Programa de Conservação Da Audição
Programa de Conservação Da Audição
PCA
PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO DA AUDIÇÃO
PERÍODO DE VALIDAÇÃO/REVISÃO:
MARÇO/2026 A MARÇO/2027
PCA
PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO DA AUDIÇÃO
ÍNDICE
1. INTRODUÇÃO
2. OBJETIVOS DO PCA
4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DO PCA
5. RESPONSABILIDADE DA EMPRESA PARA O FUNCIONAMENTO DO PCA
6. MECANISMO DA AUDIÇÃO
7. DANOS PROVOCADOS PELO RUÍDO NO SISTEMA AUDITIVO
8. PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DO PCA
9. PRINCIPAIS LEGISLAÇÕE RELACIONADAS AO PCA
10. EXPLICAÇÃO SOBRE O CAT
11. MONITORAMENTO E MAPA DO RUÍDO
12. AVALIAÇÕES DA ÁREA DE TRABALHO/ATIVIDADES
13. NÍVEIS ACIMA DE 140 dB PODEM CAUSAR A RUPTURA DO TÍMPANO
14. CONFORME A NR 15 LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA RUÍDO
15. PROTEÇÃO AUDITIVA INDIVIDUAL
16. PROTEÇÃO AUDITIVA INDIVIDUAL
17. CRITÉRIOS PARA INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS DOS EXAMES AUDIOMÉTRICOS
SEGUNDO A PORTARIA nº 19/1998
18. MAPA DE CONTROLE
19. MAPA DE CONTROLE DE EMPREGADOS
20. ANÁLISE ESTATICAS DAS AUDIOMETRIAS
21. FUNCIONÁRIOS INVESTIGADOS DEVIDO A PAINPSE
22. DIRETRIZES E PARÂMETROS MINIMOS PARA AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DA
AUDIÇÃO EM TRABALHADORES EXPOSTOS A NÍVEIS DE PRESSÃO SONORA ELEVADOS
23. AÇÕES EDUCATIVAS
24. METAS DE AÇÃO
25. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES FONOAUDIOLOGICAS
26. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA
27. ENCERRAMENTO
28. ANEXOS
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PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO DA AUDIÇÃO
1. INTRODUÇÃO
Programa de Conservação Auditiva – PCA é um conjunto de ações que deverão ser obrigatoriamente
seguidos nas áreas ruidosas, visando a proteção dos empregados que nela trabalham.
Serão incluídos no PCA todos os empregados da empresa, com nível de ruído acima de 80 dB (A). Entende-se
por 80 dB (A) como limite para o nível de ação, uma vez que o limite máximo de exposição diária de 8 horas é
de 85 dB (A).
Os procedimentos deste programa atendem aos requisitos da NR-9 e NR-7 Portaria 3214 de 08/06/78,
Portaria 19, de 09/04/98 e da Ordem de Serviço INSS/DAF/DSS número 608 de 05 de agosto de 1998, onde
determina que seja estabelecido pelo empregador um Programa de Conservação Auditiva (PCA) na empresa,
a fim de identificar e controlar os agentes agressivos a saúde do trabalhador, minimizando-os ou
neutralizando-os preservando a audição dos funcionários.
O PCA deve ser integrado com o PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos (NR-1) e PCMSO - Programa de
Controle Médico de Saúde Ocupacional (NR-7). Envolve a atuação de uma equipe multiprofissional, pois são
necessárias medidas de engenharia, medicina, fonoaudiologia, treinamento e administração.
1. OBJETIVOS DO PCA
O principal objetivo do PCA é a proteção auditiva da saúde dos trabalhadores, a prevenção aos trabalhadores
expostos a níveis elevados de ruídos que podem desenvolve Perda Auditiva Induzida por nível de pressão
sonora elevado (PAINPSE).
Fornecer subsídios para a adoção de medidas que visem à prevenção da perda auditiva induzida por níveis de
pressão sonora elevados, e a conservação da saúde auditiva dos trabalhadores.
Medidas preventivas são necessárias para garantir as capacidades auditivas do trabalhador exposto a níveis
elevados de ruídos e/ou outros agentes otoagressivos, evitando-se problemas relacionados às dificuldades
de comunicação e, também, as questões de segurança como a localização sonora, ouvir sinais sonoros de
alerta, etc.
Preservar a audição por meio da identificação de riscos, monitoramento auditivo, medidas de controle dos
agentes otoagressivos e ações educativas.
Todos os locais de trabalho onde haja a possibilidade de exposição dos indivíduos a altos níveis de ruídos, o
agente físico ruído deverá ser avaliado e os trabalhadores monitorados, onde serão obtidos dados e
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informações para identificar os níveis de exposição que possam ser prejudiciais á saúde do trabalhador
exposto.
Prevenir o desencadeamento de novas perdas auditivas e controlar o agravamento das preexistentes nos
trabalhadores expostos a riscos ocupacionais potencialmente nocivos á audição (ruído, vibrações, químicos
industriais, calor e radiações), que ocorrendo no ambiente de trabalho de forma isolada ou associada, podem
causar perda auditiva ocupacional, na maioria das vezes irreversível, causando prejuízos dos mais variados ao
trabalhador, à empresa, à sociedade e ao Estado.
Ao empregado prevenção de (PAINPSE), a qualidade de vida, pois a perda auditiva afeta a capacidade de
comunicação do sujeito, reduções nos impactos como estresse, nervosismo, e outros danos que o ruído pode
causar. A perda auditiva também diminui as chances do sujeito em conseguir um novo emprego e detecções
de problemas auditivos não ocupacional que poderão ser detectados nos exames que fazem parte do PCA.
Coordenação de palestras preventivas orientando sobre os males causados pelo ruído, orientar o uso
de EPI´s, higiene auditiva e manutenção da saúde;
Uso obrigatório do protetor auricular nos locais em que o ruído atinja intensidade a partir de 85
decibéis;
O PCA da empresa SIGMA, está sob responsabilidade da SEGURANÇA DO TRABALHO e o seu cumprimento por
profissionais designados, conforme determinação da empresa.
Esta autoridade inclui a contratação do pessoal e aquisição de equipamentos necessários para implantar e operar
este programa adequadamente, mediante a aprovação da gerência da empresa.
[Link]
Autorizar recursos necessários para implantação do programa de conservação auditiva (PCA), permitindo ou
autorizando métodos para corrigir/minimizar ou eliminar concentrações dos agentes agressivos a níveis dos
limites de tolerância permitida pela Portaria 3213-NR 15.
4. MECANISMO DA AUDIÇÃO
O som é produzido por ondas de compressão e descompressão alternadas do ar. As ondas sonoras propagam- se
através do ar exatamente da mesma forma que as ondas propagam-se na superfície da água. A orelha
humana é um órgão altamente sensível que nos capacita a perceber e interpretar ondas sonoras em uma
gama muita ampla de frequências (16 a 20.000 Hz – Hertz ou ondas por segundo).
Ouvido externo: É composto pela orelha, ou seja, pelo pavilhão auricular e pelo meato acústico externo. No
ouvido externo as ondas sonoras são concentradas.
Ouvido médio: É composto pela membrana timpânica, ou tímpano, como já foi chamado. A membrana auditiva é
um conjunto de três ossículos (martelo, bigorna e estribo) e da tuba auditiva. Do ouvido médio, as ondas
sonoras são transmitidas ao nervo auditivo.
Ouvido interno: É composto por três estruturas (vestíbulos, cóclea e ductos semicirculares) que são preenchidas
por um líquido. Dentro da cóclea existem as células ciliadas. O ouvido interno aloja as terminações do nervo
auditivo.
As perdas auditivas induzidas pelo ruído caracterizam-se por serem lesões irreversíveis devido á exposição
prolongada, por anos, a níveis elevados de pressão sonora.
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6. PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DO PCA:
LEGISLAÇÃO
ETAPA DE BENEFÍCIOS
REFERÊNCIA
- Identificar as características do negócio, dos riscos
1 – Análise do Processo NR-9
ocupacionais, das necessidades e da cultura.
Industrial e Condições de Port. 3214/78
- Favorecer o orçamento e planejamento adequado para
Trabalho. do MTE
o desenvolvimento do PCA.
- Atender a legislação trabalhista e previdenciária.
2 – Gestão de Diagnósticos NR - Anexo 1
- Reduzir custos com exames desnecessários e
Audiológicos: Port. 3214/78
reclamatórios trabalhistas.
Estabelecimento dos do MTE
- Diagnosticar precocemente os casos de perdas auditivas
diagnósticos e Os 608 (INSS)
ocupacionais.
monitoramento individual e IN 118
- Identificar os setores ou funções críticas.
coletivo. Port. 19 MTE
- Manter controle e guarda das audiometrias.
NR-7 – Anexo
3 – Gestão de Medidas de
1 Port. - Atender a legislação trabalhista e previdenciária.
Controle Individual:
3214/78 do - Estabilizar os casos de perdas auditivas ocupacionais,
Acompanhamento de casos
MTE com expectativa de eventual melhora.
de piora auditivas.
Os 608 (INSS)
4 - Gestão de
NR-9
Monitoramento Ambiental:
NR-15
Avaliação de exposição dos - Atender a legislação trabalhista e previdenciária.
Port. 3214/78
trabalhadores a riscos - Identificar setores ou funções críticas.
do MTE
ocupacionais que possam
Os 608 (INSS)
gerar perdas auditivas.
5 – Gestão de Medidas de
Controle Coletivo: Redução
da exposição dos
trabalhadores a riscos
ocupacionais que possam NR-9 - Atender a legislação e reduzir os custos de tributos
gerar perdas auditivas, NR-15 trabalhistas e previdenciários.
através de medidas de Port. 3214/78 - Melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores
controle ambiental e do MTE evitando surdez e reduzindo os efeitos extra auditivos
administrativas, conforme Os 608 (INSS) causados pela exposição a níveis de pressão sonoros
os setores ou funções elevados.
críticas apontados na
Gestão de Diagnóstico e na
Gestão de Monitoramento
Ambiental.
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6 – Gestão de Equipamentos
de Proteção Individual: NR-6
Indicação científica, NR-9
- Atender a legislação e reduzir os custos de tributos
documentação de entrega, NR-15
trabalhistas e previdenciários.
treinamento e fiscalização Port. 3214/78
- Disponibilidade de proteção auditiva.
dos EPI’s, conforme os do MTE
dados do monitoramento Os 608 (INSS)
ambiental.
7- Gestão de Conhecimento: - Atender a legislação trabalhista e previdenciária.
NR-7
Treinamento de - Agilizar a solução de problemas, aumentar o capital
NR-9
desenvolvimento de intelectual e consequentemente ganhar vantagem
Port. 3214/78
pessoas, comunicação e competitiva.
do MTE
documentação das ações - Conscientizar os empregados para o uso devido da
Os 608 (INSS)
desenvolvidas. proteção auditiva.
- Atender a legislação trabalhista e previdenciária.
NR-9
- Realizar ajustes para otimização do Programa.
8 - Avaliação do PCA Port. 3214/78
- O Fonoaudiólogo avalia condições e qualidade da Cabine
do MTE
Audiométrica e do Audiômetro.
A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado
de conservação e funcionamento.
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Cabe ao empregador quanto ao EPI:
a) Adquirir o adequado ao risco de cada atividade;
b) Exigir seu uso;
c) Fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de
segurança e saúde no trabalho;
d) Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação;
e) Substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado;
f) Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica;
g) Comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada.
NR – 17 relata que os locais de trabalho onde são executadas atividades que exijam solicitação intelectual e
atenção constantes, são recomendadas condições de conforto, tais como, níveis de ruído de acordo com o
estabelecido na NBR 10152, norma brasileira registrada no INMETRO, sendo o nível de ruído aceitável para
efeito de conforto de até 65 dB (A) e a curva de avaliação de ruído (NC) de valor não superior a 60 dB.
A Ordem de Serviço nº 608 do INSS relata que, se a empresa tiver agente de risco levantado pelo PGR, o
empregador deve organizar um PCA.
Por fim a Ordem de Serviço nº 621 preconiza que todo acidente de trabalho ou doença profissional deverá
ser comunicado pela empresa ao INSS, sob pena de multa em caso de omissão. Dessa forma, a Perda
Auditiva Ocupacional é passível de emissão de Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT).
A CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) é o documento que informa ao INSS que o trabalhador sofreu
acidente de trabalho ou suspeita-se que tenha adquirido uma doença de trabalho. A CAT está prevista no
artigo 169 da CLT (Consolidação das Leis de Trabalho), na lei 8213/1991 (Lei que dispõe sobre os Planos de
Benefícios da Previdência Social) e na Lei Estadual nº 9505/1997, que disciplina os serviços de saúde do
trabalhador do SUS.
Sempre que for diagnosticada a PAINPSE, relacionada com a atividade realizada, independente de sua
gravidade (perda auditiva leve, moderada ou severa), cumprir as normas do INSS que indicam a necessidade
de emissão de CAT. Encaminhar a CAT à autoridade da Previdência Social.
(ANAMT- Associação Nacional de Medicina do Trabalho)
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A empresa tem obrigação de emitir a CAT em caso de ocorrência de acidente de trabalho ou suspeita médica
de doença do trabalho. Assim, deverá ser preenchida pelo setor de Recursos Humanos da empresa.
Caso ela não o faça, o próprio acidentado, seus dependentes, a entidade sindical competente, o médico que
o assistiu, ou ainda, qualquer autoridade pública pode comunicar o acidente à Previdência Social, conforme
artigo 22 da Lei 8213/1991.
Segundo a Norma Técnica de Avaliação da Incapacidade Laborativa, a Perda Auditiva Induzida por Ruído
ocupacional - PAINPSE, quando diagnosticada deve ser emitida a Comunicação de Acidente de Trabalho –
CAT.
Ao detectar a PAINPSE, o trabalhador deve ser necessariamente reavaliado pelo Programa de Conservação
Auditiva, caso a empresa não tenha, deverá ser implantado.
A PAINPSE notificada para fins de registro e vigilância não indica necessariamente o afastamento do
funcionário de suas funções laborativas. O ambiente de trabalho e o tempo de exposição a nível de pressão
sonora elevado devem ser controlados de modo que o trabalhador possa dar continuidade as suas funções
sem prejuízo adicional à sua saúde. A alteração ocupacional PAINPSE presente no exame audiômetro não
deve ser de desclassificar o trabalhador para o exercício profissional, pois geralmente não interfere em sua
capacidade laborativa. Porém, não elimina a necessidade de emissão da CAT com a finalidade de notificação
para fins epidemiológicos em resguardo da empresa, quando ocupacional.
Os parâmetros para validação da CAT são obtidos através do médico Otorrinolaringologista, o médico do
trabalho deverá ser comunicado para manter atualizado os dados referentes às condições de saúde do
empregado, principalmente no que tange as patologias ocupacionais.
Os dados de medição de ruído apresentado neste Programa de Conservação Auditiva foram obtidos através
de pesquisa no PGR – Programa de Gerenciamento de Riscos, de fundamental importância para determinar o
grau de exposição dos trabalhadores ao ruído e para tomada de decisões sobre como proteger os
trabalhadores expostos. Diferentes instrumentos e metodologias de proteção podem ser implantados.
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AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DE RUÍDO (DOSIMETRIA), REALIZADAS EM 2025, DE ACORDO COM O PGR DA EMPRESA
Tempo Leq L.T.
GHE Função Nome Data
Exposição (dB(A)) (dB(A))
Soldador Adriano Pereira
GES 1.02 07:28:00 h 84,6 85 10/07/2025
Santos
Lider de calderaia
GES 1.01 Claudinei Ribeiro da 07:21:00 h 84,6 85 10/07/2025
Costa
Auxiliar de calderaria Rodrigo Marcelo 90,8
GES 1.03 07:34:00 h 85 10/07/2025
Storti Carvalheiro
Lider de laminação Cláudio Nazário
GES 2.01 07:42:00 h 85,0 85 10/07/2025
Obs.:
1) Medições efetuadas com Dosimetro de Ruído da Marca Instrutherm, Modelo DOS-500, digital;
2) Aparelho operou em Circuito de Resposta Lenta(slow), Circuito de Ponderação A, Critério de referência 85dB(A), Nível Limiar de
Integração 80dB(A), Faixa de Medição Mínima de 80 a 115dB(A), Incremento de Duplicação de Dose de 5dB(A) e indicação de
ocorrência de níveis superiores a 115dB(A), conforme os critérios da NR-15/MTE;
3) As medições foram efetuadas com o microfone do aparelho posicionado dentro da zona auditiva do trabalhador.
O ruído apresentado no mapa acima está dentro do limite permitido, porém é considerado prejudicial ao
longo do tempo, necessitando de medidas preventivas indicadas no PCA.
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10. AVALIAÇÕES DA ÁREA DE TRABALHO/ATIVIDADES
É recomendada uma avaliação periódica para se certificar permanentemente um ambiente saudável aos
funcionários. A partir desta avaliação, é que se determinarão as áreas em que serão requeridos a proteção
auditiva e o tipo de protetor auditivo a ser usado.
Som
O som é uma onda e para se propagar precisa de um suporte material. Podemos entender o Som como
qualquer variação de pressão em um meio elástico (no ar, água ou outro meio) que o ouvido humano possa
detectar, ou seja, uma vibração que é transmitida na forma de ondas e percebida pelo indivíduo como
desagradável.
Ruído
É qualquer som não desejável ou que interfere a audição prejudicando.
Tipos de
ruídos Ruído
contínuo
É o que permanece estável com variações máximas como, por exemplo: máquina trabalhando – furadeira ou
britadeira em operação, o trânsito na cidade.
Ruído intermitente
É um ruído com variações, maiores ou menores de intensidade em períodos muito curtos. Exemplo: Alarme
de carros ou de lojas.
Ruído de impacto
Apresenta picos com duração menor de 1 segundo, a intervalo superior a 1 segundo. Exemplo: o disparo de
armas de fogo ou explosões em pedreiras.
Frequência
A frequência é característica através da qual o ouvido distingue se um som é agudo ou grave. Esta
característica está relacionada com a quantidade de ciclos completos (vibrações) de uma onda sonora, que
ocorrem num período de 1 segundo, e é expressa em Hertz (Hz).
Intensidade
A intensidade de uma onda sonora depende da amplitude dessa onda. Um som com uma maior amplitude é
um som forte, enquanto que um som com uma pequena amplitude é um som fraco.
Os sons fortes transportam uma maior quantidade de energia que os fracos. Uma onda sonora perde
intensidade no decurso da sua propagação. A capacidade que o ouvido humano tem de sentir um som
depende da intensidade de som, mas também da sua frequência. Os sons muito fracos não são sentidos e os
sons muito fortes podem provocar lesões.
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11. NÍVEIS ACIMA DE 140 dB PODEM CAUSAR A RUPTURA DO TÍMPANO
140 dB – INSUPORTÁVEL – Uma simples exposição pode causar perda auditiva permanente.
130 dB – DOLOROSO – Para a maioria das pessoas, este é o nível onde há início da dor.
Entende-se por ‘’Limite de Tolerância’’, para os fins desta Norma, a concentração ou intensidade máxima ou
mínima, relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará dano à saúde do
trabalhador, durante a sua vida laboral.
A exposição a níveis de pressão sonora elevados por longos períodos de tempo pode não apenas gerar
perturbações funcionais no organismo, como também causar problemas que vão desde o incômodo até
sérias lesões auditivas, as quais muitas vezes são irreversíveis.
Algumas medidas podem ser executadas para diminuir os níveis de pressão sonora do ambiente de trabalho.
Para reduzir os ruídos na fonte sonora, além de enclausuramentos existem dispositivos que são acoplados às
máquinas e equipamentos que absorvem o ruído. Já como medidas de controle individuais são utilizados
como uma barreira sonora, os protetores auriculares. Trata-se de um Equipamento de Proteção Individual,
considerado dispositivo para proteger a integridade física e a saúde dos trabalhadores.
Segundo a NR-6 a empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em
perfeito estado de conservação e funcionamento.
O protetor auricular é a solução mais simples e eficiente de atenuar o som e permitir a proteção do
trabalhador contra os altos níveis de ruído e a perda auditiva.
Basicamente existem dois tipos de proteção auditiva individual: os protetores de inserção, também
conhecidos como plugue e os abafadores tipo concha.
Protetor auditivo, do tipo concha, constituído por duas conchas em plásticos, apresentando almofadas de
espuma em suas laterais e em seu interior, possui uma haste em plástico rígido almofadado e metal que
mantém as conchas firmemente seladas contra a região das orelhas do usuário e que sustenta as cochas.
Os pré-moldados podem ser reutilizados desde que sejam adequadamente higienizados. O uso de água
morna e sabão neutro é o suficiente.
A atenuação de ruído fornecida pelo protetor auditivo depende de alguns parâmetros relacionados:
Usuário: formato e geometria dos ouvidos, colocação do protetor e experiência do usuário no uso do
protetor auditivo.
Tipo do protetor: pode ser do tipo plugue ou conchas, desenvolvidos em diferentes formatos
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geométricos, materiais, dimensões.
Ambiente: níveis de ruído em função da frequência, uso de outros equipamentos de proteção
individual, entre outros.
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MODELO PRAZO DE VALIDADE HIGIENIZAÇÃO
Pano úmido nas partes externas; secagem natural da
Concha 4 a 6 meses
espuma interna.
Inserção de espuma
Única colocação Descartado
descartável
Inserção três ou duas flanges
Três meses em média Lavar com água e sabão neutro, secar bem.
Silicone
Inserção três ou duas flanges
Dois meses em média Lavar com água e sabão neutro, secar bem.
Copolimero
É importante que os trabalhadores participem da escolha do tipo e do estilo da proteção. A expressão individual,
no caso da aprovação de um ou mais tipos, contribui para evitar a rejeição.
Proteção Coletiva
Equipamento de Proteção Coletiva (EPC) são dispositivos utilizados no ambiente de trabalho com o objetivo de
proteger os trabalhadores dos riscos inerentes aos processos, tais como enclausuramento acústico de fontes
de ruído, a ventilação dos locais de trabalho, a proteção de partes móveis de máquinas e equipamentos, a
sinalização de segurança dentre outros.
Como o EPC não depende da vontade do trabalhador para atender suas finalidades, este tem maior indicação ao
uso do EPI Equipamento de Proteção Individual, já que colabora no processo minimizando os efeitos
negativos de um ambiente de trabalho que apresenta diversos riscos ao trabalhador.
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15. MAPA DE CONTROLE
RESULTADO QUANTIDADE
NORMAL 30
ALTERADO 00
Total 30
SEXO QUANTIDADE
MASCULINO 30
FEMININO 00
Total 30
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P.A. S. N. UNIL. OD
P.A. S. N. UNIL. OE
ENTAL. AEREO OD
ENTAL. AEREO OE
P.A. CONDUTIVA
P.A. S. N. BIL.
P.A. MISTA
NORMAL
OD/OE
DATA DO
NOME CARGO 15/08/2025
EXAME
LEGENDA:
NORMAL
PA. CONDUTIVA
PA. MISTA: PERDA AUDITIVA MISTA
PA. S. N. UNIL. OD: SENSORIONEURAL ORELHA DIREITA
PA. S. N. UNIL. OE: SENSORIONEURAL ORELHA ESQUERDA
PA. S. N. BIL: BILATERAL
ENTAL. AEREO OD: ENTALHE AEREO ORELHA DIREITA
ENTAL. AEREO OE: ENTALHE AEREO ORELHA ESQUERDA
LEGENDA:
*SN Sensorioneural.
1. Objetivos
2. Definições e Caracterização
2.1. Entende-se por perda auditiva por níveis de pressão sonora elevados as alterações dos limiares
auditivos, do tipo sensorioneural, decorrente da exposição ocupacional sistemática a níveis de
pressão sonora elevados. Tem como características principais a irreversibilidade e a progressão
gradual com o tempo de exposição ao risco. A sua história natural mostra, inicialmente, o
acometimento dos limiares auditivos em uma ou mais frequências da faixa de 3.000 a 6.000 Hz. As
frequências mais altas e mais baixas poderão levar mais tempo para serem afetadas. Uma vez
cessada a exposição, não haverá progressão da redução auditiva.
3.1. Devem ser submetidos a exames audiômetros de referência e sequenciais, no mínimo, os trabalhadores
que exerçam ou exercerão suas atividades em ambientes cujos níveis de pressão sonora ultrapassem os
limites de tolerância estabelecidos nos anexos 1 e 2 na NR 15 da Portaria 3.214 do Ministério do Trabalho,
independentemente do uso de protetor auditivo.
3.2. O audiômetro será submetido a procedimentos de verificação e controle periódico do seu funcionamento.
3.3. O exame audiômetro será executado por profissional habilitado, ou seja, médico ou fonoaudiólogo,
conforme resoluções dos respectivos conselhos federais profissionais.
3.5. O resultado do exame audiômetro deve ser registrado em uma ficha que contenha, no mínimo:
a) nome, idade e número de registro de identidade do trabalhador;
b) nome da empresa e a função do trabalhador;
c) tempo de repouso auditivo cumprido para a realização do exame audiômetro;
d) nome do fabricante, modelo e data da última aferição acústica do audiômetro;
e) traçado audiômetro e símbolos conforme o modelo constante do Anexo 1;
f) nome, número de registro no conselho regional e assinatura do profissional responsável pelo exame
audiômetro.
[Link].1. Nas empresas em que existir ambiente acusticamente tratado, que atenda à norma ISO 8253.1, a
cabine audiométrica poderá ser dispensada.
[Link]. O trabalhador permanecerá em repouso auditivo por um período mínimo de 14 horas até o
momento de realização do exame audiômetro.
[Link]. O responsável pela execução do exame audiômetro inspecionará o meato acústico externo de ambas
as orelhas e anotará os achados na ficha de registro. Se identificada alguma anormalidade, encaminhará ao
médico responsável.
[Link]. Vias, frequências e outros testes complementares.
[Link].1. O exame audiômetro será realizado, sempre, pela via aérea nas frequências de 500, 1.000, 2.000,
3.000, 4.000, 6.000 e 8.000 Hz.
[Link].2. No caso de alteração detectada no teste pela via aérea ou segundo a avaliação do profissional
responsável pela execução do exame, o mesmo será feito, também, pela via óssea nas frequências de 500,
1.000, 2.000, 3.000 e 4.000 Hz.
[Link].3. Segundo a avaliação do profissional responsável, no momento da execução do exame, poderão ser
determinados limiares de reconhecimento de fala (LRF).
3.6.2. Exame audiômetro sequencial, aquele que será comparado com o de referência, aplica-se a todo
trabalhador que já possua um exame audiômetro de referência prévio, nos moldes previstos no item 3.6.1.
As seguintes diretrizes mínimas devem ser obedecidas:
[Link]. Na impossibilidade da realização do exame audiômetro nas condições previstas no item [Link], o
responsável pela e execução do exame audiômetro nas condições previstas no item [Link], o responsável
pela execução do exame avaliará a viabilidade de sua realização em um ambiente silencioso, através do
exame audiômetro em 2 (dois) indivíduos, cujos limiares auditivos, detectados em exames audiômetros de
referência atuais, sejam conhecidos. Diferença de limiar auditivo, em qualquer frequência e em qualquer um
dos 2 (dois) indivíduos examinados, acima de 5 dB (NA) (nível de audição em decibel) inviabiliza a realização
do exame no local escolhido.
[Link]. O responsável pela execução do exame audiômetro inspecionará o meato acústico externo de ambas
as orelhas e anotará os achados na ficha de registro.
[Link]. O exame audiômetro será feito pela via aérea nas frequências de 500, 1.000, 2.000, 3.000, 4.000, 6.000
e 8.000 Hz.
4.1. A interpretação dos resultados do exame audiômetro de referência deve seguir os seguintes parâmetros:
4.1.1. São considerados dentro dos limites aceitáveis, para efeito desta norma técnica de caráter preventivo,
os casos cujos audiogramas mostram limiares auditivos menores ou iguais a 25 dB (NA), em todas as
frequências examinadas.
4.1.2. São considerados sugestivos de perda auditiva induzida por níveis de pressão sonora elevados os casos
cujos audiogramas, nas frequências de 3.000 e/ou 4.000 e/ou 6.000 Hz, apresentam limiares auditivos de 25
dB (NA) e mais elevados do que nas outras frequências testadas, estando estas comprometidas ou não, tanto
no teste da via aérea quanto da via óssea, em um ou em ambos os lados.
4.1.3. São considerados não sugestivos de perda auditiva induzida por níveis de pressão sonora elevados os
casos cujos audiogramas não se enquadram nas descrições contidas nos itens 4.1.1 e 4.1.2 acima.
4.2. A interpretação dos resultados do exame audiômetro sequencial deve seguir os seguintes parâmetros:
4.2.1. São considerados sugestivos de desencadeamento de perda auditiva induzida por níveis de pressão
sonora elevados, os casos em que os limiares auditivos em todas as frequências testadas no exame
audiômetro de referência e no sequencial permanecem menores ou iguais a 25 dB (NA), mas a comparação
do audiograma sequencial com o de referência mostra uma evolução dentro dos moldes definidos no item
2.1 desta norma, e preenche um dos critérios abaixo:
a) a diferença entre as médias aritméticas dos limiares auditivos no grupo de frequências de 3.000, 4.000 e
6.000 Hz iguala ou ultrapassa 10 dB (NA);
b) a piora em pelo menos uma das frequências de 3.000, 4.000 ou 6.000 Hz iguala ou ultrapassa 15 dB (NA).
4.2.2. São considerados, também sugestivos de desencadeamento de perda auditiva induzida por níveis de
pressão sonora elevados, os casos em que apenas o exame audiômetro de referência apresenta limiares
auditivos em todas as frequências testadas menores ou iguais a 25 dB (NA), e a comparação do audiograma
sequencial com o de referência mostra uma evolução dentro dos moldes definidos no item 2.1 desta norma,
e preenche um dos critérios abaixo:
a) a diferença entre as médias aritméticas dos limiares auditivos no grupo de frequência de 3.000, 4.000 e
6.000 Hz iguala ou ultrapassa 10 dB (NA);
b) a piora em pelo menos uma das frequências de 3.000, 4.000 ou 6.000 Hz iguala ou ultrapassa 15 dB (NA).
4.2.3. São considerados sugestivos de agravamento da perda auditiva induzida por níveis de pressão sonora
elevados, os casos já confirmados em exame audiômetro sequencial com o de referência mostra uma
evolução dentro dos moldes definidos no item 2.1 desta norma, e preenche um dos critérios abaixo:
a) a diferença entre as médias aritméticas dos limiares auditivos no grupo de frequência de 500, 1.000 e
2.000 Hz, ou no grupo de frequências de 3.000, 4.000 e 6.000 Hz iguala ou ultrapassa 10 dB (NA);
b) a piora em uma frequência isolada iguala ou ultrapassa 15 dB (NA).
4.2.4 Para fins desta norma técnica, o exame audiômetro de referência permanece o mesmo até o momento em
que algum dos exames audiômetros sequenciais for preenchido algum dos critérios apresentados em 4.2.1,
4.2.2 ou 4.2.3. Uma vez preenchido por algum destes critérios, deve-se realizar um novo exame audiômetro,
dentro dos moldes previstos no item 3.6.1 desta norma técnica, que será, a partir de então, o novo exame
audiômetro de referência. Os exames anteriores passam a constituir o histórico evolutivo da audição do
trabalhador.
5. Diagnóstico da perda auditiva induzida por níveis de pressão sonora elevados e definição da
aptidão para o trabalho.
5.1. O diagnóstico conclusivo, o diagnóstico diferencial e a definição da aptidão para o trabalho, na suspeita
de perda auditiva induzida por níveis de pressão sonora elevados, estão a cargo do médico coordenador do
PCMSO de cada empresa, ou do médico encarregado pelo mesmo para realizar o exame médico, dentro dos
moldes previstos na NR-7, ou, na ausência destes, o médico que assiste ao trabalhador.
5.2. A perda auditiva induzida por níveis de pressão sonora elevados, por si só, não é indicativa de inaptidão
para o trabalho, devendo-se levar em consideração na análise de cada caso, além do traçado audiômetro ou
da evolução sequencial de exames audiômetros, os seguintes fatores:
a) a história clínica e ocupacional do trabalhador;
b) o resultado da otoscopia e de outros testes audiológicos complementares;
c) a idade do trabalhador;
e) os níveis de pressão sonora a que o trabalhador estará, está ou esteve exposto no exercício do trabalho;
f) a demanda auditiva do trabalho ou da função;
g) a exposição não ocupacional a níveis de pressão sonora elevados;
h) a exposição ocupacional a outro (s) agente (s) de risco ao sistema auditivo;
i) a exposição não ocupacional a outro (s) agentes de risco ao sistema auditivo;
j) a capacidade profissional do trabalhador examinado;
k) os programas de conservação auditiva aos quais tem ou terá acesso ao trabalhador.
6. Condutas Preventivas
6.1. Em presença de trabalhador cujo exames audiômetro de referência se enquadre no item 4.1.2, ou algum
dos exames audiômetros sequenciais se enquadre no item 4.2.1 ou 4.2.2 ou 4.2.3, o médico coordenador do
PCMSO, ou o encarregado pelo mesmo do exame médico, deverá:
a) definir a aptidão do trabalhador para a função, com base nos fatores ressaltados no item 5.2 desta norma
técnica;
b) incluir o caso no relatório anual do PCMSO;
c) participar da implantação, aprimoramento e controle de programas que visem a prevenção da progressão
da perda auditiva do trabalhador acometido e de outros expostos ao risco, levando-se em consideração o
disposto no item 9.3.6 da NR-9;
d) disponibilizar cópias dos exames audiômetros aos trabalhadores.
6.2. Em presença de trabalhador cujo exame audiômetro de referência se enquadre no item 4.1.3, ou que
algum dos exames audiômetros sequenciais se enquadre nos itens 4.2.1.a, 4.2.1.b, 4.2.2.a, 4.2.3.a ou 4.2.3.b,
mas cuja evolução foge dos moldes definidos no item 2.1 desta norma técnica, o médico coordenador do
PCMSO, ou o encarregado pelo mesmo do exame médico, deverá:
a) verificar a possibilidade da presença concomitante de mais de um tipo de agressão ao sistema auditivo;
b) orientar e encaminhar o trabalhador para avaliação especializada;
c) definir sobre a aptidão do trabalhador para função;
d) participar da implantação, aprimoramento, e controle de programas que visem a prevenção da progressão
da perda auditiva do trabalhador acometido e de outros expostos ao risco, levando-se em consideração o
dispositivo no item 9.3.6 da NR-9.
e) disponibilizar cópias dos exames audiômetros aos trabalhadores.
A atuação preventiva com os trabalhadores é capaz de mudar a incidência das perdas auditivas em ambientes
ruidosos. Os trabalhadores precisam ser motivados e educados para prevenir e conservar a sua audição.
As ações educativas serão fundamentadas nas necessidades apontadas, tanto por meio da investigação do
trabalho como de estudo do perfil auditivo.
As elaborações das atividades que serão desenvolvidas devem seguir uma hierarquia de necessidades já
identificadas, priorizando-se as urgências.
AÇÕES
Informar a todos sobre os efeitos danosos do ruído;
Descrever como a perda auditiva ocorre e como a proteção deve ocorrer;
Conscientizar sobre a importância de prevenir a perda auditiva e o uso adequado e correto dos
protetores auriculares;
Informar claramente o que o PCA deseja realizar;
Definir os benefícios para o trabalhador e empresa.
MAR
NOV
NOV
AGO
OUT
MAI
ABR
JUN
DEZ
JAN
FEV
SET
JUL
Realizar exames médicos ocupacionais, atentando para o risco Durante toda a vigência, conforme o
auditivo. vencimento dos ASO’s.
Fornecer os Protetores Auditivos, para realizar o trabalho com Durante toda a vigência, conforme a
segurança. admissão.
Elaboração do Programa de Conservação Auditiva. Análise dos x
exames audiométricos realizados no período de vigência.
Realizar apresentação do PCA aos colaboradores x
Ministrar palestra sobre proteção auditiva X x
Ministrar palestra sobre o risco do ruído X
Revisar o PCA
OBS: O PCA deverá ser revisado anualmente ou sempre que houver mudança de atividades com exposição a riscos
diferentes.
Conclusão
Tendo ciência da gestão (2026/2027), há conotação para efetivação de 100% dos parâmetros preventivos
contidos no PCA. Diante a verificação do levantamento ambiental do PGR, há necessidade de ser mantidas
as proteções e parâmetros preventivos no PCA, PGR e PCMSO. Diante dos recentes parâmetros o nível de
conscientização e proteção do trabalhador só tende a crescer no que se refere a segurança ocupacional.
23. ENCERRAMENTO
Este PCA - Programa de Conservação Auditiva possui páginas digitas, numeradas sequencialmente em ordem
crescente, sendo a última folha assinada.
____________________________________________________________________
Responsavel pela elaboração
Representante da empresa
24. ANEXOS
ABAFADOR-3M
Passe uma das mãos de trás da cabeça e puxe levemente a parte superior
da orelha e, com a outra mão, introduza o protetor no canal auditivo.
Com as mãos limpas, aperte e role o protetor entre os dedos até obter o
menor diâmetro possível.
Para facilitar a colocação, puxe a orelha para cima como feito com o
protetor reutilizável e coloque-o no canal auditivo.
Usando o dedo indicador mantenha-o nesta posição (aproximadamente
por 30 segundos) até que ele tenha se expandido.
Abafadores
Alinhe a altura das conchas de acordo com o tamanho de sua cabeça, de
modo que as conchas cubram completamente o ouvido.
Retire o excesso de cabelo que estiver entre o abafador e o ouvido.
Certifique-se de que a vedação é satisfatória, sem a interferência de
objetos como elástico de Respiradores ou armação de óculos, de modo a
obter melhor desempenho.
As conchas devem ficar alinhadas verticalmente de modo a proporcionar
a melhor vedação.
Nunca utilize com as conchas viradas para trás.
ANEXO 2 – QUESTIONÁRIO
1. Tenho conhecimento que a perda auditiva pode trazer outros danos a minha saúde? Si sim, cite dois
exemplos.
[ ] Sim [ ] Não
2. Tenho conhecimento que o ruído pode trazer dano a audição, e que também pode afetar outras aérea
de minha saúde? Si Sim, cite dois exemplos.
[ ] Sim [ ] Não
Data