O ensaio de Henri Bergson explora a natureza do cômico e do riso, argumentando que a comicidade é intrinsecamente humana e surge em contextos sociais. Bergson destaca que o riso requer uma certa anestesia emocional e é mais eficaz em grupos, onde a inteligência se afasta da sensibilidade. O autor propõe que o cômico é resultado de uma rigidez mecânica em situações que exigem flexibilidade, refletindo a condição humana em interação com o ambiente social.