Tem gente que critica porque não sabe fazer
Tem gente que admira e até para pra ver
Você que me critica vem fazer o que eu faço
No meio do caminho você vai sentir cansaço
Você que me critica vem correr o que eu corro
No meio do caminho você vai pedir socorro.
Existem, aqueles Que querem mas não podemExistem aquelesQue podem mas não
queremEu quero, eu posso ... eu vou vencer...
BRASIL / acima / de tudo.
A tropa avançaEnquanto o bicho berraÉ DEUS, no céuE a PM aqui na terra
Eu tenho uma maniaQue já é tradiçãoDe nunca me entregarDe não cair no
chã[Link] isso quando eu vejoA faca na caveiraEu sei que vou ralarA minha vida
inteira.
Uniforme camuflado
Pouca água no cantilA mochila pesa muitoEm guarda alta o fuzil.O que estou
fazendoPouca gente quer fazerA fome, o frio é grandeE o sono é pra valer.
Mas se me perguntarem Eu respondo em alto tomÉ no fogo bem mais forteQue se
forja o aço bom”
Quem és tu o raio imortal
Gravado na barca tu és magistral
Todo de preto e o combatente urbano
Tu és o guerreiro, tu és o Rotamzeiro!
Tenho a força do urso e a coragem do leão
olhos de lince
veneno de escorpião.
Corre em nossas veias
sangue frio como o gelo.
Somos indiferentes a qualquer fustigação.
Pode preparar nosso brevê de metal
ou se preparar para o nosso funeral.
Temos força de um urso
E a coragem de um leão
Olhos de lince
Veneno de escorpião
Em nossas veias corre sangue Frio como gelo
Somos indiferentes
A qualquer fustigação
Se tu me desafia
Se prepara pra besteira
Eu vou te torturar
Com a minha faca de trincheira
Eu vou te torturar
Hop/ Haaaa
ouça o que eu vou te dizer,
esse curso, esse curso, eu dedico a você,
com amor e com carinho
a quem sempre me apoiou,
e agora eu vou dizer, como é que eu estou, estou ralando todo dia
e nunca mais vou me esquecer,
vou encontrar Rosa Maria,
e da a ela o meu brevê, rever meu neto a qualquer dia,
vovô o que o senhor fazia,
netinho a gente corria,
e não sabia aonde ia, mas um belo dia,
todo equipadão,
vovô se lançou,
da porta do avião,
a meu netinho como era bom,
se lançar lá do avião,
Sentir a brisa lá de cima,
E aferrar de encontro ao chão,
Ah vovô também quero,
Quando eu crescer,
Ter a minha boina,
Meu boot e meu brevê...