Curso Técnico em Manutenção e Suporte
em Informática
ADMINISTRAÇÃO DE REDES
WINDOWS
Campus Avançado de Boituva
- 2011 -
Instituto Federal de São Paulo – Campus Avançado Boituva 1
Sumário
Sumário ....................................................................................................................................................... 2
Windows Server 2003 .................................................................................................................................. 5
Um pouco de história............................................................................................................................... 5
Novas Características ............................................................................................................................... 5
Recuperação Automática do Sistema ................................................................................................... 5
Cópia de Sombra do Volume ................................................................................................................ 5
Sistema de Arquivos Criptografados (EFS) ............................................................................................ 5
Reversão de Driver ............................................................................................................................... 6
Active Directory ................................................................................................................................... 6
Reiniciar “Controlador de eventos” do Reason Collector ...................................................................... 6
IIS 6.0 - Internet Information Services 6.0 ............................................................................................. 7
Versões........................................................................................................................................................ 7
Requisitos ................................................................................................................................................ 7
Funcionalidades ....................................................................................................................................... 8
Controlador de Domínio (Active Directory)........................................................................................... 8
Servidor de Arquivos ............................................................................................................................ 8
Servidor de Impressão.......................................................................................................................... 8
Servidor de DNS ................................................................................................................................... 8
Servidor de Aplicativos ......................................................................................................................... 8
Terminal Server .................................................................................................................................... 8
A ferramenta Gerenciar o Servidor ....................................................................................................... 8
PROCEDIMENTOS DE INSTALAÇÃO DO WINDOWS 2003 SERVER .................................................................. 9
PROCEDIMENTOS PARA INSTALAÇÃO DOS DRIVERS................................................................................... 11
PROCEDIMENTOS PARA CRIAÇÃO DE PARTIÇÕES ....................................................................................... 14
CONFIGURACAO DOS LOGS DE EVENTOS - EVENT VIEWER ......................................................................... 16
CONFIGURAÇÃO DOS DADOS DE REDE....................................................................................................... 17
ENDEREÇO IP DO SERVIDOR, MÁSCARA DE REDE E SERVIDOR DNS PRIMÁRIO ....................................... 17
Active Directory ......................................................................................................................................... 18
Definição ............................................................................................................................................... 18
A funcionalidade .................................................................................................................................... 18
Estrutura Lógica do Active Directory ...................................................................................................... 19
A estrutura lógica do Active Directory inclui os seguintes componentes: ................................................ 19
Estrutura física do Active Directory ........................................................................................................ 20
O que é o serviço de diretório?........................................................................................................... 20
O que é o esquema?........................................................................................................................... 21
O que é o Catálogo Global? ................................................................................................................ 21
Ferramentas e snap-ins do Active Directory ........................................................................................... 22
Qual é a funcionalidade de Floresta e Domínio? ................................................................................. 23
O que é a funcionalidade da floresta? ................................................................................................ 23
Introdução ......................................................................................................................................... 23
Fazer backup do Active Directory. .......................................................................................................... 24
Restauração do Active Directory ............................................................................................................ 24
INSTALAÇÃO DO ACTIVE DIRECTORY E SERVIDOR DNS PROMOVENDO UM SERVIDOR A CONTROLADOR DE
DOMINIO ................................................................................................................................................... 25
Active Directory ..................................................................................................................................... 25
Elementos de um servidor Active Directory:........................................................................................... 25
Domínio ............................................................................................................................................. 25
Workgroup......................................................................................................................................... 25
Tree ................................................................................................................................................... 26
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Forest................................................................................................................................................. 26
Implementação .................................................................................................................................. 26
Verificando a instalação do AD ........................................................................................................... 31
Criando uma base de usuários............................................................................................................ 31
Testes ................................................................................................................................................ 32
Contas de usuários ............................................................................................................................. 32
Implementação, Administração e Monitoração da Diretiva de Grupos ....................................................... 32
O que é a Diretiva de Grupos?................................................................................................................ 33
O Que São as Definições de Configuração de Usuário e Computador?.................................................... 33
Exercício: Configurar Definições de Diretiva de Computador Local ..................................................... 33
As ferramentas usadas para criar os GPOs ............................................................................................. 34
Usuários e Computadores do Active Directory.................................................................................... 34
Sites e Serviços do Active Directory .................................................................................................... 34
Group Policy Management Console.................................................................................................... 34
Group Policy Management vs. ferramentas padrão de Diretiva de Grupos ......................................... 34
Exercício: Como criar um GPO? .......................................................................................................... 34
Administração do ambiente de usuário .................................................................................................. 35
O que é Ativar ou Desativar as Configurações de Diretiva de Grupo? ..................................................... 35
Exercício: Como editar Configuração de Diretiva de Grupo? ............................................................... 36
Quais são os scripts de Configurações de Diretiva de Grupo? ................................................................. 36
Exercício: Como atribuir scripts com Diretiva de Grupo? .................................................................... 36
O que é o Redirecionamento de Pastas? ................................................................................................ 36
Pastas que podem ser redirecionadas ................................................................................................ 36
Configurações necessárias para definir o Redirecionamento de Pasta ................................................ 37
Exercício: Como configurar Redirecionamento de Pasta? ................................................................... 37
O que é o Gpupdate? ............................................................................................................................. 37
O que é o Gpresult? ............................................................................................................................... 38
Instalação e Configuração de Serviços DHCP, DNS e WINS.......................................................................... 38
DHCP - Dynamic Host Configuration Protocol ............................................................................................. 39
Por que utilizar o DHCP? ........................................................................................................................ 39
Definição ............................................................................................................................................... 39
Por que utilizar o DHCP? ........................................................................................................................ 39
Configuração manual do TCP/IP ............................................................................................................. 39
Configuração automática do TCP/IP ....................................................................................................... 39
Como o DHCP atribui endereços IP?....................................................................................................... 40
Introdução ............................................................................................................................................. 40
Definições .............................................................................................................................................. 40
Atribuição de endereços IP .................................................................................................................... 40
Como funciona o Processo de Geração de Concessão do DHCP? ............................................................ 41
Como funciona o processo de Renovação de Concessão do DHCP? ........................................................ 42
Definições .............................................................................................................................................. 42
Período de Concessão ............................................................................................................................ 42
Processo automático "Renovação de Concessão"................................................................................... 42
Processo manual de Renovação de Concessão ....................................................................................... 42
O que são os escopos do DHCP?............................................................................................................. 43
Definição ............................................................................................................................................... 43
Propriedades do escopo......................................................................................................................... 43
O que é uma reserva de DHCP?.............................................................................................................. 43
Quais são as opções do DHCP?............................................................................................................... 44
Opções comuns de DHCP ....................................................................................................................... 44
Descrição de Sistema de Nomes de Domínio .......................................................................................... 44
O Que é Espaço do Nome do Domínio? .................................................................................................. 45
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Como funciona o cache de Servidores DNS?........................................................................................... 45
Como os dados de DNS são armazenados e mantidos? .......................................................................... 46
Criação de zonas de pesquisa padrão ..................................................................................................... 46
Criação de uma zona de pesquisa direta ................................................................................................ 46
Criação de uma zona de pesquisa inversa............................................................................................... 46
Configuração de zonas padrão ............................................................................................................... 47
Especificação de um Servidor DNS Mestre para uma zona secundária .................................................... 47
Descrição do WINS (Windows Internet Name System) ........................................................................... 47
PROCEDIMENTOS DE CONFIGURAÇÃO DO SERVIDOR DNS ..................................................................... 48
PROCEDIMENTOS DE INSTALAÇÃO DOS SERVIÇOS WINS E DHCP ............................................................... 51
Configurando Servidor WINS no Windows Server 2003 .......................................................................... 52
Configurando Servidor DHCP no Windows Server 2003 .......................................................................... 53
PROCEDIMENTOS DE TESTES DO SERVIDOR DNS – COMANDO NSLOOKUP................................................. 55
CONFIGURAÇÃO DOS DADOS DE REDE — ESTAÇÃO DE TRABALHO NOME DO COMPUTADOR (HOSTNAME)
NO DOMINIO ............................................................................................................................................. 56
Implementação e Configuração de IIS 6.0 ................................................................................................... 57
Vantagens .............................................................................................................................................. 57
Exercício: Instalar o IIS 6.0 no Windows Server 2003 .............................................................................. 57
Personal Firewall (ICF)................................................................................................................................ 58
Exercício: Ativar o ICF............................................................................................................................. 58
Para mais informações sobre Ferramentas de Segurança: Informações adicionais sobre segurança:...... 58
Implementação e Administração do Terminal Server no Windows Server 2003 .......................................... 58
Introdução ............................................................................................................................................. 59
Como funciona o Terminal Services? ...................................................................................................... 59
Ambientes de Usuário............................................................................................................................ 59
Recursos e vantagens............................................................................................................................. 60
Instalação Centralizada .......................................................................................................................... 60
Administração e suporte aprimorados ................................................................................................... 60
Planejamento da instalação ................................................................................................................... 61
Configuração do Sistema........................................................................................................................ 61
Instalar o Terminal Server ...................................................................................................................... 61
Configurar Acesso de Usuário ................................................................................................................ 62
Instalar a Conexão de Área de Trabalho Remota .................................................................................... 62
Instalar aplicativos no Terminal Server ................................................................................................... 62
Exercício: Ativar a Área de Trabalho Remota .......................................................................................... 63
Referências ................................................................................................................................................ 63
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Windows Server 2003
As novas características do Windows Server 2003 fazem com que ele seja o sistema operacional mais estável,
robusto, escalonável e principalmente mais preparado para melhorar o desempenho e os serviços de
servidores que executam diferentes funções: Aplicativos, Serviços da Web, Serviços de Diretório, Serviços de Arquivos
e Impressão e Serviços de Infra-estrutura. A otimização de todas essas características, sem dúvida, também faz da
família Windows Server 2003 a plataforma mais recomendável para as empresas, reduzindo de forma
notável aspectos como o TCO (Custo total de propriedade).
Um pouco de história
Desde o lançamento dos sistemas operacionais de redes, passando pelo Windows NT, os sistemas foram se
aperfeiçoando à medida que foram surgindo novas necessidades nas empresas. Desde as conhecidas
diferenças introduzidas pelo Windows 2000 ao seu antecessor, o Windows NT 4.0, nós agora conseguimos chegar a
um sistema operacional ideal para atender às exigências do mercado de informática, onde já foram
implementados grandes aprimoramentos em relação ao seu antecessor, o Windows 2000.
O Windows Server 2003 baseia-se nas experiências do mercado consumidor de informática e, por isso, encontramos
nele diversos recursos que procurávamos, sempre nos perguntando: é possível fazer isso? .... e aquilo?
Essas perguntas que ficavam sem respostas a partir de agora podem ser atendidas com o Windows Server 2003.
Novas Características
Armazenamento Active Directory Instalação Serviços Web
Recuperação Automática do Sistema
Essa nova ferramenta permite recuperar o estado anterior do sistema operacional. Como funciona? Ela utiliza um
disquete com informações sobre a configuração e um conjunto de backup. Para iniciar o processo de
recuperação, você precisa ter esse disquete, o conjunto de backup da partição do sistema e o CD-ROM de
instalação do Windows Server 2003.
Para esse processo, é preciso ter o disquete e a mídia de ASR que contém os arquivos de backup. O sistema
operacional será restaurado para o mesmo estado em que estava no momento do Backup da ASR, permitindo a
inicialização do seu sistema.
Nota: Durante o processo de Restauração, a Partição do Sistema será formatada eliminando todos os dados, e o
backup será restaurado ao seu local de origem. Todos os arquivos modificados após o momento do backup serão
perdidos.
Cópia de Sombra do Volume
Esse novo serviço ajuda a recuperar arquivos excluídos por engano. Para isso, o serviço de Cópia de Sombra salva
versões anteriores dos arquivos para recuperação posterior, eliminando a necessidade de recorrer a restauração
do backup. Como funciona? Ele utiliza um cache em disco para o armazenamento de versões de arquivos, que
podem ser recuperadas quando necessária a partir dessa cópia.
Sistema de Arquivos Criptografados (EFS)
A nova funcionalidade EFS no Windows Server 2003 permite criptografar o sistema de arquivos de forma
segura e também possibilita que os outros usuários tenham acesso a esses arquivos. Essa função é muito
importante porque, muito 1 embora em diversas ocasiões seja necessário proteger determinados arquivos,
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também é muito importante poder compartilhá-los entre os usuários. O sistema de criptografia que utiliza o EFS é
uma combinação de dois métodos, de criptografia assimétrica e PKI (Public Key Infrastructure), pontos que serão
explicados detalhadamente no capítulo 8 "Segurança".
Reversão de Driver
Esse é um novo utilitário para gerenciamento de versões em drivers de dispositivos e permite voltar à versão anterior
do driver se o novo causar problemas. Também foram incluídos aprimoramentos na verificação do funcionamento
dos drivers com a nova versão do "Driver Verifier V2" e firmware de drivers.
Active Directory
Vamos analisar as novas funções do Serviço de Diretório oferecido pelo Windows Server 2003. ADMT
versão 2.0
Agora ficou fácil migrar para o Active Directory utilizando os aprimoramentos da Active Directory Migration Tool
(ADMT). A ADMT 2.0 permite migrar senhas do Microsoft Windows NT® 4.0 para o Windows 2000 e o Windows
Server 2003, ou do Windows 2000 para domínios do Windows Server 2003.
Renomeação de Domínios
Esse é o suporte para modificar nomes do Domain Name System (DNS) e/ou do NetBIOS de domínios
existentes em uma floresta conservando toda a estrutura do Diretório. Em cenários de reestruturação de
domínios, ele proporciona uma grande flexibilidade.
Esquema
A flexibilidade do Active Directory agora permite a desativação de atributos e a definição de classes no
esquema do Active Directory. Também foi adicionada uma nova funcionalidade que permite excluir o esquema.
Diretiva de Grupo
Junto com o Windows Server 2003, a Microsoft lançou uma ferramenta para administração de GPOs, o Group Policy
Management Console (GPMC), que permite administrar múltiplos domínios, ativar e desativar diretivas e arrastar e
soltar nas ferramentas. Também inclui a funcionalidade de Backup, Restauração e cópia de diretivas e fornece uma
ferramenta de Relatórios para analisar a utilização das diretivas. Você observará aprimoramentos
expressivos nas diretivas e muitas novas opções de configuração para administração centralizada.
Relações de confiança
O Windows Server 2003 também traz aprimoramentos significativos no gerenciamento das relações de
confiança entre florestas. O recurso "Autenticação entre Florestas" permite que um usuário da floresta
acesse de forma segura os recursos em outras florestas, utilizando Kerberos ou NTLM, sem sacrificar os
benefícios do "Single sing-on" e facilitando a administração. Ele também permite selecionar facilmente
usuários e grupos para incluí-los em grupos locais de outras florestas, mantendo a segurança e os SID de cada objeto,
mesmo em florestas diferentes.
Diretivas de Restrição de Software
Através dessas diretivas, é possível proteger os ambientes de produtos de software não autorizados,
especificando quais softwares não estão autorizados. Também é possível estabelecer exceções criando regras
específicas.
Duplicação de membros nos grupos
Anteriormente os membros de um grupo eram um atributo desse grupo, portanto, quando durante a
replicação o grupo era modificado nos dois Controladores de Domínio diferentes, o resultado era a duplicação da
última modificação. Portanto, se fossem acrescentados dois usuários aos grupos, um não era adicionado, mas havia
uma limitação em relação à quantidade de usuários por grupo (Limitação de atributo), no máximo
5000. A partir do Windows Server 2003, cada usuário do grupo passou a ser um atributo diferente, o que elimina
a limitação de 5000 usuários e soluciona os problemas de duplicação.
Gerenciamento de Sites
O gerenciamento de sites inclui um novo algoritmo do Gerador de Topologia entre Sites (ISTG), aumentando a
limitação do número máximo de sites de 500 para 5000 sites (comprovado em laboratório 3000).
Reiniciar ―Controlador de eventos‖ do Reason Collector
O Controlador de Eventos é uma nova ferramenta que permite reunir para análises futuras os motivos pelo qual um
Servidor foi reiniciado, parado ou desligado por falta de energia. Neste caso, a ferramenta perguntará, no
primeiro login, o motivo das falhas para registrá-lo.
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IIS 6.0 - Internet Information Services 6.0
Este componente do sistema operacional sofreu modificações significativas com relação à versão anterior que estão
detalhadas a seguir:
Arquitetura de Processos Tolerante a Falhas
O IIS 6.0 isola os sites da Web e aplicativos em unidades chamadas "Classes de Aplicativos”. As Classes de
Aplicativos fornecem uma forma conveniente de administrar os sites na Web e aplicativos, e aumentam a
confiabilidade, já que erros em uma Classe de Aplicativos não provocam erros em outras classes ou falhas no
servidor.
Health Monitor
O IIS 6.0 verifica periodicamente o status das Classes de Aplicativos reiniciando-as automaticamente em caso de
falhas nos sites da Web ou em aplicativos nessa Classe de Aplicativos, aumentando a disponibilidade. Ele também
protege o servidor e outros aplicativos, desabilitando automaticamente sites na Web e aplicativos, se falharem em
um curto período de tempo.
Novo modo driver kernel, [Link]
O Windows Server 2003 introduz um novo driver kernel, protocolo HTTP ([Link]), melhorando o
desempenho e a escalabilidade. Esse driver foi desenvolvido especificamente para melhorar o tempo de
resposta do Servidor da Web.
Integração com Aplicativos
O IIS 6.0 oferece integração com o [Link], o Microsoft .NET Framework e os Serviços da Web em XML,
tornando-se a plataforma especialmente projetada para aplicações .Net.
Segurança
O IIS 6.0 é "Locked-down server By default", em outras palavras, está protegido na sua instalação,
exigindo que o administrador habilite as funções especiais e necessárias para executar o site na Web. Sem isso,
ele só pode oferecer conteúdo estático e extensões dinâmicas desabilitadas. Isso faz com que o IIS 6.0 seja o
servidor de Web mais seguro.
Versões
O Windows Server 2003 apresenta quatro versões com funcionalidades diferentes que estão descritas no
quadro seguinte:
Web Edition Para serviços da Web e host, esta versão oferece uma plataforma para
desenv olvimento e instalação rápida de serviços e aplicativos da Web. Apenas na versão
OEM
Standard Edition Para serviços de administração de redes, esta versão do Windows Server 2003 é ideal
para servidores de arquivos e impressoras, servidores da Web e grupos de trabalho.
Também oferece acesso remoto a redes.
Enterprise Edition Contém todas as características do Windows Server 2003
Standard e fornece maior escalabilidade e disponibilidade. Essa versão é ideal para
servidores utilizados em grandes redes e para bancos de dados com uso intensivo.
Datacenter Edition Possui todas as características do Windows Server 2003
Enterprise Edition, além de suporte para mais memória e mais CPU por computador. Esta
versão é ideal para uso de depósitos de dados de grande porte, processamento on-
line, transações (OLTP) e projetos de consolidação de servidores.
Requisitos
No quadro a seguir, temos os requisitos mínimos e recomendados para cada versão do Windows Server 2003.
Requisitos de Sistema do Windows Server 2003
Requisitos Standard Edition Enterprise Edition Datacenter Edition Web Edition
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Velocidade mínima 133 MHz 133 MHz para arq x86 400 MHz para arq x86 133 MHz
da CPU 733 MHz para arq Itanium 733 MHz para arq Itanium
Velocidade 550 MHz 733 MHz 733 MHz 550 MHz
recomendada da CPU
Mínimo de RAM 128 MB 128 MB 512 MB 128 MB
RAM Recomendável 256 MB 256 MB 1 GB 256 MB
4 GB 32 Gb para arq x86 64 MHz para arq x86 2 GB
Máximo de RAM 512 MHz para arq Itanium 512 MHz para arq Itanium
Suporte de Até 4 Até 8 Mínimo de 8 necessários Até 2
Multiprocessador Máximo de 64
SMP
Espaço Mínimo no 1,5 GB 1,5 Gb para arq x86 1,5 Gb para arq x86 1,5 GB
Disco 2,0 Gb para arq Itanium 2,0 Gb para arq Itanium
Funcionalidades
Os servidores desempenham vários papéis no ambiente cliente/servidor de uma rede. Alguns servidores são
configurados para fornecer autenticação e outros para outros usos. Muitos também fornecem serviços de rede que
permitem que os usuários se comuniquem ou localizem outros servidores e recursos na rede. Como administrador de
sistemas, você deverá conhecer os principais tipos de servidores e que funções que eles realizam na sua rede.
Controlador de Domínio (Active Directory)
Os controladores de domínio armazenam os dados do diretório e gerenciam a comunicação entre os usuários e os
domínios, incluindo processos de conexão do usuário, autenticação e pesquisas de diretórios. Quando você instala o
Active Directory em um computador que executa o Windows Server 2003, o computador passa a ser um Controlador
de domínio.
Nota: Em uma rede do Windows Server 2003, todos os servidores no domínio que não sejam Controladores de
Domínio são chamados de Servidor Membro. Os servidores não associados a um domínio são chamados de Servidor
de Grupo de Trabalho.
Servidor de Arquivos
Um Servidor de Arquivos oferece uma localização central na sua rede onde é possível armazenar e
compartilhar os arquivos com usuários através da sua rede. Quando os usuários precisam de um arquivo
importante, como um plano de projeto, é possível acessar o arquivo no Servidor de Arquivos, em vez de ter que
transferi-lo entre seus vários computadores.
Servidor de Impressão
Um Servidor de Impressão proporciona uma localização central na sua rede, onde os usuários podem imprimir. O
Servidor de Impressão oferece aos clientes drivers atualizados de impressora e gerencia a fila de impressão e a
segurança.
Servidor de DNS
O Domain Name System (DNS) é um serviço padrão da Internet e de TCP/IP. O serviço de DNS permite que os
computadores clientes coloquem em sua rede e solucionem nomes de domínio DNS. Um computador
configurado para fornecer serviços de DNS em uma rede é um servidor de DNS, que é necessário para colocar em
funcionamento o Active Directory.
Servidor de Aplicativos
Um Servidor de Aplicativos fornece a infra-estrutura e os serviços de aplicativos em um sistema. Os servidores típicos
de aplicações incluem os seguintes serviços:
O grupo de recursos (por exemplo, grupo de conexões de banco de dados e grupo de objetos) Administração de
transações distribuídas
Comunicação assíncrona, normalmente fila de mensagens
Um modelo de objetos de ativação just-in-time
XML (Extensible Markup Language) Automático e Interfaces de Serviços Web para acessar objetos de negócios
Serviços de detecção de falha e funcionamento de aplicativos com segurança integrada
O Microsoft Internet Information Services (IIS) fornece as ferramentas e as características necessárias para
controlar facilmente um Servidor da Web seguro. Se planejar criar um host de File Transfer Protocol (FTP) da Web e
Sites com o IIS, configure o Servidor como Servidor de Aplicativos.
Terminal Server
Um Terminal Server oferece aos computadores remotos, acesso a programas baseados no Windows que
funcionam em Windows Server 2003 Standard Edition, Windows Server 2003 Enterprise Edition ou Windows Server
2003 Datacenter Edition. Com um Terminal Server, você instala um aplicativo em um único ponto e em um único
servidor. Os múltiplos usuários poderão, então, ter acesso ao aplicativo sem precisar instalá-lo em seus
computadores. Os usuários podem executar programas, exceto arquivos, e utilizar os recursos da rede de um local
remoto, como se eles estivessem instalados em seu próprio computador. Nós veremos esse assunto em mais
detalhes no capítulo 6.
A ferramenta Gerenciar o Servidor
Quando o Windows Server 2003 é instalado e um usuário faz o logon pela primeira vez, a ferramenta
Gerenciar o Servidor é executada automaticamente. Você utiliza essa ferramenta para adicionar ou remover
Funções dos Servidores. Quando adiciona uma função de servidor a um computador, a ferramenta Gerenciar o
Servidor adiciona essa função à lista de funções disponíveis. Depois que a função de servidor é adicionada à lista,
você poderá utilizar vários assistentes que o ajudarão a administrar funções específicas de servidor. A ferramenta
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Gerenciar o Servidor também fornece arquivos de ajuda específicos sobre as funções de servidores, listas de
verificações e recomendações para solução de problemas.
PROCEDIMENTOS DE INSTALAÇÃO DO WINDOWS 2003
SERVER
O Windows Server 2003 (Win2003) é o sucessor do Windows 2000 Server. Ele contém diversas novidades e melhorias
nos quesitos segurança e performance e sem dúida alguma é o sistema operacional mais seguro e rápido que a Microsoft
lançou até o momento.
A instalação do Win2003 é bastante simples: basta você inserir o CD-ROM dele no drive e configurar o computador de
modo a acessar o drive antes de qualquer outra mídia. Desta maneira o programa de instalação do Win2003 será
iniciado.
Ligar a máquina para alterar a ordem de boot do equipamento, colocando como primeiro dispositivo a ser identificado a
unidade de CD-ROM. Após efetuar essa alteração salvar, pressionado F10, ou direto no menu escolhendo a opção
relacionada;
Inserir a mídia de CD contendo o instalador do Sistema Operacional Microsoft Windows 2003 Server na unidade de
CD-ROM. Ao reiniciar a máquina o boot deverá acontecer a partir do CD-ROM.
Você deverá seguir a instalação normalmente, lendo as mensagens e prosseguindo.
Um ponto interessante da instalação é a parte onde devemos configurar a partição na qual iremos instalar o MS
Windows 2003 Server. Dependendo do tamanho do disco, é recomendável que sejam criadas no mínimo duas partições,
uma para sistemas e outra para dados. Se o disco for maior ou igual a 40Gb, a partição do sistema poderá ter 15Gb. Para
criar a partição de sistema, tecle a letra C (Criar partição) para continuar.
Quando aparecer a tela mostrada abaixo, no campo Create partition of size <in MB>: (Criar partição de <em MB>)
digite o tamanho desejado para partição. Esse valor deverá ser sempre em MB, sendo assim para 15Gb, deverá informar
o valor 15.360. Em seguida tecle ENTER para continuar.
Para confirmar a instalação nessa partição recém-criada, tecle ENTER para continuar.
Então aparecerá uma tela solicitando o tipo de formatação que deverá ser efetuada para a partição onde o sistema será
instalado. Selecione o tipo Format the partition using the NTFS file system (Formatar a partição usando o arquivo de
sistema NTFS), no modo normal e em seguida tecle ENTER para iniciar o processo de formatação da partição.
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Aguarde enquanto o setup processa a formatação da partição.
Agora o setup inicia a cópia dos arquivos necessários para o disco rígido. Ao término da cópia dos referidos arquivos a
máquina será reiniciada automaticamente. Aguarde.
A partir de agora o processo de instalação será no modo gráfico. Após isso, o setup inicia a instalação dos drivers.
Quando aparecer a tela “Bem-vindo ao Assistente do Windows...”, clique no botão Avançar (Next) para continuar;
Quando aparecer a tela “Contrato de Licença”, selecione a opção “Eu aceito este contrato...” e em seguida clique no
botão Avançar (Next) para continuar.
Quando a tela Opções Regionais (Regional and Laguage Options) aparecer, deverá verificar o layout de teclado
utilizado pela referida máquina, para proceder as alterações necessárias. Se o layout for Português Brasil ABNT2,
clique no botão Avançar (Next) para continuar, caso contrario, então par mudar o tipo de teclado, clique no botão
Detalhes (Details) e selecione o tipo correto.
Na tela Personalizar o Software (Personalize your software), no campo Nome: digite o nome da empresa e no campo
Organização: (Organization) o nome da Organização, em seguida clique no botão Avançar (Next) para continuar.
Na tela Chave do Produto (Your Product Key), no campo Chave do Produto: (Product Key:) digite o “serial number”
localizado numa etiqueta colada na parte superior do gabinete ou junto com a documentação e em seguida clique no
botão Avançar (Next) para continuar.
Quando aparecer a tela Modos de Licenciamentos (Licensing Modes), o setup nos perguntando como será o
licenciamento do nosso servidor, selecione a segunda opção Por dispositivo ou por usuário (Per Device or Per User), em
seguida clique no botão Avançar (Next) para continuar.
observação: A opção Por servidor (Per Server) determina quantas conexões simultâneas o nosso servidor poderá ter e o
licenciamento por Dispositivo ou por usuário (Per Device or Per User) não há limites máximo para o servidor, pois cada
cliente terá a sua licença.
Agora vamos configurar o nome do computador, conforme mostra a tela Nome do Computador e Senha do
Administrador (Computer Name and Administrator Password), abaixo visualizada. No campo Nome do Computador
(Computer name) digite o nome que identificar o servidor na rede, e no campo Senha do Administrador: (Administrador
password:) digitar a senha do Administrador da máquina e no Confirmar Senha (Confirm Password) deverá confirmar a
senha digitada anterior,ente. Depois clique no botão Avançar (Next) para continuar.
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Caso apareça a tela Opções de Discagem do Modem, no campo Em que Pais/Regiäo deverá selecionar Brasil e no
campo Qual o Código de Área Atual, digitar o código de área, demais opções devem permanecer inalteradas. Em
seguida clique no botão Avançar (Next) para continuar.
Quando aparecer a tela Configurações de Rede (Networking Settings), deixar marcada a opção Typical settings
(Configurações Típicas) e em seguida clique no botão Avançar (Next) para continuar.
Na tela Grupo de Trabalho ou Controlador de Domínio (Workgroup or Computer Domain), o setup nos pergunta se
desejamos ingressar o nosso servidor em um Grupo de Trabalho (Workgroup) ou em um Domínio (Domain). No nosso
caso vamos deixá-lo no Grupo de Trabalho (Workgroup), para depois provermos este servidor a Controlador de
Domínio (Domain Controller). Então deixe a primeira opção selecionada Não, o computador não está em uma rede...
(No, this computer is not on a network without a domain) e clique no botão Avancar (Next) para continuar.
Finalizada esta última configuração, a instalação continua sem nos requisitar qualquer outra informação, sendo assim
aguarde o término da instalação.
Caso apareça a tela Conciuindo o assistente de instalação do Windows, clique no botão Conciuir para finalizar a
instalação e o servidor será reiniciado, se esta tela não aparecer, o mesmo será reiniciado automaticamente.
Fim da instalação e configuração pós-instalacão do Windows 2003 Server Standard Edition.
PROCEDIMENTOS PARA INSTALAÇÃO DOS DRIVERS
Na área de trabalho, selecionar o Ícone MEU COMPUTADOR e clique com o botão direito do mouse para aparecer o
menu, então selecione a opção Manage, conforme mostrado na figura abaixo:
Quando aparecer a próxima tela, expandir a opção System Tools (dar um duplo click) e em seguida selecione a opção
Device Manager, quando serão visualizados no lado direito da console a relação dos dispositvos da maquina, conforme
figura abaixo.
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Para instalar/atualizar os drivers necessários, selecione o tipo de dispositivo desejado (No exemplo abaixo,
selecionamos Network adapters), dá um duplo clique para expandi-lo quando o mesmo aparecer dar um duplo clique
para proceder a instalação do respectivo driver, conforme mostra a figura abaixo.
Obs.: Para os casos de dispositivos que não foram instalados nenhum tipo de driver pelo Sistema Operacional, os
mesmos deverão aparecer em uma opção denominada de outros, que deverá seguir o mesmo procedimento.
Dependendo do tipo de dispositivo, aparecerá uma figura igual/similar a mostrada abaixo. Selecione a aba Driver, em
seguida clique no botão Update driver ou Install driver para iniciar a instalação do mesmo.
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Na próxima tela selecione o tipo de instalação: Install the software automatically (o driver será pesquisado
automaticamente, a partir de uma mídia de CD) ou Install from a list or specific location (para essa opção deverá
informar a pasta onde os arquivos de instalação estão gravados). Geralmente selecionamos a primeira opção, quando
deveremos ter a mídia com os respectivos drivers na unidade de CD-ROM.
Na próxima tela deveremos usar a opção Search for the best driver in these location e selecionamos o local onde será
feito a pesquisa do respectivo driver, se numa unidade de CD-Rom ou no Disco RÍGIDO (deverá informar a pasta onde
os mesmos estão gravados) ou em ambos. Após selecionar esses dados, clique no botão NEXT para continuar.
Clique no botão Finish para concluir.
Esse procedimento deverá se repetir para a instalação dos drivers de todos os dispositivos da máquina.
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PROCEDIMENTOS PARA CRIAÇÃO DE PARTIÇÕES
Na área de trabalho, selecionar o Ícone MEU COMPUTADOR e clique com o botão direito do mouse para aparecer o
menu, então selecione a opção Manage.
Quando aparecer a próxima tela, expandir a opção Storage (dar um duplo click) e em seguida selecione a opção Disk
Management, quando serão visualizados no lado direito da console os discos fixos (Disk 0, Disk 1, etc) e removíveis
(CD-Rom 1). Com o botão direito do mouse selecione a partição que deseja formatar e no menu clique na opção New
Partition. conforme mostrado na figura abaixo.
Na próxima tela deverá estar selecionada a opção Primary partition (Partição Primária), mantenha a seleção default,
conforme mostrada na figura abaixo e clique no botão NEXT para continuar.
Quando aparecer a tela a seguir, no campo Partition size in MB informe o tamanho desejado para a partição a ser criada,
caso deseje o tamanho total, clique apenas no botão NEXT para continuar.
Instituto Federal de São Paulo – Campus Avançado Boituva 14
Na próxima tela, informe a letra que identificará a partição a ser criada, conforme mostra a figura abaixo e em seguida
clique no botão NEXT para continuar.
Na tela Format Partition, informaremos o tipo de sistema e formatação que usaremos. Como iremos formatar a partição,
deixar marcada a opção Format this partition with the following settings. No campo File system informar NTFS e em
Allocation unit size deixar o valor Default. No campo Volume label você poderá informar uma string que identificará o
label da partição, onde poderemos usar Win2k3D (onde o último caracter poderá ser a letra que definirá a partição: C,
D, E, F, etc.). Caso o disco rígido nunca tenha sido formatado, poderemos proceder uma formatação normal, caso
contrário faremos uma formatação rápida, para essa segunda opção marque a caixa de verificação Perform a quick
format e clique no botão NEXT para continuar.
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Clique no botão Finish para iniciar o processo de formatação.
Quando aparecer a tela abaixo, você poderá verificar na partição que está sendo criada e formatada a informação
Formating: (N %) (em destaque). Aguarde a conclusão do processo de criação e formatação da partição.
Uma vez concluído o processo fechar a janela.
CONFIGURACAO DOS LOGS DE EVENTOS - EVENT VIEWER
Na área de trabalho, selecione o Ícone MEU COMPUTADOR e clique com o botão direito do mouse para aparecer o
menu, então selecione a opção Manage.
Na a próxima tela, expandir a opção Event Viewer (dar um duplo click), quando serão visualizados três itens:
Application, Security e System, conforme demonstrados na figura abaixo:
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Com o botão direito selecione o módulo Application e clique na opção Propierties.
Altere o campo Maximum log size (em destaque identificado pela letra A) para um valor de no mínimo 4096 Kb e
marcar o checkbox do item Overwrite events as needed (em destaque identificado pela letra B), conforme mostra a
figura abaixo. Caso o valor do parâmetro Maximum log size seja superior ao informado não proceder nenhuma
alteração. Para salvar as alterações clique no botão OK.
Para os módulos Security e System, repetir os procedimentos listados nos itens 3 e 4.
Para finalizar as configurações e alterações dos logs de eventos feche a tela.
CONFIGURAÇÃO DOS DADOS DE REDE
ENDEREÇO IP DO SERVIDOR, MÁSCARA DE REDE E SERVIDOR DNS
PRIMÁRIO
Para iniciar a configuração dos endereços IPs do Servidor e Serviço DNS, com respectiva máscara de rede, selecione as
opções na seguinte ordem: Iniciar > Painel de Controle > Conexões de Rede (Start > Control Panel > Network
Connections > Local AreaConnection).
Selecione a placa de rede ativa com o botão direito do mouse e selecione a opção Propriedades (Proprieties) para
proceder as alterações e configurações necessárias.
Selecione a opção Internet Protocol (TCP/IP) e em seguida clique no botão Propriedades (Proprieties).
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Selecione as opções Use the following IP address e Use the following DNS Server address, em seguida preencha os
campos A, B e D com os endereços IPs e máscara de rede correspondentes, conforme a seguir:
Marque a caixa de verificação Show icon in notification area when connected.
Aparecerá, então um ícone na System Tray (área de notificação) informando se a rede está conectada e sua velocidade
de conexão.
Active Directory
Durante este capítulo, você obterá conhecimentos sobre os serviços de diretório (Active Directory Services) do
Windows Server 2003, em particular, sobre alguns dos novos recursos deste serviço.
Para a realização dos exercícios contidos nesta unidade, será preciso instalar o Windows Server 2003 no exercício 1
do capítulo 2 e fazer uma instalação adicional.
Definição
Em uma rede do Microsoft® Windows® Server 2003, o serviço de diretório Active Directory® proporciona a
estrutura e as funções para organizar, administrar e controlar o acesso aos recursos de rede. Para
implementar e administrar uma rede do Windows Server 2003, você deverá compreender o objetivo e a
estrutura do Active Directory.
O Active Directory também permite administrar de forma central a rede do Windows Server 2003. Esse recurso
significa que é possível armazenar de forma central informações sobre a empresa, por exemplo, informações de
usuários, grupos e impressoras, e que os administradores podem administrar a rede de um único lugar.
O Active Directory permite delegar o controle administrativo de seus objetos. Essa delegação permite que os
administradores atribuam a um grupo determinado de administradores permissões administrativas específicas para
objetos, como contas de usuários ou de grupos.
O Active Directory é o serviço de diretório de uma rede do Windows Server 2003. Um serviço de diretório
armazena informações sobre os recursos da rede e permite que os mesmos estejam acessíveis aos usuários e aos
aplicativos. Os serviços de diretório proporcionam uma forma coerente de nomear, descrever, localizar, obter
acesso, administrar e proteger as informações relativas aos recursos da rede.
A funcionalidade
O Active Directory oferece a funcionalidade de serviço de diretório para organizar, administrar e controlar de forma
centralizada o acesso aos recursos de rede. Também faz com que a topologia física da rede e os seus protocolos
passem despercebidos para que o usuário de uma rede possa ter acesso a qualquer recurso sem saber onde ele
está ou como está conectado fisicamente à rede. Um exemplo deste tipo de recurso é uma impressora.
O Active Directory está organizado em seções que permitem o armazenamento de uma grande quantidade de
objetos. Dessa forma, é possível ampliar o Active Directory à medida que a organização cresce, permitindo que uma
organização que tenha um único servidor com centenas de objetos se expanda e chegue a ter milhares de servidores e
milhões de objetos.
Um servidor que executa o Windows Server 2003 armazena a configuração do sistema, as informações dos
aplicativos e as informações sobre a localização dos perfis de usuário no Active Directory. Em combinação com as
diretivas de grupo, o Active Directory permite que os administradores controlem escritórios distribuídos, serviços
de rede e aplicações de um local central, ao mesmo tempo em que utilizam uma interface de administração
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coerente.
Além disso, o Active Directory proporciona um controle centralizado do acesso aos recursos de rede, ao permitir
que os usuários só iniciem a sessão uma única vez para obter pleno acesso aos recursos através do Active
Directory.
Estrutura Lógica do Active Directory
O Active Directory possibilita o armazenamento seguro de informações sobre objetos na sua estrutura
hierárquica lógica. Os objetos do Active Directory representam usuários e recursos como, por exemplo, os
computadores e as impressoras. Alguns objetos podem funcionar como contêineres para outros objetos.
Compreendendo o objetivo e a função desses objetos, você poderá realizar uma variedade de tarefas,
incluindo a instalação, a configuração, a administração e a resolução de problemas do Active Directory.
A estrutura lógica do Active Directory inclui os seguintes componentes:
Objetos. Eles são os componentes básicos da estrutura lógica.
Classes de objeto. São os modelos de tipos de objetos que podem ser criados no Active Directory. Cada classe de
objeto é definida por um grupo de atributos que estabelece os valores que podem ser associados a um objeto. Cada
objeto tem uma combinação única de valores de atributos.
Unidades Organizacionais Você pode utilizar esses contêineres de objetos para organizar outros objetos com
propósitos administrativos. Organizando os objetos por Unidade Organizacional é mais fácil localizar e administrar
objetos. Você também pode delegar autoridade para administrar as Unidades Organizacionais. Elas podem conter
outras Unidades Organizacionais para simplificar a administração de objetos.
Domínios. São as unidades funcionais básicas da estrutura lógica do Active Directory e, portanto, é uma coleção de
objetos administrativos definidos que compartilham, através de um banco de dados comum do diretório, diretivas de
segurança e relações de confiança com outros Domínios. Os domínios oferecem as 3 funções a seguir:
Um limite administrativo para os objetos
Meios de administrar a segurança dos recursos compartilhados
Uma unidade de replicação para os objetos
Árvores de domínio. São Domínios agrupados em estruturas hierárquicas. Quando um segundo domínio é adicionado
a uma árvore, ele é convertido em Filho da árvore Raiz do Domínio. O domínio ao qual um Filho do Domínio é
adicionado é chamado de Domínio Pai. O Domínio Filho pode ter seus próprios Domínios Filhos e seu nome é
combinado com o nome do seu Domínio Pai para formar o seu próprio nome exclusivo, o DNS (Domain Name System).
Um exemplo seria [Link]. Desse modo, uma árvore tem um Nome de Espaço contínuo.
Florestas. Uma Floresta é uma instância completa do Active Directory, e consiste em uma ou mais árvores. Em uma
única árvore de 2 níveis, recomendável para a maioria das organizações, todos os Domínios Filhos são filhos do
Domínio Raiz da Floresta para formar uma árvore contígua. O primeiro domínio na floresta é chamado de Domínio Raiz
da Floresta e o nome desse domínio faz referência à floresta, por exemplo, [Link].
Por padrão, as informações no Active Directory só são compartilhadas dentro da floresta. Dessa forma, a segurança da
floresta estará contida em uma única instância do Active Directory.
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Estrutura física do Active Directory
Em comparação com a estrutura lógica e os requisitos administrativos dos modelos, a estrutura física do Active
Directory otimiza o tráfego da rede, determinando como e quando ocorre a replicação e o tráfego do logon. Para
otimizar o uso da largura de banda da rede Active Directory, você precisa entender a sua estrutura física.
Os elementos da estrutura física do Active Directory são:
Controladores de domínio. Estes computadores executam o Microsoft® Windows® Server 2003 ou o
Windows 2000 Server e o Active Directory. Cada Controlador de Domínio realiza funções de armazenamento e
replicação e, além disso, oferece suporte a apenas um domínio. Para garantir uma disponibilidade contínua do Active
Directory, cada domínio deve ter mais de um controlador de domínio.
Sites do Active Directory Os sites são grupos de computadores conectados. Quando você estabelece sites, os
Controladores de Domínios que estão dentro de um mesmo site podem se comunicar com freqüência. Essa
comunicação reduz ao mínimo o estado de latência dentro do site, isso é, o tempo necessário para que uma
modificação realizada em um Controlador de Domínio seja duplicada nos outros controladores de domínio. Você cria
sites para otimizar o uso da largura de banda entre controladores de domínio em diversos locais.
Partições do Active Directory Cada Controlador de Domínio contém as seguintes partições do Active
Directory:
Partições de Domínio, que contêm a replicação de todos os objetos neste domínio. Essa partição é duplicada apenas
para outros Controladores de Domínio do mesmo domínio.
Partição de Configuração, que contém a topologia da floresta. A topologia registra todas as conexões dos
Controladores de Domínio na mesma floresta.
Partição de Esquema, que contém o esquema da floresta. Cada floresta tem um esquema de modo que a definição
de cada classe do objeto seja constante. As partições de Configuração e Esquema de Partições são duplicadas para
cada Controlador de Domínio na floresta.
Opções de Partição de Aplicativos que contêm os objetos relacionados à segurança e são utilizados por um ou mais
aplicativos. As partições de aplicativos são duplicadas em Controladores de Domínio específicos na floresta.
O que é o serviço de diretório?
Um serviço de diretório é um depósito estruturado de informações sobre pessoas e recursos em uma organização.
Em uma rede do Windows Server 2003, o serviço de diretório é o Active Directory.
O Active Directory tem os seguintes recursos:
Permite que usuários e aplicativos tenham acesso a informações sobre objetos. Essas informações são
armazenadas na forma de valores de atributos. Você pode procurar objetos por classe, atributo, valor do atributo,
localização na estrutura do Active Directory ou qualquer combinação desses valores.
Torna a topologia e os protocolos físicos da rede transparentes. Dessa forma, um usuário em uma rede
pode ter acesso a qualquer recurso, por exemplo, a uma impressora, sem saber onde está o recurso ou onde ele
está conectado fisicamente com a rede. Ele permite o armazenamento de um número muito grande de objetos.
Como é organizado por partições, o Active Directory pode ser ampliado à medida que a organização cresce.
Por exemplo, um diretório pode ser ampliado de um único servidor com alguns objetos para milhares de servidores
e milhões de objetos.
É possível funcionar como serviço de sistema não-operacional O Active Directory no Modo de Aplicação
Instituto Federal de São Paulo – Campus Avançado Boituva 20
(AD/AM) é um novo recurso do Microsoft Active Directory e atua em cenários de aplicativos em diretórios. O AD/AM
funciona como serviço de Sistema Não-Operacional e, como tal, não exige instalação em um Controlador de
Domínio. Executar serviços de Sistema Não-Operacional significa que múltiplas instâncias de AD/AM podem
funcionar simultaneamente em um único servidor, sendo cada instância configurável de forma independente.
O que é o esquema?
O esquema do Active Directory contém as definições de todos os objetos, como, por exemplo, usuários,
computadores e impressoras armazenados no Active Directory. Nos Controladores de Domínio que executam o
Windows Server 2003, só existe um esquema para toda a floresta. Dessa forma, todos os objetos criados no Active
Directory seguem as mesmas regras.
O Esquema tem dois tipos de definições: classes de objeto e atributos. Um exemplo de Classes de Objeto são os
usuários, o computador e a impressora, que descrevem os objetos que podem ser criados no diretório. Cada Classe de
Objeto é uma coleção de atributos. Os atributos são definidos separadamente das Classes de Objeto. Cada atributo é
definido somente uma vez e pode ser utilizado em várias Classes de Objeto. Por exemplo, o atributo da descrição é
utilizado em várias Classes de Objetos, mas só é definido uma única vez no Esquema para garantir a consistência.
Você também pode criar novos tipos de objetos no Active Directory estendendo o Esquema. Por exemplo, para um
aplicativo de Servidor de E-mail, é possível ampliar a Classe de Usuário no Active Directory com atributos de
diretório que contenham informações adicionais, como o endereço e o e-mail dos usuários.
Nos Controladores de Domínio do Windows Server 2003, você pode reverter modificações de esquema
desativando-os e permitindo que as organizações; desta forma, melhorem o uso dos recursos de extensão do
Active Directory.
Também é possível redefinir uma classe ou atributo do Esquema, por exemplo, modificar a sintaxe da seqüência de
Unicode do atributo chamado Gerenciador de Vendas para um Nome Distinto.
O que é o Catálogo Global?
O Catálogo Global é um repositório de informações que contém um subconjunto de atributos de todos os objetos
no Active Directory. Os membros do grupo Administradores de Esquema podem modificar os atributos armazenados
no Catálogo Global, dependendo das necessidades da organização.
O Catálogo Global contém:
Os atributos utilizados com mais freqüência em consultas, por exemplo, nome, sobrenome e nome de logon dos
usuários.
As informações necessárias para determinar as localizações de qualquer objeto no diretório. Um subconjunto padrão
dos atributos de cada tipo de objeto.
As permissões de acesso para cada objeto e atributos armazenados no Catálogo Global. Se você estiver pesquisando
um objeto e não tiver permissão apropriada para vê-lo, o objeto não aparecerá nos resultados da pesquisa. As
permissões de acesso garantem que os usuários só localizem os objetos aos quais eles têm acesso.
O Servidor de Catálogo Global é um Controlador de Domínio que processa de forma eficiente consultas
entre florestas do Catálogo Global. O primeiro Controlador de Domínio que você cria no Active Directory é
automaticamente convertido em Servidor de Catálogo Global. Você pode configurar Servidores de Catálogo
Global adicionais para equilibrar o tráfego para logon e consultas.
O Catálogo Global permite que os usuários realizem duas funções importantes:
Pesquisar informações no Active Directory em toda a floresta, independente da localização dos dados. Usar
informações de associação do Grupo Universal no processo de logon na rede.
Os servidores de catálogo global duplicam seu conteúdo em um esquema de replicação. Até o Windows
2000, essas duplicações eram do tipo sincronização total, mas a partir do Windows Server 2003 é possível fazer a
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sincronização de modo parcial, ou seja, replicando as modificações apenas, em vez de enviar o catálogo completo.
Para poder utilizar esse novo recurso do Windows Server 2003, você pode ter o nível de funcionalidade
do modo Windows 2000 ou Windows Server 2003, mas só podem ser feitas duplicações parciais entre os servidores de
Catálogo Global que executam o Windows Server 2003.
Ferramentas e snap-ins do Active Directory
O Windows Server 2003 oferece diversos snap-ins e ferramentas de linha de comando para administrar o
Active Directory. Você também pode administrar o Active Directory usando o Active Directory Service
Interfaces (ADSI). O ADSI é uma interface simples de grande alcance para criar scripts reutilizáveis para
administrar o Active Directory.
Nota: A ferramenta ADSI Edit pode ser instalada a partir do CD do Windows Server 2003. Ela pode ser
encontrada na pasta \Support\Tools.
A tabela a seguir descreve os snap-ins administrativos comuns para administração do Active
Directory.
Snap-in Descrição
É um Microsoft Management Console (MMC) utilizado para administrar e publicar
Usuários e informações no Active Directory. Você pode administrar as contas de usuário,
computadores do Active grupos e contas de computador, adicionar computadores ao domínio, administrar
Directory diretivas de contas, direitos de usuário e diretivas de auditoria.
Domínios e Relações de É um MMC utilizado para administrar Relações de Confianças de Domínio e
Confianças do Active Relações de Confianças de Floresta, adicionar sufixos de nome principal de usuário
Directory e modificar níveis de funcionamento de domínios e floresta.
Os Sites e Serviços do Active Directory são um MMC que você utiliza para
administrar a replicação do diretório.
Esquema do Active É um MMC utilizado para administrar o esquema. Não está disponível por padrão
Directory no menu.
Ferramentas Você deve adicioná-las manualmente.
Administrativas
A tabela seguinte descreve as ferramentas de linha de comando para utilizar quando se quer administrar o
Active Directory.
Ferramenta Descrição
Dsadd Adiciona objetos ao Active Directory, como computadores, usuários, grupos, unidades
organizacionais e contatos.
Dsmod Modifica objetos no Active Directory, como computadores, servidores, usuários, grupos,
unidades organizacionais e contatos.
Dsquery Executa consultas no Active Directory segundo critérios especificados. Você pode executar
consultas em servidores, computadores, grupos, usuários, sites, unidades organizacionais e
partições.
Dsmove Move objetos dentro de um domínio para uma nova localização no Active Directory
ou renomeia um único objeto sem movê-lo.
Dsrm Exclui um objeto do Active Directory.
Dsget Mostra atributos selecionados de um computador, contato, grupo, unidade organizacional,
servidor ou usuário do Active Directory.
Csvde Importa e exporta dados do Active Directory usando formato separado por vírgulas.
Cria, modifica e exclui objetos do Active Directory. Também pode estender o Esquema do
Ldifde Active Directory e exportar informações de usuários e grupos para outros aplicativos
ou serviços.
Para obter mais informações sobre ferramentas de linha de comando:
[Link]
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Qual é a funcionalidade de Floresta e Domínio?
No Windows Server 2003, a funcionalidade de floresta e domínio proporciona uma maneira de permitir os novos
recursos em toda a floresta ou domínio do Active Directory no seu ambiente de rede. Diversos níveis da
funcionalidade da floresta e do domínio estão disponíveis, dependendo do seu ambiente de rede.
A funcionalidade do domínio ativa os recursos que afetarão o domínio inteiro e somente esse domínio. Quatro níveis
funcionais de domínio estão disponíveis:
Windows 2000 mista. Esse é o nível operacional padrão. Você pode elevar o nível de funcionamento do domínio para
Windows 2000 nativo ou Windows Server 2003. Os domínios de modo misto podem conter os Controladores de
Domínio de backup do Windows NT 4.0, mas não é possível utilizar grupos de segurança universais, aninhamento de
grupos ou recursos do Identificador de Segurança (SID) History.
Windows 2000 nativo. Você pode utilizar esse nível funcional se o domínio contiver somente os Controladores de
Domínio do Windows 2000 e do Windows Server 2003. Embora os Controladores de Domínio funcionem no Windows
2000 Server, eles não estão preparados para a funcionalidade de domínio. Características do Active Directory, como
grupos de segurança universais, aninhamento de grupos e recursos do Histórico do Identificador de Segurança (SID),
estão disponíveis.
Windows 2003 Server Esse é o nível funcional mais alto para um domínio. Você só pode utilizá-lo se todos os
Controladores de Domínio do domínio funcionarem no Windows Server 2003. Todos os recursos do Active Directory
para o domínio estão disponíveis para uso.
Windows 2003 Interim. É um nível funcional especial que suporta Controladores de
Domínio do Windows NT 4.0 e do Windows Server 2003.
O que é a funcionalidade da floresta?
A funcionalidade da floresta ativa os recursos através de todos os domínios dentro da sua floresta. Dois níveis
funcionais de floresta estão disponíveis: o Windows 2000 e o Windows Server 2003. Por padrão, as florestas
funcionam no nível funcional do Windows 2000. Você pode elevar o nível funcional da floresta ao Windows Server
2003 para ativar os recursos que não estão disponíveis no nível funcional do Windows 2000, incluindo:
Relações de confiança entre florestas
Replicação melhorada
Importante: Você não pode rebaixar o nível funcional do domínio ou da floresta depois que ele tiver sido elevado.
Requisitos para ativar novos recursos no Windows Server 2003
Introdução
Além dos recursos básicos do Active Directory nos Controladores de Domínio individuais, os novos recursos em
toda a floresta (forest-wide) e em todo o domínio (domain-wide) estão disponíveis quando determinadas
condições são cumpridas.
Para ativar os novos recursos de todo o domínio, todos os Controladores de Domínio no domínio devem
executar o Windows Server 2003, e o nível funcional do domínio deve ser elevado para o Windows Server
2003. Você precisa ser administrador do domínio para elevar o nível funcional do domínio.
Para ativar os novos recursos de toda a floresta, todos os Controladores de Domínio na floresta devem executar o
Windows Server 2003, e o nível funcional da floresta deve ser elevado ao Windows Server
2003. Você precisa ser administrador Enterprise para elevar o nível funcional da floresta. Para obter mais informações
sobre os níveis de funcionalidade:
[Link] b;en-us;322692
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Fazer backup do Active Directory.
Fazer o backup do Active Directory é essencial para manter o banco de dados do Active Directory. Você pode fazer
o backup do Active Directory usando uma interface de usuário gráfica (GUI) e ferramentas de linha de
comando fornecidas pelo Windows Server 2003.
Você deve com freqüência fazer backup dos dados do Estado do Sistema nos Controladores de Domínio para que
seja possível restaurar os dados mais atuais. Estabelecendo um cronograma regular de backup, você tem mais
chances de recuperação de dados quando necessário.
Os Dados de Estado do Sistema no Controlador de Domínio incluem os seguintes componentes:
Active Directory Os Dados do Estado do Sistema não contêm o Active Directory, a menos que o servidor no qual você
está fazendo backup dos Dados de Estado do Sistema seja um Controlador de Domínio. O Active Directory só está
presente nos Controladores de Domínio.
A pasta compartilhada SYSVOL. Esta pasta compartilhada contém arquivos de Diretivas de Grupo e scripts de login.
A pasta compartilhada SYSVOL está presente somente em controladores de domínio.
O registro. Este repositório de banco de dados contém as informações sobre a configuração dos computadores.
Arquivos de inicialização do sistema. O Windows Server 2003 exige esses arquivos durante sua fase de
inicialização. Eles incluem os arquivos do sistema e inicializações que estão protegidos pela proteção do arquivo do
Windows.
O banco de dados COM+ Registro de Classe. O banco de dados do Registro de Classe contém informações sobre
aplicativos de Serviços de Componente.
O banco de dados dos Serviços de Certificado. Este banco de dados contém os certificados do servidor que o
Windows Server 2003 utiliza para autenticar usuários. Esse banco só está presente se o servidor estiver funcionando
como servidor de certificados.
Para realizar a operação de backup, você pode utilizar a ferramenta prevista pelo Windows Server 2003:
1. Clique em Backup no menu Iniciar, Todos os Programas, Acessórios, Ferramentas do Sistema.
2. Clique em Avançar na página Bem-vindo ao Assistente de Backup ou Restauração.
3. Na página Faça backup ou restaure, clique em Fazer backup de arquivos e confgurações e depois clique
em Avançar.
4. Na página Backup, clique em Eu escolherei os itens para backup e depois clique em Avançar.
5. Na página Itens para backup, expanda Meu computador, selecione Estado do Sistema, e depois clique
em Avançar.
6. Na página Tipo, destino e nome do backup, clique em Procurar, selecione um local para backup, clique em
Salvar e depois clique em Avançar.
7. Na página Concluindo o Assistente para backup ou restauração, clique em Concluir.
8. Após o backup ser realizado, na página Progresso do Backup clique em Fechar.
Restauração do Active Directory
Você pode utilizar um dos três métodos para restaurar o Active Directory de meios de backup: restauração
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primária, restauração normal (sem autoridade) e restauração com autoridade.
1. Restauração primária. Este método reconstrói o primeiro controlador de domínio no domínio quando não há
outra maneira de reconstruir o domínio. Faça uma restauração primária somente quando todos os
controladores de domínio em um domínio estiverem perdidos e você quiser reconstruir o domínio usando o
backup.
2. Restauração Normal. Este método reinstala os dados do Active Directory no estado antes do backup e
atualiza os dados com o processo normal de replicação. Realize uma restauração normal quando quiser
restaurar um único controlador de domínio a um estado previamente conhecido.
3. Restauração com autoridade. Você executa esse método junto com uma restauração normal. Uma
restauração com autoridade marca os dados específicos e evita que a replicação substitua esses dados. Os dados
autorizados são replicados através do domínio.
Para realizar uma restauração primária do Active Directory, siga os passos abaixo:
1. Reinicie seu controlador de domínio no Modo Restauração do Serviço de Diretório.
2. Inicie o utilitário de Backup.
3. Clique em Modo Avançado na página Bem-vindo ao Assistente para Backup ou Restauração.
4. Na página Bem-vindo ao modo avançado do utilitário de backup, em Restaurar e gerenciar mídia,
selecione o que deseja restaurar e depois clique em Iniciar Restauração.
5. Clique em Cuidado e depois em OK.
6. Na caixa Confirmar Restauração, clique em Avançado.
7. Na caixa Opções Avançadas de Restauração clique em Ao restaurar dados replicados, marcar os
conjuntos de dados como primários para todas as replicações e depois clique em OK duas vezes.
8. Na caixa Progresso da Restauração, clique em Fechar.
9. Na caixa Utilitário de Backup, clique em Sim.
INSTALAÇÃO DO ACTIVE DIRECTORY E SERVIDOR DNS
PROMOVENDO UM SERVIDOR A CONTROLADOR DE DOMINIO
Active Directory
O Active Directory surgiu da necessidade de se ter um único diretório, ou seja, ao invés do usuário ter uma senha para
acessar o sistema principal da empresa, uma senha para ler seus e-mails, uma senha para se logar no computador, e
varias outras senhas, com a utilização do AD, os usuários poderão ter apenas uma senha para acessar todos os recursos
disponíveis na [Link] definir um diretório como sendo um banco de dados que armazena as informações dos
usuários.
O Active Directory surgiu com Windows 2000 Server. Objetos como usuários, grupos, membros dos grupos, senhas,
contas de computadores, relações de confiança, informações sobre domínio, unidades organizacionais, etc., ficam
armazenados no banco de dados do AD. Para que os usuários possam acessar os recursos da rede, estes deverão efetuar
o [Link] o usuário faz o logon o AD verifica se as informações fornecidas pelos usuários são validas e faz a
autenticação.
Elementos de um servidor Active Directory:
Domínio
Á semelhança de um grupo de trabalho (Workgroup), um domínio é uma organização lógica de maquinas e recursos.
Ele se caracteriza pelo fato de a informação acerca dos recursos pertencentes a essa organização lógica (contas de
usuários, máquinas, serviços ativos) permanecer centralizada, em uma base de dados, em servidores que terá um papel
específico: os controladores de domínio. Por meio de uma identidade (conta) de usuário válida, um usuário pode
ingressar em um domínio a partir de qualquer máquina da rede ligada a esse domínio, e obter acesso a recursos da rede
para os quais o administrador do domínio lhe tenha concedido permissão. Recomenda-se a utilização de domínios em
redes cuja gestão de contas e segurança deva ser centralizada e assegurada. Na terminologia do Windows 2000, os
domínios são conhecidos como DCs(Domain Controllers).
Workgroup
A inclusão de uma máquina em um grupo de trabalho local ou Workgroup determina que ela possa ser utilizada por um
grupo de usuários, que deve requisitar uma autorização local (na próxima máquina) para ter acesso ao sistema
operacional. Assim para utilizar dois sistemas ou estações de um Workgroup, um mesmo individuo deve dispor de duas
contas de usuário, uma em cada máquina. Isso é necessário porque os bancos de dados de usuários de Workgroup são
armazenados localmente na estação, e não em um servidor centralizado, como o DC. Cada usuário e responsável pelos
recursos compartilhados em sua máquina, bem como pela segurança do acesso a esses recursos, uma vez, que tais
garantias não são gerenciadas por uma administração central. Portanto, esse tio de configuração é recomendado apenas
para redes com poucas máquinas, e em que a segurança e a administração centralizada não sejam fatores importantes.
No Windows 2003 Server com Active Directory, os grupos de trabalho são definidos como grupos de usuários,
agrupados conforme um critério à escolha do administrador. Active Directory Workgroup também pode ser
reconhecidos e importados a partir de máquinas ou estações de trabalho (incluindo impressoras de rede, impressoras
compartilhadas e volume de rede) existentes em redes compostas de estações Windows XP ou Linux.
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Tree
O domínio inicial do Active Directory, que gerencia toda a estrutura de serviços, e denominado, na organização lógica
do Active Directory, como tree root [Link] das necessidades organizacionais, maid domínios podem ser
adicionados a essa estrutura, criando uma árvore formada por servidores de domínios ou domínios .Uma tree(ou árvore
de domínios)consiste de uma organização de domínios Windows 2003 que compartilham um nome e relações de
confiança bidirecionais, e que não precisam ser necessariamente [Link] vez criado o domínio com função de tree
root domain, é possível adicionar, à estrutura de serviços, child domains(domínios-filhos).Nessa ocasião,
automaticamente são criados relações de confiança entre domínios-filhos e o parent domain, envolvendo o acesso a
informação sobre contas de usuários, serviços e grupos de trabalho.
Forest
O termo forest designa o conjunto de uma ou mais trees.O primeiro domínio da estrutura lógica de domínios windows
2003 cria uma tree é uma [Link] última pode ser acrescida de outros domínios, assim como novas [Link] o
domínio de topo da tree e o domínio de topo da forest, cria-se uma relação de confiança bidirecional e transitiva,de
modo que todos os domínios de uma forest confiem uns nos outros.
Implementação
Nesta seção, vamos implementar a instalação do Active Diretory e a criação do domínio.
Instalação do Ad e criação do domínio
O primeiro passo vá ate o menu iniciar,executar, na linha a seguir digite dcpromo e clique em ok. .
A janela do “Assistente para instalação do Active Directory” irá aparecer. Clique no botão “Avançar”.
Na janela de “Compatibilidade de sistema operacional” leia os requisitos mínimos dos clientes do AD. A seguir, clique
no botão “Avançar”.
Na janela de “Tipo de controlador de domínio”, selecione a opção “Controlador de domínio para um novo domínio” e
clique no botão “Avançar”.
Na janela de “Criar novo domínio”, selecione a opção “Domínio em uma nova floresta” e clique no botão “Avançar”.
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A janela de “Novo nome de domínio” é a opção mais importante na criação do AD. Como todo o sistema do AD é
baseado no DNS, a criação do nome de domínio irá afetar toda a operação da rede.
Clique no botão “Avançar”.
Este parte poderá demorar alguns minutos, pois o sistema irá procurar pelo servidor DNS e verificar se o nome já existe.
Na janela de “Nome do domínio NetBIOS”, aceite a opção padrão (que é o primeiro nome do domínio DNS) e clique
no botão “Avançar”.
Na janela de “Pastas do banco de dados e log”, lembre-se que a partição deverá ser NTFS e você somente deverá alterar
os caminhos padrões por motivos de desempenho.
O caminho “\Windows\NTDS” é o local onde serão armazenados os dados do AD.
Aceite as opções padrões e clique no botão “Avançar”.
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Na janela de “Volume de sistema compartilhado”, a partição também deverá ser NTFS e somente deverá ser alterado
caso haja problemas de desempenho.
O caminho “\Windows\SYSVOL” é o local onde serão armazenados as GPOs e scripts do AD e esta pasta é replicada
para todos os outros DC.
Aceite a opção padrão e clique no botão “Avançar”.
Se o servidor DNS não estiver ativo ou configurado corretamente, você verá o seguinte aviso:
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Em geral, o primeiro DC do AD também é o servidor DNS (que é o caso do nosso artigo).
Lembre-se que o servidor DNS requerido pelo AD deve aceitar registro SRVs e atualizações dinâmicas.
Portanto, o mais recomendável é utilizar o servidor DNS do Windows Server 2003 e deixar que o assistente faça a
instalação e configuração do mesmo.
Selecione a opção “Instalar e configurar o servidor DNS neste computador e definir este computador para usar o
servidor DNS como seu servidor DNS preferencial” e clique no botão “Avançar”.
Na janela de “Permissões”, selecione a opção “Permissões compatíveis somente com os sistemas operacionais de
servidor Windows 2000 ou Windows Server 2003” e clique no botão “Avançar”.
Esta opção somente deverá ser alterada caso você tenha DCs rodando em plataforma Windows NT, o que não é o caso
do nosso artigo.
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Na janela de senha, digite e confirme a senha de administrador do modo de restauração; clique no botão “Avançar”.
Esta senha é importante, pois ela não é a mesma senha do administrador do DC e deve ser usada quando houver
problemas no DC ou quando o DC for removido do computador.
Na janela de “Resumo”, verifique as opções selecionadas. Caso as opções estejam corretas, clique no botão “Avançar”.
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Você irá acompanhar o assistente executando as tarefas solicitadas.
Nunca clique no botão “Cancelar”, pois você irá estragar todo o computador!
Caso tenha cometido algum erro, aguarde o assistente finalizar e depois o execute novamente para desfazer as
alterações.
Caso as tarefas tenham sido realizadas com sucesso, você obterá a seguinte tela:
Clique no botão “Concluir”.
Você precisará reiniciar o computador para iniciar o AD. Clique no botão “Reiniciar agora”.
Verificando a instalação do AD
Nesta etapa iremos verificar se a instalação do AD foi realizada com [Link], vamos verificar se todas as
ferramentas de administração do AD foram instaladas. Clique no menu Iniciar, Todos os programas, Ferramentas
[Link] mostra a figura abaixo:
Verifique se aparece o item “Usuários e computadores do Active Directory”. Clique nele e verifique se o domínio
“[Link]. br” foi criado,pronto o Ad já esta em funcionamento.
Criando uma base de usuários
Logo depois da instalação eu criei uma base de usuários para fazer os primeiros testes. Para criar uma base de usuários
que vão acessar o domínio acesse o item Usuários e computadores do Active Directory,O próximo passo e entrar no
diretório Users e adicionar os novos usuários, clicando o botão direito em novo>usuá[Link] nomear a conta do
usuário defini a política de inicial de senhas para esse usuário, como por exemplo que o usuário tem que alterar a senha
no próximo logon, no meu caso desabilitei esse campo pois estou apenas fazendo testes,ainda aparecem os campos o
usuário não pode alterar a senha e a senha nunca [Link] seguida, inseri os demais usuários criados em grupos, e
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dessa forma defini suas permissões no sistema,apenas de um clique duplo sobre o grupo que deseja adicionar o usuário
como por exemplo grupo alunos,clique sobre a aba membros e em seguida no botão adicionar.
Testes
Após a instalação, verificação da instalação do AD e a criação da base de usuários, o próximo passo foi o teste, ou seja,
autenticar o meu domínio criado no servidor 2003 numa maquina rodando WINDOWS XP [Link]
fazer esse teste usei uma máquina com os mesmos recursos de hardware do servidor 2003.O primeiro passo foi
configurar a rede com a mesma classe de IP do servidor, no meu caso [Link]. Logo depois fui ingressar a minha
maquina XP ao meu domínio,clicando com o botão direito do mouse em meu computador indo até a aba nome do
computador como mostra a figura abaixo.
Logo depois basta clicar no botão alterar, em seguida modifique onde esta marcado membro de, para domínio não mais
para grupo de trabalho, digite no campo de domínio o seu domínio criado no servidor nesse caso [Link]. br,. O
computador fará uma busca procurando pelo domínio, quando ele achar aparecera uma janela pedindo para você se
logar basta então colocar o nome da conta e senha, pronto agora você já esta logado no Windows XP através do
domínio [Link]. br,De agora em diante cada vez que o computador for acessado na tela inicial aparece uma janela
de logon no domínio, onde o usuário terá que digitar seu nome e senha e o domínio no qual está logando.
Contas de usuários
Essas informações que foram digitadas na janela de logon no domínio são repassadas para um DC de domínio no
Servidor 2003, onde essas informações são verificadas. Se o nome de usuário existir, a senha estiver correta e a conta
não estiver bloqueada pelo administrador, o logon será liberado e a área de trabalho será [Link] vez que o
usuário fez logon no domínio, ele passou a ser identificado, ou seja, todas a ações que o usuário executar estarão
associadas com a sua conta de usuá[Link] exemplo, se o usuário Pedro fizer o logon no domínio ABC e tentar acessar
um arquivo para o qual ele não tem permissão, ficará registrado nos logs de auditoria do servidor.
Identificação do usuário – no exemplo Pedro.
Data e hora da tentativa de acesso.
Nome do arquivo e/ou pasta que o usuário tentou acessar.
Isso mostra que a conta de usuário e sua identidade na rede, tudo que ele fizer ou tentar fazer estará sendo monitorado
pelo administrador.
Implementação, Administração e Monitoração da Diretiva de
Grupos
Durante este capítulo, você assimilará os conhecimentos necessários para administração, projeto e implementação
adequados de Diretiva de Grupos.
Você utiliza a Diretiva de Grupo no Active Directory® para centralizar o controle de usuários e computadores em uma
empresa. Configurando a Diretiva de Grupos, é possível centralizar políticas para toda uma organização,
domínio, sites ou unidades organizacionais e também descentralizar a configuração da Diretiva de Grupos,
configurando-a para cada departamento no nível da unidade organizacional.
Você pode se certificar de que os usuários dispõem dos ambientes necessários para realizar seus trabalhos e fazer
cumprir as políticas das organizações, incluindo normas, metas e requisitos de segurança da empresa. Além disso, é
possível baixar o Custo Total da Propriedade controlando ambientes de usuário e de computadores, de forma que a
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necessidade de ajuda técnica e o prejuízo à produtividade decorrentes de erros seja reduzido.
O que é a Diretiva de Grupos?
A Diretiva de Grupos lhe concede o controle da administração sobre os usuários e os computadores da sua rede;
portanto, lhe permite definir o estado do ambiente de trabalho dos usuários uma única vez, confiando no Microsoft®
Windows® Server 2003 para implementar continuamente a configuração de Diretiva de Grupo que foi definida.
Também será possível aplicar configurações da Diretiva de Grupos através de uma organização inteira ou
grupos específicos de usuários e computadores.
O Que São as Definições de Configuração de Usuário e Computador?
Você pode executar as Configurações de Diretiva de Grupos para os computadores e os usuários usando
Configuração de Computador e Configuração de Usuário na Diretiva de Grupo.
Configurações de Diretiva de Grupo para usuários incluem configurações específicas do sistema operacional,
configurações de área de trabalho, configurações de segurança, opções de aplicativos atribuídas e publicadas,
configurações de aplicativos, opções de redirecionamento de pasta e script de logon e logoff de usuários. As
Configurações de Diretiva de Grupo de usuário são aplicáveis quando os usuários iniciam a sessão no computador e
durante um ciclo de atualização periódica.
As Configurações de Diretiva de Grupos modificam o ambiente da área de trabalho do usuário conforme requisitos
específicos ou aplicam as diretivas de bloqueio em usuários e estão contidas em Configuração do usuário no editor
de Objeto de Diretiva de Grupos.
Em Configuração do Usuário, também é possível selecionar:
A pasta Configurações de Software: contém configurações de software que são aplicadas aos usuários,
independente do computador em que a sessão foi iniciada. Essa pasta também contém configurações que são incluídas
conforme os provedores de software independentes (ISVs).
A pasta Configurações do Windows: contém configurações do Windows que são aplicadas aos usuários,
independe do computador em que a sessão foi iniciada. Esta pasta também contém os seguintes pontos:
Redirecionamento de Pastas, Configurações de Segurança e Scripts.
As Configurações de Diretiva de Grupo para os computadores incluem a forma como o sistema operacional se
comporta, o comportamento da área de trabalho, as configurações de segurança, os scripts de inicialização e
desligamento, as opções de aplicativos atribuídas ao computador e as configurações de aplicativos. As
Diretivas de Grupo relacionadas ao computador são aplicadas quando o sistema operacional é iniciado e durante
um ciclo periódico de atualização. Normalmente, em caso de conflito, as configurações da Diretiva de Grupo do
computador têm prioridade em relação à Diretiva de Grupo do usuário.
As Configurações de Diretiva de Grupo, que modificam o ambiente conforme requisitos particulares da área de
trabalho e para todos os usuários de um computador ou que aplicam as diretivas de segurança nos
computadores de uma rede, podem ser encontradas em Configuração do Computador no editor de Objeto de
Diretivas de Grupo.
Em Configuração do Computador, também é possível encontrar:
A pasta Configurações de Software: contém configurações de software aplicadas a todos os usuários que iniciam a
sessão no computador. Essa pasta possui configuração de instalação do software e pode conter outras
configurações inseridas pelo ISVs.
A pasta Configurações do Windows: contém as configurações do Windows aplicadas a todos os usuários que iniciam a
sessão no computador. Esta pasta também contém os seguintes pontos: Configurações de Segurança e
Scripts.
Configurações de Segurança está disponível na pasta Configurações do Windows localizada em
Configuração do Computador e Configuração do usuário no editor de Objeto de Diretiva de Grupo. As
Configurações de Segurança ou as Diretivas de Segurança são regras que você configura em um ou vários
computadores para proteger recursos em um computador ou em uma rede. Com Configurações de Segurança você
pode especificar Diretivas de Segurança de uma unidade organizacional, domínio ou site.
Exercício: Configurar Definições de Diretiva de Computador Local
Para adicionar o Editor de Objeto de Diretiva de Grupos a um CustomMMC, é preciso:
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1. Abrir um CustomMMC. (execute mmc em Executar...)
2. Adicionar o snap-in do Editor de Objeto de Diretiva de Grupo.
3. Salvar o CustomMMC.
Para evitar que os usuários desativem o servidor usando Configuração de Diretiva Local, é
preciso:
1. Expandir, no CustomMMC, o snap-in Diretiva de Segurança Local.
2. Expandir, no console, Configuração do usuário. Expandir Modelos Administrativos e depois clicar no menu
Iniciar e em Barra de Tarefas.
3. Clicar duas vezes em Remover e prevenir acesso ao comando Desligar, no painel de detalhes
4. Clicar em Habilitar na caixa Remover e prevenir acesso às propriedades do comando
e depois clicar em OK.
5. Fechar e salvar todos os programas e fazer logoff.
Para testar a diretiva, é preciso:
1. Iniciar a sessão como User com uma senha.
2. Clicar em Iniciar e verificar se o botão Desligar foi removido do menu Iniciar.
3. Fechar e salvar todos os programas e fazer logoff.
As ferramentas usadas para criar os GPOs
Usuários e Computadores do Active Directory
Você pode abrir o editor de Objeto de Diretiva de Grupo de Usuários e Computadores do Active Directory para
administrar GPOs para domínios e unidades organizacionais. Na caixa Propriedades de um domínio ou unidade
organizacional, temos a guia Diretiva de Grupo, onde é possível controlar os GPOs de domínio ou unidade
organizacional.
Sites e Serviços do Active Directory
Você pode abrir o editor de Objeto de Diretiva de Grupo de Sites e Serviços do Active Directory para controlar GPOs de
sites. Na caixa Propriedades do site, temos a guia Diretiva de Grupo, onde é possível controlar os GPOs do site.
Group Policy Management Console
O Console de Gerenciamento de Diretiva de Grupo é um sistema de interfaces programáveis para o controle de
Diretiva de Grupo, assim como os snap-ins MMC, que são criados nessas interfaces programáveis também. Os
componentes de Gerenciamento de Diretiva de Grupo, por sua vez, consolidam a administração da Diretiva de Grupo
em toda a empresa.
O Group Policy Management Console combina a funcionalidade de múltiplos componentes em uma única
interface de usuário (UI). A UI é estruturada conforme o modo como a Diretiva de Grupo é utilizada e
controlada. Ela também incorpora a funcionalidade relacionada com a Diretiva de Grupo das ferramentas seguintes
em um único snap-in MMC:
Usuários e Computadores do Active Directory
Sites e Serviços do Active Directory
Conjunto de Diretivas Resultantes (RSoP)
O Gerenciamento de Diretivas de Grupos também proporciona os seguintes recursos ampliados que não
estavam disponíveis em ferramentas anteriores de Diretiva de Grupos. Com o Gerenciamento de Diretiva de Grupos,
você pode:
Fazer backup e restauração de GPOs.
Copiar e importar GPOs.
Usar filtros de Windows Management Instrumentation (WMI). Gerar relatórios de GPO e RSoP.
Pesquisar para GPOs.
Group Policy Management vs. ferramentas padrão de Diretiva de Grupos
Antes do Group Policy Management, você administrava a Diretiva de Grupo usando diversas ferramentas do Windows,
incluindo Usuários e Computadores do Active Directory, Sites e Serviços do Active Directory e RSoP. Mas agora o
Gerenciamento de Diretiva de Grupo consolida a administração de todas as tarefas baseadas em Diretiva de Grupo em
uma única ferramenta. Graças a essa administração consolidada, a funcionalidade de Diretiva de Grupo não é exigida
em outras ferramentas.
Depois de instalar o Group Policy Management, você ainda utiliza cada uma das ferramentas do Active Directory
para seus objetivos específicos de administração de diretórios, por exemplo, criar um usuário, computador e
grupo. No entanto, você pode utilizar o Gerenciamento de Diretivas de Grupo para realizar todas as tarefas
relacionadas a Diretivas de Grupo. A funcionalidade de Diretiva de Grupo não estará mais disponível nas ferramentas
do Active Directory quando o Group Policy Management for instalado.
O Group Policy Management não substitui o editor do Objeto de Diretiva de Grupo. No entanto, você deve editar os
GPOs, usando o editor de Objeto de Diretiva de Grupos. O Group Policy Management integra a funcionalidade
de edição proporcionando acesso direto ao editor de Objeto de Diretiva de Grupo.
Nota: O Console do Group Policy Management não é fornecido com o Server 2003.
Você deve fazer o download a partir de:
[Link] E9 D60-7 E41-4947-82F5-
3330F37ADFEB&displaylang=en
Exercício: Como criar um GPO?
Utilize os procedimentos a seguir para criar um novo GPO ou um link para um GPO existente, usando o Active
Directory Users and Computers, e para criar um GPO em um site, domínio ou unidade organizacional.
Para criar um GPO novo ou estabelecer um link para um GPO existente usando Usuários e
Computadores do Active Directory:
1. Clique com o botão direito no contêiner do Active Directory (domínio ou unidade organizacional), que
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está em Usuários e Computadores do Active Directory, para criar um GPO. Depois clique em Propriedades.
2. Escolha uma das opções a seguir, na caixa Propriedades, da guia Diretiva de Grupo:
Para criar um novo GPO, clique em Novo, insira um nome para o novo GPO e pressione
ENTER.
Para criar um link a um GPO existente, clique em Adicionar e selecione o GPO da lista.
O GPO ou o link que você cria são exibidos na lista de GPOs que estão vinculados ao contêiner do Active
Directory.
Administração do ambiente de usuário
A administração do ambiente de usuário significa controlar o que eles podem fazer quando iniciam a sessão na rede.
Isso é feito através da Diretiva de Grupo, controlando os computadores do escritório, as conexões de rede e
as interfaces de usuário. Você controla os ambientes de usuário para garantir que eles tenham apenas o
acesso necessário para realizarem seus trabalhos. Dessa forma, eles não podem corromper ou configurar
incorretamente seus ambientes.
Quando você configura ou controla ambientes de usuário de forma centralizada, é possível realizar as
seguintes tarefas:
Controlar os usuários e os computadores: Isso é possível controlando-se a configuração da área de trabalho do
usuário com diretivas baseadas no registro. Dessa forma, você garante que os usuários tenham os mesmos
ambientes, mesmo quando iniciam a sessão em computadores diferentes. Assim, você pode controlar como o
Microsoft Windows® Server 2003 administra seus perfis de usuário, que especificam a forma como os dados pessoais
de um usuário estão disponíveis. Redirecionando pastas de usuário dos discos rígidos locais do usuário para um local
central de um servidor, você pode garantir que os dados dos usuários estejam disponíveis para eles, independente do
computador onde a sessão foi iniciada.
Implementar software. O software é instalado nos computadores ou nos usuários com serviço de diretório
Active Directory®. Com a instalação do software, você pode garantir que os usuários tenham seus programas,
service packs e hotfixes exibidos.
O que é Ativar ou Desativar as Configurações de Diretiva de Grupo?
Se você desativar uma configuração de diretiva, estará desativando a ação da configuração de diretiva. Por exemplo,
os usuários, por padrão, podem ter acesso ao Painel de Controle. Para eles, você não precisa desativar a
configuração de diretiva Restringir acesso ao Painel de Controle, a menos que tenha previamente
aplicado uma configuração de diretiva ativando-a. Nessa situação, você terá que definir outra configuração de
diretiva para desativar a que foi aplicada previamente.
Isso é útil quando configurações de diretiva são herdadas e não se deseja usar filtros para aplicar
configurações de diretiva a grupos específicos. Você pode aplicar um GPO que permita uma configuração de diretiva
na unidade organizacional pai e outra definição de diretiva que desative o GPO na unidade organizacional
filha.
Quando você aceita uma definição de diretiva, está consentindo a ação dessa configuração de diretiva. Por exemplo,
para negar a alguém acesso ao Painel de Controle, você pode permitir a configuração de diretiva Restringir
acesso ao Painel de Controle.
Um GPO executa valores que modificam o registro dos usuários e dos computadores que estão em
conformidade com o GPO. Por padrão, a configuração de uma diretiva é Não Configurado. Se quiser
redefinir uma configuração de diretiva de um computador ou um usuário para o valor predefinido ou para a diretiva
local, você deverá selecionar a opção Não Configurado. Por exemplo, você pode permitir uma configuração
de diretiva para alguns clientes e, ao usar a opção Não Configurado, a diretiva inverterá a diretiva padrão ou a
definição de diretiva local.
Alguns GPOs exigem que sejam fornecidas determinadas informações adicionais depois de permitir o objeto. Algumas
vezes, pode ser necessário selecionar um grupo ou um computador se a configuração de diretiva precisar voltar a
fornecer ao usuário uma determinada informação. Outras vezes, para permitir configurações proxy, você deverá
fornecer o nome ou o endereço IP do servidor proxy e o número da porta. Se a configuração de diretiva
tiver múltiplos valores e as configurações estiverem em conflito com outra configuração de diretiva, as
configurações com múltiplos valores em conflito são substituídas pela última configuração de diretiva aplicada.
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Exercício: Como editar Configuração de Diretiva de Grupo?
Como administrador de sistemas, você deve editar as configurações de diretiva de grupo. Utilize o
procedimento a seguir para realizar essa tarefa.
1. No Group Policy Management Console, navegue para os Group Policy Objects.
2. Clique com o botão direito do mouse no GPO e depois em Edit.
3. No editor de Objeto de Diretiva de Grupo, pesquise a configuração de Diretiva de Grupo que deseja editar e depois
clique duas vezes nela.
4. Na caixa Properties, defina a configuração de Diretiva de Grupo e depois clique em OK.
Quais são os scripts de Configurações de Diretiva de Grupo?
Você pode utilizar os scripts de Diretiva de Grupo para configurar scripts centralizados que sejam executados
automaticamente quando o computador é iniciado e desligado, e também quando os usuários iniciam e
fecham uma sessão. Você pode especificar qualquer script que execute o Windows Server 2003, incluindo arquivos
em lote, programas executáveis e scripts suportados pelo Windows Script Host (WSH).
Para ajudar o usuário a controlar e configurar seus ambientes, é preciso:
Executar os scripts que realizam as tarefas que você não pode realizar com outras configurações de Diretiva de
Grupos. Por exemplo, configurar o ambiente de usuário com conexões de rede, conexões de impressora,
atalhos para aplicativos e documentos corporativos.
Limpar as áreas de trabalho quando os usuários fecham a sessão e desligam o computador. Você pode remover as
conexões adicionadas aos scripts de logon ou inicialização, para que o computador permaneça no mesmo estado de
quando o usuário o ligou.
Executar scripts pré-existentes, definidos para controlar os ambientes de usuário até que eles sejam
configurados com outras Diretivas de Grupo que substituam esses scripts.
Nota: Com o Active Directory Users and Computers, você pode atribuir scripts de login individualmente para as
contas de usuário na caixa Propriedades de cada uma. Por isso, a Diretiva de Grupo é o melhor método para
executar scripts porque é possível controlar esses scripts centralizados junto com os scripts de inicialização e
logoff.
Exercício: Como atribuir scripts com Diretiva de Grupo?
Para implementar o script, você utiliza a Diretiva de Grupo e o adiciona à configuração apropriada em um modelo de
Diretiva de Grupos. Isso indica que o script pode ser executado na inicialização, desligamento, logon ou logoff.
Para adicionar um script ao GPO, é preciso:
1. No Group Policy Management Console, edite o GPO.
2. No editor de Objeto de Diretiva de Grupo do console, procure User
Configuration/Windows Settings/Scripts (Logon/Logoff).
3. No painel de detalhes, clique duas vezes em Logon.
4. Na caixa Logon Properties, clique em Add.
5. Na caixa Add a Script, defina todas as configurações seguintes que quiser utilizar. Depois, clique em OK.
Script Name. Insira o caminho do script ou clique em Browse para localizar o arquivo de script na pasta
compartilhada Netlogon do Controlador de Domínio.
Script Parameters. Insira os parâmetros que quiser utilizar, da mesma forma que os inseriria na linha de comando.
6. Na caixa Logon Properties, defina todas as configurações a seguir que você queira utilizar.
Logon Scripts for. Esta lista enumera todos os scripts que estão atribuídos atualmente ao GPO selecionado. Se forem
atribuídos múltiplos scripts, eles serão processados na
ordem especificada. Para mover o script na lista, clique no script e depois em Up ou Down.
O que é o Redirecionamento de Pastas?
Quando você redireciona pastas, modifica a localização das pastas do disco rígido local do computador do usuário,
a uma pasta compartilhada em um servidor da rede. Depois de redirecionar uma pasta a um servidor, ela
continuará aparecendo como local para o usuário. O perfil de usuário é formado por quatro pastas de perfil
de usuário e que podem ser redirecionadas: Meus Documentos, Dados de Aplicativos, Desktop e Menu Iniciar.
Armazenando dados na rede, o benefício para os usuários está na disponibilidade crescente e os backup
freqüentes de seus dados. O redirecionamento de pastas oferece os seguintes benefícios:
Os dados nas pastas estão disponíveis para o usuário; independente do computador cliente onde o usuário inicia a
sessão.
Os dados nas pastas estão armazenados em pontos centrais e, por isso, é mais fácil administrá-los e fazer backup de
segurança.
Os arquivos dentro das pastas redirecionadas, como os arquivos de um perfil de usuário móvel, não são copiados
e não são salvos no computador do usuário que inicia a sessão. Isso significa que quando o usuário inicia a sessão
no computador cliente, não é utilizado espaço de armazenamento para esses arquivos e os dados, que podem ser
confidenciais, nesse computador.
Os dados são armazenados em uma pasta compartilhada da rede que pode ser parte das áreas de rotinas de backup.
Isso é mais seguro porque não exige nenhuma ação por parte do usuário.
Como administrador, você pode utilizar a Diretiva de Grupo para configurar cotas de disco, limitando a
quantidade de espaço ocupado pelos usuários.
Pastas que podem ser redirecionadas
Você pode redirecionar as pastas Meus Documentos, Dados de Aplicativos, Desktop e Menu Iniciar. Uma
organização deve redirecionar essas pastas para pre servar dados e configurações importantes do usuário. Existem
várias vantagens do redirecionamento de cada uma dessas pastas, que variam conforme as necessidades da
organização.
Você pode utilizar o redirecionamento para qualquer das seguintes pastas no perfil de usuário: Meus
Documentos
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O redirecionamento de Meus Documentos é particularmente vantajoso porque a pasta tende a realizá-lo a
longo prazo.
A tecnologia de Arquivos Offline permite que os usuários tenham acesso a Meus Documentos, mesmo quando não
estão conectados à rede. Isso é particularmente útil para quem utiliza computadores portáteis.
Dados de aplicativos
As configurações de Diretiva de Grupos controlam o comportamento dos Dados de Aplicativos quando o cache do
cliente está ativado. Essa configuração sincroniza os dados de aplicativos centralizados em um servidor da rede com o
computador local. Conseqüentemente, o usuário pode trabalhar on-line ou offline. Se forem realizadas modificações de
dados de aplicativos, a sincronização atualiza os dados do aplicativo sobre o cliente e o servidor.
Desktop
Você pode redirecionar a área de trabalho e todos os arquivos, atalhos e pastas a um servidor centralizado.
Menu Iniciar
Quando o menu Iniciar é redirecionado, suas subpastas também são redirecionadas.
Configurações necessárias para definir o Redirecionamento de Pasta
Existem 3 configurações disponíveis para Redirecionamento de Pasta: nenhum, básico e avançado. O
Redirecionamento de Pasta Básico é para usuários que devem redirecionar suas pastas a uma área comum ou para
os usuários que precisam manter a privacidade de seus dados.
Você tem as seguintes opções básicas para Redirecionamento de Pastas:
Redirecione as pastas para um local
Todos os usuários redirecionam suas pastas a uma área comum onde é possível ver ou utilizar outros dados em pastas
redirecionadas. Para fazer isso, escolha a configuração Básico e configure Redirecionar pastas para o seguinte
local. É aconselhável utilizar essa opção para todas as pastas que contenham dados que não são privados.
Crie uma pasta para cada usuário no caminho raiz
Para os usuários que precisam que suas pastas sejam redirecionadas com dados privados, escolha a configuração
Básico e configure Criar uma pasta para cada usuário no caminho raiz. É aconselhável utilizar essa opção para
os usuários que precisam manter seus dados privados, como gerentes que guardam dados pessoais sobre funcionários.
Quando você seleciona Avançado – Especifica os locais dos vários grupos de usuários, as pastas são
redirecionadas a locais diferentes, baseadas em grupos de segurança dos usuários.
As opções avançadas para Redirecionamento de Pasta são as seguintes:
Selecionar um grupo. Especifique aqui para quem aplicar o redirecionamento.
Caminho. Aqui é possível escolher uma das opções a seguir:
Criar uma pasta para cada usuário no caminho raiz. Utilize para dados confidenciais.
Redirecionar para o seguinte local. Utilize para dados compartilhados.
Redirecionar para o seguinte local. Para usuários que utilizam uma combinação de computadores clientes que não
são parte do Active Directory por um lado e por outro sim.
Caminho. Nessa caixa, especifique o servidor e o nome da pasta compartilhada para a qual deseja redirecionar.
Exercício: Como configurar Redirecionamento de Pasta?
Você configura Redirecionamento de Pasta usando o editor do Objeto de Diretiva de Grupos.
Para configurar Redirecionamento de Pasta, é preciso:
1. No Group Policy Management, edite ou crie o GPO.
2. No editor de Objeto de Diretiva de Grupo do console, expanda Configuração do usuário, expanda
Configurações do Windows e depois Redirecionamento de Pasta. Os ícones para as quatro pastas que podem ser
redirecionadas são exibidos.
3. Clique com o botão direito do mouse na pasta que deseja redirecionar e depois clique em
Propriedades.
4. Na caixa Propriedades, na guia Geral, clique em uma das seguintes opções:
Básico – Redirecionar pastas de todos os usuários para o mesmo local.
Todas as pastas afetadas por esse GPO são armazenadas na mesma pasta compartilhada da rede.
Avançado – Especifica os locais de vários grupos de usuários.
As pastas são redirecionadas para outras partições da rede e baseadas nos membros de grupos de segurança. Por
exemplo, as pastas pertencentes aos usuários do grupo de contabilidade são redirecionados ao servidor de
contabilidade e
as pastas que pertencem aos usuários no grupo de comercialização se redirecionam ao servidor de comercialização.
5. Na caixa Propriedades, clique em Adicionar.
6. Em Local da pasta de destino, na caixa Caminho da raiz, insira o nome da pasta compartilhada na rede e
clique em Procurar para localizá-la.
7. Na guia Configurações, configure as opções que você queria utilizar e depois clique em OK.
O que é o Gpupdate?
Gpupdate é uma ferramenta de linha de comando que atualiza as configurações de Diretiva de Grupo locais e
configurações de Diretiva de Grupo armazenadas no Active Directory, incluindo as configurações de
segurança. Por padrão, as configurações de segurança são atualizadas a cada 90 minutos em uma estação de trabalho
ou um servidor, e a cada 5 minutos em um Controlador de Domínio. Você pode executar gpupdate para testar uma
configuração de Diretiva de Grupo ou aplicá-la diretamente.
Os exemplos a seguir demonstram como você pode utilizar o comando gpupdate:
C:\gpupdate
C:\gpupdate /target:computer
C:\gpupdate /force /wait:100
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C:\gpupdate /boot
Gpupdate tem os parâmetros a seguir.
/Target:{Computador | Usuário} Especifica a atualização somente de usuários ou computadores para suas
configurações de diretiva. Por padrão, a diretiva de usuário e computador é atualizada.
/Force Replica todas as configurações de diretiva. Por padrão, somente as configurações de diretiva que foram
modificadas são replicadas.
/Wait:{Valor} Defina o número de segundos a aguardar o processamento da diretiva. O padrão é 600 segundos. O
valor ' 0 ' indica que não há espera. O valor ' -1 ' indica uma espera indefinidamente.
/Logoff Faz logoff depois de atualizar a configuração de definições de Diretiva de Grupos.
/Boot Faz com que o computador seja reiniciado depois da atualização das configurações de Diretiva do
Grupo.
/Sync Faz como que a próxima configuração de definição de diretiva seja aplicada de forma síncrona.
O que é o Gpresult?
Como você pode aplicar níveis sobrepostos das configurações de diretivas a qualquer computador ou usuário, a
Diretiva de Grupo gera um relatório da aplicação das diretivas no logon. Gpresult exibe o relatório da aplicação
da diretiva no computador para o usuário especificado no logon.
O comando gpresult exibe as configurações de Diretiva de Grupo e o Conjunto de Diretivas Resultante (RSoP)
para um usuário ou um computador. Você pode utilizar gpresult para verificar se as configurações de GPO estão em
vigor e localizar problemas no aplicativo.
Os exemplos a seguir demonstram como você pode utilizar o comando gpresult: C:\gpresult /user
targetusername /scope computer
C:\gpresult /s srvmain /u maindom/hiropln /p p@ssW23 /user targetusername /scope USER
C:\gpresult /s srvmain /u maindom/hiropln /p p@ssW23 /user targetusername /z >[Link]
C:\gpresult /s srvmain /u maindom/hiropln /p p@ssW23
Gpresult tem os seguintes parâmetros.
/s Computador Especifica o nome ou o endereço IP de um computador remoto. Por padrão, é o computador local.
/u Domínio/Usuário O comando funciona com as permissões da conta de usuário específicas de Usuário ou
Domínio/Usuário. O padrão é utilizar as permissões de usuário que foram autenticadas no computador e que executam
o comando.
/p Senha Especifica a senha da conta de usuário que é especificada no parâmetro /u.
/usuário TargetUserName Especifica o nome de usuário de quem são exibidos os dados RSoP.
/scope {usuário|computador} Exibe as configurações de diretiva de usuário ou computador. Os valores válidos
para o parâmetro /scope são usuário ou computador. Se não for incluído o parâmetro /scope, o gpresult exibe usuário
e computador.
/v Especifica que a saída exibirá informações detalhadas da diretiva.
/v Especifica que a saída exibirá todas as informações disponíveis sobre a Diretiva de Grupo. Como esse parâmetro
gera mais informações que o parâmetro /v, é preciso redirecionar a saída para um arquivo de texto quando esse
parâmetro é utilizado (por exemplo, s pode ser gravado em gpresult /z >[Link]).
/? Exibe a ajuda na janela de comandos.
Instalação e Configuração de Serviços DHCP, DNS e WINS
Durante este capítulo, você assimilará conhecimentos sobre serviços de rede como DHCP (Dynamic Host Configuration
Protocol), WINS (Windows Internet Name System) e DNS (Domain Name System).
Para a realização dos exercícios contidos neste módulo, será preciso usar a instalação do Windows Server
2003 executada no exercício 1 do capítulo 2 e uma instalação adicional.
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DHCP - Dynamic Host Configuration Protocol
Por que utilizar o DHCP?
Definição
Dynamic Host Configuration Protocol (DHCP) é um padrão IP para simplificar a administração da configuração
IP do cliente. O padrão DHCP permite que você utilize os servidores DHCP para controlar a alocação dinâmica
dos endereços e a configuração de outros parâmetros de IP para clientes DHCP na sua rede.
Por que utilizar o DHCP?
Nas redes TCP/IP, o DHCP reduz a complexidade do trabalho administrativo de reconfigurar os computadores
cliente.
Para entender por que o DHCP é útil para configurar clientes TCP/IP, é importante comparar a configuração
manual do TCP/IP com a configuração automática que utiliza o DHCP.
Configuração manual do TCP/IP
Quando você realiza a configuração IP de cada cliente inserindo manualmente informações como endereço IP,
máscara de sub-rede ou gateway padrão, podem ocorrer erros de digitação, que provavelmente gerarão
problemas de comunicação ou problemas associados à IP duplicado. Por outro lado, ocorre uma sobrecarga
administrativa nas redes quando os computadores são movidos com freqüência de uma sub-rede para outra. Além
disso, quando é preciso trocar um valor IP para vários clientes, é preciso atualizar a configuração IP de cada cliente.
Configuração automática do TCP/IP
Quando você configura um servidor DHCP para oferecer suporte a clientes DHCP, ele
automaticamente fornece informações de configuração aos clientes DHCP e também garante que os clientes da
rede utilizem a configuração correta. Além disso, se você precisar realizar uma modificação na configuração
IP de vários clientes, poderá realizá-la uma única vez no servidor DHCP, para que o DCHP atualize automaticamente a
configuração do cliente para refletir essa mudança.
Exemplo
Você precisa configurar 100 computadores com a configuração IP, mas sem DHCP. Não lhe resta alternativa além
de configurar manualmente cada um dos computadores individualmente. Além disso, também é preciso
documentar a configuração IP de cada cliente e realizar uma modificação na configuração IP dos clientes e ainda
reconfigurar manualmente cada um deles.
Mas o DHCP oferece uma solução para esse problema. Com o DHCP, você só precisa adicionar a configuração ao
servidor DHCP, que atualizará os 100 clientes da rede. Além disso, quando precisar realizar uma modificação na
configuração IP, ela será realizada uma única vez no Servidor DHCP, exigindo simplesmente que cada cliente TCP/IP
atualize a sua configuração.
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Como o DHCP atribui endereços IP?
Introdução
O DHCP permite controlar a atribuição de IP de um local central; portanto, você pode configurar o servidor DHCP
para atribuir endereços IP a uma única sub-rede ou a várias sub-redes. Da mesma forma, o Servidor DHCP pode
atribuir a configuração IP aos clientes de forma automática.
Definições
A concessão é o tempo no qual um cliente DHCP pode utilizar uma configuração dinamicamente atribuída de IP.
Antes da expiração do tempo de concessão, o cliente deve renová-lo ou obter uma nova concessão do DHCP.
Atribuição de endereços IP
O DHCP administra a atribuição e a liberação da configuração IP, concedendo a configuração IP ao cliente. O estado
de concessão do DHCP depende do tempo que o cliente pode utilizar os dados da configuração IP antes de liberá-
la e depois de atualizar os dados. O processo de atribuir a configuração IP é conhecido como Processo de
Geração de Concessão DHCP, e o processo de renovar os dados da configuração IP é conhecido como Processo
de Renovação de Concessão de DHCP.
Na primeira vez em que um cliente DHCP é adicionado à rede, ele deve solicitar a configuração IP ao Servidor DHCP
para que, quando for recebida a solicitação, o servidor selecione um endereço IP do intervalo de endereços que o
administrador definiu no escopo. O Servidor DHCP fornece a configuração IP ao cliente do DHCP. Se o
cliente aceitar a oferta, o Servidor DHCP atribuirá o endereço IP ao cliente por um período de tempo
especificado. Dessa forma, o cliente utilizará o endereço IP para ter acesso à rede.
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Como funciona o Processo de Geração de Concessão do DHCP?
O cliente DHCP envia o pacote DHCPDISCOVER para localizar o Servidor DHCP. Esse pacote
DHCPDISCOVER é a mensagem que os clientes DHCP enviam na primeira vez que se conectam à rede e
solicitam informações de IP de um servidor DHCP. Existem duas formas de iniciar o processo de Geração de
Concessão de DHCP. A primeira ocorre quando um computador cliente é iniciado ou o TCP/IP é iniciado pela primeira
vez, e a segunda quando um cliente tenta renovar sua concessão e não consegue. (Por exemplo, um cliente pode não
conseguir executar uma renovação quando você o move para outra sub-rede.)
O Servidor DHCP envia um pacote DHCPOFFER ao cliente. O pacote DHCPOFFER é uma mensagem que o
Servidor DHCP utiliza para oferecer a concessão de um endereço IP ao cliente, quando ele se conecta à rede. Cada
Servidor DHCP que responde, reserva o endereço IP oferecido para que ele não seja novamente oferecido a outro
cliente DHCP, antes da aceitação do cliente inicial. Se o cliente não receber uma oferta depois de quatro
solicitações, ele utiliza um IP do intervalo reservado de [Link] a [Link]. O uso de um desses
endereços auto-configurados garante que os clientes situados em uma sub-rede de Servidor DHCP inacessível
possam se comunicar com outros clientes. Enquanto isso, o cliente DHCP continua buscando um Servidor DHCP
disponível a cada cinco minutos. Quando um Servidor DHCP estiver disponível, os clientes receberão endereços IP
válidos, permitindo que esses clientes se comuniquem com clientes na sua sub-rede e em outras.
O cliente DHCP envia um pacote DHCPREQUEST ao Servidor DHCP. O pacote DHCPREQUEST é a
mensagem que um cliente envia ao Servidor DHCP para solicitar ou renovar sua concessão de IP. O cliente DHCP
responde ao primeiro pacote DHCPOFFER que recebe com uma transmissão de DHCPREQUEST para aceitar a
oferta. O pacote DHCPREQUEST inclui a identificação do servidor que o ofereceu e o cliente que o aceitou. Todos os
outros servidores DHCP posteriores eliminam suas ofertas e mantêm seus endereços de IP para outras concessões.
O Servidor DHCP envia um pacote DHCPACK ao cliente DHCP. O pacote DHCPACK é uma mensagem que o
Servidor DHCP envia a um cliente como confirmação de recebimento e finalização do processo de concessão.
Essa mensagem contém uma concessão válida para endereço IP e outros dados de configuração IP. Quando o cliente
DHCP recebe a confirmação de recebimento, ele inicia o TCP/IP usando a configuração IP prevista pelo Servidor DHCP.
Nota: Você pode ver todo o processo de concessão capturando os pacotes com o Monitor de Rede. Lembre- se de que
o cliente e o servidor utilizam as portas 67 e 68 UDP. Para realizar o processo em ambientes seguros, será necessário
permitir a comunicação dessas portas entre o cliente e o servidor.
Instituto Federal de São Paulo – Campus Avançado Boituva 41
Como funciona o processo de Renovação de Concessão do DHCP?
Definições
Processo de Renovação de Concessão de DHCP é o processo pelo qual um cliente DHCP renova ou atualiza seus
dados de configuração IP com o Servidor DHCP.
O cliente DHCP renova a configuração IP antes da expiração do tempo de concessão. Se o período de concessão
expirar e o cliente de DHCP ainda não tiver renovado sua configuração IP, ele perderá todos os dados da configuração
IP e o processo de Geração de Concessão de DHCP será reiniciado.
Período de Concessão
O processo de Renovação de Concessão é o resultado do valor de tempo da concessão. O valor do período de
concessão garante que o DHCP mantenha as informações de IP e que os clientes atualizem ou renovem
regularmente seus dados de configuração IP. Com o DHCP, é possível manter essas informações e administrar o
endereçamento IP do Servidor DHCP. O cliente deve renovar sua configuração IP antes da expiração do período de
concessão. Em intervalos específicos, um cliente DHCP tenta renovar sua concessão para garantir que a sua
configuração mantenha-se atualizada. Em qualquer momento durante o período de concessão, o cliente DHCP pode
enviar um pacote de DHCPRELEASE ao servidor DHCP para liberar a configuração IP e cancelar o restante da
concessão.
Processo automático "Renovação de Concessão"
Um cliente DHCP tenta renovar automaticamente sua concessão em 50% do tempo de expiração. O cliente de DHCP
também tenta renovar sua concessão cada vez que o computador é iniciado e, para isso, envia o pacote de
DHCPREQUEST ao Servidor DHCP diretamente do qual se obteve a concessão. Se o Servidor DHCP estiver
disponível, ele renova a concessão e envia ao cliente um pacote de DHCPACK com a nova duração da
concessão e qualquer parâmetro de configuração atualizado. O cliente atualiza sua configuração quando recebe a
confirmação. Se o Servidor DHCP não estiver disponível, o cliente continuará utilizando seus parâmetros atuais de
configuração. Se o cliente DHCP não conseguir renovar sua concessão na primeira vez, ele enviará uma
transmissão DHCPDISCOVER para atualizar sua concessão de endereço quando 87,5 % da duração da concessão tiver
expirado. Nessa etapa, o cliente DHCP aceita a concessão que qualquer Servidor DHCP lhe ofereça.
Se o cliente DHCP reiniciar seu computador e o Servidor DHCP não responder ao pacote DHCPREQUEST, o
cliente DHCP tentará se conectar ao Gateway Padrão. Se essa tentativa falhar, o cliente deixará de usar o endereço
IP. Se o Servidor DHCP responder a um pacote DHCPOFFER para atualizar a concessão do cliente, ele pode
renovar sua concessão de acordo com a oferta da mensagem do servidor e continuar a sua operação. Mas
se a concessão tiver expirado, o cliente deverá suspender imediatamente o uso do endereço IP atual. O
cliente DHCP começará o novo processo de Descoberta da Concessão DHCP, tentando obter uma nova concessão de
um novo IP. Se o cliente DHCP não receber o IP, ele obterá um endereço usando a atribuição automática de IP no
intervalo [Link].
Processo manual de Renovação de Concessão
Se precisar atualizar a configuração DHCP imediatamente, você pode renovar manualmente a concessão de
IP. (Por exemplo, se quiser que os clientes DHCP obtenham rapidamente o endereço do Servidor DHCP de um
novo roteador instalado na rede, renove a concessão do cliente para atualizar a configuração.)
Comando: ipconfig /renew
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O que são os escopos do DHCP?
Definição
Um escopo é um intervalo de endereços IP válidos disponíveis para atribuir aos computadores cliente em
uma sub-rede em particular. Você pode configurar um escopo no servidor DHCP para determinar o grupo de
endereços IP que esse servidor atribuirá aos clientes.
Os escopos determinam os endereços IP atribuídos aos clientes. Você deve definir e ativar um escopo antes
que os clientes possam usar o Servidor DHCP para uma configuração dinâmica de TCP/IP. Da mesma forma,
pode-se configurar tantos escopos quanto forem necessários no servidor DHCP para seu ambiente de rede.
Propriedades do escopo
Um escopo tem as seguintes características:
ID de Rede: A ID de Rede para o intervalo de endereços IP
Máscara de sub-rede: A máscara de sub-rede para a ID de Rede
Intervalo de endereço de IP de rede: O intervalo de endereços IP disponíveis para os clientes Duração de
concessão: O período de tempo que o Servidor DHCP atribui ao endereço do cliente Roteador: O endereço do
Gateway padrão
Nome do escopo: Identificador para fins administrativos
Intervalo de exclusão: O intervalo de endereços IP excluídos para a atribuição.
Cada sub-rede pode ter um escopo de DHCP que contenha um intervalo único e contínuo de endereços IP.
Endereços específicos ou grupos de endereços podem ser excluídos do intervalo do escopo de DHCP. Em geral,
somente um escopo pode ser atribuído a uma sub-rede. Se mais de um escopo for necessário em uma sub-rede, eles
deverão ser criados primeiro e depois combinados em um superescopo.
O que é uma reserva de DHCP?
Uma reserva é um endereço IP permanente atribuído a um cliente específico. Você pode reservar um
endereço IP permanente a um dispositivo da rede. A reserva é feita no endereço MAC do dispositivo.
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Quais são as opções do DHCP?
As opções do DHCP são os parâmetros de configuração que um serviço do DHCP atribui aos clientes quando lhes
atribui o endereço IP.
Opções comuns de DHCP
Roteador (Gateway padrão): É o endereço de qualquer gateway padrão ou roteador. O roteador é normalmente
chamado de Gateway Padrão.
Nome do Domínio: Um nome de domínio DNS define o domínio ao qual um computador cliente pertence. O
computador cliente pode utilizar essas informações para atualizar o Servidor DNS para que outros computadores
possam localizar o cliente.
Servidores DNS e WINS: São os endereços dos Servidores DNS e WINS para os clientes utilizarem na comunicação
da rede.
Descrição de Sistema de Nomes de Domínio
O DNS é um serviço de resolução de nomes que resolve endereços amigáveis (como [Link]) em
endereços IP (como [Link]).
Sistema de Nomes do Domínio (DNS) é um banco de dados hierárquico distribuído que mapeia nomes de hosts
DNS a endereços IP. O DNS permite a localização de computadores e serviços usando nomes alfanuméricos
mais fáceis de lembrar. O DNS também permite a localização de serviços de rede, como Servidores de E-
mail e Controladores de Domínio no Active Directory®.
No DNS, os nomes de host residem em um banco de dados distribuído em múltiplos servidores, reduzindo a carga em
um servidor e a capacidade para administrar esses sistemas de nomes. Além disso, como o banco de dados DNS é
distribuído, o seu tamanho é ilimitado e o funcionamento não sofre prejuízos quando servidores adicionais
são adicionados.
O InterNIC é responsável por delegar responsabilidade administrativa de partes do espaço de nome do domínio e
também por registrar nomes de domínio. Estes últimos são administrados através do uso do banco de
dados distribuído e armazenados em Servidores de Nomes, localizados em toda a rede. Cada Servidor de Nomes
contém arquivos de bancos de dados que possuem informações para uma região, domínio, etc, criando assim uma
hierarquia.
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O Que é Espaço do Nome do Domínio?
O Espaço de Nome de Domínio é uma árvore de nomes hierárquica que utiliza o DNS para identificar e localizar
um host em um determinado domínio, em relação à raiz da árvore. Os nomes no banco de dados DNS estabelecem
uma estrutura lógica chamada Espaço de Nome de Domínio que identifica a posição de um domínio na árvore e em
seu domínio superior. A conversão principal é simplesmente: para cada nível de domínio, um ponto (.) é
utilizado para separar cada descendente do subdomínio e do seu domínio de nível superior.
O Fully Qualified Domain Name (FQDN) é o nome do domínio de DNS que indica com certeza a
localização do host a que ele se refere e a sua localização no Espaço de Nome do Domínio.
Como funciona o cache de Servidores DNS?
Caching é o processo temporário de armazenar informações recentes que resulta em um subsistema
especial da memória para um acesso mais rápido.
Quando um servidor está processando uma Consulta Recursiva, é possível que seja necessário o envio de várias
consultas para se encontrar resposta definitiva. Na pior das hipóteses, para solucionar um nome, o servidor local
inicia na Raiz do DNS e começa a trabalhar para baixo até encontrar seus dados solicitados.
O servidor guarda as informações da resolução em seu cache por um tempo determinado. Este período de tempo é
denominado TTL (Tempo de Vida) e é especificado em segundos. O administrador do servidor que contém a
primeira zona onde estão os dados decide o valor do TTL. Quanto menor for o valor de TTL, mais fácil será manter
dados consistentes em caso de modificações. No entanto, ele também gera mais carga de trabalho para o Servidor
de Nomes.
Depois que o Servidor DNS salva no cache os dados, o TTL começa a diminuir até chegar a 0 (zero) e, nesse ponto, o
registro é eliminado do cache do Servidor DNS. Enquanto o valor de TTL está ativo, o Servidor DNS soluciona os
pedidos utilizando o registro de cache.
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Como os dados de DNS são armazenados e mantidos?
Uma zona é uma parte contígua do espaço dos nomes de domínio no qual um servidor DNS tem autoridade para
solucionar consultas de DNS. O espaço de nomes de DNS pode se dividir em zonas diferentes, que
armazenam informações de nomes sobre um ou vários domínios de DNS, ou parte deles. Para cada nome de domínio
de DNS incluído em uma zona, ele se converte em origem autorizada das informações sobre este domínio.
Antes de criar zonas, é preciso compreender os conceitos a seguir:
Tipos de zonas. Os servidores DNS podem alojar vários tipos de zona. Para limitar o número de servidores DNS na
rede, é possível configurar apenas um que permita ou aloje várias zonas. Também é possível configurar
vários servidores para armazenar uma ou mais zonas com o objetivo de oferecer tolerância a falhas e distribuir
a carga de trabalho administrativa e de resolução de nomes.
Arquivo de zona. Os registros de recursos que são armazenados em um arquivo de zona servem para sua própria
definição. O arquivo de zona armazena informações utilizadas para converter nomes de hosts em endereços IP e
vice-versa.
Importante: Para criar zonas e administrar um servidor DNS que não é executado em um controlador de domínio,
é preciso ser membro do grupo de administradores dessa máquina. Para configurar um servidor DNS que é
executado em um controlador de domínio, é preciso ser membro dos grupos de administradores de DNS,
administradores de domínio ou administradores da empresa (Enterprise).
Criação de zonas de pesquisa padrão
Na maioria das pesquisas de DNS, os clientes costumam realizar uma busca direta, que é uma solicitação para
designar um nome de equipamento a um endereço IP. O DNS também fornece um processo de pesquisa inversa que
permite que os clientes solicitem um nome do equipamento conforme o endereço IP do equipamento.
Criação de uma zona de pesquisa direta
Para criar uma zona de pesquisa direta, clique em Nova zona... em Zona de pesquisa direta para iniciar o
Assistente de nova zona. O assistente o guiará pelo processo de atribuição de nomes à zona e ao arquivo de zona, e
também criará automaticamente a zona, o arquivo de zona e os registros de recursos necessários para o servidor DNS
onde foi criada a zona.
Criação de uma zona de pesquisa inversa
Para criar uma zona de pesquisa inversa, clique em Nova zona... em Zona de pesquisa inversa para iniciar o
Assistente de nova zona. O assistente indica como especificar a identificação da rede ou o nome da zona e como
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comprovar o nome do arquivo de zona segundo as informações de identificação da rede. Também são
automaticamente criados a zona, o arquivo de zona e o registro de recursos necessários para o servidor DNS onde a
zona foi criada.
O domínio [Link] é um domínio DNS especial de nível superior que está reservado para a atribuição
inversa de endereços IP nos nomes do host de DNS. Para criar o espaço de nomes inverso, são formados
subdomínios no domínio [Link] com a ordem inversa dos números em notação decimal com pontos dos
endereços IP.
Para cumprir os padrões RFC, o nome da zona de pesquisa inversa exige o sufixo do domínio in- [Link]. Para
criar uma zona de pesquisa inversa, este sufixo é automaticamente adicionado ao final da identificação da rede.
Por exemplo, se a rede utiliza o identificador de rede de classe B
[Link], o nome da zona de pesquisa inversa é convertido em [Link].
Configuração de zonas padrão
Para cada zona, o servidor que mantém os arquivos de zona primária padrão é chamado de servidor
primário, e os servidores que armazenam os arquivos de zona secundária padrão são chamados servidores
secundários. Um servidor DNS pode armazenar o arquivo de zona primária padrão (como servidor primário) de uma
zona e o arquivo de zona secundária padrão (como servidor secundário) de outra zona.
Para configurar um ou vários servidores DNS para armazenar:
Uma ou várias zonas primárias padrão. Uma ou várias zonas secundárias padrão.
Uma combinação de zonas primárias padrão e zonas secundárias padrão.
Nota: Para criar uma zona secundária padrão, é preciso criar primeiro uma zona primária padrão.
Especificação de um Servidor DNS Mestre para uma zona secundária
Ao adicionar uma zona secundária padrão, é preciso designar um ou vários servidores DNS de onde obter
informações de zona. O servidor ou os servidores designados são conhecidos como Servidores DNS Mestres. Um
Servidor DNS Mestre transfere informações da zona ao servidor DNS secundário. Você pode designar um
servidor primário ou outro servidor secundário como Servidor DNS Mestre para una zona secundária padrão.
Para especificar um Servidor DNS Mestre na página Servidores Mestres no Assistente de nova zona, insira o endereço
IP do Servidor Mestre na caixa de Endereço IP e clique em Adicionar.
Descrição do WINS (Windows Internet Name System)
O método mais comum para resolver nomes NetBIOS remotos e locais é o uso de um servidor de nomes NetBIOS.
Quando um usuário executa determinados comandos, como net use, um aplicativo NetBIOS interage com a rede e o
processo de resolução de nomes NetBIOS é iniciado. No cache de nomes NetBIOS, é possível comprovar se existe a
atribuição de nome NetBIOS no endereço IP do host de destino. Se o nome NetBIOS não estiver no cache, o cliente
tentará determinar o endereço IP do host de destino através de outros métodos.
Se o nome não puder ser resolvido com o cache, o nome NetBIOS do host de destino é enviado ao servidor de nomes
NetBIOS configurado para o host de origem. Quando o nome é convertido em um endereço IP, ele é devolvido ao host
de origem.
O WINS é a implementação da Microsoft de um servidor de nomes NetBIOS.
Para que o WINS funcione corretamente em uma rede, cada cliente deve:
Registrar seu nome no banco de dados WINS. Ao iniciar um cliente, ele registra seu nome no servidor WINS
configurado.
Renovar o registro em intervalos configuráveis. Os registros dos clientes são temporários e, por isso, os clientes
WINS devem renovar regularmente seu nome ou a sua concessão será expirada.
Liberar os nomes dos bancos de dados ao fechar. Se o cliente WINS não precisar mais do nome, por exemplo, quando
ele é excluído, é enviada uma mensagem para pedir ao servidor WINS que esse nome seja liberado.
Depois de ter configurado o WINS como método de resolução de nomes, o cliente também o usa
para finalizar as consultas de nomes NetBIOS. Para eles, as seguintes ações devem ser realizadas:
Instituto Federal de São Paulo – Campus Avançado Boituva 47
1. Se o cliente não puder resolver o nome do seu cache, envie uma consulta de nome ao seu servidor
WINS principal. Se ele não responder, o cliente enviará a solicitação mais duas vezes.
2. Se o cliente não receber uma resposta do servidor WINS principal, ele envia outra solicitação a todos os
servidores WINS adicionais, configurados no cliente. Se um servidor WINS resolver o nome, ele responderá ao
cliente com o endereço IP do nome NetBIOS solicitado.
3. Caso nenhuma resposta seja recebida, o servidor WINS enviará uma mensagem indicando que o nome não
foi encontrado e o cliente passará para o método seguinte de resolução de nomes configurado.
PROCEDIMENTOS DE CONFIGURAÇÃO DO SERVIDOR DNS
Um servidor DHCP é um Servidor Windows 2000/2003 que possui um serviço de distribuição de endereços IP. Um
servidor DHCP nada mais é do que um servidor que possui o serviço DHCP instalado e configurado para responder a
solicitações de computadores clientes por endereços IP em nossa rede, ou seja, quando um cliente for inicializado e não
tive rum endereço IP configurado, ele manda uma mensagem para toda a rede em busca de um endereço IP. Todos os
computadores receberão essa mensagem, porém o único que poderá atender a ela é o servidor DHCP. Mas qualquer
máquina pode ser um servidor DHCP? Se ela estiver executando o Windows 2000 ou 2003, pode sim.
PASSO A PASSO DA CONFIGURAÇÃO DO SERVIDOR DHCP
Inicie o gerenciador do servidor DNS clicando em Iniciar > Programas > Ferramentas Administrativas> DNS (Start >
Programs > Administrative Tools > DNS).
Aparecerá a tela console do Servidor DNS, onde parecerá o nome do servidor (TCNSVPROMATA) e dois tipos de
zonas (Zonas de pesquisa direta e Zona de pesquisa Inversa). De um duplo clique em Zona de pesquisa direta, para
expandi-la. Você verificará que existem duas zonas de pesquisas diretas já criadas, vamos então configurar a zona
[Link], que é a que nos interessa. Então clique com o botão direito do mouse na zona
[Link] (para o nosso exemplo) e selecione a opção Propriedades.
Aparecerá uma tela similar a mostrada abaixo. Selecione a guia WINS e marque a caixa de checagem Usar pesquisa
direta WINS, e no campo Endereço IP digite o IP [Link], que é do nosso servidor WINS, conforme mostra a
figura abaixo. Depois clique no botão Adicionar (Add).
Agora clique na guia Transferências de zonas, então a tela ficará conforme mostrada abaixo. Selecione a caixa de
checagem Permitir transferências de zona, depois marque a opção Para qualquer servidor, depois clique no botão OK
para concluir a configuração da zona de pesquisa direta.
Instituto Federal de São Paulo – Campus Avançado Boituva 48
Agora vamos criar e configurar a Zona de Pesquisa Inversa. Selecione a Zona de pesquisa inversa e clique com o botão
direito do mouse sobre a mesma e selecione a opção Nova zona...
A tela Bem-vindo ao Assistente de nova zona aparecerá. Clique no botão Avançar (Next) para continuar.
Quando aparecer a tela Tipo de zona, selecione a opção Zona primária e o checkbox Armazenar a zona no Active
Directory (disponível apenas se o servidor DNS for um controlador de domínio, deverá ser permanecer marcada,
conforme figura abaixo visualizada. Em seguida clique no botão Avançar (Next) para continuar.
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Quando aparecer a tela Escopo de duplicação de zona do Active Directory, selecione a opção Para todos os servidores
DNS do domínio [Link] do Active Directory ([Link] para o nosso
exemplo), em destaque de vermelho. Em seguida clique no botão Avançar (Next) para continuar.
Quando aparecer a tela Nome de zona de pesquisa inversa, selecione a opção Identificação de rede: , conforme mostra
a figura abaixo e em destaque de vermelho, depois digite os três primeiros octetos da rede, ou seja, 192.168.1. Em
seguida clique no botão Avançar (Next) para continuar.
Quando aparecer a tela Atualização dinâmica, selecione a opção Permitir apenas atualizações dinâmicas seguras
(recomendado para o Active Directory), conforme mostra a figura abaixo e em destaque de vermelho. Em seguida
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clique no botão Avançar (Next) para continuar.
Quando aparecer a tela Concluindo o Assistente de nova zona, clique no botão Concluir para finalizar o processo de
criação da Zona de pesquisa inversa.
Após configurar o Servidor DNS, reinicializar o serviço, seguindo os seguintes procedimentos:
Inicie a tela de serviços do MS Windows 2003 Server Standard Edition clicando em Iniciar > Programas > Ferramentas
Administrativas> Serviços (Start > Programs > Administrative Tools > Services);
Selecione o item Servidor DNS e depois clique com o mouse no Ícone de reinicialização de serviços. Aguarde o
serviço reiniciar;
Feche a console de serviços do MS Windows 2003 Server. Pronto, nosso servidor DNS já está configurado, e em pleno
funcionamento.
PROCEDIMENTOS DE INSTALAÇÃO DOS SERVIÇOS WINS E
DHCP
Acessar o PAINEL DE CONTROLE (CONTROL PANEL) e executar a ferramenta ADD/REMOVE PROGRAMS.
Selecione o menu Iniciar > Configurações > Painel de Controle 'Start > Control Panel > Add or Remove Programs.
Selecione a opção Adicionar or Remover Programas (Add and Remove Programs), e de um duplo clique sobre o
referido Ícone.
Na próxima tela, de um clique na opção Adicionar/remover componentes do Windows (Add/Remove
Windows Componentes), para adicionar novos componentes/serviços do Windows.
Então selecione o item Serviços de Rede (Network Services) e clique no botão Detalhes (Details).
Na próxima tela, selecione os itens Protocolo de configuração dinâmica de hosts (DHCP) (Dynamic Host Configuration
Protocol (DHCP)) e Serviços WINS (Windows Internet names Services (WINS)), conforme mostra a figura abaixo,
destacados em vermelho, e clique no botão OK para continuar.
Retornará a tela anterior, com a opção Serviços de Rede (Network Services), então clique no botão Avançar
(Next), em destaque de vermelho, para continuar.
Clique no botão Concluir (FINISH) para encerrar a instalação dos serviços WINS e DHCP.
Instituto Federal de São Paulo – Campus Avançado Boituva 51
Retire a mídia da unidade de CD-Rom e proceda as configurações dos servidores na seguinte ordem:
Configuração do Servidor WINS;
Configuração do Servidor DHCP.
Configurando Servidor WINS no Windows Server 2003
Infelizmente somente se você tiver uma rede 100% Windows Server 2003 (tanto os servidores quanto as estações de
trabalho), então você poderá parar de usar o WINS. Mas isso é um caso raro, então agora vou mostrar como configurá-
lo.
São poucas as configurações de um servidor WINS para o seu bom funcionamento. Siga os passos abaixo:
Inicie o gerenciador do WINS clicando em Iniciar > Programas > Ferramentas Administrativas> WINS (Start >
Programs > Administrative Tools > WINS).
Quando aparecer a figura similar a mostrada abaixo, então clique no atalho WINS, localizado no painel da esquerda da
tela, para expandi-lo e com o botão direito do mouse, selecione o servidor <NOME DO SERVIDOR> e escolha a opção
Propriedades (Properties).
Aparecerá uma tela similar a mostrada a seguir, selecione a guia Geral (General) e selecione o diretório onde o backup
do servidor WINS será gravado. Dá uma clique no botão Browse e escolha o caminho C:\Windows\System32\Wins.
OBS.: O WINS permite que você faça um backup de sua base de dados, para eventuais problemas. Para isso você deve
preencher um nome de diretório e um caminho-default para esse backup: existe uma caixa de verificação que permite
que você peça ao WINS para fazer um backup especifico quando o servidor for desligado.
Clique na guia Verificação da Base de Dados (Data Base Verification) e marque a caixa de verificação Verificar a
consistência da Base de Dados a cada 24 horas (Verify database consistency every...), conforme mostra a figura abaixo.
Instituto Federal de São Paulo – Campus Avançado Boituva 52
OBS.: O WINS sempre teve problemas como uma base de dados distribuída: os registros de nomes são enviados pela
rede e acabam corrompidos. A opção no topo da tela diz para o WINS verificar periodicamente os seus registros com os
de outros servidor na sua rede. Quando habilitá-lo é recomendada uma verificação a cada 24 horas, que é default, e
checar com o proprietário e não outro qualquer (proprietário é uma terminologia WINS que define o servidor que
gerou o registro original do nome).
4- Clique na guia Avançado (Advanced) e você verá uma janela como a da imagem abaixo
ATENÇÃO: Não habilitar o checkbox “Log detailed events to Windows event log”, localizado na parte superior da tela,
senão o WINS adicionará muito ruído no Event Viewer e ficará lento.
A opção Ativar tratamento intermitente (Enable Buster Handling) é um meio de lidar com um antigo problema do
WINS: o WINS normalmente é mais requisitado no período da manhã, quando todos os usuários estão se conectando e
tentando registrar seus nomes.
Clicar no botão OK para concluir a configuração do Servidor WINS, depois fechar a Console de configuração.
Após configurar o Serviço de WINS, reinicializar o serviço, seguindo os seguintes procedimentos:
Inicie a tela de serviços do MS Windows 2003 Server Standard Edition clicando em Iniciar > Programas > Ferramentas
Administrativas> Serviços (Start > Programs > Administrative Tools > Services);
Selecione o item Serviços WINS.
Depois clique com o mouse no Ícone de reinicializarão de serviços. Aguarde o serviço reiniciar;
Feche a console de serviços do MS Windows 2003 Server. Pronto o Servidor WINS já está configurado.
Configurando Servidor DHCP no Windows Server 2003
Um servidor DHCP é um Servidor Windows 2000/2003 que possui um serviço de distribuição de endereços IP. Bom
um servidor DHCP nada mais é do que um servidor que possui o serviço DHCP instalado e configurado para responder
a solicitações de computadores clientes por endereços IP em nossa rede, ou seja, quando um cliente for inicializado e
não tive rum endereço IP configurado, ele manda uma mensagem para toda a rede em busca de um endereço IP.
Todos os computadores receberão essa mensagem, porém o Serviço que poderá atender a ela é o servidor DHCP. Mas
qualquer máquina pode ser um servidor DHCP? Se ela estiver executando o Windows 2000 ou 2003, pode sim.
PASSO A PASSO DA CONFIGURAÇÃO DO SERVIDOR DHCP
Inicie o gerenciador do servidor DHCP clicando em Iniciar > Programas > Ferramentas Administrativas> DHCP (Start
> Programs > Administrative Tools > DHCP).
Aparecerá a tela conhecida como a console do Servidor DHCP, então clique com o botão direito do mouse no nome do
servidor (para este exemplo é [Link]) e selecione a opção Novo escopo (New scope).
Instituto Federal de São Paulo – Campus Avançado Boituva 53
Aparecerá a tela Assistente para novos escopos (New Scope Wizard). Clique no botão Avançar (Next) para continuar.
Na tela Nome do escopo (Scope Name), podemos dar um nome ao nosso escopo e colocar um descrição (opcional)
para o mesmo. No campo Nome (Name), colocaremos o nome de Tracunhaempe e em no campo Descrição
(Description), a descrição “Endereçamento IP-Prefeitura”, depois clique no botão Avançar (Next) para continuar.
Na tela Intervalo de endereços IP (IP Address Range), mostrada abaixo, temos que informar a quantidade de
endereços IPs que iremos disponibilizar. Para isso, colocamos o primeiro endereço a ser atribuído e o Sétimo da faixa
de endereços que desejamos disponibilizar. No nosso caso, colocaremos como endereço inicial [Link] e como
final [Link]. As demais opções permanecem inalteradas e para continuar é só clicar no botão Avançar (Next).
Na tela Adicionar exclusões (Add Exclusions), podemos informar os endereços IPs que serão excluídos da faixa que
informamos na etapa anterior. No nosso caso, não iremos excluir nenhum endereço. Então apenas clique no botão
Avançar (Next) para continuar.
Na tela Duração da concessão (Lease Duration), podemos informar quanto tempo durará a concessão (aluguel) dos
endereços IPs alocados. Isso significa que o tempo que configurarmos aqui será o tempo máximo que um computador
que recebeu um endereço IP de nosso DHCP poderá ficar com esse endereço IP. O tempo de concessão por padrão é
de oito dias. Vamos alterar esse valor para 30 (trinta) dias, depois clicar no botão Avançar (Next) para continuar.
Depois, poderemos fazer uma série de outras configurações opcionais, como por exemplo fornecer aos computadores
que receberão os endereços IPs o IP do nosso servidor DNS, o IP do roteador, entre outras informações. Para isso,
quando aparecer a tela Configurar opções de escopo (Configure DHCP Options), selecione a opção “Sim, desejo
configurar essas opções agora” (Yes, I want to configure these options now) e clique no botão Avançar (Next) para
continuar.
Na tela Roteador (gateway padrão) (Router (Default Gateway)), mostrada abaixo, devemos informar o endereço do
nosso roteador, que no nosso caso será [Link].
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Clique no botão Adicionar (Add) para adicionar.
Na tela Servidor de nomes de domínio e DNS (Domain Name and DNS Servers), mostrada abaixo, colocamos o nome
do domínio ([Link]) e endereço IP do servidor DNS, no nosso caso [Link]. Depois de
colocar o endereço IP é só clicar em no botão Adicionar (Add) (em destaque de vermelho).
Na tela Servidor WINS (WINS Servers), mostrada abaixo, colocaremos o endereço IP do nosso servidor WINS, no
nosso caso, informar [Link] e clique no botão “Add”.
E na tela Ativar escopo (Activate Scope), selecionamos a opção Sim, desejo ativar este escopo agora (Yes, I want to
activate this scope now), para que após a configuração desse escopo ele já possa ser utilizados por nosso servidor
DHCP para fornecer endereços IPs aos computadores de nossa rede. E depois é só clicar em Avançar (Next) para
continuar.
Clique no botão Concluir (Finish) para concluir os procedimentos de configuração do Servidor DHCP.
Após configurar o Servidor DHCP, reinicializar o serviço, seguindo os seguintes procedimentos:
Inicie a tela de serviços do MS Windows 2003 Server Standard Edition clicando em Iniciar > Programas > Ferramentas
Administrativas> Serviços (Start > Programs > Administrative Tools > Services);
Selecione o item Servidor DHCP;
Depois clique com o mouse no Ícone de reinicialização de serviços. Aguarde o serviço reiniciar;
Feche a console de serviços do MS Windows 2003 Server. Pronto o Servidor WINS já está configurado.
Pronto, nosso servidor DHCP já está configurado, e em pleno funcionamento!
PROCEDIMENTOS DE TESTES DO SERVIDOR DNS –
COMANDO NSLOOKUP
Execute o prompt do DOS, selecionando o menu Start > Run. Digite o comando CMD e em seguida clique no botão
OK.
No Prompt do DOS, digite o comando NSLOOKUP <nome do servidor>, e em seguida digite NSLOOKUP <ip do
servidor>. Deverá aparecer uma mensagem como abaixo.
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OBS.: Onde tem a palavra ISERVER, deverá ser informado o hostname da máquina que está sendo configurada, e onde
tem [Link] deverá aparecer [Link]ínio, onde hostname é o nome da máquina que foi dado durante a
instalação e domínio é o nome que foi dado na instalação do AD – Active Directory.
CONFIGURAÇÃO DOS DADOS DE REDE — ESTAÇÃO DE
TRABALHO NOME DO COMPUTADOR (HOSTNAME) NO
DOMINIO
Para iniciar a configuração dos dados de rede da Estação de Trabalho, selecione as opções na seguinte ordem: Iniciar >
Painel de Controle.
Dar um duplo clique na opção “Sistema.
Selecione a aba “Nome do Computador”, destaque letra A em vermelho, depois clique no botão “Alterar”, destaque
letra B em vermelho.
Informe o nome do computador (hostname), conforme circulo em destaque na letra A e o nome do domínio, circulo em
destaque na letra B.
Depois de informados os dados referentes as letras A e B, clicar no botão “Mais”, em destaque na letra C, para informar
o servidor DNS da rede, conforme mostra a figura abaixo.
Informar o sufixo DNS primário (Servidor DNS Primário da rede) para o computador, conforme campo destacado pela
letra A, em seguida, selecionar o item Alterar sufixo DNS primário quando a participação no domínio for alterada,
localizada logo abaixo do campo, conforme exemplo mostrado a seguir. Após preencher com os dados solicitados clicar
no botão OK.
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Deverá aparecer uma tela similar a mostrada abaixo, pedindo o usuário e senha do Administrador do Domínio ou um
usuário com permissão para incluir a máquina na rede. Informe o usuário e respectiva senha, conforme mostram os
campos A e B na figura abaixo, depois clique no botão OK para continuar.
Aparecer uma tela informando que o computador deverá ser reinicializado, clique no botão OK, para retornar a tela
anterior, e em seguida clique mais uma vez no botão OK para continuar.
Aparecerá a tela abaixo, perguntando se deseja reiniciar o computador.
Implementação e Configuração de IIS 6.0
Os serviços do Microsoft Internet Information Server (IIS) 6.0 com o Windows Server 2003 fornecem recursos de
servidor da Web integrados, confiáveis, escaláveis, seguros e administráveis em uma intranet, uma extranet ou na
Internet. O IIS 6.0 incorpora aperfeiçoamentos significativos na arquitetura para atender às necessidades de clientes
em várias partes do mundo.
Vantagens
O IIS 6.0 e o Windows Server 2003 introduzem vários recursos novos de administração, disponibilidade,
confiabilidade, segurança, rendimento e escalabilidade nos servidores de aplicações da Web. O IIS 6.0
também aprimora o desenvolvimento de aplicativos da Web e a compatibilidade internacional. Juntos, o IIS
6.0 e o Windows Server 2003 proporcionam a solução para servidores da Web mais confiável, produtiva, conectada e
integrada disponível.
Exercício: Instalar o IIS 6.0 no Windows Server 2003
Para poder realizar este exercício, você terá que instalar o Windows Server 2003.
Para instalar o IIS 6.0 no Windows Server 2003:
1. No Painel de Controle, clique duas vezes em Adicionar ou Remover Programas.
2. Clique em Componentes do Windows.
3. Selecione Servidor de Aplicativos e clique em Detalhes.
4. Selecione a caixa Internet Information Services.
5. Insira o CD do Windows Server 2003, quando solicitado.
6. Faça um teste depois de finalizado o processo de instalação.
7. Abra o Internet Explorer e escreva [Link]
8. Verifique a exibição da página de início do IIS 6.0. Para obter mais informações sobre a instalação:
Instituto Federal de São Paulo – Campus Avançado Boituva 57
[Link] b;en-us;323384
[Link] b;en-us;309506
Personal Firewall (ICF)
O Firewall de Conexão com a Internet (ICF) é uma nova característica no Windows Server
2003, que lhe permite proteger sua conexão à Internet. Utilizando essa ferramenta, você pode determinar que
serviços estarão disponíveis da Internet para o servidor que executa o Windows Server 2003 e que serviços estarão
disponíveis do seu servidor para a Internet. Esse novo recurso permite proteger suas conexões, sejam as que
utilizam adaptadores de rede ou as que utilizam conexões de discagem direta.
Nota: Você pode utilizar o ICF para proteger conexões exclusivamente no servidor que está executando o
Windows Server 2003. Se for preciso permitir acesso seguro à Internet para clientes internos, uma implementação
do Internet Security and Acceleration Server 2000 (Servidor ISA) deverá ser analisada.
[Link]
Exercício: Ativar o ICF
Para poder fazer esse exercício, você precisa ter duas instalações do Windows Server 2003.
1. A partir do menu Iniciar, clique em Conexões de Rede.
2. Selecione o adaptador de rede, clique com o botão direito do mouse e depois clique em
Propriedades.
3. Clique na guia Avançado.
4. Selecione a caixa Firewall de Conexão com a Internet.
5. Clique em OK.
Para testar a configuração:
A partir do computador B, teste uma conexão do tipo \\nomedoservidor
Verifique se a conexão pode ser estabelecida.
Para mais informações sobre Ferramentas de Segurança: Informações
adicionais sobre segurança:
Introdução Técnica à Segurança.
[Link]
Guia de Segurança no Windows Server 2003.
[Link]
IPsec no Windows Server 2003.
[Link]
[Link]
Criptografia de Chave Pública
[Link]
[Link]
Implementação e Administração do Terminal Server no
Windows Server 2003
O Terminal Server do Microsoft® Windows Server 2003 permite diversificar o hardware do escritório através da
emulação de terminais.
Ele também oferece suporte a uma ampla gama de clientes e melhora os ambientes de computação ao:
Tornar a família do Windows mais escalável para empresas que queiram implementar a solução “thin client”
para oferecer Windows de 32 bits a uma grande variedade de dispositivos de hardware do legado.
Combinar o baixo custo de um terminal com os benefícios de um ambiente gerenciado, baseado no Windows. Também
Instituto Federal de São Paulo – Campus Avançado Boituva 58
oferece o mesmo ambiente de baixo custo e administração central de um mainframe tradicional com terminais, mas
acrescenta a familiaridade, a facilidade de uso e a variedade de suporte a aplicativos proporcionados por
uma plataforma de sistema operacional do Windows.
Introdução
Os Terminal Services permitem o acesso de múltiplos usuários ao Windows Server 2003, permitindo que várias
pessoas iniciem sessões em um único computador simultaneamente. Os administradores podem instalar aplicativos
baseados no Windows do Terminal Server e colocá-los à disposição de todos os clientes conectados com o
servidor. Embora os usuários possam ter diversos hardware e sistemas operacionais, a sessão Terminal que é aberta
na área de trabalho do cliente conserva o mesmo aspecto e funcionalidade para todos.
Como funciona o Terminal Services?
O Terminal Server do Windows Server 2003 é composto por quatro componentes:
Terminal Server: Este núcleo de servidor multiusuário permite manter várias sessões simultâneas de clientes no
Windows Server 2003 e em versões futuras do Windows Server. Também é possível ter de forma direta áreas de
trabalho de cliente multiusuários compatíveis que executem diversos equipamentos de hardware baseados ou
não no Windows. Os aplicativos padrão baseados no Windows, se forem desenvolvidos adequadamente, não
precisam de nenhuma modificação para executar no Terminal Server, e é possível utilizar todas as infra-
estruturas de administração e tecnologias padrão baseadas no Windows Server 2003 para administrar as áreas de
trabalho do cliente.
Remote Display Protocol (RDP): Este protocolo é um componente chave do Terminal Server e permite que o
cliente se comunique com o Terminal Server em uma rede. Baseia-se no protocolo T.120 da União
Internacional de Telecomunicações (UIT) e é um protocolo de múltiplos canais que estão ajustados para ambientes
corporativos de largura de banda elevada e que oferece suporte a três níveis de criptografia.
Cliente do Terminal Server: É o software de cliente que apresenta uma interface familiar do
Windows de 32 bits em uma grande variedade de hardware de área de trabalho:
Novos dispositivos Terminal baseados no Windows (em clusters).
Computadores pessoais que executam o Windows 95, o Windows 98 e o Windows NT Workstation 3.51 ou 4.0, o
Windows 2000 ou XP Professional.
Computadores pessoais que executam o Windows for Workgroups 3.11.
Ferramentas de administração: Além de todas as ferramentas de administração familiares do Windows Server
2003, o Terminal Server acrescenta um administrador de licenças de Terminal Services, a configuração do
Terminal Server (MMC) e ferramentas de administração para Terminal Server e para sessões de clientes. Também
disso, foram adicionados novos objetos ao monitor de desempenho de sessão e usuário, para permitir ajustá-los
ao servidor em um ambiente de múltiplos usuários.
Ambientes de Usuário
Depois de instalar o software do cliente, os usuários acessam o Terminal Server abrindo o Cliente de Conexão de
Área de Trabalho Remota do menu Todos os Programas/Acessórios/ Comunicações. Quando um usuário
conecta e inicia a sessão no Terminal Server, a área de trabalho do Windows Server 2003 é exibida na área de
trabalho do cliente. Quando um usuário inicia um programa, é fácil perceber se o programa não estiver funcionando de
forma local.
Instituto Federal de São Paulo – Campus Avançado Boituva 59
Recursos e vantagens
Os recursos do Terminal Server proporcionam várias vantagens que uma organização pode utilizar como
instalação, acesso e controle dos aplicativos de negócios.
Instalação Centralizada
As organizações podem instalar aplicativos de negócios, considerando que o funcionamento dos programas
ocorrerá inteiramente no servidor. O Terminal Server tem o menor TCO para um único dispositivo de aplicativo que
funciona em uma linha de negócio, por exemplo, um sistema de reservas ou uma Central de Atendimento ao Cliente.
Oferece também as seguintes vantagens:
Menos hardware de alto custo. Funcionários que realizem trabalhos que exigem acesso apenas a um programa da
empresa e que possam usar terminais ou computadores menos caros.
Acesso fácil a software novo ou atualizado. Quando o Terminal Server está ativado no Windows Server 2003, os
administradores não precisam instalar os aplicativos em cada computador do escritório. O aplicativo já está
instalado no servidor e os clientes possuem acesso automático à versão nova ou atualizada do software.
Acesso à área de trabalho do Windows Server 2003
O Terminal Server pode estender o Windows Server 2003 e os aplicativos baseados no Windows a vários
clientes.
Ao mesmo tempo, também permite:
Executar aplicativos do Windows: O Terminal Server pode disponibilizar aplicativos do Windows a uma ampla
variedade de clientes. Esses aplicativos baseados no Windows podem funcionar em vários sistemas, de sistema
operacional ou hardware, com pouca ou nenhuma modificação.
Ampliar o uso de um equipamento mais antigo A organização pode implementar o Terminal Server como
tecnologia transitória para criar uma ponte com os sistemas operacionais antigos, os ambientes da área de
trabalho do Windows Server 2003 e aplicativos de 32 bits baseados no Windows.
Substituir terminais de texto Como muitos terminais do Windows podem oferecer suporte à conexão por
emulação de terminal no mesmo dispositivo, as organizações podem substituir terminais de texto por terminais do
Windows. Elas permitem que os usuários trabalhem com dados do sistema, tenham acesso ao software mais novo
baseado no Windows como, por exemplo, o Microsoft Outlook.
Segurança e confiabilidade aprimoradas Como nenhum programa ou dado de usuário reside no cliente, o
Terminal Server pode proporcionar um ambiente mais seguro para dados confidenciais. Também oferece
suporte à criptografia em múltiplos níveis, considerando que sempre há risco de interceptação não-autorizada da
transmissão na conexão entre o servidor e o cliente. Existem três níveis de criptografia disponíveis: baixo, médio
e alto. Todos esses níveis usam o Padrão de Criptografia Rivest-Shamir-Adleman (RSA) RC4. Esse é o padrão
de criptografia para os dados que são enviados através de redes públicas como, por exemplo, a Internet.
Administração e suporte aprimorados
O Terminal Server tem vários recursos úteis para a administração e tarefas de suporte, que
também podem ajudar a reduzir os custos de administração e de suporte.
Administração remota. A Área de Trabalho Remota é um novo recurso do Terminal Server no Windows Server
2003. Ele foi desenvolvido para fornecer aos operadores e administradores acesso remoto aos servidores Microsoft
BackOffice® e aos Controladores de Domínio. O administrador tem acesso às ferramentas de interface gráfica
disponíveis no ambiente do Windows, mesmo que não esteja utilizando um computador com Windows para
administrar o servidor.
Suporte remoto. Os administradores podem oferecer suporte remoto para um usuário que inicie a sessão no
Terminal Server, acompanhando a sessão do cliente a partir de outra sessão do cliente. Os administradores ou o
pessoal de suporte também podem realizar ações de teclado e mouse por um usuário, usando o Controle Remoto.
O Controle Remoto pode ser útil para oferecer treinamento e suporte de usuários nos sistemas ou aplicativos novos.
Instituto Federal de São Paulo – Campus Avançado Boituva 60
Planejamento da instalação
Identificando aplicativos cliente
Antes de instalar o Terminal Server, identifique os aplicativos que você pretende instalar na área de trabalho do
cliente. A maioria dos programas que funciona corretamente no Windows Server 2003 também funciona no
Terminal Server.
Aplicativos baseados no Windows
Os aplicativos instalados em um Terminal Server devem ser compatíveis com o Windows Server 2003. Se um
programa não funcionar no Windows Server 2003, ele não funcionará no ambiente multiusuário do Terminal Server.
Os aplicativos de 32 bits funcionam com mais eficiência que os aplicativos de 16 bits, aproveitando completamente o
hardware e o sistema operacional de 32 bits. Os aplicativos de 16 bits executados no Terminal Server podem reduzir o
número de usuários que o processador aceita em aproximadamente 40%, e aumentar a memória exigida por cada
usuário em aproximadamente 50%.
Aplicativos do MS-DOS
Considerando que os aplicativos baseados no Microsoft MS-DOS® nunca foram desenvolvidos para ambientes de
múltiplas tarefas, executar aplicativos do MS-DOS no Terminal Server pode retardar o funcionamento do sistema
com processos ociosos. Se o funcionamento do servidor for retardado de forma perceptível quando os usuários
utilizarem aplicativos do MS-DOS, é preciso ajustar as configurações do sistema.
Identificar requisitos de hardware do cliente
Computadores de cliente conectados a um Terminal Server não exigem muito poder de
processamento e, por isso, é muito fácil integrar o Terminal Server a uma rede que tenha computadores
e equipamentos antigos.
Configuração do Sistema
Antes de instalar o Terminal Server, considere as recomendações a seguir:
Tipos de servidor. Recomenda-se instalar o Terminal Server em um Servidor Membro e não em um Controlador de
Domínio. A instalação do Terminal Server em um Controlador de Domínio pode criar obstáculos para o
funcionamento do servidor devido às necessidades de memória, tráfego da rede e o tempo que o processador precisa
para realizar as tarefas de um controlador de domínio no domínio.
RAM. Geralmente, um Terminal Server exige um adicional de 4 a 10 MB de RAM para cada sessão do terminal.
Sistema de arquivos. Recomenda-se instalar um Terminal Server em uma partição formatada com o
Sistema de Arquivo NTFS, visto que ele proporciona segurança para os usuários em um ambiente de múltiplas
sessões com acesso às mesmas estruturas de dados.
Dispositivos Periféricos
Os dispositivos periféricos também podem afetar o funcionamento do Terminal Server:
Discos rígidos. A velocidade do disco é crítica para o funcionamento do Terminal Server. As unidades de disco SCSI
(Small Computer System Interface), especialmente dispositivos compatíveis com o SCSI e Scsi-2 rápidos, têm
um desempenho de processamento bem melhor do que os outros tipos de discos. Isso é menos importante
nos sistemas que não armazenam Perfis de Usuário e dados no Terminal Server, mas afeta o tempo de
carregamento inicial do programa. Para um melhor desempenho do disco, é importante considerar o uso do
Controlador RAID (Redundant Array of Independent Disks) SCSI. O Controlador RAID insere automaticamente os
dados em múltiplos discos para aumentar o desempenho e melhorar a confiabilidade dos dados.
Adaptador de rede. Recomenda-se usar um adaptador de rede de alto desempenho, especialmente se os
usuários exigirem acesso a dados que sejam armazenados nos servidores de rede ou executem aplicativos
cliente/servidor. Usando múltiplos adaptadores, é possível aumentar de forma perceptível o rendimento da rede e
também a segurança do sistema na separação do acesso do cliente de serviços back-end.
Instalar o Terminal Server
Para instalar o Terminal Server, é preciso ativar o componente do Terminal Server durante a instalação,
usando o assistente de Componentes do Windows. Você pode ativar o Terminal Server de duas formas: com o
Servidor de Aplicativos do Terminal ou Administração de Área de Trabalho Remota. Esse último não exige
licença e permite somente 3 conexões. A licença do Terminal Server pode ser instalada com o Terminal Server ou
sozinha em outro computador. Quando a Licença do Terminal Server é instalada, é preciso especificar se o servidor
de licenças servirá ao domínio, ao grupo de trabalho ou ao site.
Para ativar o Terminal Server (Aplicativo), o processo é realizado através do assistente de componentes do
Windows. Por sua vez, para ativar a Área de Trabalho Remota (instalado por padrão), é preciso ir para a guia
“Remoto” nas propriedades do sistema e selecionar a opção "Permitir que usuários se conectem remotamente a
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este computador".
O Terminal Server é ativado adicionando-se o componente "Terminal Server" e usando Componentes do Windows no
assistente de Adicionar ou Remover Programas.
Configurar Acesso de Usuário
Os usuários que têm contas em um Terminal Server são habilitados para iniciar a sessão no servidor por
padrão.
Para desabilitar o processo de conexão para um usuário, é preciso limpar a caixa Permitir logon no Terminal Server
na guia Perfil de serviços de terminal na caixa Propriedades para a conta do usuário e depois clicar em Aplicar.
Na guia, você também pode especificar os diretórios iniciais e os perfis de usuário dos usuários.
Instalar a Conexão de Área de Trabalho Remota
A Conexão de Área de Trabalho Remota vem incluída no Windows XP e no Windows Server 2003, podendo também
ser instalada em outros computadores por vários outros métodos.
Utilizando ferramentas, por exemplo, o Microsoft Systems Management Server ou o Windows
2000 Group Policy usando publicação/atribuição do RDC (.msi) baseado no Windows Installer.
Compartilhamento de pasta %systemroot%\system32\clients\tsclient\win32 no Windows Server
2003. (Isso também pode ser feito com o Windows 2000 Server.)
Instalando diretamente a partir do CD do Windows XP ou do Windows Server 2003, usando
'Realizar tarefas adicionais' do menu Autoplay. (Não exige a instalação do sistema operacional.)
Fazendo o download do Software RDC a partir de
[Link]
Instalar aplicativos no Terminal Server
Para tornar um aplicativo disponível para múltiplos usuários, a instalação do aplicativo deve copiar os arquivos do
programa para um local central do servidor, em vez da Pasta Base dos usuários.
Nota: para fins de segurança, recomenda-se a instalação dos aplicativos em uma partição NTFS.
Existem dois métodos para instalar programas em um Terminal Server:
Usando Adicionar ou Remover Programas no Painel de Controle ou através do comando Change User
do prompt de comando. O primeiro executa automaticamente o comando Change User, que é o método
preferido para instalar programas em um Terminal Server.
Para instalar um programa usando Adicionar ou Remover Programas, é preciso executar as seguintes
etapas:
1. Iniciar a sessão no Terminal Server como administrador e fechar todos os programas.
2. Clicar em Iniciar, Configurações e depois em Painel de Controle.
3. No Painel de Controle, clicar duas vezes em Adicionar ou Remover Programas.
Instituto Federal de São Paulo – Campus Avançado Boituva 62
4. Clicar duas vezes em Adicionar Novos Programas e depois em CD ou Floppy.
5. Selecionar o arquivo de instalação do aplicativo, clicar duas vezes no executável e depois clicar em Avançar.
6. Na página Opção de alteração de usuário, verificar se Todos os usuários utilizarão configurações comuns
para o aplicativo está selecionada.
7. Instalar o programa no disco local segundo as instruções do programa de instalação.
8. Seguir as instruções no assistente para concluir a instalação.
Usando o comando Change User somente quando não é possível instalar o aplicativo usando
Adicionar ou Remover Programas.
Para instalar um programa usando o comando Change User:
1. Inicie a sessão no Terminal Server como administrador e feche todos os programas.
2. Em uma janela de linha de comando, digite change user /install e depois pressione
ENTER.
3. Instale o programa no disco local segundo as instruções do programa de instalação.
4. Em uma janela de linha de comando, digite change user /execute quando a instalação for concluída.
Exercício: Ativar a Área de Trabalho Remota
O Terminal Server e a Área de Trabalho Remota agora são configurados separadamente no Windows Server
2003, proporcionando opções mais flexíveis para a administração.
Área de Trabalho Remota
A Área de Trabalho Remota é instalada por padrão no Windows Server 2003, mas, por razões de segurança, vem
pré-configurada desabilitada. É possível habilitá-lo em Sistema no Painel de Controle.
Além das duas sessões virtuais disponíveis no modo administrativo do Terminal Services do Windows 2000, um
administrador também pode se conectar remotamente ao console verdadeiro de um servidor, através da Área de
Trabalho Remota no Windows Server 2003. As ferramentas que antes não funcionariam em uma sessão virtual
porque interagiam com a „sessão 0' agora funcionam remotamente.
Para ativar a Área de Trabalho Remota:
1. No Painel de Controle, clique duas vezes em Sistema.
2. Clique na guia Remoto e depois selecione a caixa Permitir que usuários se conectem remotamente a este
computador.
3. Clique em Aplicar e depois em OK.
Para realizar uma conexão ao Servidor:
1. Inicie a sessão normalmente em outro equipamento com Windows XP ou Windows Server 2003.
2. Em Iniciar, Executar, digite [Link] e depois pressione ENTER.
3. Na caixa Computador, insira o nome do servidor ao qual você deseja se conectar e depois pressione ENTER.
Para realizar uma conexão ao console:
1. Inicie a sessão normalmente em outro equipamento com Windows XP ou Windows Server 2003.
2. Em Iniciar, Executar, digite [Link] /console /v:<nomedoservidor> e depois pressione
ENTER.
3. Verifique se, logo ao iniciar a sessão do console, o servidor ao qual você se conectou bloqueou a sessão ativa.
Lembre-se de que: Para executar esse exercício, é preciso ter, pelo menos, duas máquinas, já que é
impossível conectar o console na mesma sessão.
Referências
Microsoft TechNet
Tadeu Carmona ,Roberto A Hexsel “Universidade Redes”.
Julio Basttiti “Certificação Microsoft- Guia de estudos para o MCSE 70-290”.
[Link] ,acessado em 16 de abril de 2007.
[Link] acessado em 21 de abril de2007.
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