05/03/2018
INFORMÁTICA
Conceitos Básicos
Aula 01
Prof. Marcus Buraslan
INTRODUÇÃO
Ao longo da história, o homem tem precisado
constantemente tratar e transmitir informação, por
isso nunca parou de criar máquinas e métodos para
processa-la. A informática nasceu da ideia de
auxiliar o homem nos trabalhos rotineiros e
repetitivos, geralmente ligados á área de calculo e
gerenciamento. Ela é a ciência que estuda o
tratamento automático e racional da informação. O
termo foi criado em 1962 e provem da contração
das palavras – Information Automatique.
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INFORmação automática
Informática
• Algumas das funções da informática:
– Desenvolvimento de novas máquinas;
– Desenvolvimento de novos métodos de trabalho;
– Construção de aplicações automáticas;
– Melhoria dos métodos e aplicações existentes.
CONCEITOS FUNDAMENTAIS
• Um computador é uma máquina composta de
elementos físicos do tipo eletrônico, capaz de realizar
uma grande variedade de trabalhos com alta
velocidade e precisão, desde que receba as instruções
adequadas.
• É um equipamento eletrônico que processa
informações na forma de dados, podendo ser
programado para a realização de diversas outras
tarefas. Foi construído para realizar cálculos e
operações lógicas com facilidade e rapidez.
• De modo geral, um processamento se realiza de acordo
com o esquema a seguir:
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• A Entrada se refere a algum dado de entrada do processamento, são valores
onde o processo irá atuar. Exemplo: quando clicamos em algum arquivo.
• O Processamento é onde os dados de entrada serão processados para gerar um
determinado resultado.
• A Saída é simplesmente o resultado de todo o processamento, podendo ser impresso
em papel, armazenado, ou até mesmo servir como entrada para um outro processo.
O computador exibe os resultados obtidos na tela, mostrando o arquivo.
Em suma um computador tem quatro funções básicas:
• Receber dados e informações de entrada
• Processar a informação
• Produzir dados e informação de saída
• Armazenar dados e informações
O processamento dos dados é feito na
UCP, ou CPU (unidade central de
processamento). A entrada de dados é feita por
intermédio de dispositivos especiais que
coletam informações externas (ex: teclado,
mouse etc.) e os enviam para a unidade central
de processamento. Após processado o dado, a
informação pode ser armazenada em um
dispositivo de armazenamento ou enviada para
o usuário através de dispositivos de saída de
dados ou informação (ex: monitor, impressora
etc.).
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• O Sistema Computacional é composto por
três elementos básicos:
– Hardware – O conjunto de componentes físicos de
um computador e os periféricos ligados a ele.
Exemplo: teclado, impressora, monitores e outros.
– Software – Conjunto instruções que são
processados num computador. É a parte lógica do
computador. Ex: Sistema Operacional, editores
gráficos, jogos, entre outros.
– Peopleware – É um conjunto de pessoas
dedicadas a todo sistema computacional. Forma o
conjunto de recursos humanos deste sistema e
envolve analistas de sistema, programadores,
entre outros.
HISTÓRICO DOS COMPUTADORES
• O primeiro equipamento eletrônico com as mesmas características dos
computadores atuais surgiu durante a Segunda Guerra Mundial. Desenvolvido em
conjunto pela Universidade de Harvard e a Marinha Americana, o primeiro
computador, o Mark I, ocupava 120 m3 de espaço, possuía milhares de reles e
precisava de três segundos para operar dois números de dez dígitos. Naquela
época, os militares precisavam dos computadores não só para fazer cálculos de
balística com rapidez como também para desvendar as mensagens secretas
enviadas entre tropas alemães.
• Em paralelo, o Exército americano desenvolvia o ENIAC. Possuindo cerca de 18 mil
válvulas, o ENIAC foi desenvolvido em segredo para uso na guerra, e só ficou
pronto meses depois de seu término. O ENIAC era uma máquina de 30 toneladas,
5 metros de largura por 24 de comprimento e possuía 800 m de fios.
• O grande problema do MARK I e do ENIAC era que a cada nova operação de
programação sua fiação elétrica tinha que ser totalmente refeita. Foi ai que John
Von Neumann, um matemático de Princeton, sugeriu que os computadores
passassem a utilizar informações e programas na sua própria memória eletrônica.
• As instruções e dados seriam armazenados em memórias eletrônicas de uma
maneira codificada em cadeias de uns e zeros, única linguagem que os
equipamentos eletrônicos realmente entendem.
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ENIAC
MARK I
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• Para acelerar o processo de desenvolvimento dos
novos computadores, surgem, em 1947, os
transistores. Os transistores eram menores, duravam
mais, esquentavam menos e consumiam menos
energia que as válvulas.
• Hoje em dia, não existem mais computadores
construídos com transistores já que estes componentes
eletrônicos foram totalmente substituídos por chips.
Eles são feitos de silício, elemento químico muito
abundante na natureza, substituem com vantagem
centenas e ate milhões de transistores, possibilitando
uma miniaturização ainda maior na construção dos
micros.
GERAÇÃO DOS COMPUTADORES
Desde a década de 1940, quando surgiram os
primeiros computadores eletrônicos, a evolução
dessas máquinas é constante. Devido a essa
evolução, os computadores são classificados de
acordo com sua geração.
• 1ª Geração (1940 – 1952):
– É constituída por todos os computadores construídos
a base de válvulas e cuja aplicação fundamental se
deu nos campos científico e militar. Utilizam como
linguagem de programação a linguagem de máquina e
como única memória para armazenar informação os
cartões perfurados.
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• 2ª Geração (1952 – 1964):
– A substituição da válvula pelo transistor. As máquinas
ganharam mais potência e confiabilidade, com
redução de tamanho e consumo, o que as tornavam
muito mais práticas. As áreas de aplicação foram,
além da científica e da militar, a administrativa e
gerencial. Começaram a ser utilizadas linguagens de
programação mais evoluídas.
• 3ª Geração (1964 – 1971):
– Surgem os CI – Circuitos integrados. Os chips que
consiste no encapsulamento de uma grande
quantidade de transistores. O software evoluiu
consideravelmente, com um grande desenvolvimento
dos sistemas operacionais.
• 4ª Geração (1971 – 1981):
– Em 1971 aparece o microprocessador, que
consiste na inclusão de toda a CPU de um
computador num único chip. Fabricação em larga
escala de micros, computadores pessoais. O
disquete é utilizado como a unidade de
armazenamento externo. Surgem muitas
linguagens de programação e as redes de
computadores permitindo a sua interligação.
• 5ª Geração (1981 – ...):
– Notebooks, Palmtops, Laptops, alta velocidade no
processamento, inteligência artificial, robótica,
smartphones.
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TIPOS DE COMPUTADORES
Os computadores podem ser classificados
quanto a sua capacidade de processamento
(porte) em:
– Grande (mainframes);
– Médio (minicomputadores);
– Pequeno (microcomputadores).
• Grande Porte (Mainframes)
São destinados para um grande volume
de dados, têm grandes dimensões, requerendo
uma grande variedade de pessoal
especializado para a sua operação. Esses
equipamentos estão distribuídos em uma
ampla sala, com possibilidade de instalação de
terminais em ambientes remotos.
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• Médio Porte (Minicomputadores)
Computadores destinados a empresas que
tenham um volume médio de processamento de
dados. São usados em controle de processos,
comunicações e sistemas de informações. Possuem
uma capacidade de memória e velocidade de
processamentos inferiores aos de grande porte.
Hoje já estão em desuso e sendo substituídos pelos
microcomputadores.
• Pequeno Porte (Microcomputadores)
Os computadores de pequeno porte apresentam-
se em diversos formatos e com diversas características.
Os microcomputadores são computadores pessoais (PC),
monousuários, destinados ao uso de empresas que
tenham um pequeno, mas variado tipo de processamento
de dados. Atualmente, existem microcomputadores com
capacidade de processamento muito grande, que
superam os grandes computadores de 10 ou 20 anos
atrás.
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SISTEMA DE MEDIDA
Os computadores atuais são máquinas digitais que
processam dados como números. Os computadores digitais
realizam suas operações em números binários, ou seja,
números na base 2, enquanto nosso sistema de numeração e
contagem é baseado na base 10, ou seja, usamos dígitos de 0
a 9. Portanto, sendo o computador digital usuário de base
numérica 2, significa que este só usa internamente grandezas
que corresponderiam aos dígitos 0 e 1.
No computador, Bit (b) representa a sua menor
unidade de processamento e em última instância corresponde
aos dígitos 0 e 1. Quando se tem um conjunto formado por 8
bits, chamamos por convenção de byte. A seguir um exemplo
esquemático de um byte.
10101010
No computador um caractere (como uma
letra, por exemplo) é representado por um Byte.
Para quantificar a memória do computador é
utilizado um sistema de medida, o byte (B).
Quando se tecla no computador uma letra
“A”, por exemplo, automaticamente ele utiliza um
caractere da sua memória. Se você digitar, por
exemplo, a palavra INFORMÁTICA, significa que o
computador utilizou 11 caracteres da sua memória.
Como cada caractere é representado por um byte,
significa dizer também que foram utilizados 11
bytes.
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Para facilitar a escrita destes valores é
utilizada a seguinte unidade abaixo:
Unidade Símbolo Valor
Bit b 1 bit
Byte B 8 bits
Kbyte KB 1024 bytes
Megabyte MB 1024 Kilobytes
Gigabyte GB 1024 Megabytes
Terabyte TB 1024 Gigabytes
Petabyte PB 1024 Terabytes
MENOR UNIDADE DE MEDIDA
• Bit
Contração do termo em inglês “binary digit” é
a unidade básica de informações no sistema binário
de numeração.
O bit é a menor quantidade de informação
que se pode armazenar num computador. A
reunião, de certo número de bits forma um dígito
ou uma palavra. A cada bit armazenado na
memória corresponde um sistema físico dentro do
computador: 1 ligado 0 desligado.
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COMPONENTES DO COMPUTADOR
Gabinete – É onde estão instaladas as partes do computador responsáveis
por armazenar e processar as informações. São constituídos normalmente de
estrutura metálica, mas já existe no mercado também os gabinetes de
estrutura acrílica, transparente ou em cores, porém com os preços de custo
ainda bem mais alto do que os tradicionais (metálicos).
Placa Mãe– É um item importante de um computador. Tem a função de
permitir que o processador se comunique com todos os periféricos
instalados. É na placa mãe que encontramos o processador, a memória
principal e as conexões para os periféricos.
Processador – Também conhecido como CPU (Central Processing Unit), ou
UCP (Unidade Central de Processamento). É um pequeno CHIP de silício, que
cabe na palma da mão. Podemos dizer que esse chip é o "cérebro" do
computador. É ele que executa os programas, faz os cálculos e toma as
decisões, de acordo com as instruções armazenadas na memória. Daí a
importância da memória, da qual vamos falar no próximo item. Existem vários
fabricantes e modelos diferentes de processadores no mercado.
Memória – É um dispositivo encarregado de armazenar e guardar
informações (dados + cálculos) usados pelo processador. A memória
mais importante do computador é a memória principal (RAM), no
entanto, veremos adiante que a memória do computador pode ser de
três tipos RAM, ROM ou para armazenagem de dados do usuário.
Periféricos – São equipamentos conectados à placa-mãe, gerenciados
pela CPU e com a função de enviar ou receber informações do
computador. Os principais periféricos de um computador são o teclado
e o mouse. A maioria dos periféricos é conectada a uma porta
chamada USB (Universal Serial Bus), que se tornou padrão para quase
todos os dispositivos periféricos.
Monitor – O monitor é um dispositivo de saída do computador, cuja
função é transmitir informação ao usuário, através de imagem
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COMPONENTES DO COMPUTADOR
A PLACA-MÃE
A placa-mãe (motherboard) é a placa de
circuito impresso onde reside toda a principal parte
eletrônica do computador.
Os componentes elétricos/eletrônicos ligados
à placa-mãe são os seguintes:
• O processador;
• A memória do computador;
• Os slots (encaixes) de expansão e as placas
especiais de expansão que são encaixadas neles;
• Chips especiais, chamados de chips ROM;
• Outros circuitos de suporte.
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PORTAS (CONEXÕES)
• Porta PS/2
Utilizado até hoje para conectar mouse e
teclado. As principais características são: rápida
velocidade e ocupam pouco espaço.
• Porta SERIAL
Utilizada para conectarem periféricos
como mouses, joystick ou modem. Também
conhecida como RS-232. É identificada como
COM1 e COM2 (caso tenha duas portas seriais).
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• Porta PARALELA
Utilizada para conectarem periféricos como a
impressora. Vem sendo gradativamente substituída
pela tecnologia USB.
• Porta USB (Universal Serial Bus)
É o tipo de barramento que se destaca pela
sua alta velocidade, destaca-se também pela
capacidade de em um único conector com a placa
mãe, conectar até 127 dispositivos e é um tipo de
conector Plug And Play (conecte e use), ou seja, se
o Sistema Operacional oferecer suporte a esta
tecnologia o usuário pode conectar um periférico
sem a necessidade de desligar o computador.
• Porta FIREWIRE (IEEE 1394)
Entre as principais características
destacam-se a alta velocidade e capacidade de
conectar até 63 periféricos. Muito utilizada para
conectar câmeras digitais, iPods, HD’s externos
entre outros.
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MEMÓRIAS
MEMÓRIAS PRINCIPAIS, INTERNAS OU PRIMÁRIAS
• ROM (Read Only Memory)
As principais características da memória ROM são:
––Memória somente de Leitura (não gravamos
nada nesta memória);
––Não Volátil (não perde seu conteúdo quando o
computador é desligado);
––Já vem gravada do fabricante.
ROM BIOS (Basic Input/Output System –
Sistema Básico de Entrada e Saída).
• É o primeiro programa da ROM, mais voltado
para o Hardware. Ou seja, este programa é
encarregado de fazer toda a inicialização
(boot) do computador, reconhecendo os
dispositivos de hardware instalados, e prover
as informações básicas para o funcionamento
do computador.
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SETUP
• Este é outro programa da ROM. Porém, este é
utilizado para configurar o programa da ROM
BIOS. Ele permite, por exemplo, alterar a
sequência de leitura inicial dos discos, alterar
a hora do sistema, entre outras configurações.
Permite também ver a temperatura do
processador e forçar a reinicilização do
computador caso a temperatura exceda a
determinada no SETUP.
Lembre-se que todas as informações contidas
no SETUP conforme configuradas, são lidas pelo
programa ROM BIOS na inicialização e atua de
acordo com elas.
É importante lembrar que estas informações
configuradas no SETUP estão armazenadas em uma
memória do tipo RAM que perde as informações
quando o computador é desligado. Porém, para
manter estas informações, uma bateria é utilizada
para que mesmo na ausência de energia elétrica as
informações sejam mantidas. Esta memória do tipo
RAM é chamada de CMOS (Complementary Metal
Oxide Semicondutor).
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POST
• POST é o nome dado ao teste iniciado pela
ROM BIOS. Este teste tem como finalidade
verificar a quantidade de memória RAM
disponível, além de verificar o(s) disco(s)
rígido(s), drives como Pendrive e CD ou DVD
instalados no computador e carrega o sistema
operacional na memória RAM.
Tipos de memória ROM (evoluções)
• ROM: (Read Only Memory): Somente Leitura;
• PROM: (Programmable Read Only Memory):
Programável uma vez;
• EPROM: (Erasable Programmable Read Only
Memory): Regraváveis, ou seja, podemos gravar
apagar e regravar. Utiliza-se o método de luz
ultravioleta e pulsos elétricos para apagar as
informações já existentes.
• EEPROM: (Eletrically Erasable Programmable
Read Only Memory): Regravável. Porém,
podemos selecionar o que será a pagado ao invés
de apagarmos todas as informações.
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RAM (Random Access Memory)
As principais características da memória RAM
são:
• Memória de acesso randômico (aleatório ou
direto);
• Volátil (está sempre em mudança);
• Memória de escrita (podemos gravar
informações nela) e leitura;
• Perde todo seu conteúdo quando o computador
é desligado.
Todos os dados e programas que estão sendo
manipulados pelo usuário são carregados nesta
memória.
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Tipos de memória RAM
• DRAM: (Dynamic Random Access Memory): é a
memória RAM dinâmica. A principal característica
desta memória RAM é o alto consumo de energia
elétrica, além de exigir reforço elétrico, processo
conhecido como REFRESH e também de ser mais
lenta.
• SRAM: (Static Random Access Memory): é a
memória RAM estática. A principal característica
e o baixo consumo de energia e a altíssima
velocidade.
• VRAM: (Video Random Access Memory): é a
memória RAM utilizada nas placas de vídeo.
As capacidades são: 512 MB, 1024 MB, 1 GB e 2 GB.
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MEMÓRIA SECUNDÁRIA OU EXTERNA
Qualquer dispositivo que pode armazenar
dados sem perdê-los na ausência de energia
elétrica. Essas unidades de armazenamento
podem conter programas que controlam o
computador, por exemplo, o Sistema
Operacional, como podem conter arquivos de
dados gerados pelo usuário.
Disco rígido (Hard Disc, HD ou Winchester)
Esta unidade de entrada e saída de informação é o
que tem maior capacidade de armazenamento. É nesta
unidade que estão armazenados os programa e arquivos
que serão carregados na memória RAM e executados
pelo processador.
Assim como os computadores, os discos rígidos
foram diminuindo de tamanho e aumentando a
capacidade. Os primeiros eram capazes de armazenar 5
MB. No começo da década de 90, os discos possuíam em
média 120 MB. A capacidade dos discos vem crescendo.
Em 1999, os discos já tinham a capacidade de 8GB.
No mesmo ano já encontrávamos discos de 20 GB. É
importante lembrar que hoje podemos encontrar HD’s
com capacidade acima de 300 GB. O tamanho do Disco
Rígido pode variar de acordo com a necessidade do
usuário.
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Disquete 31/2’ (Disco Flexível)
É um dispositivo de armazenamento
removível que vem sendo gradativamente
substituído por outros dispositivos como, por
exemplo, o PENDRIVE ou até mesmo o CD. É
utilizado para transporte de pequenos arquivos,
tendo uma capacidade de 1,44 MB.
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O PENDRIVE citado acima tem capacidades
variadas podendo substituir facilmente dezenas
de disquetes.
CD (Compact Disc) é um dispositivo de
armazenamento removível que vem sendo
gradativamente substituído pelo DVD devido à
alta capacidade de armazenamento podendo
substituir 8 a mais CD’s.
Tipos de CD:
• CD-ROM (Compact Disc - Read Only Memory):
Um CD apenas de leitura, não permitindo alterar
ou gravar informações contidas nele;
• CD-R (Compact Disc – Recordable): este CD não
contém informações, que posteriormente serão
inseridas pelo usuário. Porém, depois de
gravadas não poderão ser alteradas ou apagadas.
Podemos afirmar que todo CD-ROM já foi um CD-
R;
• CD-RW (Compact Disc – Read and Write): esse
tipo de CD permite tanto a escrita, ou seja,
podemos gravar, alterar e apagar as informações
contidas nele e a leitura.
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DVD (Digital Video Disc ou Digital Versatile Disc)
Uma das principais características deste
dispositivo de armazenamento é a grande
capacidade de armazenamento. Muito utilizado
para vídeos. Vem substituindo as Fitas VHS.
Tipos de DVD e capacidades:
• DVD-ROM (Digital Video Disc ou Digital
Versatile Disc – Read Only Memory): Um DVD
apenas de leitura, não permitindo alterar ou
gravar informações contidas nele;
• DVD-R (Digital Video Disc ou Digital Versatile Disc –
Recordable): este DVD não contém informações, que
posteriormente serão inseridas pelo usuário. Porém,
depois de gravadas não poderão ser alteradas ou
apagadas. Podemos afirmar que todo DVD-ROM já foi
um DVD-R;
• DVD-RW (Digital Video Disc ou Digital Versatile Disc –
Read and Write): esse tipo de DVD permite tanto a
escrita, ou seja, podemos gravar, alterar e apagar as
informações contidas nele e a leitura.
• DVD – 5: com capacidade de 4,7 GB;
• DVD – 9: com capacidade de 8,5 GB;
• DVD – 10: com capacidade de 9,4 GB;
• DVD – 18: com capacidade de 17 GB.
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FITA MAGNÉTICA
Dispositivo de armazenamento de dados
sequencial. São muito utilizados para realização de
cópias de segurança (Back Up).
• Tipos de fitas e capacidades:
– DAT (Digital Audio Tape): Este tipo de fita é bastante
popular e muito utilizado devido sua alta capacidade
de armazenamento chegando a 40, 60 e 80 GB.
– DLT (Digital Linear Tape): As principais características
deste tipo de fita é a alta velocidade de leitura,
confiabilidade e assim com o modelo DAT tem alta
capacidade de armazenamento podendo chegar a
1.000 GB.
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PENDRIVE
Dispositivo de armazenamento de acesso direto,
assim com os discos (HD, disquete, CD, DVD etc.).
Porém, seu armazenamento é em chip. Avaliando a
grande tendência de armazenamento em chip vale citar
os iPod’s, Câmeras Digitais, Celulares e etc. As
capacidades são: 4GB, 8GB, 16GB e muito mais.
Não é possível gravar dados num HD ou num
disquete sem um sistema de arquivos, que é,
basicamente, uma estrutura que indica como os arquivos
devem ser gravados e guardados em mídias. Através do
sistema de arquivos, é que se determina o espaço
utilizado no disco, além de ser o método que permite
gerenciar como partes de um arquivo podem ficar
“espalhadas” no dispositivo de armazenamento. Um
outro detalhe importante: é o sistema de arquivos que
determina como arquivos podem ser gravados, copiados,
alterados, nomeados e até apagados. Ou seja, resumindo,
toda e qualquer manipulação de dados numa mídia
necessita de um sistema de arquivos para que essas
ações sejam possíveis.
Se não houver estrutura de armazenamento e
manipulação é impossível gravar dados.
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Sistema de Arquivos FAT (Table Allocation File)
Trata-se de um sistema que funciona
através de uma espécie de tabela que contém
indicações para onde estão as informações de
cada arquivo. Quando um arquivo é salvo no HD,
o FAT divide a área do disco em pequenos
blocos. Assim, um arquivo pode (e ocupa) vários
blocos, mas eles não precisam estar numa
sequência. Os blocos de determinados arquivos
podem estar em várias posições diferentes. Daí
a necessidade de uma tabela para indicar cada
bloco.
Sistema de Arquivos NTFS (New Tecnology File System)
Entre os objetivos da idealização do NTFS estava o
fornecimento de um sistema de arquivos flexível,
adaptável, altamente seguro e confiável.
O NTFS possui características importantes, que o fez
ser considerado um bom sistema de arquivos. Entre essas
qualidades estão: confiança, pois permite que o sistema
operacional se recupere de problemas sem perder
informações, fazendo-o ser tolerante a falhas; segurança,
onde é possível ter um controle de acesso preciso e ter
aplicações que rodem em rede, fazendo com que seja
possível o gerenciamento de usuários, incluindo suas
permissões de acesso e escrita de dados.
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Entre os novos recursos do NTFS estão:
• Novas características de segurança, onde o
mecanismo para gerenciamento da segurança e
de usuários, principalmente em relação a acesso
e arquivos foi melhorado;
• Cotas de discos, onde o administrador do sistema
pode determinar o espaço em disco disponível a
um usuário ou a um grupo de usuários;
• Diários de alterações, onde volumes podem ser
ajustados para rastrear as operações efetuadas
nos arquivos e pastas;
• Codificação, onde o sistema permite que arquivos
sejam codificados/ decodificados
automaticamente;
MEMÓRIAS AUXILIARES
Entre as memórias auxiliares encontramos
memórias que são utilizadas para melhorar o
desempenho do computador, tornando-o mais
rápido, mais seguro e confiável.
• Memória BUFFER
Pode ser chamada de intermediária, pois se
encontra entre a CPU (processador) e os
periféricos de entrada e saída de informação.
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• As principais funções são:
• Reter as informações enquanto o processador
permanece ocupado;
• Armazenar as instruções para liberar o
processador para outra tarefa;
• Fazer uma compatibilização de velocidade entre
os periféricos de velocidades diferentes.
Um exemplo de aplicação é que o
processador não pode ficar esperando pela
impressão de um arquivo, pois a impressora é, em
relação ao processador, muito lenta. Por esta razão
o processador envia as páginas de impressão para a
memória Buffer que por sua vez alimentará a
impressora em sua velocidade normal.
• Memória CACHE
Memória que está interposta entre o
processador e a memória RAM. Pode ser
chamada de aceleradora, não por acelerar o
processador, mas por aumentar a velocidade de
processamento. Ela realiza uma busca
precipitada na memória RAM para que o
processador não necessite fazer isso.
A memória Cache armazena pequenas
quantidades de informações que serão
utilizadas pelo processador e depois que foram
utilizadas pelo processador são devolvidas a ela.
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• As principais características são:
– Alto custo;
– Alta velocidade;
– Pequena capacidade de armazenamento,
podendo variar entre 512 KB, 1024 KB (1 MB),
2MB, 4MB e 8MB.
• Níveis da memória Cache:
–Cache L1: Localizada no processador;
–Cache L2: Anteriormente integrado na placa-mãe,
agora presente no processador;
–Cache L3: Localizada na placa-mãe, tratada como
memória suplementar.
• Memória VIRTUAL
É uma memória controlada pelo Sistema
Operacional. Tanto o Windows quanto o Linux
reservam 10% do espaço livre do Disco Rígido como
memória RAM. É comum afirmar que é a parte da
memória fixa (no caso HD) que é usada como
memória provisória (no caso a RAM).
É importante lembrar que o armazenamento
é temporário e só é usado para executar programas
ou arquivos que necessitem mais memória do que
o existente e os dados do programa que não cabem
na memória RAM são salvos em arquivos de
paginação no HD.
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PERIFÉRICOS
• Teclado
O teclado é apenas um conjunto de teclas
que enviam impulsos elétricos à unidade de
sistema quando é pressionada uma tecla.
É importante lembrar que os teclados
atuais apresentam características e teclas
especiais. Os teclados ABNT não tinham as
teclas Ç e a tecla ALT GR, por exemplo. Caso o
usuário desejasse a letra ç ele deveria pressionar
a tecla de acento agudo (´) + a tecla da C. O
novo padrão de teclado ABNT2 já possui a tecla
Ç.
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• Mouse
Na maioria dos computadores, existem
duas formas de inserir informações: o teclado e
o mouse. O mouse é um dispositivo manual,
usado para apontador e selecionar itens na tela.
Quando o mouse é movido, o ponteiro do
mouse na tela se move na mesma direção. As
principais funções são executadas por dois
botões – alguns possuem três – na parte
superior que, quando pressionados, faz com que
um sinal seja enviado ao computador. Podemos
encontrar mouses com cinco botões e a
tecnologia óptica.
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• Scanner
Converte uma foto ou uma imagem em um código
de forma que um programa gráfico ou de editoração
eletrônica possa produzi-la na tela e até mesmo imprimi-la
através de uma impressora gráfica. Pode também converter
páginas com texto em páginas possíveis de serem
editoradas.
• Monitor de Vídeo
Periférico de saída de informação reproduz tudo o
que está sendo executado. A resolução é medida em
pixel. Um pixel é um termo que significa picture element,
ou componente de tela, é a menor unidade lógica que
pode ser utilizada para construir uma imagem em tela.
Um único pixel é normalmente formado pelo
agrupamento de vários pontos de luz.
Quanto menores forem os pontos utilizados para
criar um pixel e quanto mais pixels for mostrada no
monitor melhor a resolução desse monitor.
É importante lembrar que quanto maior for a
resolução maior será a área de trabalho diminuindo os
itens que são apresentados na tela.
Os monitores podem ser CRT (Catodic Ray Tube),
LCD (Liquid Cristal Display) ou Plasma.
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ATENÇÃO: Existem monitores que são sensíveis ao toque,
os chamados Touch Screen (toque na tela). Os monitores
LCD são sensíveis ao toque através de uma película.
Porém, existem tecnologias criadas para monitores CRT e
Plasma que permitem também o toque, não por uma
película sensível ao toque, mas sim por infravermelho
onde a tela é cercada por um circuito de luzes visíveis ou
não. Estes monitores com estas características são
monitores de entrada e saída de informação.
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• Impressora
Periférico de saída que permite imprimir no papel as
informações processadas. A velocidade da impressora determina a
rapidez com que ela pode imprimir as páginas selecionadas.
A velocidade é medida em caracteres por segundo (cps) ou
páginas por minuto (ppm). A resolução da impressora determina a
qualidade das imagens numa página impressa. A resolução é medida
em pontos por polegada (dpi - dots per inch).
• Plotter
É um traçador gráfico utilizado em aplicações de
engenharia, para desenhos e projetos. Usa canetas ou
penas de tinta, requer dados em formato de gráfico
vetorial, que constrói imagem como uma série de
linhas ponto a ponto.
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• Modem
O modem (Modulador/Demodulador) é um dispositivo
que permite que os computadores se comuniquem por linhas
telefônicas, permitindo a troca de informações entre eles. Os
dados que estão em forma de sinais digitais são transformados
em sinais analógicos para serem transmitidos pela linha
telefônica; quando chegam ao local de destino, são novamente
transformados em sinais digitais. Transmitem a uma velocidade
medida em BPS (bits por segundo).
• Estabilizador
Alimenta o computador com a medida exata de energia,
mesmo nas variações de energia.
• No-Break
Funciona com bateria. Utilizado para situações onde
mesmo na falta de energia elétrica ele continua alimentando o
computador com energia, o tempo médio pode variar de acordo
com o porte do No-Break. Os mais comuns mantêm o
computador ligado por 30 ou 45 minutos. Tudo isso para que as
informações não sejam perdidas e o usuário possa desligar o
computador com segurança.
• Filtro de Linha
Utilizado para limpar a energia que chega ao computador.
Evitando interferência em caso de outros aparelhos eletrônicos
estarem sendo utilizados ao mesmo tempo.
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SOFTWARE
• É a parte lógica do computador. Os programas que
permitem controlar a parte física (Hardware).
Tipos quanto à Distribuição:
• Freeware x Software Livre (Open Source, GPL, GNU)
Existem algumas diferenças simples que
distinguem um programa com o atributo Freeware do
Software Livre.
São semelhantes no que se refere a valores. Ambos
são gratuitos e são disponibilizados livremente pela
Internet ou em CDs sem haver a quebra de Direitos
Autorais.
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A grande diferença refere-se ao código fonte
(como é feito o programa). No caso do Freeware, os
códigos e comandos que foram desenvolvidos
podem ou não ser disponibilizados para um
usuário, ficando a critério do autor. Agora, no caso
do Software Livre, as linhas de comando e códigos
são disponibilizados livremente. O usuário tendo
acesso ao seu código fonte pode alterar seu código,
adaptar de acordo com suas necessidades e até
mesmo acrescentar novas linhas de comando ao
programa.
É importante lembrar que se um usuário criar
um programa baseado em um software livre, seu
código também deverá ser aberto.
• Exemplo de programas Freeware: Internet
Explorer e MSN Messenger.
• Exemplo de programas Software Livre: Linux,
Suíte Open Office, Mozilla Firefox,
Thunderbird entre outros.
Shareware
São programas pagos que necessitam de
uma licença, seja um número serial, código ou
arquivo para habilitá-lo.
- Exemplos de programas Shareware: Windows,
Suíte Office, CorelDraw entre outros.
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• Demo e Trial
Demo é uma demonstração do programa,
geralmente alguns comandos são desabilitados
como o salvar. Trial é semelhante. Porém, o
destaque maior não é em bloquear ou desabilitar
ferramentas e sim o uso total do programa por um
determinado tempo de uso. O tempo de uso pode
ser por dias ou quantidade de vezes de abertura do
software.
• Beta
Versões ainda em desenvolvimento. Podendo
apresentar falhas, bug’s, panes e até mesmo falhas
de segurança. São realizados testes até a versão
oficial.
TIPOS DE SOFTWARES QUANTO A FUNCIONALIDADE:
O software é toda parte lógica do
computador. Fazem parte do software: os
programas, o sistema operacional, os dados, o
compilador, o interpretador, etc. O software é
utilizado para gerir o funcionamento do
computador e ampliar sua potencialidade, para que
possamos ter a solução de um problema.
Podemos dividir o software em três grupos:
software básico (do fabricante), software utilitário
(de apoio) e software aplicativo (do usuário).
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• Software Básico
É um conjunto de programas que define o
padrão de comportamento do equipamento,
tornando-o utilizável, ou seja, são os programas
usados para permitir o funcionamento do
hardware. O software básico é orientado para a
máquina e torna possível a operação e a própria
programação do computador. Seus programas
se destinam a realizar tarefas básicas do
computador, como: acionar periféricos,
gerenciar buffers, mapear memória, manter o
relógio e a data, etc. Exemplo: Sistema
Operacional.
• Sistema operacional:
É um programa que gerencia todos os
sistemas internos da máquina, supervisionando o
funcionamento de todo o sistema e administrando
os recursos e facilidades do computador. São as
funções básicas que o computador realiza, tais
como: conhecer os seus periféricos, realizar tarefas
inerentes a ele, como copiar, apagar, mover,
renomear arquivos, etc.
Existem dois tipos de sistema operacional:
• Monousuário: um usuário com uma tarefa sendo
executada por vez. Exemplo: MS DOS.
• Multiusuário: Um usuário com mais de uma
tarefa sendo executada por vez. Exemplo:
Windows 95, 98, ME, 2000, XP, Linux, etc.
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• Software Utilitário
São programas desenvolvidos com
aplicações definidas, que facilitam a operação
do computador por parte do usuário.
• Software Aplicativo
São programas utilizados na automação
das rotinas comerciais, industriais e científicas. É
o conjunto de programas voltados para a
solução de problemas do usuário, ou seja,
executa uma série de instruções comandadas
pelo usuário.
RESUMO DA AULA
• Conceitos Básicos;
• O Processamento de Dados;
• Tipos de Computadores;
• Unidades de Medida (Bit, Byte, Kbyte...);
• A Placa-mãe e seus componentes;
• Memórias Internas e Externas;
• Sistema de Arquivos: Fat e NTFS;
• Periféricos;
• Softwares e Tipos de Softwares;
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