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Dinâmicas - Várias

O documento apresenta uma série de dinâmicas e atividades voltadas para o desenvolvimento pessoal e espiritual em grupo, enfatizando a importância da condução mútua entre participantes. As dinâmicas abordam temas como a valorização do próximo, a partilha de sonhos, a construção de relacionamentos e a reflexão sobre a fé. Cada atividade é acompanhada de procedimentos e objetivos claros, visando promover a interação e o aprendizado entre os participantes.

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Segedis
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Dinâmicas - Várias

O documento apresenta uma série de dinâmicas e atividades voltadas para o desenvolvimento pessoal e espiritual em grupo, enfatizando a importância da condução mútua entre participantes. As dinâmicas abordam temas como a valorização do próximo, a partilha de sonhos, a construção de relacionamentos e a reflexão sobre a fé. Cada atividade é acompanhada de procedimentos e objetivos claros, visando promover a interação e o aprendizado entre os participantes.

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1 OVELHAS SEM PASTOR

Em nossas vidas temos a missão de conduzir o próximo.


Esta dinâmica visa ajudar a tomar consciência desta nossa missão.
Vivemos nesta tensão que é salutar: evangelizamos e somos evangelizados.

Não existe atitude neutra: ou interferimos positiva ou negativamente.

Primeiro passo: Clarear os passos

1- Convidar os participantes a formar duplas, ficando um ao lado do outro.


2- A dupla define quem deles será a ovelha e quem será o pastor:

- A ovelha fecha livremente os seus olhos e é conduzida pelo pastor.


- O pastor – olhos abertos – toma a ovelha pelas mãos, ombro… e a
conduz
- Enquanto isso, estar atento aos sentimentos que experimenta:
- Como ovelha: enquanto é conduzida – o que sente? (medo,
confiança…).
- Como pastor: enquanto conduz- o que sente? (responsabilidade,
medo…)

Segundo passo: Caminhando

3- As duplas (pastor e ovelha) vão caminhando por diversos caminhos.


Deixar um tempo.
4- Depois, o assessor convida a mudar:
- quem era a ovelha se torna agora pastor;
- quem era pastor se torna agora ovelha.
5- E a dinâmica continua. Deixar um tempo.

Terceiro passo: Partilha


6- Dar um sinal de parada e as duplas voltam à sala, partilhando a
experiência feita.
7- Favorecer um pequeno plenário:
- como foi a experiência? O que sentiram como ovelha e como pastor?
- Na vida diária, quem nos conduz? Onde devemos nos deixar conduzir
mais?
- O que esta dinâmica tem haver com as nossa vida, em nossa missão?
- Onde esta realidade aparece na Palavra de Deus (Bíblia)?

“Não podemos ser amigos de todos, mas podemos tratar a todos


fraternalmente. E esta fraternidade fará surgir novas amizades. Sem fraternidade
não há amizades autênticas.”

Autor desconhecido

2 APRENDER A RESPEITAR O SONHO DOS OUTROS

Materiais: balões coloridos, caneta, papel sulfite e palitos de dente.

Procedimento: O participante deverá escrever em um pedaço de papel seu


sonho, dobrar e colocá-lo dentro do balão, que deve ser inflado. Cada um fica com
um balão e um palito de dente na mão.

O orientador dá a seguinte ordem: defendam seu sonho!

Todos devem estar juntos em um lugar espaçoso. A tendência é todos


estourarem os balões uns dos outros.

Quando fizerem isto o orientador pergunta: _ Por que destruíram os sonhos


dos outros? Deixe eles pensarem um pouco e responda para defender o seu sonho
você não precisa destruir os sonhos dos outros, basta que cada um fique parado e
nenhum sonho será destruído!
3 ELOS

Objetivo
Memorizar o nome dos integrantes do grupo, valorizando qualidades.

Procedimento

1) Cada participante recebe uma tira de papel, escrevendo o seu nome, o


lugar de onde
vem e uma qualidade que começa com a primeira letra do seu nome.

2) As tiras são colocadas no centro da sala e cada participante é convidado


a buscar uma
tira que não seja a sua.

3) Com a tira nas mãos, cada participante sai em busca do/a autor/a da tira e
conversa
alguns minutos com ele/a .

4) Depois, no grande círculo, cada participante tem a tarefa de apresentar o


autor da fita
que retirou.

4 PIPOCA SEM SAL

Distribuir pipoca a todos os participantes antes do início do encontro e


espere que experimentem, se não o fizerem naturalmente, deve induzi-los a
experimentarem.

Obs. importante: A pipoca distribuída tem que estar completamente sem sal.

Espere uma reclamação do publico, mas se os participantes não reclamarem


deve-se consultá-los se estão “GOSTANDO”, se mesmo assim não disserem nada,
insista até achar alguém que tenha coragem de reclamar, certamente haverá risos
na plateia…. que gera descontração….

- (O QUE HÁ DE ERRADO COM ESTA PIPOCA?)

No que todos responderam:

– (ESTÁ SEM SAL !)

Você pode ainda induzir uma resposta de grupo que todos concordam que a
pipoca está horrível… quanto mais ruim melhor será a introdução do seu tema.

VARIANTE – Pode ser distribuída uma pipoca feita no dia anterior, pois além
de salgada ela absorve umidade e deixa de ser Crocante ficando (murcha), neste
caso além de salgada fica também chocha e será rejeitada pelos participantes. A
VARIANTE NESTE CASO pode ser, pipoca salgada demais e pipoca totalmente
sem sal, distribuída aleatoriamente entre eles, para ouvir os dois tipos de
reclamação – ESTÁ SALGADA… ESTÁ SEM SAL… ESTÁ MURCHA… ESTÁ
HORRÍVEL… e assim se desenvolve o tema do tempero na dose certa, nem muito
e nem pouco, mas o suficiente para ficar saboroso e agradável.

Onde pode se perguntar:

- (PORQUE NINGUÉM ESTÁ COMENDO?)

Pode se oferecer também pipocas misturadas, para alguns dê a do dia


anterior e para outros dê uma porção feita mais recentemente e com sal, só para
perguntar a diferença.

Feito isto, pode-se entrar no texto do evangelho a seguir, a experiência


demonstra a necessidade de se haver um tempero CRISTÃO no mundo de hoje e
que este tempero somos nós.
Relacionar o gosto da pipoca sem sal e fria com a vida do cristão e a leitura
bíblica “Sal da terra, luz do mundo “.

O Cristão que não faz a diferença no mundo; que não evangeliza com
palavras e testemunho de vida é como esta pipoca fria, chocha e sem sal.

O cristão tem um gosto, ele tempera o mundo

(a família verdadeiramente cristã é capaz de mudar o mundo em que


vivemos da água para o vinho).

5 VERSÍCULO EMBARALHADO

Escolha um versículo da Bíblia, quanto mais “desconhecido” mais difícil a


tarefa. Escreva este versículo numa folha em branco e recorte as palavras (procure
fazer cortes retos e iguais para que o desenho). Coloque as palavras misturadas
num envelope e dê um a cada grupo para que montem o versículo. Decida se irá
permitir aos grupos consultar a Bíblia. O grupo que acabar primeiro ganhará (10
pontos).

Ex.: “Alegra-te, mancebo, na tua mocidade e recreie-se o teu coração nos


dias da tua mocidade e anda pelos caminhos do teu coração… sabe, porém, que por
todas estas coisas te trará Deus a juízo.” (Eclesiastes 11:9)

6 TOMÉ, ONDE ESTÁ A SUA FÉ?

Esta dinâmica é muito parecida com a brincadeira ‘Detetive’ cujos


personagens são: o assassino, o detetive e as vítimas. Na brincadeira ‘Tomé, onde
está a sua fé?’ teremos novos personagens: Jesus, Tomé e os discípulos. Esta é
uma brincadeira para ilustrar a mensagem de fé transmitida na passagem bíblica de
Tomé.

Material: Tiras de papel e caneta.


Escreva sobre um papel ‘Jesus’, sobre outro ‘Tomé’ e tantos ‘Discípulos’
quantos necessários para completar o número de crianças. Dobre os papéis e
sorteie. As crianças se colocam num círculo e Jesus deve discretamente piscar com
um olho para qualquer das crianças, enquanto Tomé tenta descobrir qual criança é
Jesus. Jesus é sinal de vida nova, quando ele piscar, se a criança for um discípulo
deverá dizer:- ‘Jesus está presente e vivo no meio de nós!’Tomé não acredita que
Jesus está presente no meio dos discípulos porque não o vê, procura descobrir onde
está [Link] Tomé descobrir, ou pensar que descobriu, este indicará a
pessoa dizendo: - Mestre, é você mesmo?

Caso a criança que Tomé indicou seja um dos discípulos, estão, quem
estiver representando Jesus, manifesta-se dizendo:- Tomé, onde está a sua fé???

Inicia-se a brincadeira novamente.A criança que foi o Tomé pode redistribuir


os papeizinhos com os personagens.

7 NO ESCURO

Com os olhos fechados, pedir para as crianças desenharem uma casa com
flores na janela, chaminé no telhado, caminho com grama, um lago do lado e um céu
com nuvens fofinhas e um sol radiante. Depois do desenho terminado, todos abrem
os olhos e veem a bagunça que ficou. Pedir para escrever em baixo do desenho:
Essa é nossa vida sem Deus.

8 PASSA AMOR

A dinâmica do Passa Amor pode ser utilizada nos encontros que falem sobre
partilha, valorização da pessoa humana, sobre o Sagrado Coração de Jesus, etc.

Material: Confeccione um coração em cartolina num tamanho que fique


escondido no meio das nossas mãos ou use um coração em prata (pode-se
escrever Jesus no centro do coração).

Desenvolvimento: Essa brincadeira na verdade é o conhecida como “Passa


anel”, só que em vez de passarmos um anel iremos passar um coração.
Sorteia-se a criança que vai passar o coração. As outras sentam-se lado a
lado, com as mãos fechadas (como quando vão rezar) no colo. A que está com o
coração entre as palmas das mãos começa a passá-lo, ou seja, finge que põe o
coração na mão de cada um dos participantes, na verdade, só deixa cair na mão de
um. Quando acaba, abre as mãos mostrando que já não está mais com o coração.
Ao terminar, a criança pergunta a um dos participantes: quem está com Jesus no
coração? Se a criança acertar, vai passá-lo na vez seguinte.
O objetivo é fazer com que a criança aprenda brincando que Jesus está em
todas as pessoas e que é necessário enxergamos sua presença no irmão, todas as
pessoas podem partilhar amor.

9 EXERCÍCIO DA QUALIDADE

Objetivo: Conscientizar os membros do grupo para observar as boas


qualidades nas outras pessoas; despertar as pessoas para qualidades até então
ignoradas por elas mesmas.

Participantes: 30 pessoas

Tempo: 45 minutos

Material: lápis e papel

Descrição: o coordenador inicia dizendo que na vida as pessoas observam


não as qualidades, mas sim os defeitos dos outros. Nesse instante cada qual terá a
oportunidade de realçar uma qualidade do colega.

1. O coordenador distribuirá uma papeleta para todos os participantes. Cada


qual deverá escrever nela a qualidade que no entender caracteriza seu colega da
direita;

2. A papeleta deverá ser completamente anônima, sem nenhuma


identificação. Para isso não deve constar nem o nome da pessoa da direita, nem vir
assinada;
3. A seguir o animador solicita que todos dobrem a papeleta para ser
recolhida, embaralhada e redistribuída;

4. Feita a redistribuição começando pela direita do coordenador, um a um


lerá em voz alta a qualidade que consta na papeleta, procurando entre os membros
do grupo a pessoa que, no entender do leitor, é caracterizada com esta qualidade.
Só poderá escolher uma pessoa entre os participantes.

5. Ao caracterizar a pessoa, deverá dizer porque tal qualidade a caracteriza;

6. Pode acontecer que a mesma pessoa do grupo seja apontada mais de


uma vez como portadora de qualidades, porém, no final cada qual dirá em público a
qualidade que escreveu para a pessoa da direita;

7. Ao término do exercício, o animador pede aos participantes depoimento


sobre o mesmo.

10JESUS TE AMA

Objetivo:
Amor a Jesus e ao próximo.

Material:
Espaço e cadeiras para fazer uma roda.

Como Fazer:

1- Faz-se uma roda com todos os participantes sentados exceto um, que
ficará de pé no meio da roda.

2- Esta pessoa deverá escolher uma pessoa na roda e dizer à ela: “Jesus te
ama!”
3- O participante escolhido pergunta: “Por que?”

4- Então o que está de pé diz, por exemplo: “Porque você está de blusa
verde!”

5- Então, todos os participantes que estão de blusa verde, trocam de lugar


entre si. Os outros permanecem sentados.

6- A pessoa que estava em pé, deve tentar sentar em algum lugar durante a
troca, de forma que outro participante fique sobrando em pé.
7- Proceder dessa forma até cansar!!!

Observações:

a) Logicamente não é permitido falar “porque está de blusa verde!” se a


pessoa estiver de blusa azul!

b) Se o “motivo” escolhido só estiver presente em uma pessoa (Ex: só existir


na roda uma pessoa de blusa verde), não é necessário que a pessoa saia do lugar,
mas, se na afobação, a pessoa sair do lugar sem ver se outra pessoa possui a
mesma característica, então o que está de pé pode tentar tomar seu lugar.

Conclusão:

Jesus não procura motivo para nos amar, assim devemos ser com nossos
irmãos, amar sem pedir nada em troca, sem motivo aparente. Amar só por amar.

Sugestão:

1- Na primeira rodada, sugerimos que o coordenador da dinâmica fique em


pé no meio do círculo.
2- Deverá então escolher algo bem comum na roda, provavelmente muita
gente estará de tênis, por exemplo. Assim já começa com quase todas as pessoas
trocando de lugar!

11FRASE QUEBRA-CABEÇAS

1- Formar dois grupos, em círculo, com seis ou sete pessoas em cada um.
Pedir para que se sentem, no chão, com um pequeno espaço entre um e outro.
2- Os demais participantes ficarão observando tudo silenciosamente.
3- Para cada grupo entregar dois envelopes contendo em cada um uma
frase com suas letras separadas. O grupo deverá descobrir a frase que deverá ser
montada com as letras e, ao mesmo tempo monta-la no chão.
4- No primeiro envelope, colocar a seguinte frase com as letras recortadas e
embaralhadas:
A VOCAÇÃO MORRE NO ISOLAMENTE.
5- No segundo grupo, colocar a seguinte frase:
UM GRUPO FECHADO NÃO SOBREVIVO
6- Como você pode observar, as duas letras finais de cada frase foram
trocadas propositalmente. O grupo deverá montar a frase e, ao chegar na letra final,
após ler o sentido da frase, perceberá que a letra poderá estar no grupo vizinho.
7- Para que a frase seja montada, o coordenador poderá dar pistas da
seqüência das palavras que ainda faltam. Ou com que sílaba começam. Poderá,
ainda, dizer quando acertaram.
8- Todas as pessoas do dois grupos irão falar:
O que aprenderam com a dinâmica ;
O que observaram no comportamento dos participantes – se todos
trabalharam ou se um só ditou as normas; etc…

12REALIDADE DA VIDA

Material: papel com características da vida (prostituta, drogados, bêbado,


ladrão, mentiroso ,padre, leigo, cristão, missionário, etc;)
*Colocar na testa de cada participante e num círculo ficam passando, se
olhando sem nada a dizer
(pedir para cada participante reagirem como reagiriam diante dessas
pessoas ,dessas características). Depois cada um olha o que tem na testa e fala
como foi que se sentiu diante dos olhares , cada um passa uma mensagem de como
acha que deve reagir nessas situações.

13TUBARÃO – COMPANHEIRISMO

Material: folhas de jornal e música .


*Colocar algumas folhas de jornal no chão para integrantes da brincadeira. A
música alta, depois baixa o volume e organizador da brincadeira diz – “O navio
afundou cuidado com os tubarões”. Os integrantes procuram abrigo nas ilhas (os
jornais). Cada vez se tira jornais do chão e assim se repete, até ficar a última folha e
todos ter que ficar naquele único jornal.

- SIGNIFICADO: Que nessa hora não devemos ter egoísmo, e sim vontade
de ajudar o próximo.

14COMPRIMIDOS DE FÉ

15A VELA E O COPO

16CONFIANÇA

Objetivos:
Dinâmica com o objetivo de ver se o grupo todo confia nos seus integrantes.

Como Fazer:
1 – Cada dois ou três reunem-se e um dos três deve estar com os olhos
vendados.
2 – Os outros dois vão guiá-lo por um circuito criado pelo grupo onde devem
haver “obstáculos”.
3 – Os que estão com os olhos vendados devem confiar cegamente nos que
estão os guiando.
4 – Depois mudam-se os trios ou duplas, muda-se um pouco o circuito, e
repete-se o exercício com aqueles que não tiveram seus olhos vendados ainda.
5 – Depois, em uma conversa aberta, vê-se quem foram as pessoas que
confiaram, ou não, em suas duplas!

17NÓ

OBJETIVO: Fortalecer o relacionamento, diminuir as distâncias,


Estar a tento ao outro e suas necessidades,
Saber caminhar com o outro e ajuda-lo.

DURAÇÃO: 20 a 30 min.

N°DE PARTICIPANTES: Mínimo 6

COMO FAZER: Iniciar com um circulo. Cada participante deve decorar o


nome de quem está do seu lado esquerdo e do seu lado direito. O dirigente vai
motivar para que se desfaça o circulo e que circulem, pensando sobre um assunto
(relacionamento humano). Ao sinal vão se aproximando do dirigente, bem perto,
cada vez mais perto. Ir observando as dificuldades de nos aproximarmos mais uns
dos outros. Quando estiver todos bem próximos o dirigente pede que sem sair do
lugar se dêem as mãos (a direita para quem estava a sua direita e a esquerda para
quem estava a sua esquerda)… Vai se criando um nó. E aos poucos sem soltar das
mãos tendo que voltar a roda inicial. Uns vão ter que abaixar, levantar para o outro
passar…

PARTILHAR: fazer as observações , partilhar os sentimentos anseios,


dificuldades…

18QUEBRAR VARINHAS

1- Preparar previamente um feixe de varinhas mais ou menos da mesma


espessura e tamanho.
2- Pedir que um dos participantes pegue uma delas e a quebre (o que fará
facilmente).
3 Pedir que esse mesmo participante quebre ao mesmo tempo cinco
varinhas, todas juntas num só feixe (será mais difícil).
4- Solicitar, por fim, que esse participante quebre todas as varinhas de uma
só vez; se não conseguir, poderá chamar um ou mais companheiros para ajuda-lo.
5- Pedir que os participantes falem sobre o que observaram, sentiram ou
concluíram.
6- Terminar com uma reflexão sobre a importância de estarmos unidos em
comunidade para não “quebrarmos facilmente”. Pode-se comparar o “isolado” a um
bambu solitário num campo, ao sabor do vento que o joga de um lado para o outro.

19AS CORES

Objetivo: A importância de ajudarmos aos outros.

Participantes: Indefinido.

Tempo Estimado: 25 minutos.

Material: Fita adesiva, 5 cartolina de cores diferentes cortadas uma de cada


cor no tamanho de uma folha de papel ofício.
Cortadas no tamanho que de para colar na testa de cada um.

Descrição: Pedir para que os participantes formem um circulo e que fechem


os olhos.
O coordenador deve pregar na testa ou na costa de cada um uma cor, e logo
depois as cinco cartolinas de cores diferentes do tamanho de papel ofício, devem
ser colados cada um em uma parede da sala.
O coordenador pode pedir par abrirem os olhos e que não podem conversar
até o termino da dinâmica. O coordenador deve explicar que eles terão um certo
tempo para descobrirem sua cor e se destinar pata perto da parede que tenha a sua
cor. E tudo isto sem poderem ser comunicarem.
E os que não conseguirem terão que pagar uma prenda.
Recomendação: Com certeza algumas pessoas que iram entender 1º a
dinâmica, onde iram para seu lugar e ficaram rindo dos colegas em vez de ajuda-los.
Ao termino o coordenador deve informar que todos venceram com exceção
dos que chegaram 1º e não ajudaram os seus irmãos.

20A VELA E O BARBANTE

Objetivo: Tomar consciência da aliança entre si, o outro e Deus.

Participantes: 7 a 15 pessoas

Tempo Estimado: 20 minutos

Material: uma Bíblia, barbante, velas para todos os integrantes e mais uma
para ser colocada no centro do grupo.

Descrição: Todos deverem estar na forma de um círculo, e no centro do


círculo, numa mesa, coloca-se a Bíblia, junto com uma vela acesa. A Bíblia deve
estar amarrada com o barbante, e este, deve ter sobra suficiente para amarrar as
velas de todos. Cada pessoa, com uma vela vai ao centro do círculo, passa o
barbante em volta de sua vela, acendendo-a, e em seguida, entrega à ponta do
barbante para outra pessoa, que circulará sua vela, também acendendo-a, e assim
sucessivamente. Quando todos estiverem enlaçados pelo barbante, lê-se a
passagem do Evangelho de João, capítulo 8, versículo 12 – “Eu sou a luz do mundo,
quem me segue não andará nas trevas, mas possuirá a luz da vida”. Ao final, todos
partilham o sentido da dinâmica, tentando relacioná-la com o texto bíblico proposto.

21MEU CORPO É TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO

Participantes: Indefinido.

Tempo Estimado: 20 minutos.

Material: 2 folhas de papel para cada participante, canetas hidrocor, fita


adesiva, cola e tesoura.
Descrição: Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel
uma parte do corpo humano, sem que os outros saibam.
Após todos terem desenhado, pedir que tentem montar um boneco ( na certa
não vão conseguir pois, Terão vários olhos e nenhuma boca… ). Em seguida, em
outra folha de papel, pedir novamente que desenhem as partes do corpo humano
(só que dessa vez em grupo) Eles devem se organizar, combinando qual parte cada
um deve desenhar. Em seguida, após desenharem, devem montar o boneco.

Terminada a montagem, cada membro deve refletir e falar sobre como foi
montar o boneco. Qual a importância de cada parte do corpo, conduzir um momento
de oração agradecendo a Deus pelo membros do nosso corpo. Cada um pode rezar
em voz alta agradecendo a parte do corpo que desenhou… por exemplo: Obrigado
Jesus pela minha boca, pois com ela posso me comunicar…

Tem como objetivo levar as crianças a trabalharem em grupo, fazendo essa


atividade valorizar o corpo que é templo do Espírito Santo.

22JOGO DO JORNAL

Objetivo: Descontrair e refletir sobre a divisão de espaços.


Duração: 15 minutos.
Material: Sala ampla, jornais, música alegre/agitada.

Desenvolvimento:
1. O facilitador distribui para cada dupla de adolescentes uma folha de jornal.
2. Explica o código do jogo:
o Cada dupla se coloca sobre a folha de jornal.
o Ao rítmo da música, dançam sem sair da folha de jornal e, ao sinal do
facilitador, devem
trocar de jornal, sem perder o parceiro e continuar dançando.
3. O facilitador dificultará a dinâmica, dobrando os jornais.
23JOGO DO BALÃO

24A TRILHA

Objetivo: Auxiliar o aluno a vivenciar a prática da solidariedade e resgatar o


compromisso com o outro.
Duração: 30 minutos.
Material: Sala ampla, aparelho de som, fita cassete, sapatos dos
participantes e música “Countdown” (instrumental), de preferência, ou qualquer outra
música instrumental.

Desenvolvimento:
1. O facilitador comentará com o grupo se eles conhecem “ditos populares” e
colocará para os
participantes os seguintes ditados: “Tem pedra no meu sapato”, “Isto é uma
pedra no meu
sapato”, ou “Tem uma pedra no meu caminho”.
2. O facilitador pedirá para os participantes comentarem sobre o ditado.
3. O facilitador solicitará aos participantes que tirem os seus sapatos e que
com eles façam uma
trilha (um sapato de frente para o outro) no centro da sala.
4. Divide-se o grupo em dois grupos menores, que se posicionam cada um
nas pontas da trilha.
5. Explicar o jogo:
o No centro da sala temos uma trilha de um lado, e temos uma montanha, e
do outro um
precipício (desfiladeiro ou abismo). O facilitador dá o código de jogo:
o Vocês deverão passar na trilha (nos sapatos) sem cair. Isso vale para os
dois grupos. Após
feitas as combinações, os grupos fazem a sua passagem, um de cada vez.
6. O Facilitador lembra ao grupo que é fácil essa caminhada e que a VIDA
não é bem assim,
pois nos encontramos com outros, no sentido contrário, no cotidiano. Sendo
assim, o
facilitador dá o código.
7. Os grupos passarão, ao mesmo tempo, pela trilha. Inicia-se a caminhada
com música de
fundo. O facilitador estimula o grupo, solicitando a ajuda para o
companheiro, possibilidade
de dar as mãos, cuidado, calma, reflexão, sem pressa, etc. Olhe a trilha,
olhe o seu
companheiro, olhe o outro que cruza por você. Perceba o outro!

Sugestões para reflexão:


1. O que é a trilha?
2. Houve pedido de ajuda? Você ajudou sem preconceito?
3. Falar sobre a solidariedade.
4. Quando se respeita ao outro?
5. Quais os sentimentos evidenciados pelo grupo?

Resultados esperados: Ter tido a oportunidade de vivenciar a prática da


solidariedade e o resgate do compromisso com o outro.

25SALADA DE FRUTAS

Objetivos: Aquecer o grupo para o trabalho em subgrupos; identificar


possíveis conflitos do grupo;
estimular discussão sobre competitividade.
Duração: 20 minutos.
Material: Sala ampla e cadeiras.

Desenvolvimento:
1. Dispor o grupo sentado, em círculo.
2. Verificar o número de subgrupos que se deseja formar, para que o mesmo
possa corresponder
ao número de frutas, no trabalho.
3. Detectar no grupo quais as frutas que eles mais gostam, consensuando-
as ao número de
subgrupos que se deseja.
Exemplo: 04 subgrupos (maçã, uva, morango, abacaxi).
4. Distribuir os nomes das frutas para cada membro do grupo, solicitando
aos mesmos que não
esqueçam o nome de sua fruta.
5. Solicitar ao grupo que ao comando do facilitador, os integrantes que têm
os nomes das frutas,
troquem de lugar.
6. Retirar do círculo uma cadeira, de forma que uma pessoa do grupo possa
ficar de pé, no
momento do primeiro comando.
Exemplo: o facilitador dirá “maçã” e todas as “maçãs” trocarão de lugar. No
momento em
que for dito “Salada de Frutas”, todas as frutas deverão trocar de lugar
ficando uma pessoa de
pé. Essa pessoa deverá comandar a brincadeira e assim, sucessivamente.
Nessa hora, o
facilitador será apenas um mero observador do jogo.
7. Encerrar a atividade, perguntando o sentimento de cada um nas diversas
fases do jogo.
Sugestões para reflexão:
1. Competitividade.
2. Liderança.
3. Ajuda mútua.

Observação: É importante que o facilitador não interfira no momento em que


o grupo estiver pontuando sobre seus sentimentos, fazendo o processamento
depois.

26SER IGREJA (BEXIGAS)

Duração: aprox. 15 min


Material: 1 bola inflável para cada participante. Entregar uma bexiga a cada
adolescente/jovem e pedir pra que eles brinquem com as bolas, mas não as deixem
cair. Ir tirando, devagar, um a um do círculo, e perceber como aumenta a dificuldade
dos últimos para deixar tantas bexigas no ar. Depois de terminada a dinâmica,
incentivar o debate e explicar que a igreja/grupo de jovens está dentro de cada um,
e que todos devem participar, pois cada um tem um lugar especial na igreja/grupo
de jovens. A igreja/grupo e jovens, assim como as bexigas não podem se sustentar
no ar, isto é, de pé, sozinha ou com poucas pessoas, ela/ele precisa de todos nós.
Cada um de nós é responsável pelo andamento da Igreja/Grupo de Jovens.
Lembrando sempre que ambos são corpo de Cristo.

27QUARESMA (ARRUMAR A SALA)

28FEITIÇO CONTRA O FEITICEIRO

29PIRULITO COM AS MÃOS ESTICADAS

30DAS BEXIGAS (IR SE SENTANDO)

31DO NÓ (DAR AS MÃOS, ANDAR PELA SALA, DAR AS MÃOS PARA AS

PESSOAS DE ANTES E, POR FIM, DESATAR O NÓ)

32VARINHAS (FEIXE)

33BANDEIRA BRASILEIRA

Material:

Papel verde, amarelo, azul e branco.

Tesoura

Cola
Régua

Envelopes grandes no número dos grupos

Instruções ao líder da dinâmica:

Cada envelope deve conter somente alguns dos materiais. (ex: papel verde,
amarelo, cola e régua em outro envelope papel azul, branco e tesoura). O grupo que
conseguir montar a bandeira será o vencedor, independente de tempo.

A intenção é observar o senso de equipe e o poder de barganha entre os


grupos, pois para conseguir a tesoura ele terá que ceder o que o outro grupo não
tem.

Instruções aos grupos:

Cada grupo deverá construir uma bandeira brasileira, mas para tanto, seus
componentes deverão ter atribuições distintas:

1 componente será o líder que irá orientar a confecção da bandeira

1 componente terá a incumbência de riscar as medidas nos respectivos


papéis

1 componente ficará encarregado de cortar os papéis e as estrelas

1 componente será o responsável para colar os papéis

1 componente irá escrever a frase ordem e progresso

Importante: TODOS devem seguir as ordens do líder e TODOS devem


participar!!!
1.

O retângulo verde deverá medir 20 centímetros por 14 centímetros

2. O losango amarelo deve medir 11 centímetros por 17 centímetros

3. O círculo azul deve medir 7 centímetros de diâmetro

4. A faixa branca deve Ter os dizeres “ORDEM E PROGRESSO” em verde

5. Colar 27 estrelas brancas

34TESTE DOS 3 MINUTOS

35AREIA NA GARRAFA (DÁ PARA ADAPTAR PARA CONSCIENTIZAR SOBRE

A COMPETITIVIDADE)

Objetivo: Analisar a importância da organização, diferenciando uma ação


espontânea de uma ação planejada.
Para quantas pessoas: 20 ou mais pessoas
Material necessário: 6 garrafas vazias, de boca não muito estreita e areia na
quantidade exata para encher as seis garrafas
A Descrição da dinâmica: Pede-se 6 voluntários que se colocam em fila e
aos pés de cada um se coloca a garrafa vazia Distante dos participantes, cerca de 6
metros, se coloca a areia Todas as garrafas.
Devem ser enchidas de areia A areia que for derramada para fora do
recipiente não poderá ser reaproveitada. Ganha o que encher sua garrafa e, de volta
ao seu lugar, colocar a garrafa aos seus pés O coordenador conta até três e dá a
ordem de partida
Quando o primeiro chegar com a garrafa, os outros param Todos mostram o
quanto conseguiram colocar em suas garrafas e quanta areia ficou esparramada.
Em seguida, pede-se 6 novos voluntários e se repete o exercí[Link] de dar a
ordem de partida, faz-se uma pequena avaliação de como e comportou a equipe
anterior. Antes de se fazer uma terceira rodada da mesma atividade, avalia-se
novamente o desempenho da equipe anterior.
Finalmente, avaliam-se as três etapas da dinâmica.
Para esta discussão final, é interessante que as avaliações feitas em cada
etapa estejam anotadas de forma que todos possam tê-las à vista.
O coordenador pede que todos reparem na avaliação da primeira rodada
Pergunta por que as coisas se deram dessa maneira? E pode, a partir do que for
dito pelo grupo, analisar os elementos de uma ação espontânea.
Ao analisar a segunda rodada, pode perguntar que elementos foram
superados em relação à primeira? O que permitiu superar estas coisas? Neste
momento, o coordenador pode retomar o que significa a experiência que se vai
acumulando em relação ao planejamento e à ação e a importância de se refletir
sobre ela. Ao analisar a última volta, se retoma a fundo a necessidade de realizar
ações de forma planejada, avaliando os erros e os acertos. Posteriormente, analisa-
se a importância de seguir os objetivos de forma coletiva e completa (e não apenas
parcialmente), observando que não se tratava de uma competição, mas que o
objetivo era que todos enchessem suas garrafas. Foi dito no começo que “ganha
aquele que conseguir encher sua garrafa e, de volta ao seu lugar, colocar a garrafa
aos seus pés”
Logo depois desta etapa, o coordenador da dinâmica deve levar as pessoas
a compararem a dinâmica com o que se passa na vida real de cada um dos
participantes.
Recomendação: Durante o desenvolvimento da dinâmica, o coordenador
deve estar atento para que as avaliações sejam sobre a própria dinâmica e não se
entre em reflexões sobre a vida. Já na reflexão final deve atentar para que se deixe
de lado o que aconteceu na dinâmica para que se analise a realidade.

36A FORÇA DA FAMÍLIA

Distribuir a todos os participantes pedaços de cordão, com cerca de 80 cm


de comprimento cada.

a) Pedir que todos partam o cordão que receberam em dois pedaços.


(Provavelmente todos vão conseguir).
b) Pedir que todos juntem os dois pedaços, formando um cordão mais forte,
e tentem parti-los ao meio, transformando o cordão original em quatro pedaços.
(Aqueles que não conseguirem devem ser ajudados pelos vizinhos).

c) Pedir que todos juntem os quatro pedaços, formando um cordão ainda


mais forte, na verdade quatro vezes mais forte que o original. Pedir que todos
partam este novo cordão (Formado pelos quatro cordões juntos) no meio.
Provavelmente ninguém vai conseguir, pois o cordão, alem de estar quatro vezes
mais forte estará com apenas 20 cm o que dificulta a ação.

37A DANÇA ENGRAÇADA

Dinâmica divertida para Jovens e Adolescentes

Materiais para usar na dinâmica: Um sala ampla; músicas (gravar trechos de


músicas de vários estilos, para tornar o jogo mais diversificado e mais dinâmico.
Selecione forró, valsa, pagode, música romântica, etc).

Procedimento: Coloque o grupo à vontade.

Pedir para se posicionarem em duplas, um de costas para o outro.

Peça para que cada dupla escolha um líder que dará início ao jogo.

Coloque uma música de ritmos mistos e peça-lhes que, com as costas


tocando as costas do colega, iniciem uma divertida dança. A pessoa que lidera
executará os passos da dança e a outra procurará segui-la, esforçando-se para
acompanhar o ritmo e a cadência do companheiro.

Deixe claro que não é permitido segurarem as mãos, como meio de facilitar
a dança. Conversar, sim, é permitido. Anime-os com comandos verbais do tipo:
“Está muito divertido, vamos!”, “Vocês estão conseguindo, parabéns!”.
Após cerca de dez minutos, pedir para que se revezem no comando dos
movimentos por mais dez minutos, depois, solicite que troquem de parceiros e
dancem mais dez minutos.

Peça para que se recolham em círculo e verbalize a experiência vivida.

Dicas

Iniciar o processamento abrindo espaço para que os participantes façam


comentários sobre sentimentos, dificuldades, facilidades e outros que o grupo julgar
importantes.

Observar se os participantes conseguem trabalhar em equipe, se


acompanham ritmos diferentes ou situações diferentes e se a atividade promoveu
integração.

Observações: Este jogo objetiva, por meio de uma lenta aproximação, o


conhecimento do outro. Mas é importante ressaltar que cada um de nós possui um
timing, um ritmo de vida. Todos os ritmos são singulares: o respiratório, o cardíaco, o
motor etc.

Além de aproximação física permitida por esta atividade, está em jogo o ato
de conhecer e de compartilhar com o colega o seu jeito, que é especial na hora de
expressar-se.

38CONSTRUINDO UM ROSTO

A construção coletiva do rosto


Objetivos: Fazer com que os membros do grupo sintam-se à vontade uns
com os outros.

Aplicação:

a) Orientar os participantes para sentarem em círculo;


b) O assessor distribui para cada participante uma folha de papel sulfite e
um giz de cera;
c) Em seguida orienta para desenhar o seguinte:
- uma sombrancelha somente;
- passar a folha de papel para as pessoas da direita e pegar a folha da
esquerda;
- passar novamente;
- desenhar um olho;
- passar novamente;
- desenhar o outro olho;
- passar a direita e… completar todo o rosto com cada pessoa colocando
uma parte (boca, nariz, queixo, orelhas, cabelos).
d) Quando terminar o rosto pedir à pessoa para contemplar o desenho;
e) Orientar para dar personalidade ao desenho final colocando nele seus
traços pessoais;
f) Pedir ao grupo para dizer que sentimentos vieram em mente.

39TERREMOTO

40TEIA DA AMIZADE

41DAR UM NOME PARA A DINÂMICA

Desenvolvimento: Animador: “Falando em cores do arco-íris…vamos pensar


na harmonia que existe entre elas, nas partículas de água que refletem de formas
diferentes, na água que bebemos, no ciclo da vida… e vamos escolher uma bexiga
que retrate uma das cores desse arco-íris que estamos vendo.”

Os participantes, em posse de suas bexigas, fecham os olhos e ouvem


novamente o animador:

-Vocês terão que encher uma bexiga, ao máximo, sem estourá-la e não
poderão abrir os olhos. Deverão segurar o balão apenas pelo “caninho”.
O animador solicita aos participantes que encham cada vez mais os seus
balões e, quando observar que várias bexigas já estouraram, promove a reflexão.

Pontos relevantes para serem refletidos:

*Quando paro sem encher muito a bexiga, contento-me com o pequeno


porque tenho medo! (Colocamos menos do que poderia ser colocado).

*Mais e melhor, até estourar! Exagero também é erro. (A regra era clara: não
podia estourar).

Ter controle da situação é uma virtude, mas não posso querer controlar tudo!

Qual é o nosso ponto de equilíbrio?

É preciso ir em frente, porém, respeitando as regras do grupo, o limite do


outro.

Nosso grande desafio é NOS CONHECERMOS MELHOR!

“Não são as virtudes que dão grandeza ao homem, mas o homem que faz
as suas virtudes!”

42INFLUENCIAMOS E SOMOS INFLUENCIADOS

Desenvolvimento: Sentados(as) em pequenos círculos (5 a 6 pessoas), cada


participante pega um giz de cera de cor diferente da que o(a) companheiro(a)
escolher. Ao som da música, cada um inicia um desenho, procurando expressar um
problema ou uma ideia. Ao comando do animador, cada participante passa o
desenho para a pessoa da direita, recebe o desenho da pessoa da sua esquerda
(sem mudar a cor do seu lápis) e prossegue a atividade, observando o que recebeu
e completando o desenho com o que considerar oportuno para a solução do
problema ou enriquecimento da idéia. Quando a folha com a qual cada participante
iniciou a atividade, retornar às suas mãos, fazem-se os comentários e reflexões.
**Considerações que podem auxiliar:

*Permitir que o outro partilhe com você e que o(a) ajude.

*Se você for forte, nunca tenha tanto orgulho de sua força, a ponto de
pensar que não precisa de apoio.

*Refletir: A minha cor foi importante para o outro? A cor do outro foi
importante para mim?

*Mesmo com uma cor escura no momento, você pode expressar bons
sentimentos. A força interior existe! O mesmo lápis que escreve o ódio, escreve
AMOR.

*Cada um de nós tinha uma cor, mas o desenho que está conosco não tem
apenas mais uma cor, tem outras cores.

Quando estamos abertos para receber o outro, a vida é uma novidade


vibrante!!!

43DINÂMICA DO HOMENZINHO

Formar grupos de 06 a 8 pessoas. Entregar o envelope fechado com os


pedaços do homenzinho a cada grupo. (Obs.: Ao colocar os pedaços de cartolina
correspondentes à figura do “homenzinho” nos envelopes, tirar uma das partes
assinaladas com um “X”.
Orientar: nesta técnica cada grupo vai construir um “homenzinho” com os
pedaços que estão dentro do envelope. Durante o trabalho podem conversar,
colaborar ativamente. Logo que terminarem a montagem, podem ficar em silêncio,
esperando os outros terminarem.
À medida que os grupos percebem que está faltando uma parte do
“homenzinho”, o animador questiona: “a parte do homenzinho que não está aí, está
fazendo falta? Por que?
Quando todos os grupos terminarem de montar, alguém proclama a leitura
Bíblica:

Leitura Bíblica: ICor. 12,12-30.


Anim. Dinamizar a reflexão e a partilha:

1. O que você compreendeu da dinâmica e do texto Bíblico?


2.O que Paulo quis dizer com: “Se o conjunto fosse um só membro, o que
seria do conjunto?”

3. Uma comunidade, onde uma pessoa não atua, torna-se aleijada? Dê


exemplos concretos de sua experiência:
4. Como estas pessoas podem ser motivadas a uma atuação mais positiva?
5. Você sabe quantas funções os leigos podem exercer?
6. Quais são os ministérios que existem em nossa comunidade?
7. E eu, como atuo em minha comunidade?
8. Como podemos colocar nossos dons a serviço da comunidade,
concretamente?

Pai Nosso / Ave Maria:


Oração Final:
Todos: Deus, criador do céu e da terra, / Tu nos criaste à tua imagem e
semelhança / para participarmos de tua obra criadora. / Inspira e sustenta os leigos /
para viverem com serenidade, / fé e esperança / a sua vocação na família, / no
trabalho / e na comunidade de fé. / Amém..

Canto Final: Oração da família.

44SENTINDO O ESPÍRITO SANTO

Objetivo: Mostra que não adianta falarmos do Espírito Santo se não


provarmos e sentirmos Ele em nossas vidas.

Participantes: indefinido.
Tempo Estimado: 15 minutos.

Material: Uvas ou balas .

Descrição: O coordenador deve falar um pouco do Espírito Santo para o


grupo. Depois o coordenador da dinâmica deve mostrar o cacho de uva e perguntar
a cada um como ele acha que esta o sabor destas uvas.
Obviamente alguns irão descordar a respeito do sabor destas uvas, como:
acho que esta doce, que esta azeda, que esta suculenta etc.
Após todos terem respondido o coordenador entrega uma uva para cada um
comer. Então o coordenador deve repetir a pergunta (como esta o sabor desta
uva?).

Mensagem: Só saberemos o sabor do Espírito Santo se provarmos e


deixarmos agir em nós.

45TUBARÃO

Objetivo: Conscientizar os membros do grupo sobre a necessidade de


estarmos atentos as dificuldades da vida para não ” sermos devorados pelo tubarão”
nos momentos de sofrimento e que devemos ajudar ao próximo nesses momentos.

Participantes: Indefinido.

Material: Um local espaçoso.

Desenvolvimento: O animador explica a dinâmica: imaginem que agora


estamos dentro de um navio, e neste navio existem apenas botes salva-vidas para
um determinado número de pessoas, quando for dita a frase “Ta afundando”, os
participantes devem fazer grupos referentes ao número que comporta cada bote, e
quem ficar fora do grupo será “devorado” pelo tubarão (deve-se escolher uma
pessoa com antecedência para ser o tubarão).
O número de pessoas no bote deve ser diminuído ou aumentado,
dependendo do número de pessoas.

Responder às seguintes perguntas:


- Quem são os tubarões nos dias de hoje?
- Quem é o barco?
- Quem são os botes?
- Alguém teve a coragem de dar a vida pelo irmão?

46ADVENTO – QUARESMA

Encontro de coroinhas – 07/12/2013


Sobre o natal

Pedir para que todos baguncem, sem quebrar nada, a sala toda
Chamá-los para um lado
Vendá-los
Dizer-lhes que deverão ir até o outro lado, cumprir uma tarefa (pegar algo) e
voltar vendados
Deixar contar como foi a experiência
Em seguida, fazer o mesmo, mas em duplas: um guia e um vendado
Repetir, mas invertendo guia e guiado
Deixar contar como foi a experiência
Por fim, fazer sem os olhos vendados

Significado: as cadeiras são nossos pecados, o guia são os outros (santos,


profetas) e a luz é Jesus. No Natal, Jesus veio ao mundo como luz.

Ler Is 9, 1.5-6

Conversar um pouco sobre os tempos litúrgicos do advento e do natal

47ADVENTO – QUARESMA

Levar a algum lugar. Colocar Bíblia em outro.


Iterativamente: Abrir os olhos, escolher direção, fechar os olhos, andar em
linha reta o quanto queira, parar.
Para quando conseguir pegar a Bíblia.
Sentido: Quaresma (advento) é tempo de rever o rumo da vida, para ver se
estamos caminhando para onde queremos chegar. VER LEITURA BÍBLICA.

48ADVENTO – QUARESMA

Cada um deverá sair de um ponto da sala, pegar um giz (de quadro, ou de


cera) e escrever seu nome no quadro-negro, ou em um cartaz. Mas isso deverá ser
feito com vendas, e com a sala em desordem, com cadeiras e mesas em várias
posições aleatórias, que dificultem o trajeto. Em seguida, isso deverá ser feito sem a
venda. E, depois, com a sala organizada e sem a venda.
A conversão é como tirar a venda dos olhos da alma, para arrumar o
coração. Assim, fica mais fácil que o nome seja inscrito no Reino de Deus.
Is 9, 1.5-6

49BÍBLIA

Cada um deve escrever ou desenhar uma história de amor.


O catequista, em seguida, apresenta a maior história de amor: a História da
Salvação. Pode-se apresentar um relato breve, mostrando imagens.

50ORAÇÃO

A turma deverá construir, em equipes, um pequeno castelo, com tijolos feitos


com dobradura. Mas só poderão fazer algo quando houver água em sua clepsidra. A
água representa a oração, pois só podemos construir o Reino de Deus quando
estamos em contato com Deus.
Jo 15, 1-5.

51JOGO: PERFIL DA CARIDADE

Jogo de tabuleiro
52MÃE-PEGA “DIFERENTE”

Todos de um lado da sala. Apenas um no meio. Devem passar para o outro


lado sem que este os pegue. Quando pega, ajuda a “colar”.
Mc 1, 16-20. Todos somos chamados a evangelizar.

53COMUNIDADE

Formar um círculo, cada um com os braços sobre o ombro de quem está do


lado. Cada um recebe uma cor. Ao falar essa cor, deve-se ficar com as pernas
encolhidas.
A comunidade nos sustenta.

54DOBRADURA DE TSURU

Lc 2, 41-52
Fazer com tamanhos diferentes de papel. Devemos crescer em estatura,
sabedoria e graça.

55MARATONA DO ABRAÇO

Vendados, cada um deve buscar receber o maior número de abraços


possível. Ganha quem conseguir mais.
Dar abraços é o mesmo que recebê-los. O mesmo acontece com Deus.
Apenas recebemos o amor de Deus quando o damos aos outros.
Mc 1, 9-11.

56REI POR UM DIA

Se você fosse um rei, o que você mandaria os outros fazerem. Escrever em


um papel: todos devem obedecer.
E Jesus, o que fez? Lc 4, 14-22.

57RÓTULOS

Cada um recebe uma etiqueta na testa, sem vê-la. Todos o tratarão como o
que está escrito (ex. ladrão, professor, mendigo, feio, ...).
Mc 10, 46-52. Nós olhamos títulos. O cego viu Jesus como o salvador.
58DORMINHOCO

Brincar de mãe-pega, mãe-cola, ... . Mas alguns terão de ficar parados em


seu lugar ao ouvir “dorme”, mesmo que sejam pegas.
A equipe mais assídua sempre vence.
Mt 21, 28-32.

59MÍMICA – PAI NOSSO

Cada um deve transmitir uma mensagem utilizando mímicas. Percebe-se


que fica mais fácil quando todos falamos a mesma língua. Assim é com a oração:
por meio do Pai Nosso, todos nós nos dirigimos a Deus juntos.

60DINÂMICA DO RABINHO

Cada um recebe um rabinho de barbante. E não deve deixar ninguém retirar


o seu. Mesmo sem falar que deve-se retirar o do outro, acabam por fazer isso. Por
fim, reflete-se: todos têm pecados e devemos enfrentar os nossos, e não os dos
outros.
Evangelho da samaritana. Ou do cisco e da trave.

61A FACE DE JESUS

Cada um deve desenhar com acredita ser a face de Jesus.


Ao final, olhar a face do colega do lado: é o melhor retrato da face de Jesus.
Mt 25, 34-45.

62FIM DO MUNDO

Cada um recebe uma profissão. E deve convencer os demais que deve ser
salvo do fim do mundo. Em seguida, separa-se algumas cadeiras: são as vagas para
os que serão salvos. Faz-se uma votação e ocupa-se as cadeiras.
Lc 10, 25-37: todos são importantes. Podemos, com menos conforto, dividir
nosso espaço com os demais e todos podem ser salvos. Basta abrir mão do
supérfluo.
63DINÂMICA DAS BALAS

Cada um recebe 2 balas. Haverá duas rodadas, que se repetem sempre: a


da partilha e a do pagamento. No pagamento, cada um dá 1 bala. Na da partilha,
cada um reparte com os outros 1 ou 2 balas. As balas arrecadadas na partilha são
dobradas em quantidade e distribuídas. Quem estiver sem, não recebe nada nas
partilhas.
At 4, 32-35.

64ÁRVORE DA VIDA E DA MORTE

65TRANSMISSÃO ORAL DE UMA HISTÓRIA

Saem 4 ou 5 da sala. Conta uma história para alguém, uma única vez.
Deverá repetir para os outros, um por um. Ver como fica no final. Por que dá errado?
Falta o original. Assim é com o Evangelho. Se falta Jesus, não se consegue
evangelizar.

66GATO E RATO

Relógio, porta, parede, gato e rato: a comunidade nos protege.

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