Volume 4: Gerenciamento de Riscos e Segurança
Institucional
Doutrina de Análise, Identificação de Vulnerabilidades e Contingência
1. Matriz de Riscos: Ameaças, Vulnerabilidades e Danos
A gestão de riscos baseia-se na antecipação analítica para blindar o fluxo de trabalho e o patrimônio
corporativo ou institucional. Os conceitos centrais operam sob estrita correlação:
• Ameaça: Fator externo ou interno com potencial de explorar uma fraqueza e causar prejuízos.
• Vulnerabilidade: Fraqueza estrutural, procedimental ou humana presente no sistema que permite a
materialização da ameaça.
• Dano / Perda: A mensuração do impacto negativo (financeiro, operacional ou reputacional) caso o risco
ocorra.
A classificação do nível de criticidade do risco é realizada por meio do cruzamento entre Probabilidade e
Impacto:
Probabilidade /
Leve Moderado Catastrófico
Impacto
Risco Alto (Ação
Alta Risco Médio (Monitorar) Risco Crítico (Imediato)
Urgente)
Risco Baixo (Ignorar/ Risco Alto (Plano de
Baixa Risco Médio (Mitigar)
Aceitar) Contingência)
2. Desenvolvimento do Plano de Contingência (Plano B)
Todo risco mapeado nas categorias Alto ou Crítico exige a confecção prévia de protocolos de resposta:
1. Ações de Mitigação: Medidas preventivas executadas rotineiramente para diminuir a probabilidade de
ocorrência (ex: redundância de servidores, backups e auditorias).
2. Protocolo de Resposta Imediata: Definição clara do fluxo de ações, cadeia de comando e canais de
acionamento no momento exato em que a crise se deflagra, garantindo a continuidade do negócio ou das
operações fundamentais.
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