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CONCRETO

O documento aborda a estrutura e propriedades do concreto, destacando sua importância como material de construção e os diferentes tipos, como concreto simples, armado e protendido. Discute também a composição, resistência e os processos de mistura, transporte, lançamento, adensamento e cura do concreto, além das responsabilidades dos profissionais envolvidos na execução e recebimento do concreto. Por fim, menciona a realização de ensaios para verificar a consistência do concreto.
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CONCRETO

O documento aborda a estrutura e propriedades do concreto, destacando sua importância como material de construção e os diferentes tipos, como concreto simples, armado e protendido. Discute também a composição, resistência e os processos de mistura, transporte, lançamento, adensamento e cura do concreto, além das responsabilidades dos profissionais envolvidos na execução e recebimento do concreto. Por fim, menciona a realização de ensaios para verificar a consistência do concreto.
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RE $ U MO en o1eT o— Grok. Eng Reavdo Jute Beatviz Cazelato Concret 0S CIMENTO FortTlandéA Estrutura e propriedades do concreto. + Dolatim, ~concreto=“concretes = crescer, en Ftulcont alse tts pois amos queens misao onto a been * Tipos principais simples barragens, murs de arma —armados (com 440) ormais usual (pois 0 ago resist a trago) —protendidos (una) concrete onde o aco ¢ prensionado (xtenddo antes) IMPORTANCIA COMPOSIGAO Importancia do concreto + Material estratural de maior us na atuaade; + penas a équa consumida em mor propre. + 5a 10 exes mas consumido do que 0 ao. *+ Consumo mundial atual: 11 bilhBes ton/ano, RESISTENCIA * falta atualizar conforme a norma fck, esta betonada sera aceite automaticamente \ -Portanto, se a resisténcia estiver maior ou igual ao previsto para a obra, estd ok ' 1 Le CONSIDERA-SE 0,96 (96%) DE RESISTENCIA DO CORPO DE PROVA APENAS POIS QUEREMOS AVALIAR 0 DESEMPENHO DO (CONCRETO QUE ESTA NA VERDADE LA NA OBRA, EM PIORES CONDICOES: PREVISAO DA RESISTENCIA DO CONCRETO, DEPENDENDO DO TIPO DE CIMENTO EM DIAS PAN Cimento Note que como 7 2 2 suopos te Portland 4 { © | 9% | 120] 240 | 360 | 720 | Oossar doe dias POR comenn® cP | e anos, 0 concreto TerpentCre 0.46 | 0.68 | 085 | 100] 113 | 118 | 121 | 128} 131 | 136 | ganha resistencia, - | porém, NAO da pra cneem os] a7 | os | 100 | 168 | 112 | use| os | 120 | u22 | n8@contar com a cen resisténcia minima “ow q cPY 0.66 | O82 | O92 | 100 | 107 | 109 | Lit | 144 | 1,46 | 1,17] contanto que serd ee compensada com t ‘o tempo 405 28 dias 100% Aa resisténus devemos tev sbrigateria mente Aqui, vai ser necessario entender um pouco de estatistica, para sabermos qual resisténcia de concreto solicitar na obra (RESPONSABILIDADE NOSSA, DOS PROJETISTAS) ibuicdes Teéricas de Frequénci ‘so eventos que _ Variavel discreta: podem assumir qualquer valor dentro de um conjunto enumeravel de valores diferentes (ex: numero de internamentos diarios em um hospital). Com variaveis discretas, pode-se falar da probabilidade de ocorréncia de um valor especifico. Variavel continua: pode assumir um valor dentro de um conjunto infinito de valores (ex: peso de um recém nascido, resisténcia do concreto). Com variaveis continuas, fala-se da probabilidade de se obter um valor dentro de um intervalo especifico. A Distribuic¢ao Normal Ea mais familiar das distribuigdes de probabilidade e também uma das mais importantes da estatistica. Aresisténcia do concreto uma variavel aleatoria continua. As figuras abaixo mostram as freqéncias relativas das resisténcias do concreto de um conjunto de valores com intervalos entre as mesmas. fom = resisténcia média, ‘foc = resisténcia caracteristica do concreto, ‘a = resisténcia de projeto = tx dividide por um “coeficiente de ponderacao das resistencias’, definido na NBR 6118, cujo valor mais usual € 1,4. Aplicando a regra de probablidades na curva, € encontrada 99,886% de probabilidade de ocorréncia de valores acima| do f-s para a mistura de conereto. Isto significa que a seguranca é considerada nesta fase, exisiindo a baixissima probabilidade (1-00,9986 = 0.0014 ou seja 14 FREQUENCIA Arencio ‘Apés calcular o fed, solicito o FCK ‘| | Al RESISTENCIA ha FCK: 95% do conereto na obra deve ser maior ou igual a0 FCK, apenas 5% sendo inferior inevitavelmente fey mR Fee Kr mIAES8 ‘entdo como COBRIR esse ponto cego (os 5%)? = Na hora do célculo, NAO consideraremos o FCK, mas sim o FCD em 10.000) de ocorrenciadevalores ababo A estrutura so esté segura e om conforme, quando a situagao grafica Esta baixissima probabilidade, a qual se cumpre matematicamente nunca deixard de existir, é considerada segura, Liso bom concreto mais bem feito Resistéecia de Dosagem \ fe Ae fe fe_= ft1,65S, SD = até 4 (lembrando que SD € 0 desvio padrao) Orso Baier concreto menos * + SD maior Problemas pelo excesso de ama: Fisanas: As Ines © pisos fiscuram muito devido & levads retragho e reshiida resistencia 4 tmgio do cconereto. ‘Deteriorasio da superficie: O excesso de dma verte pelas formas. levando cimento consigo e deivando a superficie menos resistente e com desgaste excessivo. Quando se trata de lies e pisos, essa agua exsua para a superficie e camezando cimento e materiisfinos, dei a mesma muito fraca e vulnerdvel Porosidade: O excesso de dana quando sobe a superficie. deixa vazios ¢ camsis no interior do conereto que ‘com o passar do tempo resultam em poros ma massa, tomando 0 concreto ¢ a anmadura vulneréveis contra © ataque de intemperiese produtos qutnicos ‘Dimimuig3o da tesisténcia: Quando dosamos um detemminado trago. estamos utlizando a gma ¢ o cimento ‘em proporgbes exatas para obter-se a reacdo esperada e, portnto, a resisténcia necessarin. Assim, além dos itens vistos, © mais importante € que, adicionando-se muita agua a um concreto, sua resisténcia redz sensivelmente Conterto Vust duico © 1918 — Duff Abrams. Universidade de Illinois, por meio de ensaios de aproximadamente 22,000 corpos de ‘Prova, chegou a seguinte equagio: f= Kyl k; , ke = constantes fungo da natureza dos materiais (cimento, agregados, aditivos, adi¢des) e grau de hidratacao da pasta ‘© Arelagio dgua/ cimento ¢ definida pela relaco entre as massas de Agua ¢ de cimento. E um. dos parimetros mais importantes do concreto, pois dela dependem a resisténcia e a permeabilidade do concreto. cuja ‘durabilidade depende desta titima. A relagio dgua/ cimento é representada pela expressio ac, ou simplesmente por x. BEMMORESPARGS (192442010) ao Agan Cheer em pr K Reina comgremdo i) Portanto, PRINCIPAL fatorderesisténciano > 1s conereto é a relacao ‘ gua/cimento arene a eee ee] Obs: Com os superplastificantes, o fator (Agua/cimento) pode baixar de 0,40 até 0,20. Com o aumento do teor de C3S no cimento e com 0 aumento da finura do cimento, as resisténcias 0s 28 dias aumentaram, isto é, foram "antecipadas’ no tempo. ACO PARA j Cancreto Avimado POR QUAL MOTIVO ADICIONAMOS ACO AO CONCRETO? O cocreto tem uma excelente resisténcia a compressdo, mas nao a tragao. (ele tem 30% de resisténcia a tragdo comparado a de compressao). Portanto, colocamos a armadura para suprir essa deficiéncia eyo foie | , ' l ’ t 1 ' \ , ' * : ot Quanto mais carbono no processo de fabricagao do aco, pior, menos maledvel ele fica (vira © © ferro fundido, por exemplo, que foi muito usado durante a revolugao industrial). Quanto mais tempo de forno, menos carbono e melhor fica, porém custo é mais alto para quem fabrica. rocesso de Refino e Laminacao oS tests et nd N > Laminagao: deformag&o a quente por meio de cilindros que giram diminuindo a segao transversal Oo aaa BSE 8 vv oO Normalizacéo NBR 7480:2007 - “ACO DESTINADO A ARMADURAS PARA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO - ESPECIFICACAO™ Admite as sequintes bitolas (mm): = 3,2-4-5-6,3-8 - 10 12,5 - 16-20 - 25-32-40 CA = abreviacéo para barras de concreto Classificacso: a armado Barras CA.25 @ CA-50. See abreviagao Figg CA-80 (BITOLA MAXIMA 10.0mm). barras de conereto A= Ago destinado 20 conereto armaco. protendido 25, 50 e 60 = valor caracteristico de resistencia de escoamento. CUIDADO: nao caia no golpe da barra de ago alternativa (mais barata). 0 que muda é 0 diametro, que é extamanente o que vocé precisa. Portanto, NAO EXISTE BARRA ALTERNATIVA Tensao de escoamento * LAMINADO fot fy Obie ari DEFORMACAO, (Classe A — produzido: por laminacio quente sem posterior deformacio a frio. Possuem patamar de ‘xcoamento bem definido, aumenta a deformagao, aumenta proporcionalmente a tensdo e ele estica. nessa fase onde fica linear e ele ¢ deformével vai e volta ele fica eldstico. existe um limite ai que é chamado FY, vocé sai da fase elastica e entra na fase plastica (deforma sem precisar aumentar tensdo), chamado PATAMAR DE ESCOAMENTO. Entdo projetamos a estrutura sempre na fase ELASTICA, onde nao encontramos a tensdo de ruptura. Tensao de escoamento Trefilado e alguns laminados fe °° Opin 02% 05% DEFORMACAO ‘ance B~ obits por proceso gue provecm eucranteate 2 i, cone elec trot, compels fraser ga uae Siar ut eal de cone 0 eds ADERENCIA ENTRE 0 ACO E 0 CONCRETO A aderéncia € a ligaedio existente entre 0 ago e 0 conereto que “impede” 0 deslizamento entre eles. Dessa forma, os materiais se deformam em conjunto e, conseqilentemente, permitem a transferéncia dos esforgos de um para 0 outro, ou seja, sempre que as tensdes da barra variam, supondo-se que as ‘tenses de aderéncia se desenvolvam ao longo da barra, haverd transferéncia de esforgos entre esta e 0 concreto. A ADERENCIA SE FAZ POR 3 MANEIRAS 1) Ade fisico-quimicas q entre a pasta de cimento e a barra devido as ligagdes ce dos dois materiais. 3) e devido a presenga de saliéncias na sSUpCCt= barra. Estas saligncias funcionam como pegas de apoio, mobilizando tensdes di pressdo no concreto. PROCESSOS DE DEFORMACAO 4) . Encruamento: 1) eae a Redugao da segdo Deformagao da barra transversal (largura) e A com a temperatura respectivo aumento no TREILAGAO. abaixo da fuséo. comprimento. Consiste —B, Esticamento com em puxar o metal através: enrijecimento. de uma matriz (fieira ou trefila), por tragao. 4\ Extruso: 7 eee Apega 6 empurrada _ressioes contra a matriz SSeS, conformadora, com redugao de sua seco transversal. Z reer, Conforme a NBR 7480, deve existir a seguinte identificagao das barras: - Laminacao em alto relevo com a identificagao - Pintura em um das extremidades com aproximadamente 10 cm, conforme cédigo de cores. -geralmente nao vem, mas ainda assim é preciso medir diémetro com paquimetro pra ver se da as medidas - Se comprado sem as identificacdes, conforme exigéncias da Norma, devera ser executado ensaio de recepcao. A nao observancia desta precaucdo envolve a responsabilidade do construtor no emprego dos materiais. - A barra encontrada no mercado brasileiro tem o comprimento usual de 12 metros com uma tolerancia de 1%. Propriedades mecanicas + Ensaio de eragite: deternsina-re 04 valores de fy, ft e alongassento am. 10 6 + Ensaio de debramente: corpo de prova « dabrado a 190°, Exfergos de mownagean, * Decerminasiio de covficieute de conformagio superficial: Avalis 2 adurducia da barra w do flo de ajo a conerets polo aepacamanto de favurns Mecanismos de Arlague oo Concreto Armada 1) Erosao: O termo é utilizado ae para Sescrever g Serre ee ites boveas Particulas soiidas em suspensao. ore io a contend: ti iS em suspensdo Beta em comtato com o concrete, a colisdo, 0 escom 10 OU Tolamento das particdlas causam desgaste da superficie A erosio ocorre em estruturas hidraulicas como revestimentos de canais, vertedorese tubulacdes de concreto para transporte de agua e esgoto. TESTE DE FENOLFTALEINA © qual verifica o PH 2) nacae € 0 proceso de uma. substancia presente em®componentes sos através da sua dissolucdo em um o caminho causado liquide. pela leva da portlandita pela agua, fica no concreto Gees cee Agen + CH deixando fissuras fintataro Be mento solevel mt gua, sendo o ataque mais consideravel para agua_ corrente, fom a presenga de solides em ‘suspensao. na maior parte das vezes, deriva de uma fissura onde a agua penetra Cimentos, Pazoldnicas ¢ de_Alto: Fomo sao_ mais _resistentes Ihaviacdo, ndo'38 porque diminuem 0 teor de Ca(OH) juzido, mas oe ee eee oS eee prevengdo: fazer um concreto com menos portlandita (comprar cimentos pozolanicos CPIV e de alto forno CPI!) eles irdo reagir com a portlandita (‘scarlet') e reduzir seu teor, logo o tisco de lixiviagao é menor detalhe: esses cimentos ideais so mais baratos CASO DE GRANDES OBRAS 3) Cavitacao: outra possibilidade de dano para estruturas hidraulicas, relacionada a perda de massa pela formacao de bolhas de vapor, provoca sibita mudanca de direcao em Aguas que fluem rapidamente, com subsequente colapso das estruturas. Dano por cavtacSo ro revestmento de congret em um fnel de 12819 Ge dime ‘a Barrageme Glen Canyon, OA. 4) Expansdo por sulfatos: a fonte de produgao poder ser 0 solo, aguas concreto comeca residuais, efluentes industriais, etc. aestourar As reacées quimicas que envolvem a formaco de produtos expansivos podem levar a certos efeitos danosos. Ca(OH): + NazSOx. 10 HO + CaSO, 2 H.0 +2 Na(OH) + 8 HO Gipsita (aumento ~ 2x) quadruplica a particula original CsA .12H,O +3 (CaSO, 2H.0). 14H,O + CxA . 3 CaSO, .. 32 HO que tinha da cal Etringita (aumento ~ 2x) hidratada Cimentos Pozolanicos e de Alto-Forno so mais resistentes aos sulfatos, Porque reagem com 0 C,A e com 0 Ca(OH)., resultando em compostos mais resistentes aos sulfatos. 5) Hidratacdio de MaO e CaO cristalinos: CaO e MgO livres, no cimento, poderao softer hidratacdo retardada. transformando-se em dxidos expansivos, 6) Reacao Alcali dos (RAA)) As matérias-primas usadas na fabricacio do Ehngquet Ge Cento Ponland st0%s fortes do scale do cimante NosO'e Kook Dependendo do teor de élcalis de um cimento, 0 pH da soluco dos poros em concretos normeis geralmente é de 12,5 a 13,5: Esse pH representa uma soluco fortemente alcalina que contém rochas dcidas, compostas de silica © minerais slicosos que no permanecem estaveis em exposicao prolongada [Link] 150 classificou os cimentos com menos de 0,6% Na20 equivalente como cimontos de baixa alcalinidade © com mais de 0,6% do alta alcalinidado. Na Pratica, o teor de dlcalis de 0,6% ou menos normalmente 6 considerado insuficionto para causer danos devido 4 reaco élcali-agregado, independentemente do tipo de agregado reativo em concretos normais. Na.O e K:0 + H20 NSCOWD sXe ge i ie ane a, cee eee 5 podendo ocorrer anos depois que 0 concreto esta enrijedico revigno TH (Nz percentage = de udeaginio ives CONCEITOS DE ACIDO, BASE E PH Sob 0 ponto de vista quimico, uma solugo ¢ um liquide formado pela mstura de duas ou mais substinces, ‘homogeneamente disperses entre si ‘A solugo, consiste de um sovente, 0 composto principal, @ urn ou mats solutes. ‘Quando um solito est lonizado, 0s elementos ou radkciais quimicos que 0 compdem, estdo dissociados uns dos outros, ‘2 poreBo da substéncia que existe no estado tonizado 6 chamada fon ‘Em uma solue8o, um soluto pode estar no estado tonizado ou no estado nao ionzado, Existom substincias, como os scidos fortes, as bases fortes © 0s sais, que permanecem om soluglo, quase ‘complotamente no estado ionizado ‘Outras substincias, como 0s dcidos © as bases fracas, 90 contro, permanecem em solugBo en graus dversos do ‘onizago. A équa tem sempre um pequeno nimero de molécutas no estado ionizado. 0s fons combinam-se entre si conforme a sua carga elétrica Os céttons so os fons com carga eiétrica posta, como 0 Inidrogénio (H*) € 0 séxko (Na*). Os Anions 880 os fons com carga eldtrica negativa, como o hidiéxido ou hidroxta (OH) @ ‘ocloreto (Cr) Para sor um écido, 6 necesséno quo a molécula da substincia tenha, pelo menos, um hidrogénio igado ionicamente. © Indrogéeo ionzado, simolesmente representa um proton Um decide ¢ uma substincia que, em solucio, ¢ capaz de doar protons (H+). (Uma base 6 uma substanca que, om solved, 6 capaz de recober protons. Em outras palavias, 0s decides sBo substincias que, quando em soluco, tem capacidade de ceder ions hidrogénio, as ‘bases so substincias que, quando em solucao, tem capacidade de captar fons hidrogénio A agua por exemplo é um acido, porém um acido muito fraco de PH = 7, por isso é considerada neutra ‘A atvidade dos fons higrogtinio em uma solurdo qualquer, depende da quantxiade de hichogénio livre na solupao, Para a avallacso do hidrogénio livre nas solugoes, usa-se a unidade chamada pH. © warmo, ott sizuicn powunaia le Mdroginio, «ol ciedo pare sinpaicer a meds de A subeiancia peardo, usca como reertnca, pare expressay 0, orau de, acter ou ce ‘das domais substdncias. A agua se dissocia em pequena quantidade om ‘nidrogdinio (H+) @ hidroxila (OH). ‘A dgua 6 considerada um liquide noutro por sor 0 que menos se dissocia ov foniza. ‘A. quantidade do moléculas dissociadas ou ‘onizadas na agua ¢ muito pequena, em retagao {30 total de moléculas, bam como so pequenas ‘88 quantidades de jons H+ @ OH., em soluyo, Para cada 1 molécuia de agua dissociada om H+ @ OF, hf 10,000,000 de moldculas nto dissociadas. A concentragso do H+ na agua, ortanto, ¢ do 110,000,000 ou seja 0,0000001, conforme representada na figura. A gua ¢ considerada uma substancia neutra. Isto equivale a dizer que a agua nao ¢ dcido nem base e serve de comparagdo para as demais solugdes. Um cdo forte, em solugdo, libera uma quantidade de ions hidrogénio (H+), muito maior aoe portanto sera inferior ao da agua contrario, uma base forte, por aceitar muitos protons ou ions hidrogénio da solurso, parma que apenea uma pequena parte Sos ions que be, ‘em comparaco 4 agua. O pH da base forte, portanto, sera superior a0 pH da agua O pH ¢ expresso por uma escala numérica simples que vai de 0 (zero) a 14. O ponto 7 da escala ¢ © ponto de neutralidade e representa o pH da agua. As soluges cujo pH esta entre 0 7 $80 denominadas acidas: as que tem o pH entre 7. 14 $80 denominadas basicas ou aicalinas. Quanto maior a concentracdo de hidrogénio livre em uma solucdo, tanto mais baixo ‘serd 0 seu pH. 0 1 HE aston cian 2 Suco de limao bs inate peice aduito morte] gciga ‘ Reprodutao de eine afetada 2 ‘aixa normal Leite oe Fatwa normal ; da 4qua dos ros = 8 oph do concreto esta entre 12 e 13, portanto é alto (reage menos) ‘ocorre em locais umidos, nao ‘submersos, onde umidece e {Gir marines pncbelmente) _— € 0 pior ataque quimico que 0 concreto armado pode sofrer 7) Carbonatagao: A carbonatacéo é um processo . fisico-quit de neutralizacio é de fora para dentro ¢ da fase liquida is | “do absor¢ao de concreto, saturada de hidroxido J As de calcio e de — outros 7 gas componentes alcalinos 2 carbénico Netetados mem) pelo Como resultado da carbonatagao Beason concreto tem-se a reducao do pH do I f oe (quem reage concreto a valores abaico de 9.4 | aproximadamente. Apesar da | I seo | comele éa p-Oavaineess}[ cumueis sora | Ca(OH)2 ae =] diferenca do limite entre diversos | epee gate ane Gane, ae Al Tay, otertans | ne tlandit reducio do pH, eles concordam | 7 Vga meaA ortlandita - que ‘stes valies a0 capazes (a, dae — p lett’) le despassivar a armadura ‘scarlet deixar_a porta aberta para a corroso da mesma. ” cancer do conreco™ 6 slencioso, se ndo verificare previni, jd era 0 carbono (vai reagindo com a portlandita, que protege a armadura) e vai entrando e deixando caminhos, por onde passa a agua, aumentando ph (permitindo ferrugem) e ocorrendo a oxidagao, atingindo o aco da estrutura a armadura ao enferrujar, expan- de, deixando trincas no concreto Fenoftnletnn Cinavesder) cy HMA 4. Sceromeine cy ple de apne de cana Sos {a sleindade da camada de conceto por tnicaior quimic, (focprafa: Cauda 8 do Nascanento) portanto, é um problema para a armadura mas que acaba afetando o concreto Indicadores s80 substncias que mudam de cor na presenga de ions He nO OH- [Link] uma solugao, e justamente por esta sados para indicar o pH, ou seja, oman © proprio nome Fi iz, os. indieadares indicam se uma solugao é ou basica. Solucdo de fenolftaleina: Esta solugdo é um indicador sintético que ao se dissolver em agua se ioniza originando ions. Os ions liberados sao H+ e OH- que estabelecem um equilibrio em meio aquoso. Quando se adiciona fenolftaleina em uma solugao incolor, esta ao entrar em contato com uma base ou acide muda de cor. Exemplo: se adicionarmos solugao de fenolftaleina em um meio acido ela fica incolor, of © aumento da concenwagso de H+ desiocs © equilor, basico, a soluc3o de fenolftaleina se tora: Quando aplicada ao concreto, a regiao onde ficar incolor esta carbonatada, logo menos basica (ou mais acida). quer dizer: se pintar, esta basico (estd bom o concreto) e se ficar incolor, jé alterou 0 PH, ficou acido, atingindo a estrutura Indicador de Fenolftaléina aplica ao concreto. Le = arte boa i parte wim Casa Lina Fo Fav hi medindo parte que carbonatou Accarbor So dey de fatores com: *Condigdes ambientais: altas concentragdes de CO2 aumentam as chances de ataque ao concreto, +Umidade do ambiente: poros parcialmente preenchidos com 4gua na superficle do concreto apresentam condigao favoravel, a condi¢ao Wo liteval maxima & com a umidade relativa do ar entre 50% a 60%. ‘tem mais “Trago do conereto: altas relapses a/c, resultam em concretos porasos umidade €, portanto, aumentam as chances de difuso de CO2 entre os poros, naturalmente +Langamento e adensamento: se o:concreto tiver baixa permeabilidade (Compacto), dificultara a entrada de agentes agressivos, +Cura: proceso fundamental para reduzir o efeito da carbonatagao 8) Ataque por cloretos: Nenhum outro contaminante esta tao extensivamente documentado na literatura como causador de corrosao dos metais no concreto como estao os cloretos. O filme passivante éa prande defesa do aco no interior do concreta e a garantia de que nao sera corroida. Entretanto, ela pode ser destruida por duas condicdes basicas: 1) Presenca de uma quantidade suficiente de ions cloreto; os quais podem advir tanto de meio externo e atingir a armadura por difusao, quanto padem ja estar no interior do concreto devido & agua de amassamento e/ou agregados contaminados, ou mesmo devido a presenca de aditivos aceleradores de pega e endurecimento a base de cloreto de calcio (CaCl): 2) Diminuic&o da alcalinidade do concreto: isto pode se dar devido as reacdes de ‘carbonatacao ou por penetracao de substancias acidas no concreto. Em casos ais pode ser oriunda da lixiviacao do concreto, em que a solucdo alcalina é lavada pelo ataque das aguas, sendo neste caso necesséria certa pressao hidrdulica. 1 Fet +3Cl-— FeCh Conclusio FeCl +3 OH-— Fe (OH)s + 3Cl- o cloreto nao é eliminado na reagao Femugem (ociorstono€consumseareseée) | quimica, portanto, enquanto tiver ferro disponivel, continuara a enferrujar Fobve margulses Uma patologie muito importante devido ao ataque —_ dos marquises. A corrosao ocorre em pontos concentrados, ‘0s chamados “pites’ que seccionam a armadura dentro do conereto armado. para analisar a seguranga da marquise, o correto é furar por cima com uma furadeira e o pozinho que sai, recolher e mandar analisar para ver a quantidade de cloreto € quauto de doreto ate’ pre\udicar armadura? A literatura técnica sobre qual 0 teor de cloretos que so HELENE (1986). Segundo FIGUEIREDO (2005), esse limite nao esta associado a um valor fixo, embora algumas normas ou Tecomendagoes de alguns paises apresentem valores orientativos. = ninguém sabe ao certo, mas algumas - normas colocam valores orientativos |» —— 9) Corrosao do ago no concreto armado. ‘Segundo HELENE (1986), 0 mecanismo de Reece clean aera des 4Fe + 302 + 6 H20 — 4Fe (OH)3 Teacoes corrosivas em de agua cuambiente umige (UR > 60%) A transformacdo do ferro metalico em produto de corrosdo (ferrugem) & ‘acompanhada por um aumento de volume que, dependendo do estado de oxidacao, pode ser da ordem de 600% em relacao ao k 4 ‘metal original. Acredita-se que esse as jumento de volume seja a principal causa da expansao e fissuragao do concreto ES — Esta corrosao conduz a formacao de Eaesaeess 1 ‘xidos! hidréxides de ferro, produtos de ed corrosao avermelhados, pulverulentos & are vrs porosos, denominados ferrugem, ¢ 56 ‘corre nas seguintes condicdes: deve ter os 3, por isso em locais permanentemente submersos ou enterrados, nao ha ferrugem FATORES DETERMINANTES DA FERRUGEM (OXIDACAO): 2) Deve existir um eletréito: a gua esté sempre presente no conereto e, geraimente, em quantidades suficientes para atuar como eletrdito, pincipalmente nas regiées da obra expostas a intempéries. Além desta certos produtos de hidratacdo do cimento também forma nos poros e capilares uma solugdo saturada que constitui um bom eletrHo. em que ter Gum ») Daee erst uma ovferenga de ponent quando se submerge o ago am uma solugdo, parte dos dtomos tende a passar a mesma, transformando-se em catons ferro (Fe++). com carga elétrica ositva, dexcando 2 armadura com carga negativa e criando o que se conhece como patencial de equilibrio. Este fato, por si s6, no gera forca eletromotrz, mas em presenca de reagentes capazes de softer redugdo. ou seja. capazes de combinar com 0 elétron liberado na reagdo de formago do fon ferroso, pode ser formada uma pilha ou célula de corresio eletroquimica. Qualquer di de potencial que se produza entre dois pontos da barra, por diferenca de umidade, ‘zeracso, concentragdo salina, tenso no concreto e no aco, € capaz de desencadear piihas ou cadeias Ge pinas conecindss em S8°€. Coyq gue ter cons (covgne + € ~), 930 stmpte em ©) Deve existr oxjpépio: € necesssrio que haja axigénio para a formagSo de ferrugem., além do eletsiito, smo que no € posse a e8680: Tem que cer ORIERIO A Fe +20; +6H20 + 4 Fe (OH)S ‘As reagdes sdo mais complexas e 0 produto da corosio Gridos e hidrodos, resultante de varias etapas de coro! na verdade composto por uma gama de 8) Pe str agentes sgressivos: a corrosdo pode ser acelerada por agentes agressivos contidos ou ‘conereto. Os agentes agressivos no permitem a formacgo, ou quebram a pelicula jé ‘existente da passivaggo do aco, acelerando a corrosso. esclarecendo © proceso quimico: Convem usay cimento CPlil ep? ‘Acamada de passivagao da armadura de concreto, Pelicula passivadoraformada na superticie das baras de ao, FUSCO (2008), Em ambiente altamente alcalino, € formada uma capa ou pelicula protetora de carater passivo sobre as barras das armaduras. A alcalinidade do concrete derva das reacdes de hidratacao dos silicatas de calcio (C3S e : (C2S) que liberam certa porcentagem de Ca(OH)s, podendo atngit cerca de wremricmcocommro | 25% (~ 100 kgim® de concreto), HELENE (1986) resposta: sim! isso porque pelos processos quimicos, os cimentos CPIll e CPIV formardo ‘pedrinhas" que D ajudardo a enrijecer, algo postivo 0 segredo das estruturas 6 quanto menor a porosidade quanto maior a resisténcia fazer elas mais densas para do concreto, mais protegida do concreto, maior sua evitar entrar cloreto, oxigénio e estard a armadura durabilidade e menor sua carbono: como ter baixa porosidade: porosidade, portanto, para e fazemos isso de forma que a concretos com resisténcias praias e cidades de maior relacdo agua cimento seja a maiores poluigao, usar concreto de menor possivel maior resisténcia Acamada de passivagdo da armadura de concreto. Fatores que regem a corrosdo das armaduras: 1) pH da solugao dos poros do concreto (quanto menor ‘Segundo FUSCO (2008), a destruico da camada passivadora pode maior a corrosao), ‘acontecer de modo generalizado, em virtude 3 diferentes causas: 1) redugo do pH, abaixo de 9, por efeito da carbonatago da camada de cobrimento da armadura, 2)_ Diferengas de potencial eletrico, 3) Teor de umidade, ciclos de umedecimento e secagem, 2) presenca de fons cloreto (CL) ou de poluigdo atmostérica ‘acima de um valor critico; 4) Profundidade da frente de carbonatago, 3) lodviago do conereto na presenga de fluxos de &gua que 5) Concentragao de cloretos e hidroxilas, percolem através de sua massa visitos de Durabilidade NBR 1618:2014 a Concreto Arado Cj Classes de Agressividade Ambiental NBR 6118:2014. Aas mt sass] mt ate | eae | SG wee . Face zm pepnicacte : sie =e toe : oe . a —— ‘oumaeun sana as sean gus & pus anmacs span coteeat on as = feseeraneeteeteentiee caren mamcoiooeon Classes de agressividade e qualidade do concreto — NBR 6118:2014. a Pa Sea i [a aa se Sa [a8 [arf — [Cease [ase [030 [ons = oem [em [ew [cw ron) aR Conus oe onereperremoencs secorowbagrnech| a0 | 200 | 10 | 10 ao Je vereroseanares dence areca coun ssanerbtemuisessecrowe ovens Correspondéncia entre classe de agressividade ambiental ¢ cobrimento nominal — NBR 6118:2014. =. Hil ai wxpieniFo. donnie ns tabelas de Norm Caplicabilidede em PrOjeTOS OS Classes de Agressividade Ambiental N BR 6118:2014. Critério Paulo Helene: considera cidades até 200 mil habitantes como rural e passou disso como urbana Critério Ricardo Bento: considera residéncias unifamiliares como rural e edificios de maior carga e movimento de pessoas como a PUC como urbana - Seo prédio estiver de frente para a praia pode considerar marinha ou respingos de maré (geralmente respingos de maré) ATENCAO: nao existe parede de 15 cm, o mit segundo as medidas aprovadas pela norm; 19 cm (20) Classes de agressividade e qualidade do concreto — NBR 6118:2014. CA = CONCRETO ARMADO epee tes pacer] se | se [220 | 200 | Correspondéncia entre classe de agressividade ;ONCRETO PROTENDIDO verificar tudo isso antes de projetar, ambiental e cobrimento nominal — NBR 6118:2014. 0054 deperder das condicbes ambientais, como no litoral, serao mais grossas [es pesoura de viga >) ited -Cormaponttnca ere cane de wpesvadade ented ¢xbementa nna para Tipe eneeona | Componente s = e 7 Tee = 71" conmeen noma ah cis pee en ene 2 tent sot en. caet « canes. ve ‘omer m euneicns pss Cua apc mabe Sra tor as oe eatnlo Pop Ta sce many oo 6 gt an se merits com omnia cages on Situagdes de Wcendio - Estvutvras de Concreto Avenado Contexto hisrérico Tergurtag A Seguranga Estruturas de Coner em Situagao de Ir Oque deve tev vm bom proyeto 2 — ELU= Estado Lirnite Wirireo Sai Ra centr - Para todas combinagées Lock cientes - Para todos elementos (s ) Parcinis devemn ser Gplicados Sobre A EA (virnos sobre cles nas avins de [Link]) SD = SOLICITAGOES DE DESIGN (PROJETO) RD = RESISTENCIAS DE DESIGN (PROJETO) RDF = RESISTENCIA EM SITUAGAO DE INCENDIO. Portanto a resisténcia do concreto e ago caem em situagao de incéndio (a resisténcia nesse caso é menor que a original) D Em situagéo de incéndio Susi < Ray 0 - Fogo = aciio es : -Coeficientes so o - Para a anélise estrutural na situagéo de incéndio, devem-se considerar as combinagdes excepcionais nas agdes no ELU. -Em geral so aceitveis plastiicagoes e ruinas localizadas que nao determinem o colapso total da estrutura. -Admitindo-se uma relago das ages de céiculo em situagao normal de uso Fdn @ a aco de calculo em situac&o de incéndio Fi de 0.7, deve-se ento comprovar que a estnstura , submetida a altas temperaturas decorrentes do incndio, seja capaz de suportar pelo menos 70% do carregamento normal de calcula. 70% Sas Rag Nessas situagées, a avaliaco nao é com relagao as do concreto da edificagao, mas sim SE ELE CA PLASTIFICAGOES, RUINAS E ATE COLAPSOS LOCAIS S40 ———~y A ESTRUTURA SO PODE SER. -REUTILIZADA APOS UM . INCENDIO SE FOR VISTORIADA E TIVER SUA RECUPERACAO Coir vin vig, EXECUTADA. Por exemplo - ESSA RECUPERACAO, QUANDO NECESSARIA, DEVE ASSEGURAR (QUE A ESTRUTURA VOLTE A TER AS MESMAS CARACTERISTICAS DE ‘SEGURANCA QUE APRESENTAVA ANTES DO INCENCIO. Ancénavo em tel onde covey palling extrvwva exposte Lascamento ~ “Spalling” Na pratica: 1. Dimensiona-se a estru al Na pratica: baixadas « anexadas, Em situagado normal oe Pk we 0 TRRF é 0 tempo usado em projetos sempre trabalhando com numeros altos para aumentar a seguranga jd que tudo éincerto principal caracteristica de um incéndio, no que conceme ao estudo das estruturas, é a curva que fomece a temperatura média dos gases quentes em funco do tempo do incéndio. Curva temperatura-tempo de um incéndio éneste momento da curva em que pensamos saidas de emergéncia, <°~ emu caixa de escada, ilumi- do hé riscos para a estrutura nagao de emergéncia, etc pode haver enfumagamento Fase de igni¢&o - baka temperatura. Risco a vida humana em funcdo dos gases ‘Os modelos destas curvas so construidos a partir de analises experimentais ou computecionals que procuam sine are sero de ui ompatineo er ‘As curvas temperatura-tempo de um incndio natural compartimentado dependem de varios pardmetros: Carga de incéndio, Grau de ventilacdo, +Caracteristicas fisico-térmicas dos materiais de vedaco.etc__ ‘Cada compartimento de cada edificaco deveria ser proje diferente, : Equilibrio térmico Qcomb = Qconv-+rad + Qtroca +Qrad/jan V5? de Sao Carlos Em virtude dessa dificuldade de ordem prética, so raros ‘0s casos em que esse modelo é empregado. (0s ensaios laboratoriais de materials | a altas temperaturas s&otettos ‘em fornos com uma elevacdo padronizada de temperatura do ambiente intemo. Por simplicidade, as normas {ecnicas permitem que essa ‘curva seja empregada como ‘curva de aquecimento em Seguran¢a estrutural Modelo do incéndio-padrao * Incéndio-padrao © NBR 5628/NBR 14432 qunpem: + IsOs34 (en 38 tog 1) +20 Por se tatar de uma curva fiticia ¢ no da curva verdadeira do incéndio, as (Zea paenizao normas € codigos artitram também tempos ficticies altos a fim de levar © campo Calculo que de temperatures para o lado da segurenca. seguimos conforme norma se para projetar As curvas de linha tnica representam as imagindrias que consideramos no projeto diferentes das tracejadas ou pretas dos graficos relacao temperatura e tempo acima (mais préximos dos reais). Enfatizo que trabalhamos com coeficientes de seguranga de valores mais seguros que a realidade *ABNT NBR 14432:2001, o tempo requerido de resisténcia ao fogo (TRRF) 6 0 tempo minimo de resisténcia ao fogo de um elemento onstrutivo quando sujeito ao incéndio-padrao, e a resisiéncia 20 fogo é a propriedade de um elemento de construcao de resistir 4 seguranga estrutural, estanqueldade e isolamento, onde -O TRRF apesar de ser fornecido sob a forma de tempo, apenas um parametro para projeto. gui temos 06 tempos tm minus 4 = wba se (exempie.b0 mace) de 30 em 20 min PATA Code Sitvacco de edi Ficagie ABNT NBR 15200 - aplicabilida de ABNT NBR 15200 Procedimentos existem diferentes maneiras de determinar as dimensées minimas dos elementos estruturais, 0 método abaixo nao necessitando calculo ME TO DO ABNT NBR 15200 TABULA (SEM CALCULO) Filan demonstracao: temperatura diminuindo conforme atinge a cama- da mais proxima do centro | do pilar “Método Taipular: nao 6 necessério fazer nenhum calculo, ee eee Se are tae elementos estruturais, em funcao do TRRF. Tabelas COM Byysy Itmiy Cinin =S (TRRF) au usual na pratica de. b min = largura minima hmin = altura minima min = distancia minima (eixo da armadura até a face) - No método tabular so especificadas espessuras minimas para as lajes, larguras minimas para as segdes das vigas e dos pilares, para atender a funcao corta fogo. bigan demonstragao: calor demorando mais para passar na viga mais grossa [io é penmitda 2 considerardo do revestinento na determinapo das dimensées minima a cegao transversal de plaree.e jes lea e cogumelo. Para outros elemento nso hd fesca recto. E permitida 2 consideragéo do revestimanto n0 edieulo das distincias of respeitedas a= ‘seguintes presorgoes. Revectimantos aderantas de argamazcs decal = aris tm 6796 de fisidncia alaive 23 -Revestimento de argomasia de cimentocacieadeentes tem 10% de tctinds GOVE, CONCwIO See -Rerestinentos protetores & base de gesso, vemicuita oufitras comdesempenno _ EACAWA rain de coulvtent podem se ompregedee, deeds Qve cua elcincia © sdeteacl at 5 concrera. ode consider av 0 revestimenta na conta ny coreeasical aay fare vigas ¢ lajes em geval (pila nao) sepumassa decal wes nah, O5T.n,

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