UNIVERSIDADE POLITECNICA
Escola Superior de Estudos Universitários de Nampula- ESEUNA
Curso: Engenharia Eléctrica
II semestre Vespertino
Cadeira: História do Pensamento Economico
Tema da pesquisa: Analise da economia em Moçambique na idade contemporânea
Discente:
Nelson Salomão Bulafo
Prof˚ Doutor: Inácio Tarcísio
Nampula, Novembro de 2023
1.
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UNIVERSIDADE POLITECNICA
Escola Superior de Estudos Universitários de Nampula- ESEUNA
Tema da pesquisa: Analise da economia em Moçambique na idade contemporânea
Este trabalho da cadeira de
Discente: Pensamento Economico é de carácter
Nelson Salomão Bulafo avaliativo.
Prof˚ Doutor: Inácio Tarcísio
Nampula, Novembro de 2023
Indice
1. Introdução.................................................................................................................................2
1.1. Objectivos:........................................................................................................................2
1.1.1. Objectivo Geral..........................................................................................................2
1.1.2. Objectivos específicos...............................................................................................2
2. Economia moçambicana contemporânea.................................................................................3
2.1. Restruturação da Económica Colonial: 1965-1974..........................................................3
2.2. Destruição da Economia de Mercado: 1975-1984............................................................4
2.3. Retorno a Economia de Mercado Capitalista: 1985-94....................................................4
2.2.1. O nível mais baixo de sempre da crise Económica: o ano 1993...............................4
3. Concentração e desarticulação da base produtiva e comercial e do investimento...................5
4. Concentração da produção.......................................................................................................6
5. Conclusão...............................................................................................................................11
6. Referências bibliográficas......................................................................................................12
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1. Introdução
A experiência económica de Moçambique é frequentemente apresentada como um
exemplo de sucesso na promoção de rápido crescimento com estabilização e redução da
pobreza. O grau e a robustez do sucesso económico moçambicano são determinados pela
magnitude das taxas de variação, isto é, por quanto é que a economia cresce e a pobreza
reduz, e por quão estáveis são (ou por quão pouco variam) os indicadores monetários,
chave da abordagem monetarista de estabilização (inflação, reservas internacionais e taxa
de câmbio). Este sucesso é geralmente explicado pela prudência das políticas monetárias
e fiscais do Governo de Moçambique (GdM) e pelo crescente incentivo ao sector privado.
O grau de prudência monetária e fiscal é avaliado pelo enfoque de tais políticas na
estabilização monetária de curto prazo, nomeadamente no controlo da massa monetária e
do défice fiscal, através da utilização de vários instrumentos: as reservas obrigatórias dos
bancos, as reservas externas, a esterilização da ajuda externa, a emissão de títulos e
obrigações do tesouro para financiar o défice fiscal e enxugar a liquidez da economia,
entre outros. O grau de incentivo ao sector privado é determinado pela magnitude da
liberalização económica, privatização de activos e redução dos custos de transação,
através da remoção ou redução das chamadas barreiras ao livre negócio como o
licenciamento, exigências de informação sobre os investidores, protecção laboral, entre
outras.
2.1. Objectivos:
2.1.1. Objectivo Geral
Conhecer o historial da economia moçambicana contemporânea.
2.1.2. Objectivos específicos
Saber descrever o que impulsionou a economia contemporânea moçambicana;
Saber descrever os produtos que avançaram com a economia contemporânea
moçambicana;
Descrever a economia contemporânea moçambicana.
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2. Economia moçambicana contemporânea
2.1. Restruturação da Económica Colonial: 1965-1974
De acordo com os dados, a ultima década do regime colonial foi e continua a ser o período de
maior crescimento económico alguma vez alcançado em Moçambique. Pelo menos nas
últimas cinco décadas. Este crescimento económico esta claramente ilustrado nos gráficos
nos quais o ano de 1973 se destaca como nível de rendimento maior de sempre na economia
de Moçambique.
O projecto do IV Plano de Fomento (Presidência do Conselho 1973: 67) referia que no inicio
da década de 1960 as Nações Unidas classificaram Moçambique em oitavo lugar, numa lista
de 36 estados da cintura intertropical africana. Segundo (Silva, 1966. Pag263) também
referem que as Nações Unidas estimaram o PIB per capita em 139 US dólares para 1962,
contra uma média total de 121 dólares para toda a África. Estes valores correntes não são
imediatamente comparáveis, devido aos efeitos da inflação, mas considerando o PIB per
capita a preços de 1975, significaria cerca de 251 a 265 US dólares entre 1960 e 1962.
O crescimento económico foi conseguido através da viragem da industria e da economia
nacional para o mercado interno não foi um processo espontâneo; contou com uma
intervenção activa do Estado colonial nas estruturas locais, os conselhos e circunscrições,
onde o funcionalismo publico assumia funções não só de planeamento económico. Como
afirma Newitt, os Portugueses confrontavam-se com um problema que viria também a afectar
a governação da Frelimo depois da independência:
A opção do Estado colonial foi recorrer ao trabalho forçado, ao cultivo de culturas forçadas e
o sistema de cadernetas para o controlo do movimento migratório (Bruck 1997; CEA
1982:10; Gentili 1999; Mondlane 1977: 77-103; Newitt 1997: 407-410).
E aqui reside um dos principais factores da ruína da economia colonial: a marginalização da
maioria da força de trabalho dos benefícios do crescimento económico. As confrontações dos
dados dos gráficos estatísticos surgem as alterações substanciais na estrutura da produção,
entre 1962 e 1973, não foram acompanhadas por mudanças idênticas na estrutura da força de
trabalho e de emprego. Enquanto a população ocupada no sector secundário se manteve
praticamente inalterada (3% tanto em 1962 como em 1973), a população ocupada no sector
primário diminuiu cerca de 3% e a do sector terciário aumentou em proporção idêntica.
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2.2. Destruição da Economia de Mercado: 1975-1984
No inicio da década de 1970 o PIB per capita de Moçambique era cerca de 70% do PIB
médio per capita da África Sub-saariana (ASS). Mas se o ano 1973 foi o pico do crescimento
económico de sempre em Moçambique, também foi o inicio da sua crise mais prolongada de
sempre.
Em 1975 o PIB real de Moçambique representava 71% do nível atingido em 1973. Nos anos
seguintes o Governo da Frelimo fixou os níveis económicos de 1973 como meta a atingir e
ultrapassar, o que representou uma grosseira subestimarão das implicações da ruptura na
estrutura económica e política que simultaneamente estava a implementar.
Ainda que se tenha conseguido conter a crise momentaneamente, em 1980 o PIB
representava apenas 80% do nível de 1975 e menos de 60% do nível de 1973. Uma década
depois da independência o PIB real tinha baixado para apenas um terço do nível atingido em
1973.
2.3. Retorno a Economia de Mercado Capitalista: 1985-94
2.2.1. O nível mais baixo de sempre da crise Económica: o ano 1993
Uma vez mais, vale a pena voltar aos aos Gráficos 3ª e 3b para apreciar a comporta da
economia e do padrão de vida que, em grande parte motivou a segunda grande restruturação
económica pós-independência, entre 1985 e 1994. O ano 1981 foi o melhor ano depois da
independência, mas foi também o início de uma deterioração económica ainda mais
acentuada do que a da primeira década da independência política.
Em 1978 o PIB, em volume e per capita, baixou para menos de 10%dos níveis de 1973. No
período 1987-89 o crescimento médio anual de cerca de 5%, para voltar a ser negativo até
atingir em 1993-95 os níveis mais baixos de sempre em cinco décadas: 5,4% em volume e
3,6% no padrao de vida relativamente a 1973. A despeito das variações devido a diferenças
metodológicas, esta evolução do crescimento económico é confirmada por diversos autores.
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3. Concentração e desarticulação da base produtiva e comercial e do investimento
Brum (1976) apresentou um dos primeiros estudos de um economista moçambicano a
fornecer uma descrição histórica e estrutural sistemática do desenvolvimento da economia
capitalista colonial em Moçambique, com enfoque no seu padrão de industrialização.
Este estudo classificou as indústrias em Moçambique em três categorias: (i) indústrias
orientadas para exportação, que consistem no semi-processamento de produtos primários
maioritariamente agrícolas e pesqueiros (pouco mais de um terço do sector manufactureiro e
80% das exportações em princípios dos anos 1970); (ii) indústrias orientadas para o mercado
doméstico mas dependentes de importações, que consistem na montagem final de produtos de
consumo com limitado valor acrescentado (pouco mais de 40% do sector manufactureiro) e
(iii) indústrias orientadas para o mercado doméstico mas baseadas em recursos locais (açúcar,
moagens de cereais e óleos alimentares), correspondendo a pouco menos de 25% do produto
industrial.
Este estudo identificou duas tendências interessantes no padrão industrial. Por um lado, as
indústrias que contribuíam com a maior proporção do valor industrial bruto tendiam a ter um
valor acrescentado industrial proporcionalmente menor que o médio das restantes indústrias.
Esta tendência pode ser explicada pela sua dependência de importações e por o seu contributo
se limitar à etapa final da produção (montagem final, acabamento ou mistura final de
componentes, que acrescenta pouco valor às componentes importadas). Por outro lado, a
proporção do valor acrescentado relativamente ao produto industrial bruto tendia a diminuir à
medida que a produção industrial se expandia.
Brum identificou três fraquezas estruturais fundamentais no padrão de industrialização em
Moçambique. Em primeiro lugar, o padrão de industrialização era excessivamente
especializado e concentrado. O semi-processamento de 10 produtos agrícolas representava
50% do produto industrial, e oito subsectores eram responsáveis por 85% desse mesmo
produto. Em segundo lugar, as ligações entre actividades, firmas e subsectores eram fracas,
limitadas e ocasionais por causa da fraqueza das indústrias de bens de capital e
intermediários. Finalmente, a expansão industrial, determinada pelo rápido crescimento da
indústria dependente e de acabamentos, estava concentrada nas duas maiores cidades com
grandes portos, Maputo e Beira por causa do rápido crescimento das importações, que
requeria a proximidade das indústrias a grandes portos marítimos, e por causa da
concentração populacional dos colonos, que eram o principal mercado de consumo para essas
indústrias, nessas cidades.
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O artigo de Brum é uma boa introdução para este debate pois, para além do seu contributo
geral para a caracterização do padrão de acumulação industrial, permite identificar algumas
consequências fundamentais deste tipo de expansão económica que se repetem ao longo da
história independentemente de quais são os produtos, firmas e sectores que predominam num
certo período. Em primeiro lugar, este tipo de expansão industrial depende do desempenho
das indústrias de exportação de produtos primários, as quais são vulneráveis à monopolização
e finanças dos mercados internacionais, são sujeitas a altas taxas de substituição determinadas
pelo progresso tecnológico e, pelas razões anteriores, enfrentam preços e mercados voláteis.
Portanto, quando a indústria expande as pressões macroeconómicas podem atingir ponto de
ruptura, provocando uma contracção da produção. Este processo de ajustamento gera a
segunda consequência intertemporal, nomeadamente a instabilidade da acumulação industrial
a médio e longo prazo, por causa dos constrangimentos macroeconómicos criados pela
estrutura produtiva e comercial. Finalmente, este padrão de acumulação industrial reforça a
dependência de fluxos externos de capital e de um leque limitado de produtos primários semi-
processados para exportação, o que tende a reproduzir o padrão de acumulação e a limitar as
opções de mudança e de disseminação do progresso tecnológico e a generalização do
aumento da produtividade [Brum (1976), Castel-Branco (2002a e 2004a), Wield (1977a) e
Wuyts (1989)].
4. Concentração da produção
A evidência fornecida pela estatística oficial demonstra que os problemas descritos por Brum,
em 1976, não só permaneceram como se aprofundaram. A produção industrial cresceu
significativamente, mas a sua composição concentrou-se ainda mais em torno de um pequeno
leque de produtos primários ao longo do tempo. Este processo de concentração foi acelerado
com a entrada em funcionamento da Mozal (fundição de alumínio).
O gráfico 1 mostra que, com a fundição de alumínio (Mozal) e o projecto de gás natural da
Sasol, a produção industrial bruta atingiu cerca de 41 biliões de meticais em 2007 (cerca de
18 vezes o produto industrial de 1959). Quando se excluem estes dois produtos, a produção
industrial bruta é de apenas 10 biliões de meticais (5 vezes a produção industrial de 1959).
Portanto, com a inclusão da Mozal e da Sasol (duas empresas e dois produtos primários,
empregando no total cerca de dois mil trabalhadores), o produto industrial bruto cresceu a
uma média anual de 6,5% entre 1959 e 2007, pelo que o produto industrial per capita
aumentou em média cerca de 4% por ano. Excluindo estes dois produtos, o produto industrial
bruto cresceu, no mesmo período, a uma média de 2,5% por ano, o que é semelhante à taxa
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de crescimento da população. Por outras palavras, excluindo a Mozal e a Sasol, o produto
industrial per capita estagnou no último meio século.
O gráfico 2 mostra as tendências dos principais subsectores industriais. Este gráfico exclui a
produção de alumínio para que seja possível visualizar o que está acontecendo com os outros
subsectores. Excluindo a metalurgia (fundição de alumínio), as indústrias com maior
crescimento são a alimentar, de bebidas e tabaco (com três produtos dominantes: cerveja,
açúcar e tabaco folha); a de minerais não-metálicos (cimento); e a química (gás natural). Nas
restantes indústrias há uma tendência para a estagnação ou colapso. Portanto, excluindo a
produção de alumínio, cinco produtos e aproximadamente uma dezena e meia de empresas,
com um total de pouco mais de vinte mil trabalhadores (mais de dois terços dos quais
trabalham na indústria açucareira), determinam o crescimento industrial. Logo, com o
alumínio incluído, cerca de 90% da produção industrial é feita por menos de duas dezenas de
empresas, que empregam menos de vinte e cinco mil trabalhadores.
Figure 1: Gráfico 1 da produção
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Figure 2: Gráfico 2 da produção
O gráfico 3 mostra a tendência para a concentração industrial a um nível mais desagregado.
Em 1959, três produtos (cerveja, farinhas e açúcar) representavam 25% do produto industrial
ou, segundo Brum (1976), 10 produtos agrícolas semi-processados representavam 50% do
produto industrial total e 8 subsectores contribuíam com 85% desse produto. Já em 2007,
alumínio e gás natural (dois produtos, dois subsectores e duas empresas, com cerca de dois
mil trabalhadores) representavam 75% do produto industrial total.
A entrada em funcionamento das explorações de areias minerais (ou pesadas) e de carvão
aumentarão ainda mais o grau de concentração da produção industrial em produtos primários
com limitado processamento. A análise da composição produtiva de cada um dos subsectores
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da indústria transformadora mostra as mesmas tendências de concentração. A tabela 1 resume
os níveis de concentração de cada um dos principais subsectores da indústria transformadora
(não estão incluídos os subsectores que contribuem com menos de 1% da produção industrial
– por exemplo, madeiras e mobiliário de madeira, papel e gráfica e instrumentos científicos).
Como se pode observar na tabela 1, dos onze principais produtos da indústria transformadora,
que representam cerca de 92% da produção industrial, seis (farinhas, cerveja, cimento,
alumínio, sacaria e produtos metálicos variados para consumo directo final) são intensivos
em importações e apenas um destes seis (alumínio) é produzido para exportação.
Dos onze produtos da tabela 1, cinco são estratégicos para exportação – alumínio, gás natural,
algodão, açúcar e tabaco – e destes cinco apenas o açúcar não é um produto primário simples
(embora não seja exportado completamente refinado, é processado para além da primeira fase
de semi-processamento). O alumínio é exportado em forma de lingotes que têm que passar
por uma fase de processamento antes de entrarem nas linhas de produção das indústrias a
jusante, fora do País, que produzem produtos de alumínio. O algodão é exportado como fibra
depois do descaroçamento; o gás natural é extraído e exportado por pipeline; e o tabaco é
exportado em folha.
Dos seis principais produtos para o mercado interno (açúcar, farinha, cerveja, sacaria,
cimento e produtos metálicos variados), apenas o açúcar (usado na indústria alimentar e
metalurgia) e o cimento (construção) servem como insumos para outras indústrias, e apenas o
açúcar tem um nível razoável de integração vertical (ligações intersectoriais a montante e a
jusante) na economia nacional por causa da integração vertical das empresas açucareiras.
Outra tendência ilustrada é a seguinte: no último meio século, apenas seis novos grupos de
produtos com relevância estatística foram introduzidos na produção industrial (cerâmicas,
vidro, derivados de petróleo, plásticos, alumínio e gás natural).
Destes seis produtos novos, quatro foram introduzidos ainda nos anos da década de 1960, três
já perderam qualquer significância estatística (cerâmicas, vidro e derivados de petróleo) e dos
restantes apenas alumínio e gás natural (ambos produtos primários em forma semi-processada
ou não processada) são altamente relevantes.
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Figure 3: Dados da Produção
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5. Conclusão
Moçambique, durante o período colonial, foi um dos maiores produtores de algodão, onde de
acordo com os investigadores do CEA, a sua produção, devido ao carácter retrógrado da
economia colonial portuguesa, estava baseada em formas de exploração da mão-de-obra e
trabalho forçado. Os desafios do pós-independência, no entanto, implicavam a constituição de
novas formas de produção colectiva em todas as unidades de produção.
Este resultado da investigação é confirmado pela tendência ascendente, ao longo dos últimos
anos, do número de agricultores de algodão e de áreas de cultivo de algodão.10 A tendência
pode ser justificada pelo facto de o algodão ser a única actividade geradora de rendimento
com redes de insumos, mercado e serviços de extensão criados e mercado garantido em
Morrumbala e nas regiões adjacentes. Esta situação poderá alterar-se caso sejam introduzidas
outras culturas de rendimento que tenham rendimentos acima dos do algodão e, possam dessa
forma concorrer com aquela cultura.
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6. Referências bibliográficas
Carlos Nuno Castel-Branco
[Link]
Discussion Papers
(Artigos em processo de desenvolvimento/debate. Colecção descontinuada e
substituída pela série “Cadernos IESE”)
Luís de Brito
[Link]
Voto_Abstencao_e_Fraude_em_Mocambique.pdf
Carlos Nuno Castel-Branco
[Link]
DesenvRural_Mocambique.pdf
Sérgio Inácio Chichava
[Link]
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