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Segurança e Auditoria de Sistemas

O documento aborda segurança e auditoria de sistemas, incluindo protocolos de segurança, tipos de malware, criptografia, e vulnerabilidades em redes e aplicações web. Ele discute também privacidade na internet, anonimato, e as diferenças entre a web superficial, deep web e dark web. Além disso, apresenta conceitos de engenharia social, spoofing, e técnicas de defesa em profundidade na segurança da informação.
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Segurança e Auditoria de Sistemas

O documento aborda segurança e auditoria de sistemas, incluindo protocolos de segurança, tipos de malware, criptografia, e vulnerabilidades em redes e aplicações web. Ele discute também privacidade na internet, anonimato, e as diferenças entre a web superficial, deep web e dark web. Além disso, apresenta conceitos de engenharia social, spoofing, e técnicas de defesa em profundidade na segurança da informação.
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Segurança e Auditoria de
Sistemas
I. Protocolos e padrões de segurança de rede e web
II. Softwares maliciosos
III. Ferramentas criptográficas e sistemas, hash, chaves simétricas
e assimétricas e esteganografia
IV. Proxy, VPN, Deep Web e Dark Web
V. Firewalls e detecção de intrusão
VI. Vulnerabilidades em web: Força bruta, inclusão de arquivo
malicioso
VII. Vulnerabilidades em web: SQL Injection, XSS, Remote
Command Execution
VIII. Elevação de privilégios em SOs
IX. Vulnerabilidades em redes sem fio
X. Spoofing e Man In The Middle
XI. Estouro de Buffer:
XII. Engenharia reversa e análise de softwares maliciosos

Senha root kali linux: brasilpandeiro

Usuários: arthurlim art

Comando para desativar o KVM (necessário para rodar o

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Comando para desativar o KVM (necessário para rodar o


VirtualBox):

sudo modprobe -r kvm_amd

Remover o -r para ativar novamente, se for usar o adb

Desativar o Firewall

sudo ufw disable/enable

#1 Introdução
Qual o objetivo do hacking? Obter dados (informação)
A Internet é um ambiente hostil
Dinheiro pra poha
Pilares da segurança da informação

• Integridade: A informação mantém sua origem e não pode ser


alterada

• Disponibilidade: resistência à falhas e manter o serviço ativo o


máximo de tempo possível

• Confidenciabilidade: Somente dar informações protegidas a


pessoas devidamente autorizadas, com autenticação

Princípios da segurança digital

1. Trust nobody and nothing


2. Assume a worse-case scenario

3. Apply Defense-In-Depth
4. Keep It Simple Stupid (KISS)

5. Principle of Least Privilege

6. Attackers can smell obscurity


7. TFM but never trust it

8. If it wasn’t tested, it doesn’t work

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8. If it wasn’t tested, it doesn’t work

9. It’s always your fault!

Agentes Externos
Um agente externo pode oferecer uma ameaça a um sistema que se
encontra em estado de vulnerabilidade, sendo o efetuador dos ataques
Vulnerabilidades:
1. Humana
a. engenharia social: usa da persuasão e ingenuidade do usuário
para conseguir informações importantes, se passando por
grandes empresa ou pessoas de confiança
2. Física (perímetro de segurança frágil)
3. Natural (terremoto, maremoto, inundação)
4. Hardware (chips, side-channel)
5. Software

a. zero-day: não é conhecida pelo fabricante ou empresas,


basicamente “novas”

b. one-day: conhecida e catalogada


6. Mídias (campos magnéticos)
7. Comunicação (canal inseguro)

Definições de malwares

• Adware — Propaganda integrada ao software, como pop-


ups redirecionando a sites maliciosos

• Trojan — Cavalo de troia, um software que esconde


uma carga com propriedade maliciosa que passa pelo
sistemas de segurança

• Exploit — Conjunto de instruções (código) para


explorar a vulnerabilidade

• Flooder — Gera grandes volumes de dados para


ataques de DDoS

• Keylogger — Captura as teclas digitadas do seu teclado

• Screenlogger — Captura a tela de um computador

• Spyware — Obtém informações relevantes do

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• Spyware — Obtém informações relevantes do


computador

• Vírus — Tenta se reproduzir em forma de outro código


para infectar cada vez mais máquinas, executando o vírus
junto do código

• Zumbis(bot) — Softwares que são usados em máquinas


infectadas para atacar outras máquinas

• Bomba lógica — Código inserido no malware para


“hibernar” até uma condição pré definida, assim evitando
ser encontrado. É diferente das bombas zip, que são zips
compactados para esconder trilhões de bytes

#2 Sistemas Criptográficos: Hashes,


Esteganografia, Cifras simétricas e
assimétricas
aescrypt É o sistema padrão atual de cifragem em sistemas atuais

Hashing
Função matemática cujo resultado é um valor de tamanho fixo e
sempre dá a mesma saída caso seja dada a mesma entrada a ela. É
impossível descobrir a entrada que gerou um hash.
Exemplo de hash com BCrypt 4 rodadas:

$2a$04$jkfDe83LCeZpJ9PPoLc0reyKyhHxSt3cP7l.B6eju/G2hEJ7itq4y

Usado para garantia de integridade, dado que uma mesma entrada


sempre gera a mesma saída se usada a mesma função de hashing.
Uma boa função de hashing deve:

• Resistir à colisão (duas entradas distintas que gerem o mesmo


hash)

• Ser unidirecional (impossível de encontrar M a partir de h(M) )

• Produzir efeito avalanche (mudar 1 bit altera drasticamente o

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Produzir efeito avalanche (mudar 1 bit altera drasticamente o


resultado)
Exemplos de algoritmos de hashing ultrapassados são SHA1 , ou
SHA160 , e MD5 . Alguns ainda usados no mercado são os SHA256 e
SHA512 (Secure Hash Algorithm)

Esteganografia
Esconder dados dentro de outros dados, como concatenar uma
mensagem minúscula numa imagem, de modo que visualmente não
mude nada, mas que sejam arquivos gerados totalmente diferentes, ou
o hash deles, por exemplo.
Arquivos compactados podem até ser colocados dentro de imagens,
inclusive imagens dentro de outras imagens.
Algumas informações na esteganografia podem ter senhas.

Um criminoso, Juan Carlos Abadía, usava desta técnica para


enviar mensagens aos seus comandados a partir de emails com
fotos da Hello Kitty.

Criptografia
Permite dois indivíduos trocarem informações em um canal inseguro,
de modo que a mensagem original só possa ser decifrada a partir de
uma chave, que neste caso somente os dois indivíduos conheceriam.
Difere da esteganografia pois ela não impede que seja descoberta a
existência do conteúdo, somente impede o seu significado de ser
descoberto por terceiros.
Princípio de Kerchoff: O único item que devemos manter em segredo
é a chave.
Uma boa criptografia deve conter:

• Difusão — Espalhar as características do texto claro para que não


apareça no texto criptografado, por exemplo caracteres que se
repetem (análise de frequência)

• Confusão — Não deve ser possível entender a relação entre a


chave e o texto cifrado

• Efeito avalanche — Modificar levemente o texto ou a chave muda


completamente a cifra

• Aleatoriedade — Não devem conter sequências inteligíveis ou


padrões, como caracteres especiais de tal nacionalidade

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padrões, como caracteres especiais de tal nacionalidade

• Segurança computacional — Custo para quebrar deve ser menor


que o valor da informação (força bruta), ou, se existir, um
algoritmo impossível de decifrar mesmo com tempo e poder
computacional infinitos

◦ One-time pad: Algoritmo teórico que seria incapaz de decifrar


pois a chave muda aleatoriamente, nunca foi feito

Cifras modernas

Cifras simétricas
• De fluxo — aplicado bit a bit ou byte a byte, deve ser rápida e
simples e foi bastante usada na web, como a Ricest Cipher ( RC4 ),
mas está obsoleta. Aplicava operações de XOR em cada bit para
obter a cifra

• De Feistel (bloco) — melhora a de fluxo ao inverter o texto várias


vezes e cifrar em blocos de X bytes, dando mais aleatoriedade e
servindo de base para outras cifras. Usado no Advanced
Encryption Standard ( AES-128 ), AES-256 e DES
Desvantagem: exige a troca inicial de chaves.

Cifras assimétricas (chave pública e chave privada)


Possui duas chaves, a chave pública, que é distribuída para todo
mundo, e a chave privada, que deve ser sigilosa. Somente a chave
privada pode descriptar uma informação cifrada pela chave pública.
Desvantagem: computacionalmente, exigem mais recursos, logo são
usadas somente no handshake inicial. Exemplo: RSA (O nome deriva
da sigla de seus criadores)
Nota: Nenhuma das duas cifras é mais eficiente que a outra, ambas
são usadas em conjunto

#3 Privacidade e anonimato na web


Não existe privacidade na internet. A todo momento você está
fornecendo dados, seja voluntariamente ou não (NSA), usando
sequestro digital (Ransomware), stalkers, e as fontes de informação
OSINT (Open Source Intelligence), como a Google, Linkedin,

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Facebook…, vende dados de qualquer usuário dessas plataformas.

• Vários escândalos, como a AT&T tendo uma fucking sala (641A)


cheia de espiões que monitoravam as ligações e email da
rapaziada; Chineses também tão usando chips com backdoor

• RÚSSIA, reconhecimento facial na rua e prisões injustas


Direito ao esquecimento — Direito de não permitir que um fato,
mesmo verdade, seja exposto ao público em geral e cause
constrangimentos, sendo considerado direito à vida privada,
intimidade e honra.

Redes descentralizadas (P2P)


Arquitetura de rede na qual cada nó terminal da rede funciona tanto
como cliente quanto servidor, assim compartilhando dados sem passar
por um servidor central. Perfeita para pirataria e compartilhamento de
arquivos ilegais, pois não tem monitoramento central e você consegue
basicamente enviar o que quiser pro outro usuário.
Uma rede P2P possui, constantemente, uma imensa quantidade de
usuários conectados em alta atividade de trocas de arquivos (incluindo
associados à praticas delitivas).
Empresas de mídia e órgãos de inteligência cibernética vêm
distribuindo arquivos falsos em rede de compartilhamento,
objetivando protegendo o arquivo original de ser distribuído
ilegalmente ou para monitorar usuários.

HTTP vs HTTPS
Define como são requisitadas as páginas da web, como são enviados
dados inseridos de formulários e como o servidor devolve essas
mensagens. O HTTP comum simplesmente envia texto claro, ou seja,
qualquer pateta com Wireshark consegue averiguar a requisição e
pegar teus dados de formulários ou algo assim.
Para resolver essa deficiência, criaram o HTTPS, que usa SSL (TLS/SSL)
para criptografar esses dados antes de trafegarem

Spoofing
Ténica usada para mascarar ou falsificar informações identificação,
como o endereço MAC, IP, emails, telefone ou outras merdas,
enganando os destinatários e fazendo-os acreditar que a comunicação

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enganando os destinatários e fazendo-os acreditar que a comunicação


é legítima, aí ele rouba teus dados via phishing ou te lança um vírus
cabuloso

Sites para ver informações relacionadas à sua rede e IP:

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O proxy não criptografa o tráfego, ou seja, não é boa opção para P2P,
porque os caras ou seu provedor de internet ainda sabem de onde
está vindo a requisição.

— Proxy gratuito, mas deve ser bucha

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Usuario poderá acessar paginas mesmo que estejam censuradas em


seu país e garantir que o seu tráfego não será interceptado por
terceitos.

Tarefa: Baixar o Tor

• Open Source, fork do Firefox

Não tem como bloquear a rede Tor, pois usam a porta TCP 443. Para
bloquear, tem que achar todos os nós Tor ativos e bloquear esses
endereços pelo firewall. A parte boa é que o projeto Tor oferece os
endereços desses nós

• Tor Metrics — Coleta dados da rede Tor e serviços relacionados,


arquiva dados históricos

Deep web e Dark Web


1. Surface web — Serviços que podem ser encontrados por qualquer
motor de busca (indexados)
2. Deep Web — Bancos de dados acadêmicos, documentos legais,
papers científicos, repositórios, papéis do governo, registros
médicos, dentre outros
3. Dark Web — TOR, tráfico de drogas, armas, atividades ilegais e
críticas ao governo. Essa que é a parte paia

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Ross Ulbricht, conhecido como Dread Pirate Roberts, criou um


império do comércio ilegal na Deep Web, conhecido como Silk
Road. O site continha comércio de drogas, armas, e foi feita uma
extensa operação para que o criador fosse capturado, exigindo
um deslize de menos de dois minutos no qual Ross fez uma
pergunta suspeita num fórum usando o nome real

#4 Mapeamento de Ambiente
Computacional

Portas+\
Header de um pacote TCP:

Software ou processo servindo de ponto final de comunicações em um


sistema operacional hospedeiro, identificando aplicações e processos
de um computador.

• Identificada por um número de 16 bits

• É adicionado ao IP do computador, completando o destino

• Pacotes são enviados na rede para um IP de destino, e depois de

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• Pacotes são enviados na rede para um IP de destino, e depois de


encontrado o destino ele se encaminha ao processo específico
ligado ao número da porta específico

• Primeiras 1024 portas — reservadas pelo SO para comunicações de


rede

◦ 80 — HTTP

◦ 53 — DNS

◦ 441 — HTTPS

◦ 21 — SSH
Aplicações e execuções de serviços comuns costumam ser
especificamente reservados, números bem conhecidos de porta para
receber solicitações de serviço das maquinas
As primeiras 1024 portas são reservadas (”Well Known Ports”).
Geralmente, estão reservadas para os processos sistema (daemon) ou
aos programas executados por utilizadores privilegiados.
Tradicionalmente associadas aos protocolos TCP e UDP da camada de
transporte.
netstat

Netcat (nc)
Chamado também de canivete suíço do TCP/IP, é utilitário de rede
capaz de enviar e receber dados através de conexões de rede, usando
o protocolo TCP, sendo ferramenta de depuração e explosão de rede
rica em recursos, como abrir portas do seu computador (listen) e
tunelamento de comunicações. Já vem no Linux.

Bind shells & Reverse Shells


Ataques que permitem com que um atacante entre em uma máquina
comprometida e execute comandos remotamente nela. O nome,
claramente, vem de Shell, que é o terminal de comando do sistema
operacional (PowerShell, cmd, bash).

• Bind shell — O atacante é o hacker e o alvo age como o servidor. É


mais difícil, pois exige que o alvo tenha uma porta aberta, o que é
incomum para servidores.

• Reverse shell — O atacante é o servidor e o alvo é a máquina


atacante, é o contrário do Bind Shell. Geralmente é mais efetivo,

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pois há menor chance de haver um firewall impedindo a conexão.

# Abrindo o servidor (listener) nc -lvp <porta> -e /bin/bash #


Entrando no servidor (attacker) nc <ip_servidor> <porta>

Útil para execuções remota de comando em host comprometidos,


comum em backdoors

Descobrindo dispositivos na sua rede —


Netdiscover
Para funcionar, ambos dispositivos devem estar na mesma rede. No
VirtualBox, colocar as duas redes como host-only

sudo netdiscover -i <nome_rede> -r <mascara_de_ips>

Mapeando a rede — Nmap


O nmap é um utilitário para mapeamento (port scan) de rede e
auditoria de segurança, utilizado por profissionais de segurança
cibernética e iniciantes para auditar e descobrir portas abertas locais e
remotas, além de hosts e informações de rede. Ideal para identificar
serviços ou servidores de uma rede.
Os recursos de nmap incluem:

• Descobertas de hosts: Identificando hosts na rede

• Scanner de portas: Mostrando as portas TCP e UDP abertas

• Detecção de SO e versão: Interrogando serviços na rede para


determinar a aplicação e o numero da versão

• Detecção do sistema operacional - Remotamente determina o


sistema operacional e as características de hardware do host
(ex:MAC)

• Detecção de vulnerabilidades — Executando scripts atomizados

nmap [Link] -p-

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IDS - Intrusion Detection System


Monitora ambientes computacionais em busca de eventos que
possam violar regras de segurança, como comportamento incomum,
malwares, trojans e invasões de nós. Sua função resume-se em
monitorar e entregar os dados aos profissionais, que então decidem
como interpretá-los e o que deve ser feito.
Funciona coletando dados, armazenando-os e analisando(tempo real)
padrões comportamentais, fluxo de dados, horários, dentre outros.
Com essas informações, aliado ao conhecimento prévio de padrões de
ataque, é possível discernir se o evento malicioso ou não.
Existem modelos baseado em host e outro baseado em rede.
A Coleta dados de variadas formas, desde inputs e outputs, arquivos
salvos em computadores, tabelas de regras, etc. Também pode analisar
a camada de rede do TCP/IP e ver pacotes que entram e saem, e
outros.

IPS - Intrusion Prevention System


O sistema de prevenção de intrusão (IPS), por outro lado, representa o
comportamento de um IDS ativo, ou seja, é projetado com o objetivo
de bloquear automaticamente a atividade maliciosa, seja por
configuração de firewalls e comutadores ou outras técnicas, como
encerramento de conexão via envio de pacotes reset.

SNORT — Open Source Network based Intrusion Detection


Interface (IDS/IPS)

[Link]

CVE - Common Vulnerabilities and Exposure


Base de dados internacional e pública para catalogar falhas de
segurança, objetivando padronizar nomes para todas as
vulnerabilidades conhecidas. É mantida por um esforço colaborativo
da comunidade e o CVE Editorial Board.

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HoneyPots
Usados para enganar hackers expondo vulnerabilidades conhecidas. Se
um hacker acha um HoneyPot, é comum que ele fique em torno desse
pote por um tempo. Nesse meio tempo, ficam investigando o cara pra
ver suas ações e técnicas.
Geralmente possui serviços comuns em execução : http(80), ftp (21),
entre outros.
Pode também haver a configuração do firewall para redirecionar o
tráfego em algumas portas para um HoneyPot, e o caba acha que tá
conectando num servidor real.
Como o pote de mel deve parecer real, devem ser criados alguns
arquivos de dados, contas de usuários, entre outros, todos FALSOS,
para garantir que o hacker pense que se trata mesmo de um sistema
real, o que fará com que o hacker queira ficar mais tempo no pote, e
poderemos assim gravar mais atividades do mesmo.

#5 Prática: Invadindo máquina


Metasploit 2
Vamos usar o Metasploit via linha de comando no Kali Linux e invadir
uma máquina Metasploit. Para começar, abra duas máquinas virtuais,
uma é a do Metasploit, que você deve procurar na internet, e o Kali
Linux, que vai ser a máquina que invadirá.
É importante que a configuração de rede da máquina Metasploit 2
esteja como Host-only , pois assim se isola o ambiente de rede da
máquina alvo e impede que outra pessoa na rede acesse ela (afinal ela
já foi configurada pra não ter quase nenhuma defesa). É importante
também escolher a opção no VBox de criar um IP pelo DHCP e pegar

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também escolher a opção no VBox de criar um IP pelo DHCP e pegar


esse IP na máquina rodando ( ipconfig ), pois usaremos ele para
identificá-la.

O Metasploit é uma ferramenta open source baseada em


Ruby utilizada por invasores e hackers éticos para testes de
penetração por linha de comando, já vindo pré instalada no
Kali Linux. É compatível com diversas linguagens e tem
milhares de exploits e payloads (carga útil de um malware)
pré configurados, por exemplo, um ransomware que
criptografa seus dados. Deste modo, é um framework
utilizado para simular ataques, testar defesas e verificar falhas
de segurança.

Comandos:

msfconsole # Abre o console do Metasploit search


<nome_vulnerabilidade> <opcional: versão> use
<vulnerabilidade> set RHOST <ip_maquina_alvo> exploit # ou run

Com isso, por exemplo, em um ataque de Reverse Shell, o terminal da

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Com isso, por exemplo, em um ataque de Reverse Shell, o terminal da


máquina alvo está acessível.
Outros comandos:

show payloads # Mostrar payloads de ataques disponíveis show


options # Mostrar opções para preencher para o ataque, algumas
opcionais

Nota: Nunca levante um serviço ou servidor como root !!

Exemplo de outro ataque, um algoritmo de força bruta que testa


vários nomes de usuários e senhas para tentar conseguir acesso a uma
máquina.
Faz-se necessário dois arquivos: um arquivo [Link] , que
conterá vários nomes de possíveis usuários, e [Link] , que conterá
as senhas a serem testadas.

msf > use auxiliary/scanner/ssh/ssh_login msf


auxiliary

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'msfadminghkjgkg:msfadminhuyuimsfadmin'

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A elevação de privilégios costuma ser necessária após a obtenção de


acesso não autorizado a um determinado alvo.
Empreendida em duas etapas:
1. Enumeração ( identificar informações acerca do sistema alvo)
2. Exploração ( abusar de vulnerabilidades porventura existente)

Pode ser obtida por: ——→ Prova (dissertar uma ou duas


delas)

1. Força bruta em hashes de senhas de baixa complexidade


2. Arquivos privativos de autenticação ( id_rsa )

3. Vulnerabilidades de hardware (chipset)


4. Vulnerabilidades de software

5. Vulnerabilidade d

6. Permissões sudo
7. Tarefas agendadas

8. Permissões SUID

Comandos Linux para xeretar a máquina (cat


— Visualizar arquivo)

# Identificar informações acerca do sistema: uname -a # Obtém


informações do SO, kernel, processador, etc. cat /etc/issue #
Informações da distro Linux cat /proc/version # Outras
informações do kernel, distro, instalação # Nota: o diretório
proc é um diretório VIRTUAL criado na hora que boota, ou seja
# ele não existe fisicamente no disaco, é criado
dinamicamente. Serve como meio # de comunicação entre kernel
sem precisar de System Calls e isolando comandos # Identificar
informações acerca dos usuarios: id # Lista quais grupos seu
usuário está incluso whoami # Diz quais permissões teu usuário
tem sudosu # Transforma o terminal em super terminal sudo -l #
Lista quais binários você pode rodar como sudo cat /etc/passwd
# TODAS as senhas de todos os usuários do sistema ls -lah /

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# TODAS as senhas de todos os usuários do sistema ls -lah /


etc/passwd # Quem pode ler tal arquivo cat /etc/shadow #
Contém os hashs das senhas groups # Grupos # Rede cat
~/.bash_history # Histórico do terminal find / -name id_rsa
2>/dev/null # cat /home/user ps aux # Processos top #
Processos atuais rodando env # Mostra as variáveis de ambiente
hostname # Nome da máquina na rede route # Verifica gateways
ping <nome_maquina_rede> # Verifica a conexão da máquina com a
internet # Módulos do kernel # Tarefas agendadas cat /etc/
crontab ls /lah /etc/cron* # Histórico cat ~/.bash_history cat
~/.mysql_history # Pacotes vulneráveis dpkg -l mysql --version
sudo --version snap --version

Nota: o LinPeas e LinEnum ajudam a executar todos esses comandos


automaticamente e mais bonitinho pra você já ter tudo de mão beijada.

Força bruta para decifrar hashes


Usar os arquivos /etc/passwd/ e /etc/shadow/ (precisa de sudo )
Usamos o john para processar o arquivo de shadow e testar por força
bruta possíveis senhas, usando o [Link] (arquivo lotado de
senhas populares, vem no Kali)

john --wordlist=/usr/share/wordlists/[Link] <arquivo> # O


arquivo deve ser uma junção dos arquivos de senha e shadow de
senhas. Desse # modo, o john vai usar as senhas do [Link]
para testar cada uma das senhas john shadow --show # Cita as
senhas já descobertas

Ao fazer a chave SSH:

ssh-keygen -t rsa

A chave SSH fica salva num arquivo lá, id_rsa . Podemos


usar ele pra hackear o SSH do cara
Comando do john para hacker o SSH

ssh2john id_rsa > hash_ssh.txt john hash_ssh.txt --

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ssh2john id_rsa > hash_ssh.txt john hash_ssh.txt --


wordlist=/usr/share/wordlists/[Link]

Nota: Nunca fazer backup de um arquivo shadow (aviso de amigo)


Descobrindo senhas da funbox:

download /etc/passwd /tmp/passwd_funbox download /etc/shadow /


tmp/shadow_funbox

#7 Vulnerabilidades de Hardware
(Chipset)
Resultantes do modo de operação (falho) de dispositivos físicos.
Podem ser explorados fisicamente ou remotamente

• CVE-2020-0069

• CVE-2019-8900

• CVE-2017-5756 (Meltdown em Intel)

Dia 13/04 — Trabalho (fodeu)


Dia 20/04 — Exame dissertativo

Com elevada frequência não podem ser sanadas através de


atualizações a nível de software(ex.: drivers), sendo necessário a
substituição do hardware problemático (recall).

Vulnerabilidades de kernel
• Referem-se a falhas de segurança ou fraquezas no núcleo do SO
(kernel)

• Quando ocorrem podem permitir que atacantes obtenham acesso


a informações não autorizadas(confidenciais) ou que assumam o
controle administrativo da maquina alvo.

• Podem ser explorados até remotamente e sem o usuário fazer


nada (zero-click)

• Crucial manter as atualizações em dia

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Crucial manter as atualizações em dia


Usar o uname -r pra descobrir a versão do kernel, aí lançar a braba

Exemplo:

• Ubuntu 18.04.01

• CVE-2018-18955 (Linux 4.15.x < 4.19.2)

Vulnerabilidades de aplicações
Referem-se a falhas de nivel de codigo, de seguraça ou deficiencias de
configurações presentes em um produto de software.
Exemplo

• CVE-2019-7304 (Dirty Sock) — Impacta o package


manager snapd 2.37 pra baixo, onde você cria um novo
usuário sudo
(Versão 1), versão
2 é 46363

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Tarefas agendadas
Cron é um utilitários Linux que executa comandos agendados,
colocados na tabela Crontab, que é um arquivo de texto em /etc/
crontab de formato específico com o script a ser executado e o dono
do script. Por exemplo, um administrador cria um script de backup
com permissões especiais e você usa ele.
/etc/cron.d

Arquivos com permissões SUID (Set-User ID)


Quando um arquivo ou diretório é criado, algumas permissões são
dadas automaticamente: o usuário que criou (dono), o grupo do dono,
e os outros usuários que não são o dono. As permissões podem ser de
leitura, escrita ou execução (r, read, 4) (w, write, 2) e (x, execute, 1)
GTFO Bins
Existe também uma opção SGID, que é igual o SUID só que para
grupos
find . -exec /bin/sh -p \: -quit

find — Procura algo

. — Diretório atual (faz com que o find sempre retorne True)

-exec — Executa o arquivo encontrado

/bin/sh — Shell padrão do sistema

-p

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(4) Segurança e Auditoria de Sistemas | Notion [Link]

\:

-quit

Esse script executa o comando do find a partir do usuário


dono do arquivo, ou seja, se o dono do arquivo for root , o
comando também será executado como root

find /etc/passwd -exec “/bin/sh” -p/

Permissões especiais para arquivos em SOs com kernel Linux;

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