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Ginástica Laboral

O documento aborda os fundamentos da ginástica laboral, destacando sua importância para a saúde física e mental dos trabalhadores em ambientes corporativos. Ele descreve diferentes tipos de ginástica laboral, seus objetivos e benefícios, além de sugerir atividades auxiliares que podem ser incorporadas a programas de ginástica laboral. A implementação eficaz desses programas requer conhecimento teórico e prático por parte dos profissionais responsáveis.

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Ginástica Laboral

O documento aborda os fundamentos da ginástica laboral, destacando sua importância para a saúde física e mental dos trabalhadores em ambientes corporativos. Ele descreve diferentes tipos de ginástica laboral, seus objetivos e benefícios, além de sugerir atividades auxiliares que podem ser incorporadas a programas de ginástica laboral. A implementação eficaz desses programas requer conhecimento teórico e prático por parte dos profissionais responsáveis.

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GINÁSTICA

LABORAL E
POSTURAL

Camila Machado Miguel


Fundamentos das
atividades desenvolvidas
na ginástica laboral
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:

 Diferenciar os tipos de ginástica laboral.


 Descrever os fundamentos básicos e didático-pedagógicos da gi-
nástica laboral.
 Analisar as atividades auxiliares desenvolvidas por meio da ginástica
laboral.

Introdução
As atividades de ginástica laboral vêm ganhando espaço no mercado
empresarial graças a seus efeitos benéficos sobre aspectos corporais,
sociais e psicológicos dos trabalhadores. Mas para que tais atividades
promovam os benefícios propostos aos funcionários de empresas de
diferentes segmentos, é preciso que os profissionais responsáveis pela
implantação do programa tenham bom entendimento sobre os funda-
mentos dessa prática, percebendo que se trata de um junção de uma
série de fatores, cada qual exigindo forte embasamento teórico com a
finalidade de sustentar sua aplicação.
Neste capítulo, você vai conhecer os fundamentos das atividades de-
senvolvidas na ginástica laboral, bem como as diferentes possibilidades de
utilização de atividades complementares para auxiliar no fortalecimento
do programa em cada empresa.
2 Fundamentos das atividades desenvolvidas na ginástica laboral

Subdivisões da ginástica laboral


Embora a modernidade tenha trazido enormes avanços tecnológicos e cada dia
mais se busque elevar a produtividade, isso também trouxe maiores desgastes
físicos, mentais e emocionais aos trabalhadores, conduzindo a um potencial
desequilíbrio. De todo modo, não foi apenas a modernidade que agravou esses
problemas; podemos citar também a falta de emprego e a elevação do custo
de vida, elementos que cada dia mais levam os profissionais a se sobrecarre-
garem, temendo perder o espaço que conquistaram arduamente no mercado
de trabalho (RIBEIRO; MONT'ALVÃO, 2005).
Para Polito e Bergamaschi (2003), a ginástica laboral pode ser uma inte-
ressante ferramenta para as instituições que reconhecem a interdependência
entre corpo e mente e que entendem que muitos funcionários trabalham sob
pressão. Afinal de contas, trata-se de uma alternativa simples e prática, capaz de
melhorar o estado psíquico dos seus praticantes e sua condição física frente ao
posto de trabalho e às relações existentes dentro da empresa de um modo geral.
Em certo sentido, a ginástica laboral pode ser vista como um repouso
ativo, que tira proveito das pausas regulares durante a jornada de trabalho
para exercitar os músculos correspondentes e relaxar os grupos musculares
que estão em contração durante o trabalho, tendo como objetivo a prevenção
da fadiga (POLITO; BERGAMASCHI, 2003).
Cabe salientar que as sessões de ginástica laboral podem se adaptar aos
objetivos dos alunos e se encaixar ao cronograma do expediente, sendo agen-
dadas naqueles momentos em que os funcionários relatam maior necessidade
de intervenção. Tendo em vista sua adaptabilidade e os diversos objetivos que
pode almejar, a ginástica laboral pode ser subdividida em diferentes tipos.
No Quadro 1, você encontra uma breve descrição dos objetivos da ginástica
laboral de acordo com sua classificação e algumas sugestões de como cada
abordagem funciona na prática.
Quadro 1. Classificação dos tipos de ginástica laboral em função dos seus respectivos objetivos

Classificação
de acordo
com objetivo Conceito Objetivos Exemplo de aplicação

Ginástica Com duração de aproximadamente Preparar o funcionário para sua Atividades lúdicas com música,
laboral 15 minutos, é realizada antes do jornada diária, aquecendo alongamento de estruturas que
preparatória início da jornada de trabalho. os grupos musculares que irão serão utilizadas no trabalho e
ser solicitados nas suas tarefas, dinâmicas de grupo motivacionais
despertando-os para que se sintam para começar o expediente.
mais dispostos ao iniciar o trabalho,
aumentando a circulação
sanguínea e a melhorando a
oxigenação dos músculos.

Ginástica Possui duração de aproximadamente Aproveitar as pausas para Atividades de alongamento


laboral 20 minutos, realizada durante a executar exercícios específicos ativo, em que o professor (ou
compensatória jornada de trabalho, interrompendo de compensação aos esforços um colega de trabalho, em
a monotonia operacional. repetitivos e às posturas inadequadas atividades em dupla) realiza o
nos postos operacionais. alongamento nos alunos. Atividades
de resistência de movimentos
com elásticos, borrachas etc.

(Continua)
Fundamentos das atividades desenvolvidas na ginástica laboral
3
4

(Continuação)

Quadro 1. Classificação dos tipos de ginástica laboral em função dos seus respectivos objetivos

Classificação
de acordo
com objetivo Conceito Objetivos Exemplo de aplicação

Ginástica Possui duração de aproximadamente Oxigenar as estruturas musculares Atividades de alongamento e


laboral de 20 a 30 minutos, sendo realizada após envolvidas na tarefa diária, evitando o respiração, acrescidas de músicas
relaxamento o expediente. É baseada em exercícios acúmulo de ácido lático e prevenindo suaves com a finalidade de
de alongamento e de respiração. possíveis instalações de lesões. desacelerar os funcionários.

Ginástica É a abordagem que procura encontrar Utiliza exercícios que têm a função Alongamentos que preconizam
laboral o equilíbrio muscular, distensionando de fortalecer os músculos fracos e manter certas posições por cerca de
corretiva as estruturas desgastadas. alongar os músculos encurtados. 15 a 20 segundos, com a finalidade de
Fundamentos das atividades desenvolvidas na ginástica laboral

recuperar as estruturas tensionadas


durante a jornada de trabalho.

Fonte: Adaptado de Polito e Bergamachi (2003).


Fundamentos das atividades desenvolvidas na ginástica laboral 5

No vídeo disponível no link a seguir, você pode encontrar mais informações sobre os
diferentes tipos de ginástica laboral e suas características definidoras.

[Link]

No link a seguir, você pode encontrar o artigo “Qualidade de vida no trabalho utilizando
a ginástica laboral”, que se aprofunda sobre os diferentes tipos de ginástica laboral e
sobre seus benefícios psicológicos, sociais e organizacionais.

[Link]

Fundamentos básicos da ginástica laboral


Os fundamentos básicos sobre a ginástica laboral incluem conhecimentos sobre
sua história, os principais conceitos sobre o termo e os benefícios potenciais da
implantação de seus programa de (LIMA; NOGUEIRA, 2017). Sendo assim,
faremos um apanhado desses elementos.
A ginástica laboral teve seu ápice a partir dos anos 1990, com a propagação
dos cursos sobre a prática no meio da educação física. Conceituada como
uma atividade física a ser realizada no ambiente de trabalho, preconizava
aos funcionários benefícios como relaxamento, recuperação de estruturas
corporais, motivação, autoestima, entre outros (HARTWIG; MACHADO;
HALLAL, 2009).
Ao longo do tempo, suas definições foram mudando: se inicialmente a
prática era conhecida como ginástica de pausa, atualmente é entendida como
um meio de promover a qualidade de vida do trabalhador por meio de suas
diversas atividades. Durante sua formação, o professor de educação física deve
agregar esses fundamentos básicos para que tenha condições de implantar,
6 Fundamentos das atividades desenvolvidas na ginástica laboral

desenvolver, planejar e acompanhar os programas de ginastica laboral nas


empresas (HARTWIG; MACHADO; HALLAL, 2009).
Para implantar um programa de ginástica laboral, não é necessário que a
empresa tenha um espaço físico específico para tal. As atividades podem ser
realizadas até mesmo nos postos de trabalho, o que, muitas vezes, pode promover
até uma maior inclusão dos colaboradores, por não precisarem se deslocar para
realizar os exercícios (HARTWIG; MACHADO; HALLAL, 2009).

No link a seguir, você poderá se aprofundar sobre os fundamentos básicos da ginástica


laboral ao acessar o Guia de orientação técnica e profissional aplicada à ginástica laboral,
elaborado pelo Conselho Regional de Educação Física da 4ª Região — São Paulo.

[Link]

Aspectos didático-pedagógicos
Não é novidade que funcionários motivados trabalha mais — e melhor. Diante
disso, reservar alguns minutos do dia para oferecer a eles a oportunidade de
relaxar durante o horário de trabalho reduz o número de afastamentos por
problemas de saúde. Além disso, traz diversos benefícios à empresa, sem
prejudicar seu faturamento ou rendimento (HEALTH&CARE, 2019).
De acordo com Marchesini (2002), os aspectos didático-pedagógicos da
ginástica laboral incluem conhecimentos como anatomia, cinesiologia, bio-
mecânica do movimento humano, fisiologia humana e do exercício e bases
de treinamento desportivo, a fim de que os exercícios aplicados exerçam um
papel efetivo na conquista dos benefícios, como melhoria da funcionalidade
das articulações, qualidade do movimento, aumentos de flexibilidade e força
e redução do desconforto muscular e da fadiga física e mental.
Para isso, o profissional de educação física precisa investir em sua forma-
ção na área, a fim de obter clareza do seu papel no mercado de trabalho da
ginástica laboral, que também pode ser ocupada por profissionais da fisio-
terapia. De acordo com Moraes e Maria (2016), enquanto os fisioterapeutas
estão habilitados à construção do diagnóstico de distúrbios funcionais e à
Fundamentos das atividades desenvolvidas na ginástica laboral 7

prescrição de condutas fisioterápicas, o professor de educação física, por


meio dos métodos preventivos, pode minimizar ou evitar a possibilidade de
existência dessas lesões.
Partindo desse pressuposto, podemos sugerir que a ginástica laboral pode
ser um campo capaz de comportar as duas áreas citadas, que podem se com-
plementar mutuamente, em função dos diferentes aspectos curriculares que
cada uma aborda. Desse modo, os aspectos didático-pedagógicos levam em
consideração os seguintes componentes de planejamento: análise do ambiente
de trabalho e dos trabalhadores; definição dos objetivos gerais e específicos;
escolha e definição dos conteúdos (alongamentos, relaxamento e jogos coo-
perativos e lúdicos), das estratégias de ensino-aprendizagem e dos materiais;
e reavaliações das variáveis analisadas anteriormente, a fim de cumprir com
o objetivo geral proposto de acordo com as características e necessidades da
empresa e seus trabalhadores (LIMA; NOGUEIRA, 2017).
Em relação aos trabalhadores e ao ambiente de trabalho, os programas de
ginástica laboral podem ter o suporte da ergonomia, que é a ciência encarregada
de estudar a interação entre o homem e os objetos, com a finalidade de melhorar o
ambiente de trabalho, de modo a torná-lo mais confortável. Pequenas modificações
no ambiente, como alteração da altura da cadeira, apoio para os punhos quando
ao computador e apoio para a cabeça nas cadeiras já podem ser consideradas
adaptações ergonômicas que trazem conforto ao trabalhador (Figura 1).

Figura 1. Exemplos de adaptações ergonômicas.


Fonte: Adaptada de Cavalcante (2013, documento on-line).
8 Fundamentos das atividades desenvolvidas na ginástica laboral

Assistindo ao vídeo disponível no link a seguir, você pode aprender sobre alguns
conceitos relativos às lesões por esforço repetitivo (LER).

[Link]

Quanto à definição dos objetivos, ela acontece posteriormente à análise


dos funcionários, por meio de conversas e entrevistas para que eles possam
indicar seus anseios em relação a uma atividade física ou a uma vida mais
saudável, bem como relatar dores ou desconforto durante as atividades laborais.
A manutenção da saúde dentro de uma empresa é vista atualmente como
uma questão estratégica e prioritária por parte dos gestores, com a finalidade de
manter os funcionários motivados e a produção em alta (MORAES; MARIA,
2016). Assim, a mobilização pela adequação desse tipo de prática se inicia no
setor de recursos humanos, que pode alertar em relação a atestados e faltas ao
trabalho, passando pelos médicos do trabalho, que podem estar vinculados à
empresa e podem recomendar a implantação de atividades físicas na instituição,
chegando até o fisioterapeuta contratado, que é o responsável pelo diagnóstico
de lesões, sintomas de dores musculares, etc. (OLIVEIRA, 2001).
A partir daí, os conteúdos são escolhidos e postos em prática em cada
uma das sessões oferecidas. Os materiais a serem utilizados são diversos:
bastões, balões, jornais, bolinhas de borracha ou de tênis, borrachas, elásticos,
brinquedos pedagógicos, jogos etc. A criatividade do profissional responsável
pode guiar o processo de acordo com a aproximação com os alunos, para a
diversificação de materiais e da proposta.
Para verificação da efetividade da proposta, é preciso haver um acompa-
nhamento de todos os resultados possíveis, por meio de fichas de diagnós-
tico, caderno de anotações, fotos, vídeos e o que mais se mostrar necessário,
lembrando sempre da necessidade da equipe gestora da empresa de autorizar
tais utilizações e coletas de dados junto aos funcionários (OLIVEIRA, 2001),
Os dados coletados na empresa podem ser organizados em um “banco de
dados” sobre o programa. Assim, além de acompanhar a evolução dos alunos e
a proposta do programa, o profissional responsável passa a ter condição também
de produzir relatórios, artigos e relatos, que podem ter caráter científico ou
apenas de prestação de resultados para a equipe gestora.
Fundamentos das atividades desenvolvidas na ginástica laboral 9

Agora que você já sabe quais são os tipos de ginástica laboral, os objetivos
da ginástica laboral e quais são os benefícios dessa prática para empresas e
funcionários, vejamos algumas possibilidades de atividades de suporte para
fazer com que tais programas se tornem uma ação de sucesso dentro das
empresas.

Atividades auxiliares em ginástica laboral


De acordo com Nahas (2003), a ginástica laboral deve se pautar pela promoção
da atividade física fora do ambiente de trabalho, pela promoção da saúde e
de hábitos mais saudáveis de vida e a consequente qualidade de vida dentro
e fora do ambiente da empresa.
A partir desse contexto, um programa de ginástica laboral pode ser ela-
borado de diversas formas e incluir outras atividades que não somente os
alongamentos para a prática de exercícios. São entendidas como atividades
auxiliares da ginástica laboral a recreação, as técnicas de massagem, os jogos
lúdicos e recreativos, bem como as dinâmicas de grupo (HARTWIG; MA-
CHADO; HALLAL, 2009).

O Quadro 2 apresenta um exemplo de como é possível estruturar de maneira bem


variada atividades ao longo de uma semana em um programa de ginástica laboral.

Quadro 2. Exemplo de divisão semanal de atividades de ginástica laboral

Dia da Segunda- Terça- Quarta- Quinta- Sexta-


semana -feira -feira -feira -feira -feira

Tipo de Dinâmica Alongamento Recreação Alongamento Massagem


atividade de grupo Passivo ativo

Fonte: Adaptado de Hartwig, Machado e Hallal (2009).


10 Fundamentos das atividades desenvolvidas na ginástica laboral

O vídeo disponível no link a seguir exibe um exemplo de atividade complementar de


ginástica laboral com bastão, envolvendo movimentos a serem realizados em duplas.

[Link]

A utilização das atividades alternativas na ginástica laboral é importante


para que o profissional tenha a possibilidade de diversificar as técnicas usadas
dentro do programa, tornando as sessões mais atrativas e mais propensas a
agradar todo o grupo. Silva e colaboradores (2007) destacam que os pontos
positivos da utilização de atividades alternativas, como dinâmicas de grupo
ou brincadeiras, surgem a partir do momento em que o trabalhador tem a
oportunidade de experenciar sentimentos de afetividade, maior aceitação do
próximo e maior respeito ao convívio em grupo ofertado por ações menos
rígidas de movimento.
A recreação e os jogos recreativos estimulam as atividades em grupo, o bom
humor dos funcionários e a possibilidade deles se exporem perante os demais
de um modo menos formal. Um exemplo disso seria, por exemplo, ao trabalhar
a recreação por meio de atividades com música, pedir para que funcionários
divididos em grupos continuem cantando canções assim que sua execução
é interrompida. Em empresas com diferentes perfis, também pode valer a
pena organizar atividades de mímica, por meio de jogos em que é necessário
adivinhar o que o colega está tentando expressar (usando temáticas como
filmes, artistas, datas importantes durante o ano, etc.). Outra estratégia para
promover atividades recreativas pode ser por meio de um resgate ao passado
dos funcionários, solicitando que eles recordem brincadeiras da infância e
tentem colocá-las em prática no momento, talvez por meio de adaptações,
trazendo lembranças afetivas para o ambiente de trabalho.
Por sua vez, as técnicas de massagem podem ajudar a reduzir a tensão na
região dos ombros, por exemplo, além de promover um caráter mais huma-
nitário em função das sensações que o toque físico transmite. Normalmente,
as atividades de massagem são realizadas ao final do turno de trabalho, para
relaxar as estruturas físicas, ao passo que as demais abordagens (recreação, di-
nâmicas, alongamentos) ocorrem predominantemente no começo do expediente
(OLIVEIRA, 2001). Alter (2010) define massagem como uma manipulação
Fundamentos das atividades desenvolvidas na ginástica laboral 11

sistemática de tecidos corporais com o propósito de afetar os sistemas nervoso


e muscular e a circulação geral, além de ajudar no relaxamento das contrações
musculares, que podem limitar movimentos articulares. Especificamente nas
aulas de ginástica laboral, os materiais a serem utilizados para as atividades de
massagem são muitos, incluindo bolinhas de tênis, escovas macias de cabelo,
bolinhas de gude colocadas dentro de um saquinho de tecido, entre outros.

Assistindo ao vídeo disponível no link a seguir, você pode aprender alguns conceitos
e algumas técnicas de massagem aplicada em programas de ginástica laboral.

[Link]

A ginástica laboral é uma importante aliada no combate a tensões emo-


cionais e estresse e na melhoria dos relacionamentos interpessoais. Depois de
cada exercício, o ambiente se torna mais agradável e favorável à produtividade.
Sendo assim, a ginástica laboral parece ser um interessante instrumento de
incentivo à qualidade de vida no trabalho, o que, por sua vez, é sinônimo de
bem-estar, pois profissionais motivados tornam empresas competitivas por
meio de resultados positivos, que são consequência da canalização dos esforços
de um grupo que trabalha de forma plena e unida.

ALTER, M. J. Ciência da flexibilidade. Porto Alegre: Artmed, 2010.


CAVALCANTE, I. Postura corporal em frente ao computador. Jornal PETNews, 2013. Dis-
ponível em: [Link]
html. Acesso em: 03 jan. 2020.
HARTWIG, T. W.; MACHADO, C. F.; HALLAL, P. C. Indicadores antropométricos e nível
de atividade física de funcionários de banco. Revista Brasileira Ciência e Movimento, v.
17, n. 3, p. 70–75, 2009.
12 Fundamentos das atividades desenvolvidas na ginástica laboral

HEALTH&CARE. Conheça os tipos de ginástica laboral. 24 set. 2019. Disponível em: https://
[Link]/2019/07/24/conheca-os-tipos-de-ginastica-laboral/. Acesso
em: 03 jan. 2020.
LIMA, F. V. B.; NOGUEIRA, R. J. C. C. A efetividade do programa de ginástica laboral.
Revista de Administração de Roraima, v. 7, n. 2, p. 297–309, 2017. Disponível em: https://
[Link]/adminrr/article/view/3481. Acesso em: 03 jan. 2020.
MARCHESINI, C. E. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte, São Paulo, v. 2, n. 1,
p. 33–46, jan. 2002.
MORAES, M. A. A.; MARIA, R. M. Quem está habilitado à prática da ginástica laboral o
fisioterapeuta e/ou educador físico. Revista Saúde e Meio Ambiente, v. 2, n. 1, p. 16–24, 2016.
NAHAS, M. V. Atividade física, saúde e qualidade de vida: conceitos e sugestões para um
estilo de vida ativo. Londrina: Midiograf, 2003.
OLIVEIRA, R. M. R. A abordagem das lesões por esforços repetitivos/distúrbios osteomuscula-
res relacionados ao trabalho — LER/DORT no Centro de Referência em Saúde do Trabalhador
do Espírito Santo – CRST/ES. 2001. 143 f. Dissertação (Mestrado) — Fundação Oswaldo
Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública, Rio de Janeiro, 2001.
POLITO, E.; BERGAMASCHI, E. C. Ginástica laboral: teoria e prática. 2. ed. Rio de Janeiro:
Sprint, 2003.
RIBEIRO, F. F.; MONT'ALVÃO, C. R. Ginástica laboral e ergonomia. Rio de Janeiro: Sprint, 2005.
SILVA, D. M. D. et al. Relacionamento interpessoal no contexto organizacional. In: CON-
GRESSO VIRTUAL BRASILEIRO DE ADMINISTRAÇÃO — CONVIBRA, 5., 2007. Disponível
em: [Link] Acesso em: 03 jan. 2020.

Leituras recomendadas
ANDRADE, F. P. et al. Análise das alterações posturais da coluna vertebral, dores muscu-
loesqueléticas e função laboral em carteiros pedestres. Scientia Medica, v. 26, n. 1, 2016.
MACIEL, M. G. Avaliação da eficácia da ginástica laboral. Revista Cinergis, v. 7, p. 113–122,
2006.
OLIVEIRA, J. R. G. A prática da ginástica laboral. 2. ed. Rio de Janeiro: Sprint, 2003.
Fundamentos das atividades desenvolvidas na ginástica laboral 13

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