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Desastre

A resposta a desastres é um desafio crescente que requer a colaboração de autoridades e comunidades, com a necessidade de uma resposta rápida e integrada. O Sistema de Comando de Incidentes (SCO) é uma ferramenta essencial para coordenar esforços entre agências e garantir a segurança e eficácia nas operações. O documento detalha as funções e responsabilidades dentro do SCO, enfatizando a importância da comunicação, planejamento e logística na gestão de emergências.
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Desastre

A resposta a desastres é um desafio crescente que requer a colaboração de autoridades e comunidades, com a necessidade de uma resposta rápida e integrada. O Sistema de Comando de Incidentes (SCO) é uma ferramenta essencial para coordenar esforços entre agências e garantir a segurança e eficácia nas operações. O documento detalha as funções e responsabilidades dentro do SCO, enfatizando a importância da comunicação, planejamento e logística na gestão de emergências.
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A resposta operacional aos desastres e seus impactos, que cada vez se intensificam mais em todo planeta,

é um desafio para autoridades, operadores de serviço de emergência e comunidade como um todo.

A criação de riscos está superando a redução de risco = resposta de muitas agências será demandada.

- os representantes, em nível estratégico, tático e operacional estarão reunidos para decidirem


quais ações tomar para uma resposta rápida, eficaz e integrada.

Desastre: interrupção grave do funcionamento de uma comunidade ou sociedade em qualquer escala


devido a eventos perigosos que interagem com condições de exposição, vulnerabilidade e capacidade de
resposta, levando a um ou mais: perdas e impactos humanos, materiais, econômicos e ambientais.
(HEMA)

Benchmarking: conjunto de ações que contém o ato de examinar e perceber como outra empresa
realiza uma função ou tarefa específica = reconhecer práticas diferenciadas e aplicar melhorias em seus
próprios processos para aumentar o desempenho.

Quatro situações para registra o evento como desastre:

1. 10 ou mais mortes de pessoas


2. 100 ou mais pessoas feridas, afetadas, desabrigadas
3. Declaração de estado de emergência pelo país
4. Apelo por ajuda internacional

O National Incident Management System (NIMS) foi estabelecido para apresentar:

- Abordagem abrangente para compartilhamento de recursos

- Coordenação e gerenciamento de incidentes

- Integração de comunicações e informações

Definiu: ICS (sistema de comando de incidentes), EOC (centro de operações de emergência) e


MAC (grupos de coordenação multiagências)

Memorando 3030/07 – Montar o SCO no local da operação, quando necessário for, lembrando da
importância do controle de pessoal, apoio logístico, de operações e de comunicação, podendo designar
militares para assessorá-lo.
ITO 01 – Levar em conta primeiro a segurança das guarnições BM e depois das pessoas ainda não
afetadas, e por fim, das já afetadas.

- todas as ações devem possuir comando definido, assumido pelo BM de maior posto/graduação.

- As atividades serão organizadas de forma modular (de acordo com necessidade e disponibilidade de
recurso) e flexível (adequada às peculiaridades da ocorrência)

- primeiras ações na ocorrência:

1. identificar natureza e risco principal

2. localização e situação das vtm

3. Promover a segurança

4. necessidade de instalação de SCO

SCO é estruturado para facilitar atividades em 5 areas:

Comando, operações, planejamento, logística e finanças

A estrutura do SCO permite a integração de agencias (M;E;F) e sociedade civil

Histórico do SCO:

- Foi desenvolvido nos anos 70 em resposta a uma séria de incêndios florestais no sudoeste da california.

- Autoridades de municípios, condados, gov estadual formaram: FIRESCOPE

- O conceito ICS foi formado em 68 na reunião de chefes de bombeiros do sul da california. O programa
foi construído para seguir hierarquia de gerenciamento da marinha e no combate a incêndios florestais.

Fraquezas:

- Falta de responsabilização

- Má comunicação

- Falta de planejamento sistemático

- Sem métodos para integrar requisitos entre agencias

- falta de orientação ou coordenação de voluntários

- Falta de conhecimento de terminologia comum

TV PIRC

Evoluiu para um sistema aplicável em qualquer tipo de emergência

Sucesso: Aplicação direta de uma estrutura organizacional comum e gerenciamento padronizado.

SCO no Brasil

- Profissionais brasileiros que pertencem a instituições de emergência conhecem por meio de


treinamentos e cursos nos EUA

SCO – SC – Def. Civ.


SICOE – SP – Bomb

SCI – RJ – Def. Civ. E Bomb

SCO – PR – Def. Civ.

SCO é uma ferramenta modelo para COMANDO, CONTROLE e COORDENAÇAO de um incidente e prove
meios para coordenação de esforções de agencias individuais que trabalham em direção a objetivos
comuns para estabilizar a intercorrência, proteger vidas, o meio ambiente e propriedades. (VAPI)

A diferença entre uma ocorrência e uma operação é a instalação do SCO

AULA 3&4 – Terminologia

Comando:

 Definir objetivos
 Fazer fazer
 Dar ordens

Controle:

 Monitorar materiais e efetivo


 Monitorar cumprimento de metas

Coordenação:

 Integrar esforços para acelerar resultados


 Integrar agências
 Aumentar sinergia

Nomes comuns: Recursos; Instalações; Funções; Níveis do Sistema Organizacional (RINiFu)

Para padronizar a linguagem operacional

 Títulos Operacionais:

Comandante da Operação: Comandante => Primeiro a chegar

Comandante do Pessoal e EM: Oficial

Seção: Chefe

 Organização Modular

Varia de acordo com magnitude e complexidade da operação:

 Estabelecida de cima para baixo


 Expande de baixo pra cima com a chegada de recursos
 Estrutura de Comando Unificada

É instituído quando mais de uma instituição tem jurisdição sobre a OPERAÇÃO

Objetivos:

 Planejar de forma conjunta


 Determinar objetivos da operação
 Atuar de forma integrada
 Otimizar recursos
 Designar as funções sob um só Plano de Ação

(FIPOR)

 Plano de Ação Consolidado

A maioria das ocorrências só precisa de um plano mental => Objetivos, estratégias, táticas,
visibilidade ao planejado

 Limite de Supervisão (Alcance de controle)

Número máx: 7

Número ótimo: 5

 Instalações das Operações

Espaços físicos onde um conjunto de atividades pré-determinadas do SCO são desenvolvidas

São apenas locais devidamente identificados para servir de instalação padrão

O uso de instalações padronizadas é uma característica básica do SCO => organização do espaço,
melhora a qualidade e poupa tempo, uma vez que no inicio do evento há caos e falta de ordem.

Seis principais instalações recomendadas: PC, Base de apoio, Acampamento, Iinformações, Helibase e
Heliponto.

AULA 5&6 – FUNÇÕES DO CMT

Inicialmente o CO desempenha todas as funções. A medida que a atividade se desenvolve em magnitude


ou complexidade e há necessidade de mais recursos, o CO poderá ativar seções e designar responsáveis.

É necessário formalizar uma estrutura de gestão e operação que proporcione: direção, eficácia, eficiência
e resposta (REED)

CMT:

Of. De ligação: contato com outras agências

Of. De Seg.: segurança da tropa


Of. De informações: Prestar informações à imprensa e cobom

Chefe do Planejamento: planejar efetivo e material

Chefe de Operações: Garantir a execução do plano operacional

Chefe de Logística: fornecer meios para cumprir a missão

Responsabilidades do CMT:

1. Assumir o comando e estabeler o PC


2. Zelar pela segurança do pessoal e segurança publica
3. Avaliar as prioridades da operação
4. Determinar os Objetivos Operacionais
5. Desenvolver uma estrutura organizacional apropriada
6. Manter o alcance do controle
7. Adiministrar recursos
8. Manter a coordenação geral das atividades
9. Coordenar as ações das instituições que se incorporem ao sistema
10. Autorizar a divulgação das informações através dos meios de comunc. publica
11. Manter um quadro de situação que mostre o estado e aplicação dos recursos
12. Encarregar-se da documentão e controle de gastos e apresentar o relatório final

Aulas 7&8 – Funções do oficial de segurança, ligações e informações

 Oficial de segurança

Vigilância, avaliação e controle de situações perigosas e inseguras. (VAC)

Responsabilidades:

1. Identificar situações perigosas


2. Participar de reuniões de planejamento
3. Fazer uso de sua autoridade para deter ou prevenir ações perigosas
4. Investigar/pesquisar acidentes que ocorram nas áreas de operação
5. Revisar o plano de ação da operação

 Oficial de Ligação

É o contato para os representantes das instituições que estejam trabalhando na operação ou que possar
ser convocadas

1. Proporcionar um ponto de contato com os representantes das instituições envolvidas


2. Identificar os representantes de cada uma das instituições
3. Responder às solicitações do pessoal da Operação
4. Identificar problemas atuais ou potencias entre as instituições
 Oficial de informação

Responsável pelo manejo de informação acerca da operação aos meios de imprensa, instituições e
publico em geral. (PII)

1. Obter breve relato do CO


2. Estabelecer um centro único de informações
3. Resumo inicial de informações depois que chegar ao cenário
4. Respeitar as limitações para emissão de informação que imponha a operação

Aula 8&9

Função dos Chefe de Planejamento

Ativar e supervisionar unidades e seções específicas

Obter, reunir, registrar, julgar, processar e compartilhar informações

Participar da elaboração, acompanhamento e atualização do plano de ação

Obter informações sobre a situação e o SCO

Elaborar relatórios informando a situação e suas futuras tendências

Monitorar o conjunto de recursos mobilizados na cena, incluindo aqueles que estão na área de espera,
em op

Planejar e implementar a desmobilização de recursos

Supervisionar a preparação do plano de ação da operação

No clico de planejamento operacional, ao termino do ciclo, deve ser feito um debriefing para passar o
serviço.

Unidade de Situação

Unidade de Recurso – controle macro dos recursos

Unidade de Documentação

Unidade de Desmobilização

Aula 11&12 – Chefe de Operações

Conduz as atividades operacionais em nível tático, executando o plano de ação do comando

Sob seu comando está a área de espera e estacionamento.


Responsabilidades:

1. Obter informações sobre emergência ou situação crítica e o SCO


2. Participar da elaboração do plano de ação
3. Dar ciência do plano de ação aos integrantes das seções operacionais
4. Supervisionar as operações
5. Avaliar a necessidade de recursos adicionais, e caso sejam necessários, solicitá-los ao
encarregado da área de espera
6. Dispensar, se necessário, recursos
7. Organizar os recursos em: Seções (especializado/ CHEFE) e Setores (área geográficas/
COORDENADOR)
8. Manter o comando informado do andamento das operações
9. Determinar o local de atuação das GU
10. Determinar tipo de recurso empenhado em cada local
11. Determinar setores de atuação (geográficos)
12. Observações sobre Setor:
13. O coordenador de setor é responsável por: Função especifica (coordenador de resgate) ou Area
geográfica (coordenador do flanco leste de incêndio)
14. O setor é fracionado em: Divisão ou Grupo

Recurso Único: é um equipamento e seu complemento em pessoal que pode ser designidado para uma
ação tática em uma operação

Equipe de intervenção: é o conjunto de recursos únicos da mesma classe e tipo com um só líder e
comunicação integrada

Força Tarefa: combinação de recursos únicos de diferentes classes ou tipos para uma necessidade
operacional particular com um só líder e comunicações integrada

Encarregado da área de Estacionamento:

 Tamanho
 Sinalização
 Sentido de parada das vtrs
 Acesso de pessoal autorizado

Encarregado da ACV:

 Tamanho
 Sinalização
 Proteção
 Acesso de pessoal autoriado

Aula 13&14 – Funções chefe Logistica

ICS 202 e ICS 201

Conduz as operações no nível tático executando o plano de ação do comando.

Sob sua responsabilidade está o encarregado da área de espera e estacionamento.

Responsável por fornecer instalações, serviços e matérias


Setor de serviço (unidade médica, unidade de alimentação) e setor de apoio (unidade de suprimento;
Unidade de instalações)

Logística Humanitária: São processos e sistemas envolvidos na mobilização de pessoas, recursos e


conhecimento para ajudar comunidades vulneráveis, afetadas por desastres naturais ou emergências
complexas. Ela busca pronta resposta, visando atender o maior número de pessoas, evitar falta e
desperdício, organizar as diversas doações que são recebidas nestes casos e, principalmente, atuar
dentro de um orçamento limitado.

Responsabilidades:

1. Obter informações sobre emergência ou situação crítica e o SCO


2. Planejar a organização da logística do SCO, ativando e supervisionando as unidades e seções.
3. Gerir todo material
4. Gerenciar as atividades de serviços da operação: comunicações, alimentação, serviços médicos.
5. Supervisionar as atividades de suporte e serviços
6. Manter o comando informado sobre o andamento dos trabalhos logísticos da operação
7. Controla todos os materiais da operação, de todas as agencias envolvidas
8. Estabelece as instalações físicas da operação
9. Fornece meio de comunicação e intercomunicação entre os recursos disponíveis – de todas as
agencias
10. Fornece assistência de saúde a todos os recrusos – de todas as agencias
11. Fornece transporte efetivo
12. Prove VTR operacionais
13. Fornece alimentação e água
14. Almoxarifado do PC

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