MUSICALIZAÇÃO
ALUNO: ________________________________
THAYANE DE OLIVEIRA FERREIRA FURTADO
2017
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SUMÁRIO.........................................................................................................................2
A ESCALA MAIOR .................................. .........................................................................3
ESCALAS MAIORES COM SUSTENIDOS......................................................4
ARMADURAS DE CLAVE DAS ESCALAS COM SUSTENIDOS.............8
IDENTIFICANDO A ARMADURA ATRAVÉS DA TONALIDADE.........13
ESCALAS MAIORES COM BEMÓIS............................................................19
ARMADURAS DE CLAVE DAS ESCALAS COM BEMÓIS...................23
IDENTIFICANDO A ARMADURA ATRAVÉS DA TONALIDADE.........27
O CÍRCULO DAS QUINTAS ......................................................................33
SOLFEJO (EXPLORANDO NOVAS TONALIDADES).................................... 36
LEITURA RÍTMICA (AVANÇANDO UM POUCO MAIS NOS COMPASSOS SIMPLES) ...............40
CÉLULAS RÍTMICAS DERIVADAS DA COMBINAÇÃO ENTRE COLCHEIA E
SEMICOLCHEIA.........................................................................................................42
LEITURA RÍTMICA A DUAS VOZES ALTERNADAS.................................................48
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS……............................................................................52
3
A ESCALA MAIOR
Vimos, anteriormente, que a escala diatônica se refere a uma sequência de sete notas
diferentes consecutivas – sendo a oitava nota a repetição da tônica, uma oitava acima –
guardando entre si, geralmente, a distância de um tom ou de um semitom. Se tomarmos como
tônica cada uma das sete notas naturais e construirmos, a partir de cada uma delas, uma escala
utilizando apenas notas naturais, chegaremos a sete sequências diferentes de tom e semitom,
as quais chamamos de modo. Modo, portanto, é a forma como são distribuídos os tons e os
semitons dentro de uma escala.
Dentro do Sistema Tonal são utilizados apenas dois dos sete modos: o modo maior e
o modo menor. Neste momento, abordaremos somente o modo maior, que é caracterizado
pela presença de semitons entre o terceiro e o quarto e entre o sétimo e oitavo graus da escala,
sendo a distância entre os demais graus equivalente a um tom. O exemplo abaixo representa a
escala de Dó maior. Para dar nome a uma escala, consideramos dois fatores: a tônica e o
modo. Portanto, a escala de Dó maior se refere a uma escala que tem como tônica a nota Dó e
se encontra no modo maior.
Ocorre que esta sequência de tons e semitons característica do modo maior é formada
naturalmente apenas a partir da tônica Dó. Por isso a utilizamos como modelo. No entanto, a
escala maior pode ter qualquer nota (natural ou alterada) como tônica, contanto que os
semitons se situem apenas entre o terceiro e o quarto e entre o sétimo e o oitavo graus da
escala. Para que isso seja possível, algumas alterações serão necessárias. Observe como isto
acontece, primeiramente, nas escalas maiores com sustenidos.
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ESCALAS MAIORES COM SUSTENIDOS
Para a construção da primeira escala maior com sustenidos, tomaremos como tônica o
quinto grau da escala de Dó maior, que é Sol. Utilizando apenas notas naturais, sabemos que
esta escala não pertence ao modo maior, uma vez que esta não segue a sequência de tons e
semitons que caracteriza o modo:
Para que isso aconteça, acrescentamos um sustenido, elevando a nota Fá em um semitom:
De semelhante modo, todas as escalas maiores com sustenidos são formadas a partir do quinto
grau da escala anterior, sendo acrescentado um novo sustenido aos acidentes da escala
precedente. Sendo assim, a próxima escala maior com sustenidos corresponde a escala de Ré
maior, que possui dois sustenidos, sendo um deles o Fá, visto anteriormente na escala de Sol
maior e o outro sustenido é o Dó, sétimo grau da escala de Ré maior.
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Podemos concluir que, começando a partir do quinto grau da escala anterior, e levando em
consideração todos os seus acidentes, basta sustenizar o sétimo grau da escala para obtermos
uma nova escala maior com sustenidos.
EXERCÍCIO 1
Construa as escalas solicitadas abaixo, sustenizando as notas que forem necessárias:
a) Sol Maior:
b) Ré Maior:
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c) Lá Maior:
d) Mi Maior:
e) Si Maior:
f) Fá Sustenido Maior:
g) Dó Sustenido Maior:
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EXERCÍCIO 2
Observe as escalas construídas no exercício anterior e escreva no pentagrama os acidentes que
apareceram em cada uma delas:
No próximo pentagrama, repita os acidentes anteriores e acrescente um novo sustenido a cada
nova armadura de clave.1
Pelo que observamos, podemos concluir que os sustenidos que compõem as armaduras de
clave também são organizados a partir do intervalo de quinta. Por isso, a ordem dos
sustenidos é a seguinte:
FÁ DÓ SOL RÉ LÁ MI SI
1
Armadura de clave é o conjunto de acidentes fixos que integram as escalas.
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EXERCÍCIO 3
Escreva a ordem dos sustenidos no pentagrama:
a) Na clave de Sol:
b) Na clave de Fá:
ARMADURAS DE CLAVE DAS ESCALAS COM SUSTENIDOS
Sabendo que as armaduras de clave das escalas com sustenidos são baseadas nesta
ordem específica, a ordem dos sustenidos, estamos a um passo de associarmos facilmente
uma tonalidade com a sua respectiva armadura de clave. Observe que a tônica da escala está
localizada a um semitom diatônico2 acima do último sustenido da armadura de clave.
No exemplo acima, temos uma armadura de clave com quatro sustenidos, sendo o
último deles localizado na nota Ré. Se um semitom acima de Ré sustenido é Mi, logo tal
armadura de clave se refere à Mi Maior, tonalidade com quatro sustenidos.
2
O semitom diatônico é formado por notas de nomes diferentes.
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EXERCÍCIO 4
Complete as sentenças conforme o raciocínio exposto anteriormente:
Um semitom acima de Fá # é __________. Portanto, esta é a armadura
de clave de _______________________, que possui _____________ sustenido.
Um semitom acima de Dó # é __________. Portanto, esta é a armadura
de clave de _______________________, que possui _____________ sustenidos.
Um semitom acima de Sol # é __________. Portanto, esta é a
armadura de clave de _______________________, que possui _____________ sustenidos.
Um semitom acima de Ré # é __________. Portanto, esta é a
armadura de clave de _______________________, que possui _____________ sustenidos.
Um semitom acima de Lá # é __________. Portanto, esta é a
armadura de clave de _______________________, que possui _____________ sustenidos.
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Um semitom acima de Mi # é __________. Portanto, esta é a
armadura de clave de _______________________, que possui _____________ sustenidos.
Um semitom acima de Si # é __________. Portanto, esta é a
armadura de clave de _______________________, que possui _____________ sustenidos.
EXERCÍCIO 5
Circule os nomes das escalas que não possuem sustenidos na armadura de clave:
Sol Maior Dó Maior Sol Maior Mi Maior
Fá Maior Lá Maior Ré Maior
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EXERCÍCIO 6
Escreva o nome da tonalidade referente a cada armadura de clave, na clave de Sol.
a) b)
c) d)
e) f)
g) h)
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EXERCÍCIO 7
Escreva o nome da tonalidade referente a cada armadura de clave, na clave de Fá.
a) b)
c) d)
e) f)
g)
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IDENTIFICANDO A ARMADURA ATRAVÉS DA TONALIDADE
Você aprendeu a reconhecer a tonalidade a partir da armadura de clave. Agora, vamos
fazer o caminho inverso, identificando a armadura através da tonalidade. Para identificar a
tonalidade referente a uma armadura de clave com sustenidos, contamos um semitom acima
do último sustenido da armadura. Para reconhecer a armadura através da tonalidade fazemos o
contrário: consideramos que a nota localizada meio tom abaixo da tônica da escala
corresponde ao último sustenido da armadura.
Suponhamos que você queira saber qual a armadura de clave da tonalidade de Si
maior. Para isso, pense o seguinte: qual nota está localizada um semitom diatônico abaixo de
Si? Lá sustenido. Ele é a sensível3 da escala. Sabendo que a ordem dos sustenidos é Fá Dó
Sol Ré Lá Mi Si, chegamos à conclusão de que a armadura de clave de Si maior possui cinco
sustenidos: Fá Dó Sol Ré Lá.
EXERCÍCIO 8
Escreva, no pentagrama, a armadura de clave solicitada e complete as sentenças conforme o
raciocínio exposto anteriormente:
a) SOL MAIOR
Um semitom abaixo de Sol é __________. Portanto, a armadura de clave de Sol maior possui
_____________ sustenidos.
3
Chamamos de sensível ao sétimo grau da escala.
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b) RÉ MAIOR
Um semitom abaixo de Ré é __________. Portanto, a armadura de clave de Ré maior possui
_____________ sustenidos.
c) LÁ MAIOR
Um semitom abaixo de Lá é __________. Portanto, a armadura de clave de Lá maior possui
_____________ sustenidos.
d) MI MAIOR
Um semitom abaixo de Mi é __________. Portanto, a armadura de clave de Mi maior possui
_____________ sustenidos.
e) Si MAIOR
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Um semitom abaixo de Si é __________. Portanto, a armadura de clave de Si maior possui
_____________ sustenidos.
f) FÁ SUSTENIDO MAIOR
Um semitom abaixo de Fá sustenido é __________. Portanto, a armadura de clave de Fá
sustenido maior possui _____________ sustenidos.
g) DÓ SUSTENIDO MAIOR
Um semitom abaixo de Dó sustenido é __________. Portanto, a armadura de clave de Dó
sustenido maior possui _____________ sustenidos.
EXERCÍCIO 9
Construa as escalas com sustenidos solicitadas abaixo, indicando a armadura de clave:
a) Sol Maior:
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b) Ré Maior:
c) Lá Maior:
d) Mi Maior:
e) Si Maior:
f) Fá Sustenido Maior:
g) Dó Sustenido Maior:
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EXERCÍCIO 10
Enumere a segunda coluna de acordo com a primeira:
(1) Sol Maior ( )
(2) Ré Maior ( )
(3) Lá Maior ( )
(4) Mi Maior ( )
(5) Si Maior ( )
(6) Fá # Maior ( )
(7) Dó # Maior ( )
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EXERCÍCIO 11
Nomeie as tonalidades que correspondem à quantidade de sustenidos indicada e represente,
nas claves de Sol e de Fá, as armaduras de clave solicitadas:
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ESCALAS MAIORES COM BEMÓIS
Sabemos que as escalas maiores com sustenidos se reproduzem a partir do intervalo de
quinta, o que significa que cada nova escala com sustenidos é formada a partir do quinto grau
da escala anterior. Na construção das escalas com bemóis o intervalo é o mesmo, porém
descendente. Para a construção da primeira escala maior com bemóis, tomaremos como tônica
o quarto grau da escala de Dó maior, que corresponde à nota que está localizada uma quinta
abaixo da tônica: Fá. Utilizando apenas notas naturais, sabemos que esta escala não pertence
ao modo maior, uma vez que esta não possui um semitom localizado entre o terceiro e o
quarto graus da escala:
Para que isso aconteça, acrescentamos um bemol, abaixando a nota Si em um semitom:
De semelhante modo, todas as escalas maiores com bemol são formadas a partir do quarto
grau da escala anterior (ou quinta descendente), sendo acrescentado um novo bemol aos
acidentes da escala precedente. Sendo assim, a próxima escala maior com bemóis corresponde
a escala de Si bemol maior, que possui dois bemóis, sendo um deles o Si, visto anteriormente
na escala de Fá maior e o outro bemol é o Mi, quarto grau da escala de Si bemol maior.
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Podemos concluir que, começando a partir do quarto grau da escala anterior (o que equivale à
quinta descendente) e levando em consideração todos os seus acidentes, basta bemolizar o
quarto grau da escala para obtermos uma nova escala maior com bemóis.
EXERCÍCIO 12
Construa as escalas solicitadas abaixo, bemolizando as notas que forem necessárias:
a) Fá Maior:
b) Si Bemol Maior:
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c) Mi Bemol Maior:
d) Lá Bemol Maior:
e) Ré Bemol Maior:
f) Sol Bemol Maior:
g) Dó Bemol Maior:
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EXERCÍCIO 13
Observe as escalas construídas no exercício anterior e escreva no pentagrama os acidentes que
apareceram em cada uma delas:
No próximo pentagrama, repita os acidentes anteriores e acrescente um novo bemol a cada
nova armadura de clave.
Pelo que observamos, podemos concluir que os bemóis que compõem as armaduras de clave
também são organizados a partir do intervalo de quinta (descendente). Por isso, a ordem dos
bemóis é a seguinte:
SI MI LÁ RÉ SOL DÓ FÁ
Esta sequência nos parece familiar. Observe que a ordem dos bemóis é exatamente o inverso
da ordem dos sustenidos!
FÁ DÓ SOL RÉ LÁ MI SI SI MI LÁ RÉ SOL DÓ FÁ
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EXERCÍCIO 14
Escreva a ordem dos bemóis no pentagrama:
c) Na clave de Sol:
d) Na clave de Fá:
ARMADURAS DE CLAVE DAS ESCALAS COM BEMÓIS
Sabendo que as armaduras de clave das escalas com bemóis são baseadas na ordem
dos bemóis, estamos a um passo de associarmos facilmente uma tonalidade com a sua
respectiva armadura de clave. Observe que, à exceção da escala de Fá maior, que possui
apenas um bemol, a tônica da escala corresponde ao penúltimo bemol da armadura de
clave.
No exemplo acima, temos uma armadura de clave com cinco bemóis, sendo o penúltimo deles
localizado na nota Ré. Logo tal armadura de clave se refere à Ré bemol maior, tonalidade com
cinco bemóis.
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EXERCÍCIO 15
Complete as sentenças conforme o raciocínio exposto anteriormente:
Esta é a armadura de clave de _______________________, que
possui _____________ bemol.
O penúltimo bemol é __________. Portanto, esta é a armadura de
clave de _______________________, que possui _____________ bemóis.
O penúltimo bemol é __________. Portanto, esta é a armadura de
clave de _______________________, que possui _____________ bemóis.
O penúltimo bemol é __________. Portanto, esta é a armadura de
clave de _______________________, que possui _____________ bemóis.
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O penúltimo bemol é __________. Portanto, esta é a armadura de
clave de _______________________, que possui _____________ bemóis.
O penúltimo bemol é __________. Portanto, esta é a armadura de
clave de _______________________, que possui _____________ bemóis.
O penúltimo bemol é __________. Portanto, esta é a armadura de
clave de _______________________, que possui _____________ bemóis.
EXERCÍCIO 16
Circule o nome da escala que possui bemol na armadura de clave:
Sol Maior Dó Maior Sol Maior Mi Maior
Fá Maior Lá Maior Ré Maior
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EXERCÍCIO 17
Escreva o nome da tonalidade referente a cada armadura de clave, nas claves de Sol e de Fá.
a) b)
c) d)
e) f)
g) h)
i) j)
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IDENTIFICANDO A ARMADURA DE CLAVE ATRAVÉS DA TONALIDADE
Para identificar a tonalidade referente a uma armadura de clave com bemóis,
consideramos que o nome da tonalidade corresponde ao penúltimo bemol da armadura. Para
reconhecer a armadura através da tonalidade, representamos quantos bemois forem
necessários para que o nome da tonalidade seja o penúltimo bemol da armadura.
Suponhamos que você queira saber qual a armadura de clave da tonalidade de Lá
bemol maior. Sabendo que o penúltimo bemol dá nome à escala e que a nota Lá é o terceiro
da ordem dos bemóis (Si Mi Lá Ré Sol Dó Fá), chegamos à conclusao de que a armadura de
clave de Lá bemol maior possui quatro bemóis: Si Mi Lá Ré.
EXERCÍCIO 18
Escreva, no pentagrama, a armadura de clave solicitada e complete as sentenças conforme o
raciocínio exposto anteriormente:
a) FÁ MAIOR
A armadura de clave de Fá maior possui _____________ bemol.
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b) SI BEMOL MAIOR
O penúltimo bemol é __________. Portanto, a armadura de clave de Si bemol maior possui
_____________ bemóis.
c) MI BEMOL MAIOR
O penúltimo bemol é __________. Portanto, a armadura de clave de Mi bemol maior possui
_____________ bemóis.
d) LÁ BEMOL MAIOR
O penúltimo bemol é __________. Portanto, a armadura de clave de Lá bemol maior possui
_____________ bemóis.
e) RÉ BEMOL MAIOR
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O penúltimo bemol é __________. Portanto, a armadura de clave de Ré bemol maior possui
_____________ bemóis.
f) SOL BEMOL MAIOR
O penúltimo bemol é __________. Portanto, a armadura de clave de Sol bemol maior possui
_____________ bemóis.
g) DÓ BEMOL MAIOR
O penúltimo bemol é __________. Portanto, a armadura de clave de Dó bemol maior possui
_____________ bemóis.
EXERCÍCIO 19
Construa as escalas com bemóis solicitadas abaixo, indicando a armadura de clave:
a) Fá Maior:
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b) Si Bemol Maior:
c) Mi Bemol Maior:
d) Lá Bemol Maior:
e) Ré Bemol Maior:
f) Sol Bemol Maior:
g) Dó Bemol Maior:
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EXERCÍCIO 20
Enumere a segunda coluna de acordo com a primeira:
(1) Fá Maior ( )
(2) Si b Maior ( )
(3) Mi b Maior ( )
(4) Lá b Maior ( )
(5) Ré b Maior ( )
(6) Sol b Maior ( )
(7) Dó b Maior ( )
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EXERCÍCIO 21
Nomeie as tonalidades que correspondem à quantidade de bemóis indicada e represente, nas
claves de Sol e de Fá, as armaduras de clave solicitadas:
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O CÍRCULO DAS QUINTAS
Se organizarmos as armaduras de clave das tonalidades maiores em sequência,
partindo daquela que possui a maior quantidade de bemóis até chegarmos na tonalidade com
maior número de sustenidos, chegaremos na sequência demonstrada na figura abaixo.
Devido à simetria presente neste esquema, podemos representá-lo perfeitamente através de
um diagrama conhecido como círculo (ou ciclo) das quintas. Girando no sentido horário, a
partir da tonalidade de Dó Maior, que é o centro de onde partem todas as outras tonalidades,
obtemos as tonalidades com sustenidos, que se reproduzem através de intervalos de quintas
ascendentes, cada uma com um sustenido a mais que a anterior. Girando no sentido anti-
horário, obtemos as tonalidades com bemóis, que se reproduzem através de quintas
descendentes, aumentando progressivamente a quantidade de bemóis.
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EXERCÍCIO 22
Complete o círculo das quintas com o nome das tonalidades maiores e suas respectivas
armaduras de clave:
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SOLFEJO (EXPLORANDO NOVAS TONALIDADES)
Realizamos, até o momento, apenas solfejos na tonalidade de Dó maior. Agora que já
conhecemos o assunto, é hora de nos aventurarmos na leitura de melodias em outras
tonalidades maiores. Os solfejos a seguir enfatizam os aspectos básicos da tonalidade: a escala
e o arpejo. Antes de começar, identifique a tonalidade de cada solfejo, cante a escala e o
arpejo correspondente. Observe, ainda, a fórmula de compasso, o andamento, o fraseado e a
intensidade indicada. As melodias 1 a 15 são baseadas em graus conjuntos, aumentando,
progressivamente o número de frases. Já as melodias 16 a 24 são baseadas no arpejo da
tônica.
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LEITURA RÍTMICA (AVANÇANDO UM POUCO MAIS NOS COMPASSOS SIMPLES)
Avançaremos um pouco mais na leitura rítmica em compassos simples, subdividindo a
pulsação em quatro semicolcheias, para, posteriormente, trabalharmos com células rítmicas
derivadas da combinação entre colcheia e semicolcheia, todas elas equivalentes a uma
semínima.
Exercícios preparatórios para leitura com a célula rítmica:
* Esteja atento à diferença entre e .
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CÉLULAS RÍTMICAS DERIVADAS DA COMBINAÇÃO ENTRE COLCHEIA E SEMICOLCHEIA
Antes de iniciarmos os exercícios de leitura empregando células rítmicas derivadas da
combinação entre colcheia e semicolcheia, precisamos entender de que modo estas células são
formadas. Se uma colcheia equivale a duas semicolcheias, devemos observar que a parte do
tempo que é preenchida por uma colcheia será equivalente a parte que possui duas
semicolcheias. Isso fica muito claro nos dois primeiros casos, onde observamos a sequência
de uma colcheia e duas semicolcheias, na primeira célula, e o inverso na segunda célula.
A terceira célula, entretanto, é formada por semicolcheia, colcheia e semicolcheia,
respectivamente. Para entendermos melhor como realizá-la, vamos relembrar como acontece
a acentuação das partes de um tempo. Assim como acontece com os tempos de compasso, as
partes do tempo também possuem acentuação específica. Deste modo, podemos relacionar a
divisão de uma semínima em quatro semicolcheias com a acentuação do compasso
quaternário:
Representando as três células rítmicas acima em grupos de quatro semicolcheias ligadas,
podemos observar apenas no terceiro caso um prolongamento da parte fraca para a parte forte
(mezzo forte), caracterizando, assim, uma síncope.
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Apesar de parecer complicado, encontramos facilidade em realizá-la, uma vez que tal célula
rítmica está muito presente na música brasileira. Escute o arranjo de Sambalelê (domínio
público) gravado pelo grupo de percussão corporal Barbatuques, buscando reconhecer esta
célula rítmica e realizá-la com palmas.
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Exercícios preparatórios para leitura de exercícios com as células rítmicas seguintes:
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Preencha os compassos de acordo com a sequência rítmica ditada:
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
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LEITURA RÍTMICA A DUAS VOZES ALTERNADAS
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BERKOWITZ, Sol. A new approach to sight singing. 4 ed. New Jersey: W. W. Norton &
Company, 1997.
LACERDA, Osvaldo. Compêndio de Teoria Elementar da Música. 3 ed. São Paulo: Ricordi
Brasileira, 1967.
__________. Exercícios de Teoria Elementar da Música. São Paulo: Ricordi Brasileira, 1988.
MED, Bohumil. Teoria da Música. 4 ed. Brasília: Musimed, 1996.
POZZOLI, Ettori. Guia teórico-prático para o ensino do Ditado Musical. São Paulo: Ricordi
Brasileira, 1983.
PRINCE, Adamo. Método Prince: leitura e percepção – ritmo. Vol. 1 e 2. São Paulo: Irmãos
Vitale, 1993.