais do
projeto a fim de
zelar pelo
alinhamento e
qualidade da
prática das
capacitações.
Promover a
divulgação do
projeto junto ao
público direto por
meio de ações de
mobilização.
Executar as ações
previstas no Plano
de Trabalho.
Realizar a gestão
administrativa,
logística e de
capacitação, de
acordo com as
diretrizes indicadas
pela Neltur.
Elaborar relatórios
de
acompanhamento
e apresentar
prestação de
contas do projeto
de modo a
comprovar a
realização
proporcional das
metas previstas
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A coordenação e a responsabilidade pela execução direta da integralidade do objeto são da OSC celebrante, permitindo a contratação de serviços
de terceiros quando houver previsão no plano ou programa de trabalho ou em razão de fato superveniente e imprevisível, devidamente justificado
e aprovado pela Neltur. Além disso, toda a compra de materiais e insumos para a realização de todas as metas do Projeto é de responsabilidade
exclusiva da OSC celebrante, bem como a responsabilidade pela manutenção e funcionamento de todos os equipamentos e redes necessários
para o funcionamento previsto no plano de Trabalho.
No que tange às despesas de água, luz, IPTU, telefonia, internet e aluguel do espaço, estas são de responsabilidade:
13.4.1. Da Neltur pelo Centro de Atendimento ao Turista do Caminho Niemeyer; e
13.4.2. Da OSC pelo segundo espaço que disponibilizará.
13.5. Execução das Despesas
13.5.1. Movimentação de recursos por transferência eletrônica
Conforme o art. Art. 53 da Lei nº 13.019/2014, toda a movimentação de recursos no âmbito da parceria será realizada mediante transferência
eletrônica sujeita à identificação do beneficiário final, mediante crédito na conta bancária de titularidade dos prestadores de serviços.
13.5.2. Compra de materiais e contratação de serviços
A execução das despesas relacionadas ao Termo de Colaboração se dará nos termos de que trata o art. 45 da Lei nº 13.019, de 2014. A OSC
celebrante é exclusivamente responsável por todos os atos e procedimentos adotados nas suas contratações, sendo também de sua
responsabilidade o gerenciamento administrativo e financeiro dos recursos recebidos, inclusive no que diz respeito às despesas de custeio,
investimento e pessoal. Os encargos trabalhistas, previdenciários, fiscais e comerciais relativos ao funcionamento da instituição e ao adimplemento
do Termo de Colaboração também são de responsabilidade exclusiva da organização da sociedade civil, não se caracterizando responsabilidade
solidária ou subsidiária da Administração Municipal pelos respectivos pagamentos, qualquer que seja a oneração do objeto da parceria ou
restrição à sua execução.
13.5.3. Gestão dos recursos financeiros da Parceria
Deverão ser observados os seguintes procedimentos:
I) Deverá a entidade indicar o número da conta bancária e agência em que será feita a movimentação financeira;
II) Os recursos financeiros da parceria serão depositados e geridos na conta corrente que é criada exclusivamente para a execução do objeto,
isenta de tarifa bancária na instituição financeira indicada pela administração pública, não sendo permitidas retiradas ou depósitos estranhos a ele;
III) Os rendimentos de ativos financeiros serão aplicados no objeto da parceria, estando sujeitos às mesmas condições de prestação de contas
exigidas para os recursos transferidos pela Neltur;
IV) Será utilizado como índice de reajuste o IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo – a partir da apresentação da proposta no
Chamamento Público. No caso de solicitação de reajuste, o requerimento deverá ser remetido ao Ordenador de Despesas da pasta
correspondente, através de planilha analítica, para que tome as diligências necessárias à aprovação ou rejeição do pleito, nos termos da
legislação em vigor;
V) Quando verificados fatos imprevisíveis e extraordinários, os quais tornem a prestação da parceria excessivamente onerosa, poderá a mesma
solicitar à Administração Pública a revisão, pleito que deverá ser necessariamente apresentado com comprovações a justificarem o requerimento
que será analisado pela Neltur;
VI) O Termo de Colaboração deverá ser executado fielmente, de acordo com suas cláusulas, nos termos do instrumento convocatório e da
legislação legal vigente.
13.5.4. Dos repasses
Os repasses referentes ao Termo de Colaboração serão executados em parcelas trimestrais, sendo a primeira efetuada tão logo após a
publicação do extrato do termo de colaboração assinado. As parcelas dos recursos transferidos no âmbito da parceria serão liberadas em estrita
conformidade com o respectivo cronograma de desembolso, exceto nos casos a seguir, nos quais ficarão retidas até o saneamento das
impropriedades:
- Quando houver evidências de irregularidade na aplicação da parcela anteriormente recebida;
- Quando constatado desvio de finalidade na aplicação dos recursos ou o inadimplemento da organização da sociedade civil em relação a
outras obrigações estabelecidas no termo de colaboração;
- Quando a OSC celebrante deixar de adotar sem justificativa suficiente as medidas saneadoras apontadas pelo Controle Interno da Neltur ou
pela Controladoria Geral do Município. Nos casos em que um ou outro identificar, de maneira inequívoca, as situações de impropriedades, deverá
determinar a glosa, retenção ou devolução dos recursos financeiros, conforme o caso.
13.6. Das Prestações de Contas
As prestações de contas deverão ser feitas observando-se as regras previstas na Lei 13.019/2014, nas normas constantes no Plano de Trabalho e
no Termo de Colaboração. Para a análise e manifestação conclusivas das contas pela Administração Municipal deverá ser priorizado o controle de
resultados, por meio da verificação objetiva da execução das atividades e do atingimento das metas, com base nos indicadores quantitativos e
qualitativos previstos no Plano de Trabalho.
Deverão ser apresentados relatórios parciais de execução do objeto e execução financeira trimestralmente, contendo elementos que permitam ao
gestor e/ou comissão gestora da parceria avaliar o andamento ou concluir que o seu objeto foi executado conforme pactuado, com a descrição
pormenorizada das atividades realizadas e a comprovação do alcance das metas e dos resultados esperados, até o período de que trata a
prestação de contas, e a descrição das despesas e receitas efetivamente realizadas e sua vinculação com a execução do objeto.
Serão glosados valores relacionados às metas e aos resultados descumpridos sem prévia justificativa e respectiva autorização da Neltur. Os
dados financeiros serão analisados com o intuito de estabelecer o nexo de causalidade entre a receita e a despesa realizada, a sua conformidade
e o cumprimento das normas pertinentes. A análise da prestação de contas deverá considerar a verdade real e os resultados alcançados.
13.6.1. A prestação de contas dar-se-á mediante a análise dos documentos previstos neste projeto descritivo e dos seguintes relatórios:
• Relatório de execução do objeto, contendo as atividades desenvolvidas para o cumprimento do objeto e o comparativo de metas e ações
propostas com os resultados alcançados;
• Relatório da visita técnica in loco eventualmente realizada durante a execução da parceria;
• Relatório técnico de monitoramento e avaliação, homologado pela Comissão de Monitoramento e Avaliação, sobre a conformidade do
cumprimento do objeto e os resultados alcançados durante a execução do Termo de Colaboração;
• Relatório de execução financeira do termo de colaboração com a descrição das despesas e receitas efetivamente realizadas e sua vinculação
com a execução do objeto. Se a OSC celebrante não comprovar o alcance das metas ou quando houver evidência de existência de ato irregular, a
Neltur exigirá a apresentação de relatório de execução financeira, que deverá conter:
I) a relação das receitas e despesas realizadas, inclusive rendimentos financeiros, que possibilitem a comprovação da observância do plano de
trabalho;
II) o comprovante da devolução do saldo remanescente da conta bancária específica, quando houver;
III) o extrato da conta bancária específica;
IV) a memória de cálculo do rateio das despesas, quando for o caso;
V) a relação de bens adquiridos, produzidos ou transformados, quando houver;
VI) cópia simples das notas e dos comprovantes fiscais ou recibos, inclusive holerites, com data do documento, valor, dados da organização da
sociedade civil e do fornecedor e indicação do produto ou serviço.
13.6.2 Dos bens patrimoniais
Todos os bens patrimoniais adquiridos no âmbito da ESCOLA NITEROIENSE DE TURISMO 4.0 deverão ser patrimoniados em nome da Niterói
Empresa de Lazer e Turismo, no padrão por ela determinado. A entidade parceira deverá assinar termo de responsabilidade pelos bens recebidos
por ocasião do ato da assinatura do Termo de Cooperação Técnica e apresentar anualmente o inventário de bens patrimoniais atualizado a ser
validado pela Comissão de Monitoramento da Neltur.
14. DA QUALIFICAÇÃO
A Organização da Sociedade Civil será escolhida mediante processo de Chamada Pública, por Comissão de Seleção instituída, sendo a sua
formação composta por agentes públicos, designados por ato publicado, sendo, pelo menos, um de seus membros servidor ocupante de cargo de
provimento efetivo. A instituição será escolhida através da avaliação de Proposta Técnica de acordo com roteiro estipulado e pelos itens que
compõe os critérios de julgamento contidos no Edital e no presente Plano de Trabalho, sendo de exclusiva responsabilidade da instituição
proponente, não lhe assistindo o direito de pleitear qualquer alteração após sua entrega à comissão de avaliação, sob alegação de erro, omissão
ou qualquer outro pretexto. As organizações interessadas em participar do processo público deverão apresentar obrigatoriamente natureza e/ou
finalidade turística/cultural em seus atos constitutivos e comprovar pelo menos 03 (três) anos de atuação. Além disso, deverão apresentar planilha
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de custos devidamente preenchida. Somente será avaliada a documentação de habilitação da organização que apresentar a melhor proposta
técnica, ficando as das demais sob o poder da Comissão de Seleção até a assinatura do termo.
15. DA SUPERVISÃO
Após a lavratura do termo com a organização da sociedade civil, a Niterói Empresa de Lazer e Turismo, através de Portaria, deverá nomear os
servidores para compor a Comissão de Monitoramento e Avaliação do mesmo, bem como definir a pessoa a quem a instituição deverá se reportar
para tirar dúvidas quanto a mudanças estratégicas ou operacionais.
PLANILHA DE DESPESAS ESTIMADAS
1. EQUIPES/RECURSOS HUMANOS (ORDINÁRIAS)
HORA
FUNÇÃO ATRIBUIÇÕES POR QTD MESES
SEMANA
Zelar pelo pleno
funcionamento do ESCOLA
NITEROIENSE DE
TURISMO 4.0,
Coordenador
responsabilizando se pela 40h 02 12
Geral
logística e pela gestão de
todos os seus recursos
financeiros, humanos e
materiais.
Promover a interação entre a
comunidade, a ESCOLA
NITEROIENSE DE TURISMO
4.0 e os veículos de
Articulador Local 20h 05 10
comunicação, bem como, a
interlocução
com órgãos do poder público e
entidades da sociedade civil.
Responsável pelo suporte e
pela gestão das ferramentas
Técnico em TI de tecnologia e do universo 30h 02 12
digital junto aos demais
setores.
Auxiliar Auxiliar administrativamente
40h 04 12
Administrativo o/a Coordenador/a geral.
Responsável pelo suporte e
pela gestão das ferramentas
Técnico em
de inteligência artificial e do 30h 02 12
inteligência artificial (IA)
universo digital junto aos
demais setores.
Responsável pela capacitação
dos jovens em situação de
Instrutor para a
vulnerabilidade social para a
capacitação de jovens
empreendedorismo voltado 20h 04 12
em situação de
para a atividade turística no
vulnerabilidade
âmbito do
Turismo 4.0
Responsável pela capacitação
dos profissionais e
Instrutor para a
investidores para a
capacitação do 20h 04 12
empreendedorismo voltado
trade turístico
para a atividade turística no
âmbito do Turismo 4.0.
Palestrantes para os
seminários sobre Responsável pela difusão do
turismo e inovação para conhecimento na área do
2h 09 1
especialistas e ao trade Turismo
turístico de 4.0.
Niterói
Atuará como apoio às
atividades sob a orientação e
Auxiliares dos
coordenação dos instrutores 20h 08 12
instrutores
responsáveis pelas
capacitações.
Auxiliares dos
Atuará como apoio às
palestrantes para os
atividades sob a orientação e 2h 09 1
seminários sobre
coordenação dos palestrantes.
turismo e inovação
Profissional responsável por
atender o público, tanto
pessoalmente quanto por
Recepcionista telefone, e-mail, 40h 02 12
agendamentos, informações e
orientação da
circulação de pessoas.
2. RELAÇÃO DE MATERIAIS DE CONSUMO MÍNIMOS PARA A EXECUÇÃO DA COLABORAÇÃO (ORDINÁRIAS)
DESCRIÇÃO UNIDADE QTD
1. Materiais didáticos (apostilas, canetas, Kit 300
blocos, pendrive)
2. Uniformes (camisetas polo com logo) UN 120
3. Papel A4 (resmas 500 fls) Resma 200
4. Cartuchos/toners de impressora UN 24
5. Pastas e envelopes UN 500
6. Flipcharts UN 12
7. Materiais de limpeza (detergentes, Mês 12
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Os contatos para informações e esclarecimentos complementares relacionado ao citado Edital poderão ser realizados à distância pelo e-mail
cpli@[Link] ou pelo telefone (21) 3677-9100, ramal 255.
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