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O documento aborda os conceitos fundamentais da cinemática, focando no estudo do movimento sem considerar suas causas. Define uma partícula como um corpo cujas dimensões são desprezíveis em comparação com a distância percorrida e discute a relatividade do movimento em relação ao referencial do observador. Além disso, introduz o movimento retilíneo uniforme, explicando a relação entre distância, velocidade e tempo.
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O documento aborda os conceitos fundamentais da cinemática, focando no estudo do movimento sem considerar suas causas. Define uma partícula como um corpo cujas dimensões são desprezíveis em comparação com a distância percorrida e discute a relatividade do movimento em relação ao referencial do observador. Além disso, introduz o movimento retilíneo uniforme, explicando a relação entre distância, velocidade e tempo.
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Movimento retilines_ introdugaé No capitulo anterior, estivemos tratando de assuntos introdutérios, necessirios a0 desenvolvimento de nosso curso. Neste capitulo, comega- remos 0 curso de Fisica propriamente dito e daremos os primeiros passos para o estudo da Mecanica, iniciando-o com a Cinematica. © QUE SE ESTUDA NA CINEMATICA Quando estudamos Cinemitica, procuramos deserever os movimen- tos sem nos preocuparmos com suas causas. Por exemplo: analisando 0 movimento de um carro, diremos que ele esti se movendo em uma estrada reta, que sua velocidade é de 60 km/h, que, em seguida, ela passa para 80 kin/h, que ele descreve uma curva ete., mas no procuraremos explicar as causas de cada um destes fatos. Isto sera feito a partir do capitulo 4, quando estudaremos as leis de Newton. © QUE E UMA PARTICULA E comum, ao estudarmos o movimento de um corpo qualquer, trata- lo como se ele fosse uma particula. Dizemos que um corpo é uma particula quando suas dimensdes sio muito pequenas em comparacio com as de- mais dimensées que participam do fenémeno. Por exemplo: se um auto- mével, de 3,0 m de comprimento, se destoca de 15 m, ele nao poderd ser considerado como uma particula, mas, se este mesmo automével viajar de uma cidade a outra, distanciadas de, digamos, 200 km, o comprimento do automével € desprezivel em relagio a esta distincia e, assim, neste caso, 0 automével poderé ser tratado como uma particula (fig. 2-1). ‘Quando um corpo pode ser tratado como uma particula, o estudo de seu movimento simplifica-se bastante. Por este motivo, sempre que nos referirmos a0 movimento de um objeto qualquer (salvo se for dito 0 con- trério), estaremos tratando-o como se fosse uma partfcula. A A a 2-1: Dizemos que um corpo & uma particula quando suas dimensBer #80 desprezivels em com paragdo com as demals dimensbes do problems See ee ee, © MOVIMENTO E RELATIVO Suponha que um avido, voando horizontalmente, solte uma bomba (ig. 2-2). Se vocé observar a queda da bomba de dentro do avigo, voce vers que ela cai ao longo de uma reta vertical. Entretanto, se vocé estivesse parado so- bre a superficie da Terra (em B), obser- vando a queda da bomba, voce veria que cla, ao cai, descreve uma trajetéria cur- vva, como mostra a fig. 2-2. No primeiro caso, dizemos que o movimento da bom- ba estava sendo observado com 0 refe- pa = Fig.2-2: © observador A, denire do avido, vé a bomba

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