RELATÓRIO
DE AULAS DE LABORATÓRIOS
Disciplina Programação I
Nome do Turma
Estudante Número
Docente Admiro Chinapaie, MSc Data __/04/2024
[tema: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx ]
II Semestre de 23/24
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ESTRUTURA DO RELATÓRIO
O relatório deve apresentado em papel branco, formato A4 (21 cm x 29,7 cm), digitados
na cor preta, utilizando fonte Times New Roman ou Arial, tamanho 12, com
espaçamento entrelinhas de 1,5, no formato Justificado. As legendas das Figuras e
Tabelas devem ser escritas usando a mesma fonte do texto, tamanho 10, espaçamento
simples e centralizados. As folhas devem apresentar margens esquerda e superior de 3
cm; direita e inferior de 2 cm. Todas as folhas do relatório devem ser numeradas
sequencialmente, levando em consideração a Capa e o número de páginas do Sumário,
contudo, estes não devem ter numeração. A numeração iniciará na Introdução. O
trabalho deve conter no máximo 5 páginas enumeradas. O trabalho deverá ser entregue
impresso e apresentar a seguinte estrutura e:
1.1 CAPA
1.2 INTRODUÇÃO
1.3 OBJETIVOS
1.4 MATERIAIS E MÉTODOS
1.5 RESULTADOS E DISCUSSÕES
1.6 CONCLUSÕES
1.7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1.5. INTRODUÇÃO
Parte inicial do texto, que contém a delimitação do assunto tratado e outros elementos
necessários para apresentar o tema do relatório. É importante deixar claro na introdução
as normas utilizadas para as práticas e tratar curvas, quando for o caso.
Exemplo:
Norma para ensaio de tracção em materiais metálicos – ASTM E8/8M-13ª
Todo texto que for utilizado na introdução que vier de alguma obra tais como: normas,
livros, artigos e notas de aula, devem ser citadas no texto e registrado na referência
bibliográfica, ver item 1.7.
Exemplo:
“Nos anos 30, a liga Al-Zn-Mg-Cu foi a grande responsável para evolução dos aviões
em tamanho, conceito de projecto e métodos de produção (Hunsicker, 1976).”
A citação pode também ser na forma de numeração, entretanto, é está numeração deve
ter constar no capítulo de referências.
Exemplo:
“Nos anos 30, a liga Al-Zn-Mg-Cu foi a grande responsável para evolução dos aviões
em tamanho, conceito de projecto e métodos de produção1.”
1.1 CAPA
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Elemento obrigatório, para protecção externa do trabalho e sobre a qual se imprimem as
informações indispensáveis à sua identificação. As informações são transcritas na
seguinte ordem:
nome da instituição, departamento e da disciplina;
nomes completos dos alunos e número ISPTEC;
título da aula prática: em letras maiúsculas
data da aula prática. Página 2 de 4
A figura 1 é um exemplo da disposição de alguns elementos que compõem a capa. A
data da aula prática no formato DD/MM/AA, deve estar no rodapé da página.
Figura 1-Exemplo dos elementos que compõem a capa do relatório.
1.3. OBJETIVOS
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Descrever os objectivos da aula prática realizada.
1.4. MATERIAIS E MÉTODOS
Deverá abordar os materiais utilizados nas aulas práticas, bem como, os equipamentos.
Por exemplo:
Material utilizado na prática: liga metálica, material compósito.
Tipo de corpo de prova, geometria, dimensão
Equipamento usado para a prática: máquina de ensaio, forno, termopar, cadinho,
entre outros.
Parâmetros para execução da prática: temperatura de ensaio, carga utilizada, etc..
Além da abordagem sobre os materiais e equipamentos, o procedimento experimental
utilizado deverá ser descrito na íntegra. A utilização de tabelas e figuras devem seguir as
orientações do item 1.5.
1.5. RESULTADOS E DISCUSSÕES
Os resultados deverão ser apresentados na forma de tabelas, gráficos e imagem de
fractura, quando for o caso, seguida de discussão técnica e crítica sobre os mesmos.
Qualquer material gráfico que não esteja na forma de tabela é designado de figura.
Qualquer tabela ou figura deve ser obrigatoriamente, e previamente, citada no texto,
além de ser devidamente numerada em sequência.
Tabelas
As tabelas não devem conter linhas verticais, apenas horizontais e devem estar
centralizadas no documento. Toda tabela deve ser identificada com seu número e com
uma legenda na sua parte superior, de acordo com o exemplo a seguir:
Tabela 1 – Esquema de ensaio de propagação de trinca por fadiga em névoa salina (Chemin, 2012)
CP* Ensaio Meio de ensaio Carga (kN) Tensao a,b (MPa)
CP1 TWIST 3,5% NaCl 50a 80a
CP2 FALSTAFF 3,5% NaCl 60b 200b
CP*-Corpo de Prova
Abreviações precisam ser definidas por extenso no rodapé da tabela. Caso a tabela
utilizada não seja do autor do relatório, é preciso adicionar a referência na legenda.
Figuras
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As figuras devem estar no formato JPEG, coloridas e no tamanho que seja legível todos
os detalhes. As figuras devem ser identificadas com seu número e legenda na parte
inferior. Quando for o caso, identificar na figura o nome detalhes:
Exemplo:
Figura 2-Montagem esquemática do circuito para a leitura da queda de potencial segundo norma ASTM E
647 – 00 (Chemin, 2012).
Assim como as tabelas, as figuras a serem utilizadas e que não são obra do autor do
relatório precisam ter a citação da fonte de onde foram retiradas. As fotografias devem
conter uma barra de escala (não se coloca o aumento utilizado nem na legenda e nem no
texto). Todos os desenhos técnicos devem possuir cotas.
Exemplo:
Figura 3-Geometria e dimensões do corpo de prova, do tipo chapa, utilizado nos ensaios de fadiga, para kt
= 2,76, dimensão em mm (Bonazzi, 2013).
Todas as afirmações feitas nas discussões devem se basear em fatos da literatura que por
sua vez deve ser correctamente citada, veja item 1.7.
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Sistemas de unidades
É obrigatório a utilização do sistema de unidades SI – Sistema internacional.
Exemplo:
Tabela 2 – Exemplo do sistema de unidades internacional.
Descrição Unidade
Força N
Tensão Pa, kPa, MPa,
comprimento mm, cm, m
Gráficos
Os gráficos devem ser feitos utilizando o programa EXCEL ou ORIGIN. A fonte
utilizada nos eixos devem estar no tamanho a partir de 20.
Figura 4-Ensaio de tração em condição ambiente de um ferro fundido.
Assim como em outras figuras e tabelas, dados utilizados que não sejam dos autores
precisam ter a citação da fonte, caso contrário, SERÁ SUBTRAÍDO 2.0 PONTOS DO
TOTALDA NOTA DO RELATÓRIO. É oportuno colocar as figuras, tabelas e
gráficos no corpo do texto, ou seja, à medida que vai se desenrolando o texto, coloca-‐se
a figura citada em seguida, facilitando a construção do trabalho. Comentar os resultados
de forma clara, sem rodeios, sempre embasado em informações técnicas sobre o assunto
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podendo eventualmente fazer algum comentário particular, quando for pertinente ao
assunto estudado.
1.6. CONCLUSÕES
Expor as conclusões diante dos resultados obtidos e esperados durante o experimento
realizado. Trata-se de uma síntese conclusiva do que foi discutido no item1.5.
1.7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Elemento obrigatório, que consiste na relação das obras consultadas e citadas no texto,
de maneira que permita a identificação individual de cada uma delas.
As referências devem ser organizadas conforme aparecem no texto e utilizando o
sistema numérico de chamada, entre colchetes, como [1], ou em ordem alfabética.
Exemplos de referências:
Usando sistema numérico.
[1]. ATHAYDE, Tristão de. Debates pedagógicos. Rio de Janeiro: Schmidt, 1931. 180
p.
[2] KUHN, H. A.; LASCH, H. G. Avaliação clínica e funcional do doente. São Paulo:
E.P.U., 1977. 4 v.
[3] MATSUO, T. et al. Science of the rice plant. Tokyo: Food and Agriculture Policy
Research Center, 1997. v. 3: Genetics.
[4] BOYD, A. L.; SAMID, D. Molecular biology of transgenic animals. Journal of
Animal Science, Albany, v. 71, n. 3, p. 1-9, 1993.
Usando a ordem alfabética
ATHAYDE, Tristão de. Debates pedagógicos. Rio de Janeiro: Schmidt, 1931. 180 p.
BOYD, A. L.; SAMID, D. Molecular biology of transgenic animals. Journal of
Animal Science, Albany, v. 71, n. 3, p. 1-9, 1993.
KUHN, H. A.; LASCH, H. G. Avaliação clínica e funcional do doente. São Paulo:
E.P.U., 1 977. 4 v.
MATSUO, T. et al. Science of the rice plant. Tokyo: Food and Agriculture Policy
Research Center, 1997. v. 3: Genetics.