UNIVERSIDADE PAULISTA
CURSO SUPERIOR DE DESIGN GRÁFICO
PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR II
EMPREENDEDORISMO
Débora Naira Souza Gabriel – RA G51108-5
Flora Malvina Bezerra Sirqueira – RA G51DHB-6
Guilherme Augusto Chagas – RA N7913F-4
Luanna Maria Silva Rocha – RA N0215B-6
Lucas Kenzo Hama Kinoshita – RA N8109C-8
Milene Fernanda Araujo Pereira – RA N92516-7
Thamires Neves da Silva Siqueira – RA G5220G-4
Ribeirão Preto
2022
UNIVERSIDADE PAULISTA
CURSO SUPERIOR DE DESIGN GRÁFICO
PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR II
EMPREENDEDORISMO
Trabalho Interdisciplinar do Projeto Integrado
Multidisciplinar, apresentado como exigência parcial
para conclusão do 2ºsemestre do Curso Superior de
Tecnologia em Design Gráfico da Universidade Paulista
UNIP, sob a Coordenação da Prof. Marina Figueiredo
Ribeirão Preto
2022
CARÔMETRO
RESUMO
O projeto se resume na criação de uma marca de roupa genderless (sem
gênero), eco-friendly (sustentável), e em slow-fashion, na qual roupas não são
classificadas por gênero e que todos que queiram comprar da marca se sintam
respeitados e acolhidos. Com roupas produzidas sob demanda com materiais
reaproveitados para incentivar e orientar a população sobre o consumo
excessivo e o descarte indevido de tecidos, utilizando do upcycling como uma
das maiores ferramentas ao nosso favor, na reutilização de peças antigas e não
mais usadas para a confecção de novos artigos de moda.
PALAVRAS-CHAVE: Genderless, Sustentável, Slow-Fashion, Upcycling,
Moda.
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO 6
2. DESCRIÇÃO DA EMPRESA 8
3. DESCRIÇÃO DO PRODUTO 9
3.1. MISSÃO 9
3.2. VISÃO 9
3.3. VALORES 10
4. PLANO DE NEGÓCIOS 11
5.1. PLANO DE AÇÃO 15
6. MANUAL DE MARCAS 16
6.1. CONCEITO 16
6.1.1. SÍMBOLO 16
6.1.2. MANEQUIM 16
6.1.3. A LETRA “T” 16
6.2. CORES E TEXTURAS 17
6.2.1. CORES INSTITUCIONAIS 17
6.2.2. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA: CORES PRINCIPAIS 17
6.2.3. TEXTURAS 18
6.3. TIPOGRAFIA 18
6.3.1. TIPOGRAFIAS ESTABELECIDAS 18
6.3.2. KRIFON 18
6.3.3. QUICKSAND 19
6.4. LOGOTIPO 20
6.4.1. VERSÕES 20
6.4.2. POSITIVO E NEGATIVO 21
6.4.2 ÁREA DE PROTEÇÃO 21
6.4.3. APLICAÇÃO SOBRE FUNDOS 22
6.4.4. USOS INCORRETOS 22
6.5. UTILIZAÇÃO DOS ARQUIVOS 22
[Link] 22
6.5.2 CMYK 22
6.6. FOTOGRAFIA 23
6.6.1 FOTOGRAFIA DE MODA 23
6.6.2. FOTOGRAFIA STILL 23
6.6.3. FOTOGRAFIA STREET 23
7. CONCLUSÃO 24
REFERÊNCIAS 25
1. INTRODUÇÃO
O modo de vestir e produzir a moda passou por várias transformações, desde
as produções artesanais a partir de materiais naturais e que obedeciam a
demanda de antes da Primeira Revolução Industrial no século XVIII, até a
produção de roupas em massa (fast-fashion) usando materiais sintéticos.
Iniciada na década de 1970 nos últimos anos, conforme uma reportagem da
CNN (2022), especula-se o início da era ultra fast-fashion, em que roupas são
feitas com o propósito de ser descartadas após poucos usos sem redução na
quantidade de recursos necessários para produzi-las ou preocupação com o
descarte adequado de peças feitas de materiais cujos resíduos podem
contaminar o meio- ambiente.
Em contrapartida ao movimento fast-fashion, há o slow fashion, um sistema de
produção que
procura valorizar cada etapa do processo de produção, desde os
insumos até a venda, e oferecer produtos com mais duráveis
confeccionados por meio de processos sustentáveis e
ecologicamente corretos. SEBRAE (2022)
Além disso, a técnica de upcycling, caracterizada pelo reaproveitamento de
materiais pré-existentes, “transformando peças que seriam descartadas em
aterros sanitários e dando um novo sentido para elas” e criada na década de
1990 (Santos, 2022) oferece uma alternativa sustentável e lucrativa para a
moda que leva em consideração os impactos ambientais da produção de cada
peça.
Dentre as mudanças na forma de vestir a moda, destaca-se o conceito de
genderless. O termo em inglês, que pode ser traduzido para “sem gênero” ou
“agênero” consiste em usar ou produzir roupas sem a ideia de que existem
peças específicas para homens e para mulheres.
Neste, não há distinções entre feminino e masculino, o foco é atribuir
a escolha do que vestir, por exemplo, à personalidade da pessoa que
escolheu determinada peça, sua autoimagem, gostos pessoais e
estilo. INSIDER STORE (2021)
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Roupas desse estilo não precisam ter um corte específico ou seguir uma
determinada paleta de cores, apenas servir ao público-alvo sem se preocupar
com o gênero de quem compra ou veste a peça.
A partir disso, surge a marca Tipo Ti, que confecciona de maneira artesanal e
reutiliza materiais já existentes a fim de produzir moda sem gênero, com o
maior respeito possível aos desejos dos clientes, e que pensa na moda do
futuro tanto quanto à condição formal das peças quanto à sustentabilidade da
produção.
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2. DESCRIÇÃO DA EMPRESA
Tipo Ti é uma marca de roupa genderless que adere aos conceitos de moda
sustentável e slow fashion. O intuito da marca é mostrar que o “lixo” também
pode ser “luxo”, trazendo peças artesanais bem-informadas às tendências, um
ateliê moderno e inclusivo onde as pessoas possam se divertir com as
diferentes peças exclusiva criadas e se surpreenderem a cada coleção, além
de estarem colaborando com o meio ambiente.
A iniciativa de juntar a ideia de moda sustentável ao conceito de roupa
genderless vem de uma ideia de inclusão e não poluente, onde a roupa não
define gênero nem sexualidade, e que tendências na moda são possíveis sem
necessariamente o uso do sistema poluente do fast fashion, onde há um
consumo excessivo e um descarte inadequado da matéria prima.
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3. DESCRIÇÃO DO PRODUTO
Produção de jaquetas, bolsas e cintos feitos com materiais reaproveitados,
como retalhos de jeans e couro, a fim de reduzir o desperdício e o descarte
inadequado desses materiais. Juntando o conceito de upcycling, moda
sustentável e slow-fashion ao conceito de moda sem gênero, uma moda
inclusiva para todos e todas que se sentem não pertencentes a algum lugar.
Utilizando do conceito de upcycling as peças são produzidas em cima de
materiais que já foram outros produtos ganhando um novo uso e um novo
conceito.
Transformando elementos que ficaram de lado devido às mudanças que o
mundo da moda passa, a criação de novos produtos com materiais antigos
reduz o descarte de peças em ótimo estado de conservação e
consequentemente reduz o desperdício.
3.1. MISSÃO
A missão como marca de roupa genderless e sustentável é abranger
diferentes gostos por moda e acolher a todos, para que se sintam
pertencentes a algum ambiente e à sociedade, sem julgamento e com maior
respeito da individualidade de cada. Por meio de uma produção sustentável
de diferentes peças de roupas e acessórios.
3.2. VISÃO
A visão como marca é ser reconhecida no mercado da moda como uma
marca slow-fashion, sustentável e genderless, valorizando a individualidade
dos clientes, respeitando suas diferenças e abraçando a todos, sem olhar
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sua identidade de gênero, sua cor, sexualidade. O objetivo é fazer parte
dessa luta por todos.
3.3. VALORES
● Respeito
O respeito é o pilar principal para a construção da marca.
● Diversidade
Incluir todos que queiram pertencer à um ambiente acolhedor.
● Sustentabilidade
Ser uma marca sustentável, com peças reaproveitadas e com atenção máxima
para o descarte adequado dos materiais.
● Transparência
Abertura e transparência máxima para que a experiência do consumidor seja
mais consciente para ambos os lados.
● Qualidade
Com peças feitas especialmente para cada cliente, com qualidade e cuidado
excepcional para que cada peça produzida faça parte da sua história.
● Modernidade
Peças modernas produzidas seguindo grandes tendências sem produção
exagerada de lixo.
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4. PLANO DE NEGÓCIOS
● Público-alvo
Pessoas aproximadamente da faixa etária de 20 a 40 anos, classe média à alta
que compactuam com o estilo de vida de moda sustentável e não consumista.
● Anseios
Se concretizar como marca genderless e ser referência no mercado da moda
sustentável.
● Operacional
Em exposição na loja virtual estarão disponíveis os produtos de acordo com a
preferência do cliente, após a escolha, iniciam-se a parte da confecção onde os
processos de modelagem e costura são efetuados para assim a peça ser
enviada para o destinatário.
● Recursos Necessários
· Ateliê
· Maquinário
· Fornecedores de tecidos
· Materiais de costura
· Embalagens
· Etiquetas
· Cabides
· Araras
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● Investimento
Local, maquinário e materiais iniciais como cabides, caixas, araras, materiais
de costura.
● Despesas mensais
· Salário dos funcionários + vale alimentação e transporte
· Internet
· Aluguel, energia, água
· Manutenção do maquinário e outros materiais de trabalho
· Contas governamentais
● Capital de giro
Cerca de 8 mil reais para dar início a produção, com margem de erro para o
caso de imprevistos. O lucro presumido é de 12 mil reais por mês, sendo 2 mil
reais para o capital de giro.
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5. ANÁLISE SWOT
Quadro 1 - Matriz de Swot
MATRIZ DE SWOT
Tipo Ti
FORTALEZA FRAQUEZA
ANÁLISE INTERNA
• Marketing • RH
• Produção e Operação • Finanças
• Tecnologia da Informação
OPORTUNIDADES AMEAÇAS
ANÁLISE EXTERNA
• Sustentabilidade • Fast Fashion
• Moda sem gênero • Público-alvo
• Tecnologia da Informação
fonte: De autoria própria
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Forças
Marketing: ferramenta essencial para divulgação da marca, produto e a
construção de um relacionamento com o cliente para que ele obtenha detalhes
sobre o produto e a causa da empresa.
Produção e Operação: por ser uma empresa artesanal isso possibilita total
disponibilidade ao cliente na personalização da peça.
Tecnologia da informação: a influência da moda sustentável e inclusiva para a
sociedade de forma consciente.
Fraquezas
RH: não há a necessidade de mão de obra qualificada pois, o serviço pode ser
ensinado e mentoreado de maneira interna na empresa.
Finanças: por ser o início de uma empresa e não existirem resultados
concretos sobre o fluxo de comércio do produto não há necessidade de
estender a administração dos lucros e gastos.
Oportunidades
Sustentabilidade: com a problemática de degradação do meio ambiente no
mundo devido ao descarte inadequado de produtos, a marca traz um conceito
de renovação dos materiais para a moda.
Moda sem gênero: com a atualidade muitos conceitos conservadores foram
abandonados, há um acompanhamento do movimento de inclusão e oferece
uma alternativa para todos.
Slow Fashion: por se tratar de uma marca de slow fashion é um diferencial e
uma novidade em marcas independentes no Brasil.
Ameaças
Fast Fashion: competir com uma marca de fast fashion, a velocidade e o preço
é um desafio para manter a marca funcionando.
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Público-alvo: por conta do preço elevado devido à mão de obra manual e ideias
conservadoras o público-alvo é reduzido.
5.1. PLANO DE AÇÃO
● Ter foco nas redes sociais, criando diversos vídeos e postagens
mostrando a produção das peças, exibindo como elas são únicas. Com
a equipe dando dicas de moda sustentável através das mídias sociais:
TikTok, Instagram.
● Garantir para o público que os produtos têm qualidade e apresentando
seus detalhes feito à mão, mostrando a atenção que as peças recebem
e como dar valor em algo tão bem cuidado.
● Competir com a fast fashion e fazer uma coleção exclusiva e limitada
(uma forma de luxo)
● Trazer informação ao público sobre pautas defendidas pela empresa,
como a sustentabilidade na moda e o apoio nas lutas da comunidade
LGBTQIA+.
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6. MANUAL DE MARCAS
6.1. CONCEITO
6.1.1. SÍMBOLO
O símbolo da TipoTi foi construído com base em 2 elementos: o manequim e a
letra T.
6.1.2. MANEQUIM
O manequim realiza todas as funções do modelo, mas, além disso, é aquele
que está também nas passarelas
6.1.3. A LETRA “T”
Uma característica um pouco mais subjetiva é a presença da letra “T”, de
TipoTi.
O “T” entrará em conjunto com os braços do manequim. Ele pode não ser lido
como tal, mas certamente irá ajudar a reforçar o símbolo no subconsciente das
pessoas por se tratar de uma forma familiar.
Imagem 1.
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6.2. CORES E TEXTURAS
6.2.1. CORES INSTITUCIONAIS
Determinamos o verde como cor predominante da marca, bem como outras 4
cores secundárias. Cada cor possui outras 5 variações que irão permitir mais
flexibilidade nas aplicações do e-commerce.
6.2.2. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA: CORES PRINCIPAIS
Garantir a fidelidade das cores ajuda a manter a consistência da marca. O
padrão CMYK e Pantone deve ser usado em materiais impressos. Já RGB e
Hexadecimal em peças com propósito de serem exibidas em algum tipo de tela
eletrônica, como websites e vídeos.
Imagem 2.
Verde: associado a natureza e um ambiente calmo e de esperança.
Azul: escolhido por causa do jeans e por trazer uma harmonia.
Amarelo: traz vivacidade e criatividade.
Rosa: delicadeza e suavidade.
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6.2.3. TEXTURAS
Outro recurso que pode ser utilizado além do preenchimento sólido são
texturas. Aqui estabelecemos 3:
Jeans
Retrô grunge
Holográfico
6.3. TIPOGRAFIA
6.3.1. TIPOGRAFIAS ESTABELECIDAS
A tipografia é a voz da marca. Manter um padrão ajuda a reforçar a pregnância
da marca na memória do público. Estabelecemos 2 fontes para a marca. A
ideia é tornar a comunicação dinâmica e diversificada, abrindo um grande
leque de possibilidades e combinações.
A fonte para títulos escolhida é a Krifon, para criar possibilidades para títulos /
campanhas. Ela está disponível no Befonts Fonts. Já para textos, a fonte
escolhida foi a Quicksand e está disponível no Google Fonts.
6.3.2. KRIFON
A fonte Krifon Serif é uma serifa moderna com várias alternativas e ligaduras,
uma mistura atualizada de estilo boêmio e retrô, ajuda a criar logotipos,
citações, postagens e postagens em blogs impressionantes. Projetos de
branding, imagens de revistas, etiquetas e muito mais.
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Imagem 3.
6.3.3. QUICKSAND
Quicksand é uma família de tipo sem serifa de três pesos mais oblíquos
correspondentes e uma versão com traço para exibição e cabeçalhos.
Influenciadas pelos rostos sem serifa de estilo geométrico que eram populares
durante os anos 1920 e 30, as fontes são baseadas em formas geométricas
que foram corrigidas opticamente para melhor legibilidade.
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Imagem 4.
6.4. LOGOTIPO
6.4.1. VERSÕES
Para proporcionar mais flexibilidade nas aplicações, o logotipo da TipoTi possui
2 versões: Horizontal 01, Horizontal 02.
Imagem 5.
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6.4.2. POSITIVO E NEGATIVO
É importante manter as cores institucionais da marca, mas caso ocorram
limitações que impeçam as cores de serem reproduzidas, o logotipo pode ser
aplicado em positivo ou negativo.
Imagem 6.
6.4.2 ÁREA DE PROTEÇÃO
Para evitar interferência de outros elementos gráficos e preservar a integridade
e legibilidade da marca deve ser resguardado um espaço ao seu redor. A esse
espaço atribuímos o nome de “área de proteção”.
Para determinar a área de proteção da marca usaremos o pingo da letra “i” 5
vezes como medida, que determina o tamanho do espaço que
deve ser reservado ao logo. Independente da aplicação, é importante que nada
interfere nesse espaço.
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6.4.3. APLICAÇÃO SOBRE FUNDOS
A marca pode ser colocada sobre fundo branco ou sobre as cores
institucionais, representadas em “Cores”.
É importante nunca aplicar a marca sobre fundos com contraste insuficiente
para a legibilidade.
6.4.4. USOS INCORRETOS
A fim de manter a identidade da marca, o logotipo nunca deverá ser alterado,
seja nas suas cores, diagramação ou proporções. Verifique os usos incorretos
da marca e compare com a versão correta.
6.5. UTILIZAÇÃO DOS ARQUIVOS
[Link]
Devem ser usados quando o objetivo é a leitura em telas de dispositivos
eletrônicos, como sites, redes sociais, vídeos etc.
6.5.2 CMYK
Devem ser usados quando o objetivo final é impressão.
Negativo / Positivo
Para usos específicos. Utilize apenas quando seu fornecedor pedir.
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6.6. FOTOGRAFIA
6.6.1 FOTOGRAFIA DE MODA
Mais conhecida como Editorial de Moda, a fotografia de moda consiste em
ensaios fotográficos que têm o intuito de divulgar uma coleção nova de roupas
ou uma marca de moda específica. O ensaio busca demonstrar uma linguagem
ou um conceito que carrega as tendências de moda do mercado, sendo a
fotografia de moda uma ferramenta publicitária muito poderosa.
6.6.2. FOTOGRAFIA STILL
Assim, a fotografia Still refere-se à fotografia de objetos parados, sem
movimento. Este tipo de fotografia é bastante utilizado para a comercialização
e o seu papel é demonstrar determinado produto, sendo muito conhecida
como a “fotografia de produto”. Nela, não há elemento humano.
6.6.3. FOTOGRAFIA STREET
Fotografia de rua é aquela que mostra a cultura local, eventos, arquitetura e/ou
retrata pessoas em cenas do seu dia a dia. Geralmente são imagens intrigantes
que contam uma história e têm o potencial de marcar uma época.
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7. CONCLUSÃO
Com o presente trabalho, pode-se concluir que para a execução de uma
empresa existem diversos passos a serem seguidos antes mesmo de a abrir
oficialmente ao público.
Para se inaugurar um empreendimento é necessário ter em mente quais serão
seus objetivos e em quais valores seu negócio será baseado. A Tipo Ti foi
estruturada a partir de inclusão e diversidade, com o intuito de levar uma moda
genderless e sustentável para um país que pouco conhece sobre esse termo.
Além disso, é uma empresa que já tem seus principais pontos definidos, como
plano de negócios, branding e análise swot, fazendo, assim, com que seja uma
empresa com grande potencial para o sucesso.
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REFERÊNCIAS
Fernandes, Alessandre. Moda e sustentabilidade caminham juntas? Conheça o
slow fashion. Vida Simples, 2022. Disponível em
<[Link]
conheca-o-slow-fashion/>. Acesso em 20 de nov. de 2022.
Genderless: entenda o que é a moda sem gênero. Insider Store, 2021.
Disponível em <[Link]
moda-sem-genero/>. Acesso em 20 de nov. de 2022.
Oliveira, Ingrid. Roupas descartáveis: novo padrão de consumo na era do “ultra
fast fashion”. CNN Brasil, [S.I.] 2022. Disponível em
<[Link]
consumo-na-era-do-ultra-fast-fashion/>. Acesso em 20 de nov. de 2022.
Santos, Aline. O QUE É UPCYCLING NA MODA E QUAIS MARCAS SE
DESTACAM NESSE MEIO. Steal The Look, 2021. Disponível em
<[Link]
destacam-nesse-meio/>. Acesso em 20 de nov. de 2022.
Slow fashion: o que é e quais as suas vantagens? SEBRAE, 2022, Disponível
em <[Link]
e-e-quais-as-suas-
vantagens,5858675f1ef6f710VgnVCM100000d701210aRCRD>. Acesso em 20
de nov. de 2022.
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