Estruturas morfológicas avançadas
Apresentação
Você sabe o que é um morfema? Morfema é a menor unidade linguística significativa. Não deve ser
confundido com a palavra, que é formada por morfemas. Essas unidades mínimas podem ser afixos
(prefixos e sufixos) ou a raiz, que é a parte principal da palavra. Os morfemas podem ser livres ou
presos. Os livres funcionam independentemente como palavras ou como parte de outras.
Morfemas presos não funcionam de forma independente, são sempre parte de palavras. Esses
morfemas presos podem ser derivacionais ou flexionais.
Nesta Unidade de Aprendizagem, você estudará os morfemas livres e presos, flexionais e
derivacionais e aprenderá a reconhecê-los.
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
• Identificar os morfemas derivacionais da língua inglesa.
• Relacionar os morfemas flexionais da língua inglesa.
• Reconhecer morfemas livres e presos no inglês.
Infográfico
Os morfemas são as menores unidades significativas que compõem as palavras e, dependendo de
suas características, recebem diferentes classificações.
Neste infográfico sobre morfemas, você verá uma síntese visual dessa terminologia e suas
subdivisões.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
Conteúdo do livro
A morfologia é a disciplina que trata dos morfemas, que são as menores unidades significativas da
língua. Os morfemas podem ser classificados como livres ou presos, de acordo com sua
possibilidade de existir de maneira independente ou não. Os morfemas presos podem ser
derivacionais ou flexionais, dependendo da modificação que trazem ao significado da palavra ou
apenas ao número, tempo, modo, aspecto ou caso.
No capítulo Estruturas morfológicas avançadas, da obra Oficina de textos em inglês avançado, você
será apresentado aos tipos de morfemas e suas classificações por meio de explicações e exemplos,
e aprenderá a identificá-los.
Boa leitura.
OFICINA DE
TEXTOS EM INGLÊS
AVANÇADO
Elisa Lima Abrantes
Estruturas morfológicas
avançadas
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Identificar os morfemas derivacionais da língua inglesa.
Relacionar os morfemas flexionais da língua inglesa.
Reconhecer os morfemas livres e presos no inglês.
Introdução
Morfologia é a parte da linguística que envolve o estudo da estrutura da
palavra e as relações sistemáticas existentes entre elas. É o estudo da estrutura
e da forma das palavras de uma dada língua, incluindo flexão, derivação e
o seu processo de formação. A palavra morfologia foi inicialmente empre-
gada nas ciências da natureza, como a biologia, a botânica e a geologia.
No entanto, desde a segunda metade do século XIX tem sido usada para
descrever o tipo de investigação que analisa todos os elementos básicos
usados numa língua. Na palavra morfologia encontram-se os elementos do
grego morfo (morphé, forma) e logia (estudo). Na linguística, morfologia é a
parte da gramática que descreve a forma das palavras, ou seja, a sua estrutura
interna, composta por partes, que são os morfemas. Os morfemas são os
elementos mínimos das emissões linguísticas que contêm um significado
individual (HOCKETT apud MONTEIRO, 2002, p. 13-14), ou seja, o morfema é a
menor unidade significativa de uma língua, portanto indivisíveis. Podem ser
lexicais, quando carregam significado extralinguístico, por exemplo, hand e
employed, e gramaticais, quando seu significado está relacionado apenas às
relações e categorias existentes na língua, como -ful (indicando quantidade)
e -un (indicando negação).
Além de lexicais ou gramaticais, os morfemas podem ser livres ou presos.
Quando existem de forma autônoma, são livres; quando não é possível que
se estabeleçam sem a presença de outros morfemas, são considerados
presos. Por exemplo, a palavra unbreakable engloba três morfemas: -un
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(morfema preso que significa “não”), break (morfema livre, raiz da palavra)
e -able (morfema livre, que significa o que pode ser feito). Nesse exemplo,
o morfema -un tem significado de negação, mas não pode existir se não
estiver ligado a outro morfema, portanto é preso. O morfema break é livre,
pois tem existência autônoma, assim como o morfema -able, que significa
o que pode ser feito.
Os morfemas presos, como você percebeu, sempre estarão acoplados a
morfemas livres, e são classificados em derivacionais ou flexionais, de acordo
com as modificações que trazem para esses morfemas aos quais se acoplam.
Neste capítulo, você vai se deter ao estudo dos morfemas, livres e presos,
derivacionais e flexionais, suas características e como identificá-los.
Morfemas derivacionais da língua inglesa
Os morfemas presos podem ser derivacionais ou flexionais de acordo com
as modificações que trazem para as palavras às quais se acoplam. Pois bem,
no processo de formação de palavras, ou seja, na criação de novas palavras a
partir de palavras existentes, temos a operação morfológica de derivação. Esta
se dá a partir do acoplamento de certos morfemas às palavras já existentes
na língua. Nesse processo, os morfemas podem se acoplar antes da raiz da
palavra, quando se denominam prefixos, ou após a raiz da palavra, denomi-
nados sufixos. Prefixos e sufixos recebem o nome de afixos. Veja os exemplos:
Impossible (prefixo in).
Likeable (sufixo able).
Raiz é o elemento original e irredutível em que se concentra a significação, o sentido
geral da palavra. Nas palavras de Saussure (1975, p. 216), raiz é o “elemento irredutível
comum a todos os vocábulos da mesma família”.
Os morfemas derivacionais sempre modificam o significado da palavra e,
por vezes, sua classe gramatical e categoria sintática. Por exemplo, na palavra
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unfairly, que apresenta dois morfemas derivacionais, -un e -ly, o morfema -un
modifica o significado do morfema fair, que é a raiz da palavra, formando
uma nova palavra, unfair, que é o oposto de fair. Por outro lado, o morfema
-ly transforma o adjetivo unfair em advérbio de modo, unfairly. Em inglês,
o morfema derivacional pode ser um prefixo ou um sufixo e a modificação
ocorrida na palavra variará se juntar-se a um ou outro.
Normalmente, o sufixo derivacional modifica a classe gramatical das
palavras envolvidas. Por exemplo:
O sufixo -ly, como você viu, transforma adjetivos em advérbios
(slow-slowly).
-ness transforma adjetivos em substantivos (slow-slowness).
-ize transforma adjetivos em verbos (modern-modernize).
-al transforma substantivos em verbos (recreation-recreational).
-fy transforma substantivos em verbos (glory-glorify).
-able transforma verbos em adjetivos (drink-drinkable).
-ance transforma verbos em substantivos (deliver-deliverance).
Já o prefixo derivacional não modifica a classe gramatical, mas apenas o
significado das palavras. Exemplos:
un- (healthy-unhealthy, do-undo).
re- (new-renew).
pre- (view-preview).
mis- (behave-misbehave).
sub- (way-subway).
A produtividade, ou a capacidade de formar novas palavras, dos morfemas
derivacionais pode ser desde muito limitada até bastante extensa, a depender de
serem preservados em poucas palavras e não usados para formar novas palavras, ou
se são encontrados em muitas palavras e, ainda, usados para criar novas palavras.
Um exemplo de sufixo improdutivo é o -th, como em warmth, width, depth
e wealth, enquanto um exemplo de sufixo produtivo é o -able, em available,
unthinkable, admirable ou honorable. Brinton (2000, p. 86) chama atenção para
o fato de que “[...] afixo se acopla a qual raiz é sempre um processo arbitrário e
imprevisível, não é uma questão de regra, e deve ser estabelecido para cada raiz
(como em um dicionário). Ou seja, a derivação é parte do léxico, não da gramática
de uma língua”. Veja a seguir no Quadro 1 alguns exemplos de palavras formadas
por derivação e as mudanças.
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Quadro 1. Palavras formadas por derivação e mudanças
Singer sing + er (verbo para substantivo)
Stupidity stupid + ity (adjetivo para substantivo)
Unreliable un + reliable (adjetivo para adjetivo)
Rewrite re + write (verbo para verbo)
Como você percebeu, os sufixos derivacionais alteram a classe das pala-
vras, além do seu significado. Já os prefixos derivacionais alteram apenas o
significado, sem alterar a classe gramatical. Chamamos de verbalização (tornar
verbo), substantivação (tornar substantivo), adverbialização (tornar advérbio)
e adjetivação (tornar adjetivo) os processos de transformação de categorias
gramaticais para outras.
Os afixos na língua inglesa são prefixos (posição anterior à raiz) e sufixos (posição
posterior à raiz). Em algumas línguas há a ocorrência de infixos (inseridos no meio das
palavras). No inglês contemporâneo, infixos são usados para fins humorísticos, como
im-bloody-possible, ou abso-blooming-lutely (BRINTON, 2000, p. 77). Acesse o link a seguir
para conhecer mais sobre este assunto, por meio de texto e áudio da Michigan Radio.
[Link]
Morfemas flexionais da língua inglesa
Os morfemas flexionais não criam novas palavras, mas são aqueles que in-
dicam relações gramaticais, como a indicação de número, gênero, pessoa,
tempo verbal, aspecto, comparativos, possessivos e superlativos. Aplicam-se
a todas as palavras de uma determinada classe. Por exemplo: os substantivos
são marcados quanto ao número e os verbos são marcados quanto à pessoa,
ao tempo e ao modo. Esses morfemas são limitados no sistema linguístico da
língua inglesa, admitindo apenas oito possibilidades: plural e indicação de
posse para substantivos, comparativos e superlativos para adjetivos, e para
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verbos temos as marcas de terceira pessoa do singular, passado, particípio e
aspecto progressivo.
Os morfemas flexionais só admitem sufixos, apenas um por palavra, e
quando adicionados não modificam o significado das palavras ou a sua classe
gramatical. Como sua função é estabelecer significado gramatical, esses sufixos
se posicionam sempre ao final da palavra, após a raiz e os sufixos derivacio-
nais. Veja no Quadro 2 a seguir exemplos de substantivos, adjetivos e verbos.
Quadro 2. Exemplos de substantivos, adjetivos e verbos
English inflectional morphemes Added to Examples
-s Plural Nouns She has got
two guitars.
-‘s Possessive Nouns Zeynep’s hair
is long.
-er Comparative Adjectives Zeynep has longer
hair than Derya.
-est Superlative Adjectives Zeynep has the
longest hair.
-s 3rd person Verbs Zeynep plays
singular the guitar.
present tense
-ed Past tense Verbs She played the
guitar at the party.
-ing Progressive Verbs She is playing the
guitar at the party.
-en Past participle Verbs She has taken the
guitar to the party.
Quando falamos She has got two guitars, no primeiro exemplo, não mo-
dificamos o significado da palavra guitar (violão) ou a sua classe gramatical
(substantivo), apenas o número é afetado.
Quando a forma flexionada de uma palavra e a própria palavra não são
cognatas, há uma irregularidade no paradigma (lista de formas flexionadas de
uma raiz) e temos o processo linguístico chamado supletismo. Como exemplo,
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vejamos o adjetivo tall. O paradigma desse adjetivo é o comparativo taller
e o superlativo tallest. Já o adjetivo good é irregular, pois o comparativo é
better e o superlativo best. A raiz da palavra varia de good para o morfema
preso bet. O mesmo ocorre com o verbo go, por exemplo, cujo passado é went,
particípio gone.
Um bom dicionário de inglês vai lhe ajudar na identificação dos morfemas, pois trazem
a divisão silábica, o que facilita entender a formação da palavra. Veja um exemplo
retirado do dicionário Longman on-line, disponível no link a seguir:
[Link]
Há uma diferença entre palavra e lexema, em linguística. Man, men, girl e girls são quatro
palavras diferentes, mas apenas dois lexemas, pois não há modificação semântica.
Men e girls são apenas a forma plural de man e girl. Lexema é, grosso modo, o verbete
do dicionário. Se men é apenas plural de man não há necessidade de outro verbete
para men.
Morfemas livres e presos no inglês
Como você já percebeu, os morfemas livres, ou independentes são aqueles
que carregam o significado de maneira autônoma, são sempre a raiz das
palavras, como boy, food, in e on. Esses morfemas ocupam uma posição
de grande potencial para a substituição. Podem se ligar a outros morfemas,
livres ou presos. Os morfemas que só ocorrem em combinação com outros
são chamados presos, como -ed, -s, -ing, -ful, im- e dis-. São afi xos, ou seja,
prefi xos e sufi xos, que se juntam aos morfemas livres para formar novas
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palavras (morfemas derivacionais) ou obedecer a uma relação gramatical
(morfemas flexionais).
O morfema é uma abstração e a sua realização concreta é o morfe, seg-
mento real dentro de uma palavra, representado foneticamente. E por que
essa diferença? Porque algumas vezes o morfema não tem uma realização
concreta, embora saibamos que ele existe. Nesse caso chamamos mor-
fema zero, pois não apresenta uma realização fonética ou explícita; não há
equivalente no nível do fonema. Por exemplo, como Brinton (2000, p. 76)
nos esclarece: “[...] o passado do verbo let consiste no morfema let com a
adição do morfema que marca o passado. Este não tem expressão concreta.
Ou o plural de fish, que seria {fish}+ {pl} e o plural não tenha realização
concreta”. A importância, portanto, de se distinguir morfema e morfe é que
nem sempre há uma correspondência exata entre um e outro, como no caso
do morfema zero, e os morfemas podem se combinar e serem realizados
concretamente de diversas maneiras.
A partir da distinção entre morfema e morfe pode se analisar uma pa-
lavra de duas formas: “morfologicamente, em morfes, e morfemicamente,
em morfemas, reconhecendo as unidades abstratas com sentido presente”
(BRINTON, 2000, p. 79). Examine os exemplos no Quadro 3.
Quadro 3. Exemplos de análises morfológica e morfêmica
Análise morfológica Análise morfêmica
Writers Writ/er/s – 3 morfes {write}+{er}+{pl} – 3 morfemas
Authors Author/s – 2 morfes {author}+{pl} – 2 morfemas
Mice Mice – 1 morfe {mouse}+{pl} – 2 morfemas
Teeth Teeth – 1 morfe {tooth}+{pl} – 2 morfemas
Man’s Man/s – 2 morfes {man}+{poss} – 2 morfemas
Men’s Men/s – 2 morfes {man}+{pl}+{poss} – 3 morfemas
Outra característica dos morfemas na língua inglesa é que são pronun-
ciados de forma diferente em diferentes contextos. Por exemplo, o tempo
verbal passado é concretizado de três maneiras: [t] em verbos que terminam
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em consoantes mudas (exemplo, jump), [d] em consoantes sonoras, vogais ou
ditongos (exemplo, play) e [id] em palavras terminadas em t ou d (exemplo,
root e wed). Ou seja, há diferença no som do morfema flexional [ed], mas
não no significado (passado simples); o mesmo acontece com o plural, que
pode ser realizado com som de [z] em palavras como twigs, [s] como em cats
ou [schwa z] como em busses. Essas realizações fonológicas de um morfema
são chamadas alomorfos, ou seja, variações de som de um mesmo morfema.
A alomorfia não se restringe à pronúncia, trata-se, muitas vezes, de uma
variação também na forma de um morfema.
Schwa é um som vocálico átono, neutro e não tonal muito comum na língua inglesa.
Seu símbolo no alfabético fonético internacional é [ə].
As palavras são classificadas como as frases. Palavras simples têm apenas uma raiz,
por exemplo hand; palavras complexas são constituídas por uma raiz e um ou mais
morfemas, como em handy; palavras compostas têm mais de uma raiz, como em
handbook, palavras compostas-complexas apresentam mais de uma raiz e morfemas
acoplados, como em handwriting.
Acesse a este interessante website com exercícios interativos de morfologia:
[Link]
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Veja alguns exemplos de formação de palavras.
Surely: morfema livre sure e morfema preso derivacional -ly que marca advérbio
de modo.
Helpful: morfema livre help e morfema preso derivacional -ful que indica quanti-
dade (cheio de).
Reading: morfema livre read e morfema preso flexional -ing indicando aspect pro-
gressivo do verbo.
Houses: morfema livre house e morfema preso flexional -s indicativo de plural.
BRINTON, L. J. The structure of modern English: a linguistic introduction. Amsterdam:
John Benjamins, 2000.
MONTEIRO, J. L. Morfologia portuguesa. Campinas: Pontes, 2002.
Leituras recomendadas
CARSTAIRS-MCCARTHY, A. An introduction to English morphology: words and their
structures. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2002.
MURRAY, T. E. The structure of English: phonetics, phonology, morphology. Boston:
Allyn and Bacon, 1995.
NIDA, E. A. Morphology: the descriptive analysis of words. 2. ed. Ann Arbor: The Uni-
versity of Michigan Press, 1970.
PLAG, I. Word-formation in English. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
ROSA, M. C. Introdução à morfologia. São Paulo: Contexto, 2000.
SAUSSURE, F. Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix, 1975.
UNIVERSITY OF BIRMINGHAM. Morphology exercises. 2017. Disponível em: <[Link]
[Link]/~pxc/nlp/InteractiveNLP/NLP_morph2.html>. Acesso em: 24 nov. 2018.
YULE, G. The study of language. Cambridge: Cambridge University Press, 1996.
Conteúdo:
Dica do professor
O conhecimento dos morfemas, que são as menores unidades significativas da língua, e do
processo de formação de palavras é importante tanto para enriquecer o vocabulário, no caso do
estudo do processo de derivação, quanto para a utilização correta das regras gramaticais na escrita
e na fala, quando se compreende bem o processo flexional. O processo de derivação é a adição de
morfemas para criação de novas palavras, e no processo flexional, morfemas são adicionados para
que a palavra se adeque à regra gramatical. A formação de palavras tanto cria novas palavras como
ajusta palavras para atender as necessidades gramaticais da língua.
Nesta Dica do Professor, você conhecerá os morfemas derivacionais e flexionais, bem como
exemplos que lhe ajudarão a compreender o seu funcionamento.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
Saiba mais
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
Linguistic Micro-Lectures: Allomorphs
Vídeo com boa explicação e exemplos de morfe e alomorfos.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
Morfemas livres e presos
Vídeo sobre morfemas livres e presos (bound and free), flexionais e derivacionais. Mostra uma
curiosidade (cramberry morpheme).
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
What is Morphology?
Resumo interessante sobre morfologia, morfemas e linguagem literária, da University College
Dublin na Irlanda .
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The Morpheme: Its Nature and Use
Artigo que discute a natureza do morfema, desde seu entendimento pelas correntes estruturalistas
até as teorias contemporâneas. Escrito na Universidade de Yale .
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.