- Sempre tratar sua arma como municiada;
de disparo ou ameaça iminente;
- Qualquer problema de saúde ou desmaio durante o curso, o aluno será
UNIFORME PARA APRESENTAÇÃO:
● Jaqueta 328
● Calça 130 1
● Sapatos 25
● Chapéu 106
● Acessórios 160
● Opcional:Colete 26; Chapéu 39; Máscara 122
I: APTIDÃO FÍSICA / AMBIENTAÇÃO
EM MEIOS LÍQUIDOS
Para início do ATEsp, será aplicado o teste de Aptidão Física nos alunos, onde de
início será uma caminhada em grupo em um circuito pré denominado em uma trilha
próximo a Suzano ( tracejado abaixo )
Figura 1:
Treinamento de Técnicas Aquáticas, como se fazeralguns procedimentos em
Começar falando das duas gandolas que a polícia militar utiliza no Estado de SP,
A segunda gandola, se tem sua confecção com intenção mais operacional sendo
Por isso os dois uniformes tem os seus benefícios e malefícios, assim será
passado uma breve instrução sobre a Ambientação no Meio Líquido, sendo benéfica
em todos os meios benéficos, como Lagos e Rios e Mares que precisam ser
técnicas diferentes aplicadas para o sucesso de tal operação.
Iniciando a entrada na água, parece algo simples, porém dependendo da situação
pode ser algo muito importante e risco a vida do operador, onde se tem todos os
fatos como peso dos equipamentos que diminuirá a flutuabilidade do operador, solo
arenoso ou vegetações que possam prender o operador, corpo de rochas e até
correntes que podem ser fatais. Por esses motivos, é de suma importância o
operador antes de adentrar o ambiente aquático estar ciente e ter pré-verificado
todos esses itens para não acontecer nada de anormal na operação em que estiver
presente. Por “ via de regra “ da natureza, as águas cristalinas tem leitos com
pedras, recifes de corais ou areia, já águas turvas e escuras normalmente seu leito
é composto por barro e lama.
Suponhando que o operador está em terra firme ou um barco baixo, que é o
nosso caso, vou ensinar os senhores a como entrar na água com ela limpa, a que
me refiro sem destroços ou objetos estranhos como lixo natural ou destroços de
acidentes. Em água não limpa em que você não sabe qual a real profundidade, é
interessante o operador não ir até o fundo porque pode ser de lama e ficar preso no
leito, o interessante é pular sem movimentos bruscos e parar na superfície.
Agora caso os senhores estejam em um tal acidente náutico ou algo do gênero,
onde se tem destroços, líquidos inflamáveis ou até mesmo chamas na superfície, é
interessante após pular e flutuar na superfície, o correto é fazer movimentos abrindo
os dois braços em até 130°para limpar a área do operadordos destroços ou de
fluídos inflamáveis.
Após a instrução de mergulho e a verificação do ambiente líquido, serão
realizadas diversas atividades envolvendo natação no Lago. Onde é um meio de
água doces, e pelo seu porte ser pequeno não se tem a interferência de correntes a
água calma, sendo adequado para o primeiro contato aquático no curso.
Sendo assim, a natação se tem mundialmente conhecido e pioneiro o nado de
Crawl, onde é o tipo de nado que atinge as maiores velocidades e causa menos
desgaste físico no atleta. Por isso iniciamos a atividade com teste de resistência e
porte físico, sendo com o Nado de Crawl com todo o grupo junto sendo desta ponta
a esquerda ao término do lago ( lado direito ). Serão 4 conjuntos de ida e volta,
totalizando 200 metros.
Figura 2: Imagem do Lago Figura 3: Nado de Crawl
Após o nado de Crawl, será feito mergulho de adequação para apneia de 20
segundos de ida com pausa e volta na transversal do lago.
Figura 4: Imagem do Lago Figura 5: Mergulho
Após a finalização da primeira parte da Ambientação em Meios Líquidos, os
alunos irão continuar com a trilha seguinte ao Ponto B/Término da Trilha, no local
irão continuar com a caminhada pela rodovia até o ponto A para a próxima
instrução.
Novamente no Ponto A, os alunos irão começar a instrução e ambientação em
água marítima, onde por diversos fatores se adequa a um cenário mais difícil para
ser efetuado uma operação.
O primeiro contato será um exercício simples, onde irão saltar de um costão de
cerca de 3 metros, e irão realizar o nado de Crawl até o farol que está situado a uma
distância de 30 metros. Os alunos irão subir no farol, e após uma pausa para
reconstrução do fôlego, eles irão fazer o mesmo trajeto de volta.
Figura 6: Costão e farol da atividade marítima
Vale ressaltar diversos fatores para se manter a atenção em uma situação
marítima, ainda mais como esta, onde engloba o exercício próximo a um costão de
rochas, onde qualquer declive ou erro do operador, ele pode se comprometer e ser
jogado contra as rochas. Por isso é importante monitorar o momento certo da
entrada e o local correto, verificar qual a profundidade do salto, se há a existência
de correnteza no local ( muito comum próximas a costões ) , onde se o costão for na
vertical em relação a faixa de areia/mar, é muito comum nesse local existir correntes
de retornos, que são muito fortes e puxam o operador para fora do mar, o correto
para sair de uma corrente de retorno, é nunca nadar contra ela ( sentindo a faixa de
areia), onde a mesma é mais forte que o humano e só irá desgastar o operador, o
correto é realizar o nado em movimentos suaves na transversal ( para lateral ) da
corrente.
Para efetuar o mergulho em um costão de rocha, é interessante verificar o local
mais apropriado para não colidir com uma rocha no salto e aguardar o momento
correto, que é quando acaba de passar uma série ( conjunto de ondas ) e se vem a
calmaria que é entorno de 2 a 5 minutos. O salto se for raso as rochas o correto é
aguardar entrar a onda no costão para aumentar o nível do mar e pular de prancha
na água para o operador não afundar muito, e logo após o salto já continuar com o
nado em direção ao contrária do costão para evitar demais riscos.
II: ARMAMENTO / DEFESA PESSOAL /
TÁTICA PESSOAL / TIRO DINÂMICO
A instrução visa possibilitar ao policial manusear, conhecer e utilizar o armamento
básico fornecido pela Polícia Militar para estar utilizando no seu serviço operacional.
O policial estando capacitado com esta instrução poderá manusear armamentos de
grosso calibre com maior performance e especialização.
CONHECIMENTO DOS ARMAMENTOS:
GLOCK G22 .40 S&W
A pistola Glock está sendo utilizada na PMESP desde 2019.
No início foi distribuída apenas para os batalhões de CHOQUE (1º BPChq - 5º
BPChq) e no final de 2020 começou a ser distribuída aos batalhões metropolitanos
e do interior, hoje, cerca de 90% do efetivo utiliza as Glock’s em serviço.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DA GLOCK G22:
TIPO DE AÇÃO:Safe Action
PESO DA ARMA:645g ( Sem o carregador )
NOME COMERCIAL:Glock G22
TIPO DE FUNCIONAMENTO:Semi Automática
CALIBRE: .40 S&W
NÚMEROS DE TIRO:15 tiros +1 na câmara
CONHECIMENTO DAS MUNIÇÕES
As munições existem em diversos formatos, composições e tamanhos, isso é
fato. Porém, dependendo da munição pode se causar um resultado diferente na
balística do disparo.
Um exemplo é a munição de ponta encamisada total (ETOG) que têm maior
transfixação em alvos, usada normalmente em situações que necessitam de uma
maior transfixação decorrente de local, clima etc.
A munição utilizada atualmente pela Polícia Militar é a EXPO e EXPP (ponta oca),
que tem como características a maior expansão dentro do alvo para efetuar a
imobilização, evitando assim a transfixação e provavelmente evoluir a óbito por uma
possível hemorragia interna e externa.
RECONHECIMENTO DAS ARMAS
Os alunos para fazer o primeiro contato com os armamentos e com a pista de tiro
para o início do tiro dinâmico, irão efetuar algumas atividades simples na Pista de
tiro localizada no4° BAEP. Sendo divididas em 3 partes,primeiro com a Pistola
Glock, segundo com a Espingarda Beneli 12 M4 e por último o Fuzil Imbel IA2.
Figura 7: Pista de Tiro no 4°BAEP - São Paulo
O primeiro exercício será com a pistola Glock G22, onde terá 1 aluno em cada baia
e irão fazer 2 disparos com a ordem de disparo, serão 8x séries de disparo e a cada
série o aluno irá dar um passo para trás.
Com as Espingarda de Calibre 12 com munição letal, será feito o exercício com
apenas 1 aluno de cada vez, onde será montada uma pista com cones de
sinalização com movimentos de ida e volta ( frente trás ), porém o mesmo sempre
manterá em posição de tiro apenas se movimento com os pés sempre focado nos
alvos. A pista iniciará na parte esquerda ( Cone 1 ) por trás, onde o mesmo irá
efetuar 1 disparo por cone e irá retornar para trás em posição de tiro para o próximo
cone e fazer o mesmo exercício até a última e retornar fazendo o mesmo.
Figura 8: Pista de Tiro / Espingarda 12
O exercício com o fuzil ( Imbel IA2 ) será com cada um em sua baia e efetuará o
disparo com ordem do instrutor, após isso irá trocar de posição com o aluno da
direita. Após esse exercício, será feito um sozinho onde terá cinco cones e o aluno
terá que efetuar disparo a cada baia onde irá fazer o Zig Zag nos cones de forma
lateral.