0% acharam este documento útil (0 voto)
5 visualizações3 páginas

14

Mary se dedica ao seu jardim, encontrando satisfação em seu trabalho e desenvolvendo uma amizade com Ben Weatherstaff, o jardineiro. Durante suas interações, ela aprende sobre flores e expressa seu desejo de ter um jardim próprio. Mary também conhece Dickon, um menino que traz ferramentas e sementes, e que parece ter uma conexão especial com a natureza.

Enviado por

rosa.conxita
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
5 visualizações3 páginas

14

Mary se dedica ao seu jardim, encontrando satisfação em seu trabalho e desenvolvendo uma amizade com Ben Weatherstaff, o jardineiro. Durante suas interações, ela aprende sobre flores e expressa seu desejo de ter um jardim próprio. Mary também conhece Dickon, um menino que traz ferramentas e sementes, e que parece ter uma conexão especial com a natureza.

Enviado por

rosa.conxita
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

agora tinha algo interessante a que se dedicar. Estava realmente absorta.

Trabalhava, cavava e arrancava ervas


daninhas diligentemente, mais e mais satisfeita com seu trabalho a cada minuto, em vez de se cansar dele. Aquilo era
como um jogo fascinante. Ela encontrou muitos mais pontos verdes-claros brotando do que imaginava. Pareciam
despontar em todos os lugares e a cada dia ela tinha a certeza de encontrar outros novos, alguns tão pequenos que mal
apareciam acima da terra. Eram tantos que ela se lembrava do que Martha havia dito sobre os “milhares de flocos-de-
neve” e sobre os bulbos que se espalhavam e geravam outros. Eles haviam sido abandonados há dez anos e talvez
tivessem se espalhado, como os flocos-de-neve, aos milhares. Ela se perguntou quanto tempo demoraria para
revelarem que flores eram. Às vezes, parava de cavar para olhar o jardim e imaginar como seria quando estivesse
coberto de infinitas coisas lindas em flor. Durante aquela semana de sol, ela se tornou mais íntima de Ben Weatherstaff.
Ela o surpreendeu várias vezes, aparecendo ao seu lado como se tivesse brotado do chão. A verdade é que ela temia
que, caso a visse chegando, ele recolhesse suas ferramentas e fosse embora, então sempre caminhava em sua direção o
mais silenciosamente possível. Mas, na verdade, ele não a rejeitava com a mesma intensidade do início. Talvez estivesse
secretamente lisonjeado com o evidente desejo da menina por sua companhia idosa. Além disso, ela estava muito mais
simpática do que antes. Ben Weatherstaff não sabia que, quando ela o viu pela primeira vez, o tratou como a um nativo,
imaginando que um velho zangado e forte de Yorkshire também estivesse acostumado a dar salaam para seus patrões e
simplesmente obedecer às suas ordens sem pensar. — Cê parece um pisco — disse a ela certa manhã, ao erguer a
cabeça e vê-la parada ao seu lado. — Nunca sei de que lado ocê vai aparecer. — Ele agora é meu amigo — afirmou
Mary. — É bem do feitio dele — retrucou Ben Weatherstaff. — Ele agrada as mulher só pra se mostrar. Ele faz de tudo
pra se exibir e desfilar as pena da cauda. Ele é tão orgulhoso que parece um pavão. Ben Weatherstaff raramente falava
muito e às vezes nem respondia às perguntas de Mary, exceto com grunhidos, mas naquela manhã estava mais falante
do que de costume. Levantou-se e apoiou sua bota de cravos no topo de sua pá enquanto a examinava. — Faz quanto
tempo que ocê já tá aqui? — ele disparou. — Acho que mais ou menos um mês — respondeu ela. — Já começou a dar
orgulho pra Misselthwaite — disse ele. — Já tá um pouco mais gorda e não fala mais daquele jeito irritante. Cê parecia
um corvinho depenado quando apareceu da primeira vez aqui nos jardim. Acho que nunca botei os olho numa menina
mais feia e encardida. Mary não era vaidosa e como nunca pensava em sua aparência, não se perturbou. — Sei que
estou mais gorda — confirmou ela. — Minhas meias ficaram apertadas. Antes, costumavam ficar folgadas. Lá vem o
pisco, Ben Weatherstaff. E realmente ali estava o pisco, e ela o achou mais bonito do que nunca. Seu colete vermelho
estava lustroso como cetim e ele sacudia suas asas e cauda, inclinava a cabeça e saltitava com todos os tipos de
gracejos. Parecia determinado a fazer Ben Weatherstaff admirá-lo. Mas Ben foi sarcástico. — Eita, olha só procê! —
disse o velho. — Cê pode se mostrar um pouco pra mim quando não tiver ninguém melhor. Cê tá alisano seu colete e
polino suas pena já faz duas semana. Eu sei por quê. Cê tá cortejano uma dona moça bem fornida em outro lugar,
contano umas mentira para ela, que ocê é o melhor pisco da charneca de Missel e que vai brigar com os outro pisco. —
Oh! Olhe para ele! — exclamou Mary. O pisco estava fascinante e bastante ousado. Aproximava-se mais e olhava para
Ben Weatherstaff de maneira cada vez mais envolvente. Voou até o arbusto de groselha mais próximo, inclinou a
cabeça e cantou uma musiquinha para ele. — Cê acha que é mió que eu só porque ocê canta assim? — disse Ben,
franzindo o rosto de tal forma que Mary teve certeza de que ele tentava fingir estar bravo. — Cê pensa que ninguém
pode com ocê, é? O pisco abriu as asas e Mary mal pôde acreditar: ele voou direto para o cabo da pá de Ben
Weatherstaff e pousou sobre ela. Então o rosto do velho se enrugou lentamente em uma nova expressão. Ficou parado
como se estivesse com medo de respirar, como se temesse que qualquer movimento seu pudesse fazer o pisco fugir.
Então falou quase num sussurro: — Bom, eu desisto! — disse tão suavemente que parecia outra pessoa. — Cê sabe
como conquistar as pessoa, sabe mesmo! Parece até coisa do outro mundo. E ficou ali, sem se mexer — quase sem
respirar —, até que o pisco deu outra ruflada de asas e voou para longe. Então Ben ficou olhando para o cabo da pá
como se houvesse alguma magia nela, e voltou a cavar sem dizer nada por vários minutos. Mas como ele ficava sorrindo
de quando em quando, Mary não teve medo de falar com ele. — Você tem seu próprio jardim? — ela perguntou. —
Não. Sou solteiro e moro no porão com o Martin. — Se você tivesse um — inquiriu Mary —, o que plantaria nele? —
Repolho, batata e cebola. — Mas e se fosse um jardim de flores? — insistiu Mary. — O que plantaria? — Bulbos e coisas
perfumada, mas principalmente rosa. O rosto de Mary se iluminou. — Você gosta de rosas? Ben Weatherstaff arrancou
uma erva daninha e a jogou de lado antes de responder. — Olha, eu gosto, sim. Aprendi a gostar com uma moça
quando eu era jardineiro dela. Ela tinha muita roseira em um lugar que ela gostava, e ela amava as roseira como se
fossem criança… ou pisco. Ela até beijava as roseira. — Puxou outra erva daninha e fez uma careta para ela. — Mas isso
já faz uns dez ano. — E onde ela está agora? — perguntou Mary, muito interessada. — No céu — respondeu ele, e
cravou sua pá profundamente no solo. — Foi o que o padre disse. — E o que aconteceu com as roseiras dela? — tornou
a perguntar, mais interessada do que nunca. — Largaram elas lá, sozinha. Mary se animava cada vez mais. — Acha que
todas elas já morreram? As roseiras morrem de verdade quando são deixadas sozinhas? — ela arriscou. — Bom, eu
gostava tanto delas, e também gostava da menina, e ela gostava tanto delas — admitiu Ben Weatherstaff com
relutância —, que uma ou duas vez por ano eu ia trabalhar nelas um pouco, podava e cuidava das suas raiz. Tavam tudo
abandonada, mas com o solo fértil, então algumas dela viveram. — Quando elas não têm folhas e estão cinzentas,
marrons e secas, como saber se estão vivas ou mortas? — perguntou Mary. — Tem que esperar a primavera chegar
nelas. Espera o sol brilhar na chuva e a chuva cair quando tá sol e daí cê vai descobrir. — Como… como? — exclamou
Mary, descuidando-se. — Olha os ramo e os galho e se tiver uns caroço marrom inchando aqui e ali, cê fica de olho
depois da chuva quente pra ver o que acontece. — De repente ele parou e olhou com curiosidade para o rosto ansioso
dela. — Agora ocê de repente se preocupa tanto com as roseira e essas coisa? — disparou. Dona Mary sentiu seu rosto
corar. Quase teve medo de responder. — Eu… eu queria brincar disso… de fingir que tenho um jardim só meu —
gaguejou. — Eu… não tenho nada para fazer. Eu não tenho nada… e nem ninguém. — Bom — disse Ben Weatherstaff
lentamente, enquanto a observava —, isso é verdade. Cê num tem mesmo. Ele pronunciou aquilo de maneira tão
estranha que Mary se perguntou se ele realmente sentia um pouco de pena por ela. Ela nunca sentira pena de si
mesma; apenas se sentia cansada e zangada, pois não gostava tanto assim das pessoas e das coisas. Mas agora o mundo
parecia estar mudando e se tornando mais agradável. Se ninguém descobrisse sobre o jardim secreto, ela poderia se
divertir para sempre. Ficou ali por mais dez ou quinze minutos e arriscou fazer todas as perguntas que quis. Ben
Weatherstaff respondeu a cada uma delas com seu jeito esquisito e resmungão, mas não parecia zangado, pois não
pegou sua pá e sumiu dali. Ele contou algo sobre roseiras quando ela já estava de partida, o que a lembrou daquelas
mencionadas antes. — Você vai ver aquelas outras roseiras agora? — ela perguntou. — Não fui este ano. Meu
reumatismo deixou as articulação muito dura. Disse isso com sua voz resmungona e, de repente, pareceu ficar zangado,
embora ela não entendesse o motivo. — Olha aqui! — ele disse bruscamente. — Chega de tanta pergunta. Cê é a
menina mais perguntadeira que eu já conheci. Vai brincar pra lá. Acabou a minha cota de falação por hoje. Pareceu tão
irritado que ela entendeu que não adiantava ficar ali nem mais um minuto. Ela pulou corda pela calçada externa
pensando sobre ele e dizendo a si mesma que, por mais estranho que fosse, ali estava outra pessoa de quem ela
gostava, apesar do mau humor. Ela gostava do velho Ben Weatherstaff. Sim, gostava dele. Sempre tentava fazê-lo
conversar. Além do mais, ela começava a acreditar que ele sabia tudo sobre flores. Havia uma calçada cercada de
loureiros que contornava o jardim secreto e terminava em um portão que se abria em um bosque, no parque. Ela
pensou em dar a volta por aquele caminho e ver se encontrava algum coelho pulando pela mata. Ela gostava muito de
pular e, quando chegou ao pequeno portão e o abriu, ouviu um assobio baixo e peculiar e decidiu descobrir o que era.
Na verdade, era uma coisa muito estranha. Ela prendeu a respiração quando parou para olhar. Um menino estava
sentado com as costas apoiadas em uma árvore, brincando com uma flauta rústica. Era um garoto esquisito de cerca de
doze anos. Parecia muito limpo, com seu nariz empinado e suas bochechas avermelhadas como papoulas. Dona Mary
nunca vira olhos tão redondos e azuis no rosto de um menino. E no tronco da árvore em que se encostava, um esquilo
castanho se agarrava e olhava para ele, e por trás de um arbusto próximo um faisão delicadamente esticava seu
pescoço para espiar, e bem perto dele havia dois coelhos sentados farejando com seus focinhos trêmulos. Na verdade,
parecia que todos se aproximavam para observá-lo, atraídos pelo estranho chamado que sua flauta produzia
Quando ele viu Mary, ergueu sua mão e falou em uma voz quase tão baixa como o seu assobio: — Num se mexe —
disse ele. — Senão eles foge. Mary permaneceu imóvel. Ele parou de soprar a flauta e começou a se levantar. Seus
movimentos eram tão lentos que mal parecia se mover, mas finalmente se pôs de pé e então o esquilo voltou a subir
nos galhos de sua árvore, o faisão encolheu a cabeça e os coelhos caíram de quatro e saltaram para longe, embora
nenhum deles demonstrasse medo. — Meu nome é Dickon — disse o menino. — Eu sei que ocê é a dona Mary. Então
Mary percebeu que misteriosamente já sabia que ele era Dickon assim que o vira. Quem mais poderia encantar coelhos
e faisões como os nativos da Índia encantam serpentes? Ele tinha uma boca larga, vermelha e curvada e seu sorriso se
espalhava por todo o rosto. — Levantei devagar — explicou ele —, porque se ocê faz um movimento rápido, eles se
assusta. Quando tem coisas selvagem por perto, tem que mexer o corpo devagar e falar bem baixinho. Falava com ela
como se a conhecesse muito bem, e não como se nunca tivessem se visto. Mary não sabia nada sobre meninos e falava
com ele um pouco rígida, pois se sentia um tanto tímida. — Você recebeu a carta de Martha? — ela perguntou
Ele acenou sua cabeça, coberta de cachos cor de ferrugem. — Foi por isso que eu vim. Ele se abaixou para pegar algo no
chão. — Trouxe as ferramenta de jardim. Tem uma pá de mão, um ancinho, um garfo e uma enxadinha. Eita! Eles são
bom. Tem uma espátula também. E a mulher da loja colocou um pacote de papoula branca e um de esporinha azul
quando comprei as outra semente. — Me deixa ver as sementes? — pediu Mary. Ela desejou ser capaz de falar como
ele, que tinha um discurso tão rápido e fácil. Parecia que ele gostava dela e que não tinha o mínimo medo de que ela
não gostasse dele, embora fosse apenas um simples menino da charneca, com roupas remendadas, rosto engraçado e
uma cabeça ruiva despenteada. Quando ela se aproximou, percebeu um aroma fresco e límpido de urze, grama e folhas,
quase como se ele fosse feito dessas coisas. Aquilo a agradou e quando olhou para seu rosto esquisito de bochechas
vermelhas e olhos azuis redondos, esqueceu-se de sua timidez. — Vamos sentar neste tronco para olhar as sementes —
sugeriu ela. Sentaram-se e ele tirou um desajeitado embrulho de papel pardo do bolso do casaco. Desamarrou o
barbante e ali dentro havia outros pacotes menores e mais organizados, com imagens de flores diferentes em cada um
deles. — Tem um monte de minhonetes e papoulas — ele avisou. — Minhonete é a coisa com o cheiro mais doce que
ocê já viu, e vai crescer em qualquer lugar que ocê espalhar elas, igual às papoula. Elas vão brotar e desabrochar só de
assobiar para elas, e são as mais bonita de todas. — Ele parou e virou a cabeça rapidamente, seu rosto com bochechas
de papoula se iluminou. — De onde esse pisco tá chamano a gente? O chilrear vinha de um espesso arbusto de
azevinho, cujas bagas vermelhas brilhavam, e Mary achou que sabia de quem era o canto. — Ele está realmente nos
chamando? — ela perguntou. — Tá, sim — disse Dickon, como se fosse a coisa mais natural do mundo. — Ele tá
chamando algum amigo dele. É o mesmo que dizer: “Tô aqui. Olha para mim. Quero conversar um pouco”. Olha ele lá,
no mato. Ele é de quem? — Ele é de Ben Weatherstaff, mas acho que ele me conhece um pouco — respondeu Mary. —
Ah, ele te conhece — disse Dickon baixando a voz novamente. — E ele gosta de ocê. Ele acha que é seu amigo. E vai me
contar tudo sobre ocê num minutinho. Dickon aproximou-se bastante do arbusto, com o movimento lento que Mary já
notara antes, e então emitiu um gorjeio quase igual ao do próprio pisco. O pássaro o ouviu atentamente por alguns
segundos, e então respondeu como se soubesse falar. — É, ele é seu amigo, sim — riu Dickon. — Você acha que ele é?
— exclamou Mary ansiosamente. Ela queria muito saber. — Você acha que ele realmente gosta de mim? — Ele não
chegaria perto de ocê se não achasse — respondeu Dickon. — Os pássaro são arisco e os pisco pode ser mais arredio
que gente. Olha, ele tá quereno te agradar agora. Ele tá dizeno: “Não tá me veno, menina?”. E realmente parecia ser
verdade. Ele se moveu para o lado, gorjeou e se inclinou ao pular em seu arbusto. — Você entende tudo o que os
pássaros dizem? — perguntou Mary. O sorriso de Dickon cresceu para os lados de sua boca grande, vermelha e curvada,
e ele esfregou os cabelos bagunçados. — Acho que sim, e eles também acha que sim — disse ele. — Eu já moro na
charneca com eles faz tempo. Eu vi eles quebrar a casca, piar e saltar e aprender a voar e começar a cantar tão de perto
que comecei a achar que eu era um deles. Às vez eu penso que sou um pássaro, uma raposa, um coelho, um esquilo, ou
até um besouro. Eu sei lá. Ele riu e voltou para o tronco, falando novamente sobre as sementes de flores. Dickon
explicou a ela como seriam quando crescessem; e explicou como plantá-las, observá-las, adubá-las e regá-las. — Já sei
— disse ele de repente, virando-se para ela. — Vou plantar elas agora mesmo. Onde fica o jardim? As mãos finas de
Mary se engancharam e pousaram em seu colo. Ela não sabia o que dizer, então por um minuto inteiro ficou em
silêncio. Ela não havia pensado nisso e se sentiu acuada. Sentiu seu rosto corar e depois empalideceu. — Cê tem algum
jardinzinho, num tem? — Dickon perguntou. Ela passou de corada para pálida. Dickon notou isso e, como ela ainda não
dizia nada, ficou confuso. — Eles num te dariam um pedacinho de terra pra plantar? — ele perguntou. — Cê ainda num
tem? Ela apertou as mãos com ainda mais força e voltou os olhos para ele. — Eu não sei nada sobre meninos — disse
ela lentamente. — Você guardaria um segredo, se eu lhe contasse? É um grande segredo. Não sei o que faria se alguém
o descobrisse. Acho que morreria! — disse a última frase com bastante veemência. Dickon pareceu mais confuso ainda
e até esfregou a mão na cabeleira áspera outra vez, mas respondeu com muito bom humor: — Eu guardo segredo o
tempo todo — disse ele. — Se eu não guardasse os segredo dos outro, segredo sobre os

Você também pode gostar