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2PLIXTU

O documento discute a evolução das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), destacando seus impactos na educação e na comunicação, além de abordar a convergência digital e os conversores de sinais. A evolução das TICs, incluindo a transição da TV analógica para digital e o desenvolvimento da internet móvel, trouxe acessibilidade e novas metodologias de ensino. O texto também analisa as gerações de internet móvel, desde 1G até 4G, e os desafios enfrentados no Brasil para a implementação dessas tecnologias.

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O documento discute a evolução das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), destacando seus impactos na educação e na comunicação, além de abordar a convergência digital e os conversores de sinais. A evolução das TICs, incluindo a transição da TV analógica para digital e o desenvolvimento da internet móvel, trouxe acessibilidade e novas metodologias de ensino. O texto também analisa as gerações de internet móvel, desde 1G até 4G, e os desafios enfrentados no Brasil para a implementação dessas tecnologias.

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Em se tratando de informação e comunicação, podemos conceituar tecnologia como tudo aquilo

que leva alguém a evoluir, melhorando e simplificando a forma de o ser humano realizar suas
tarefas. As TICs evoluíram de forma surpreendente com o passar dos séculos. Desde o princípio da
comunicação, através de sinais, podemos notar a sua evolução tecnológica. Não devemos
confundir as tecnologias com as novidades da última geração de tecnologias, pois a tecnologia se
constituiu juntamente com toda a evolução da humanidade. A evolução das TICs trouxe grandes
benefícios ao homem, principalmente no que diz respeito à educação. Nessa área, foram inseridas
novas tecnologias que proporcionaram o surgimento de meios e fins na criação, no comparti
lhamento e na busca por conhecimento. O fato marcante dos benefícios que essa evolução trouxe
foram os computadores, hoje presentes na maioria das escolas brasileiras. A partir da criação dos
computadores, a educação evoluiu a passos largos. Nos dias atuais, com o advento da internet e
vários dispositivos computacionais, a informação e a comunicação tornaram-se acessíveis a toda a
sociedade, independentemente da localização geográfica ou da classe social. A tendência é de que
a adoção de TICs ocorra largamente em todas as áreas de automatização da ação humana, indo
além das fronteiras da educação. A utilização de TICs cresce a cada dia em diversas vertentes, seja
na indústria, segurança, educação e comunicação social. A comunicação também é responsável
por grandes avanços, devido à troca de informações e à experiência por meio da tecnologia.
Podemos destacar, nesse avanço, as novas formas e metodologias que surgiram no ensino, como,
por exemplo, a educação a distância, em expansão no Brasil. Em um ambiente empresarial, os
objetivos são comuns para um grupo de indivíduos de uma determinada organização. Com isso, a
necessidade de comunicação aumenta consideravelmente. Nas empresas, existem barreiras
culturais, sociais, tecnológicas, geográficas, temporais, entre outras, que tornam a comunicação
uma tarefa complexa. É nesse ambiente corporativo que a evolução tecnológica surge, a fim de
amenizar, a cada dia, tais barreiras. Segundo Lévy (1993), novas maneiras de pensar e de conviver
estão sendo elaboradas no mundo das telecomunicações e da informática. Tais maneiras tornam,
as relações entre os homens, simples e acessíveis a todos, promovendodispositivo exercia as
mesmas funções. Esse cenário se dava pela falta de mecanismos de convergência entre as
tecnologias e de padronização entre dispositivos, o que gerava uma grande dor de cabeça aos
usuários, que, quando necessitavam utilizar várias funções, precisavam adquirir vários dispositivos.
A partir dessa problemática, surgiu o conceito de convergência digital, tecnologia amadurecida no
decorrer da evolução em TICs. De acordo com o Instituto Nacional para Convergência Digital
(INCoD), a convergência digital pode ser definida como o fenômeno da migração de funções para
um único dispositivo, como, por exemplo, um aparelho de celular com diversas funcionalidades,
acesso à internet, TV digital, envio de SMS, além de realizar ligações. Podemos definir convergência
digital como a integração de mídias que se convergem para interagir em um único dispositivo (TV,
rádio, telefones móveis), sem a necessidade de migração de dispositivos. No modelo analógico, a
transmissão de dados e a convergência entre diferentes plataformas eram complexas. O oposto
ocorre no modelo digital, no qual tudo se resume em um conjunto de bits (0 ou 1), podendo ser
sincronizado e compartilhado entre vários aparelhos digitais, o que facilita a convergência. Os
aparelhos digitais têm em comum a mesma linguagem de comunicação, toda ela baseada na
linguagem binária. Além disso, é preciso ter uma largura de banda suficiente para suportar tantos
dados trafegando ao mesmo tempo. Outro critério que possibilitou a convergência digital para a
utilização em distintos dispositivos foi a adoção de protocolos de comunicação na forma de
padrões abertos. A partir destes protocolos, foram definidas a sintaxe, a semântica e a forma de
sincronização dos elementos na internet. Dessa forma, é possível que diferentes equipamentos e
plataformas consigam se comunicar (LEON, 2009). 2.4.1 Conversor Conversor é todo equipamento
capaz de receber um sinal em uma deter minada codificação e transformar este sinal em outra
codificação, tornando possível, assim, que um sinal seja interpretado por dispositivos que não
foram desenvolvidos especificamente para interpretar tal sinal. Um exemplo são os conversores de
sinais de TV, tanto de digital para analógico como de analógico para digital. [Link] Conversor
Digital-Analógico (D/A) De acordo com o site oficial da TV digital brasileira, conversor digital é o
aparelho capaz de transformar o sinal digital em analógico, com o objetivo de que televisores de
tubo (CRT) ou televisores que não possuem conversor digital integrado possam exibir a
programação da TV digital. Os conversores e-Tec Brasil 30 Tecnologias da Informação e da
Comunicação disponíveis no mercado possuem saída digital HDMI compatível com os tele visores
de LCD, plasma ou LED. Os conversores digitais externos apresentam algumas vantagens, sendo
que uma das principais é o custo. Normalmente, um conversor externo custa menos que uma TV
com conversor integrado. Outra vantagem é que, em alguns casos, o conversor externo é capaz de
receber atualizações de software, como, por exemplo, novos conceitos de interatividade, e
também pode ser encaminhado para reparos de forma simples, por ser independente da TV. Vale
salientar que o conversor digital não será responsável pela nitidez das imagens. A nitidez será
proporcional à resolução da tela da TV: quanto maior for o número de linhas e colunas, melhor
será a definição e qualidade das imagens. Dessa forma, para ter imagens em alta definição (HD), é
necessário que o televisor também esteja habilitado para receber e exibir esta imagem e que o
conversor esteja ligado à TV por meio de um cabo HDMI. Podemos citar, como exemplo de
conversor digital, o conversor ISDB-HD. [Link] Conversor Analógico-Digital (A/D) O conversor
analógico-digital (A/D) é um dispositivo capaz de transformar um sinal analógico em um sinal
digital. Os conversores A/D são bastante utilizados na interface entre os dispositivos digitais e em
dispositivos analógicos, nos quais são usados em leitura de sensores e digitalização de áudio e
vídeo. Podemos citar algumas atividades diárias que fazem uso desse conversor, como, por
exemplo, a utilização de um scanner, pelo qual o usuário captura uma imagem, grava sua voz ou
usa solução de voz sobre IP. Resumo Nessa aula, aprendemos os principais conceitos sobre TV
digital e convergência digital. Foi possível identificar as principais tecnologias que compõem o
SBTVD, passando pela história da TV analógica e digital no Brasil e no mundo. Vimos quais as
principais vantagens e benefícios proporcionados pela tec nologia da TV digital, como a melhoria
na qualidade de imagem e som e no custo-benefício da utilização de conversores digitais externos
em relação aos conversores integrados aos televisores mais modernos. Pudemos perceber,
também, que, no Brasil, a TV digital ainda não está dispo nível para todos, mas, considerando o
avanço da tecnologia digital, podemos prever que, em breve, todas as regiões brasileiras terão
acesso ao sinal digital. 31 e-Tec Brasil Aula 2 - TV digital e convergência digital Atividades de
aprendizagem 1. O que é TV digital? 2. O que muda com a tecnologia da TV digital em relação à
tradicional tec nologia analógica? 3. Como as TVs de tubo conseguem receber o sinal da TV digital?
4. É possível receber sinal digital pelo celular? 5. O que é o Ginga? 6. A TV digital é de alta
definição? e-Tec Brasil 32 Tecnologias da Informação e da Comunicação Aula 3 – Internet móvel
Objetivos Entender o funcionamento das tecnologias de internet móvel, suas principais vantagens
e desvantagens em relação ao seu uso. Conhecer as três tecnologias emergentes da atualidade em
internet móvel (3G, 4G e 5G). Conhecer a história da internet móvel. 3.1 Considerações iniciais De
acordo com Tanenbaum; Wetherall (2011), a internet não é uma rede, mas sim um conjunto de
redes diferentes que utilizam certos protocolos comuns e fornecem serviços comuns. A internet é
um sistema bastante incomum, por não ter sido planejado nem controlado por ninguém. Dentro
do conjunto de redes mencionado por Tanenbaum; Wetherall (2011), encontram-se as redes
móveis, que serão o objeto de estudos nesta aula. A internet móvel surgiu com a crescente
necessidade de portabilidade, advinda da evolução das TICs. A demanda por portabilidade cresce a
cada dia, exigindo cada vez mais das tecnologias de internet móvel. Ela permite aos usuários, além
de ligações em dispositivos móveis, verificar e-mails, trocar mensagens e acessar a internet em
movimento, seja no carro, no avião, de bicicleta ou até mesmo em lugares geograficamente
remotos, mas que são cobertos por sinal de telefonia. O sistema de telefonia móvel é utilizado
para a comunicação remota de dados e voz. Os dispositivos móveis passaram por três gerações
distintas e hoje se encontram na quarta geração. Estas gerações são conhecidas como 1G (voz
analógica), 2G (voz digital e dados), 3G (voz digital e dados) e 4G. Atualmente, estamos
vivenciando a quarta geração (4G) (TANENBAUM; WETHERALL, 2011). É importante salientar que
não podemos confundir internet móvel com internet sem fio (wireless). Esta última possui uma
base fixa, de onde é transmitido o sinal para comunicação; já a internet móvel não possui uma
base fixa (http:// [Link]). e-Tec Brasil 33 Aula 3 - Internet móvel e-Tec Brasil 3.2
Internet 1G e 2G A tecnologia de rádio para celulares surgiu nos Estados Unidos durante os anos
80, com o lançamento da rede de celular AMPS (Advanced Mobile Phone Service). Ela usava o
FDMA (Frequency Division Multiplexing Access) para transmitir voz através do sinal analógico. É
considerada a primeira geração móvel (1G) ([Link] A segunda geração
(2G) surgiu na década de 90, quando as operadoras móveis implantaram dois padrões
concorrentes de sinal digital para voz: o GSM (Global System for Mobile Comunications) e o CDMA
(Code Division Multiple Access). É nessa época que surgiu o celular no Brasil, apesar de que ele só
ficaria popular a partir do ano 2000 ([Link] Por isso, o 2G é muito
conhecido em terras tupiniquins. Por aqui, a única grande operadora a adotar o CDMA foi a Vivo,
enquanto Oi, Tim, Claro e Brasil Telecom (comprada pela Oi) adotaram o GSM. Ambas as
tecnologias transmitem voz e dados. Anos depois, a Vivo abandonou o CDMA frente à
popularização do GSM no Brasil e hoje não utiliza mais a tecnologia. No mundo todo, apenas os
Estados Unidos e alguns países da Ásia utilizam o CDMA ([Link] [Link]). 3.3
Internet 3G A história da internet móvel iniciou com a evolução da telefonia móvel, pri meiramente
pela transmissão de voz analógica e, em sua segunda fase, de voz digital. Com a terceira geração,
denominada 3G, surgiu a internet móvel e começaram as transmissões de dados e voz digitais. A
partir da tecnologia 3G, tornou-se possível o acesso à internet via dispositivos móveis de qualquer
localidade que tenha cobertura de sinal 3G. A terceira geração da mobilidade (3G) conta com
diversos fatores que impulsio nam o seu crescimento, como, por exemplo, o tráfego de dados, que
já supera o tráfego de voz na rede fixa e está crescendo exponencialmente, enquanto o tráfego de
voz está se mantendo estabilizado. O desenvolvimento e a evolução dos dispositivos móveis
impulsionam a utilização da internet móvel. Um bom exemplo desse tipo de dispositivo são os
celulares smartphones, que, além de executarem as funções tradicionais de comunicação por voz,
permitem que o usuário acesse a internet, mesmo estando em movimento. A tecnologia 3G já é
utilizada por cerca de 15 % dos usuários de dispositivos móveis no mundo. Na América do Norte e
na Europa, cerca de um terço dos e-Tec Brasil 34 Tecnologias da Informação e da Comunicação
usuários de dispositivos móveis já utilizam a tecnologia 3G. O primeiro país a adotar esta
tecnologia foi o Japão, onde hoje quase 100 % dos dispositivos móveis são 3G. As operadoras
deram seus primeiros passos de forma cautelosa em direção à tecnologia 3G; em muitos casos,
ofereciam na verdade apenas 2,5G. Embora as redes 3G ainda não estejam plenamente
desenvolvidas e implantadas em todo o planeta, alguns pesquisadores consideram esta tecnologia
como um trabalho encerrado. Muitos já estão trabalhando com a quarta geração da internet
móvel, o 4G. Segundo Sganzerla; Ruker (2010), a tecnologia de internet móvel 3G veio ao mercado
com o objetivo de substituir as redes IEEE 802.11, conhecidas também como Wi-Fi ou WLAN. O
motivo para esta substituição é o pequeno alcance dos sinais das WLANs, limitando a mobilidade
do usuário que queira permanecer conectado. A seguir, a Figura 3.1 apresenta uma analogia entre
a evolução da comunicação móvel e a evolução humana. Figura 3.1: Rede 3G Fonte: CTISM
Principais motivos para o desenvolvimento da tecnologia 3G: • A quantidade de dispositivos que
suportam a tecnologia está aumentando. • A internet 3G proporciona maiores taxas de
transmissão de dados e melhor qualidade nos serviços de voz• Banda larga móvel no computador
e em qualquer dispositivo móvel que suporte a tecnologia 3G. • Serviços de dados em
smartphones. • Serviços de teleconferência, acesso a e-mail, busca e navegação na web, por meio
de aparelhos celulares. • Sistema de localização integrado. Desvantagens da tecnologia 3G: • Taxas
caras de entrada para o serviço de licença 3G. • Diferenças entre termos de licença e produto
entregue. • Falta de apoio do governo na implementação da infraestrutura necessária. • Despesa
dos aparelhos 3G, que ainda são caros no Brasil. • Falta de cobertura de qualidade em todo o
território nacional. • Alta dos preços dos serviços móveis em alguns países, como, por exemplo, o
acesso à internet. 3.3.1 Internet 3G no Brasil No Brasil, a internet 3G começou a ser oferecida em
2004, pela operadora de telefonia Vivo. A tecnologia era a Evolution Data Optimized ou CDMA
1xEV-DO. A velocidade atingida por essa tecnologia, no início, era de até 2 Mbps (Megabits por
segundo). Contudo, a cobertura ainda era parcial, limitada a grandes cidades. Em muitas delas,
inclusive, era comum encontrar apenas alguns bairros com o sinal 3G. No Brasil, os principais
desafios para a tecnologia foram o alto custo da infraestrutura e a falta de investimento por parte
do governo (SGANZERLA; RUKER, 2010). 3.4 Internet 4G De acordo com Tanenbaum; Wetherall
(2011), a tecnologia 4G é conhecida também como evolução de longo prazo da tecnologia 3G, ou
LTE (Long Term Evolution). Alguns dos recursos propostos na tecnologia 4G incluem: e-Tec Brasil 36
Tecnologias da Informação e da Comunicação alta largura de banda; ubiquidade (conectividade em
toda parte); integração transparente com outras redes IP com e sem fios, incluindo pontos de
acesso 802.11; gerenciamento adaptativo de recursos espectros; e alta qualidade de serviços para
multimídia. O grande atrativo da tecnologia 4G é a integração de uma inúmera varie dade de
serviços disponíveis em um só local, o que garante uma redução de custos relativamente aos
ambientes 3G. Alguns dos serviços oferecidos pela rede 4G somente eram acessíveis em banda
larga fixa (TANENBAUM; WETHERALL, 2011). De acordo com Sganzerla; Ruker (2010), para que
todos esses serviços pro postos na tecnologia 4G funcionem, é necessário que seja implementada
a seguinte tecnologia: CDMA2000 1xEV-DO (Evolution Data Optimized), uma evolução do
CDMA2000 1X. Trata-se de uma tecnologia que oferece taxas de transmissão de dados de banda
larga, suportando aplicações com acesso à internet, download de músicas, vídeos e outras
aplicações de dados. As versões do CDMA 1xEV-DO são: • EV-DO Release 0 − proporciona taxas de
transmissão de dados com picos de 2,4 Mbps (downlink) e 153 Kbps (uplink). • EV-DO Revisão A −
aumenta as taxas de transmissão de dados para 3,1 Mbps (downlink) e 1,8 Mbps (uplink). A
Revisão A incorpora funcionali dades como baixa latência e QoS (Qualidade de Serviço). • EV-DO
Revisão B − permite a utilização de múltiplas portadoras e eleva as taxas de transmissão de dados
de 6,2 Mbps a 73,5 Mbps (downlink) e de 3,6 Mpbs a 27 Mbps (uplink). • OFDM/OFDMA
(Orthogonal Frequency Division Multiplexing Access) − é a tecnologia de comunicação wireless e
uma técnica de modulação que divide o espectro disponível em múltiplos canais de
radiofrequência (RF). No OFDMA, um único transmissor emite sinais ortogonais entre si em muitas
frequências independentes diferentes. O resultado é um sinal com alta resistência a interferências.
De acordo com a União Internacional de Telecomunicações (UIT), para que uma tecnologia seja
considerada 4G, ela deve ser reconhecida como um sistema IMT-Advanced (4G). Essa especificação
foi definida em 2010, quando a UIT 37 e-Tec Brasil Aula 3 - Internet móvel anunciou oficialmente a
LTE-Advanced e Wireless MAN-Advanced, parte do Wimax IEEE 802.16m, como tecnologias IMT-
Advanced (4G) (GOMES, 2012). A seguir, no Quadro 3.1, é apresentada a evolução da tecnologia
móvel. Quadro 3.1: Evolução da tecnologia móvel Geração Tecnologia Taxa de dados máx. teórica
(downlink) 3G WCDMA (UMTS) 2,0 Mbps HSPA 7,2/14,4 Mbps HSPA+ 21/42 Mbps Taxa de dados
máx. teórica (uplink) Taxa de dados média teórica Canalização (MHz) 474 Kbps 128-384 Kbit/s 5,76
Mbps 7,2/11,5 Mbps 1-10 Mbps 5 Tempo de latência (ms) Fonte: [Link] 250 5 ~70
3.4.1 Internet 4G no Brasil 5 ~30 4G LTE 100 Mbps 50 Mbps 20 ~10 LTE- Advanced 1,0 Gbps 0,5
Gbps 100

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