5 Raciocinio-Lógico
5 Raciocinio-Lógico
1 ESTRUTURAS LÓGICAS
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APOSTILA ELABORADA PELA EMPRESA DIGITAÇÕES & CONCURSOS
Disjunção (símbolo V): Este conectivo também serve para unir duas (E) não é verdade que se o menino é loiro, então a menina tem olhos
proposições. O resultado será verdadeiro se pelo menos uma das azuis.
proposições for verdadeira. Ex: p v q. (Ou o Pão é barato ou o Queijo
não é bom.) V = ―ou‖. Regrinha para o conectivo de disjunção (V): 02. (ESAF - Receita Federal - Auditor Fiscal) Se Anamara é médica,
então Angélica é médica. Se Anamara é arquiteta, então Angélica ou
Andrea são médicas. Se Andrea é arquiteta, então Angélica é
arquiteta. Se Andrea é médica, então Anamara é médica.
Considerando que as afirmações são verdadeiras, segue-se,
portanto, que:
(A) Anamara, Angélica e Andrea são arquitetas.
(B) Anamara é médica, mas Angélica e Andrea são arquitetas.
(C) Anamara, Angélica e Andrea são médicas.
(D) Anamara e Angélica são arquitetas, mas Andrea é médica.
(E) Anamara e Andrea são médicas, mas Angélica é arquiteta.
Condicional (símbolo →): Este conectivo dá a ideia de condição 03. (ESAF - Receita Federal - Auditor Fiscal) Se Ana é pianista,
para que a outra proposição exista. ―P‖ será condição suficiente para então Beatriz é violinista. Se Ana é violinista, então Beatriz é pianista.
―Q‖ e ―Q‖ é condição necessária para ―P‖. Ex: P → Q. (Se o Pão é Se Ana é pianista, Denise é violinista. Se Ana é violinista, então
barato então o Queijo não é bom.) → = ―se...então‖. Regrinha para o Denise é pianista. Se Beatriz é violinista, então Denise é pianista.
conectivo condicional (→): Sabendo-se que nenhuma delas toca mais de um instrumento, então
Ana, Beatriz e Denise tocam, respectivamente:
(A) piano, piano, piano.
(B) violino, piano, piano.
(C) violino, piano, violino.
(D) violino, violino, piano.
(E) piano, piano, violino.
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Sintetizando: Basta negar a primeira, manter a segunda e trocar o 04. Resposta ―Certo‖.
―ou‖ pelo ―se então‖. ―A menina tem olhos azuis (M) ou o menino é É só aplicar a tabela verdade do ―ou‖ (v).
loiro (L)‖. V v F será verdadeiro, sendo falso apenas quando as duas forem
Está assim: M v L falsas.
Fica assim: ~M → L A tabela verdade do ―ou‖. Vejam:
Se a menina não tem olhos azuis, então o menino é loiro.
Vereador participou do esquema. premissas forem verdadeiras e a conclusão for falsa. Pra resolver
Prefeito não sabia. essas questões de validade de argumento é melhor começar de
Chefe do gabinete foi o mentor. forma contrária ao comando da questão. Como a questão quer saber
Então: se o argumento é válido, vamos partir do princípio (hipótese) que é
O chefe de gabinete foi o mentor do esquema ou o vereador Vitor inválido. Fica assim:
participou do esquema. P1: P → ~Q verdade
V V = verdade, pois sabemos que para ser falso, todos devem ser P2: R (ou exclusivo) Q verdade
falsos. P3: P → ~R verdade
Hipótese 2: Conclusão: O prefeito Pérsio não sabia do esquema. falso
P1: F → F = V Se é falso que o Prefeito Pérsio não sabia, significa dizer que ele
P2: F V = V sabia do esquema. Então, pode-se deduzir que as proposições ~Q e
P3: F →V = V Q são, respectivamente, falsa e verdadeira. Na segunda premissa:
Conclusões: Se Q é verdadeira, R será obrigatoriamente falsa, pois na disjunção
Vereador participou do esquema. exclusiva só vai ser verdade quando apenas um dos argumentos for
Prefeito sabia. verdadeiro. E se R é falso, significa dizer que ~R é verdadeiro.
Chefe de gabinete não era o mentor. Fazendo as substituições:
Então: P1: P → ~Q Verdade
O chefe de gabinete foi o mentor do esquema ou o vereador Vitor F→FV
participou do esquema. Por que P é falso? Na condicional só vai ser falso se a primeira for
F V = verdade. verdadeira e a segunda for falsa. Como ―sabemos‖ que a premissa
toda é verdadeira e que ~Q é falso, P só pode assumir valor F.
05. Resposta ―Errado‖. P2: R (ou exclusivo) Q Verdade
Não se trata de uma Disjunção, trata-se de uma Disjunção Exclusiva, F (ou exclusivo) V V
cujo símbolo é . Também chamado de ―Ou Exclusivo‖. É o famoso Lembrando que na disjunção exclusiva, só vai ser verdade quando
―um ou outro mas não ambos‖. Só vai assumir valor verdade, quando uma das proposições forem verdadeiras. Como sei que Q é
somente uma das proposições forem verdadeiras, pois quando as verdadeiro, R só pode ser falso.
duas forem verdadeiras a proposição será falsa. Da mesma forma se P3: P → ~R Verdade
as duas forem falsas, a proposição toda será falsa. F→VV
Tabela verdade do ―Ou Exclusivo‖. Se deduz que R é falso, logo ~R é verdadeiro. Consideramos
inicialmente o argumento sendo não válido (premissas verdadeiras e
conclusão falsa). Significa dizer que a questão está errada. Não é
correto inferir que o Prefeito Pérsio não sabia do esquema. Foi
comprovado que ele sabia do esquema.
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proposição (item 5). O resultado dessa inferência é reafirmado (numa Vimos então que a noção de argumentos válidos ou não válidos
forma levemente simplificada) como sendo a conclusão. aplica-se apenas aos argumentos dedutivos, e também que a
validade depende apenas da forma do argumento e não dos
Validade de um Argumento respectivos valores verdades das premissas. Vimos também que não
Conforme citamos anteriormente, uma proposição é verdadeira ou podemos ter um argumento válido com premissas verdadeiras e
falsa. No caso de um argumento diremos que ele é válido ou não conclusão falsa. A seguir exemplificaremos alguns argumentos
válido. A validade de uma propriedade dos argumentos dedutivos dedutivos válidos importantes.
que depende da forma (estrutura) lógica das suas proposições Afirmação do Antecedente: O primeiro argumento dedutivo válido que
(premissas e conclusões) e não do conteúdo delas. Sendo assim discutiremos chama-se ―afirmação do antecedente‖, também
podemos ter as seguintes combinações para os argumentos válidos conhecido como modus ponens. Exemplo:
dedutivos: Se José for reprovado no concurso, então será demitido do serviço.
a) Premissas verdadeiras e conclusão verdadeira. Exemplo: José foi aprovado no concurso.
Todos os apartamentos são pequenos. (V) ___________________________
Todos os apartamentos são residências. (V) ∴ José será demitido do serviço.
__________________________________ Este argumento é evidentemente válido e sua forma pode ser escrita
∴ Algumas residências são pequenas. (V) da seguinte forma:
b) Algumas ou todas as premissas falsas e uma conclusão
verdadeira. Exemplo:
Todos os peixes têm asas. (F)
Todos os pássaros são peixes. (F)
__________________________________
∴ Todos os pássaros têm asas. (V)
c) Algumas ou todas as premissas falsas e uma conclusão falsa.
Exemplo: Outro argumento dedutivo válido é a ―negação do consequente‖
Todos os peixes têm asas. (F) (também conhecido como modus tollens). Obs.: (q→p ) é equivalente
Todos os cães são peixes. (F) a (¬q→¬p). Esta equivalência é chamada de contra positiva.
__________________________________ Exemplo:
∴ Todos os cães têm asas. (F) ―Se ele me ama, então casa comigo‖ é equivalente a ―Se ele não
Todos os argumentos acima são válidos, pois se suas premissas casa comigo, então ele não me ama‖;
fossem verdadeiras então as conclusões também as seriam. Então vejamos o exemplo do modus tollens. Exemplo:
Podemos dizer que um argumento é válido quando todas as suas
premissas são verdadeiras, acarreta que sua conclusão também é Se aumentarmos os meios de pagamentos, então haverá inflação.
verdadeira. Portanto, um argumento será não válido se existir a Não há inflação.
possibilidade de suas premissas serem verdadeiras e sua conclusão ______________________________
falsa. Observe que a validade do argumento depende apenas da ∴ Não aumentamos os meios de pagamentos.
estrutura dos enunciados. Exemplo: Este argumento é evidentemente válido e sua forma pode ser escrita
Todas as mulheres são bonitas. da seguinte maneira:
Todas as princesas são mulheres.
__________________________
∴ Todas as princesas são bonitas.
Observe que não precisamos de nenhum conhecimento aprofundado
sobre o assunto para concluir que o argumento é válido. Vamos
substituir mulheres bonitas e princesas por A, B e C respectivamente
e teremos:
Todos os A são B.
Todos os C são A.
________________ Existe também um tipo de argumento válido conhecido pelo nome de
∴ Todos os C são B. dilena. Geralmente este argumento ocorre quando alguém é forçado
Logo, o que é importante é a forma do argumento e não o a escolher entre duas alternativas indesejáveis. Exemplo:
conhecimento de A, B e C, isto é, este argumento é válido para João se inscreve no concurso de MS, porém não gostaria de sair de
quaisquer A, B e C, portanto, a validade é consequência da forma do São Paulo, e seus colegas de trabalho estão torcendo por [Link] o
argumento. O atributo validade aplica-se apenas aos argumentos dilema de João:
dedutivos. Ou João passa ou não passa no concurso.
Se João passar no concurso vai ter que ir embora de São Paulo.
Argumentos Dedutivos e Indutivos Se João não passar no concurso ficará com vergonha diante dos
O argumento será dedutivo quando suas premissas fornecerem colegas de trabalho.
prova conclusiva da veracidade da conclusão, isto é, o argumento é _________________________
dedutivo quando a conclusão é completamente derivada das ∴ Ou João vai embora de São Paulo ou João ficará com vergonha
premissas. Exemplo: dos colegas de trabalho.
Todo ser humano tem mãe. Este argumento é evidentemente válido e sua forma pode ser escrita
Todos os homens são humanos. da seguinte maneira:
__________________________
∴ Todos os homens têm mãe.
O argumento será indutivo quando suas premissas não fornecerem o
apoio completo para retificar as conclusões. Exemplo:
O Flamengo é um bom time de futebol.
O Palmeiras é um bom time de futebol.
O Vasco é um bom time de futebol.
O Cruzeiro é um bom time de futebol.
______________________________
∴ Todos os times brasileiros de futebol são bons.
Portanto, nos argumentos indutivos a conclusão possui informações
que ultrapassam as fornecidas nas premissas. Sendo assim, não se Argumentos Dedutivos Não Válidos
aplica, então, a definição de argumentos válidos ou não válidos para Existe certa quantidade de artimanhas que devem ser evitadas
argumentos indutivos. quando se está construindo um argumento dedutivo. Elas são
conhecidas como falácias. Na linguagem do dia a dia, nós
Argumentos Dedutivos Válidos denominamos muitas crenças equivocadas como falácias, mas, na
lógica, o termo possui significado mais específico: falácia é uma falha
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técnica que torna o argumento inconsistente ou inválido (além da argumento é válido. Não sendo tautologia, o argumento dado é um
consistência do argumento, também se podem criticar as intenções sofisma (ou uma falácia).
por detrás da argumentação).
Argumentos contentores de falácias são denominados falaciosos. Tautologia: Quando uma proposição composta é sempre verdadeira,
Frequentemente, parecem válidos e convincentes, às vezes, apenas então teremos uma tautologia. Ex:
uma análise pormenorizada é capaz de revelar a falha lógica. Com
as premissas verdadeiras e a conclusão falsa nunca teremos um
argumento válido, então este argumento é não válido, chamaremos
os argumentos não válidos de falácias. A seguir, examinaremos
algumas falácias conhecidas que ocorrem com muita frequência. O
primeiro caso de argumento dedutivo não válido que veremos é o Há argumentos válidos com conclusões falsas, da mesma forma que
que chamamos de ―falácia da afirmação do consequente‖. Exemplo: há argumentos não válidos com conclusões verdadeiras. Logo, a
verdade ou falsidade de sua conclusão não determinam a validade
Se ele me ama então ele casa comigo. ou não validade de um argumento. O reconhecimento de argumentos
Ele casa comigo. é mais difícil que o das premissas ou da conclusão. Muitas pessoas
_______________________ abarrotam textos de asserções sem sequer produzirem algo que
∴ Ele me ama. possa ser chamado de argumento. Às vezes, os argumentos não
Podemos escrever esse argumento como: seguem os padrões descritos acima. Por exemplo, alguém pode dizer
quais são suas conclusões e depois justificá-las. Isso é válido, mas
pode ser um pouco confuso.
Para complicar, algumas afirmações parecem argumentos, mas não
são. Por exemplo: ―Se a Bíblia é verdadeira, Jesus foi ou um louco,
ou um mentiroso, ou o Filho de Deus‖. Isso não é um argumento, é
uma afirmação condicional. Não explicita as premissas necessárias
para embasar as conclusões, sem mencionar que possui outras
falhas.
Um argumento não equivale a uma explicação. Suponha que,
Este argumento é uma falácia, podemos ter as premissas
tentando provar que Albert Einstein cria em Deus, alguém dissesse:
verdadeiras e a conclusão falsa.
―Einstein afirmou que ‗Deus não joga dados‘ porque acreditava em
Outra falácia que corre com frequência é a conhecida por ―falácia da
Deus‖. Isso pode parecer um argumento relevante, mas não é. Trata-
negação do antecedente‖. Exemplo:
se de uma explicação da afirmação de Einstein. Para perceber isso,
Se João parar de fumar ele engordará.
deve-se lembrar que uma afirmação da forma ―X porque Y‖ pode ser
João não parou de fumar.
reescrita na forma ―Y logo X‖. O que resultaria em: ―Einstein
________________________
acreditava em Deus, por isso afirmou que ‗Deus não joga dados‘‖.
∴ João não engordará.
Agora fica claro que a afirmação, que parecia um argumento, está
Observe que temos a forma:
admitindo a conclusão que deveria estar provando. Ademais, Einstein
não cria num Deus pessoal preocupado com assuntos humanos.
QUESTÕES
01. Se Iara não fala italiano, então Ana fala alemão. Se Iara fala
italiano, então ou Ching fala chinês ou Débora fala dinamarquês. Se
Débora fala dinamarquês, Elton fala espanhol. Mas Elton fala
espanhol se e somente se não for verdade que Francisco não fala
francês. Ora, Francisco não fala francês e Ching não fala chinês.
Este argumento é uma falácia, pois podemos ter as premissas Logo,
verdadeiras e a conclusão falsa. a) Iara não fala italiano e Débora não fala dinamarquês.
Os argumentos dedutivos não válidos podem combinar verdade ou b) Ching não fala chinês e Débora fala dinamarquês.
falsidade das premissas de qualquer maneira com a verdade ou c) Francisco não fala francês e Elton fala espanhol.
falsidade da conclusão. Assim, podemos ter, por exemplo, d) Ana não fala alemão ou Iara fala italiano.
argumentos não válidos com premissas e conclusões verdadeiras, e) Ana fala alemão e Débora fala dinamarquês.
porém, as premissas não sustentam a conclusão. Exemplo:
Todos os mamíferos são mortais. (V) 02. Sabe-se que todo o número inteiro n maior do que 1 admite pelo
Todos os gatos são mortais. (V) menos um divisor (ou fator) [Link] n é primo, então tem somente
___________________________ dois divisores, a saber, 1 e n. Se n é uma potência de um primo p, ou
∴ Todos os gatos são mamíferos. (V) seja, é da forma ps, então 1, p, p2, ..., ps são os divisores positivos
de n. Segue-se daí que a soma dos números inteiros positivos
Este argumento tem a forma: menores do que 100, que têm exatamente três divisores positivos, é
Todos os A são B. igual a:
Todos os C são B. a) 25
___________________ b) 87
∴ Todos os C são A. c) 112
d) 121
Podemos facilmente mostrar que esse argumento é não válido, pois e) 169
as premissas não sustentam a conclusão, e veremos então que
podemos ter as premissas verdadeiras e a conclusão falsa, nesta 03. Ou Lógica é fácil, ou Artur não gosta de Lógica. Por outro lado, se
forma, bastando substituir A por mamífero, B por mortais e C por Geografia não é difícil, então Lógica é difícil. Daí segue-se que, se
cobra. Artur gosta de Lógica, então:
Todos os mamíferos são mortais. (V) a) Se Geografia é difícil, então Lógica é difícil.
Todas as cobras são mortais. (V) b) Lógica é fácil e Geografia é difícil.
__________________________ c) Lógica é fácil e Geografia é fácil.
∴ Todas as cobras são mamíferas. (F) d) Lógica é difícil e Geografia é difícil.
e) Lógica é difícil ou Geografia é fácil.
Podemos usar as tabelas-verdade, definidas nas estruturas lógicas,
para demonstrarmos se um argumento é válido ou falso. Outra 04. Três suspeitos de haver roubado o colar da rainha foram levados
maneira de verificar se um dado argumento P1, P2, P3, ...Pn é válido à presença de um velho e sábio professor de Lógica. Um dos
ou não, por meio das tabelas-verdade, é construir a condicional suspeitos estava de camisa azul, outro de camisa branca e o outro
associada: (P1 ∧ P2 ∧ P3 ...Pn) e reconhecer se essa condicional é de camisa preta. Sabe-se que um e apenas um dos suspeitos é
ou não uma tautologia. Se essa condicional associada é tautologia, o culpado e que o culpado às vezes fala a verdade e às vezes mente.
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Sabe-se, também, que dos outros dois (isto é, dos suspeitos que são (A) dentre todos os funcionários da empresa X, há um grupo que não
inocentes), um sempre diz a verdade e o outro sempre mente. O possui plano de saúde.
velho e sábio professor perguntou, a cada um dos suspeitos, qual (B) o funcionário com o maior salário da empresa X ganha, no
entre eles era o culpado. Disse o de camisa azul: ―Eu sou o culpado‖. máximo, R$ 3.000,00 por mês.
Disse o de camisa branca, apontando para o de camisa azul: ―Sim, (C) um funcionário da empresa X não tem plano de saúde ou ganha
ele é o culpado‖. Disse, por fim, o de camisa preta: ―Eu roubei o colar até R$ 3.000,00 por mês.
da rainha; o culpado sou eu‖. O velho e sábio professor de Lógica, (D) nenhum funcionário da empresa X tem plano de saúde ou todos
então, sorriu e concluiu corretamente que: ganham até R$ 3.000,00 por mês.
a) O culpado é o de camisa azul e o de camisa preta sempre mente. (E) alguns funcionários da empresa X não têm plano de saúde e
b) O culpado é o de camisa branca e o de camisa preta sempre ganham, no máximo, R$ 3.000,00 por mês.
mente.
c) O culpado é o de camisa preta e o de camisa azul sempre mente. 09. (CESGRANRIO - 2012 - Chesf - Analista de Sistemas) Parte
d) O culpado é o de camisa preta e o de camisa azul sempre diz a superior do formulário
verdade. Se hoje for uma segunda ou uma quarta-feira, Pedro terá aula de
e) O culpado é o de camisa azul e o de camisa azul sempre diz a futebol ou natação. Quando Pedro tem aula de futebol ou natação,
verdade. Jane o leva até a escolinha esportiva. Ao levar Pedro até a escolinha,
Jane deixa de fazer o almoço e, se Jane não faz o almoço, Carlos
05. O rei ir à caça é condição necessária para o duque sair do não almoça em casa. Considerando-se a sequência de implicações
castelo, e é condição suficiente para a duquesa ir ao jardim. Por lógicas acima apresentadas textualmente, se Carlos almoçou em
outro lado, o conde encontrar a princesa é condição necessária e casa hoje, então hoje
suficiente para o barão sorrir e é condição necessária para a (A) é terça, ou quinta ou sexta-feira, ou Jane não fez o almoço.
duquesa ir ao jardim. O barão não sorriu. Logo: (B) Pedro não teve aula de natação e não é segunda-feira.
a) A duquesa foi ao jardim ou o conde encontrou a princesa. (C) Carlos levou Pedro até a escolinha para Jane fazer o almoço.
b) Se o duque não saiu do castelo, então o conde encontrou a (D) não é segunda, nem quarta, mas Pedro teve aula de apenas uma
princesa. das modalidades esportivas.
c) O rei não foi à caça e o conde não encontrou a princesa. (E) não é segunda, Pedro não teve aulas, e Jane não fez o almoço.
d) O rei foi à caça e a duquesa não foi ao jardim.
e) O duque saiu do castelo e o rei não foi à caça. 10. (VUNESP - 2011 - TJM-SP) Parte superior do formulário
Se afino as cordas, então o instrumento soa bem. Se o instrumento
06. (FUNIVERSA - 2012 - PC-DF - Perito Criminal) Parte superior do soa bem, então toco muito bem. Ou não toco muito bem ou sonho
formulário acordado. Afirmo ser verdadeira a frase: não sonho acordado. Dessa
Cinco amigos encontraram-se em um bar e, depois de algumas horas forma, conclui-se que
de muita conversa, dividiram igualmente a conta, a qual fora de, (A) sonho dormindo.
exatos, R$ 200,00, já com a gorjeta incluída. Como se encontravam (B) o instrumento afinado não soa bem.
ligeiramente alterados pelo álcool ingerido, ocorreu uma dificuldade (C) as cordas não foram afinadas.
no fechamento da conta. Depois que todos julgaram ter contribuído (D) mesmo afinado o instrumento não soa bem.
com sua parte na despesa, o total colocado sobre a mesa era de R$ (E) toco bem acordado e dormindo.
160,00, apenas, formados por uma nota de R$ 100,00, uma de R$
20,00 e quatro de R$ 10,00. Seguiram-se, então, as seguintes Respostas
declarações, todas verdadeiras: 01.
Antônio: — Basílio pagou. Eu vi quando ele pagou. (P1) Se Iara não fala italiano, então Ana fala alemão.
Danton: — Carlos também pagou, mas do Basílio não sei dizer. (P2) Se Iara fala italiano, então ou Ching fala chinês ou Débora fala
Eduardo: — Só sei que alguém pagou com quatro notas de R$ 10,00. dinamarquês.
Basílio: — Aquela nota de R$ 100,00 ali foi o Antônio quem colocou, (P3) Se Débora fala dinamarquês, Elton fala espanhol.
eu vi quando ele pegou seus R$ 60,00 de troco. (P4) Mas Elton fala espanhol se e somente se não for verdade que
Carlos: — Sim, e nos R$ 60,00 que ele retirou, estava a nota de R$ Francisco não fala francês.
50,00 que o Eduardo colocou na mesa. (P5) Ora, Francisco não fala francês e Ching não fala chinês.
Imediatamente após essas falas, o garçom, que ouvira atentamente o Ao todo são cinco premissas, formadas pelos mais diversos
que fora dito e conhecia todos do grupo, dirigiu-se exatamente conectivos (Se então, Ou, Se e somente se, E). Mas o que importa
àquele que ainda não havia contribuído para a despesa e disse: — O para resolver este tipo de argumento lógico é que ele só será válido
senhor pretende usar seu cartão e ficar com o troco em espécie? quando todas as premissas forem verdadeiras, a conclusão também
Com base nas informações do texto, o garçom fez a pergunta a for verdadeira. Uma boa dica é sempre começar pela premissa
(A) Antônio. formada com o conectivo e.
(B) Basílio. Na premissa 5 tem-se: Francisco não fala francês e Ching não fala
(C) Carlos. chinês. Logo para esta proposição composta pelo conectivo e ser
(D) Danton. verdadeira as premissas simples que a compõe deverão ser
(E) Eduardo. verdadeiras, ou seja, sabemos que:
Francisco não fala francês
07. (ESAF - 2012 - Auditor Fiscal da Receita Federal) Parte superior Ching não fala chinês
do formulário Na premissa 4 temos: Elton fala espanhol se e somente se não for
Caso ou compro uma bicicleta. Viajo ou não caso. Vou morar em verdade que Francisco não fala francês. Temos uma proposição
Passárgada ou não compro uma bicicleta. Ora, não vou morar em composta formada pelo se e somente se, neste caso, esta premissa
Passárgada. Assim, será verdadeira se as proposições que a formarem forem de mesmo
(A) não viajo e caso. valor lógico, ou ambas verdadeiras ou ambas falsas, ou seja, como
(B) viajo e caso. se deseja que não seja verdade que Francisco não fala francês e ele
(C) não vou morar em Passárgada e não viajo. fala, isto já é falso e o antecedente do se e somente se também terá
(D) compro uma bicicleta e não viajo. que ser falso, ou seja: Elton não fala espanhol.
(E) compro uma bicicleta e viajo. Da premissa 3 tem-se: Se Débora fala dinamarquês, Elton fala
espanhol. Uma premissa composta formada por outras duas simples
08. (FCC - 2012 - TST - Técnico Judiciário) Parte superior do conectadas pelo se então (veja que a vírgula subentende que existe
formulário o então), pois é, a regra do se então é que ele só vai ser falso se o
A declaração abaixo foi feita pelo gerente de recursos humanos da seu antecedente for verdadeiro e o seu consequente for falso, da
empresa X durante uma feira de recrutamento em uma faculdade: premissa 4 sabemos que Elton não fala espanhol, logo, para que a
―Todo funcionário de nossa empresa possui plano de saúde e ganha premissa seja verdadeira só poderemos aceitar um valor lógico
mais de R$ 3.000,00 por mês‖. Mais tarde, consultando seus possível para o antecedente, ou seja, ele deverá ser falso, pois F Î F
arquivos, o diretor percebeu que havia se enganado em sua = V, logo: Débora não fala dinamarquês.
declaração. Dessa forma, conclui-se que, necessariamente, Da premissa 2 temos: Se Iara fala italiano, então ou Ching fala chinês
ou Débora fala dinamarquês. Vamos analisar o consequente do se
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(P2) Todo animal de 4 patas tem asas. Indica que se tem 4 patas
então o animal tem asas, ou seja, posso afirmar que o conjunto dos Sendo as proposições:
animais de 4 patas é um subconjunto do conjunto de animais que p: Lógica é fácil
tem asas. q: Artur não gosta de Lógica
p v q = Ou Lógica é fácil, ou Artur não gosta de Lógica (P1)
Observe que só nos interessa os resultados que possam tornar a
premissa verdadeira, ou seja, as linhas 2 e 3 da tabela verdade. Mas
já sabemos que Artur gosta de Lógica, ou seja, a premissa q é falsa,
só nos restando a linha 2, quer dizer que para P1 ser verdadeira, p
também será verdadeira, ou seja, Lógica é fácil. Sabendo que Lógica
é fácil, vamos para a P2, temos um se então.
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Se Geografia não é difícil, então Lógica é difícil. Do se então já → p é conhecida como condição suficiente para que q ocorra, ou
sabemos que: seja, basta que p ocorra para q ocorrer.
Geografia não é difícil - é o antecedente do se então. → q é conhecida como condição necessária para que p ocorra, ou
Lógica é difícil - é o consequente do se então. seja, se q não ocorrer então p também não irá ocorrer.
Chamando: Vamos às informações do problema:
r: Geografia é difícil 1) O rei ir à caça é condição necessária para o duque sair do castelo.
~r: Geografia não é difícil (ou Geografia é fácil) Chamando A (proposição rei ir à caça) e B (proposição duque sair do
p: Lógica é fácil castelo) podemos escrever que se B então A ou B → A. Lembre-se
(não p) ~p: Lógica é difícil de que ser condição necessária é ser consequente no ―se então‖.
~r → ~p (lê-se se não r então não p) sempre que se verificar o se 2) O rei ir à caça é condição suficiente para a duquesa ir ao jardim.
então tem-se também que a negação do consequente gera a Chamando A (proposição rei ir à caça) e C (proposição duquesa ir ao
negação do antecedente, ou seja: ~(~p) → ~(~r), ou seja, p → r ou jardim) podemos escrever que se A então C ou A → C. Lembre-se de
Se Lógica é fácil então Geografia é difícil. que ser condição suficiente é ser antecedente no ―se então‖.
De todo o encadeamento lógico (dada as premissas verdadeiras) 3) O conde encontrar a princesa é condição necessária e suficiente
sabemos que: para o barão sorrir. Chamando D (proposição conde encontrar a
Artur gosta de Lógica princesa) e E (proposição barão sorrir) podemos escrever que D se e
Lógica é fácil somente se E ou D ↔ E (conhecemos este conectivo como um
Geografia é difícil bicondicional, um conectivo onde tanto o antecedente quanto o
Vamos agora analisar as alternativas, em qual delas a conclusão é consequente são condição necessária e suficiente ao mesmo tempo),
verdadeira: onde poderíamos também escrever E se e somente se D ou E → D.
a) Se Geografia é difícil, então Lógica é difícil. (V → F = F) a regra do 4) O conde encontrar a princesa é condição necessária para a
―se então‖ é só ser falso se o antecedente for verdadeiro e o duquesa ir ao jardim. Chamando D (proposição conde encontrar a
consequente for falso, nas demais possibilidades ele será sempre princesa) e C (proposição duquesa ir ao jardim) podemos escrever
verdadeiro. que se C então D ou C → D. Lembre-se de que ser condição
b) Lógica é fácil e Geografia é difícil. (V ^ V = V) a regra do ―e‖ é que necessária é ser consequente no ―se então‖.
só será verdadeiro se as proposições que o formarem forem A única informação claramente dada é que o barão não sorriu, ora
verdadeiras. chamamos de E (proposição barão sorriu). Logo barão não sorriu =
c) Lógica é fácil e Geografia é fácil. (V ^ F = F) ~E (lê-se não E).
d) Lógica é difícil e Geografia é difícil. (F ^ V = F) Dado que ~E se verifica e D ↔ E, ao negar a condição necessária
e) Lógica é difícil ou Geografia é fácil. (F v F = F) a regra do ―ou‖ é nego a condição suficiente: esse modo ~E → ~D (então o conde não
que só é falso quando as proposições que o formarem forem falsas. encontrou a princesa).
Se ~D se verifica e C → D, ao negar a condição necessária nego a
04. Alternativa ―A‖. condição suficiente: ~D → ~C (a duquesa não foi ao jardim).
Com os dados fazemos a tabela: Se ~C se verifica e A → C, ao negar a condição necessária nego a
condição suficiente: ~C → ~A (então o rei não foi à caça).
Se ~A se verifica e B → A, ao negar a condição necessária nego a
condição suficiente: ~A → ~B (então o duque não saiu do castelo).
Observe entre as alternativas, que a única que afirma uma
proposição logicamente correta é a alternativa C, pois realmente
deduziu-se que o rei não foi à caça e o conde não encontrou a
princesa.
Conclusão: viajo, caso, não compro uma bicicleta. Em questões de raciocínio lógico devemos admitir que todas as
Outra forma: proposições compostas são verdadeiras. Ora, o enunciado diz que
c = casar Carlos almoçou em casa, logo a proposição ~C é Falsa.
b = comprar bicicleta ~Ja → ~C
v = viajar Para a proposição composta ~Ja → ~C ser verdadeira, então ~Ja
p = morar em Passárgada também é falsa.
Temos as verdades: ~Ja → ~C
c ou b Na proposição acima desta temos que Je → ~Ja, contudo já
v ou ~c sabemos que ~Ja é falsa. Pela mesma regra do conectivo Se, ...
p ou ~b então, temos que admitir que Je também é falsa para que a
Transformando em implicações: proposição composta seja verdadeira.
~c → b = ~b → c Na proposição acima temos que PF V PN → Je, tratando PF V PN
~v → ~c = c → v como uma proposição individual e sabendo que Je é falsa, para esta
~p → ~b proposição composta ser verdadeira PF V PN tem que ser falsa.
Assim: Ora, na primeira proposição composta da questão, temos que S V Q
~p → ~b → PF V PN e pela mesma regra já citada, para esta ser verdadeira S
~b → c V Q tem que ser falsa. Bem, agora analisando individualmente S V Q
c→v como falsa, esta só pode ser falsa se as duas premissas simples
Por transitividade: forem falsas. E da mesma maneira tratamos PF V PN.
~p → c Representação lógica de todas as proposições:
~p → v S V Q → PF V PN
Não morar em passárgada implica casar. Não morar em passárgada (f) (f) (f) (f)
implica viajar. FF
PF V PN → Je
08. Resposta ―C‖. FF
A declaração dizia: Je → ~Ja
―Todo funcionário de nossa empresa possui plano de saúde e ganha FF
mais de R$ 3.000,00 por mês‖. Porém, o diretor percebeu que havia ~Ja → ~C
se enganado, portanto, basta que um funcionário não tenha plano de FF
saúde ou ganhe até R$ 3.000,00 para invalidar, negar a declaração, Conclusão: Carlos almoçou em casa hoje, Jane fez o almoço e não
tornando-a desse modo FALSA. Logo, necessariamente, um levou Pedro à escolinha esportiva, Pedro não teve aula de futebol
funcionário da empresa X não tem plano de saúde ou ganha até R$ nem de natação e também não é segunda nem quarta. Agora é só
3.000,00 por mês. marcar a questão cuja alternativa se encaixa nesse esquema.
Proposição composta no conectivo ―e‖ - ―Todo funcionário de nossa
empresa possui plano de saúde e ganha mais de R$ 3.000,00 por 10. Resposta ―C‖.
mês‖. Logo: basta que uma das proposições seja falsa para a Dê nome:
declaração ser falsa. A = AFINO as cordas;
1ª Proposição: Todo funcionário de nossa empresa possui plano de I = INSTRUMENTO soa bem;
saúde. T = TOCO bem;
2ª Proposição: ganha mais de R$ 3.000,00 por mês. S = SONHO acordado.
Lembre-se que no enunciado não fala onde foi o erro da declaração Montando as proposições:
do gerente, ou seja, pode ser na primeira proposição e não na 1° - A → I
segunda ou na segunda e não na primeira ou nas duas que o 2° - I → T
resultado será falso. 3° - ~T V S (ou exclusivo)
Na alternativa C a banca fez a negação da primeira proposição e fez Como S = FALSO; ~T = VERDADEIRO, pois um dos termos deve ser
a da segunda e as ligaram no conectivo ―ou‖, pois no conectivo ―ou‖ verdadeiro (equivale ao nosso ―ou isso ou aquilo, escolha UM‖).
tanto faz a primeira ser verdadeira ou a segunda ser verdadeira, ~T = V
desde que haja uma verdadeira para o resultado ser verdadeiro. T=F
Atenção: A alternativa ―E‖ está igualzinha, só muda o conectivo que é I→T
o ―e‖, que obrigaria que o erro da declaração fosse nas duas. (F)
A questão pede a negação da afirmação: Todo funcionário de nossa Em muitos casos, é um macete que funciona nos exercícios ―lotados
empresa possui plano de saúde ―e‖ ganha mais de R$ 3.000,00 por de condicionais‖, sendo assim o F passa para trás.
mês. Assim: I = F
Essa fica assim ~(p ^ q). Novamente: A → I
A negação dela ~pv~q (F)
~(p^q) ↔ ~pv~q (negação todas ―e‖ vira ―ou‖) O FALSO passa para trás. Com isso, A = FALSO. ~A = Verdadeiro =
A 1ª proposição tem um Todo que é quantificador universal, para As cordas não foram afinadas.
negá-lo utilizamos um quantificador existencial. Pode ser: um, existe Outra forma: partimos da premissa afirmativa ou de conclusão; última
um, pelo menos, existem... frase:
No caso da questão ficou assim: Um funcionário da empresa não Não sonho acordado será VERDADE
possui plano de saúde ―ou‖ ganha até R$ 3.000,00 por mês. A Admita todas as frases como VERDADE
negação de ganha mais de 3.000,00 por mês, é ganha até 3.000,00. Ficando assim de baixo para cima
Ou não toco muito bem (V) ou sonho acordado (F) = V
09. Resposta ―B‖. Se o instrumento soa bem (F) então toco muito bem (F) = V
Sendo: Se afino as cordas (F), então o instrumento soa bem (F) = V
Segunda = S e Quarta = Q, A dica é trabalhar com as exceções: na condicional só dá falso
Pedro tem aula de Natação = PN e quando a primeira V e a segunda F. Na disjunção exclusiva (ou... ou)
Pedro tem aula de Futebol = PF. as divergentes se atraem o que dá verdade. Extraindo as conclusões
V = conectivo ou e → = conectivo Se, ... então, temos: temos que:
S V Q → PF V PN Não toco muito bem, não sonho acordado como verdade.
Sendo Je = Jane leva Pedro para a escolinha e ~Je = a negação, ou Se afino as corda deu falso, então não afino as cordas.
seja Jane não leva Pedro a escolinha. Ainda temos que ~Ja = Jane Se o instrumento soa bem deu falso, então o instrumento não soa
deixa de fazer o almoço e C = Carlos almoça em Casa e ~C = Carlos bem.
não almoça em casa, temos: Joga nas alternativas:
PF V PN → Je (A) sonho dormindo (você não tem garantia de que sonha dormindo,
Je → ~Ja só temos como verdade que não sonho acordado, pode ser que você
~Ja → ~C nem sonhe).
(B) o instrumento afinado não soa bem deu que: Não afino as cordas.
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3.1 EQUIVALÊNCIAS
Portanto, p → q é equivalente a ~q → ~p, pois estas proposições 03. Usando as regras de equivalência, mostre a seguinte
possuem a mesma tabela-verdade ou a bicondicional (p → q) ↔ (~q tautologia: (p → q) → r ⇔ r ∨ (p ∧ ~q)
→ ~p) é uma tautologia. Veja a representação: (p → q) ⇔ (~q → ~p)
Respostas
01.
(A) p → q ∧ r ⇔ (p → q) ∧ (p → r)
p→q∧r⇔
~p ∨ (q ∧ r) ⇔ (reescrita da condicional)
(~p ∨ q) ∧ (~p ∨ r) ⇔ (distributiva)
(p → q) ∧ (p → r) (reescrita da condicional)
(B) p → q ∨ r ⇔ (p → q) ∨ (p → r)
p→q∨r⇔
~p ∨ (q ∨ r) ⇔ (reescrita da condicional)
~p ∨ q ∨ r ⇔ (associativa)
~p ∨ ~p ∨ q ∨ r ⇔ (idempotente, adicionei um ~p, pois ~p ∨ ~p
⇔ ~p)
(~p ∨ q) ∨ (~p ∨ r) ⇔ (associativa)
(p → q) ∨ (p → r) (reescrita da condicional)
(C) p ∧ (r ∨ s ∨ t) ⇔ (p ∧ r) ∨ (p ∧ s) ∨ (p ∧ t)
p ∧ (r ∨ s ∨ t) ⇔
As proposições p e q são chamadas de logicamente p ∧ (r ∨ (s ∨ t)) ⇔ (associativa em s ∨ t )
equivalentes (≡) se p ↔ q é uma tautologia. Exemplos: (p ∧ r) ∨ (p ∧ (s ∨ t)) ⇔ (distributiva)
Mostraremos que (p V q) e p ∧ q são logicamente equivalentes. Uma (p ∧ r) ∨ (p ∧ s) ∨ (p ∧ t) (distributiva)
das leis de De Morgan. Solução: (D) p ∧ q → r ⇔ p → (q → r)
p∧q→r⇔
~(p ∧ q) ∨ r ⇔ (reescrita da condicional)
~p ∨ ~q ∨ r ⇔ (De Morgan)
~p ∨ (~q ∨ r) ⇔ (associativa)
~p ∨ (q → r) ⇔ (reescrita da condicional)
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QUESTÕES
01. Numa pesquisa sobre audiência de TV entre 125 entrevistados,
obteve-se: 60 assistem ao canal X, 40 ao canal Y, 15 ao canal Z, 25
assistem a X e Y, 8 a Y e Z, 3 a X e Z e 1 assiste aos três.
(A) Quantos não assistem a nenhum desses canais?
(B) Quantos assistem somente ao canal X? Assim, se num grupo de pessoas há 43 que dirigem carro, 18 que
dirigem moto e 10 que dirigem carro e moto. Baseando-se nesses
02. Prove a seguinte Lei de De Morgan: x + y = xy. dados, e nos diagramas lógicos poderemos saber: Quantas pessoas
03. Demonstre as Leis de Morgan: têm no grupo ou quantas dirigem somente carro ou ainda quantas
(A) ~(p ∧ q ∧ r) ↔ ~p ∨ ~q ∨ ~r dirigem somente motos. Vamos inicialmente montar os diagramas
(B) ~(p ∨ q ∨ r) ↔ ~p ∧ ~q ∧ ~r dos conjuntos que representam os motoristas de motos e motoristas
de carros. Começaremos marcando quantos elementos tem a
Respostas intersecção e depois completaremos os outros espaços.
01.
(A) Assim, (A B C) ∧ C = ?
X= 60
XY= 25 - 1 = 24
XeY=3-1=2
X, Y e Z= 1 → X, Y e Z = 1
Da teoria dos conjuntos, temos:
n(X Y Z) = n(X) + n(Y) + n(Z) - n(X Y) - n(X Z) - n(Y Z) + n(X Y Z)
n(X Y Z) = 60 + 40 + 15 - 25 - 3 - 8 + 1 Marcando o valor da intersecção, então iremos subtraindo esse valor
n(X Y Z) = 116 – 36 da quantidade de elementos dos conjuntos A e B. A partir dos valores
n(X Y Z) = 80, então: como n(X Y Z) = 125, vem que: reais, é que poderemos responder as perguntas feitas.
125 - 80 = 45 não assistem nenhum desses canais.
(B) 60 - (25 - 1) + (3 -1) + 1 = 60 - 27 = 33
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Diagrama de Euler
Um diagrama de Euler é similar a um diagrama de Venn, mas não
precisa conter todas as zonas (onde uma zona é definida como a
área de intersecção entre dois ou mais contornos). Assim, um
diagrama de Euler pode definir um universo de discurso, isto é, ele
pode definir um sistema no qual certas intersecções não são
possíveis ou consideradas. Assim, um diagrama de Venn contendo
os atributos para Animal, Mineral e quatro patas teria que conter
intersecções onde alguns estão em ambos animal, mineral e de
quatro patas. Um diagrama de Venn, consequentemente, mostra
todas as possíveis combinações ou conjunções.
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válidas. Em estudos mais aplicados esses diagramas podem ser canários, por sua vez, seriam representados na intersecção A-B, já
utilizados para provar / analisar silogismos que são argumentos que são bípedes e podem voar. Qualquer animal que não fosse
lógicos para que se possa deduzir uma conclusão. bípede nem pudesse voar, como baleias ou serpentes, seria marcado
por pontos fora dos dois círculos.
Diagramas de Venn Assim, o diagrama de dois conjuntos representa quatro áreas
Designa-se por diagramas de Venn os diagramas usados em distintas (a que fica fora de ambos os círculos, a parte de cada
matemática para simbolizar graficamente propriedades, axiomas e círculo que pertence a ambos os círculos (onde há sobreposição), e
problemas relativos aos conjuntos e sua teoria. Os respectivos as duas áreas que não se sobrepõem, mas estão em um círculo ou
diagramas consistem de curvas fechadas simples desenhadas sobre no outro):
um plano, de forma a simbolizar os conjuntos e permitir a - Animais que possuem duas pernas e não voam (A sem
representação das relações de pertença entre conjuntos e seus sobreposição).
elementos (por exemplo, 4 ∉ {3,4,5}, mas 4 ∉ {1,2,3,12}) e relações - Animais que voam e não possuem duas pernas (B sem
de continência (inclusão) entre os conjuntos (por exemplo, {1, 3} ⊂ {1, sobreposição).
2, 3, 4}). Assim, duas curvas que não se tocam e estão uma no - Animais que possuem duas pernas e voam (sobreposição).
espaço interno da outra simbolizam conjuntos que possuem - Animais que não possuem duas pernas e não voam (branco -
continência; ao passo que o ponto interno a uma curva representa fora).
um elemento pertencente ao conjunto. Essas configurações são representadas, respectivamente, pelas
Os diagramas de Venn são construídos com coleções de curvas operações de conjuntos: diferença de A para B, diferença de B para
fechadas contidas em um plano. O interior dessas curvas representa, A, intersecção entre A e B, e conjunto complementar de A e B. Cada
simbolicamente, a coleção de elementos do conjunto. De acordo com uma delas pode ser representada como as seguintes áreas (mais
Clarence Irving Lewis, o ―princípio desses diagramas é que classes escuras) no diagrama:
(ou conjuntos) sejam representadas por regiões, com tal relação
entre si que todas as relações lógicas possíveis entre as classes
possam ser indicadas no mesmo diagrama. Isto é, o diagrama deixa
espaço para qualquer relação possível entre as classes, e a relação
dada ou existente pode então ser definida indicando se alguma
região em específico é vazia ou não-vazia‖. Pode-se escrever uma
definição mais formal do seguinte modo: Seja C = (C1, C2, ... Cn)
uma coleção de curvas fechadas simples desenhadas em um plano.
C é uma família independente se a região formada por cada uma das
interseções X1 X 2 . .. X n, onde cada Xi é o interior ou o exterior de
Ci, é não-vazia, em outras palavras, se todas as curvas se
intersectam de todas as maneiras possíveis. Se, além disso, cada
uma dessas regiões é conexa e há apenas um número finito de
pontos de interseção entre as curvas, então C é um diagrama de
Venn para n conjuntos.
Nos casos mais simples, os diagramas são representados por
círculos que se encobrem parcialmente. As partes referidas em um
enunciado específico são marcadas com uma cor diferente.
Eventualmente, os círculos são representados como completamente
inseridos dentro de um retângulo, que representa o conjunto universo
daquele particular contexto (já se buscou a existência de um conjunto
universo que pudesse abranger todos os conjuntos possíveis, mas
Bertrand Russell mostrou que tal tarefa era impossível). A ideia de
conjunto universo é normalmente atribuída a Lewis Carroll. Do
mesmo modo, espaços internos comuns a dois ou mais conjuntos
representam a sua intersecção, ao passo que a totalidade dos
espaços pertencentes a um ou outro conjunto indistintamente
representa sua união.
John Venn desenvolveu os diagramas no século XIX, ampliando
e formalizando desenvolvimentos anteriores de Leibniz e Euler. E, na
década de 1960, eles foram incorporados ao currículo escolar de
matemática. Embora seja simples construir diagramas de Venn para
dois ou três conjuntos, surgem dificuldades quando se tenta usá-los
para um número maior. Algumas construções possíveis são devidas
ao próprio John Venn e a outros matemáticos como Anthony W. F.
Edwards, Branko Grünbaum e Phillip Smith. Além disso, encontram-
se em uso outros diagramas similares aos de Venn, entre os quais os
de Euler, Johnston, Pierce e Karnaugh. Além disso, essas quatro áreas podem ser combinadas de 16 formas
Dois Conjuntos: considere-se o seguinte exemplo: suponha-se que diferentes. Por exemplo, pode-se perguntar sobre os animais que
o conjunto A representa os animais bípedes e o conjunto B voam ou tem duas patas (pelo menos uma das características); tal
representa os animais capazes de voar. A área onde os dois círculos conjunto seria representado pela união de A e B. Já os animais que
se sobrepõem, designada por intersecção A e B ou intersecção A-B, voam e não possuem duas patas mais os que não voam e possuem
conteria todas as criaturas que ao mesmo tempo podem voar e têm duas patas, seriam representados pela diferença simétrica entre A e
apenas duas pernas motoras. B. Estes exemplos são mostrados nas imagens a seguir, que incluem
também outros dois casos.
- Nenhum A é B
- Algum A é B e
- Algum A não é B
Proposições do tipo Todo A é B afirmam que o conjunto A é um
subconjunto do conjunto B. Ou seja: A está contido em B. Atenção:
dizer que Todo A é B não significa o mesmo que Todo B é A.
Enunciados da forma Nenhum A é B afirmam que os conjuntos A e B
são disjuntos, isto é, não tem elementos em comum. Atenção: dizer
que Nenhum A é B é logicamente equivalente a dizer que Nenhum B
é A.
Por convenção universal em Lógica, proposições da forma Algum A é
B estabelecem que o conjunto A tem pelo menos um elemento em
comum com o conjunto B. Contudo, quando dizemos que Algum A é
B, pressupomos que nem todo A é B. Entretanto, no sentido lógico de
algum, está perfeitamente correto afirmar que ―alguns de meus
colegas estão me elogiando‖, mesmo que todos eles estejam. Dizer
que Algum A é B é logicamente equivalente a dizer que Algum B é A.
Também, as seguintes expressões são equivalentes: Algum A é B =
Pelo menos um A é B = Existe um A que é B.
Proposições da forma Algum A não é B estabelecem que o conjunto
A tem pelo menos um elemento que não pertence ao conjunto B.
Temos as seguintes equivalências: Algum A não é B = Algum A é
não B = Algum não B é A. Mas não é equivalente a Algum B não é A.
Nas proposições categóricas, usam-se também as variações
gramaticais dos verbos ser e estar, tais como é, são, está, foi, eram,
..., como elo de ligação entre A e B.
- Todo A é B = Todo A não é não B.
- Algum A é B = Algum A não é não B.
- Nenhum A é B = Nenhum A não é não B.
- Todo A é não B = Todo A não é B.
- Algum A é não B = Algum A não é B.
Três Conjuntos: Na sua apresentação inicial, Venn focou-se - Nenhum A é não B = Nenhum A não é B.
sobretudo nos diagramas de três conjuntos. Alargando o exemplo - Nenhum A é B = Todo A é não B.
anterior, poderia-se introduzir o conjunto C dos animais que possuem - Todo A é B = Nenhum A é não B.
bico. Neste caso, o diagrama define sete áreas distintas, que podem - A negação de Todo A é B é Algum A não é B (e vice-versa).
combinar-se de 256 (28) maneiras diferentes, algumas delas - A negação de Algum A é B é Nenhum A não é B (e vice-versa).
ilustradas nas imagens seguintes. Verdade ou Falsidade das Proposições Categóricas
Dada a verdade ou a falsidade de qualquer uma das proposições
categóricas, isto é, de Todo A é B, Nenhum A é B, Algum A é B e
Algum A não é B, pode-se inferir de imediato a verdade ou a
falsidade de algumas ou de todas as outras.
1. Se a proposição Todo A é B é verdadeira, então temos as
duas representações possíveis:
Nenhum A é B. É falsa.
Algum A é B. É verdadeira.
Algum A não é B. É falsa.
2. Se a proposição Nenhum A é B é verdadeira, então temos
somente a representação:
Todo A é B. É falsa.
Algum A é B. É falsa.
Algum A não é B. É verdadeira.
3. Se a proposição Algum A é B é verdadeira, temos as quatro
representações possíveis:
Proposições Categóricas
- Todo A é B
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x = 30
1º número: x = 30
2º número: x + 2 = 30 + 2 = 32
3º número: x + 4 = 30 + 4 = 34
Os números são 30, 32 e 34.
Exemplo 2
O triplo de um número natural somado a 4 é igual ao quadrado de 5.
Calcule-o:
Resolução:
Somente B: 800 – 320 = 480 3x + 4 = 52
Usam A = total – somente B = 2000 – 480 = 1520. 3x = 25 – 4
3x = 21
09. Resposta ―C‖.
x=7
O número procurado é igual a 7.
Exemplo 3
A idade de um pai é o quádruplo da idade de seu filho. Daqui a cinco
anos, a idade do pai será o triplo da idade do filho. Qual é a idade
atual de cada um?
Resolução:
Atualmente
Começa-se resolvendo pelo AB, então somente A = 40 – 14 =
Filho: x
26 e somente B = 35 – 14 = 21.
Pai: 4x
Somando-se A, B e AB têm-se 61, então o O são 120 – 61 = 59
Futuramente
pessoas.
Filho: x + 5
Pai: 4x + 5
10. Resposta ―A‖.
4x + 5 = 3 . (x + 5)
- Jornal A → 0,8 – x
4x + 5 = 3x + 15
- Jornal B → 0,6 – x
4x – 3x = 15 – 5
- Intersecção → x
X = 10
Então fica:
Pai: 4x = 4 . 10 = 40
(0,8 - x) + (0,6 - x) + x = 1
O filho tem 10 anos e o pai tem 40.
- x + 1,4 = 1
Exemplo 4
- x = - 0,4
O dobro de um número adicionado ao seu triplo corresponde a 20.
x = 0,4.
Qual é o número?
Resposta ―40% dos alunos leem ambos os jornais‖.
Resolução
2x + 3x = 20
5x = 20
x=4
RACIOCÍNIO LÓGICO ENVOLVENDO PROBLEMAS
ARITMÉTICOS, GEOMÉTRICOS E MATRICIAIS. O número corresponde a 4.
Problemas Matemáticos Exemplo 5
Os problemas matemáticos são resolvidos utilizando inúmeros Em uma chácara existem galinhas e coelhos totalizando 35
recursos matemáticos, destacando, entre todos, os princípios animais, os quais somam juntos 100 pés. Determine o número de
algébricos, os quais são divididos de acordo com o nível de galinhas e coelhos existentes nessa chácara.
dificuldade e abordagem dos conteúdos. Galinhas: G
Primeiramente os cálculos envolvem adições e subtrações, Coelhos: C
posteriormente as multiplicações e divisões. Depois os problemas G + C = 35
são resolvidos com a utilização dos fundamentos algébricos, isto é, Cada galinha possui 2 pés e cada coelho 4, então:
criamos equações matemáticas com valores desconhecidos (letras). 2G + 4C = 100
Observe algumas situações que podem ser descritas com utilização Sistema de equações
da álgebra. Isolando C na 1ª equação:
- O dobro de um número adicionado com 4: 2x + 4; G + C = 35
- A soma de dois números consecutivos: x + (x + 1); C = 35 – G
- O quadrado de um número mais 10: x2 + 10; Substituindo C na 2ª equação:
- O triplo de um número adicionado ao dobro do número: 3x + 2G + 4C = 100
2x; 2G + 4 . (35 – G) = 100
2G + 140 – 4G = 100
- A metade da soma de um número mais 15:
2G – 4G = 100 – 140
- 2G = - 40
- A quarta parte de um número:
Exemplo 1
A soma de três números pares consecutivos é igual a 96.
Determine-os. G = 20
1º número: x Calculando C
2º número: x + 2 C = 35 – G
3º número: x + 4 C = 35 – 20
(x) + (x + 2) + (x + 4) = 96 C = 15
Resolução: Exercícios
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