Símbolos de Equilíbrio
Os símbolos de equilíbrio são utilizados como forma de alcançar um estado de
harmonização. Existem alguns símbolos capazes de propiciar esse controle às pessoas.
A própria balança, símbolo do direito, é um deles. No Japão, um emblema de tigre era
colocado na cabeça dos samurais numa representação de equilíbrio.
Yin Yang
O Yin Yang é o símbolo do taoismo que representa o equilíbrio das forças opostas. Isso
quer dizer que a união das energias positiva e negativa são capazes de formar a
totalidade equilibrada do mundo.
Olho de Hórus
O Olho de Hórus é um símbolo utilizado pelos adeptos do movimento da Nova Era na
meditação, objetivando a busca do equilíbrio.
Infinito
O símbolo do Infinito, representado pelo numeral 8 deitado, reflete o equilíbrio entre os
planos físico e espiritual.
O próprio numeral 8 representa por si só o equilíbrio cósmico. No Tarô de Marselha a
carta de número 8 simboliza, principalmente, equilíbrio e completude totalizante.
Símbolo da Paz
Uma vez que o equilíbrio de energias pode resultar na paz interior, esse símbolo é uma
importante marca desse estado de força.
Que tal conhecer mais Símbolos da Nova Era?
Tatuagem
Entre as tatuagens mais comuns, o yin yang é bastante popular entre os gêneros
masculino e feminino. A sua utilização tem principalmente o intuito de registrar o
momento da vida das pessoas em que elas sentem ter alcançado estabilidade.
Pode, ainda, ser utilizado como tatuagem de casal, em que a relação amorosa apresenta
estar harmônica, ou seja, em equilíbrio emocional.
Yang, o movimento. No reino do pensamento, yin é a mente intuitiva,
complexa, ao passo que yang é o intelecto, racional e claro. Yin é a
tranquilidade contemplativa do sábio, yang a vigorosa ação criativa
do rei.
Esse diagrama apresenta uma disposição simétrica do yin sombrio e
do yang claro. A simetria, contudo, não é estática. É uma simetria
rotacional que sugere, de forma eloquente, um contínuo movimento
cíclico. Os dois pontos do diagrama simbolizam a ideia de que, toda
vez que cada uma das forças atinge seu ponto extremo, manifesta,
dentro de si, a semente de seu oposto.
Yin e Yang são conceitos do taoismo que expõem a dualidade de
tudo que existe no universo. Descrevem as duas forças fundamentais
opostas e complementares que se encontram em todas as coisas:
o yin é o princípio da noite, Lua, a passividade, absorção. O yang é o
princípio do Sol, dia, a luz e atividade.[1]
Chinês tradicional 陰陽
Chinês simplificado 阴阳
Pinyin yīnyáng
Coreana hangul 음양
Coreano hanja 陰陽
Coreano romanizado ofici eumyang
al
Coreano romanizado ŭmyang
McCune-Reischauer
Vietnamita Âm-Dương
Japonês kanji 陰陽
Japonês romanizado in'yō/onmyō
Tailandês หยิน หยาง ou อิม
เอี้ยง
Segundo essa ideia, cada ser, objeto ou pensamento possui um
complemento do qual depende para a sua existência. Esse
complemento existe dentro de si. Assim, se deduz que nada existe no
estado puro: nem na atividade absoluta, nem na passividade
absoluta, mas sim em transformação contínua. Além disso, qualquer
ideia pode ser vista como seu oposto quando visualizada a partir de
outro ponto de vista. Neste sentido, a categorização seria apenas por
conveniência. Estas duas forças, yin e yang, seriam a fase seguinte
do "tao", princípio gerador de todas as coisas, de onde surgem e para
onde se destinam.
Esta doutrina é de uso corrente na medicina tradicional chinesa.
Nos estudos de I Ching, são duas as Linhas Iniciais geradas pelo Tai Ji,
uma Inteira Yang e uma Quebrada Yin, formando o Liang Yi.
O diagrama do tei-gi simboliza o equilíbrio das forças da natureza, da
mente e do físico. Yang (branco) e yin (preto), integrados num
movimento contínuo de geração mútua, representam a interação
destas forças.
A realidade observada é fluida e em constante mutação, na
perspectiva da filosofia chinesa tradicional. Portanto, tudo que existe
contém tanto o princípio yin quanto o yang. O símbolo tei-gi expressa
esse conceito: o yang origina o yin, e o yin destina o yang.
Desde os primeiros tempos, os dois polos arquetípicos da natureza
foram representados pelo claro e pelo escuro, pelo inflexível e pelo
dócil, pelo acima e pelo abaixo. O yang, o poder criador, era
associado ao céu e ao Sol, enquanto o yin corresponde à terra, ao
receptivo. O céu está acima e está cheio de movimento. A terra - na
antiga concepção geocêntrica - está em baixo e em repouso.
Dessa forma, yin passou a simbolizar o repouso, e yang, o
movimento. No reino do pensamento, yin é a mente intuitiva,
complexa, ao passo que yang é o intelecto, racional e claro. Yin é a
tranquilidade contemplativa do sábio, yang a vigorosa
ação criativa do rei.
Esse diagrama apresenta uma disposição simétrica do yin sombrio e
do yang claro. A simetria, contudo, não é estática. É uma simetria
rotacional que sugere, de forma eloquente, um contínuo movimento
cíclico. Os dois pontos do diagrama simbolizam a ideia de que, toda
vez que cada uma das forças atinge seu ponto extremo, manifesta,
dentro de si, a semente de seu oposto.