UNIVERSIDADE POLITÉCNICA – APOLITÉCNICA
Faculdade de Cienia de Engenharia
Curso: Engenharia Eléctrica 4° ano
Cadeira: Sistema de Comando e Regulação
Tema:
Dispositivos e Circuitos de Comando e Regulação
Casos Particulares na Electrónica Industrial
Nampula, Maio de 2026
Estudante:
AbdulAfido Abudo Anlúe Pedro
Hugo Jorge
Nelson Salomão Bulafo
Tema:
Dispositivos e Circuitos de Comando e Regulação
Casos Particulares na Electrónica Industrial
Trabalho de investigação científica da
cadeira de Sistemas de Regulação e
Comando a ser entregue para efeitos
avaliativo.
Docente: Tomas Felizardo Viola.
Nampula, Maio de 2026
Índice
Resumo ...................................................................................................................... ii
1. Introdução .......................................................................................................... 3
1.1. Objectivos....................................................................................................... 3
1.1.1. Objectivo Geral........................................................................................... 3
1.1.2. Objectivos Específicos ............................................................................... 3
1.2. Metodologia do trabalho ................................................................................ 4
2. Fundamentação Teórica ..................................................................................... 5
2.1. Electrónica Industrial ..................................................................................... 5
2.2. Dispositivos de Comando na Electrónica Industrial ...................................... 5
[Link]. Botoneiras ............................................................................................... 5
[Link]. Fusível ..................................................................................................... 7
[Link]. Contactor ................................................................................................. 9
2.2.2. Relé Térmico .............................................................................................. 9
2.2.3. Sensores .................................................................................................... 10
2.2.4. Circuitos de Comando Electrónico ........................................................... 11
2.3. Sistemas de Regulação na Electrónica Industrial ......................................... 12
2.3.1. Sistemas de Regulação ............................................................................. 12
2.3.2. Constituição dos Sistemas de Regulação.................................................. 12
2.3.3. Sensores .................................................................................................... 13
2.3.4. Controladores ........................................................................................... 14
2.3.5. Actuadores ................................................................................................ 15
2.4. Importância dos Sistemas de Regulação na Electrónica Industrial .............. 15
2.5. Aplicações Industriais dos Sistemas de Regulação ...................................... 16
3. Conclusão......................................................................................................... 17
4. Referências bibliográficas................................................................................ 18
Resumo
Os dispositivos e circuitos de comando e regulação desempenham um papel fundamental
nos sistemas eléctricos e industriais modernos, permitindo o controlo, monitorização e
protecção de máquinas e processos. Estes dispositivos são utilizados para garantir o
funcionamento seguro, eficiente e automático dos equipamentos eléctricos, reduzindo
falhas operacionais e aumentando a produtividade industrial. Os circuitos de comando
são responsáveis por executar acções como partida, paragem, inversão e protecção de
motores eléctricos, enquanto os sistemas de regulação mantêm determinadas variáveis,
como tensão, corrente, velocidade, temperatura e pressão, dentro de valores previamente
definidos. O estudo destes sistemas é essencial para a compreensão do funcionamento da
automação industrial e dos sistemas de controlo aplicados na engenharia eléctrica. Assim,
o presente trabalho aborda os principais dispositivos utilizados nos circuitos de comando
e regulação, suas funções, aplicações e importância no ambiente industrial.
1. Introdução
Os dispositivos e circuitos de comando e regulação desempenham um papel fundamental
nos sistemas eléctricos e industriais modernos, permitindo o controlo, monitorização e
automatização de diversos processos. Estes sistemas são utilizados para garantir o
funcionamento eficiente, seguro e confiável de máquinas, motores eléctricos,
equipamentos industriais e sistemas de produção.
Os dispositivos de comando são responsáveis pela operação e accionamento dos
equipamentos eléctricos, permitindo ligar, desligar, proteger e controlar máquinas e
circuitos eléctricos. Entre os principais dispositivos de comando destacam-se os
interruptores, contactores, relés, botoeiras, temporizadores e disjuntores. Já os
dispositivos de regulação têm a função de controlar variáveis como tensão, corrente,
velocidade, temperatura, pressão e frequência, assegurando que os sistemas operem
dentro dos parâmetros desejados.
[Link]
1.1.1. Objectivo Geral
Estudar os dispositivos e circuitos de comando e regulação utilizados na
electrónica industrial.
1.1.2. Objectivos Específicos
Identificar os principais dispositivos de comando electrónico.
Explicar o funcionamento dos circuitos de comando industrial.
Descrever os sistemas de regulação electrónica.
Analisar a importância da automação industrial.
Apresentar aplicações dos sistemas electrónicos industriais.
3
[Link] do trabalho
Neste paragrafo serão apresentados procedimentos metodológicos, que foram aplicadas
para a presente pesquisa.
De acordo com Marcone e Lakatos (2005,p.83), denomina a metodologia como sendo:
O conjunto das actividades sistemáticas e racionais que, com maior segurança e
economia, permite alcançar o objectivo, conhecimento validos e verdadeiros, traçando o
caminho a ser seguido, detectando erros e auxiliar as decisões dos cientistas.
Em concordancia com Prodanov e Freitas (2008) e Gill (2008) estes por sua vez, afirmam
que , estes tipos de pesquisas assumem a forma de pesquisa bibliográfica.
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2. Fundamentação Teórica
[Link]ónica Industrial
Segundo Albert Malvino, a electrónica industrial é o ramo da electrónica responsável pelo
desenvolvimento e aplicação de sistemas electrónicos utilizados no controlo e automação
de processos industriais.
De acordo com Robert Boylestad, a electrónica industrial combina dispositivos
electrónicos, sistemas eléctricos e técnicas de automação para melhorar o funcionamento
das máquinas industriais.
A electrónica industrial é amplamente utilizada em:
Indústrias de produção.
Sistemas automatizados.
Controle de motores eléctricos.
Processos de fabricação.
Sistemas robotizados.
[Link] de Comando na Electrónica Industrial
Segundo Silva (2018), dispositivos de comando são componentes eléctricos e
electrónicos utilizados para controlar o funcionamento de máquinas, motores e
equipamentos industriais.
2.2.1. Os dispositivos de comando permitem:
Ligar equipamentos.
Desligar equipamentos.
Proteger circuitos.
Controlar motores eléctricos.
Automatizar processos industriais.
[Link].Botoneiras
As botoneiras são chaves eléctricas accionadas manualmente que apresentam,
geralmente, um contacto aberto e outro fechado segundo Botoneira (2018).
Botoeiras são dispositivos para manter ou fazer uma interrupção de uma corrente elétrica
em um circuito de comando, devido a um acionamento efetuado de modo manual. Elas
podem ser de tipos diferentes como será detalhado abaixo:
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Chave Seletora: apresenta uma vantagem de necessitar de uma única chave para realizar
as operações liga/desliga. Mas pode ter um grande problema relacionado a segurança,
pois se acontecer uma falha no sistema de distribuição de energia e ela se desenergizar, a
chave se manterá na mesma posição após a volta da eletricidade. Apresentado na figura
a)
Sem Retenção: esse tipo é caracterizado por possuir contato normalmente aberto e
fechado ligado a um botão, que quando pressionado muda os estados de seus contatos,
porém apenas enquanto o botão é acionado. Apresentada na Figura (b).
Botão Cogumelo: é uma botoeira de emergência, para conseguir acioná-la é necessário
pressionar e em seguida girá-la no sentido horário. Apresentada na Figura (c).
Impulso Duplo: ideal para trabalhar quando há necessidade de um botão para ligar
e desligar, pois possui os dois botões de impulso. Apresentada na Figura (d).
Abaixo uma figura com imagens reais das botoeiras na ordem em que oram citados acima:
Fonte: BOTOEIRAS (2018)
As botoeiras também apresentam um padrão de cores para sua utilização prática regido
pela norma técnica número 001/2008 como mostrado abaixo:
Verde ou preta: são utilizadas para partidas, arranques e para ligar cargas.
Vermelha: sua aplicação é quando se deseja desligar uma carga, ou seja, para parar ou
desligar.
Amarela: efetua a inversão de sentido ou o cancelamento da operação.
Azul ou branca: são para qualquer função diferente das já citadas.
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[Link].Fusível
Quando ocorre um curto-circuito (ligação elétrica em que a resistência elétrica do
caminho da corrente tende a zero), a corrente tende a atingir valores muito altos o que
poderá danificar todo o sistema elétrico. Para evitar que essa situação ocorra faz-se
necessário a utilização de fusíveis que serão dispositivos a serem utilizados com o intuito
de evitar uma corrente elétrica excessiva no circuito, ocasionando a sua interrupção
quando houver curtos. Os fusíveis são feitos de um fio de chumbo que apresentam um
ponto de fusão menor do que o do cobre, que é o material utilizado em instalações
elétricas de modo geral. Portanto, se houver um curto circuito o fio do fusível irá se
romper devido sua fusão impedindo assim a passagem de corrente para o restante do
circuito (SILVA, 2018). Desta forma, pode-se imaginar um fusível como um interruptor
de segurança.
Fig2. Mostra diferentes modelos de fusíveis mais comumente utilizados
Fonte: MASUMI, 2018
[Link].Disjuntor
É um dos dispositivos de proteção e segurança mais eficazes, pois além de possibilitar o
desmembramento de circuitos, é utilizado também para ligar ou desligar cargas e circuitos
em geral. Devido a tais aplicações ele é uma boa substituição para o uso de fusíveis, com
a vantagem que pode ser utilizado inúmeras vezes sem precisar ser trocado,
diferentemente dos fusíveis que são descartáveis após uma única utilização. Trata-se de,
segundo o Manual e Catálogo do Eletricista, um dispositivo que é feito para funcionar até
um limite de corrente pré-definida. Imediatamente ao se ultrapassar tal valor ele realiza o
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desarme, de maneira automática, do sistema gerando um incremento na segurança de toda
a instalação. Após esse ocorrido ele pode ser rearmado para todo o
Magnéticos: atua de modo instantâneo, quando há uma passagem de corrente de
grande intensidade e pequena duração na rede elétrica, ou seja, um curto circuito.
Dessa forma, esses altos valores de corrente que percorrem o dispositivo
produzem um campo magnético que atraem as placas ferromagnéticas que fazem
parte de sua constituição, assim o disjuntor se “desarma”.
Térmicos: são utilizados para cessar correntes superiores a nominal que percorrem
a rede elétrica durante um longo período, ou seja, quando há uma sobrecarga no
circuito. Tal operação de “desarme” desse tipo de disjuntor é feita pela
deformação de suas lâminas bimetálicas. Eles apresentam uma desvantagem se
comparado com o disjuntor magnético, pois devido ao estado inerte de suas
lâminas bimetálicas é necessário um intervalo de tempo para elas aquecerem e
realizarem sua função, enquanto os magnéticos atuam forma instantânea.
Termomagnéticos: trata-se de uma aplicação em conjunta no mesmo dispositivo
para oferecer as proteções térmicas e magnéticas. sistema voltar à normalidade.
Há disjuntores específicos para diferentes necessidades, dentre eles pode-se citar
os três abaixo:
Fig3. Possibilita visualizar as partes internas de um disjuntor
Fonte: SILVA, 2018
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[Link].Contactor
Segundo SENAI (2018), define que, é um dispositivo electromecânico que permite o
controle de carga eléctrica de alta potência.
É accionado por sinais eléctricos provenientes dos botões e chaves, e são responsáveis
por abrir ou fechar os circuitos de potência que alimentam os componentes do sistema.
Constituição
Bobina
Contactos
Lâminas
Composição
É composto pelo invólucro conhecido como caixa, que protege do ambiente, acomoda os
contactos, e o circuito magnético.
Fonte: Senai (2018),
2.2.2. Relé Térmico
Segundo Malvino é um dispositivo de proteção de sobrecarga elétrica aplicado a motores
elétricos. Este dispositivo de proteção visa evitar o sobre-aquecimento.
Abaixo algumas classificações dos relés (BRAGA, 2018):
Térmicos: utilizados em motores elétricos com os objetivos de evitar sobrecarga,
falta de fase, longas partidas e bloqueios prolongados do mesmo.
Temporizadores: muito aplicados em processos industriais devido ao fato de
permitirem a comutação de um sinal de saída de acordo com a função de tempo
ajustado.
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Proteção: são capazes de gerar campos eletromagnéticos que alteram os estados
dos contatos que ligam e desligam os dispositivos a eles conectados. Os mais
modernos conseguem também realizar a medição de algumas grandezas físicas
como: temperatura, tensão e outras.
Constituição
Contactos
Chapa Bimetálica/Laminas
Enrolamentos/Ligados em serie com a fase do motor
É constituído por chapas metálicas, enrolamento, mecanismo de comutação, contactos
Composição
É composto pelo invólucro caixa, que protege do ambiente, acomodando os contactos e
terminais.
Fonte: Malvino.
2.2.3. Sensores
Segundo Braga (2018), sensores electrónicos são dispositivos utilizados para detectar
variações físicas e enviar sinais aos sistemas de controlo.
Tipos de Sensores
Sensores de temperatura.
Sensores de pressão.
Sensores de proximidade.
Sensores de velocidade.
Aplicações
Automação industrial.
Robótica.
Controle de máquinas.
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Fonte: Braga (2018),
2.2.4. Circuitos de Comando Electrónico
Segundo A. E. Fitzgerald, um circuito de comando electrónico é um conjunto de
componentes eléctricos e electrónicos interligados cuja função é controlar
automaticamente o funcionamento de equipamentos industriais.
Os circuitos de comando podem ser:
Manuais.
Semi-automáticos.
Automáticos.
Circuito Manual
É o circuito em que o operador realiza directamente as operações através de interruptores
e botões.
Características
Simples funcionamento.
Baixo custo.
Necessita intervenção humana.
Circuito Semi-automático
Possui parte das operações controladas automaticamente e outra parte realizada
manualmente.
Aplicações
Máquinas industriais.
Sistemas de bombeamento.
Circuito Automático
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Segundo Katsuhiko Ogata, os circuitos automáticos realizam operações sem intervenção
humana constante.
Vantagens
Maior produtividade.
Menor risco de falhas.
Melhor precisão operacional.
[Link] de Regulação na Electrónica Industrial
2.3.1. Sistemas de Regulação
Segundo Katsuhiko Ogata, os sistemas de regulação são mecanismos automáticos
responsáveis por controlar determinadas variáveis de um processo industrial, mantendo-
as dentro dos valores previamente estabelecidos.
Na electrónica industrial, os sistemas de regulação possuem a função de monitorizar,
comparar e corrigir automaticamente o funcionamento dos equipamentos industriais,
garantindo estabilidade, segurança e eficiência operacional.
Os sistemas de regulação actuam principalmente no controlo de:
Velocidade de motores eléctricos;
Temperatura industrial;
Corrente eléctrica;
Tensão eléctrica;
Pressão;
Nível de líquidos;
Fluxo de produção.
Os sistemas de regulação e comando são conjuntos de dispositivos eléctricos, electrónicos
e mecânicos destinados ao controlo e supervisão de máquinas e processos industriais.
2.3.2. Constituição dos Sistemas de Regulação
Os sistemas de regulação são constituídos por diversos componentes responsáveis pela
execução, monitoramento e protecção do sistema.
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2.3.3. Sensores
De acordo com Fraden (2010, p. 1), o sensor atua como o tradutor entre o mundo físico e
os sistemas electrónicos. Essa visão é complementada por Doebelin (1990, p. 12), que
destaca a necessidade de contato direto ou interação com a grandeza medida.”
Portanto, entende-se o sensor não apenas como um componente isolado, mas como o
elemento primordial para a aquisição de dados em sistemas de controle e automação.
seja são dispositivos responsáveis pela detecção de variáveis físicas como temperatura,
pressão, nível, corrente e tensão.
Fonte: Fraden (2010, p. 1)
Exemplo:
Sensores de temperatura - funcionam detectando uma alteração em uma propriedade
física que varia proporcionalmente com a temperatura.
Transformador de corrente – dispositivo de conversão destinado a fornecer uma corrente
em seu circuito secundário que seja proporcional à corrente do seu circuito primário.
(Boylestad; Nashelsky, 2013, p. 612).
Sensores de proximidade – dispositivos projectados para detectar a presença ou a
distância de um objeto sem que haja contato físico.
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2.3.4. Controladores
O controlador é o dispositivo que recebe um sinal de erro, que é a diferença entre o sinal
de referência e o sinal de realimentação, e produz um sinal de controlo para reduzir esse
erro a zero ou a um valor pequeno." (Ogata, 2010, p. 21).
Assim, diz-me que os controladores realizam o processamento das informações recebidas
dos sensores e enviam comandos aos actuadores.
Fonte: Ogata, 2010, p. 21).
Controladores PID – mais utilizado na indústria devido à sua eficiência e versatilidade.
Ele combina três ações: Proporcional (P): Corrige o erro atual. Quanto maior o erro, maior
a ação, Integral (I): Elimina o erro de regime permanente (acumula o erro passado) e
Derivativo (D): Antecipa o erro futuro com base na velocidade de mudança, suavizando
a resposta.
PLCs (Controladores Lógicos Programáveis) – considerado como uma coleção de
relés eletrônicos configuráveis pelo usuário para realizar operações lógicas. (Franch,
2008, p. 14).
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Relés electrónicos - atuam como interruptores operados eletricamente, eles permitem que
um sinal de baixa potência controle um circuito de potência muito mais elevada,
garantindo o isolamento galvânico entre os dois.
2.3.5. Actuadores
Atuadores são os elementos responsáveis por converter a energia de controlo, geralmente
de baixa potência, em energia de atuação de alta potência. (Ogata, 2010, p. 55).
Segundo os principais autores de mecatrônica e automação, o atuador é o dispositivo que
transforma energia (elétrica, pneumática ou hidráulica) em trabalho mecânico ou outra
grandeza física, ou seja executam as acções determinadas pelo controlador.
Fonte: Ogata, (2010, p. 55).
[Link]ância dos Sistemas de Regulação na Electrónica Industrial
Os sistemas de regulação são fundamentais porque permitem:
Automação industrial;
Redução de falhas;
Segurança operacional;
Melhor desempenho industrial;
Economia de energia;
Controle preciso dos processos.
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[Link]ções Industriais dos Sistemas de Regulação
Os sistemas de regulação são utilizados em:
Indústrias alimentares;
Sistemas de bombeamento;
Centrais eléctricas;
Sistemas de refrigeração;
Linhas de produção automatizadas;
Robótica industrial;
Máquinas CNC;
Elevadores industriais.
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3. Conclusão
Conclui-se que os dispositivos e circuitos de comando e regulação possuem grande
importância na electrónica industrial moderna. A utilização correta destes dispositivos
permite melhorar o desempenho das máquinas, reduzir desperdícios de energia e
minimizar riscos de avarias e acidentes. os sistemas de regulação contribuem para manter
a estabilidade operacional dos equipamentos, assegurando que as variáveis do sistema
permaneçam dentro dos limites adequados.
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4. Referências bibliográficas
SENAI. Apostila de Componentes de Comandos Eletroeletrônico. Disponível em:
. Acesso em: 06 jan. 2018.
Máquinas Elétricas Fitzgerald, A. E., Kingsley Jr., C., & Umans, S. D. (2006).
Máquinas elétricas (6ª ed.). Porto Alegre: Bookman.
SILVA, Carlos A.. Comandos Elétricos Industriais. Disponível . Acesso em: 10
jan. 2018.
BRAGA, Newton C. Tudo Sobre Relés. Disponível em: . Acesso em: 11 jan.
2018.
BOTOEIRAS: tipos e aplicações. Disponível em: . Acesso em: 07 jan. 2018.
BOYLESTAD, Robert. Introdução à Análise de Circuitos. São Paulo: Pearson.
CHAPMAN, Stephen. Máquinas Eléctricas. Porto Alegre: McGraw-Hill.
CREDER, Hélio. Instalações Eléctricas. Rio de Janeiro: LTC.
FITZGERALD, A. E.; KINGSLEY, Charles. Máquinas Eléctricas. Lisboa:
Fundação Calouste Gulbenkian.
MALVINO, Albert. Electrónica. Porto Alegre: McGraw-Hill.
MAMEDE FILHO, João. Instalações Eléctricas Industriais. Rio de Janeiro: LTC.
OGATA, Katsuhiko. Engenharia de Controle Moderno. São Paulo: Pearson.
SILVA, Carlos A.. Comandos Elétricos Industriais. Disponível . Acesso em: 10
jan. 2018.
MATSUMI, Carlos T.. Comandos Elétricos. Disponível em: . Acesso em: 09 jan.
2018.
BRAGA, Newton C. Tudo Sobre Relés. Disponível em: . Acesso em: 11 jan.
2018.
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Anexo
Esquema de força e comando de arranque estrela triângulo
Fonte: próprio