UNIDADE 02: Renascimento
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Proto Renascimento: a primeira fase
Curso: Arquitetura e Urbanismo
2º e 3º períodos
Prof. Stephany Rodrigues
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Proto Renascimento: a primeira fase
Contexto histórico
• Século XIV a XVI
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
O Renascimento foi um movimento cultural,
artístico, científico e intelectual surgido na
Itália entre os séculos XIV e XVI,
caracterizado pela retomada dos valores da
Antiguidade Greco-Romana.
Na arquitetura, representou uma ruptura
com o modelo medieval gótico e a
valorização da:
• racionalidade;
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• proporção;
• simetria;
• geometria;
• perspectiva;
• escala humana.
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Proto Renascimento: a primeira fase
Contexto histórico
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
• Século XIV a XVI
Fases:
Trecento (século XIV)
Quattrocento (século XV)
Cinquecento (século XVI)
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Socialmente, a estrutura feudal da
sociedade medieval ficou instável, com a
ascensão de uma poderosa classe de
mercadores que se uniu aos soberanos
contra os barões indisciplinados.
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Proto Renascimento: a primeira fase
Contexto histórico
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
“Como os italianos culpavam os godos pela queda do Império Romano,
começaram a se referir à arte desse período intermediário como arte gótica,
com o que pretendiam significar bárbara — tal como hoje falamos do
vandalismo quando nos referimos à destruição inútil de belas coisas. (…) Os
italianos do século XIV acreditavam que a arte, ciência e erudição tinham
florescido no período clássico, que todas essas coisas tinham sido destruídas
pelos bárbaros do Norte e que lhes cumpria a missão de ajudar a reviver o
glorioso passado e, portanto, a inaugurar uma nova era.” (Gombrich, pag. 223)
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Proto Renascimento: a primeira fase
Contexto histórico
• Século XIV a XVI
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Características principais do período:
Classicismo: revalorização e recuperação da Antiguidade greco-romana;
Antropocentrismo: o ser humano passa a ser o centro de todas as coisas;
Humanismo: movimento intelectual que propunha o estudos dos autores antigos gregos e
romanos para construir um novo conhecimento do homem e do mundo, como Sócrates, Platão
e Aristóteles;
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Racionalismo: valorização da razão e do empirismo (experimentação);
Naturalismo: representação da natureza e do ser humano de forma realista e objetiva;
Universalismo: estudo e propagação de várias áreas do saber;
Individualismo: valorização do homem e também do artista.
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Proto Renascimento: a primeira fase
Contexto histórico
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
• Século XIV a XVI
Características
principais do período:
Antropocentrismo
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Proto Renascimento: a primeira fase
Contexto histórico
• Século XIV a XVI
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Características principais do período:
Ascensão da burguesia:
o renascimento comercial e urbano, a
abertura de novas rotas comerciais entre
Ocidente e Oriente, e o crescimento do
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comércio nas cidades europeias
promoveram a ascensão da burguesia, que
se tornaria um ator político importante na
sociedade europeia durante a Modernidade.
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Proto Renascimento: a primeira fase
Contexto histórico
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
• Século XIV a XVI
Características principais do período:
Desenvolvimento científico:
Estudiosos como Nicolau Copérnico, Galileu
Galilei e Giordano Bruno promoveram
avanços significativos nas ciências naturais,
inclusive alguns que desafiavam dogmas
religiosos e provocaram uma série de
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conflitos com a Igreja Católica;
O estudioso Galileu Galilei, que viveu entre MODELO HELIOCÊNTRICO
1564 e 1642, conseguiu comprovar a Teoria Copérnico viveu entre 1473 a 1543 e formulou um
Heliocêntrica de Nicolau Copérnico. modelo de Sistema Solar que mudou
completamente a nossa visão do universo.
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
Durante a Era das
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Navegações, o
comércio deslocou-
se do Mediterrâneo
para o Atlântico e o
MERCANTILISMO
desenvolveu-se
apoiado pela
expansão do Capital
comercial e usurário,
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este incentivado pela
reforma religiosa.
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Proto Renascimento: a primeira fase
Contexto histórico
• Berço italiano
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
- Região da Toscana
o desenvolvimento do
comércio no Mar
Mediterrâneo e a intensa
atividade cultural fizeram
com que as cidades da
Península Itálica (onde
hoje está a Itália, mas à
época dividida em várias
repúblicas e reinos)
fossem o berço do
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Renascimento.
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
Quatro grandes movimentos marcam o período de transição que se estende do
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declínio da Idade Média até o grande surto de progresso do século XVII.
1. Fatores Político- militares
• A fortificação se adapta às armas de fogo. Podem ser mais baixas; saem as torres e
ameias; colocam-se as muralhas em posição estelar ou polígonos (cidade ideal) para
colocação de baterias de artilharia.
• A cidade dominante já não precisa do mesmo nível de fortificação. Transfere-o para
as cidades de seu entorno, localizadas em pontos estratégicos.
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
1. Fatores Político- militares
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Roma (Século XVI)
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
Quatro grandes movimentos marcam o período de transição que se estende do
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declínio da Idade Média até o grande surto de progresso do século XVII.
2. Doutrinários e teóricos
• Simetria e proporção. Valores de Vitrúvio. A perspectiva não é mais uma sensação
ótica, mas a lei construtiva do próprio espaço. É o princípio distributivo dos edifícios
no contexto urbano.
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
2. Doutrinários e teóricos
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A Trindade (Masaccio – Florença; Sta. Maria
Novella 1428; afresco 6,67x3,17m)
San’t Andrea (Leone Battisti Alberti - Mantua; 1470)
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
Quatro grandes movimentos marcam o período de transição que se estende do
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declínio da Idade Média até o grande surto de progresso do século XVII.
3. Histórico- artísticos
• A retomada dos valores de antigas cidades do império romano: Roma, Pisa, etc.
motivaram a cidade monumento. Pisa, retomada dos árabes em 1063, foi o primeiro
centro de uma cultura figurativa inspirada em Roma, reinterpretando-a aos valores
cristãos: o nascimento (o batistério), a vida ( a igreja) e a morte (o cemitério).
• O conjunto de monumentos marca o caráter histórico da cidade: A cúpula de
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Florença, Pisa, Roma (Vaticano), etc. Isto se mantém até hoje: Paris, Argel, Brasília.
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
3. Histórico- artísticos
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Pisa
Campo dos Milagres (1063)
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
Quatro grandes movimentos marcam o período de transição que se estende do
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
declínio da Idade Média até o grande surto de progresso do século XVII.
4. Práticos
• A recuperação dessas cidades requereu projetos para abertura de ruas,
reconstrução de aquedutos, expansão dos limites antes definidos pela muralha, etc.
• Somente uma nova divisão do trabalho, que se preparava para a manufatura,
permite a existência de um artista de características liberais que viabilizaria artística
e tecnicamente as intenções urbanísticas da nova classe dominante.
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
4. Práticos
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Homem Vitruviano (Leonardo da Vinci 1490;
Lápis e tinta sobre papel 34x24cm)
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
A pintura renascentista ganha destaque e expressa os conhecimentos adquiridos
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sobre proporção matemática e a perspectiva.
PERSPECTIVA PLANA
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Planta Elevação Perspectiva
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
A pintura renascentista ganha destaque e expressa os conhecimentos adquiridos
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
sobre proporção matemática e a perspectiva.
PERSPECTIVA PLANA
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Posição do observador em relação a cena
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
A pintura renascentista ganha destaque e expressa os conhecimentos adquiridos
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
sobre proporção matemática e a perspectiva.
PERSPECTIVA PLANA e ANGULAR
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Perspectiva Plana (2 pontos de fuga) Perspectiva curva (2 pontos de fuga) Perspectiva angular
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
ARTISTAS
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Giotto di Bondone
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Giotto – 1305 Giotto – séc. XIV
Ognissanti Madona ( Uffizi) Capela da Arena – Pádua
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
ARTISTAS
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
• Leonardo da Vinci - pintor, escultor, cientista e engenheiro italiano;
• Michelangelo Buonarroti - pintor, escultor, poeta e anatomista italiano;
• Rafael Sanzio - pintor e arquiteto italiano;
• Donatello - escultor italiano;
• Sandro Botticelli - pintor italiano;
• Giorgio Vasari - pintor e arquiteto italiano;
• Filippo Brunelleschi - escultor italiano;
Jan van Eyck - pintor belga;
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•
• Hieronymus Bosch - pintor holandês;
• Sá de Miranda - poeta português;
• Antônio Ferreira - poeta e escritor português;
• Miguel de Cervantes - escritor e romancista espanhol;
• El Greco - pintor, escultor e arquiteto grego.
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
ARTISTAS
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
(...) E fizeram com que sua própria época acreditasse que o artista, que jamais
fora alguma coisa além de mero mecânico aos olhos da antiguidade,
compartilhava com o poeta as honras do divino privilégio. Não há duvida que
os humanistas foram muito úteis aos artistas da Renascença em seus esforços
para conseguir a emancipação (...) e deram-lhes as armas com que
sustentaram suas reivindicações contra as guildas. (Arnold Hauser, pg. 331)
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
ARTISTAS
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Piero della Francesca
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Piero della Francesca – 1444
Flagelação
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
ARTISTAS
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Piero della Francesca
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Piero della Francesca,
Batismo de Cristo. 1456.
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
ARTISTAS
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Sandro Botticelli
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Sandro Botticelli
O Nascimento da Vênus (têmpera s/ tela – 1,72 x 2,78m: 1485)
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
ARTISTAS
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Jan van Eick
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Jan van Eick - 1434
Os Esponsais dos Almofini (óleo s/ madeira – 81,8 x 59,7 cm)
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
ARTISTAS
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Robert Campin
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Robert Campin
Retrato de uma Dama (1430)
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
ARTISTAS
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Leonardo da Vinci
Sabemos alguma coisa sobre a amplitude e
produtividade do espírito de Leonardo porque
seus alunos e admiradores preservaram
cuidadosamente seus esboços e cadernos de
apontamentos, milhares de páginas cobertas de
escritos e desenhos, com excertos de livros que
Leonardo leu e rascunhos para obras que
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pretendia escrever.
Quanto mais se estudam esses papéis, menos se
entende como um ser humano foi capaz de se
destacar de forma tão profunda em todos esses
diferentes campos de pesquisa e dedar tão
importantes contribuições para quase todos eles.
Leonardo da Vinci
Estudos Anatômicos / laringe e perna ( 26 x 19,6 cm: 1510)
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
ARTISTAS
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Leonardo da Vinci
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Leonardo da Vinci
A Última Ceia (têmpera
afresco – 4,60 x 8,60 m: 1498)
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
ARTISTAS
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Leonardo da Vinci
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Leonardo da Vinci
Mona Lisa (óleo s/madeira – 77 x 53 cm: 1502)
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
ARTISTAS
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Rafael Sanzio
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Rafael
Madona di Campi (Têmpera s/madeira, 113 x 88 cm, 1506)
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
ARTISTAS
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Rafael Sanzio
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Rafael
Escola de Atenas (Afresco, Vaticano, 1509)
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
ARTISTAS
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Rafael Sanzio
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Rafael Sanzio
Bodas da Virgem Maria: 1504
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
ARTISTAS
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Michelangelo Buonarroti
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Michelangelo
Conversão de São Paulo/ Capela Sistina
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
ARTISTAS
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Michelangelo Buonarroti
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Michelangelo - 1510
Detalhes do teto da Capela Sistina ( 28,9 x 21,4 cm)
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
ARTISTAS
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Michelangelo Buonarroti
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Michelangelo - Pietá: mármore (1,28 m):
Bruges/1501-1506 (Basílica de São Pedro – Roma)
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
ARTISTAS
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Michelangelo Buonarroti
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Michelangelo - Davi: mármore (4,09 m): Florença/1501-1504
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
ARTISTAS
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Masaccio
Nas palavras do historiador da arte Hans
Belting “…em um dos corredores
laterais da antiga Sacristia, as paredes
contêm uma abertura que existe apenas
na pintura. A ficção é total quando o
espectador permanece de pé no ponto
exato da nave em que perspectiva foi
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calculada… O que nós vemos não é
uma parede plana nem uma capela
genuína, mas um híbrido entre pintura e
arquitetura. A capela imaginária é
elevada a um nível que somente pode
ser alcançado com o nosso olhar, sem
que jamais possamos entrar com nossos
pés…”
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Proto Renascimento: a transição para Era Moderna
Contexto histórico
ARTISTAS
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Masaccio
O tema do afresco, que pode ser
remontado em até 8 planos diferentes,
envolve a imagem de Deus (mais ao
fundo) que segura o Jesus crucificado
tendo aos seus pés Maria e São João
(planos intermediários) circundados
por uma grande arcada. Mais à frente,
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externos a esse primeiro grupo,
encontram-se as figuras de dois
patronos (possivelmente das famílias
Lanziou Berti) e finalmente um
sarcófago com um esqueleto e os
dizeres “I O FU’ GIÀ QUEL CHE VOI
SETE, E QUEL CH’I’ SON VOI ANCO
SARETE”, algo como “Eu fui o que tu
és, e o que eu sou tu serás”.
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Proto Renascimento: a cidade renascentista
Contexto histórico
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Antonio Filarete – Cidade Ideal – Sforzinda: 1460-1464
Sforzinda: a cidade radial estrelada. Dezesseis ruas principais se irradiam a partir da
piazza central em direção aos oito portões da cidade e às oito torres situadas nas
pontas da estrela. Na metade de seu percurso, oito dessas ruas atravessam uma
praça aberta, nas outras oito uma igreja é situada no centro.
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Proto Renascimento: a cidade renascentista
Contexto histórico
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Antonio Filarete – Cidade Ideal – Sforzinda: 1460-1464
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O traçado geométrico dessa cidade é localizado em um ameno “vale circundado por
colinas através das quais o rio inda corre”, descrito por Filarete em seu segundo livro.
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Proto Renascimento: a cidade renascentista
Contexto histórico
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Antonio Filarete – Cidade Ideal – Sforzinda: 1460-1464
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Proto Renascimento: a cidade renascentista
Contexto histórico
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Antonio Filarete – Cidade Ideal – Sforzinda: 1460-1464
Alberti alega que: "A cidade deve constituir-se
com o objetivo do prazer austero da geometria."
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Proto Renascimento: a cidade renascentista
Contexto histórico
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
As plantas das cidades alteraram-se e deram origem à forma
radioconcêntrica, considerada a forma geométrica perfeita, as ruas são
radiais que ligam o centro da cidade às portas da cidade. O centro da cidade
é o espaço reservado na malha urbana para os edifícios públicos.
Os Renascentistas procuravam o traçado da cidade ideal.
Inicialmente o Renascimento constrói sistemas de fortificações e alterações em
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determinadas áreas da cidade, foram construídos novos acessos viários, novos
bairros a partir de quadricula ortogonal, como exemplo dessa atuação urbana
em Portugal existe o Bairro Alto.
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Contexto histórico
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No período entre 1500 a 1600, foram construídas novas cidades com características
militares, como Palma Nuova, Neuf-Brisach, Almeida e Ville-Richelieu.
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Proto Renascimento: a cidade renascentista
Contexto histórico
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Neuf-Brisach, Comuna na França
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Proto Renascimento: a cidade renascentista
Contexto histórico
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Passaram a predominar a
uniformidade, os traçados regulares
e as ruas irradiadas de uma praça
central, em que canhões defendiam
estrategicamente as entradas da
cidade.
De modo geral, a busca pelo
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MODELO IDEAL levou à repetição
de alguns motivos geométricos
arquetípicos, principalmente o
quadrado e o círculo .
Doutrina de Vitrúvio: firmitas, utilitas, e venustas.
utilidade, firmeza e beleza
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Proto Renascimento: a cidade renascentista
Contexto histórico
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
Essa configuração resulta, em um modelo harmonioso graças a uma complexa disposição de
ruas radiais, três anéis concêntricos, doze ruas radiais adicionais e de seis pequenas praças
secundárias situadas no interior das quadras.
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Contexto histórico
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CONSIDERAÇÕES GERAIS
Traçado Urbano Renascentista:
• Contraste com o traçado medieval: Na Idade Média, as ruas eram estreitas e
tortuosas. No Renascimento, surge um novo modelo com ruas retilíneas e
organizadas.
• Malha de ruas: Explicação sobre a malha de ruas retilíneas, que já não se
formavam de forma arbitrária. As ruas passam a ser parte de um conjunto maior.
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• Perspectiva visual e decorativa: Como as ruas eram projetadas para destacar
marcos ou monumentos.
• Limite entre espaço público e privado: Considerações sobre as aberturas dos
edifícios e a transição entre esses espaços.
Florença
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53
Roma
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54
Vicenza
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Conclusão
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Atividade
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
• Roda de debate
- Cada grupo ficará responsável por um arquiteto renascentista:
1. Filippo Brunelleschi (Melissa e Mariana/Werbete, Karen e Amanda)
2. Leon Battista Alberti (Sara, Otávio e Gilcilene/Ludmila e Vitória)
3. Andrea Palladio (Lya, Mikael e Lívia/Diogo, Marissa e Ana Teresa)
4. Donato Bramante (Emilys e Bruna/Vitória Régia e Guilherme)
5. Michelangelo Buonarroti (Marias e Clara/Jamilly, Priscila e Melissa)
Apresentar sobre sua vida, arte e arquitetura.
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Material de apresentação: Mapa conceitual em Folha A3, impresso.
Próxima aula dia 22/05/2026
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Referências
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II
• CHING, Francis D. K. História global da arquitetura. 3. Porto Alegre Bookman 2019 1 recurso
online ISBN 9788582605127.
• GERIBELLO, Denise Fernandes. Teoria e história da arquitetura e urbanismo, v. 3. Porto Alegre
SAGAH 2020 1 recurso online (Arquitetura). ISBN 9788595027343.
• BENEVOLO, Leonardo. Introdução à Arquitetura. Lisboa. Edições 70, 1999.
• BENEVOLO, Leonardo. História da Cidade. 3. ed. Lisboa, 2001.
• ARGAN,G.C. História da Arte Italiana. vol.2. Cosac Naify.
Prof. Stephany Rodrigues
• HAUSER, Arnold. História Social da Literatura e da Arte. Martins Fontes
• GOMBRICH, E. H. A Históriada Arte. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
• JASON, H.W. História Geral da Arte. Tradução de Maurício Balthazar Leal. São Paulo: Martins
Fontes, 1993.