RRMA DE LOGARITMO E ESTUDO DE CASOS E
SUAS DESATENÇŌES
RRMA I DE LOGARITMO ½
Introdução (Logaritmação e termos do logaritmo):
O logaritmo é a terceira operação do trio das exponenciais iniciado pela potenciação e
continuado pela radiciação. A radiciação de expoente maior a 1 buscava o valor que consistia
na repetição da base em multiplicações. Enquanto, para índices maiores que 1, a radiciação
extraia esse valor que era multiplicado, como uma “raíz” da potenciação. Se, a radiciação
perguntava sobre o “começo”, a “raiz”, a potenciação perguntava sobre a “fim”, só falta
ao log o “meio”. A operação logarítmica, de fato, assume o papel de extração do meio de
um exponencial. Ela é descrita como log a(b) = x, em que a é a base, b é o logaritmando e x
é o logaritmo e, em termos de potenciação, o expoente. Por sua base em equações
exponenciais, elas obedece sua condição de imagem e coeficiente: 0 < a ≠ 1 e b E R+. O
processo no qual evidenciamos que a^x = b é chamado logaritmação e, como foi
entendido, parte do conceito dessa operação real positiva. Como mnemônico da operação
logarítmica, lembre-se: o logaritmo essencial é log 4 (2) pois indica o meio, ½. Também, como
um exemplo rápido, lembre-se que ele é meio pois a base 4 é elevada a meio e assim obtemos
a raiz 2 do logaritmando.
Desenvolvimento (decimal e constante de Euler da neperiana):
Após a logaritmação, forma-se uma equação exponencial explorada no RRMA anterior, então
ela não é pertinente neste. Porém duas propriedades são coerentes dentro deste texto, estas
são: os logs decimais e a constante de Euler. O decimal na forma log 10 (x), com a restrição
real positiva para x, é descrito como log (x) por sua definição. Assim, log 10 (1000) = log
(1000) = 3, sequência justificada pela propriedade decimal e pela definição do logaritmo como
meio. No entanto, caso esse log (1000) estive igualado a ln (1000), lido “log natural”,
teríamos um logarítmo neperiano. Este declara que log e (x), com e como a constante de
Euler e x real positivo, é igualado a ln (x). Assim, ln(1000) = log e (1000) = 3ln(10).
RRMA II DE LOGARITMO ✨
Introdução (os corolários do logaritmo e suas restrições):
A partir da definição do logaritmo acima, surgem diversas consequências dispostas para
serem analisadas. As principais delas são suas 5 propriedades centrais, úteis em equação, e
sua condição de existência, que dita a sua consistência. Além desse quinteto, existem
equações logarítmicas que ocorrem para desvendar conjuntos de soluções de um logaritmo
como logx(x-7). No entanto, elas são resolvidas através da intersecção das soluções para
a base a e o logaritmando b,. Ela considera os limites e as desigualdades de ambas.
Dessa forma, a questão é reduzida a apenas cruzar inequações e desigualdades segundo
uma operação de conjuntos comum
Desenvolvimento (propriedades e condição de existência do logaritmo):
Iniciando o estudo pelas propriedades, elas são definidas como 5 consequências elementares
do logaritmo. A primeira, loga(1) = 0 é consequente da estrutura que o logaritmo propõe de a^x
= b. Pois, para um logaritmando um, todo logaritmo deve ser zero para que a^loga(1) = 1. Essa
propriedade, como um princípio geral, se aplica a qualquer base desde que siga os critérios
como base exponencial. Uma outra propriedade emergente da potenciação de forma clara é
log a(a) = 1. Ela é justificada pois o logaritmo é o expoente que tem o logaritmando na imagem
da sua base. Então, ele não poderia ser qualquer valor dentro da expressão senão 1 pois a¹ = a
para qualquer 0 < a ≠ 1. A terceira propriedade logarítmica possui uma demonstração calcular
simples e é log a (bc) = loga(b) + loga(c). Ela é demonstrada dessa forma: a^loga(b) + loga(c)
= a^(loga(b))a^(loga(c)) = bc. Em um exemplo, log4(16×64) = log4(16) + log4(64) = 2 + 3 = 5.
Para operar o logaritmo, lembremos de um macete para a base elevada ao logaritmo. Ele é:
loga é similar a yoda, então pense que Yoda extermina, com cortes do sabre, o Anakin da
expressão e apenas o logaritmando resta. Esse macete facilita a lembrança de que
a^loga(b) = b para qualquer valor de a e b que sigam a condição de existência. Similar à última
propriedade, a demonstração dessa terceira propriedade subtrativa também se intui por
cálculos básicos. Sua subtração ocorre em igualdade com loga(b/c) e o loga(b) - loga(c).
Para seu entendimento, perceba: a^loga(b)/a^loga(c) = a^(loga(b)-loga(c) = b/c.
Complementado essa iluminação, considere o exemplo log2(32/2) = log2(32) - log2(2) = 5-1 =
4. Como desfecho para o tema dessas propriedades do operador logaritmo: loga(b^c) =
loga(b)×c. Sua justificação se baseia em sua aplicação exponencial na prova: a^(loga(b)×c) =
(a^loga(b))^c = b^c. Como exemplo final desse princípio: log2(16^4) = log2(16)×4 = 4×4 = 16.
Para lembrar das 5 propriedades, pense em: 0A±×, símbolos que descrevem logaritmos a partir
de suas fórmulas e monômios. Nele acróstico, 0 representa o loga(1), o “A”, loga(a), o ±,
loga(bc) e o ×, loga(b^c).
RRMA III DE LOGARITMO
Introdução (mudança de bases):
Os logaritmos podem ser usados em cálculos entre si e também podem ser usados em
exponenciais. Em ambos os casos, eles funcionam de modo análogo ao π, com aproximações
do seu verdadeiro valor. Em casos sem contextualização, é comum que se use a
conversão para a base 10 para calcular. Todavia, com contextos de ciências naturais, a
constante de Euler é a base comum, ou seja, são usados ln(x). Para qualquer problema de
logaritmo é possível realizar uma conversão de bases, seja para esta base natural ou a base
decimal. Essa conversão se chama mudança de base e consiste em reescrever o logaritmo
com uma nova base segundo uma relação. Essa relação é descrita como: log a(b) = log
c(b)/log c (a) em que c é um real positivo distinto de 1 e a nova base. Para sua
demonstração, pense em c^log c(a). Pela metáfora passada, lembremos do Yoda que “corta a
base” e o resultado formado é a. Com a mesma lógica, c^logc(b) = b. Note que, no cálculo
acima, estamos questionando: quantos log c(a) são necessários para logc(b)? E, pela
pergunta, qualquer que seja a resposta, é certo que seu produto com logc(a) forma logc(b).
Com esta questão, é dedutível a demonstração a seguir:
1. logc(b)/logc(a) = y
2. (c^logc(a))^y = b → a^y = b
∴
3. loga(b) = y
Assim, essa resposta intermediária se trata de um fator multiplicativo para a potência de c e a
base a ao mesmo tempo. Assim, é demonstrada a fórmula da mudança de base. Ela é
essencial para as conversões de base decimal, de modelo log10(b), e conversões de base
natural, de modelo ln(b). Mantendo o paralelo circunferente, a conversão para essas bases é
como a conversão de graus para radianos. Para exemplificar a alteração de bases, considere:
1. log(2) = 0,3 (aproximação)
2. log(5) = 0,7 (aproximação)
3. log(⅖) = log(2) - log(5) → 0,3 - 0,7 = -0,4
∴
4. log(⅖) ≈ -0,4
Por fim, duas inferências são feitas a partir da equação da mudança de base:
loga(b) = logb(b)/logb(a) → loga(b) = 1/logb(a) → loga(b).logb(a) = 1 (essa última inferência é
chamada de “propriedade recíproca”)
Desenvolvimento (equações exponenciais e logaritmos aproximados):
A clássica expressão 2^x = 3 não pode ser resolvida através de propriedades de igualação da
potenciação. Por isso, usamos os logaritmos e suas próprias propriedades. Um útil critério para
usar os logaritmos é mais amplo do que os exponenciais. Ele é entendido pelo acróstico:
MOMO de monômio = monômio. Porém, essa forma monomial pode ser uma construção
estabelecida ao invés de pré-estabelecida. Assim é compreendido pois o usamos quando
existem dois monômios em uma expressão e podemos formar uma igualdade do tipo: log(bⁿ) =
log(c). Um exemplo dessa igualdade, baseada em 2^x = 3, é: log(2^x) = log(3). Esses
monômios resolutivos são encontrados em igualdades diretas, como a proposta, mas também
em equações. Por exemplo, em 2^2x - 3 = 0, existe uma raíz para 2^x = y, √3 e a seguintes
operação resolve a incógnita:
1. 2^2x = √3 → log(2^2x) = log(√3) → 2xlog(2) = ½log(3) → 4xlog(2) = log(3)
∴
2. x = log(3)/4log(2)
Na expressão, foi usada a propriedade da potência para formar log(3) e log(2). Transformações
como as vistas acima são úteis quando os enunciados dizem valores aproximados para
logaritmos ausentes. Outro exemplo é presente em, tal que log 2(g) = k, log4(g). Ele se
desenvolve como:
1. log4(g) = log2(g)/log2(4) (por mudança de base)
∴
2. log4(g) = k/2
(a) Verdadeiro (o logaritmo superior é três vezes o logaritmo inferior)
(b) Verdadeiro (especialmente útil em questões de ciências da natureza)
(c) Verdadeiro (por mais que não fosse necessária a mudança de base em um caso de
quadrado perfeito evidente)
d) Verdadeiro (é uma leitura apropriada do princípio)
(e) Falso
Justificativa: A propriedade do quociente indica que se há um quociente no logaritmando,
então, a expressão pode ser igualada a subtração entre o logaritmo do numerador e o
logaritmo do denominador em que, nos dois logaritmos, eles são logaritmandos. Desse
princípio e das aproximações fornecidas, tem-se: log(2) - log(5) = 0,3 - 0,7. Assim, a igualdade
é incorreta ao fornecer o módulo da expressão negativa igual ao log(2/5)
(f) Verdadeiro (apesar de não ser prático)
(g) Verdadeiro (passível a aproximações)
(h) Verdadeiro (2³ é apenas uma forma de escrever log(8)
(i) Falso
Justificativa: Desde que a nova base seja real, positiva e diferente de um, ela pode ser usada a
independer do logaritmando e da base passada. Um exemplo comum de uma base não
decimal que obedece o critério é e, a constante de Euler, em logaritmos naturais.
RRMA IV DE LOGARITMO
Introdução (as funções logarítmicas e suas particularidades):
As funções logarítmicas possuem similaridades com as funções exponenciais. Como a relação
entre a potência, o logaritmando, e o expoente, o logaritmo, em a<1, de proporção inversa em
ambos. Isso se deve ao fato de que elas são inversas, em outras palavras: tal que f = a^x, f-¹ =
loga(x). É essencial, em relação a inversão, a definição da inversa. A função inversa se
define como:
Funções inversas são caracterizadas pela particularidade: o domínio de uma é a imagem
da outra e vice versa. Isso por terem relações x, y invertidas. A relação invertida diz
respeito ao fenômeno: em um f, x1 → y1, em f-¹, y1 → x1. Também são caracterizadas por
serem bijetoras. A consequência gráfica da inversão é um “espelho” que se forma entre as
inversas. Esse espelho é a bissetriz dos eixos do plano cartesiano, definido pela função
identidade f(x) = y. O espelhamento, nesse contexto, impõe que apenas quando x = y, ou seja,
em casos de identidade, as funções se cruzam.
O gráficos exponencial e o logarítmico não possuem convergências notáveis, mas o
logarítmico tem o (1,0), inverso de (0,1).
Além desta inversão de ponto, existe a inversão de assíntota. No caso da inversa da
logarítmica, há uma assíntota horizontal em y = 0. Por inversão, na função do logaritmo a
assíntotas é vertical em x = 0. Essa assíntota ocorre por uma restrição de domínio de x > 0.
Assim, a função logarítmica possui a particularidade de nunca “tocar” o eixo das ordenadas.
Comparando novamente, ambas, a partir de suas bases, são crescentes em a > 1 e
decrescentes em a < 1. Como mnemônico, lembremos de f de “flutuar” pois a função
logarítmica forma um f nas abcissas e flutua pela assíntota.
Segmento de desenvolvimento (as 3 etapas de uma expressão logarítmica, sobre
inequações e equações):
Uma equação logarítmica possui 3 úteis modos de serem resolvidas. Estes são, porventura,
apenas um modo. Este modo apresenta dois prolongamentos ocasionais condicionados pelo
estado da expressão. Ele é o modo da definição e opera assim: loga(b) = x → b = a^x. Seu
primeiro prolongamento ocorre por outra igualdade intuitiva: loga(f(x)) = loga(g(x)) → f(x)
= g(x). Essa inferência é possível pela propriedade injetiva da função exponencial. Ela faz do
logaritmando e o logaritmo, nela expoente e potência, um par único. O outro prolongamento,
nomeado substitutivo, é comum a todas transcendentais. Este método de substituição consiste
em reduzir o problema geralmente, ao grau linear ou quadrático. Porém, como em qualquer
transcendental, deve-se considerar as condições de existência do operador e suas
possibilidades. Dessa forma, equações que resultem em valores menores ou iguais a zero para
o logaritmando, por exemplo, são incogitáveis. Ao desrespeitarem a propriedade logarítmica da
assíntota vertical. Para exemplificar o primeiro prolongamento:
1. loga(f(x)) = loga(g(x)) → f(x) = g(x)
2. 0 < b
3. 0 < a ≠ 1
4. logx+1(x² ) = logx+1(15x)
5. x² = 15x → x1 = 0 ^ x2 = 15
6. Se x = 0 → f(x) = 0 (desobedece a condição de existência, não é uma solução possível
nesse contexto)
7. f(x) = b → f(x) ≠ 0
8. x ≠ 0
9. Se x = 15 → (f(x) = 225 ^ a = 16) (é uma solução possível)
∴
10.Solução de a e b= {(225,16)} (essa é a solução para o logaritmando e a base, enquanto
o valor da incógnita foi declarado acima)
Para exemplificar o segundo prolongamento:
1. (log(x))² + log(x²) = 15
2. log(x) = y
3. (log(x))² + log(x²) = 15 → y² + 2y - 15 = 0 (a propriedade da potência foi aplicada no
segundo termo e os lados foram subtraídos por 15)
4. y1 = -5 ^ y2 = 3
5. Para y1 → log(x) = -5 → 10-⁵= x (não desobedece a condição de existência, ao atribuir
0,00001 ao b porque b permanece maior a zero)
6. Para y2 → log(x) = 3 → 1.000 = x
∴
S = {1.000} (a solução diz respeito à incógnita inicial e não à incógnita da substituição}
Quanto às inequações, a dedução se baseia ainda em uma lógica exponencial em, para
a < 1: loga(b) > loga(c) → b<c. Em casos de inequações em que o problema é reduzido ao
grau 2, dois detalhes das quadráticas são essenciais. Em parábolas côncavas, apenas o
trecho entre raízes torna ax² + bx + c < 0. Enquanto em convexas, o oposto ocorre. Todos
os valores do domínio antecessores à primeira raiz ou sucessores da segunda tornam ax² + bx
+ c < 0. Também, os prolongamentos e o modo se aplicam nas inequações em respeito das
regras do sinal. Como a de invertê-lo em uma multiplicação negativa. Por fim, a ordem "DIS"
é um útil acróstico para os métodos do logaritmo. Em que, "d" é "definição", ou seja,
referencia a^x = b, "i" é igualdade é referência f(x) = g(x) e "s" é de substituição,
referindo-se ao homônimo.
ESTUDO DE CASOS:
Caso I:
Anotações: Assim como a questão de (2x -1)⁵ = (-1)⁵(-2x+1)⁵, essa foi salva por conter um
truque algébrico que eu desconhecia de observar o decimal em sua forma fracionária e operar
segundo o modo das frações em meio às propriedades exponenciais.
Caso II:
Anotações: Não exatamente cancela, trata-se de um heurístico. Na verdade, por definição, ele
corresponde ao expoente da base do logaritmando quando as bases são iguais e, no x do
operador, a base do logaritmando é desconsiderada.
Caso III:
Anotações: A propriedade inversa emerge porque a logarítmica desconstrói o que a
exponencial constrói. Assim, para uma lei exponencial a^x = f(x), temos que loga(a^x) = f-¹(x)
Caso IV:
Anotações: Possuia um desvio grave em minha matemática elementar de pensar que os
decimais são escritos em uma base 10 correspondente à quantidade de zeros, o que é
equivocado. 0,0125 é 125×10^-4 e não 125×10^-2. Lembre-se de contar as casas decimais e
para cada atribuir uma divisão por 10, ou, em termos exponenciais, uma multiplicação por
10^-1.
Caso V:
Anotações: Essa questão usa do que eu chamo de segundo grau de soluções expostas.
Estas, que eu assim nomeei, são equações de grau quadrático na seguinte forma:
x² -1(y-1)x + -1.y = 0
Suas soluções são sempre y e -1, os quais aparecem na fórmula, por isso soluções expostas.
Demonstração:
1. f(x) = 0
2. f(x) = x² -1(y-1)x + -1.y
1. x = y
2. f(y) = y² + (-y+1)y -y → y²-y² + y - y = 0
∴
3. x = y → f(x) = 0
1. x = -1
2. f(-1) = 1 + (-y+1)-1 - y → 1 -1 + y - y = 0
∴
3. x = -1 → f(x) = 0
Conclusão geral: S= {-1,y}
Também, a resolução se utiliza da prova real da condição de existência por meio de cálculos
manuais. O professor inicia seus cálculos a partir da maior expressão, mas, uso o princípio do
menor cancelamento. Ele indica: ao testar um valor em um conjunto de expressões
condicionadas, reste primeiramente na expressão mais simples. A simplicidade é entendida
como o grau 1 e poucos monômios, ou seja, em uma equação de 1⁰ grau reduzida.
Caso VI:
Anotações: É possível resolver sistemas de inequações sem tocar em retas através de um
algoritmo simples, o algoritmo da má Melissa, que cuidou de Zeus e o alimentou com mel:
1. Reconheça o menor limite, ou seja, o intervalo de da desigualdade, (ex. Se há x < 3, x <
8 e x < 1, o menor limite é 1)
2. Reconheça o maior limite, ou seja, o intervalo iniciado pelo maior número. (ex. Se há x >
2, x > 7 e x > 10¹⁰, o maior limite é 10¹⁰)
3. Para MEL “menor limite” e para MAL “maior limite”, faça a inequação sintética: MAL < x
< MEL
Caso VII:
1. Para qualquer x do domínio de uma função bijetora e para sua imagem y, pode sempre
ser afirmado: f(f-¹(y)) + f-¹(f(x)) = y + x)
Caso VIII:
Em março de 2011, um terremoto de 9,0 graus de magnitude na escala Richter atingiu o Japão
matando milhares de pessoas e causando grande destruição. Em janeiro daquele ano, um
terremoto de 7,0 graus na escala Richter atingiu a cidade de Santiago Del Estero, na Argentina.
A magnitude de um terremoto, medida pela escala Richter, é Imagem associada para resolução
da questão , em que A é a amplitude do movimento vertical do solo, informado em um
sismógrafo, A0 é uma amplitude de referência e log representa o logaritmo na base 10.
Disponível em: [Link] Acesso em: 28 fev. 2012 (adaptado).
A razão entre as amplitudes dos movimentos verticais dos terremotos do Japão e da Argentina
é
Alternativas
A
1,28
B
2,0
C
109/7
D
100
E
109 - 107
Anotações: Caso tentasse montar um sistema de grau 1 usando a propriedade loga(b/c) =
loga(b) - loga(c) falharia. Ambas as equações possuem um fator constante que se cancela ao
unir elas no método do cancelamento e resta ao outro fator conter a diferença entre elas.
Porém, ao atribuir a diferença em termos do menor fator na conta de maior fator, você
simplesmente obtém:
z+2 - y = 9
z-y=7
Claramente, nenhuma equação genuinamente adiciona informações. Esse é um padrão para
sistemas de duas equações lineares de três variáveis, uma constante.
Resolução pós-lista: Basta aplicar a definição. É essencial enxergar, porém, que existem
várias constantes e uma variável entre ambos os logs. Se essas constantes multiplicam ou
dividem, ignore-as, serão canceladas no processo. Foque apenas, assim, na divisão das
potências de 10. Analisando dessa forma, o 100 poderia ser deduzido em uns 20 segundos,
poupando tempo de exame. Proposta qualquer constante k que multiplica (como 5/2 ou ⅕),
pode-se reescrever ela como sua inversa na divisão e chamar a inversa de k-¹, esse é o trunfo.
Corrigido 🟩
Caso VIII:
Um contrato de empréstimo prevê que quando uma parcela é paga de forma antecipada,
conceder-se-á uma redução de juros de acordo com o período de antecipação. Nesse caso,
paga-se o valor presente, que é o valor, naquele momento, de uma quantia que deveria ser
paga em uma data futura. Um valor presente P submetido a juros compostos com taxa i, por
um período de tempo n, produz um valor futuro V determinado pela fórmula
V = P ˑ (1 + i)n
Em um contrato de empréstimo com sessenta parcelas fixas mensais, de R$ 820,00, a uma
taxa de juros de 1,32% ao mês, junto com a trigésima parcela será paga antecipadamente uma
outra parcela, desde que o desconto seja superior a 25% do valor da parcela.
Utilize 0,2877 como aproximação para ln(4/3) para resolução da questão e 0,0131 como
aproximação para In (1,0132).
A primeira das parcelas que poderá ser antecipada junto com a 30ª é a
Alternativas
A
56ª
B
55ª
C
52ª
D
51ª
E
45ª
Anotações: Meu desvio na questão foi a desatenção, o mais clássico o qual merece o foco.
Dificilmente o desvio é teórico, geralmente é de manipulação algébrica, cálculo aritmético ou
desatenção na leitura. Esses são os três essenciais. A questão definida que existia um V tal
que o valor presente P é 75% dele e o produz multiplicado com 101,32%ⁿ. Mesmo
desconhecendo a matemática financeira para achar esse valor presente na trigésima parcela, o
que importa é a definição dele como 75% e em quantos meses teríamos esse valor V. A forma
surge dessa noção:
V = 75%V(101,32%)ⁿ
Não se tratava de uma questão de matemática financeira, era pura interpretação.
Para simplificar a confusão dessa questão, é importante nomear seu raciocínio como raciocínio
circular. Ele não é um defeito, apenas é estranho e sem qualquer progressão aparente. Na
questão, P é descrito em termos V e, então, V é descrito em termos P. Parece ocorrer uma
redundância em que P é só um jeito de falar apenas do próprio V. Mas não é uma redundância
pois V é descrito por P com um fator exógeno, formando:
P = 75%V
V = 75%V(1,0132)ⁿ
Digo que parece circular pois V depende de O que por sua vez depende de V. Dentro do
sistema, essas duas variáveis não podem ser achadas nesse panorama. Mas a maneira a qual
elas foram colocadas na fórmula faz o n buscado independer de quem são P e V. A equação
soluciona para V e P qualquer que sejam. Seria necessário uma informação externa se eu
quisesse escapar da circularidade, mas nem sequer foi necessário.
Resolução pós-lista: Esta é uma questão modelo na qual se usa a fórmula de Byung. Porém
a aplicação da fórmula não se dá por:
1/(1,0132)ⁿ < 3/4
Inverta ambos os lados com a potência -1 para forçar os logaritmos conhecidos a aparecerem.
Essa questão aplica o byung apenas após a inversão, é importante que se reforce isso pois
não é log(p¹) que é menor a 75%, é P. Assim, log(p¹) é igual a inversão da porcentagem. A
🟩
única dificuldade antes de aplicar Byung é a inversão.
Corrigido
Caso IX:
Em setembro de 1987, Goiânia foi palco do maior acidente radioativo ocorrido no Brasil,
quando uma amostra de césio-137, removida de um aparelho de radioterapia abandonado, foi
manipulada inadvertidamente por parte da população. A meia-vida de um material radioativo é
o tempo necessário para que a massa desse material se reduza à metade. A meia-vida do
césio-137 é 30 anos e a quantidade restante de massa de um material radioativo, após t anos,
é calculada peta expressão M(t) = A . (2,7)kt , onde A é a massa inicial e k é uma constante
negativa.
Considere 0,3 como aproximação para log102.
Qual o tempo necessário, em anos, para que uma quantidade de massa do césio-137 se
reduza a 10% da quantidade inicial?
Alternativas
A
27
B
36
C
50
D
54
E
100
Anotações: Na ciência da simplificação, é uma prática comum simplificar e aqui peço para
considerar que uma função, com coeficientes constantes, questiona: com qual valor operam os
coeficientes para um determinado resultado? Ou, de um estado x a outro estado y, como
construir a soma de um fator mudança xy? A questão já impõe 2,7^k30 = 50%, bastaria, então,
a partir dessa identidade como 50%, oriunda da ideia de ideia de que com 30 anos 50% do
césio desaparece (A é a massa inicial), podemos formar 10% com log[(10/2)×10^-1] (10%) =
t/30. Entendemos que o t que buscamos é aquele xy para a expressão com k e o resultado
dessa expressão é um y para que seu 0,5 se torne 0,1. Por isso definimos um de seus fatores
como o todo menos a parte que não é ele. Escrevendo melhor o logaritmo, temos:
Resolvemos pelas aproximações de logaritmos propostas, além das questões iniciais.
Resolução pós-lista:
A minha resolução já foi um atalho em relação ao sistema. Nela, o valor que buscamos é o
expoente, o logaritmo de base 0,5 e logaritmando 10%. Após encontrar esse valor, descrito
com logaritmos notáveis, basta multiplicar o t correspondente à meia vida por ele. Esse método
de usar um caso do sistema por si só sempre funciona desde que o valor da base e do
logaritmando sejam conhecidos. A multiplicação do logaritmo encontrado sempre se dá pelo t
que é o x da imagem da base. É uma alternativa rápida para lidar com k a partir da sua
constância. São 2 cálculos, ambos, ao máximo, exigem uma maestria aritmética, a qual já é
🟩
considerada em dias de exame.
Corrigido
Caso X:
Para realizar a viagem dos sonhos, uma pessoa precisava fazer um empréstimo no valor de
R$ 5 000,00. Para pagar as prestações, dispõe de, no máximo, R$ 400,00 mensais. Para esse
valor de empréstimo, o valor da prestação (P) é calculado em função do número de prestações
(n) segundo a fórmula
Se necessário, utilize 0,005 como aproximação para log 1,013; 2,602 como aproximação para
log 400; 2,525 como aproximação para log 335.
De acordo com a fórmula dada, o menor número de parcelas cujos valores não comprometem
o limite definido pela pessoa é
Alternativas
A
12.
B
14.
C
15.
D
16.
E
17.
Anotações: Não houve desvio por falta de obviedade na questão, imagino que ela tenha
decorrido de uma falha na notação, uma escrita algébrica equivocada. Ela é resolvida por uma
substituição. Ela possui um padrão de uso e pode ser visto esse padrão na resolução. Seu
padrão é: expressões nas quais existem bases diferentes do a com a incógnita ou equações
com outros logs. Geralmente, as outras bases ou logs são esclarecidas e agem como
coeficientes na substituição. Abaixo, segue a resolução pela igualdade 1,013ⁿ = y
1. (5000.0,013.y)/(y-1) ≤ 400 → mesma quantidade de casas decimais e zeros =
desconsidere a potência de 10
2. 65y/(y-1) ≤ 400 → a partir do momento que se reconhece y = 1,013ⁿ e que n E Z, temos
que exploramos uma parte positiva da exponencial crescente de base 1,013ⁿ, então
podemos multiplicar ambos os lados por (y-1) sem problema algum
3. 65y ≤ 400y - 400 → nesse ponto, com as informações do enunciado (utilize 0,005 como
aproximação para log 1,013; 2,602 como aproximação para log 400; 2,525 como
aproximação para log 335.), a resolução é evidente e se inicia pelo isolamento de
coeficientes com o literal y e sem literal y
4. -335y ≤ -400 → nesse ponto, ao multiplicar por -1 toda a expressão, o sinal comparativo
é invertido
5. 335y ≥ 400 → Nesse momento, evidenciar o valor de y para a resolução é útil
6. 335×1,013ⁿ ≥ 400 → O logaritmo da igualdade será usado por uma engenharia reversa,
usando os reais na expressão como logaritmandos
7. log(335×1,013ⁿ) ≥ log(400) → O logaritmo de 400 é conhecido por aproximação e o
logaritmo à esquerda é do cenário do logaritmo do produto
8. log(335) + log(1,013ⁿ) ≥ 2,602 → O logaritmo de 335 em base decimal também é
conhecido dentro da questão e sua substituição por um racional é clara
9. 2,525 + log(1,013ⁿ) ≥ 2,602 → O segundo logaritmo é do caso do logaritmo da potência
e os valores maiores que 2,5 ao seu lado podem ser subtraídos entre si
10.n log(1,013) ≥ 0,077 → o valor do logaritmo de 1,013 em base dez é conhecido, assim,
a resolução se ilumina
Não se trata de uma desatenção possível no contexto do exame, então, não há anotações
extras nessa questão.
Resolução pós-lista: A resolução se dá por uma equação de primeiro grau em 3 movimentos
principais e então com um logaritmo. Ela não exige sequer um sistema, alguns aceleradores
aritméticos permitem resolvê-la rapidamente. Não são necessários atalhos. Porém, como um
monômio composto de multiplicações pela incógnita e uma subtração ou adição no
denominador, pode-se imaginar que o valor à direita subtrai a expressão de cima em termos de
seus coeficientes e do outro lado sobra o valor à direita multiplicado por aquele não literal da
🟩
base.
Corrigido
Caso XII:
O valor do número real positivo x que satisfaz a igualdade
Anotações: O desenvolvimento algébrico dessa questão por meio das propriedades se
destaca, apesar de sua simplicidade. Sua foto está anexada na parte inferior desta nota.
Resolução pós-lista: A questão apenas envolve cálculos e algumas propriedades elementares
de logaritmo. Um pouco longa, mas o tempo dela é diretamente proporcional à agilidade do
🟩
raciocínio.
Corrigido
Caso XIII:
Usando as propriedades dos logaritmos, é correto concluir que o valor da expressão
é igual a
log2 z ≡ logaritmo de z na base 2
Alternativas
A
0,16.
B
0,50.
C
1,00.
D
1,20.
Anotações: Uma específica simplificação de destacou como a resolução da anterior, ela foi:
🟩
1. 6⁹/5⁶3⁹ = 6⁹/5⁶(6/2)⁹ → (1/5⁶)[(6⁹)/(6⁹/3⁹)] = 2⁹/5⁶
Corrigido
Caso XIV:
O modelo é representado pela função g (x) = 1/1 + e-x , em que x é associado a um valor de
probabilidade entre zero e um. A tabela a seguir apresenta os scores para fatores de risco de
um paciente desenvolver uma cardiopatia. Os scores variam no intervalo [−4, 4], tal que valores
próximos de −4 representam baixo risco e próximo de 4, alto risco. A partir desses scores,
encontra-se o valor de x por meio da expressão x = 0,1P + 0,2F + 0,3S + 0,4H e, em seguida,
calcula-se g (x).
Com base nas informações precedentes, e assumindo e = 3, julgue o próximo item.
A função inversa de g(x) é dada por g-1 (x) = ln (x/1-x).
Alternativas
Certo
Errado
Anotações: Para qualquer expressão de função inversa, o passo a passo de isolar o x e
depois trocar ele por y e o primeiro y por x basta. O que não bastou nessa questão foi a leitura
da razão. Pensar sempre na construção a/b + c como a/(b+c) apesar de não estar claro, é
necessário para evitar uma desatenção.
Resolução pós-lista: Novamente, apenas os princípios da álgebra e do logaritmo já bastam
🟩
nessa questão.
Corrigido
Caso XV:
Passados t anos após a morte deste ser humano, suponha que a massa m(t) de seu cadáver,
medida em quilogramas, seja dada por m(t) = 40e−C·t, onde e > 1 é uma constante e C é um
parâmetro relacionado às características morfoclimáticas da região onde originalmente se
encontrava. Admitindo que passados t = 600 anos a múmia possuía exatos 4 kg, assinale a
alternativa que apresenta, corretamente, o valor do parâmetro C.
Alternativas
A
C = 1/200 loge 50
B
C = 1/300 loge 20
C
C = 1/400 loge 30
D
C = 1/500 loge 40
E
C = 1/600 loge 10
Anotações: Essa questão é facilmente resolvida pela definição e foi salva como lembrete de
que esta é útil. A resolução está anexada abaixo como é usual.
1. e^x = 10%
2. x = 600.-C → -C = x/600
3. C = (ln 10%)/600
Resolução pós-lista: São três passos de movimentação algébrica, não é necessária qualquer
🟩
abreviação.
Corrigido
Caso XVI:
Considere as funções reais f : R+ → R e g : R+ → R, onde R+ é o conjunto dos números reais
positivos, definidas por f(x) = log2x e g(x) = log3x. Se x1 e x2 são os possíveis valores de x que
satisfazem à condição f(x).g(x) = log2 . log3, então, o produto x1.x2 é igual a
Anotações: Trata-se de uma questão tão simples quanto aquela resolvida pela definição, como
o caso da múmia, caso XV e aquela resolvida pela substituição, o caso XI. Neste caso, usa-se
a igualdade de logaritmando, completando a trindade. Tentei muitas maneiras de formar a
equação logarítmica, porém, meu problema foi não interpretar que f(x) e g(x) operavam sob a
ideia de um mesmo x em sua expressão. O que era evidente, principalmente quando a notação
x1 e x2, indicando duas soluções possíveis, não duas simultâneas, foi usada. Um erro
algébrico na interpretação do problema. Minha interpretação visava:
log3(x1) = log (3)
log2(x2) = log(2) → essas são hipóteses deduzidas sem provas, a equação verdadeira que eu
propus segundo x1 ≠ x2 era:
f(x1)g(x2) = log(2).log(3)
Com infinitos pares de incógnita.
Ao invés de:
[log3(x)][log2(x)] = log(3)log(2)
A diferença é sútil, mas se atente ao fato de que os x da minha expressão são claramente
diferentes, enquanto a expressão propõe um x igual. Para dois x simultâneos, poderia aplicar
f(x1).g(x2), mas, ainda assim, seriam necessárias aproximações. A parte das aproximações, o
problema é mais coerente com possibilidades para x. A questão nem sequer, na hipótese
simultânea, considera dizer para que função é cada logaritmo decimal, tornando mais clara
ainda a forma de produto de única variável.
A resolução está em anexo nesta nota abaixo.
Resolução pós-lista: Essa questão utiliza de ao máximo 3 passos de manipulação algébrica,
🟩
não precisa de atalhos.
Corrigido
Caso XVII:
Um empresário utiliza máquinas cuja pressão interna P, em atmosfera, depende do tempo
contínuo de utilização t, em hora, e de um parâmetro positivo K, que define o modelo da
máquina, segundo a expressão:
P = 4 . log [-K . (t+1) . (t-19)]
O fabricante dessas máquinas recomenda ao usuário que a pressão interna desse tipo de
máquina não ultrapasse 10 atmosferas durante seu funcionamento.
O empresário pretende comprar novas máquinas desse tipo que deverão funcionar,
diariamente, por um período contínuo de 10 horas. Para isso, precisa definir o modelo de
máquina a ser adquirida escolhendo o maior valor possível do parâmetro K, atendendo à
recomendação do fabricante.
O maior valor a ser escolhido para K é
Anotações: O problema impunha uma relação não linear ocorrendo no logaritmo a partir da
quadrática. Em uma questão de função afim, temos proporções atuantes, principalmente em b
= 0, porém, em quadrática o mesmo não ocorre. O ponto chave dessa questão é: assegurar
que K faz a função não ultrapassar o limite em 10 não possui genuínas garantias em um gráfico
parabólico. Deve-se reconhecer, dentro do escopo da inequação, o verdadeiro valor de maior
imagem e limitar este. No caso XVII, como está em anexo, o valor x o qual era o x do vértice
era o 9. Outro detalhe crucial é a forma fatorada da quadrática usada na resolução. Ela pode
ser utilizada em qualquer contexto de equações quadráticas. Também em anexo.
Resolução pós-lista: A substituição em t deve ser por 9 e não 10. Assim, obtém-se um k
funcional mesmo no apogeu da função quadrática em questão. Reconhecer o xv e realizar a
substituição deve ser o primeiro pensamento ao olhar uma quadrática que possui um limite,
🟩
como a condição de existência do logaritmando e as 10 atmosferas da questão.
Corrigido
Caso XVIII:
Determinado líquido, quando deixado ao ar livre, evapora de forma que, a cada 24 horas, 92%
do seu volume é preservado. Se um balde com 10L deste líquido for deixado ao ar livre, o
tempo necessário para que o volume presente no balde se reduza à metade do volume inicial é
(use log(0,5)= –0,301 e log(0,92)= –0,036)
Resolução pós-lista:
É um modelo de questão clássico em que se tem uma quantidade inicial A⁰ que, em função do
tempo, como meses para questões financeiras, se transforma em uma porcentagem de si.
Caso hajam dois literais e um não seja esclarecido, existe o caso da múmia e o caso do
incidente em Goiânia, mas, se a constante do exponencial seja esclarecida, possuímos uma
fórmula. Nomeada fórmula Byung, ou fórmula do desgaste, para p² como a porcentagem, c
como a constante, t como o tempo e a variável, p¹ como a taxa de aumento ou decréscimo e A⁰
como a quantidade inicial, ela é:
(ct)log(p¹) = log(p²)
Nessa questão, ainda, podia se escrever o t em dias ou horas ou qualquer unidade de tempo.
Porém, em casos como esse, o melhor é usar a unidade de denominador 1, nesse caso, o dia.
Em casos contrários, Caso fossem horas, o expoente seria ct/24, caso fossem minutos, seria
ct/1440. Estes expoentes não são eficientes no cálculo, atrasando a resolução e assim são
piores em contextos de exames.
Corrigido 🟩
Caso XIX:
Se log3x + log9x = 1, então o valor de x é
Alternativas
A
∛2.
B
√2.
C
∛3.
D
√3.
E
∛9.
Anotações: Ao testar a igualdade entre duas expressões sempre torne elas de duas partes e
uma delas deve se encontrar. Se, após o encontro de uma segunda parte, uma igualdade de
potências, de índices, de somas, o que seja, os valores demonstrarem serem diferentes,
assuma a desigualdade.
Resolução pós-lista: Essas questões de vestibulares são mais diretas, a anotação possui uma
🟩
medida prática para lidar com as alternativas “diferentes” do resultado obtido nas contas.
Corrigido
Caso XX:
De modo geral, podemos considerar que os abalos sísmicos acima de 6 podem ser
considerados graves. Confira a seguir uma relação comparativa entre a intensidade dos
terremotos e os seus efeitos:
A) Magnitude menor que 2: tremores captados apenas por sismógrafos.
B) Magnitude entre 2 e 4: impacto semelhante à passagem de um veículo grande e pesado.
C) Magnitude entre 4 e 6: quebra vidros, provoca rachaduras nas paredes e desloca móveis.
D) Magnitude entre 6 e 7: danos em edifícios e destruição de construções frágeis.
E) Magnitude entre 7 e 8: danos graves em edifícios e grandes rachaduras no solo.
F) Magnitude entre 8 e 9: destruição de pontes, viadutos e quase todas as construções.
G) Magnitude maior que 9: destruição total com ondulações visíveis.
A magnitude pode ser calculada pela seguinte equação:
em que E0 é constante e vale 7.10-3 kWh, e E é a energia liberada no terremoto em kWh.
Se um terremoto teve E = 1 000 kWh, de energia liberada, a magnitude do terremoto está no
intervalo de:
Alternativas
A
E.
B
D.
C
C
D
B.
E
A.
Anotações:
Resolução pós-lista:
1. **Aplique o logaritmo decimal** ao número.
2. **Escreva o número em notação científica**, deixando o fator multiplicativo o mais próximo
possível de 1.
Ex.: 124 = 10² · 1,24 ; 32 = 10² · 0,32
3. **Use a propriedade do logaritmo do produto**:
[
\log(ab) = \log a + \log b
]
Assim, separe em uma soma, onde a parte da potência de 10 é exata.
4. **Tente fatorar o termo decimal** (ex.: 0,32) usando fatores com logaritmos conhecidos.
5. Após a tentativa de reduzir ele a fatores conhecidos, caso haja um primo, reconsidere seu
cálculo, provavelmente existe um facilitador dentro da própria questão para esse.
OBS: o método é útil para valores irracionais em específico.
Corrigido 🟩
Caso XXI:
Considere o plano munido de um sistema de coordenadas cartesianas x y 0 . Seja H o
conjunto dos pontos P(x, y) desse plano, cujas coordenadas cartesianas (x, y) satisfazem:
Assinale, dentre as alternativas que seguem, a que melhor representa graficamente o conjunto
H
Anotações:
Resolução pós-lista:
VRI(13): Em verdade, y é sempre menor que x, apesar de ser x-4+p, sendo p um positivo
qualquer a depender da atribuição de x.
VRI(14): Em B, a fórmula, a lei da função não é evidente, assim como em outras alternativas.
Caso haja f(x) = 5x, com x = 2, um y = 9, apesar de verticalmente inferior a (2,10), permanece
desobedecendo a condição de existência.
Em questões assim, sempre é possível anular as retas que possuem ordenadas acima da
bissetriz observáveis. Se o nosso conjunto de pares ordenados acontece abaixo da bissetriz,
qualquer reta superior deve ser descartada, apesar do uso das projeções de suas ordenadas. A
minha regra se baseou na análise gráfica da função da condição de existência, ela é bem útil
para transcendentais que costumam ter essas restrições, como raízes e potências. Apenas use
a análise da função da expressão proposta após utilizar a condição de existência,
🟩
costumeiramente mais simples.
Corrigido
Caso XXII:
O gráfico a seguir mostra como foi o consumo de energia de uma casa ao longo dos 12 meses
de um determinado ano.
Através das informações contidas no gráfico conseguiu-se uma função definida por mais de
uma sentença que relaciona o consumo y em função do tempo x em meses, onde a e b são
constantes.
Analisando a função e seu gráfico, podemos afirmar que o valor de a + b é:
Anotações:
Supondo que a primeira sentença não possui um menor ou igual, pode-se aproximar b como
altura do retângulo, mas cálculos exatos não permitem aproximações, diferente de intervalos.
VRI(4): Em verdade, não é aproximação, é intersecção. Tal que o domínio de -(3x/4) + 9 foi
posto como maior ou igual a 8 e menor ou igual a 12, a imagem, o y do mês 8, definido como b,
pode ser assim descoberta pela lei. Também, consegue-se dessa maneira uma igualdade mais
rígida para a, tal que log2 (7 + a) = b.
Resolução pós-lista: Essa questão exige cálculos básicos e um logaritmo elementar. Ambos
os cálculos podem ser feitos em menos de 1 minuto, considerando a fórmula linear e a fórmula
🟩
do logaritmo. Não são necessários aceleradores em uma questão curta.
Corrigido
DESATENÇŌES PARA O VESTIBULAR:
1. Não ler a/b + c como a/(b+c)
2. Meu problema foi não interpretar que f(x) e g(x) operavam sob a ideia de um mesmo x
em sua expressão
FE: Desatençōes
LOG1: RRMA IV
LOG1: RRMA I e RRMA II