Contabilidade
Contabilidade
UFCD
Curso:
MANUAL
Administrativo
346035 - Técnico/a de
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Associação de Utilidade Pública ۰Cons. Reg. Com. Oeiras sob nº 23۰ Pessoa Colectiva nº PT 500 140 022
As "Partidas de Diário " assemelhavam-se ao processo moderno: o
registo iniciava-se com a data e o nome da conta, seguindo-se
quantitativos unitários e totais, transporte, se ocorresse, sempre em
ordem cronológica de entradas e saídas. Pode-se citar, entre outras
contas: "Conta de Pagamento de Escravos", "Conta de Vendas
Diárias", "Conta Sintética Mensal dos Tributos Diversos", etc.
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gestão e uma escolha de decisão capaz de corrigir e melhorar
aspectos da actividade exercida.
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Os Principais Elementos da Escrituração Comercial são:
Os Livros Os Documentos
Os registos
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Diário Selado -regista cronologicamente as operações que
modificam o património da empresa, quer qualitativa quer
quantitativamente.
Razão Selado (outrora, chamado Livro Maior) -regista o
movimento da empresa, por contas.
Inventário e Balanços -regista, no início da actividade, todos
os valores activos e passivos da empresa, bem como os
balanços da mesma, a que por lei for obrigada.
Livro de Actas (obrigatório para as sociedades) -nele se
registam as actas de todas as reuniões de sócios.
• Diário;
• Razão;
• Actas;
• Registo de valores mobiliários para as sociedades anónimas e as
sociedades em comandita por acções.
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da área da sede da entidade em questão. Os livros de Inventário e
Balanços, o Diário e o Livro de Actas da Assembleia Geral terão ainda
que ser presentes na Conservatória do Registo Comercial da área da
sede.
b) Para Retalhistas:
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• Modelo 10 - Livro de registo de compras, vendas e serviços
prestados;
• Modelo 11 - Livro de registo de despesas gerais e operações ligadas
a bens de investimento.
• Livro de registo de existências.
Contabilidade
Contabilidade Analítica
Contabilidade Geral
Ocupa-se da determinação dos custos
Ocupa-se Principalmente do Registo das Operações
dos produtos, dos serviços de forma a permitir
Com terceiros, das modificações do património e do
a sua avaliaçãono final dos períodos
Apuramento dos resultados.
contabilísticos.
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Registo
Avaliação
A Normalização Contabilística
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terminologia, conceitos, regras de movimentação das contas e peças
contabilísticas.
A normalização contabilística permite:
Fornecer informações mais uniformes e precisas;
Maior confiança nos dados contabilísticos por parte do fisco,
entidades bancárias e outras;
A elaboração de estatísticas com menor erro;
A interpretação dos dados contabilísticos por qualquer técnico
de contabilidade;
A uniformização do ensino da contabilidade.
2. Noção de Património
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Podemos designar por Património o conjunto de valores sujeitos a
uma gestão e afectos a determinado fim. O património de um
comerciante é, portanto, o conjunto de valores utilizados por esse
comerciante na sua vida comercial.
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7. IRS a pagar
8. IVA a pagar
9. Contribuições para a Segurança Social a
pagar
10. Latas de óleo em armazém
11. Pneus em armazém
12. Computador do escritório
13. Secretária
14. Cadeiras do escritório
15. Macaco Hidráulico
16. Garagem pertencente ao sr. José
17. Depósito no Banco Popular
18. Divida ao Banco Popular por empréstimo
19. Dívida ao cliente Produtos da Horta
20. Nosso aceite nº1, saque da Soc. de Pneus
21. Nosso saque, aceite do cliente David
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Bens e Obrigações
Direitos
PROPOSTA DE TRABALHO
I. Suponha que o Sr. Manuel Pinga Pinga pretende determinar o valor do seu
património comercial.
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Assim, ele atribui os seguintes valores aos elementos patrimoniais:
TOTAL
TOTAL
O seguinte elemento representa uma Obrigação
TOTAL
Bens são
Direitos
Obrigações
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III. Ajude o Sr. Manuel no cálculo do valor do seu património e
complete:
IV. Complete o seguinte quadro colocando um sinal (+) sempre que os elementos
patrimoniais valorizem positivamente o património ou um sinal de (-) sempre que
valorizem negativamente:
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3. As Contas do POC
QUADRO DE CONTAS
1. Disponibilidades
2. Terceiros
3. Existências
Contas do Balanço
4. Imobilizações
5. Capital, reservas e resultados
transitados
6. Custos e perdas
Contas de resultados 7. Proveitos e ganhos
8. Resultados
Outras contas 9. Contabilidade de custos
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10. Livre
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O conjunto dos bens comercializáveis, pertencentes a uma
empresa – Mercadorias.
O conjunto das dívidas a pagar a terceiros, provocadas pelo
fornecimento de bens comercializáveis – Fornecedores.
O conjunto dos lucros de anos anteriores retidos nas empresas,
provenientes de aplicações de resultados – Reservas.
Contas do Activo
Título da Conta Característica Agrupadora
Inclui as notas de banco e moedas, cheques, vales postais
11-Caixa
(nacionais e internacionais)
Quantias depositadas nas instituições de crédito sob a
12-Depósitos à Ordem condição de serem levantadas em qualquer momento, sem
restrições de qualquer espécie.
Engloba as dívidas a receber pela empresa resultantes da
211-Clientes C/C
venda de bens e/ou serviços inerentes à sua actividade.
212-Clientes-títulos a Inclui as letras sacadas sobre clientes.
receber
26-Outros Devedores e Respeita a dívidas de terceiros que não estejam abrangidos
Credores pelas contas anteriores.
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Respeita aos bens adquiridos pela empresa com destino à
32-Mercadorias venda, desde que não sejam objecto de trabalho posterior
de natureza industrial.
Engloba um conjunto vasto de elementos que se destinam a
36-Matérias-Primas,
ser incorporados nos produtos finais, directa ou
Subs. e de consumo
indirectamente.
Inclui as participações de capital e outros títulos adquiridos
41-Investimentos pela empresa quer para rendimento, quer para controlo de
Financeiros outras empresas. Inclui também os empréstimos de
financiamento.
Integra os elementos patrimoniais tangíveis, móveis ou
imóveis que a empresa utiliza na sua actividade sem o
objectivo de serem vendidos ou transformados, com
carácter de permanência superior a um ano.
42-Imobilizações São eles: os terrenos para construção, as propriedades
Corpóreas rústicas, os edifícios administrativos, fabris e de habitação,
as máquinas, os instrumentos, as ferramentas e os
utensílios dos sectores produtivos, o material de carga e
transporte, e os diversos móveis (mesas, cadeiras,
máquinas de escritório, etc.)
Inclui os elementos patrimoniais sem existência física
(intangíveis) tais como: trespasses, patentes, marcas,
43-Imobilizações
alvarás, licenças, concessões, gastos de constituição e
Incorpóreas
organização da empresa, de aumentos de capital, estudos e
projectos.
Contas do Passivo
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ou financiamentos. São aqui registadas as
dívidas resultantes de impostos.
Engloba as dívidas para com terceiros que
26-Outros Devedores
não estejam contempladas nas contas
e Credores
precedentes.
-Saldo inicial -
- Pagament
Contas de Proveitos e
Recebiment os
Ganhos
os
Movimentação Contabilística
CAIXA
DEPÓSITOS À ORDEM
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-Saldo inicial -Cheques
-Depósitos emitidos
efectuados -
-Cobranças Transferência
(títulos e s para
cheques) terceiros
-Transferências -
de terceiros Transferência
-Juros vencidos s para outras
pelos depósitos contas de
depósitos
CLIENTES
-Facturas -Pagamentos
emitidas de clientes
-Notas de -Saques de
dédito letras ou
-Anulação de outros títulos
letras de crédito
-Notas de
Crédito
-Devolução de
vendas
-Dívidas de
cobrança
duvidosa
Anulação de
-Pagamentos
adiantamento -Saldo inicial
s- Notas de -Facturas de
Crédito de fornecedores
Fornecedores -Notas de
-Devoluções de débito de
compras fornecedores
-Aceite de -Anulação de
letras e outros letras e outros
títulos títulos
-Anulação de
1
adiantamentos
1
-
o
do
juros
vencidos
-Valor dos
empréstim
Reembolso
o
o do
Contracçã
empréstim
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- -Dívidas ao
Pagamento Estado,
das dívidas Autarquias e
- Segurança
Pagamento social
s por conta
- -
Pagament atribuiçã
o dos o dos
lucros lucros
- -Compra de bens
OUTROS Pagamentos e serviços (a
DEVEDORES - crédito) p/
Pagamentos imobilizado
de -Remunerações
remuneraçõ líquidas a pagar
es ao pessoal,
ACRÉSCIMOS
-Anulação quando do
-proveitos a -recebimento de
da entrega processamento
receber no proveitos
adiantada -Adiantamentos
exercício -custos com
de Clientes
seguinte despesas
-pagamento da diferidas
despesa -Remunerações E DIFERIMENTOS
-Pagamento das a pagar (Férias)
férias
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Provisões para cobrança duvidosa (representam meios
contabilísticos com vista a cobrir eventuais prejuízos de
montante incerto, resultantes de falta de recebimento de
dívidas)
- -
Redução Constituiçã
do seu o e reforço
montant
e
-Anulação e -Constituição e
reposição reforço (no fim do
(quando a exercício face aos
provisão encargos previstos
existente exceda decorrentes de
os encargos que situações
se prevêm pendentes)
suportar)
Existências
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Matérias primas – são bens que não se destinam a venda mas a
serem incorporados em novos produtos;
Matérias subsidiárias – são bens que, nem sempre incorporados
num determinado produto, concorrem directa ou
indirectamente para a sua produção
Produtos em curso
Subprodutos e resíduos
Produtos acabados
Mercadorias
(Entradas em (Saídas de
armazém) armazém)
Compras Custo das
Custo das vendas de
devoluções de mercadorias
vendas Devoluções
de compras
Aquisição Amortizaçã
Anulação o
de
amortizaçã
o
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Reduçõe Capital
s de nominal
capital subscrito
Aumento
s de
capital
Amortizaçõe Anulação
s do (estorno
imobilizado )
Provisõe Anulação
s p/ (estorno
cobranç )
a
duvidos
a
Prov p/
riscos e
encargo
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s
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4. Diário
• Caixa
Entradas e saídas em numerário
• Bancos
Cheques emitidos, depósitos efectuados, custos bancários,
débitos e créditos de letras e livranças, juros devedores, juros
credores
• Clientes
Facturas, Notas de débito e de crédito (Vendas ou prestação
de serviços)
• Fornecedores
Facturas, Notas de débito e de crédito (compras de produtos
ou serviços)
• Operações diversas
Restantes movimentos
Exemplo:
DIÁRIO GERAL
Empresa: Comercial
[Link] Ltda. Mês: Janeiro/2008 Pág. 002
Conta Conta
Dia Histórico Valor
debitada creditada
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Venda a p.p. da mercadoria
05 380,00
NF 65
Pagamento ao Assistente
07 130,00
de Contabilidade 12/2007
Pagamento de salários
07 1.230,00
referentes as 12/2007
Pagamento da Segurança
31 108,29
Social 12/2007
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utilizadas no Livro Diário, vindo a facilitar, com isso, o exame das
mesmas, daí a sua importância já citada acima.
Venda a p.p. da
05/01 mercadoria com a 380,00 380,00 C
referencia NF 65
Venda a p.p. da
08/01 mercadoria com a 1.700,00 2.080,00 C
referencia NF 66
Venda a p.p. da
09/01 mercadoria com a 735,00 2.815,00 C
referencia NF 67
Venda a p.p. da
14/01 mercadoria com a 357,00 3.172,00 C
referencia NF 68
Venda a p.p. da
11.061,00
21/01 mercadoria com a 7.889,00
C
referencia NF 69
Venda a p.p. da
11.340,00
24/01 mercadoria com a 279,00
C
referencia NF 70
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Os lançamentos no Livro Diário trazem todas as Contas
identificadas apenas por códigos. Para isso é necessária a elaboração
de um Plano de Contas.
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PROPOSTA DE TRABALHO
Nesse dia ele tinha 10.000,00€ em dinheiro, que era o seu único
capital, que passou a ser o capital da empresa por ele criada “Calça e
Meia, Lda”.
DIÁRIO GERAL
Empresa: Calça e Meia, Lda.
MÊS:MARÇO/2007 Pág. 01
Conta Conta DIA HISTÓRICO VALOR
Débito Crédito
Caixa Capital 01 Capital 10.000,00€
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Com isso este primeiro lançamento no Razão ficaria assim:
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Efetuou, também, uma pequena compra no supermercado, sendo
géneros alimentícios no valor de 120,00€ e materiais de limpeza e
higiene no valor de 60,00€, pois ele mesmo cuidaria de preparar a
limpeza da loja e dos preparativos para a festa de abertura.
DIÁRIO GERAL
Empresa: Calça e Meia, Lda. MÊS:
MARÇO Pág. 002
Conta Débito Conta DIA HISTÓRICO VALOR
Crédito
...
.
.
.
Como ficaria, então, esses lançamentos no nosso
RAZÃO?
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Associação de Utilidade Pública ۰Cons. Reg. Com. Oeiras sob nº 23۰ Pessoa Colectiva nº PT 500 140 022
Empresa: Calça e Meia, Lda. Mar a
Dez/2007
RAZÃO ANALÍTICO Pág. 01
CONTA: Géneros Alimentícios
Data Histórico Débito Crédito Saldo
.
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António entendendo que era muito dinheiro para ficar na carteira (em
caixa) resolveu ir até o Banco e abriu uma conta corrente
depositando 5250€. Vamos, então, fazer o lançamento contabilistico
deste depósito no Livro Diário:
DIÁRIO GERAL
Empresa: Calça e Meia, Lda. MÊS:
MARÇO/2007 Pág. 002
Conta Conta DIA HISTÓRICO VALOR
Débito Crédito
...
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Associação de Utilidade Pública ۰Cons. Reg. Com. Oeiras sob nº 23۰ Pessoa Colectiva nº PT 500 140 022
01/03
02/03
BALANCETE
Nº CONTAS MOVIMENTO SALDO
de DÉBITO CR DEVEDOR CRE
Orde ÉDITO DOR
m
01 Caixa
02 Banco
c/corrent
e
03 Vestuári
o
04 Géneros
alimentíc
ios
05 Materiais
de
limpeza
06 Capital
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TOTAL
BALANCETE
Nº CONTAS MOVIMENTO SALDO
de DÉBITO CRÉ DEVEDOR CRE
Orde DITO DOR
m
CONTAS ACTIVO PASSIVO
PATRIMONI
AIS
01 Caixa 10.000,00 9930,00 70,00
02 Banco 5250,00 5250,00
c/corrente
03 Capital 0,00 10.000,00 10.000,00
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CONTAS DESPESAS RECEITAS
DE
RESULTAD
OS
01 Despesas 4500,00 4500,00
c/
mercadoria
s
02 Despesas 120,00 120,00
c/alimentos
03 Despesas 60,00 60,00
c/mat
limpeza
Descritivo:
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- Em 30 de Março pagou à empregada de limpeza, referente
aos serviços de limpeza executados neste mesmo dia com o
cheque nº 002 no valor de 40,00€.
DIÁRIO GERAL
Empresa: Calça e Meia, Lda. MÊS: MARÇO
Pág. 002
Conta Débito Conta Crédito DIA HISTÓRICO VALOR
15
16
17
17
18
30
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Associação de Utilidade Pública ۰Cons. Reg. Com. Oeiras sob nº 23۰ Pessoa Colectiva nº PT 500 140 022
CONTA: Despesas com Serviços de Limpeza
Data Histórico Débito Crédito Saldo
15/03
30/03
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Associação de Utilidade Pública ۰Cons. Reg. Com. Oeiras sob nº 23۰ Pessoa Colectiva nº PT 500 140 022
.
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Associação de Utilidade Pública ۰Cons. Reg. Com. Oeiras sob nº 23۰ Pessoa Colectiva nº PT 500 140 022
Data Histórico Débito Crédito Saldo
02/03
15/03
30/03
Empresa: Calça e Meia, Lda. Mar a
Dez/2007
RAZÃO ANALÍTICO Pág. 01
CONTA: Computador a pagar
Data Histórico Débito Crédito Saldo
18/03
O Antônio tem de pagar a renda da loja, no valor de 600,00€ ao dia 5
de cada mês.
O rendimento obtido da venda de roupa foi de 2500€
DIÁRIO GERAL
Empresa: Calça e Meia, Lda. MÊS:
MARÇO/2007 Pág. 002
Conta Conta DIA HISTÓRICO VALOR
Débito Crédito
31
31
31
31
31
1
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5.
O Processo Contabilístico
Associação de Utilidade Pública ۰Cons. Reg. Com. Oeiras sob nº 23۰ Pessoa Colectiva nº PT 500 140 022
Associação de Utilidade Pública ۰Cons. Reg. Com. Oeiras sob nº 23۰ Pessoa Colectiva nº PT 500 140 022
A actividade corrente desenvolvida pelas empresas origina factos
patrimoniais que produzem constantes alterações na estrutura das
contas.
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Balanço após a 1ªoperação
Imobilizações Capital
corpóreas
Mercadorias Reservas
Clientes
Fornecedores
Depósitos a Ordem
Caixa
Operação 2:
Pagamento de 50€ a um fornecedor, com cheque
Imobilizações Capital
corpóreas
Mercadorias Reservas
Clientes
Fornecedores
Depósitos a Ordem
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Caixa
Operação 3:
Venda a prazo metade das mercadorias por 650€
Imobilizações Capital
corpóreas
Mercadorias Reservas
Fornecedores
Depósitos a Ordem
Caixa
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Associação de Utilidade Pública ۰Cons. Reg. Com. Oeiras sob nº 23۰ Pessoa Colectiva nº PT 500 140 022
se então que estas duas operações originam factos
patrimoniais permutativos.
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Associação de Utilidade Pública ۰Cons. Reg. Com. Oeiras sob nº 23۰ Pessoa Colectiva nº PT 500 140 022
1) Operação: recebeu 40€ de um cliente
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Clientes E.O.E.P
Outros devedores Outros credores
Depósitos a ordem
Caixa
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Balanço após a 6ª operação
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Passivo
6. Demonstração de Resultados
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classificados por natureza. Esta estrutura é muito próxima da do anterior POC. O
modelo adoptado privilegia uma classificação que permite comparabilidade dos
resultados, no tempo e no espaço:
Operacionais
Correntes
Resultados Financeiros
Extraordinários
Anexo
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Associação de Utilidade Pública ۰Cons. Reg. Com. Oeiras sob nº 23۰ Pessoa Colectiva nº PT 500 140 022
Se bem que se possa considerar extenso o número de notas a
divulgar, é de notar que para a grande maioria das empresas o seu
número será reduzido, por não aplicação. Convirá, contudo, para
efeitos de normalização e de referenciação da situação ou facto a
divulgar, que não se deixe de respeitar o seu número de ordem. Por
vezes será também útil dar a conhecer a ligação entre os elementos
das demonstrações financeiras e as notas anexas que os
complementam. A qualidade da informação financeira das empresas
está muito dependente do conteúdo divulgado nestas notas.
5.3.1. Objectivos
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Associação de Utilidade Pública ۰Cons. Reg. Com. Oeiras sob nº 23۰ Pessoa Colectiva nº PT 500 140 022
resultados pelo exercício da gerência e a responsabilidade pelos
recursos que lhe foram confiados.
Investidores;
Financiadores;
Trabalhadores;
Administração Pública;
Público em geral.
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Associação de Utilidade Pública ۰Cons. Reg. Com. Oeiras sob nº 23۰ Pessoa Colectiva nº PT 500 140 022
Relevância; Fiabilidade; Comparabilidade.
Relevância
Fiabilidade
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Associação de Utilidade Pública ۰Cons. Reg. Com. Oeiras sob nº 23۰ Pessoa Colectiva nº PT 500 140 022
represente, podendo, por conseguinte, dela depender os utentes.
Para que a informação mostre apropriadamente as operações e
outros acontecimentos que tenha por finalidade representar, é
necessário que tais operações e acontecimentos sejam apresentados
de acordo com a sua substância e realidade económica e não
meramente com a sua forma legal, e para que seja fiável deve
também e sobretudo ser neutra, ou seja, estar ausente de
preconceitos. Deve ser obtida conjugação perfeita da relevância com
a fiabilidade, a fim de que o uso da informação seja maximizado.
Comparabilidade
1
Associação de Utilidade Pública ۰Cons. Reg. Com. Oeiras sob nº 23۰ Pessoa Colectiva nº PT 500 140 022
A informação económica e financeira interessa não só aos
proprietários (sócios e accionistas) e aos gestores (administradores e
directores) mas também a um conjunto diferenciado de entidades
que directa e indirectamente se relacionam com a empresa, tais
como:
Bancos e financiadores
Fornecedores
Clientes
Trabalhadores
Estado
A todas estas entidades interessa conhecer a situação económica e
financeira actual e perspectivar a sua evolução futura.
5.4. Resumo das Contas de Resultados
Em conformidade com o POC, as contas de resultados são distribuídas
por três classes (classe 6 a 8).
CONTAS DE RESULTADOS
7 – Proveitos e
6 – Custos e Perdas 8 – Resultados
Ganhos
61 – Custo das
81 – Resultados
mercadorias vendidas e 71 – Vendas
operacionais
das matérias consumidas.
62 – Fornecimento e 72 – Prestações de 82 - Resultados
serviços externos. serviços financeiros
73 – Proveitos 83 – (Resultados
63 – Impostos.
suplementares correntes)
64 – Custos com o 74 – Subsídios à 84 – Resultados
pessoal. exploração extraordinários
65 – Outros custos e 75 – Trabalhos para a 85 – (Resultados antes de
perdas operacionais. própria empresa imposto)
66 – Amortizações do 76 – Outros proveitos e 86 – Imposto sobre o
exercício. ganhos operacionais rendimento do exercício
67 – Provisões do
exercício.
1
Associação de Utilidade Pública ۰Cons. Reg. Com. Oeiras sob nº 23۰ Pessoa Colectiva nº PT 500 140 022
68 - Custos e perdas 78 – Proveitos e ganhos 88 – Resultado Liquido do
financeiras. financeiros exercício
69 – Custos e perdas 79 – Proveitos e ganhos 89 – Dividendos
extraordinárias. extraordinários antecipados