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O documento apresenta um plano de ensino sobre liturgia, destacando a etimologia da palavra e sua evolução histórica, desde o contexto grego até a sua aplicação no cristianismo. Discute a importância da liturgia como culto público e sua relação com a Palavra de Deus, enfatizando a necessidade de compreender o sentido espiritual das celebrações. Além disso, aborda a evolução dos ritos litúrgicos e a centralidade da assembleia celebrante na prática da fé cristã.
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O documento apresenta um plano de ensino sobre liturgia, destacando a etimologia da palavra e sua evolução histórica, desde o contexto grego até a sua aplicação no cristianismo. Discute a importância da liturgia como culto público e sua relação com a Palavra de Deus, enfatizando a necessidade de compreender o sentido espiritual das celebrações. Além disso, aborda a evolução dos ritos litúrgicos e a centralidade da assembleia celebrante na prática da fé cristã.
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13/02/2026

Liturgia I
Prof. Eduardo Pugliesi

Apresentação do plano de ensino.

Trabalho: entrega 10/04


Documento Sacrosanctum Concilium (1-46)
Produzir um texto dissertativo, manuscrito, como se você estivesse escrevendo para um
“jornal da paróquia”.
Parágrafo 7. Quem celebra é a Igreja.
Fazer na folha de avaliação.

Etimologia da palavra liturgia: é da língua grega (laós=povo + érgon=serviço/obra) é a junção


dessas duas palavras.
Língua grega: leitourguia.
A origem da palavra no grego clássico, um serviço/ uma obra em favor do povo. A partir do
séc. II a.C., no Egito, a palavra foi aplicada ao contexto religioso.
A palavra liturgia inserida para o povo egípcio, é entendida ao serviço dos sacerdotes e
sacerdotisas dos templos da religião egípcia.
A palavra liturgia foi usada pela primeira vez no “ambiente judaico” na "septuaginta” ou dos
“setenta”. Foi usado para indicar o serviço de adoração a Deus desempenhado pelos
sacerdotes e levitas, no Templo.
A palavra Septuaginta reserva as palavras latreia e douleia (adoração, honra).
Leitourguia– é usada cerca de 150 vezes para significar o culto oficial da religião judaica
realizado no Templo de Jerusalém.
A palavra aparece no NT, sendo usado 15x.
Novidades do NT: em sentido existencial-cristão e para referir-se à oração cristã (um só caso).
Liturgia aparece apenas uma vez indicando ritualidade, aparece em Atos dos Apóstolos 13,2.
I Carta de São Clemente Papa aos Coríntios: “O Senhor ordenou que as ofertas e as
liturgias fossem realizadas, não ao acaso ou desordenadamente, mas em circunstâncias e
horas determinadas”. (40,2)
Mediator Dei (Pio XII – 20/11/1947) “...A sagrada liturgia é o culto público que o nosso
Redentor rende ao Pai como cabeça da Igreja, e é o culto que a sociedade dos fiéis rende à
sua cabeça, e, por meio dela, ao Eterno Pai. É, em uma palavra, o culto integral do corpo
místico de Jesus Cristo, ou seja, da cabeça e de seus membros” (MD 17)

Sacrosanctum Concilium (CV II– 04/12/1963) - Com razão, se considera a Liturgia como o
exercício da função sacerdotal de Cristo [...]; nela, o Corpo Místico de Jesus Cristo - cabeça
e membros - presta a Deus o culto público integral. Portanto, qualquer celebração litúrgica
é, por ser obra de Cristo sacerdote e do seu Corpo que é a Igreja, ação sagrada por
excelência, cuja eficácia, com o mesmo título e no mesmo grau, não é igualada por nenhuma
outra ação da Igreja.” (SC 7)
A liturgia vai além do pode ou não pode, tem o seu lado espiritual.

20/02/2026

Profanos = aquilo que está fora da porta do templo. Não é um sentido negativo, provém do
grego.
A antiga liturgia era relacionada ao direito canônico devido ao fato de ser um conjunto de
regras e normas daquilo que se deve ou não fazer. Esvaziando-se assim o sentido espiritual da
liturgia.
A reação da ala conservadora com a busca pela recuperação do passado se dá devido ao
progressismo com seus discursos sociais, a descentralização de Deus, empobrecendo o
mistério e a liturgia.
Aplicar a reforma proposta pela Igreja e não a “reforma pessoal”, ou seja, aquilo que quero ou
penso.
As “naturezas graves” pensam na busca da finalidade de algo e não se deixa “brincar” com
Deus.
Finalidade tentou descrever sobre as naturezas graves, que buscam gastar menor esforço e
objeto para obter resultado.
Sentido, merece existir por elas mesmo, não tendo finalidade, mas tendo sentido.
O pragmatismo é um “câncer” para o desenvolvimento humana, social, religioso, é mergulhar
o pensamento humano numa superficialidade e sem deixar-se aprofundar com o sentido das
coisas, relações e situações.
27/02/2026

Palavras importantes do texto de Guardini: Finalidade e sentido.


Algumas coisas da vida não devem ser lidas com a ótica da finalidade, mas com a realidade
do sentido, assim como a flor citada no texto.
A finalidade não é a busca daquilo que desejamos, mas é o sentido da existência, as realidades
que nos tocam.
A liturgia reside no campo do sentido e não da finalidade.
Qualquer pessoa pode ser batizada, com o efeito de que faça o que a Igreja faz e o que Cristo
fez. Tendo água limpa e repetir o que João Batista fez.
Não instrumentalizar algo que quero embutir na cabeça das pessoas.
Reduzir algo de natureza específica em pedagogia pessoal, como por exemplo a eucaristia.
A finalidade leva ao minimalismo litúrgico.
Ars celebrandi = a arte de celebrar. Saber gozar do momento.
A pergunta não é para quê finalidade, mas o sentido que carrega o ato.
O Filho que brinca diante do Pai, não tem finalidade alguma.
A liturgia é um brincar diante de Deus, e isso não tira sua seriedade. As crianças levam a sério
suas brincadeiras.
Anáfora = levar, portar, conduzir, para cima.

06/03/2026

Obra: Introdução ao Espírito da liturgia, de Joseph Ratzinger (Bento XVI)


No início do texto faça uma análise do texto de Romano Guardini, falando da “brincadeira”,
da liberdade, para que assim possamos fugir da dureza da vida.
Apresenta fugir da evasão do cotidiano para que possa conseguir suportar o fardo do dia a dia.
Essa “brincadeira” não pode ser aplicado a todo tipo de ambiente. A metáfora é boa, mas não
é 100% aplicada na realidade. Tem sempre algo que mostra o limite da própria metáfora.
As crianças brincam com as profissões sem o peso. A liturgia é uma brincadeira leve que nos
antecipa o céu, o encontro celeste de adoração que viveremos no encontro com Deus. É uma
antecipação da vida adulta.
Transparecer o céu na terra através da liturgia, das orações como o prefácio que fala sobre as
potestades e assim por diante.
O verdadeiro acréscimo de Ratzinger que vai ser fundado na questão bíblica. Diferente de
Guardini que pouco cita.
Acompanhar o povo de Israel na saída do Egito vai ser o pano de fundo.
Ratzinger usa a palavra finalidade, mas com a finalidade do Êxodo.
1ª finalidade: possuir uma terra prometida.
2ª finalidade: servir a Deus no deserto. É um servir com a intenção de culto, adorar a Deus...
A medida do culto do Deus de Israel é o próprio Deus. Faraó manda em tudo no Egito, menos
no culto do crente.
Moisés mediou o diálogo com o faraó para seguir a orientação de Deus. A negociação se dá
por conta do culto a Deus e não pela aquisição de uma nova terra.
O que faz Israel diferente de outros povos é o seu culto a Deus e ser escolhido por Deus.
A liturgia celebrada pelo povo de Israel é muito mais do que o culto exterior, mas parte da
realidade interior.
Deus estabelece dois modos que deve se corresponder é através do culto/liturgia, moral e
direito.
A terra interior (Sinai), aquilo que Deus marcou naqueles homens e mulheres de Israel é além
do exterior, é o sentido de vida permitindo que Deus governe dentro deles.
O culto interior vai se dar na oferta exterior.
O Pentateuco é ensinado todo fora de Israel.

10/03/2026

Deus precisa de uma instituição para se revelar. No culto que celebramos o adoramos,
elevamos louvores à Ele.
A apostasia é sútil, querendo adorar o deus invisível que tirou o povo do Egito, eles fazem a
imagem de um bezerro de ouro, um novilho, para cultuar. Tudo isso se dá porque Moisés
subiu ao monte Sinai e demorando a retornar, ao povo se chega à conclusão de que Moisés
teria morrido.
A não permissão de imagens para o povo de Israel acontece para não se cair no paganismo dos
cultos presentes. Após, Cristo se encarnar, se deixar tocar e ouvir, as imagens puderam ser
elaboradas, porque Deus se deu a conhecer no seu Filho.
A criação essencialmente humana é um perigo, é tirar o sentido da liturgia ao culto de Deus e
referenciar ao homem, seus interesses e vontades.
Teologia apofática cultual – o silêncio da oração.

A liturgia na era dos mártires (séc. II e III)


Os pais da liturgia são o judaísmo e o greco-romano.
A missa era celebrada em grego. Não era celebrada em latim.
O latim era regionalizado e depois toma uma expansão maior.
O que Jesus manda fazer são quatro ações: tomar, dar graças, partir e distribuir. Com o cálice:
tomar, dar graças e distribuir.
Procissão ofertorial deve-se fazer, principalmente em missas solenes.
Toda ação que Jesus pede para fazer se realiza durante o ofertório até rito da comunhão.
Oração pela Igreja de modo universal sempre teve presente.
Prefácio – dizer diante de Deus.
Jesus não manda repetir as suas palavras ditas na consagração. As palavras da consagração já
são ditas no prefácio. As palavras da consagração são uma anamnese.
Os cantos de santo e glória são teofânico.
No início os cristãos celebravam nas casas (Domus ecclesiae).

13/03/2026

Estudo sobre as anáforas – A Anáfora da Traditio Apostolica (atribuída a Hipólito)


A diferença do rito romano para os outros é a epiclese antes da oração de entrega.
O culto cristão na Igreja do Império (313-590 d.C.). Um império romano tardio, que estava se
esfacelando.
Constantino poderia ter se convertido e batizado ao cristianismo, mas não se sabe ao certo se
verdade, mas sua mãe foi uma cristã assídua. Talvez o seu interesse em liberar o culto, seria
uma forma de controlar o povo e cair em graças.
No ano de 380, o cristianismo se torna a religião oficial.
Monacato surge com o martírio branco, sem o derramamento de sangue.
Egéria, um livro sobre a liturgia, descrito por Egéria que vai até Jerusalém e participa da
semana santa lá.
O surgimento dos textos litúrgicos se dá entre os sécs. IV a VII. Maior organização, maior
frequência, improvisações “incompetentes”, heresias e intercomunicação entre as Igrejas.

27/03/2026

Os textos litúrgicos surgem ao fato de a Igreja celebrar não somente mais aos domingos, mas
diariamente. Assim, começaram a escrever para uma melhor organização, para evitar
improvisações e heresias.
A intercomunicação entre as Igrejas: Constantinopla e entre outras que queria celebrar igual
ao papa.
Uma diversificação de ritos: Antióquia – liturgia siro-ocidental; Alexandria – liturgia egípcia;
Constantinopla – liturgia bizantina. Todos são católicos, mas celebrando em ritos diversos.
(Lado oriental)
Lado ocidental: liturgia Romana, Norte-Africana, Ambrosiana, Moçárabe, Galicana e Celta.
Gregório Magno foi uma grande figura para a liturgia.
No tempo dele o império romano começa a esfacelar e a Igreja era única a permanece e tomar
para si algumas particularidades romanas.
Ele fomenta as escolas de canto. Cuida de firmar uma liturgia de Roma, dá um perfil a liturgia
de Roma.
Liturgia Romana “pura” (séc. V-VIII) – caráter do gênio romano: elementos formais –
precisão, sobriedade, brevidade e escassa concessão ao sentimento. Elementos teológicos – a
oração litúrgica romana é, praticamente, direcionada ao Pai, por Cristo, no Espírito.
A evangelização ao norte da Europa faz com que a liturgia seja “contaminada”.
É do Norte que vem o Veni Creator, a composição de um supplementum: a hibridização,
anarquia.
Norte da Europa vive uma vivacidade pela presença do cristianismo, enquanto Roma está
estagnada, sem criatividade.
Na migração oriental para Roma: sete papas orientais. Introdução do: Agnus Dei, Adoratio
Crucis (Sexta-feira Santa) e algumas festas marianas (Assunção, Natividade, Purificação e
Anunciação).

17/04/2026

A Palavra de Deus na Liturgia


Uma realidade convocatória, revelatória e performativa. A iniciativa de Deus em chamar,
convocar as pessoas.
É revelatório porque revela Deus e quem nós somos.
Toda a ação litúrgica da Igreja possui uma Palavra que a convoca e justifica.
Somos a religião da Palavra e da escuta. Cristo como Palavra, Ele mesmo é a Palavra.
A Palavra não se encerra nos livros, pois eles não contêm Deus absolutamente, pois Deus não
tem fronteiras, não podemos colocar fronteiras na sua ação divina.
Cristo e a Escritura: a Escritura dá testemunho de Cristo (Jo 5,39); Cristo leitor e Homileta
(Lc 4, 16-21); Cristo intérprete da Escritura (Lc 24, 27).
Antigo Testemunho sobre a Liturgia da Palavra: Da apologia I de São Justino de Roma
“No dia que se chama do sol, celebra-se uma reunião de todos os que moram nas cidades ou
nos campos, e aí se leem, enquanto o tempo o permite, as memórias dos apóstolos ou os
escritos dos profetas. Quando o leitor termina, o presidente faz uma exortação e convite para
imitarmos esses belos exemplos. Em seguida, levantamo-nos todos juntos e elevamos nossas
preces (Apologia I – 67,3-5).
Dei Verbum – fala sobre a palavra de Deus.
Sacrosanctum Concilium vem antes da Dei Verbum.
O Concílio uma grande assembleia reunida que “ouviu religiosamente a palavra de Deus e a
proclamou com confiança.” – Lopez Martín
A palavra não é o único lugar, mas é um lugar privilegiado para encontrar Deus.
O Concílio afirma que “a liturgia da Palavra e a liturgia eucarística estão tão estritamente
unidas que formam um único ato de culto.”
Tudo aponta para Jesus Cristo, a liturgia deve ser centrada no Cristo em sua Palavra e
eucaristia.

24/04/2026

Cristo é a Palavra e Cristo venera a Palavra escrita.


Eucologia são os prefácios, os hinos, as orações eucarísticas, a oração da coleta. São todas as
orações baseadas na Palavra, na Escritura.
Trajetória para a criação dos lecionários:
1° leitura contínua da escritura (até onde o presidente mandasse).
2° anotações às margens do texto bíblico.
3° elaboração de uma lista com as anotações de margem.
4° Compilações dos textos em livros: Lecionário, Epistolário, Evangeliário (Livros
Litúrgicos).
5° Missal plenário.
6° CVII: separação da parte “lecional” do missal.

A assembleia celebrante (um sinal epifânico da Igreja de Cristo)


Deus desejou congregar um povo
 A assembleia cultual no deserto (Ex 19 e 24)
 A assembleia cultual no pós-exílio (Ne 8-9)
 A primeira comunidade cristã (At 2,42-47)

As ações litúrgicas não são ações privadas, mas celebrações da Igreja, que é “sacramento da
unidade”, isto é, povo santo reunido e ordenado sob a direção dos bispos.

08/05/2026

A assembleia celebrante
Não é desejável celebrar sozinho, batizar privado.
Não tem rito adaptado para isso, um formulário.
Jesus não era casta raça sacerdotal da tribo de Levi, pois ela era da tribo de Judá.
Jesus é sacerdote, altar e cordeiro.
1Pd 2,9 – o povo chamado de sacerdote, um sacerdócio régio.
Momento epifânico do sacerdócio se dá na celebração.
A assembleia reunida com o seu bispo representa de forma integral a Igreja.
Dimensões do sinal-assembleia: dimensão comemorativa, manifestadora e profética.
As antinomias da assembleia: unitária e diversa; carismática e hierárquica; eu e tu unidos pela
fraternidade; canais de expressão do eu e do nós.
Ativo não é fazer coisas exuberantes, trabalho, mas que as pessoas participem.
Ter uma consciência formada para saber ouvir e observar.
Ex opere operato – validade (a partir da obra operada).
Ex opere operante – não toca a validade, mas a subjetiva frutuosidade. (a partir da obra
operante).
Na Igreja tem três ministérios: Ordenados, instituídos e reconhecidos.

A música na Liturgia
Jesus participava das liturgias sinagogais que sendo, basicamente Liturgia da Palavra,
continham em sua estrutura o canto de Salmos.
Toda sinagoga tinha canto, o canto de Salmos.
Jesus tinha acesso a musicalidade e ao Salmos de seu povo, e provavelmente os cantava.
Mt 26, 30 “Depois do canto dos Salmos, dirigiam-se eles para o monte das Oliveiras”.
Templo = sacrifícios
Sinagoga = palavra
Mesas = fraternidade

19/05/2026

A música na Liturgia

A música é parte integrante da Liturgia solene.


A Igreja aprova e aceita no culto divino todas as formas autênticas de arte, desde que dotadas
das qualidades requeridas.
Oficialmente o canto próprio da Liturgia romana é o canto gregoriano.
Existem outros tipos de música, porém devem estar em harmonia com o espírito da ação
litúrgica.

A Eucologia no Rito Romano


No Rito Romano, denomina-se eucologia (do grego euché, oração, e logos, discurso ou
tratado), seja o estudo das orações, quanto o conjunto das fórmulas oracionais utilizadas na
celebração litúrgica.
Trata-se, do patrimônio textual das orações da Igreja, especialmente conservado nos livros
litúrgicos, por meio do qual a lex orandi exprime e transmite a lex credendi. A eucologia não
possui apenas uma função estética ou ritual, mas constitui verdadeiro lugar teológico, no qual
a fé da Igreja é confessada, celebrada e transmitida.

22/05/2026

Continuação da aula sobre a Eucologia do Rito Romano


Na oração da coleta: Ó Deus = invocação;
Pela glorificação do vosso Cristo nos abristes as portas da eternidade... =
anamnese/memória/lembrança;
Concedei-nos vos pedimos, que a participação em tão grande dom aumente o nosso fervor e
faça crescer a nossa fé. = epiclese;
A temática traz a referência da oração se é super oblata (sobre as oferendas) ou oração do dia.
A oração do dia tem uma conclusão.
Anamnese é uma “recordação” de fatos passados. Lembrar das maravilhas de Deus é louvá-lo.
Na Eucaristia, existe uma dimensão sacrificial ou sacrifical que não é referida à cruz de Cristo
imediatamente, mas refere-se à oferta da Igreja, ou seja, pão e vinho, por consequência, com
ela a vida dos fiéis.
A Lex Orandi expressa que o sacrifício oferecido não é necessariamente o da cruz, mas é
sobre as oferendas apresentadas como o pão e o vinho, a coleta, alimentos... e devem ser
colocados aos pés da mesa do altar.
“Olhai as oferendas apresentadas...” para que Deus veja o seu Filho nessas oferendas.
O presidente = preside por estar a frente de... o Pai está a frente como aponta o prefácio.
Escatocodo de transição que leva ao hino no prefácio.

29/05/2026

As vestes litúrgicas

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